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30 de março de 2020

  • Veja o que pode mexer com o mercado do milho na semana

    Avanço do coronavírus, relatório do USDA, preço do petróleo e colheita no Brasil e Argentina devem impactar o mercado do milho nos próximos dias. Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Paulo Molinari:

    Mercado externo:

    Mercado externo com atenção ao início da colheita da safra argentina, que deverá provocar a reabertura da logística local bloqueada pelo Covid-19;
    Intenção de plantio do USDA no próximo dia 31. Número esperado para o milho em 94,2 milhões de acres, considerada uma área alta para esta safra nos EUA;

    Efeitos positivos ou negativos sobre os preços do petróleo e produção de etanol nos EUA. China voltando a comprar etanol dos EUA pode ser um bom sinal na semana;

    Paralisação de atividades nos EUA influencia toda a demanda interna de alimentos e energia;

    Foco para a CBOT segue de preços discretos para o milho.

    Mercado interno:

    Mercado interno com preços estáveis e firmes em todas as regiões do país;

    Apesar das colheitas regionais os preços não cedem;

    Indústrias de etanol venderam um pouco de milho disponível no mercado interno mas começaram a direcionar grandes lotes para exportação a partir de julho;

    Colheita em MG deve avançar nas próximas semanas sem expectativa de pressão de venda, assim como nos demais estados;

    Exportação começando a avançar para o segundo semestre;

    Safra brasileira com forte atenção ao clima na safrinha no Paraguai, PR, MS e SP. Alguma chuva para este final de semana de forma localizada nestas localidades, mas em baixa cobertura;

    Ainda sem sinalização de corte de demanda interna de forma a mudar o sentido dos preços internos no curto prazo.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja: demanda, alta externa e do dólar e logística restrita na Argentina elevam preços

    Os preços da soja estão em alta no Brasil. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) subiu 2,2% entre 20 e 27 de março,  de 60 kg nessa sexta-feira, 27 – na quarta-feira, 25, o Indicador atingiu  o maior valor nominal da série histórica do Cepea, iniciada em março/06. Quanto ao Indicador CEPEA/ESALQ Paraná, foi de na sexta-feira, 27, 1,6% superior ao dia 20. Segundo pesquisadores do Cepea, as elevações no Brasil estão atreladas à combinação de firmes demandas externa e doméstica, da alta nos preços futuros e do dólar elevado. Além disso, para combater o avanço do coronavírus, o governo argentino limitou o movimento nos portos do país, cenário que pode favorecer as vendas brasileiras de soja e derivados.

    Fonte: Cepea

  • Milho: vendedor retraído mantém preços em alta

    As cotações de milho continuam em elevação na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Vendedores estão retraídos, com perspectiva de que os preços continuem avançando nas próximas semanas, fundamentados nos estoques baixos e na oferta enxuta de milho primeira safra. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa acumulou altas de 11,74% na parcial de março (até o dia 27) e de 0,78% em sete dias (entre 20 e 27 de março), se sustentando, portanto, no maior patamar nominal da série histórica do Cepea. Além da menor presença de vendedores, o ritmo de negociação esteve limitado na semana passada por incertezas quanto a possíveis restrições na circulação de mercadorias – diante das medidas de controle do coronavírus.

    Fonte: Cepea