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dezembro 2019

  • Milho: preços seguem em alta, mas intensidade varia dentre regiões

    As cotações do milho continuam subindo no mercado interno, de acordo com dados do Cepea. Porém, a intensidade desse movimento está distinta entre as praças acompanhadas. De 29 de novembro a 6 de dezembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) registra alta de 0,52%. As reações mais expressivas são verificadas em regiões em que, até então, compradores estavam conseguindo “segurar” os preços. Por outro lado, em algumas praças, foram verificadas ligeiras quedas nos valores nestes últimos dias. Esse cenário é resultado de uma busca de ajuste de preços, após a disparada observada desde meados de outubro.

    Fonte: Cepea

  • Pesquisadores da UFV descobrem mecanismo inédito de resistência entre vírus e bactérias que pode combater pragas na agricultura

    Pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em parceria com instituições estrangeiras, descobriram um mecanismo inédito de resistência cruzada entre vírus e bactérias em plantas. A descoberta pode gerar soluções de combate a doenças que causam prejuízos na agricultura.

    A professora Elizabeth Pacheco Batista Fontes, do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFV, lidera a pesquisa e conversou com o G1 sobre a descoberta, publicada em uma revista científica em novembro.

    Segundo Elizabeth, o trabalho foi desenvolvido através da resistência ativada contra vírus em plantas pela exposição prévia a bactérias. Isso significa obter imunidade a doenças diferentes do agente patogênico no qual ele foi exposto.

    Essa estratégia antiviral ativada pela imunidade antibacteriana, de acordo com a pesquisadora, era algo até então desconhecido no meio científico. A descoberta tem potencial para gerar soluções de combate a doenças que causam prejuízos milionários na agricultura.

    A primeira planta que foi utilizada para entender o mecanismo de resistência cruzada foi o modelo Arabidopsis, um gênero da família de plantas como couves e a mostarda.

    Os pesquisadores demonstraram que a infecção de plantas não hospedeiras com bactérias leva ao acionamento de um mecanismo molecular por um receptor conhecido como NIK1, uma proteína, que tem como efeito colateral o comprometimento da atuação de certos vírus, que foi descoberta pelo mesmo grupo em 2015 e publicado na revista Nature.

    Atualmente, Fontes informou que os estudos estão sendo realizados em tomateiros para aplicação destes conhecimentos e para impedir a ação do begomovírus.

    De acordo com estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), este tipo de vírus é transmitido por mosca-branca e causa danos devastadores em todo o mundo, principalmente em plantas de mandioca, algodão, tomate, pimentão e feijão. No Brasil, o combate ao begomovírus é especialmente importante em tomateiros e feijoeiros.

    A pesquisadora apontou que a incidência e a severidade das doenças causadas pelo begomovírus em tomateiros tem aumentado consideravelmente nos últimos 20 anos, devido à alta taxa de mutações.

    “Espera-se que as mudanças climáticas previstas alterem ainda mais a distribuição do inseto vetor, a mosca-branca, representando uma ameaça significativa à agricultura mundialmente. Portanto, esperamos que este mecanismo de resistência cruzada possa ser explorado como uma alternativa eficiente para se conseguir resistência contra begomovirus no Brasil e mundialmente. “, explicou Elizabeth.

    O estudo também abre possibilidades de investigação de como esse processo ocorre no organismo de animais – inclusive em seres humanos. “Há semelhanças entre os nossos sistemas de defesa e os das plantas, o que permite vislumbrar, futuramente, desdobramentos que venham a ser utilizados em prol de nossa saúde”, afirmou Fontes.

    A pesquisadora apontou como uma das principais vantagens da indução de resistência cruzada em plantas é que ela não é baseada em transgenia, ou seja, não são organismos geneticamente modificados, logo, o processo e o resultado no campo pode ser mais rápido.

    Sobre os próximos passos, Elizabeth explicou que, no momento, os pesquisadores estão identificando bactérias não patogênicas de tomateiros a fim de selecionar aquelas que poderão ser utilizadas como prevenção natural contra begomovírus.

    “Além disso, estamos identificando padrões moleculares de bactérias que podem acionar indiretamente o mecanismo de resistência ao vírus com ação preventiva na agricultura.”, finalizou a professora.

    Pesquisa tem parceria entre Brasil, China e EUA
    O desenvolvimento da pesquisa contou com a participação de 12 estudantes de doutorado, oito pós-doutores, quatro estudantes de mestrado e estudantes de iniciação científica, financiados com bolsas da Fapemig, CNPq e Capes e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Interações Planta-Praga.

    Além dos pesquisadores da UFV, a pesquisa contou com parcerias entre os institutos dos Estados Unidos, como Salk Institute of Biological Science e Texas A&M University, e o Huazhong Agricultural University, na China.

    Fonte: G1

  • Brasil exporta mais soja para China do que aço para EUA

    As exportações de soja para a China este ano já renderam cinco vezes mais ao Brasil do que as vendas de aço para os Estados Unidos.

    Segundo dados do Ministério da Economia, de janeiro a outubro, o mercado brasileiro exportou US$ 3,4 bilhões em aço aos americanos, enquanto a venda de soja aos chineses chegou a US$ 17,8 bilhões.

    De 2008 a 2018 é possível observar uma diferença ainda mais vigorosa. As exportações de aço para os EUA praticamente não mudaram de patamar, passando de US$ 3,5 bilhões para US$ 4,3 bilhões.

    Já as vendas de soja para Pequim escalaram de US$ 5,3 bilhões em 2008 para US$ 27,3 bilhões no ano passado, alta de US$ 22 bilhões em dez anos.

    A China é o principal destino dos produtos brasileiros e responde hoje por 26,7% do total das exportações do país. Os EUA, por sua vez, aparecem em segundo lugar, responsáveis por 12% das vendas brasileiras.

    A discrepância da tabela que compara aço e soja, porém, ganhou novas proporções quando Donald Trump anunciou que os EUA vão impor tarifas ao aço e alumínio que chegam do Brasil e Argentina.

    A medida, justificada artificialmente pelo republicano como resposta a intervenções que os países estariam fazendo no câmbio, foi recebida com surpresa tanto no Brasil como nos EUA.

    Integrantes do governo Jair Bolsonaro ainda tentam reverter o anúncio, enquanto atores do setor privado brasileiro destacaram analistas para fazer as contas sobre qual negócio é mais vantajoso ao Brasil.

    Não há dúvidas de que, numericamente, a resposta aponta para a potência asiática, mas a ordem no Planalto é equilibrar os pratos e trabalhar para manter o alinhamento aos americanos e a boa relação com os chineses.

    O cálculo de Trump ao anunciar a taxação sobre produtos brasileiros e argentinos foi majoritariamente eleitoral.

    Ele faz aceno aos agricultores de estados considerados chave para a eleição de 2020 que têm sido prejudicados com a guerra comercial entre EUA e China.

    Desde julho de 2018, quando o republicano estabeleceu tarifas sobre produtos chineses, as exportações agrícolas dos Estados Unidos para China despencaram. Os chineses suprem a demanda importando do Brasil e da Argentina.

    Em 2017, quando não havia guerra comercial, a China comprou US$ 20,3 bilhões em soja brasileira. No ano seguinte, já sob a disputa entre as duas potências, o número chegou a US$ 27,3 bilhões.

    A produção brasileira de commodities agrícolas e minerais, como soja, petróleo bruto, minério de ferro e carne bovina têm avançado sobre o mercado chinês nos últimos dois anos.

    Para os EUA, a maior parte das exportações brasileiras vem do aço. Em 2018, o Brasil exportou 13,9 milhões de toneladas do produto, 42,2% para americanos.

    Em março do ano passado, Trump já havia estabelecido tarifa sobre aço e alumínio do Brasil, mas o governo Bolsonaro tinha conseguido reverter o cenário e acreditar poder fazer o mesmo agora.

    Fonte: Folha de S.Paulo

  • Safrinha de milho deve ganhar fôlego

    A safrinha brasileira de milho deve ganhar um fôlego extra com o incentivo dos preços, mesmo com um atraso na safra soja, segundo o que informou a mais nova análise da consultoria INTL FCStone. De acordo com a analista de mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi, a área plantada é estimada em 13,17 milhões de hectares, o que representa um crescimento de 2,24% frente a 2018/2019.

    Na questão da produção, o grupo estima produção de 72,11 milhões de toneladas, 1 milhão de toneladas a menos que o recorde registrado no ciclo anterior.  “Os preços mais sustentados e as exportações recordes podem acabar incentivando a safrinha. Esse leve aumento da produção foi resultado de uma revisão na produtividade esperada para o Rio Grande do Sul, que passou de 7,26 para 7,49 toneladas por hectares, diante de condições climáticas muito favoráveis para o desenvolvimento do cereal”, comenta.

    Em relação ao estado do Rio Grande do Sul, este deve ser o principal produtor da primeira safra, o que acabou influenciando na produtividade média do Brasil, agora estimada em 6,39 toneladas por hectare pela INTL FCStone. “As estimativas para as exportações de milho foram calculadas em 35 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno ficou em 68,5 milhões de toneladas. Mesmo considerando um consumo maior, com a produção total de milho (1ª, 2ª e 3ª safras – utilizou-se o número da Conab para a 3ª safra) em 99,92 milhões de toneladas, os estoques ficariam acima e 10 milhões de toneladas”, completa a companhia.

    Com a soja, “não houve ajustes na área plantada e as perspectivas continuam positivas, com o regime de chuvas apresentando um padrão mais regular em todo o país”, indica a analista de mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi. O clima nas próximas semanas deve ser acompanhado de perto, já que o nível de umidade é central na fase de enchimento de grãos.

  • VBP do Brasil deverá crescer 9,8% em relação a 2020

    O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Brasil deverá crescer 9,8% em 2020 em relação a 2019, para 669,7 bilhões de reais, com maior impulso do setor pecuário, ainda que a agricultura também deva ter um salto com expectativa de safra recorde, estimou nesta quarta-feira a principal associação do segmento.

    Segundo cálculos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a pecuária deverá crescer 14,1% e alcançar uma receita “dentro da porteira” de 265,8 bilhões de reais, “o que indica que 2020 será o ano do setor, com perspectivas de aumento da produção”.

    A produção de carnes tem sido puxada especialmente pelas exportações, notadamente a maior demanda da China, que tem ampliado importações para lidar com uma redução nos plantéis de porcos devido ao impacto da peste suína africana. Os chineses têm importado mais de todas as proteínas.

    Para a carne bovina, a estimativa é de expansão de 22,2% no VBP do próximo ano na comparação com 2019, atingindo uma receita de 129,1 bilhões de reais. Também há previsão de alta para a receita de outras proteínas animais, como os suínos (9,8%), pecuária de leite (7,5%) e frangos (7,1%), disse a CNA.

    A agricultura, que responde pela maior parte do VBP da agropecuária, terá recuperação em 2020 e ampliará o faturamento em 7,2%, alcançando 403 bilhões de reais.

    O principal destaque do VBP agrícola será a soja, com alta de 14,1%, após uma quebra de safra em 2019 na principal cultura do país.

    A oleaginosa deve encerrar 2020 com faturamento de 165,2 bilhões de reais, impulsionada pelo aumento dos preços e da produção.

    O milho também terá crescimento (3,3%), por causa da valorização dos preços, assim como a cana-de-açúcar (7,1%).

    Para 2019, a expectativa é de estabilidade no VBP, que deve encerrar o ano em 609,7 bilhões de reais, com a pecuária em crescimento (7%) e a agricultura com previsão de queda de 4%, entre outros fatores pelo recuo da safra de soja, atingida por uma seca em alguns Estados.

    PIB MAIOR
    Já o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio deve crescer 3% em 2020 em relação a 2019.

    Mas nem tudo são flores. Apesar da maior estimativa de produção agropecuária para o ano que vem, há uma tendência de alta dos custos de produção, o que poderá impactar a renda do produtor rural em 2020, disse a CNA em relatório.

    “Os custos de produção da soja, por exemplo, devem ter elevação recorde na safra 2019/2020, entre outros motivos porque grande parte dos fertilizantes foi negociada a preços acima do que em safras anteriores”.

    Em 2019, o PIB deve crescer 1% em relação a 2018.

    O PIB de 2020 crescerá em meio à expectativas da CNA de safra recorde em 2019/20, devido às condições climáticas normais até o momento, sem a incidência dos fenômenos El Niño e La Niña.

  • Primeiro foco de ferrugem asiática é registrado no PR

    O Consórcio Antiferrugem  acaba de registrar o primeiro foco da ferrugem-asiática da soja em lavoura comercial, na safra 2019/20, em Ubiratã (Paraná). O foco foi registrado pelo agrônomo Leandro Gervazio Mori, da Cooperativa Coagru.

    O site do Consórcio irá registrar as ocorrências da doença durante a safra e tem mostrando ainda a presença de soja voluntária com ferrugem em várias regiões produtoras, indicando a presença do fungo. “E é importante manter a lavoura protegida, uma vez que a eficiência curativa dos fungicidas atualmente disponíveis é baixa”, alerta Cláudia Godoy.

    Sobre a doença – A ferrugem-asiática da soja é a principal doença na cultura da soja e possui um custo médio de US$ 2,8 bilhões por safra no Brasil. Entre as principais estratégias de manejo da doença estão: o vazio sanitário, a utilização de cultivares precoces e a semeadura no início da época recomendada, o uso de cultivares com genes de resistência e o uso de fungicidas.

    “Os produtores e técnicos que encontrarem ferrugem nas lavouras podem auxiliar a divulgar a informação, levando as folhas para as cooperativas e outros membros Consórcio Antiferrugem para atualizar o site do Consórcio Antiferrugem”, diz.

  • Luz polarizada pode controlar insetos sem defensivos

    Em um novo estudo, publicado recentemente no Proceedings da Royal Society B, os pesquisadores de ciências biológicas da Universidade Simon Fraser (SFU), no Canadá, revelam como os insetos usam a luz polarizada para diferenciar em quais plantas comer ou pôr ovos, observando como a luz reflete de suas folhas.  Sua descoberta é uma grande promessa para o desenvolvimento de sistemas de controle de pragas sem produtos químicos.

    Segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, dois pesticidas amplamente utilizados, malatião e clorpirifós, causam danos a muitos mamíferos, aves, peixes, répteis e plantas da lista de espécies ameaçadas de extinção. “Para gerenciar efetivamente as pragas das culturas de insetos, precisamos entender como eles veem o mundo e o que cria sua atração por certas plantas”, diz Adam Blake, um candidato a doutorado da universidade. “Com um melhor entendimento, podemos tornar as plantas menos atrativas para pragas e reduzir a necessidade de pesticidas”, completa.

    O pesquisador diz que eles descobriram que as borboletas de uma espécie conhecida como borboleta branca de repolho são atraídas por imagens que mostram o mesmo grau de polarização linear que as plantas reais de repolho. Suas descobertas sugerem que a polarização pode ser mais importante que o brilho, a cor ou a forma das plantas quando os insetos estão selecionando plantas para comer ou pôr ovos.

    “O trabalho demonstrou que a polarização das folhas é uma sugestão importante para os insetos reconhecerem as plantas”, diz Gerhard Gries, professor de ciências biológicas da SFU e presidente da NSERC-Industrial Research Chair.

  • RS suspende aplicação do agrotóxico 2,4-D até o fim do ano

    A aplicação do agroquímico 2,4-D será suspensa no Rio Grande do Sul até o dia 31 de dezembro, podendo ser revogada se os fiscais estaduais agropecuários encerrarem a greve antes do fim do mês. A decisão foi tomada nesta terça-feira (3) em reunião na Secretaria Estadual da Agricultura com grupo de trabalho formado por representantes de governo, Ministério Público (MP), produtores de grãos, indústrias químicas e fruticultores atingidos pela deriva do produto.

    No mesmo dia, foi divulgado o restante das análises laboratoriais feitas em 103 propriedades: das 143 amostras coletadas, 132 deram resultado positivo para presença do herbicida – 92% dos casos – em 41 municípios (veja lista abaixo).

  • Soja: Após 8 baixas consecutivas, mercado em Chicago sobe nesta 3ª feira

    O mercado da soja sobe na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (3). As cotações, por volta de 8h30 (horário de Brasília), subiam entre 4 e 5,50 pontos nos principais contratos, levando o janeiro a US$ 8,74 e o maio a US$ 9,05 por busel.

    Segundo explicam analistas da consultoria internacional Allendale, Inc., o mercado passa por uma correção técnica depois das baixas de ontem, com alguma recompra de posições por parte dos fundos. Apesar disso, a política ainda domina as conversas na CBOT.

    “O mercado da soja observa o clima na América do Sul e os conflitos políticos dos EUA com a China, o Brasil e a Argentina”, diz a Allendale.

    Além disso, como explica o consultor Steve Cachia, da AgroCulte e Cerealpar, “depois de oito dias consecutivos de baixa, traders entendem que o mercado está sobrevendido e, portanto, vulnerável a uma recuperação técnica. No entanto, o pessimismo em relação a possibilidade de um acordo comercial EUA/China predomina”.

    Ademais, Cachia acredita que com a nação asiática relativamente bem abastecida até a entrada da nova safra brasileira, “o país também não vai ceder tão facillmente às exigências de Trump. Sem acordo, as cotações futuras de soja seguem sob pressão”.

    E ao mesmo tempo em que não há demanda intensa no mercado norte-americano, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informa que, até o último domingo (1), a colheita da soja já chega a 96% da área, alinhada com os números do ano passado, com as expectativas e ligeiramente menor do que os 99% da média dos últimos cinco anos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho abre a terça-feira com leves ganhos em Chicago mesmo após relatórios do USDA

    A terça-feira (03) começa com leves valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 1,50 e 1,75 pontos por volta das 08h50 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,75 com valorização de 1,75 pontos, o março/20 valia US$ 3,83 com elevação de 1,75 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,88 com alta de 1,50 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,92 com ganho de 1,75 pontos.

    Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho lutam por ganhos modestos em meio a algumas manobras técnicas agitadas, embora o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) tenha apresentado outra rodada de mornos dados de inspeção de exportação na segunda-feira.

    Os embarques semanais de milho totalizaram, na semana que acabou em 28 de novembro, 428.856 mil toneladas, enquanto as expectativas oscilavam entre 500 mil e 700 mil toneladas.

    No final da tarde de segunda-feira, o USDA também atualizou seus números sobre a colheita da safra americana. De acordo com o relatório, restam apenas 3% das áreas para serem colhidas com o cereal até o último domingo (01). Isso representou um avanço de 13 pontos percentuais com relação à semana que acabou em 24 de novembro.

    Fonte: Notícias Agrícolas