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18 de novembro de 2019

  • Soja: veja o que pode mexer com o mercado na semana

    O mercado da soja permanece em compasso de espera por novidades relacionadas à guerra comercial entre Estados unidos e China. Paralelamente, os players acompanham a reta final dos trabalhos de colheita da nova safra dos EUA e aguardam por sinais de demanda pela soja do país norte-americano. O clima no Brasil fecha o quadro de fatores.

    Acompanhe, abaixo, os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na semana. As dicas são do analista Luiz Fernando Roque, da consultoria Safras & Mercado.

    Os últimos dias foram de notícias negativas com relação às negociações comerciais entre EUA e China. O mercado diminuiu seu otimismo frente a declarações de ambos os lados que indicam que ainda há desavenças entre os países em alguns pontos importantes das negociações. O presidente Donald Trump se mostra relutante em retirar as tarifas sobre produtos chineses durante a “fase um” do acordo, enquanto os chineses também relutam em aceitar cláusulas sobre produtos agrícolas e propriedade intelectual. Frente a isso, Chicago voltou a perder fôlego;

    Os players agora voltam a especular sobre a data de assinatura do acordo parcial, já considerando que poderá não ser assinado ainda em 2019 após os retrocessos recentes;

    O mercado espera que novas vendas de soja norte-americana para a China sejam anunciadas nos próximos dias, embora não devam envolver grandes volumes;

    O clima para a evolução do plantio e desenvolvimento inicial das lavouras no Brasil começa a ganhar peso como fator. Os trabalhos de plantio voltaram a evoluir em melhor ritmo após a chegada de uma maior umidade na faixa central do país. As previsões apontam para uma semana de boas precipitações em praticamente todo o país, o que deverá ser favorável para as lavouras já semeadas.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho: Semana começa com estabilidade para as cotações na Bolsa de Chicago

    A semana começa com estabilidade para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 08h30 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,71 com alta de 0,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,81 com elevação de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,87 com valorização de 0,50 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,92 com ganho de 0,25 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho permaneceram inalterados com os comerciantes e agricultores prestando muita atenção às negociações comerciais, porque as exportações agrícolas dos EUA sofreram desde que Pequim impôs tarifas retaliatórias sobre produtos agrícolas americanos em 2018 como parte da guerra comercial.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja inicia semana com leves altas em Chicago de olho nas negociações China x EUA

    A semana começa com estabilidade, novamente, para os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam entre 0,50 e 1,25 ponto, levando o janeiro a US$ 9,18 e o maio a US$ 9,43 por bushel.

    Os pequenos ganhos, segundo analistas e consultores, chegam refletindo as boas expectativas de avanço das negociações entre China e Estados Unidos nos últimos dias. No final de semana, as equipes de ambos os países disseram ter tido “conversas construtivas”, ampliando as especulações de que um acordo, ao menos parcial, possa de fato ser alcançado.

    Segundo informações da agência estatal Xinhua, participaram do telefonema o vice-primeiro-ministro da China, Liu He, o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, para discutirem as questões centrais um do outro na primeira fase de um acordo comercial inicial. Os dois times concordaram em manter uma comunicação próxima.

    “No entanto, traders continuam na defensiva. A credbilidade do governo americano nas negociações da guerra comercial EUA/China está abalada”, diz o consultor da Cerealpar e da AgroCulte, Steve Cachia. “Traders já não especulam mais “tweets” ou comentários de Trump porque entendem que é tudo “enrolação”. O mercado quer fatos concretos”, completa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Previsão do Tempo: semana deve ser de tempo seco e quente

    A partir da segunda-feira (18), o ingresso de ar quente e úmido favorecerá a elevação das temperaturas, com valores superiores a 30°C.

    Na terça (19) e quarta-feira (20), a nebulosidade aumenta em todo o Estado e há possibilidade de pancadas de chuva, típicas de verão, sobre a Metade Norte.

    Os totais de chuva previstos deverão oscilar entre 10 mm e 20 mm na Campanha, Região Central e na Zona Sul.

    Nas demais regiões, os valores deverão variar entre 25 mm e 40 mm, e poderão exceder 50 mm em alguns municípios das Missões e do Vale do Uruguai.