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setembro 2019

  • Equipes realizam ação social em escolas

    Toda empresa que busca crescer e ser bem sucedida deve colocar a administração de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas como algumas das principais prioridades. Assim, como uma cooperativa de grande relevância para a nossa sociedade, a Cotrijuc está investindo em treinamento para com seus colaboradores.

    O RH junto de outros setores ficou responsável pela estratégia e aplicação de treinamento e desenvolvimento de pessoas para investir em seus profissionais. O treinamento tem como objetivo impulsionar a eficiência, aumentar a produtividade, elevar os níveis de qualidade, promover a segurança no trabalho e evitar a necessidade de refazer as atividades. Em geral, os resultados de qualquer treinamento são obtidos em curto prazo e são satisfatórios.

    O processo é essencial para que determinado funcionário evolua para assumir uma nova posição ou progrida para melhorar no cargo que já está. O objetivo é que ele seja um profissional mais completo e humano com o colega. Consequentemente, ele entregará trabalhos com mais qualidade. Além disso, a ferramenta ainda poderá motivar características importantes para qualquer nível hierárquico, tais como a proatividade, empatia e criatividade.

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    A primeira equipe a executar uma ação social, foi a equipe Cooperar na Escola, que fez a escolha da EMF São João, na localidade de São João do Barro Preto, que conta com alunos em vulnerabilidade social. A equipe fez uma manhã de brincadeiras, carinho, lanche e presentes durante toda a manhã do dia 10 de setembro.

    A segunda equipe do projeto foi até a Escola Municipal De Educação Especial Posso Viver, de Pinhal Grande na localidade Invernadinha que sofreu um assalto onde foram furtados muitos equipamentos. Assim, foi doado equipamentos como televisores, aquecedor entre outros. As demais equipes também estão desenvolvendo ações sociais que serão executadas em nossa comunidade.

  • Cotrijuc participa de missão no exterior

    Pensando sempre em buscar conhecimento e novas tecnologias para o seu cooperado, colaboradores da cooperativa foram para os EUA.

    O Gerente de Tecnologia, Controle e Varejo, Maicon Buzatti, junto de uma comitiva de representantes de cooperativas agropecuárias gaúchas fez uma imersão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos. A viagem organizada e apoiada pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS, por meio da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop).

    Foram 40 pessoas no total, 35 delas das principais cooperativas do setor, além de integrantes da Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS (FecoAgro-RS), da Escoop e da Ocergs-Sescoop. Maicon pode conhecer a Plug and Play, maior aceleradora de startups do mundo, bem como as empresas Netflix e Amazon, além de universidades como a Singularity e a Stanford.

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    Através dessa experiência o gerente voltou ao Brasil carregado de conhecimento e novas ideias em prol de melhorias para os sistemas da cooperativa visando o bem-estar e a rentabilidade dos associados Cotrijuc.

    Também, o coordenador do campo tecnológico, Felipe Michelon e o integrante da Getagri Assessoria Agrícolas, Felipe Mello, viajaram para os Estados Unidos em outro roteiro para aquisição de conhecimento técnico, além de conhecimento junto a Fábrica de Bioestimulantes da FMC, empresa que proporcionou. Os participantes passaram por áreas de testes e laboratórios. As viagens serviram para aprimoramento da equipe com o propósito de cumprir, cada vez mais, a missão de Cotrijuc: Atuar no agronegócio para promover renda e desenvolvimento aos cooperados.

  • Agricultores preparam semeadura da safra de soja 2019/2020

    O uso de sementes de qualidade, com altos índices de germinação e vigor, é muito importante para um bom estabelecimento da lavoura.

    Principal cultura das lavouras gaúchas, a soja deve começar a tomar conta do Rio Grande do Sul no início do mês de outubro. Os agricultores estão se mostrando otimistas com a próxima safra, e algumas decisões tomadas no pré-plantio são essenciais para garantir boas produtividades.

    De acordo com o responsável pelo licenciamento de cultivares do RS e de SC, Renan Canzi Comin, o produtor deve minimizar os riscos optando por medidas preventivas. “O uso de sementes de qualidade, com altos índices de germinação e vigor, é muito importante para um bom estabelecimento da lavoura”, explica Comin.

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    O tratamento industrial de sementes é mais uma importante  ferramenta utilizada com a finalidade de minimizar os riscos no campo, semear em uma área com uma boa palhada, em condições climáticas favoráveis e com máquinas operando na velocidade adequada são fatores primordiais para a obtenção de uma lavoura homogênea e de bom potencial produtivo.

    Além disso, Comin lembra que é importante escolher cultivares adaptadas à região de plantio, e observar a melhor época indicada para sua semeadura. A cultivar FPS 1954 RR, por exemplo, é recomendada para a abertura de plantio no Rio Grande do Sul.

    “Por ser um material de ciclo precoce, seu melhor desempenho se dá na abertura de plantio no mês de outubro em áreas de alta fertilidade. Essa assertividade proporcionará que a cultivar expresse uma de suas principais características, que é o alto peso de mil sementes”, esclarece Renan Canzi Comin.

    Já a cultivar FPS 1859 RR é indicada para ser semeada entre final de outubro e metade de dezembro. “Trata-se de um material em evidência no estado, pelo seu alto potencial produtivo, sua excelente sanidade radicular e seu grupo de maturação (5.9), que proporciona uma grande janela de semeadura de norte a sul do RS, SC e PR”, comenta Renan.

  • Pastagens e criações

    Tanto as pastagens naturais (campo nativo) como as cultivadas estão no período final do ciclo.

    Com a primavera, começam as novas brotações das naturais nas regiões de Bagé, Pelotas, Santa Maria e de Caxias do Sul, em especial nos Campos de Cima da Serra, e a finalização nas cultivadas de inverno.

    Observa-se a implantação das pastagens cultivadas de verão, principalmente entre os produtores de leite.

  • Culturas de verão – Safra Milho

    A estimativa da Emater/RS-Ascar para safra de milho 2019/2020 indica uma área de 771.578 hectares, um aumento de 1% em relação à safra anterior e uma produção estimada de 5.948.712 toneladas. Isso resulta em produtividade de 7.710 quilos por hectare.

    Segundo o zoneamento agroclimático (definido pela Portaria nº 59, de 01/07/2019), o período de plantio ocorre entre o início de agosto e o final de janeiro.

    A evolução da cultura do milho para a próxima safra começa a ser descrita a partir desta semana. As regiões administrativas da Emater/RS-Ascar onde o plantio mais avançou na semana, de acordo com o zoneamento, são Santa Rosa e Ijuí.

  • Trigo no RS está em floração

    Apresentando bom desenvolvimento, a cultura do trigo entra agora no que é conhecido como o período crítico, pois o plantio está na fase de espigamento, altamente vulnerável às variáveis climáticas.

    De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19/09), 19% das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo), 50% em floração, 30% na fase de enchimento do grão e 1% encontra-se madura e pronta para a colheita.

    Nesta safra, a área estimada pela Emater/RS-Ascar para o cultivo do trigo é de 739,4 mil hectares. A área de cultivo de trigo no RS corresponde a 37% da área brasileira com o grão.

  • Produção da soja será desafiadora

    A produção da soja para os produtores brasileiros no ciclo 2019/2020 deve ser desafiadora, ao menos no ponto de vista dos preços, segundo indicou o relatório divulgado pelo Rabobank nesta semana. O texto diz que o ambiente de incertezas decorrentes da indefinição da Guerra Comercial entre chineses e americanos tem gerado limitações de ganhos em Chicago.

    “Isso ocorre mesmo com a perspectiva de que os EUA produzam abaixo das 100 milhões de toneladas em 2019 devido às perdas pelo clima e redução de área, o que significaria retração superior à 25% frente ao observado no ciclo anterior. O principal ponto é que, sem a demanda chinesa, os estoques americanos tendem a se manter elevados nesse próximo ciclo mesmo com a menor produção”, diz o texto.

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    Além disso, o Rabobank estima recuo dos patamares recordes de 29 milhões de toneladas na safra 2018/2019 para 21 milhões de toneladas ao final da 2019/2020. Nesse sentido, caso a safra sul-americana ocorra dentro da normalidade, as perspectivas são de que as cotações em Chicago se mantenham limitadas abaixo dos USD 9/bushel nos próximos meses.

    “Além da pressão sobre os preços em Chicago, a indefinição da Guerra Comercial e estoques elevados na Argentina tem limitado avanços significativos nos prêmios de exportação para vencimentos próximos à colheita da safra 2019/20 no Brasil. A título de comparação, em setembro de 2018, os prêmios para março deste ano estavam próximos de USD 0,90/bushel – atualmente, têm se mantido abaixo dos USD 0,40/bushel”, finalizou o texto do relatório divulgado pela instituição internacional.

  • Soja: cuidados na germinação aumentam produtividade em 4 sacas/ha

    Com a utilização de soluções para equilíbrio nutricional, foi possível identificar também um maior arranque inicial, aumento de nós reprodutivos e vagens por plantas

    O período de germinação é determinante para o sucesso na produtividade da soja. Para os produtores brasileiros que se preparam para esta etapa, é fundamental se atentar ao equilíbrio nutricional da planta. Afinal, esse é o momento que ela irá desenvolver suas raízes, influenciando no crescimento vegetativo e, mais tarde, na originação dos grãos. Soluções que auxiliem nesse sentido são essenciais para que a planta se torne mais forte frente aos estresses climáticos.

    Um estudo realizado pela Alltech Crop Science, em Campo Verde (MT), identificou bons resultados com a utilização de extratos vegetais, aminoácidos e micronutrientes, que promovem o equilíbrio nutricional. A área trabalhada com as soluções Alltech obteve um maior arranque inicial, melhor uniformidade e um número superior de volume de raízes. Além disso, houve um aumento de nós reprodutivos e um acréscimo de 22,8% no número de vagens. Ao final da colheita, foi constatado ainda um incremento de 4 sacas por hectare (ha), representando um aumento de 4,7% na produtividade.

    O engenheiro agrônomo Vinicius Abe, gerente técnico especializado em grãos da Alltech Crop Science, explica que com a planta alcançando um maior enraizamento, ela fica mais preparada para absorver nutrientes e se desenvolver. “Tudo está relacionado: se tenho um maior crescimento de raízes, ocasionado por um bom equilíbrio solo-planta, tenho um maior número de vagens, e, consequentemente, uma maior produção de grãos por hectare”, explica.

    O especialista também orienta sobre a importância de ter uma área bem manejada e livre de compactação do solo, com uma semente de qualidade e com umidade adequada para plantar, tornando o solo um ambiente atrativo para o crescimento da planta. “Ou seja, o ideal é somente realizar o plantio com a combinação de todas essas condições: primeiro cuidando da química do solo, da compactação e do fornecimento de nutrientes e, por último, uma boa umidade para a semente germinar de maneira correta”, ressalta.

    Tecnologias
    Com o bom manejo nutricional e a utilização de tecnologias específicas para a etapa da germinação é possível maximizar a produtividade, melhorando o desempenho da soja. O Initiate Soy foi desenvolvido pela Alltech Crop Science justamente para esse período do plantio. A combinação de micronutrientes como o cobalto e o molibdênio, aminoácidos e extratos vegetais agem como precursores hormonais que melhoram o desempenho dos cultivos.

    Fonte: Agrolink

  • Tempo seco predomina nos próximos sete dias no RS

    Nos próximos sete dias, o tempo seco vai predominar na maior parte do Estado, de acordo com o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

    Na quinta (19) e sexta-feira (20), o tempo permanecerá seco, com temperaturas amenas na maioria das regiões – ainda poderão ocorrer chuvas fracas e isoladas sobre a faixa Norte . Entre o sábado (21) e o domingo (22), a presença de uma massa de ar seco e frio garantirá o predomínio do sol, com temperaturas mais baixas no período noturno e possibilidade de formação de geadas isoladas.

    Na segunda (23), o ar frio começará a perder intensidade; porém, ainda poderão ocorrer geadas isoladas no amanhecer, sobretudo entre o Planalto e a Serra do Nordeste. Na terça (24) e na quarta-feira (25), o tempo permanecerá firme, e o ingresso de ar quente e úmido favorecerá o aumento da nebulosidade e a elevação da temperatura.

    A chuva no período deverá se concentrar sobre a Metade Norte do RS e os valores previstos são inferiores a 5mm na maioria das localidades. Somente no Planalto e na Serra do Nordeste, os totais esperados deverão oscilar entre 10 e 20 mm em alguns municípios. No restante do Estado, não há previsão de volumes significativos.

  • Soja: Está tudo pronto para a safra 2019/20, só falta a chuva!

    Produtores do estado do Paraná, apesar de terem a liberação de plantio desde o último dia 11, ainda não iniciaram o plantio da soja na região. Segundo Marcelo Garrido, do Deral, os produtores estão apreensivos com as condições climáticas e seguem aguardando por chuvas para dar início à safra 19/20.

    Segundo os primeiros dados da safra 19/20, atualmente apenas 20 mil hectares já receberam o plantio, enquanto os números mostram que nas mesmas datas do ano passado, 490 mil/ha já estavam plantados. A estimativa de produtividade para esta safra no estado é de aproximadamente 3.500 kg por hectare.

    De acordo com Garrido, a situação atual é completamente diferente da safra 18/19, quando os produtores puderam antecipar a semeadura. “Esse ano o produtor está segurando o plantio pra esperar uma melhor umidade do solo, para não arriscar tanto.Tem produtor que planta no pó, mas não é o ideal”, explica.

    Para poder iniciar o plantio, é necessário que chova pelo menos 50 milímetros. “A gente tem algumas expectativas de precipitação para algumas regiões do estado no fim de semana e está todo mundo torcendo para que elas se concretizem”, afirma.

    Segundo o economista, além do plantio tardio, os produtores da região também estão com receio de que as condições climáticas também afetem o plantio do milho safrinha. “A situação pode frustrar os produtores que tinham a intenção de plantar bem cedo a soja pra plantar o milho na segunda safra e colher antes”, comenta.

    Produtores da região central do país também estão apreensivos com a falta de chuva na região. No estado do Mato Grosso, o vazio sanitário terminou no último dia 15, mas a grande parte dos produtores também aguardam mudanças nas condições climáticas para iniciar o plantio.

    Segundo Lucia Vivan, pesquisadora da Fundação MT, apenas os agricultores que têm pivô começaram a safra 19/20. “Quem tem pivô já está fazendo o plantio, na região de Primavera do Leste alguns já estão iniciando”, afirma. A região de Cafezal/MT, segundo a pesquisadora, teve uma precipitação hídrica maior e pode ter alguns agricultores iniciando o plantio. No entanto, a região do Sul do estado está mais há cem dias sem chuvas. De acordo com a pesquisadora, o plantio na região ainda está dentro do esperado. Mas que para o solo ficar apto para receber a soja, é necessário que chova entre 50 e 70 milímetros.

    A situação não é diferente no Mato Grosso do Sul, aonde o vazio sanitário também encerrou no dia 15 de setembro. Assim como nas demais localidades, o produtor da região já está com tudo pronto e sofre com o atraso das chuvas. “Por questões legais a região do Mato Grosso do Sul está apta a fazer semeadura da soja.

    O empecilho que a gente tem é o atraso da regularização das chuvas. Se a gente pegar as médias históricas o mês de setembro, sempre tem um volume de precipitação de pelo menos uns 100 milímetros e esse ano nós não tivemos ainda”, explica André Bezerra, da Fundação MS.

    Segundo o analista, alguns pontos do estado receberam algumas chuvas, mas como o volume foi muito abaixo do esperado, não dá para contabilizar como uma precipitação efetiva. Segundo André, as previsões indicam que apenas em meados de outubro a situação deve ser regularizada. A estimativa é de que o plantio seja feito entre os dias 10 e 15 de outubro. “Talvez tenha que readequar o planejamento do milho por conta desse atraso, talvez até diminuir a área desse milho, para ter um alto potencial”, afirma.

    Em questões de produtividade, é esperado que os números sejam mais potivos que a safra 18/19. “Se a gente tiver uma regularização ao longo da safra e uma distribuição normal da chuva, a gente espera que a produtividade da soja retome a patamares da safra 17/18, que o estado fechou média de 56 sacas”, afirma.

    Já no estado de Goiás o vazio sanitário ainda não terminou e os produtores já temem a falta de chuva na região. Segundo Leonardo Machado, analista técnico do IFAG (Instituto para Fortalecimento da Agropecuária de Goiás), são esperadas chuvas apenas na segunda quinzena do mês de outubro, enquanto que o vazio sanitário tem previsão de término no dia 30 de setembro.

    Apesar das previsões climáticas não serem as mais positivas, a expectativa é que o produtor consiga ter uma boa safra. “O objetivo é que quem pretende fazer o algodão consiga fazer uma boa semeadura da soja dentro dos prazos”, afirma.

    Quanto às produtividades, a estimativa é que o produtor não tenha grandes surpresas e consiga bater a média e ficar acima de 56 sacas por hectare. “Podemos ter um acréscimo de até 2% na região, mas a tecnologia pode ajudar até superar esse número”, afirma.

    Por: Virgínia Alves