Monthly Archives

março 2020

  • Logística e abastecimento estão funcionando, garante ministro da Infraestrutura

    O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse ontem (30/3) que a logística e o abastecimento estão garantidos no Brasil, apesar das preocupações com a logística diante do avanço do coronavírus. Ele fez a afirmação em entrevista à imprensa, com vários ministros, para atualizar as informações sobre as ações do governo relacionados ao combate à pandemia.

    “O abastecimento está funcionando, os portos estão funcionando. Temos medidas para garantir a saúde do portuário e os serviços. No que diz respeito às rodovias federais, tivemos um contato muito rico com os secretários de transporte dos Estados. Todos os decretos que precisavam de ajuste foram revistos. Fizemos ajustes em parceria com os Estados. Todas as atividades de suporte ao transporte estão liberadas e funcionando”, afirmou Freitas.

    Nas últimas semanas, em meio a medidas restritivas adotadas por Estados e municípios por conta da pandemia, caminhoneiros vêm relatando dificuldades para seguir viagem, como falta de estrutura e até de locais para alimentação. O ministro informou ainda que foi iniciado na última sexta-feira (27/3) o atendimento aos caminhoneiros em mais de 130 pontos. O trabalho, segundo ele, é feito em conjunto com o sistema Sest/Senat.

    “Temos a logística funcionando, prateleiras abastecidas, estradas liberadas, estruturas de suporte funcionando, portos funcionando, aeroportos funcionando”, reforçou Freitas.

    Próxima fase
    Segundo o ministro, a fase seguinte é dar suporte às operações logísticas do Ministério da Saúde para a distribuição dos materiais médico-hospitalares que vem sendo adquiridos para abastecer as unidades de saúde do país. A intenção, disse ele, é garantir a rápida distribuição de itens como Equipamentos de Proteção Individual (EPI”s) e kits de teste para o coronavírus.

    “Vai ser distribuído ao longo dessa semana para o Brasil inteiro. A equipe do Ministério da Saúde está trabalhando nisso, e nós estamos prontos para ajudar no que for necessário. Estamos contando com apoio dos Estados para ajudar nessa tarefa de fazer o insumo chegar”, declarou.

    Parte do material, informou ele, começou a chegar nesta segunda-feira (30/3) pelo Aeroporto de Guarulhos. E o estabelecimento de uma malha aérea mínima operando no país será importante para conseguir realizar as entregas. Segundo o ministro, há 46 localidades no Brasil atendidas por meio de transporte aéreo.

    “Conseguimos condensar essa demanda menor fazendo com que cada perna fosse feita por uma companhia, condensando a demanda das demais. Isso em um movimento acertado com o Ministério Público Federal, com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Temos voos para todas as capitais e mais algumas localidades”, afirmou.

    Vacinação
    O ministro da Infraestrutura disse também que já acertou com o Ministério da Saúde a realização de uma campanha de vacinação dos caminhoneiros e trabalhadores portuários contra a gripe. Tarcísio Gomes de Freitas não deu detalhes de como essa vacinação será feita. Apenas informou que a campanha com os profissionais do transporte será feita na sequência dos idosos e profissionais de saúde.

    “Os profissionais de transporte terão esse suporte. Eles entram na prioridade assim que acabar a vacinação dos idosos e dos profissionais de saúde. Esse arranjo está feito. Isso é muito importante para garantir esse conforto a mais”, afirmou.

    De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 4.579 casos confirmados de contaminação por Covid-19, com 159 mortes.

    Fonte: Globo Rural

  • Milho: analista afirma que este é um ótimo momento para vender

    A entrada do milho verão não deve mudar muito o cenário de preços no Brasil, afirma o sócio-diretor da MB Agro, José Carlos Hausknecht. “A demanda continua aquecida e a oferta baixa, a primeira safra não foi tão boa quanto esperado. Imaginamos que isso [a baixa nas cotações] possa começar a ganhar força no fim de maio e junho, com a entrada da segunda safra”, diz.

    O analista diz o momento é ótimo para comercializar a safra e tentar garantir parte da produção futura a bons preços. “Temos alguns riscos no mercado de milho: a demanda por etanol vai cair com a queda no consumo de combustíveis e a área plantada nos Estados Unidos deve ser maior este ano, o que pode gerar maior oferta; além de uma série de dúvidas por conta do coronavírus”, explica.

    Para a soja, a perspectiva é mais positiva, segundo Hausknecht. “Já vemos o aumento de demanda por farelo, porque a China começa o processo de recomposição de rebanho suíno. Há um buraco na oferta de carne para lá, isso ainda não apareceu tanto por causa do coronavírus, não tinha logística para distribuir, mas a expectativa é de que a partir de abril comece uma demanda maior por carne”, afirma.

    Fonte: Canal Rural

  • Veja o que pode mexer com o mercado do milho na semana

    Avanço do coronavírus, relatório do USDA, preço do petróleo e colheita no Brasil e Argentina devem impactar o mercado do milho nos próximos dias. Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Paulo Molinari:

    Mercado externo:

    Mercado externo com atenção ao início da colheita da safra argentina, que deverá provocar a reabertura da logística local bloqueada pelo Covid-19;
    Intenção de plantio do USDA no próximo dia 31. Número esperado para o milho em 94,2 milhões de acres, considerada uma área alta para esta safra nos EUA;

    Efeitos positivos ou negativos sobre os preços do petróleo e produção de etanol nos EUA. China voltando a comprar etanol dos EUA pode ser um bom sinal na semana;

    Paralisação de atividades nos EUA influencia toda a demanda interna de alimentos e energia;

    Foco para a CBOT segue de preços discretos para o milho.

    Mercado interno:

    Mercado interno com preços estáveis e firmes em todas as regiões do país;

    Apesar das colheitas regionais os preços não cedem;

    Indústrias de etanol venderam um pouco de milho disponível no mercado interno mas começaram a direcionar grandes lotes para exportação a partir de julho;

    Colheita em MG deve avançar nas próximas semanas sem expectativa de pressão de venda, assim como nos demais estados;

    Exportação começando a avançar para o segundo semestre;

    Safra brasileira com forte atenção ao clima na safrinha no Paraguai, PR, MS e SP. Alguma chuva para este final de semana de forma localizada nestas localidades, mas em baixa cobertura;

    Ainda sem sinalização de corte de demanda interna de forma a mudar o sentido dos preços internos no curto prazo.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja: demanda, alta externa e do dólar e logística restrita na Argentina elevam preços

    Os preços da soja estão em alta no Brasil. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) subiu 2,2% entre 20 e 27 de março,  de 60 kg nessa sexta-feira, 27 – na quarta-feira, 25, o Indicador atingiu  o maior valor nominal da série histórica do Cepea, iniciada em março/06. Quanto ao Indicador CEPEA/ESALQ Paraná, foi de na sexta-feira, 27, 1,6% superior ao dia 20. Segundo pesquisadores do Cepea, as elevações no Brasil estão atreladas à combinação de firmes demandas externa e doméstica, da alta nos preços futuros e do dólar elevado. Além disso, para combater o avanço do coronavírus, o governo argentino limitou o movimento nos portos do país, cenário que pode favorecer as vendas brasileiras de soja e derivados.

    Fonte: Cepea

  • Milho: vendedor retraído mantém preços em alta

    As cotações de milho continuam em elevação na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Vendedores estão retraídos, com perspectiva de que os preços continuem avançando nas próximas semanas, fundamentados nos estoques baixos e na oferta enxuta de milho primeira safra. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa acumulou altas de 11,74% na parcial de março (até o dia 27) e de 0,78% em sete dias (entre 20 e 27 de março), se sustentando, portanto, no maior patamar nominal da série histórica do Cepea. Além da menor presença de vendedores, o ritmo de negociação esteve limitado na semana passada por incertezas quanto a possíveis restrições na circulação de mercadorias – diante das medidas de controle do coronavírus.

    Fonte: Cepea

  • Safra 2019/20 de soja tem uma das maiores margens brutas dos últimos 10 anos

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago voltou a operar com estabilidade e assim encerrou ontem (26/3) os negócios e fechou com oscilações bastante tímidas. “Temos muitas limitações para o mercado ainda”, diz o Diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo. “Foi um dia de ajuste dos preços hoje”, completou.

    Os traders continuam acompanhando as questões ligadas aos desdobramentos da pandemia do coronavírus – como uma baixa de 7% no petróleo, por exemplo – as expectativas sobre a economia mundial e suas possibilidades de recuperação, ao mesmo tempo em que começa a se alinhar diante das expectativas para a nova safra de grãos dos EUA, e a possibilidade de uma menor área destinada à soja em detrimento do milho.

    Na contramão, uma demanda melhor e um pouco mais presente nos EUA, por parte da China, ajuda a equilibrar o mercado e a trazer alguma sustentação á cotações no mercado internacional, ainda como explica Cogo.

    “A demanda da China é consistente, por grãos e carnes, e deve comprar cerca de 10% a mais, em tonelagem, de soja do que comprou no ano passado”, diz o analista.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Produtores rurais apostam em “feira digital” com entregas delivery para driblar prejuízos durante pandemia

    Em meio à pandemia do novo coronavírus e à suspensão de diversas atividades, como as feiras livres, produtores rurais de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, se uniram em uma central de delivery para entregar produtos do campo na casa de consumidores e evitar prejuízos.

    O sistema começou a funcionar nesta quinta-feira (26) e saiu do papel após uma parceria dos feirantes com a prefeitura da cidade e uma startup.

    Por meio de uma plataforma chamada “Feira Fácil Genial”, os consumidores conseguem escolher produtos hortifrutigranjeiros. A entrega é feita em casa em 24 horas.

    Após o pedido cair no sistema, os produtores embalam toda a produção em um espaço que foi cedido pela prefeitura na Estação Arte, no Parque Ambiental.

    O produtor rural Romualdo Siuta é um dos agricultores que está vendendo produtos na plataforma, como abobrinha, alface e milho. Ele conta que o novo coronavírus gerou um baque na rotina

    “Já não fizemos a feira na semana passada, ficamos sem chão. É coisa nova, mas eu acho que é o caminho. Uma maneira da gente não ficar no prejuízo, vai nos ajudar muito”, disse.

    Ideia
    O secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Bruno Costa, disse que a ideia já estava sendo desenvolvida antes dos casos da Covid-19. Com a pandemia, a criação da plataforma foi acelerada.

    “Nós estávamos idealizando o projeto para o ano que vem, era um projeto piloto. Depois que tudo se acalmar esse vai ser um novo conceito de compra das feiras. Nós queremos manter”, afirmou.

    Segundo o secretário, os preços são tabelados e até 20% menores do que os praticados nas feiras. As entregas serão feitas por empresas terceirizadas, ou pelos próprios produtores.

    A prefeitura informou que a plataforma estreou com 18 produtores cadastrados.

    Logística
    As entregas são feitas de segunda-feira a sábado, das 9h às 17h. O preço do frete é de R$ 5. Os consumidores podem fazer o pagamento em dinheiro, cartão de crédito, boleto ou transferência bancária.

    Na central de distribuição, os produtores possuem regras de aglomeração e higienização para evitar o contágio do novo coronavírus.

    Podem entrar no programa agricultores que já participam de feiras, ou até mesmo que vendem os próprios produtos para estabelecimentos comerciais.

    Para entrar na plataforma, os produtores precisam entrar em contato pelo telefone (42) 3220-1000, informando o ramal 1246.

    Fonte: G1 PR

  • Transporte de soja segue forte apesar de desafios por vírus, diz Sotran Logística

    O transporte de grãos por caminhões se mantém forte, com o país escoando uma safra recorde de soja, apesar de alguns desafios impostos pelo coronavírus, como o fechamento de restaurantes e borracharias nas estradas, o que atrapalha a vida dos caminhoneiros, disse ontem (26/3) o co-presidente-executivo da Sotran Logística, Charlie Conner.

    A companhia, líder na contratação de transporte rodoviário de cargas de grãos no Brasil, com expectativa de transportar mais de 16 milhões de toneladas em 2020, disse que neste momento em que o câmbio está perto de máximas históricas, favorecendo os preços em reais da soja, os “clientes querem limpar os silos”.

    “Diferente do resto da economia, o que está acontecendo no agronegócio é que está bombando, o coronavírus pegou em momento de pico de safra, de safra recorde, volumes muito altos… e o câmbio continuou subindo”, disse Conner, observando que o transporte de soja para os portos não parou.

    “A demanda da companhia para março está 30% acima da do ano passado, e abril deve ser 40% acima do ano passado… está rodando ao máximo”, disse ele, lembrando que esses percentuais da empresa se devem muito mais aos investimentos para ampliar sua plataforma digital de contratação de fretes, por meio do aplicativo TMOV.

    Ele admitiu, contudo, que “o campo está rodando, porém a situação de logística está um pouco vulnerável”, em meio ao avanço do coronavírus, uma vez que muitos estabelecimentos, como restaurantes nas cidades por onde passam os motoristas estão fechados, em função das medidas para combater a doença.

    “É uma preocupação importante… esses serviços são necessários, isso impacta muito a vida do cidadão, é ruim ter uma longa jornada e não poder sentar e comer…”, disse ele, ressaltando que a Sotran está conversando com parceiros para ofertar álcool gel e lanches aos motoristas.

    Entre outros efeitos do coronavírus, ele disse que alguns motoristas mais idosos, que estão no grupo de risco para doença, deixaram de trabalhar.

    Ele afirmou também que algumas empresas de transportes menores, com menos capital de giro, estão enfrentando problemas, uma vez que alguns clientes estão demorando mais tempo para pagar, impactados pelas medidas contra a doença.

    Esses e outros fatores, aliás, estão por trás de uma queda expressiva no volume transportado de cargas gerais no Brasil, apontou nesta quinta-feira uma pesquisa da associação de empresas de transporte NTC&Logística. O indicador da entidade apontou queda de 26%, ainda que o transporte de soja esteja registrando bem menos problemas que outros setores.

    Ontem, a indústria do trigo reportou problemas para a entrega de farinha aos clientes, devido à descoordenação entre ações federais, estaduais e municipais de combate ao coronavírus, o que tem criado gargalos para o transporte de mercadorias.

    Uma reunião do setor com o governo prevista para sexta-feira em Brasília deverá discutir o assunto. Enquanto isso, a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar normas editadas por Estados e municípios que determinaram o fechamento de fronteiras locais como forma de contenção da pandemia do novo coronavírus.

    A Sotran, que conecta em tempo real caminhoneiros e grandes tradings de grãos, avalia ainda que o serviço digital da empresa oferece uma vantagem neste momento em que as pessoas têm evitado o contato social, como medida preventiva à doença.

    Fonte: Reuters

  • Mercado da soja volta a subir em Chicago nesta 6ª e busca fôlego na demanda nos EUA

    A demanda mais presente no mercado norte-americano de soja continua sendo um dos principais combustíveis para a tentativa da recuperação da oleaginosa na Bolsa de Chicago. Nas últimas duas semanas, o mercado já acumula uma retomada importante e volta a subir nesta sexta-feira (27).

    As cotações, por volta das 7h10 (horário de Brasília), subiam entre 6,25 e 7 pontos nos principais contratos, com o maio sendo cotado a US$ 8,87 e o julho, US$ 8,91 por bushel. Ontem, os números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) das vendas semanais para exportação trouxeram um volume ligeiramente acima das expectativas do mercado e superaram as 900 mil toneladas, reforçando esse otimismo em relação à demanda.

    “Com a China presente no mercado americano e compras de outros países aumentando, cresce o sentimento de que está havendo uma processo de formação de estoques de matéri- prima e alimentos por parte de alguns governos e população em geral”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar e da AgroCulte.

    E embora a China esteja mais presente no mercado dos EUA, segue ainda concentrando um grande volume de compras no Brasil, que se mantém como protagonista já que continua desempenhando um papel importante de fornecedor, com sua logística, inclusive, acontecendo normalmente, sofrendo apenas com pequenos e pontuais problemas municipais.

    “Portanto, enquanto duram as incertezas, o mercado segue volátil, mas, ao mesmo tempo, apresentado boas oportunidades de negócios em níveis historicamente altos neste curto prazo”, complementa Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Áreas de soja: confira a previsão do tempo para quinta e sexta-feira

    O tempo seco vai se espalhando pelo país ao longo da semana. Agora além do Sul e Sudeste, boa parte do Nordeste deve ter tempo mais firme nesta quinta-feira (26/3). No Centro-Oeste a tendência é de chuvas volumosas em Mato Grosso, mas tempo seco em Mato Grosso do Sul. Na sexta-feira pouco coisa muda, a não ser para o Maranhão e Piauí que terão o retomo das chuvas.

    SUL
    Mais uma previsão confirmada e a quinta-feira será novamente de tempo seco para os três estados da região. Na sexta a tendência ainda segue a mesma, tempo seco.

    SUDESTE
    Nesta quinta nada muda em relação ao dia anterior e o tempo seco prevalece tanto nas áreas de soja de São Paulo, quanto de Minas Gerais. Ao que tudo indica a sexta-feira também não promete ter chuvas para a região.

    CENTRO-OESTE
    Na quinta-feira pouca coisa muda e a chuva ainda se espalha pela maior parte do Centro-Oeste. Volumes significativos ainda podem ser registrados em Mato Grosso, especialmente em áreas de abrangência de Cuiabá onde não se descarta o risco de temporais. Em Goiás e no Distrito Federal, chuva isolada e sem grande intensidade. Falando de Mato Grosso do Sul, condição de chuva isolada no norte do estado, enquanto que nas demais áreas, o tempo firme ainda predomina.

    Amanhã a grande novidade será o retorno da chuva em Mato Grosso do Sul e de forma generalizada devido a formação de instabilidades no interior do continente. Pancadas ainda rápidas, sem grandes acumulados, mas que já trazem um alívio devido a estiagem. Por enquanto volumes mais expressivos somente no estado de Mato Grosso.

    NORDESTE
    As chuvas seguem estacionadas no extremo oeste da Bahia nesta quinta-feira, bem na divisa do estado. Por isso algumas áreas de soja do oeste não terão instabilidades. Em Barras o tempo será seco, já em Barreiras os acumulados passam dos 10 mm. Na sexta-feira o tempo seco se espalha por todo o estado.

    No Piauí deve garoar nesta quinta-feira, mas de maneira manchada. Ou seja, não deve atingir todas as áreas. Os acumulados não passam dos 2 mm para as áreas de soja. Na sexta-feira as chuvas retornam para todo o estado e os maiores acumulados passam dos 25 mm, em Uruçuí.

    No Maranhão a tendência é um dia mais seco, ou no máximo garoas. Em Balsas os acumulados não passam dos 1 mm. Na sexta-feira as chuvas retornam com força e várias áreas de soja podem enfrentar temporais, como Imperatriz, com acumulados de 20 mm.

    NORTE
    Na quinta-feira possibilidade de chuva em todo o Norte brasileiro devido as instabilidades tropicais. Pancadas rápidas, intercaladas com períodos de sol e calor. Volumes significativos podem ser registrados entre o sudeste do Pará e o Tocantins devido a formação de instabilidades em níveis médios da atmosfera, há mais ou menos, 5km de altura.

    Na sexta-feira, a expectativa é de chuva novamente em toda a região nortista, mesmo que sejam pancadas rápidas, intercaladas com períodos de sol e calor. Trovoadas até podem se espalhar pelos estados, mas volumes significativos serão registrados apenas entre o sudeste paraense e o norte do Tocantins.

    Fonte: Canal Rural