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2 de dezembro de 2019

  • Semana começa com poucas movimentações para o milho em Chicago

    A segunda-feira (02) começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) praticamente estável para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações entre 0,50 pontos negativos e 1,00 ponto positivo por volta das 08h43 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,72 com alta de 1 ponto, o março/20 valia US$ 3,81 com ganho de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,85 com estabilidade e o julho/20 tinha valor de US$ 3,89 com queda de 0,50 pontos.

    Os contratos futuros do milho abrem a semana em Chicago se movimentando no campo misto neste primeiro dia de atividades completas após o feriado de Ação de Graças na última quinta-feira (02).

    De acordo com a Agência Reuters, o mercado observa desenvolvimentos nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China. Um acordo comercial entre as duas potências estava “parado por causa da legislação de Hong Kong”, informou o site de notícias Axios no domingo, citando uma fonte próxima à equipe de negociação do presidente dos EUA, Donald Trump.

    Ainda nesta segunda-feira o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) deve divulgar seu novo relatório de progresso de safra, atualizando os números de colheita da safra de milho americana.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja inicia dezembro com leves altas em Chicago e atenção mantida sobre o dólar no Brasil

    Os preços da soja sobem levemente na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (2). Um novo mês começa para o mercado internacional e as cotações da oleaginosa ainda têm dificuldade para definir uma direção diante da falta de notícias sobre as relações entre China e Estados Unidos.

    Por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 1,75 e 2,25 pontos nos principais vencimentos, levando o janeiro a US$ 8,78 e o maio/20, importante referência para a safra do Brasil, a US$ 9,07 por bushel.

    Ao lado das informações da guerra comercial, os traders se dividem entre a conclusão da safra dos EUA, com a colheita praticamente finalizada, e o desenvolvimento da nova safra da América do Sul. As condições de clima, ao menos até este momento, são favoráveis na maior parte das regiões produtoras.

    “Com o pessimismo na falta de anúncio de novo acordo, traders impressionados com as compras pesadas de soja americana pela China nas últimas semanas. No entanto, não se emocionam com isso e o mercado segue na defensiva, entendendo que uma vez que começa a entrar a safra brasileira, estes volumes devem despencar”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da AgroCulte e da Cerealpar.

    NO BRASIL

    O foco dos negócios no Brasil segue sobre o dólar. A moeda americana tem tido dias de altas intensas, motivando a formação de preços melhores no mercado nacional, bons negócios e compensando as baixas observadas na Bolsa de Chicago.

    No Brasil, como explica o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, atenção também à demanda interna, onde as indústrias seguem ainda atuantes nas compras e pagando melhor do que as exportações em algumas localidades.

    “As indústrias devem vir a campo para se abastecer, mas os portos seguirão firmes em função da guerra comercial entre os EUA e China, a qual deve manter boa presença de compradores nos portos brasileiros. Como estamos no pico da entressafra e com pouca soja para ser negociada, há um apelo para manutenção e até apelo para alguns ajustes positivos nos preços. O mercado interno segue firme nesta semana que entra”, diz Brandalizze.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Previsão do Tempo até o dia 04/12

    Na segunda-feira (02) e terça-feira (03), o ingresso ar seco e frio reduzirá a nebulosidade e as temperaturas nas regiões do Sul do Estado; nas regiões da Metade Norte, deverá atuar um sistema de baixa pressão que provocará pancadas de chuva, típicas de verão. Entre a terça e a quarta-feira (04), os volumes pluviométricos previstos podem chegar próximo dos 50 mm na região Norte.

    A circulação ciclônica e a formação de uma nova frente fria trarão novamente instabilidades ao Estado, principalmente nas regiões do Nordeste e Norte do RS. Os totais de chuva previstos, mais significativos, deverão oscilar entre 20 e 70 mm nas Missões, no Alto Uruguai, no Planalto Médio, nos Campos de Cima da Serra e nas Encostas Superior e Inferior do Nordeste. Nas demais regiões do Estado, os valores deverão variar
    entre 5 e 20 mm.