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março 2020

  • Demanda de oleaginosas da China aumentará

    Espera-se que a demanda por oleaginosas na China aumente em 2020/2021, à medida que os rebanhos de porcos e porcas do país começarem a se recuperar do impacto da peste suína africana, de acordo com um relatório da Rede Global de Informações Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    A demanda total de oleaginosas está prevista em 148 milhões de toneladas, acima dos 145 milhões em 2019/2020, enquanto a recuperação gradual dos setores de suínos e esmagamento de soja também aumentará as importações de soja para 86 milhões de toneladas, em comparação com os 84 milhões estimados em 2019/2020 e de 82,5 milhões em 2018/2019, disse o USDA.

    O aumento projetado também pode ser atribuído ao recente acordo comercial da primeira fase entre os Estados Unidos e a China, que inclui a eliminação da tarifa de 25% da soja nos EUA. As tarifas estavam em vigor desde julho de 2018, levando à redução das importações de soja para a China dos Estados Unidos por um período de 18 meses.

    A nova pandemia de coronavírus (COVID-19) terá um impacto significativo na demanda de óleo vegetal, de acordo com o USDA. “O uso de óleo vegetal, que mostrou um crescimento robusto nos últimos anos devido a um setor hoteleiro, de restaurantes e institucional em expansão, deve crescer mais lentamente em 2019-20 e 2020-21 devido ao impacto do COVID-19 na demanda por serviços de hotelaria e culinária”, afirmou o USDA.

    “O surto da doença no início de 2020 deu início a um período de fechamento de restaurantes e restrições impostas pelo governo a grandes reuniões, transporte público e movimentação dentro e entre províncias, diminuindo a demanda nos setores de restaurantes e turismo”, completou.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: coronavírus, demanda da China e preços; o que saber antes de vender!

    Assim como os demais mercados mundiais, o da soja permanece com as atenções centralizadas na pandemia do coronavírus ao redor do mundo. A consultoria Safras & Mercado afirma que o avanço da pandemia nas principais economias do mundo continua trazendo grande nervosismo e incertezas para todos os mercados.

    As paralisações e restrições impostas em praticamente todos os países que registram casos da doença levam a uma piora da perspectiva para a economia mundial em 2020. “Dia após dia, os impactos econômicos aumentam, e a perspectiva para os mesmos piora. Ainda não sabemos qual será o verdadeiro impacto social e econômico desta pandemia nas principais economias do mundo, mas as contas agora apontam para algo muito grande”, disse o analista de mercado Luis Fernando Gutierrez.

    Segundo ele, tal pessimismo continua pressionando os mercados, impedindo a retomada de patamares mais elevados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

    Safra da América do Sul
    Os players também avaliam a situação da safra sul-americana, assim como a evolução do coronavírus na Argentina. A paralisação de um importante complexo portuário argentino, além do decreto nacional de quarentena para todo o país vizinho, trouxe impacto positivo as cotações da soja na Bolsa de Chicago, visto que o complexo soja norte-americano pode ser beneficiado por uma maior demanda.

    Demanda da China
    Apesar de todo o pessimismo, a notícia do aparente controle da transmissão comunitária na China, país onde a doença teve início, é vista com bons olhos. Aos poucos, a economia chinesa começa a voltar a normalidade, embora os impactos econômicos ainda sejam incertos e possam continuar avançando.

    Petróleo
    Além disso, nesta última semana houve um certo alívio na questão envolvendo a produção mundial de petróleo. Informações indicam que os Estados Unidos estão prontos para intervir na disputa entre Arábia Saudita e Rússia, podendo levar a uma diminuição das divergências entre os países. A relativa recuperação do petróleo trouxe suporte para recuperações também em outras commodities.

    Tendência
    A próxima semana deverá registrar novamente uma grande volatilidade. Os mercados irão responder diariamente às novas notícias – positivas ou negativas – com relação à pandemia do coronavírus e suas consequências sociais e econômicas ao redor do mundo.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho sobe forte na Bolsa de Chicago nesta 6ª feira, e opera no misto na B3

    Nesta sexta-feira (20), o mercado do milho segue operando em alta na Bolsa de Chicago e dá seguimento ao forte avanço registrado na sessão anterior. Depois de baixas muito agressivas e com o mercado sobrevendido, na visão de analistas e consultores, as cotações passam por um necessário ajuste no cenário anterior, acompanhando, inclusive as altas das demais commodities.

    Assim, por volta de 8h50 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 1,50 e 4,25 pontos nos principais vencimentos, com o maio valendo US$ 3,49, o julho US$ 3,54 e o setembro, US$ 3,58 por bushel.

    O mercado do milho sobe ainda na esteira da soja e do trigo, que encontram sustentação nos rumores de que a China estaria comprando ambos os produtos nos EUA.

    “Muitos esperam que este seja o começo das promessas de grandes aquisições agrícolas previstas na fase 1 do acordo comercial. Isso ocorre quando o mundo continua a combater o coronavírus”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem altas de dois dígitos em Chicago nesta 6ª diante de perspectiva de melhor demanda nos EUA

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem trabalhando com altas expressivas nesta sexta-feira (20), dando continuidade ao movimento de ontem, quando a commodity subiu mais de 1%. Por volta de 7h20 (horário de Brasília), os principais contratos subiam entre 10,25 e 11 pontos, levando o maio a US$ 8,53 por bushel, o julho a US% 8,58 e o agosto a US$ 8,60.

    O mercado segue observando uma retomada das cotações depois de estar muito sobrevendido e acumulando baixas consecutivas e bastante severas. Da mesma forma, as perspectivas de uma melhor demanda nos EUA por soja em grão e derivados. Ontem, o farelo e o óleo subiram de forma expressiva, puxando o grão, e hoje, o avanço continua, mesmo sendo de forma mais contida.

    “A expectativa de demanda melhor com a retração da presença da Argentina, seja devido às retenciones e/ou portos fechados, oferece suporte aos contratos spot. Mas o principal fator de alta é o sentimento de que podemos virar a guerra contra o coronavírus”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar e da AgroCulte.

    No entanto, ainda como explica o especialista, a recuperação segue frágil, e com a proximidade do final de semana, ainda mais. “Teremos os próximos dois dias sem mercado, mas com a possibilidade de notícias negativas em relação ao surto do Covid-19. Quem já está preparado para correr esse risco e quem vai preferir voltar a se proteger e ficar na defensiva?”, questiona Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Outono deve começar com altas temperaturas

    O outono começa à meia-noite e 50 minutos desta sexta-feira (20) e termina às 18h44 do dia 20 de junho. O Simepar prevê chuva no Norte do Estado. As temperaturas variam entre 13 oC e 33 oC. A mínima deve ocorrer em Guarapuava, Pato Branco e União da Vitória. A máxima será em Foz do Iguaçu. O tempo deve melhorar no sábado, com sol em todas as regiões.

    Segundo o meteorologista do Simepar, Reinaldo Kneib, o outono paranaense caracteriza-se pela grande variabilidade das chuvas, em sua maioria decorrentes da passagem de frentes frias. “Maio costuma ser mais chuvoso em comparação com abril e junho”, afirma. Os maiores volumes são registrados nas regiões Sudoeste e Oeste. À medida que o inverno se aproxima, as temperaturas diminuem progressivamente. A partir da segunda quinzena de abril, aumenta o risco climático de geadas. “A ocorrência de nevoeiros também é típica da estação, com intensidade e duração variando conforme o padrão de tempo predominante em cada região”, informa Kneib.

    A previsão indica que as chuvas seguirão os padrões da climatologia no Paraná. Ao longo do trimestre devem ocorrer os chamados “veranicos” – períodos superiores a dez dias consecutivos sem chuvas.

    Este cenário para os próximos meses não favorece a recuperação da umidade perdida devido à estiagem dos últimos 45 dias no Paraná. As temperaturas estarão próximas aos valores médios para a estação. “Em todas as regiões, normalmente o outono apresenta grande amplitude térmica diária, que é a diferença entre a menor e a maior temperatura”, diz o meteorologista.

    As primeiras geadas devem ocorrer em abril entre as regiões Central e Sul, em áreas de vales e encostas protegidas do vento. Em maio e junho, as geadas devem atingir todas as regiões. Em alguns dias, as temperaturas serão altas à tarde, entrando em declínio quando ingressarem massas de ar frio de forte intensidade. Os modelos dinâmicos e estatísticos sugerem que não haverá influência dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña neste outono.

    AGRICULTURA

    As baixas temperaturas ocasionadas por massas de ar frio podem afetar o milho segunda safra, principalmente em lavouras implantadas fora do período de semeadura indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Quanto mais tarde as lavouras entrarem nas fases de floração e frutificação, mais suscetíveis ficam aos danos e às perdas pelo frio. A irregularidade e a restrição de chuva previstas para o outono também podem prejudicar o milho safrinha.

    O trigo pode ser impactado pela diminuição das chuvas, principalmente nas fases críticas de germinação e emergência das plantas e enchimento de grãos. Geadas fortes na fase de florescimento podem causar redução da produtividade.

    Para evitar que toda a lavoura seja prejudicada caso ocorra algum evento climático extremo, como seca ou geada, as pesquisadoras do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná Iapar-Emater, Heverly Morais e Angela Beatriz Ferreira da Costa, orientam os agricultores a respeitarem o Zoneamento Agrícola e escalonarem a semeadura em períodos espaçados de duas semanas.

    Por serem extremamente sensíveis às baixas temperaturas, as hortaliças devem ser protegidas em caso de previsão de geadas. As plantações de café também ficam vulneráveis, principalmente as mudas em viveiros e plantas com até dois anos no campo.

    No início de maio, será ativado o Sistema Alerta Geada, que emitirá boletins diários. O serviço mantido pelo Iapar em parceria com o Simepar apresenta sugestões para a proteção dos viveiros e das lavouras cafeeiras recém-plantadas.

  • Soja sobe perto de 1% nesta 5ª em Chicago em dia de tentativa de retomada dos mercados

    A quinta-feira (19) parece positiva para o mercado da soja na Bolsa de Chicago. As cotações, por volta de 7h10 (horário de Brasília), subiam entre 7 e 8,75 pontos nas posições mais negociadas, depois da estabilidade do fechamento da sessão anterior. O maio tinha US$ 8,34 e o agosto, US$ 8,43 por bushel.

    O mercado busca uma recuperação, com traders encontrando oportunidade de algumas compras técnicas depois das baixas intensas. Ainda assim, os analistas e consultores voltam a reforçar a fragilidade de ganhos neste momento.

    “Visto a recente queda no petróleo, ninguém quer apostar que o fundo do poço já foi alcançado. Suporte da expectativa de uma semana de boas exportações americanas também oferecem suporte”, explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da AgroCulte.

    O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz, nesta quinta, o novo boletim semanal de vendas para exportação e as projeções variam entre 400 mil e 950 mil toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Outono a caminho: abril terá ao menos uma onda de frio

    O outono começa na madrugada desta sexta-feira, 20, à 00h50. A simulação de probabilidade feita por muitos modelos numéricos de previsão do tempo indica chuva entre a média e acima da média em boa parte do Brasil durante a nova estação, inclusive na região Sul. A safra de soja no Rio Grande do Sul já terá perdas de 46,6% por conta da estiagem, de acordo com a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul.

    Algumas poucas previsões mostram chuva abaixo da média em Mato Grosso do Sul, no Pantanal de Mato Grosso, no Espírito Santo, Zona da Mata de Minas Gerais, oeste do Acre, sudoeste do Amazonas e no norte do Maranhão e do Pará.

    A temperatura ficará acima da média no interior do Brasil, mas dentro da média na faixa leste, área que engloba as capitais mais populosas, incluindo a totalidade da região Sudeste. Olhando somente para abril, ainda há muita oscilação entre o cenário de chuva acima e abaixo da média no Sudeste e no Centro-Oeste.

    Diferentemente de março, quando as simulações concordavam com posição e intensidade da precipitação, observa-se divergência para abril. Enquanto um dos modelos de simulação de probabilidades, o ECMWF, indica pouca chuva para o centro do Brasil no próximo mês, outro (o CFSv2) indica chuva mais próxima da média e um episódio de precipitação por volta do dia 10.

    “É fato que o espaçamento da chuva permanecerá grande no centro do Brasil, assim como já foi observado em março. Mas não há motivos para ausência total de precipitação no próximo mês, o que vai ajudar o milho segunda safra”, diz o meteorologista Celso Oliveira, da Somar.

    Sem uma força como o El Niño, as frentes frias ainda terão condição de avançar pelo Brasil e trazer chuva abrangente. A tendência é de chuva concentrada entre a região Sul e o Uruguai nos primeiros dez dias de abril. No Sudeste, em boa parte do Centro-Oeste e no interior da Bahia, o período será caracterizado por tempo seco e temperatura em elevação.

    Nas costas leste e norte do Nordeste e em boa parte da região, os primeiros dez dias de abril serão de chuva forte e frequente, com maiores acumulados no Rio Grande do Norte e no Amapá. Entre 10 e 15 de abril, uma frente fria será capaz de avançar pelo Brasil quebrando o bloqueio atmosférico, trazendo chuva e queda da temperatura ao Sudeste, Centro-Oeste e Bahia.

    Na costa do Nordeste e na região Norte, a chuva vai enfraquecer, mas não irá parar completamente nesse período. Com o passar da segunda quinzena de abril, a chuva retorna à região Sul e enfraquece gradativamente no Sudeste e no Centro-Oeste, assim como no Tocantins e na Bahia.

    Mesmo com a chegada de pelo menos uma onda de frio, abril será caracterizado por temperaturas acima da média no Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

    Para maio, com o avanço de frentes frias chuvosas e acompanhadas de massas de ar cada vez mais frias, há previsão de precipitação entre a média e acima da média no Sul, Sudeste e Centro-Oeste com acumulado acima de 200 milímetros no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina; entre 100 e 200 milímetros no sul de Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e Paraná; e entre 50 e 10 milímetros no oeste de Mato Grosso, boa parte de Mato Grosso do Sul e de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e sul e leste de Minas Gerais.

    A temperatura vai diminuir em maio e ficar abaixo da média desde o sul de Mato Grosso e de Goiás até o Rio Grande do Sul. As primeiras ondas de frio com potencial para geadas deverão aparecer a partir de maio, especialmente na segunda quinzena do mês.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja sobe em Chicago nesta 4ª feira, na contramão das outras commodities, e de forma frágil

    O mercado da soja opera em alta na Bolsa de Chicago nesta manhã de quarta-feira (18). Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h20 (horário de Brasília), subiam entre 6 e 7,25 pontos nos principais contratos, levando o maio a US$ 8,31 e o julho a US$ 8,37 por bushel.

    Os leves ganhos que são registrados hoje na CBOT refletem uma tentativa de recuperação depois das perdas muito intensas dos últimos dias. Ontem, no entanto, o mercado chegou a ensaiar essa retomada, porém, terminaram o dia com estabilidade, marcando leves baixas.

    A recuperação da soja é frágil e segue na contramão da continuidade das perdas entre as demais commodities, como o próprio milho, que perde mais de 1% nesta manhã de quarta-feira. No petróleo negociado em Nova York, as baixas passavam de 6%.

    “A soja é praticamente o unico em terroritorio positivo. Após dia de certo alívio ontem, os mercados hoje de manhã voltaram a operar em baixa, seja entre as commodities, como o petróleo e bolsas na Europa e Ásia”, explica o consultor de mercado Steve Cachia, da AgroCulte e Cerealpar.

    Mais do que isso, Cachia explica ainda a pouca consistência da retomada dos preços da soja no mercado futuro norte-americano se dá ainda pela continuidade da China ausente com novas compras nos EUA. E até que isso aconteça, a pressão sobre a commodity continua.

  • Coronavírus impacta logística do agronegócio

    O principal efeito sentido pelo agronegócio brasileiro em razão da epidemia de coronavírus até o momento é o da movimentação de cargas. Em especial nos portos da China, com o funcionamento de portos afetado pela paralisia do país asiático no ápice da disseminação da doença.

    — Houve impacto na logística. Os contêineres são refrigerados. Em Xangai, o porto estava operando abaixo da capacidade. Isso fez com que ficassem além do tempo necessário, atrapalhando nossas exportações — observa Bruno Lucchi, superintendente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

    Essa mesma paralisia afetou o consumo dos chineses.

    A avaliação do superintendente é de que isso deverá ser compensado mais adiante, com a normalização do fluxo. E também pelo fato de que o governo local precisou se desfazer de estoques por conta da situação. A mercadoria precisará ser reposta.

    De toda forma, o mês de março ainda poderá registrar efeitos nas exportações. Em fevereiro, a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) apontou menor volume movimentado  de carne bovina brasileira. Nos embarques de aves e de suínos, houve alta. Cargas de grãos reduziram nos dois primeiros meses — na soja, o volume foi 10,6% menor — na comparação com o ano passado.

    Lucchi pondera que não se pode colocar tudo na conta do coronavírus. Outros fatores ajudam a explicar essa diferença. É o caso da maior oferta da oleaginosa no início de 2019. E do mercado interno aquecido para o milho em 2020.

    A preocupação maior vem da instabilidade global, causada pela combinação de vírus com recuo nos preços de petróleo.

    — A China, mesmo crescendo pouco, precisa recuperar consumo. No resto do mundo, a economia caminhando para recessão acende luz amarela — observa o superintendente.

  • Soja: Mercado sobe nesta sexta-feira 13, após consecutivas e intensas baixas em Chicago

    Sexta-feira 13 de ajustes para o mercado da soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 8h (horário de Brasília), as cotações subiam pouco mais de 7 pontos entre os principais vencimentos, com o maio sendo cotado a US$ 8,67 no maio e US$ 8,73 por bushel.

    O mercado sobe com um movimento de recuperação técnica depois de intensas e consecutivas baixas observadas durante toda a semana.

    “Hoje é sexta-feira 13, o fim de uma semana dramática. Limites de baixa nas bolsas de valores, dólar no 5 por 1, Chicago despencando e coronavírus agora assustando as Américas. Nestes momentos de crise, não há muito o que se pode comentar, porque o comportamento da massa é que prevalece e não os fundamentos”, afirma o consultor de mercado Steve Cachia, consultor da AgroCulte e da Cerealpar.

    Ainda assim, como explica o executivo, os movimentos de recuperação podem ser frágeis, principalmente diante do final de semana e do fato de a Bolsa de Chicago ter anunciado que fechará o piso de negociações a partir desta sexta após o fechamento do mercado.

    “A decisão foi tomada por precaução frente a dissipação do COVID-19 em toda a região de Chicago”, informou a consultoria ARC Mercosul.