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19 de setembro de 2019

  • Soja: cuidados na germinação aumentam produtividade em 4 sacas/ha

    Com a utilização de soluções para equilíbrio nutricional, foi possível identificar também um maior arranque inicial, aumento de nós reprodutivos e vagens por plantas

    O período de germinação é determinante para o sucesso na produtividade da soja. Para os produtores brasileiros que se preparam para esta etapa, é fundamental se atentar ao equilíbrio nutricional da planta. Afinal, esse é o momento que ela irá desenvolver suas raízes, influenciando no crescimento vegetativo e, mais tarde, na originação dos grãos. Soluções que auxiliem nesse sentido são essenciais para que a planta se torne mais forte frente aos estresses climáticos.

    Um estudo realizado pela Alltech Crop Science, em Campo Verde (MT), identificou bons resultados com a utilização de extratos vegetais, aminoácidos e micronutrientes, que promovem o equilíbrio nutricional. A área trabalhada com as soluções Alltech obteve um maior arranque inicial, melhor uniformidade e um número superior de volume de raízes. Além disso, houve um aumento de nós reprodutivos e um acréscimo de 22,8% no número de vagens. Ao final da colheita, foi constatado ainda um incremento de 4 sacas por hectare (ha), representando um aumento de 4,7% na produtividade.

    O engenheiro agrônomo Vinicius Abe, gerente técnico especializado em grãos da Alltech Crop Science, explica que com a planta alcançando um maior enraizamento, ela fica mais preparada para absorver nutrientes e se desenvolver. “Tudo está relacionado: se tenho um maior crescimento de raízes, ocasionado por um bom equilíbrio solo-planta, tenho um maior número de vagens, e, consequentemente, uma maior produção de grãos por hectare”, explica.

    O especialista também orienta sobre a importância de ter uma área bem manejada e livre de compactação do solo, com uma semente de qualidade e com umidade adequada para plantar, tornando o solo um ambiente atrativo para o crescimento da planta. “Ou seja, o ideal é somente realizar o plantio com a combinação de todas essas condições: primeiro cuidando da química do solo, da compactação e do fornecimento de nutrientes e, por último, uma boa umidade para a semente germinar de maneira correta”, ressalta.

    Tecnologias
    Com o bom manejo nutricional e a utilização de tecnologias específicas para a etapa da germinação é possível maximizar a produtividade, melhorando o desempenho da soja. O Initiate Soy foi desenvolvido pela Alltech Crop Science justamente para esse período do plantio. A combinação de micronutrientes como o cobalto e o molibdênio, aminoácidos e extratos vegetais agem como precursores hormonais que melhoram o desempenho dos cultivos.

    Fonte: Agrolink

  • Tempo seco predomina nos próximos sete dias no RS

    Nos próximos sete dias, o tempo seco vai predominar na maior parte do Estado, de acordo com o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

    Na quinta (19) e sexta-feira (20), o tempo permanecerá seco, com temperaturas amenas na maioria das regiões – ainda poderão ocorrer chuvas fracas e isoladas sobre a faixa Norte . Entre o sábado (21) e o domingo (22), a presença de uma massa de ar seco e frio garantirá o predomínio do sol, com temperaturas mais baixas no período noturno e possibilidade de formação de geadas isoladas.

    Na segunda (23), o ar frio começará a perder intensidade; porém, ainda poderão ocorrer geadas isoladas no amanhecer, sobretudo entre o Planalto e a Serra do Nordeste. Na terça (24) e na quarta-feira (25), o tempo permanecerá firme, e o ingresso de ar quente e úmido favorecerá o aumento da nebulosidade e a elevação da temperatura.

    A chuva no período deverá se concentrar sobre a Metade Norte do RS e os valores previstos são inferiores a 5mm na maioria das localidades. Somente no Planalto e na Serra do Nordeste, os totais esperados deverão oscilar entre 10 e 20 mm em alguns municípios. No restante do Estado, não há previsão de volumes significativos.

  • Soja: Está tudo pronto para a safra 2019/20, só falta a chuva!

    Produtores do estado do Paraná, apesar de terem a liberação de plantio desde o último dia 11, ainda não iniciaram o plantio da soja na região. Segundo Marcelo Garrido, do Deral, os produtores estão apreensivos com as condições climáticas e seguem aguardando por chuvas para dar início à safra 19/20.

    Segundo os primeiros dados da safra 19/20, atualmente apenas 20 mil hectares já receberam o plantio, enquanto os números mostram que nas mesmas datas do ano passado, 490 mil/ha já estavam plantados. A estimativa de produtividade para esta safra no estado é de aproximadamente 3.500 kg por hectare.

    De acordo com Garrido, a situação atual é completamente diferente da safra 18/19, quando os produtores puderam antecipar a semeadura. “Esse ano o produtor está segurando o plantio pra esperar uma melhor umidade do solo, para não arriscar tanto.Tem produtor que planta no pó, mas não é o ideal”, explica.

    Para poder iniciar o plantio, é necessário que chova pelo menos 50 milímetros. “A gente tem algumas expectativas de precipitação para algumas regiões do estado no fim de semana e está todo mundo torcendo para que elas se concretizem”, afirma.

    Segundo o economista, além do plantio tardio, os produtores da região também estão com receio de que as condições climáticas também afetem o plantio do milho safrinha. “A situação pode frustrar os produtores que tinham a intenção de plantar bem cedo a soja pra plantar o milho na segunda safra e colher antes”, comenta.

    Produtores da região central do país também estão apreensivos com a falta de chuva na região. No estado do Mato Grosso, o vazio sanitário terminou no último dia 15, mas a grande parte dos produtores também aguardam mudanças nas condições climáticas para iniciar o plantio.

    Segundo Lucia Vivan, pesquisadora da Fundação MT, apenas os agricultores que têm pivô começaram a safra 19/20. “Quem tem pivô já está fazendo o plantio, na região de Primavera do Leste alguns já estão iniciando”, afirma. A região de Cafezal/MT, segundo a pesquisadora, teve uma precipitação hídrica maior e pode ter alguns agricultores iniciando o plantio. No entanto, a região do Sul do estado está mais há cem dias sem chuvas. De acordo com a pesquisadora, o plantio na região ainda está dentro do esperado. Mas que para o solo ficar apto para receber a soja, é necessário que chova entre 50 e 70 milímetros.

    A situação não é diferente no Mato Grosso do Sul, aonde o vazio sanitário também encerrou no dia 15 de setembro. Assim como nas demais localidades, o produtor da região já está com tudo pronto e sofre com o atraso das chuvas. “Por questões legais a região do Mato Grosso do Sul está apta a fazer semeadura da soja.

    O empecilho que a gente tem é o atraso da regularização das chuvas. Se a gente pegar as médias históricas o mês de setembro, sempre tem um volume de precipitação de pelo menos uns 100 milímetros e esse ano nós não tivemos ainda”, explica André Bezerra, da Fundação MS.

    Segundo o analista, alguns pontos do estado receberam algumas chuvas, mas como o volume foi muito abaixo do esperado, não dá para contabilizar como uma precipitação efetiva. Segundo André, as previsões indicam que apenas em meados de outubro a situação deve ser regularizada. A estimativa é de que o plantio seja feito entre os dias 10 e 15 de outubro. “Talvez tenha que readequar o planejamento do milho por conta desse atraso, talvez até diminuir a área desse milho, para ter um alto potencial”, afirma.

    Em questões de produtividade, é esperado que os números sejam mais potivos que a safra 18/19. “Se a gente tiver uma regularização ao longo da safra e uma distribuição normal da chuva, a gente espera que a produtividade da soja retome a patamares da safra 17/18, que o estado fechou média de 56 sacas”, afirma.

    Já no estado de Goiás o vazio sanitário ainda não terminou e os produtores já temem a falta de chuva na região. Segundo Leonardo Machado, analista técnico do IFAG (Instituto para Fortalecimento da Agropecuária de Goiás), são esperadas chuvas apenas na segunda quinzena do mês de outubro, enquanto que o vazio sanitário tem previsão de término no dia 30 de setembro.

    Apesar das previsões climáticas não serem as mais positivas, a expectativa é que o produtor consiga ter uma boa safra. “O objetivo é que quem pretende fazer o algodão consiga fazer uma boa semeadura da soja dentro dos prazos”, afirma.

    Quanto às produtividades, a estimativa é que o produtor não tenha grandes surpresas e consiga bater a média e ficar acima de 56 sacas por hectare. “Podemos ter um acréscimo de até 2% na região, mas a tecnologia pode ajudar até superar esse número”, afirma.

    Por: Virgínia Alves
  • Cotrijuc participa de missão no exterior

    Pensando sempre em buscar conhecimento e novas tecnologias para o seu cooperado, colaboradores da cooperativa foram para os EUA.

    O Gerente de Tecnologia, Controle e Varejo, Maicon Buzatti, junto de uma comitiva de representantes de cooperativas agropecuárias gaúchas fez uma imersão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos. A viagem organizada e apoiada pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS, por meio da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop).

    Foram 40 pessoas no total, 35 delas das principais cooperativas do setor, além de integrantes da Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS (FecoAgro-RS), da Escoop e da Ocergs-Sescoop. Maicon pode conhecer a Plug and Play, maior aceleradora de startups do mundo, bem como as empresas Netflix e Amazon, além de universidades como a Singularity e a Stanford.

    Através dessa experiência o gerente voltou ao Brasil carregado de conhecimento e novas ideias em prol de melhorias para os sistemas da cooperativa visando o bem-estar e a rentabilidade dos associados Cotrijuc.

    Também, o coordenador do campo tecnológico, Felipe Michelon e o integrante da Getagri Assessoria Agrícolas, Felipe Mello, viajaram para os Estados Unidos em outro roteiro para aquisição de conhecimento técnico, além de conhecimento junto a Fábrica de Bioestimulantes da FMC, empresa que proporcionou. Os participantes passaram por áreas de testes e laboratórios.

    As viagens serviram para aprimoramento da equipe com o propósito de cumprir, cada vez mais, a missão de Cotrijuc: Atuar no agronegócio para promover renda e desenvolvimento aos cooperados.