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26 de setembro de 2019

  • Soja abre em alta nesta quinta-feira (26), com reaproximação entre EUA e China

    O mercado da soja iniciou a sessão desta quinta-feira (26) com altas nos principais contratos, principalmente por conta das últimas negociações comerciais entre EUA e China. Às 9:44, o novembro/19 estava cotado a US$ 8,93, alta de 4,5 pontos e o março/2020 estava a US$ 9,20, alta de 5,25 pontos.

    Ontem (25) o USDA confirmou uma nova compra de 581 mil toneladas de soja americana feita pela China e de acordo com Fernando Pimentel, analista da Agrosecurity Consultoria , o especialista acredita que essa reaproximação é uma sinal que o governo chinês está colocando na mesa de negociação, já que a próxima reunião entre as duas grandes potências será em outubro.

    Segundo informações da Labhoro Corretora, durante a manhã o USDA divulgou o relatório das vendas semanais. Soja e trigo vieram dentro das estimativas, enquanto milho veio abaixo. Os números foram: soja 1.03 milhão de toneladas (contra expectativa de 800 mil a 1.3 milhão de toneladas), milho 494 mil (contra 600 mil a 1.1 milhão) e trigo 283,2 (contra 200 a 500 mil toneladas). O USDA também divulgou vendas extras de soja. 257 mil toneladas para a China, ano comercial 2019/2020.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Estabilidade segue presente nas cotações do milho em Chicago nesta quinta-feira

    A quinta-feira (26) começa com os preços internacionais do milho futuro se mantendo estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT), assim como visto ontem. As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 pontos negativos e 0,50 pontos positivos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,74 com queda de 0,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,85 com alta de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,93 com ganho de 0,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,99 com elevação de 0,50 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, o milho segue com poucas mudanças, pois o mercado aguarda uma imagem mais clara dos rendimentos da colheita.

    “Os investidores voltaram sua atenção para os dados dos estoques de grãos a serem publicados na segunda-feira seguinte pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)”, aponta P.J. Huffstutter da Reuters Chicago.

    Outro fator que influência no mercado são os dados semanais do EIA, que mostraram o menor total semanal de produção de etanol desde abril de 2016 em 943.000 barris / dia durante a semana de 20/9. Isso representa uma queda de 60.000 bpd em relação à semana anterior.

    “Os estoques de etanol caíram 739.000 barris em 22,5 milhões, já que o Centro-Oeste teve sua maior queda semanal no recorde de 612.000 barris. As importações de etanol também foram registradas em uma alta de quase 7 anos de 113.000 bpd”, relata o site Barchart.

    Fonte: Notícias Agrícolas