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24 de setembro de 2019

  • Secretaria Estadual da Agricultura toma medidas para conter casos de mormo no Rio Grande do Sul

    As equipes veterinárias da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural estão tomando todas as medidas de defesa sanitária animal necessárias para o enfrentamento dos casos de mormo detectados em cavalos em uma propriedade em São Lourenço do Sul e Santo Antônio da Patrulha. A doença não era registrada desde julho de 2017 no estado.

    O serviço veterinário oficial está fazendo ação de vigilância onde os casos foram constatados. As propriedades estão isoladas, sendo proibida a saída ou entrada de animais, até que sejam feitos todos os procedimentos de sanidade.

    “O mormo não tem tratamento nem vacina e é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitido para o ser humano, por isso é necessário o sacrifício do animal ”, explica Gustavo Nogueira Diehl, Médico Veterinário, Fiscal Estadual Agropecuário do Departamento de Defesa Agropecuária – Divisão de Defesa Sanitária animal. Ele reforça a necessidade do exame veterinário obrigatório nos animais a cada seis meses. “O exame ainda era uma obrigatoriedade e, diante do quadro, torna-se ainda mais importante”.

    Os métodos oficiais utilizados para o diagnóstico do mormo no Brasil e consequentemente adotados no Estado do Rio Grande do Sul são os de Fixação do Complemento (FC), ELISA (testes de triagem), técnicas previstas na Instrução Normativa nº 06/2018, podendo ser utilizado para diagnóstico confirmatório e conclusivo o método de diagnóstico molecular e bioquímico de Western Blotting (WB). Todos esses métodos estão previstos nas inúmeras recomendações da OIE (Organização Mundial de Sanidade Animal) e foram utilizados por países como os EUA e a Inglaterra, que obtiveram sucesso na erradicação do Mormo.

    O RS teve seu primeiro caso de mormo confirmado em 2015, totalizando 47 focos de junho de 2015 até julho de 2017. O último foco de mormo no RS havia ocorrido em julho de 2017, fato que fez com que o Estado do Rio Grande do Sul pleiteasse o status de Zona Livre de Mormo.

    Desta forma, o pleito do RS para ser reconhecido como zona livre de mormo fica suspenso, considerando que um dos critérios que deve ser atendido conforme preconizado na IN 06/2018 é de que o estado esteja há pelo menos 3 anos sem registrar nenhum novo foco da doença.

    O Estado do RS vem tratando do assunto mormo desde a primeira notificação com reuniões entre diversas associações e entidades envolvidas com equídeos.

    Em função dos casos, permanece a obrigatoriedade do cumprimento das exigências legais como a GTA e apresentação de exames negativos para AIE e mormo de animais que venham a transitar.

     

    Abaixo, a íntegra da nota técnica sobre a situação do mormo no RS:

    Porto Alegre, 23 de setembro de 2019.

    Atualização situação do Mormo no RS

    Informações relacionadas ao Programa Estadual de Sanidade Equina, informamos o que segue:

    Mormo:

    Mormo é uma enfermidade infecciosa, de caráter agudo ou crônico que acomete, principalmente, equídeo, podendo também acometer o homem, os carnívoros e eventualmente pequenos ruminantes. O agente etiológico do mormo é a bactéria Burkholderia mallei, um bacilo gram negativo responsável por alta taxa de mortalidade de equídeos, que quando afeta o homem é altamente letal. Os sinais clínicos mais frequentes são febre, tosse e corrimento nasal (purulento que evolui para sanguinolento), além de prostração, pústulas na mucosa que evoluem para úlceras, abscessos nos linfonodos e dispneia. Na fase final da doença a broncopneumonia vai levar o animal a morte por insuficiência respiratória.

    No entanto, alguns equídeos podem tornar-se portadores assintomáticosforma considerada preocupante, pois um animal positivo que não manifesta sinais clínicos pode ser fonte de disseminação da doença para outros animais e para as pessoas. Na ausência de tratamento e de vacinas eficazes à prevenção da enfermidade,as recomendações e estratégias de profilaxia e controle estão descritas em legislação específica do Programa Nacional de Sanidade de Equídeos a Instrução Normativa nº 06/2018 entre elas a obrigatoriedade de exame negativo para trânsito de equídeos e participação em eventos e sacrifício de animais positivos.

    Esclarecimentos sobre os métodos de diagnóstico do Mormo

    Os métodos oficiais utilizados para o diagnóstico do Mormo no Brasil e consequentemente adotados no Estado do Rio Grande do Sul são os de Fixação do Complemento (FC), ELISA (testes de triagem), técnicas previstas na Instrução Normativa nº 06/2018, podendo ser utilizado para diagnóstico confirmatório e conclusivo o método de diagnóstico molecular e bioquímico de Western Blotting (WB). Todos esses métodos estão previstos nas inúmeras recomendações da OIE e foram utilizados por países como os EUA e a Inglaterra, que obtiveram sucesso na erradicação do Mormo.

    Teste de Western-Blotting:

    Com relação ao teste de Western-Blotting (WB), exame também utilizado para confirmação do Mormo, é um método em biologia molecular e bioquímica. Para emissão de resultado, os pesquisadores examinam a quantidade de proteína em uma dada amostra e comparam os níveis entre diversos grupos.Importante ressaltar que além do diagnóstico confirmatório de mormo, o WB é teste confirmatório de HIV em humanos e que também é um teste definitivo para a Doença da Vaca Louca.

    Atual situação epidemiológica

    O RS teve seu primeiro caso de mormo confirmado em 2015, totalizando 47 focos de junho de 2015 até julho de 2017. A título de informação o último foco de Mormo no RS havia ocorrido em julho de 2017, fato que fez com que o Estado do Rio Grande do Sul pleiteasse o status de Zona Livre de Mormo.

    Infelizmente neste mês dois novos casos foram confirmados através do exame de Western Blotting (WB), que é o exame confirmatório e conclusivo preconizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para confirmação dos suspeitos. Os novos casos ocorreram em setembro, nos municípios de São Lourenço do Sul e Santo Antônio da Patrulha, acometendo dois equinos, um em cada propriedade, até o momento.

    Informamos que estas propriedades encontram-se interditadas e sob vigilância do Serviço Veterinário Oficial desde o momento da notificação às Inspetorias Veterinárias dos municípios, estando proibido o ingresso e egresso de equinos destes locais, até que se encerrem os procedimentos de saneamento.

    Desta forma, o pleito do RS para ser reconhecido como zona livre de mormo fica suspenso, considerando que um dos critérios que deve ser atendido conforme preconizado na IN 06/2018 é de que o estado esteja há pelo menos 3 anos sem registrar nenhum novo foco da doença. O estado do RS vem tratando do assunto mormo desde a primeira notificação com extrema transparência e neste processo frequentemente diversas associações e entidades envolvidas com equídeos tem participado de reuniões na sede da Secretaria.

    Em função do exposto, permanece a obrigatoriedade do cumprimento das exigências legais como a GTA e apresentação de exames negativos para AIE e mormo de animais que venham a transitar.

    Por fim, salientamos que todas as medidas de defesa sanitária animal cabíveis estão sendo tomadas em atendimento a ocorrências de mormo.

    Programa Estadual de Sanidade de Equídeos

  • Equipes realizam ação social em escolas

    Toda empresa que busca crescer e ser bem sucedida deve colocar a administração de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas como algumas das principais prioridades. Assim, como uma cooperativa de grande relevância para a nossa sociedade, a Cotrijuc está investindo em treinamento para com seus colaboradores.

    O RH junto de outros setores ficou responsável pela estratégia e aplicação de treinamento e desenvolvimento de pessoas para investir em seus profissionais. O treinamento tem como objetivo impulsionar a eficiência, aumentar a produtividade, elevar os níveis de qualidade, promover a segurança no trabalho e evitar a necessidade de refazer as atividades. Em geral, os resultados de qualquer treinamento são obtidos em curto prazo e são satisfatórios.

    O processo é essencial para que determinado funcionário evolua para assumir uma nova posição ou progrida para melhorar no cargo que já está. O objetivo é que ele seja um profissional mais completo e humano com o colega. Consequentemente, ele entregará trabalhos com mais qualidade. Além disso, a ferramenta ainda poderá motivar características importantes para qualquer nível hierárquico, tais como a proatividade, empatia e criatividade.

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    A primeira equipe a executar uma ação social, foi a equipe Cooperar na Escola, que fez a escolha da EMF São João, na localidade de São João do Barro Preto, que conta com alunos em vulnerabilidade social. A equipe fez uma manhã de brincadeiras, carinho, lanche e presentes durante toda a manhã do dia 10 de setembro.

    A segunda equipe do projeto foi até a Escola Municipal De Educação Especial Posso Viver, de Pinhal Grande na localidade Invernadinha que sofreu um assalto onde foram furtados muitos equipamentos. Assim, foi doado equipamentos como televisores, aquecedor entre outros. As demais equipes também estão desenvolvendo ações sociais que serão executadas em nossa comunidade.

  • Cotrijuc participa de missão no exterior

    Pensando sempre em buscar conhecimento e novas tecnologias para o seu cooperado, colaboradores da cooperativa foram para os EUA.

    O Gerente de Tecnologia, Controle e Varejo, Maicon Buzatti, junto de uma comitiva de representantes de cooperativas agropecuárias gaúchas fez uma imersão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos. A viagem organizada e apoiada pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS, por meio da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop).

    Foram 40 pessoas no total, 35 delas das principais cooperativas do setor, além de integrantes da Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS (FecoAgro-RS), da Escoop e da Ocergs-Sescoop. Maicon pode conhecer a Plug and Play, maior aceleradora de startups do mundo, bem como as empresas Netflix e Amazon, além de universidades como a Singularity e a Stanford.

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    Através dessa experiência o gerente voltou ao Brasil carregado de conhecimento e novas ideias em prol de melhorias para os sistemas da cooperativa visando o bem-estar e a rentabilidade dos associados Cotrijuc.

    Também, o coordenador do campo tecnológico, Felipe Michelon e o integrante da Getagri Assessoria Agrícolas, Felipe Mello, viajaram para os Estados Unidos em outro roteiro para aquisição de conhecimento técnico, além de conhecimento junto a Fábrica de Bioestimulantes da FMC, empresa que proporcionou. Os participantes passaram por áreas de testes e laboratórios. As viagens serviram para aprimoramento da equipe com o propósito de cumprir, cada vez mais, a missão de Cotrijuc: Atuar no agronegócio para promover renda e desenvolvimento aos cooperados.

  • Agricultores preparam semeadura da safra de soja 2019/2020

    O uso de sementes de qualidade, com altos índices de germinação e vigor, é muito importante para um bom estabelecimento da lavoura.

    Principal cultura das lavouras gaúchas, a soja deve começar a tomar conta do Rio Grande do Sul no início do mês de outubro. Os agricultores estão se mostrando otimistas com a próxima safra, e algumas decisões tomadas no pré-plantio são essenciais para garantir boas produtividades.

    De acordo com o responsável pelo licenciamento de cultivares do RS e de SC, Renan Canzi Comin, o produtor deve minimizar os riscos optando por medidas preventivas. “O uso de sementes de qualidade, com altos índices de germinação e vigor, é muito importante para um bom estabelecimento da lavoura”, explica Comin.

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    O tratamento industrial de sementes é mais uma importante  ferramenta utilizada com a finalidade de minimizar os riscos no campo, semear em uma área com uma boa palhada, em condições climáticas favoráveis e com máquinas operando na velocidade adequada são fatores primordiais para a obtenção de uma lavoura homogênea e de bom potencial produtivo.

    Além disso, Comin lembra que é importante escolher cultivares adaptadas à região de plantio, e observar a melhor época indicada para sua semeadura. A cultivar FPS 1954 RR, por exemplo, é recomendada para a abertura de plantio no Rio Grande do Sul.

    “Por ser um material de ciclo precoce, seu melhor desempenho se dá na abertura de plantio no mês de outubro em áreas de alta fertilidade. Essa assertividade proporcionará que a cultivar expresse uma de suas principais características, que é o alto peso de mil sementes”, esclarece Renan Canzi Comin.

    Já a cultivar FPS 1859 RR é indicada para ser semeada entre final de outubro e metade de dezembro. “Trata-se de um material em evidência no estado, pelo seu alto potencial produtivo, sua excelente sanidade radicular e seu grupo de maturação (5.9), que proporciona uma grande janela de semeadura de norte a sul do RS, SC e PR”, comenta Renan.