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19 de novembro de 2019

  • Milho: colheita lenta sustenta leves altas em Chicago nesta terça-feira

    A terça-feira (19) começa com leves ganhos para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 0,75 e 1,25 pontos por volta das 08h55 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,69 com valorização de 1,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,78 com alta de 1,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,83 com elevação de 0,75 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,89 com ganho de 1 ponto.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos do milho foram um pouco mais altos no comércio da noite para o dia, após o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostrar que a colheita ainda tem um longo caminho a percorrer antes de ser concluída e com otimismo cauteloso sobre o comércio.

    A safra de milho ficou bem abaixo do normal, com 76% colhido até o último domingo, acima dos 66% da semana anterior, mas abaixo do ritmo médio de 92% nesta época do ano, informou a agência em seu relatório.

    Apenas 77% do milho de Iowa estava colhido para começar a semana, em comparação com a média dos últimos cinco anos de 93%. Em Illinois, 80% foram coletados contra os 97% normais, segundo o USDA.

    Enquanto isso, observadores do mercado continuam de olho nos desenvolvimentos da saga comercial EUA-China em andamento. Autoridades disseram que as recentes negociações comerciais foram “construtivas”, que impulsionaram os mercados globais ontem, mas isso se tornou um refrão comum dos negociadores comerciais.

    “As notícias têm sido escassas nos últimos dias, apesar de ambos os lados terem indicado em outubro que um acordo comercial estava praticamente completo”, diz o analista Tony Dreibus.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja sobe em Chicago nesta 3ª, retoma parte das últimas baixas e mantém foco na guerra comercial

    Os preços da soja sobem nesta terça-feira (19) na Bolsa de Chicago. O mercado recupera parte das ligeiras baixas da sessão anterior, mas ainda mantém as oscilações tímidas. Por volta de 8h10 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa avançavam de 2,25 a 3,50 pontos, levando o janeiro a US$ 9,12 e o maio a US$ 9,38 por bushel.

    Segue o foco dos traders sobre as relações comerciais entre China e Estados Unidos e as especulações sobre a guerra comercial. As duas equipes seguem esbarrando na retirada das tarifas, que é uma demanda da nação asiática, mas sem a aceitação do presidente Donald Trump.

    “Enquanto a imprensa alimenta expectativas de que um acordo pode sair logo, o mercado suspeita que as últimas compras chinesas são apenas uma forma de garantir produto na entressafra da América do Sul e sem acordo logo voltarão a ignorar a soja americana”, diz o consultor Steve Cachia, da Cerealpar e da AgroCulte.

    No paralelo, o mercado vê a colheita americana se encaminhar para a fase final. São 91% da área de soja já colhida – mesmo número de 2018 nesse período, contra 85% da semana anterior e frente à expectativa do mercado de 90%, de acordo com os últimos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) . A média dos últimos cinco anos é de 95%.

    Na América do Sul, segue a atenção ao plantio, que no Brasil já passa de 70% da área, com problemas climáticos ainda pontuais.

    Fonte: Notícias Agrícolas