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25 de setembro de 2019

  • O Circulo virtuoso na propriedade rural

    Plantar, Criar e Controlar. Esta é a Lei, para as propriedades rurais virtuosas!

    Os produtores rurais virtuosos sabem quão importante é PLANTAR com as melhores técnicas Agrícolas, CRIAR com as melhores práticas Zootécnicas e CONTROLAR com as melhores ferramentas de controles.

    Uma boa gestão compreende este tríplice aspecto.

    Os produtores rurais, em geral, sempre foram abertos e sequiosos por inovação tecnológica tanto na Agricultura quanto na Pecuária. Desde o advento do Plantio Direto na Palha, até a escolha das melhores cultivares, desde o advento do pastoreio rotatínuo até as integrações de Lavoura/Pecuária/Florestamento, elevaram os produtores rurais à um patamar de produtividade, considerados excelentes.  Todavia, alguns outros produtores, sempre apresentaram uma certa resistência às práticas de controles, em especial os financeiros.

    Não por acaso, que os produtores rurais, considerados de sucesso, têm atingido as melhores performances de produtividade tanto na agricultura como na pecuária.

    Paradoxalmente, nem todos os produtores citados acima, possuem resultados econômicos satisfatórios. Alguns, e não poucos, estão passando por situações econômicas e financeiras lastimáveis, devido à falta de algumas (ou quase todas) técnicas de avaliação.

    Mesmo que os produtores rurais possuam registros do fluxo de caixa e com saldo positivo, não significa e não é suficiente para afirmar que estejam ganhando dinheiro ou que suas atividades sejam lucrativas e rentáveis.

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    Para tanto, é imperativo que o produtor rural avalie e desempenho no seu negócio, a partir de alguns instrumentos de medição e aferição tais como: DRE (Demonstrativo de Resultado do Exercício) e Balanço Patrimonial.

    No DRE, os indicadores evidenciados na ferramenta são:

      • Lucratividade, Indica o resultado operacional, ou seja o Lucro medido em realção à geração de Renda da Atividade;
      • Rentabilidade, Indica a remuneração do capital investido no negócio, ou seja, o Lucro Líquido medido em relação ao Capital Investido para exploração da atividade;
      • Participação dos Custos Fixos no negócio. Este último, via de regra, é o que viabiliza ou inviabiliza um negócio.

    No Balanço Patrimonial, os indicadores evidenciados na ferramenta são:

      • CCL – Capital Circulante Líquido, que significa a disponibilidade de recursos após a liquidação dos compromissos de curto prazo;
      • ILC – Indice de Liquidez Corrente, que mede a capacidade de pagamento dos compromissos no curto prazo;
      • ILG – Indice de Liquidez Geral, que mede a capacidade de pagamento dos compromissos no longo prazo;
      • Grau de Endividamento, que significa quanto do Patrimônio está comprometido com terceiro
      • Grau de Imobilização, que significa quanto do Patrimônio está imobilizado.

    Certamente, caro produtor rural, se você plantar de acordo com as melhores técnicas agrícolas, criar de acordo com as melhores práticas e avaliar seu negócio segundo estes indicadores, poderás saber o quanto seu negócio é viável.

    Rogério Bastos é economista e consultor de gestão empresarial rural

    Desenvolvedor do Aplicativo Praxiagro – Gestão estratégica de custos e indicadores de desempenho.

    Contatos: e-mail: [email protected] WhatsApp (55) 99971-6671

  • Brasil planeja cota livre de tarifas a partir de novembro

    O Brasil planeja uma cota livre de tarifas de 750.000 toneladas para as importações de trigo de países fora do bloco comercial da América do Sul a partir de novembro, segundo informações divulgadas pela Agência Reuters.

    A aplicação da cota livre de tarifas poderia ajudar o país a adicionar novos fornecedores, como EUA e Rússia, disse Flavio Bettarello, secretário adjunto do Ministério da Agricultura para Comércio e Relações Exteriores, durante uma conferência do setor.

    Ele disse à Reuters que poderia ser introduzido através de um pedido da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Relações Internacionais ou da Secretaria Executiva de Comércio Exterior.

    Nesse cenário, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) anunciou que também é a favor da cota, que faz parte de uma série de medidas para abrir a economia brasileira e aumentar sua participação no comércio agrícola global.

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    O Brasil possui uma tarifa de 10% sobre todas as importações de trigo de fora do Mercosul, já que é preciso salientar que o país foi o sexto maior importador de trigo do mundo em 2018.

    A partir disso, pode-se dizer que o Brasil deve comprar 7,2 milhões de toneladas de trigo de fornecedores estrangeiros este ano, segundo continuou informando a Reuters. Isso porque, até o mês de julho, o país havia importado 3,87 milhões de toneladas de trigo.

    De acordo com o especialista Luiz Fernando Pacheco, analista da T&F Consultoria Agroeconômica, os preços médios do trigo no Brasil continuam caindo pressionados pela colheita. “No mercado físico, os preços continuam ao redor de R$ 670,00 FOB, no RS para safra nova, mas somente moinhos de fora do estado falam neste preço e escolhendo muito bem os locais”, comenta.