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23 de outubro de 2019

  • CCGL lança nova campanha para seus produtos lácteos

    Os filmes produzidos pela Casa Na Árvore foram inspirados na origem dos produtos fabricados pela Cooperativa.

    Demonstrar toda  dedicação e comprometimento das pessoas envolvidas no sistema de produção CCGL,  elevando a percepção de valor de seus produtos aos consumidores, é o objetivo da nova campanha “Onde Nasce O Leite De Verdade”.

    A campanha conta com 3 filmes para divulgação nas mídias digitais. As peças dessa webseries demonstram, através de imagens e depoimentos, as características específicas da região para uma melhor produção leiteira, o cuidado com os animais e o meio ambiente, a união, vocação e comprometimento das pessoas com seus clientes, num sistema de produção sustentável que dá origem aos produtos CCGL.

    A proposta, segundo Marcio Escobar – Gerente de Marketing da CCGL, foi conectar as pessoas com histórias de vida, amor, dedicação e inovação, contadas por produtores e colaboradores da Cooperativa. “A CCGL não possui um dono ou grupo de empresários, mas sim famílias que se unem e trabalham todos os dias para oferecer produtos com o mais alto nível de qualidade aos seus consumidores”, destaca Caio Vianna – Presidente da CCGL.

    Considerada uma das maiores cooperativas do Brasil, unindo 29 cooperativas singulares e mais de 170 mil famílias produtoras, a CCGL disponibiliza suas linhas de leite em pó, creme de leite e achocolatado para todo o mercado doméstico e internacional:

    Link Facebook: https://www.facebook.com/grupoccgl/videos/2260783454212520/

    Link Instagram:  https://www.instagram.com/tv/B39yV–AT1n/?utm_source=ig_web_copy_link

    Link Youtube:  https://www.youtube.com/watch?v=bMq7pg6E08c

  • Você sabe o que é agricultura 4.0?

    Você provavelmente já ouviu falar da transformação digital em processos nos diversos setores econômicos, como indústria e comércio. É a chamada revolução 4.0, que moderniza operações por meio do uso de inteligência artificial, de internet das coisas e conexão entre sistemas. Essa onda tecnológica também está revolucionando o agronegócio e garantindo avanços na logística, na administração e na produtividade do setor.

    Com desafios como aumentar a produção de alimentos para atender ao crescimento da população, melhorar a eficiência energética, e consumo sustentável de insumos, a propriedade rural passou a ser administrada como uma empresa, com gestão e controle sobre as atividades, evitando desperdício e entendendo melhor o funcionamento de todos os setores. O mercado de grãos, por exemplo, apresenta aumento de produtividade ano a ano, com o apoio da tecnologia, segundo o vice-presidente do Crea-PR, Otavio Perin Filho.

    “No final da década de 1980, início da década de 1990, tínhamos a produtividade de 100 a 120 sacas de soja por alqueire, enquanto que nos dias de hoje temos a produtividade de 170 a 200 sacas na mesma área. Hoje temos agricultura de precisão, o que nos dá melhores condições de aumento de produtividade, com máquinas e insumos modernos. Temos também alta tecnologia em desenvolvimento de sementes, o que garante maior produtividade em uma mesma área cultivada. Em estudos, temos o desenvolvimento de sementes que necessitam de menor volume de água para seu desenvolvimento e produtividade”, conta Perin, enumerando alguns dos ganhos da agricultura 4.0.

    Tecnologia para aumentar a produtividade
    Como em outros segmentos econômicos, muitas das soluções estão surgindo com o apoio de startups. A Terris Tecnologia, de Pato Branco, auxilia o produtor rural com soluções para o monitoramento de plantio de grãos, voltadas principalmente para pequenas e médias propriedades, com menos recursos e mais dificuldade para acessar as ferramentas de aumento de produtividade.

    A startup lançou o conjunto de sensor de sementes e monitor, que identifica a quantidade e a qualidade do plantio – com medição da área e contagem de sementes por metro plantado. “Se houver falha na liberação da semente pela máquina, um alarme dispara e o monitor mostra para o operador do equipamento onde está o problema. Isso ajuda bastante com a cobertura de área plantada, sem que haja falhas”, explica o CEO da startup, Josimar Tumelero.

    O apoio das startups é fundamental para acelerar a evolução do agronegócio. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), a população mundial será de 9,1 bilhões de habitantes em 2050, o que geraria a necessidade de um crescimento de 70% na produção de alimentos em relação ao que é produzido hoje.

    “Desenvolvemos uma tecnologia fácil para o produtor que está no campo, mesmo em propriedades menores e com menos recursos, com sistema automático, preço acessível e inovação de pós-venda, para a fidelização de nossos clientes”, avalia Tumelero. A iniciativa tem sido bem aceita pelos produtores e, só no último ano, a Terris Tecnologia teve um crescimento de 300%.

    O engenheiro agrônomo e coordenador da Câmara Especializada de Agronomia do Crea-PR, Almir Antonio Gnoatto, destaca também a eficiência de um trabalho apoiado pela tecnologia. “Usamos produtos para controlar determinadas pragas na colheita. Se uma startup desenvolve uma técnica para mapear as áreas com plantas não desejadas, o produtor rural pode programar a pulverização apenas na região onde está a doença, com apoio das tecnologias de georreferenciamento. Com as startups, há a abertura de um mundo de novas informações, que extrapolam a formação tradicional do engenheiro agrônomo, agregando ainda mais a seu trabalho, e garantindo uma entrega muito mais ampla, com o apoio de diversas outras áreas do conhecimento”, avalia Gnoatto.

    Big Data para melhorar processos, conectar informações e pessoas
    A startup Azagros Agrotecnologia desenvolveu uma plataforma para gestão de equipe técnica de empreendimentos agrícolas, focada em melhorar o relacionamento entre técnicos e produtores. “O modelo tradicional de atendimento a propriedades rurais acabava fugindo do controle da gerência das empresas, que não tinham uma ferramenta para acompanhar sua equipe. Por que não fazer algo simples, com informações úteis e pontuais que facilitasse as tomadas de decisões pelo técnico, colaborasse para a manutenção de um histórico das propriedades e fornecesse subsídios para decisões estratégicas das revendas agrícolas, empresas de consultoria e até mesmo cooperativas?”, lembra-se Vinícius Franceschi, CEO da Azagros.

    O primeiro obstáculo para o desenvolvimento da plataforma foi o valor de investimento. “Para nossa surpresa, identificamos um empreendimento da região que estava sofrendo com dores que poderiam ser sanadas com essa ideia. No paradigma entre comprar o que já existia e construir uma plataforma do início, eles escolheram a segunda opção e tornaram-se os primeiros investidores de nossa startup”, conta o empreendedor.

    A plataforma conecta uma revenda agrícola com o produtor e com seu consultor, um engenheiro agrônomo. Ao disponibilizar para o produtor rural essa ferramenta, a revenda consegue mapear todo o histórico da propriedade atendida, criando uma linha do tempo do cliente, por safra, e possibilitando uma leitura de situações mapeadas. “Na versão para produtores orgânicos, esse registro disponível é fundamental para a rastreabilidade dos produtos e para a certificação de talhão, que é uma porção da propriedade. O que ficaria numa agenda ou num relatório engavetado fica disponível online, em sua versão web ou móvel, em qualquer horário e lugar, possibilitando análises preditivas”, explica o CEO.

    “Quanto maior for o percentual de agricultores impactados e estimulados pela tecnologia, da revenda agrícola ao produtor familiar, melhor vai ser nosso processo produtivo e maior vai ser a sustentabilidade do agronegócio. Não falo apenas de produtos virtuais, como nossa plataforma, mas de produtos palpáveis e altamente tecnológicos. Em minha opinião o desafio principal é produzir tecnologias com valores acessíveis ao produtor e que agreguem na produtividade, sempre atrelando tudo isso à sustentabilidade”, finaliza o especialista.
    O engenheiro agrônomo do Crea-PR, Almir Antonio Gnoatto, vai além.

    Para ele, os engenheiros que não integrarem as novas tecnologias e as soluções rápidas das startups a suas entregas, ficarão obsoletos. “Com apoio das startups, o engenheiro agrônomo consegue entregar mais segurança a seu cliente, com a possibilidade de rastreabilidade, por exemplo. Com aporte de novas tecnologias, a entrega do engenheiro vai além do serviço contratado. Ele passa a entregar valor. Quem não compreender isso, estará fora do mercado de trabalho em pouco tempo. É do jogo do conhecimento”, alerta o especialista, sobre a mudança sem volta na produção agrícola.

    Fonte: G1

  • Syngenta quer recuperar 1 milhão de hectares degradados no cerrado em cinco anos

    A companhia de sementes e agroquímicos Syngenta anunciou ontem (22/10) um programa para recuperar 1 milhão de hectares degradados no cerrado brasileiro nos próximos cinco anos. O projeto, chamado Reverte, será concretizado em parceria com a ONG The Nature Conservancy (TNC). O investimento integra um plano global – serão US$ 2 bilhões que a Syngenta Internacional aplicará ao longo dos próximos cinco anos em programas de sustentabilidade “para ajudar os agricultores a se preparar e enfrentar as crescentes ameaças causadas pelas mudanças climáticas”.

    De acordo com nota da companhia – que agora pertence à estatal Chemchina -, a iniciativa brasileira consistirá em práticas agronômicas sustentáveis, ferramentas financeiras e protocolos sobre o uso de insumos (de fertilizantes e sementes até maquinário e produtos de produção de cultivos). O CEO global da Syngenta, Erik Fyrwald, disse, em comunicado divulgado para a imprensa, que o aporte em pesquisa e desenvolvimento para a agricultura sustentável será acompanhado pela meta da companhia de reduzir pela metade a emissão de carbono das suas operações até 2030. “A agricultura está agora na linha de frente dos esforços globais para enfrentar a mudança climática”, afirmou, no documento. “A Syngenta tem o compromisso de acelerar nossa inovação para encontrar soluções melhores e cada vez mais seguras para enfrentar o desafio coletivo da mudança climática e da perda da biodiversidade”, acrescentou.

    No âmbito do Reverte, projeto lançado especificamente para o Brasil, a ideia da empresa é contribuir para que produtores rurais recuperem pastos degradados para a agricultura, em vez de abrir novas áreas, que obrigaria ao desmatamento. O programa faz parte da nova meta de sustentabilidade da empresa, anunciada em abril, que consiste em oferecer pelo menos dois “avanços tecnológicos disruptivos” (como são chamadas as tecnologias inovadoras) ao mercado por ano voltadas à sustentabilidade, embora não especifique, na nota, quais seriam essas tecnologias.

    Num primeiro momento, que deve começar em 2020, a Syngenta espera recuperar 30 mil hectares de pastagens degradadas em Mato Grosso, Goiás e Maranhão, lançando mão de sistemas integrados de produção. Atualmente, o sistema mais utilizado no País e desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) é a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que tem contribuído para recuperar áreas degradadas e reduzir as emissões de gases do efeito estufa, auxiliando o País no cumprimento da sua agenda climática dentro do Acordo de Paris.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 15 milhões de hectares no Brasil já foram recuperados com essa tecnologia e suas variáveis – integração lavoura-pasto (ILP); integração lavoura-floresta (ILF), além da ILPF.

    Ainda conforme a Syngenta, um dos principais gargalos para recuperação de áreas degradadas é falta de crédito ao produtor. Para tanto, o Reverte vai oferecer, para os produtores parceiros, um sistema próprio de financiamento para a recuperação das terras. “O modelo de financiamento que a empresa vai lançar é de fato um avanço disruptivo”, reforçou, em nota, o líder de Negócio de Sementes da Syngenta no Brasil, André Franco.

    Franco acrescenta que o Reverte trará sementes adequadas para obter os melhores resultados nas condições de solos degradados do cerrado brasileiro. A Syngenta estima que cerca de 18 milhões de hectares de áreas do cerrado encontram-se em algum estágio de degradação. Com a iniciativa, a companhia pretende auxiliar também a redução das emissões de gases do efeito estufa. “O Brasil incluiu na sua agenda de clima compromissos como a recuperação de pastagens degradadas e a ampliação da área com sistemas integrados de produção, que, juntos somam 20 milhões de hectares até 2030”, comentou a companhia em nota.

    Plano ABC Hoje, o produtor brasileiro que pretende recuperar áreas degradadas tem à disposição as linhas do Plano ABC – Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, programa governamental em vigor desde 2010. No atual Plano Safra 2019/2020, o total de recursos é de R$ 2,096 bilhões, com juros entre 5,25% e 7% ao ano e valor máximo por beneficiário de R$ 5 bilhões, de acordo com o Ministério da Agricultura. Outra possibilidade é o sistema de recuperação de áreas degradadas se “autofinanciar”. Na metodologia preconizada pela Embrapa, o dinheiro vem da própria lavoura, semeada na mesma área que vai virar pasto.

    Fonte: Broadcast Agro

  • RS e SC terão tempo firme para acelerar o plantio da soja

    O Rio Grande do Sul e Santa Catarina que ainda têm bastante áreas de soja para plantar terão o clima a seu favor até domingo. Os produtores terão que aproveitar a janela, pois a tendência é que na próxima semana as chuvas retornem e sejam constantes. Confira também a previsão para as outras regiões do país!

    SUL
    Segundo a meteorologia, o Rio Grande do Sul terá uma trégua das chuvas até o domingo, quando está previsto o retorno das precipitações pelo menos na parte sul e central do estado e, poderá avançar tranquilo no plantio da soja. As temperaturas seguem em elevação com as máximas podendo chegar a 26ºC no sábado e as mínimas superando os 14ºC.

    Em Santa Catarina, a parte oeste do estado, ali próximo a Chapecó terá tempo firme e boas condições de tirar o atraso no plantio da soja. Já a parte leste do estado, ao redor de Lages, deve garoar até sexta-feira, com no máximo 1 mm. No sábado e domingo o tempo volta a ficar firme. As temperaturas também seguem subindo no estado até o fim de semana.

    No oeste do Paraná, onde está Toledo, nada de chuvas até a próxima semana, dificultando a vida para aqueles produtores de soja que precisavam de água para as plantas se desenvolverem. Chuva mesmo só em parte da região leste, próximo a Ponta Grossa e, de maneira isolada, na sexta-feira (2 mm). Depois o tempo seca e só chove na próxima semana.

    SUDESTE
    As chuvas seguem estacionadas no Sudeste brasileiro. Em São Paulo, apesar de serem com baixos acumulados (de 1 a 2 mm), várias regiões podem receber chuvas até a sexta-feira, 25, principalmente a parte sul do estado.

    Já em Minas Gerais as precipitações seguem generalizadas chegando a quase todas as regiões com soja do estado. Os maiores acumulados acontecem em Patos de Minas (9 mm) nesta quarta-feira. Unaí com 12 mm na quinta-feira. Araxá com 4 mm na sexta e no sábado. No domingo a previsão é de tempo seco.

    CENTRO-OESTE
    Não há previsão de chuvas para as áreas de soja de Mato Grosso do Sul até o domingo. Já em Mato Grosso só não chove no domingo, sendo que até lá as precipitações serão generalizadas e devem chegar a quase todos os municípios que plantam soja. Os volumes diários, no entanto, não devem superar os 8 mm diários.

    Em Goiás deve chover em quase todas as regiões até pelo menos a sexta-feira. Os maiores acumulados acontecem em Goianésia (9 mm) nesta quarta, Itapaci (6 mm) na quinta e 2 mm em Catalão na sexta.

    NORDESTE
    Chove bastante nas áreas de soja da Bahia até o sábado. Em Barreiras, por exemplo, são esperados 42 mm acumulados até o fim da semana. Sendo que quase metade disso cairá nesta próxima quinta-feira.

    No Piauí deve chover até a sexta-feira, mas com volumes acumulados bem menores, na casa de 16 mm, sendo que 10 mm acontecem só nesta quarta-feira. Aos produtores de soja da região fica o alerta de quase 10 dias sem chuvas a partir do dia 26, sábado, que aliado com temperaturas em torno de 37ºC podem gerar prejuízos.

    O Maranhão deve enfrentar a maior dificuldade em relação as chuvas. Por lá, a previsão é chover 1 mm por dia até sexta. Depois disso o tempo seca por 10 dias e as temperaturas sobem para 37ºC.

    NORTE
    A quarta-feira será mais um dia de chuva em toda a região Norte brasileira. A combinação entre calor e umidade e a atuação de instabilidades no alto da atmosfera, organizam nuvens carregadas e as pancadas de chuva acontecem ao longo do dia. Outro destaque é a redução da visibilidade horizontal com a formação de nevoeiros logo durante as primeiras horas do dia em pontos do norte do Amazonas, entre o Acre e Rondônia.

    Na quinta-feira, a chuva persiste sobre a região nortista, mas o destaque é a formação de núcleos mais intensos sobre o estado do Tocantins. Volumes mais expressivos devem ser registrados na metade sul do estado ao longo do dia. Por outro lado, a condição de chuva diminui entre o norte do Pará e o Amapá devido ao avanço de uma massa de ar seco que inibe a formação de instabilidades.

    Na sexta-feira, volta a condição de chuva em praticamente toda a região, mas o destaque continua sendo o sul do Tocantins com trovoadas. Nos próximos dias, a tendência ainda é de tempo instável, chuva e sensação de abafamento em toda a região devido às temperaturas elevadas.

    Fonte: Canal Rural

  • Pecuária leiteira, soja, sorgo e milho têm custos de produção atualizados

    Esta semana, técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participarão de visitas e painéis no município de Unaí (MG) para atualização dos custos de produção de café arábica, pecuária leiteira, soja, sorgo e milho.

    Os dados apurados servirão como referência para fixação dos preços mínimos desses produtos na região do Distrito Federal e entorno, incluindo Unaí, município mineiro que faz parte da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE). Esta região é atendida pela superintendência regional da Conab no Distrito Federal.

    O município de Unaí foi selecionado por ser referência na produção destas culturas. Para esta atualização estão previstas visitas técnicas a propriedades modais, além de painéis com a participação de produtores, representantes de associações, órgãos de pesquisa, técnicos de extensão e outras instituições que podem contribuir com o trabalho realizado.

    Os dados colhidos pela Conab servem como base para a definição das ações públicas de apoio ao produtor, como a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), instrumento utilizado pelo governo federal para diminuir oscilações na renda dos agricultores e assegurar uma remuneração mínima para cada cultura.