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março 2020

  • Milho realiza lucros na Bolsa de Chicago e trabalha com pequenas baixas nesta 4ª

    O mercado do milho realiza lucros e opera com leves baixas na manhã desta quarta-feira (4) na Bolsa de Chicago. Os futuros do cereal, por volta de 8h50 (horário de Brasília), registravam pequenas baixas de 0,25 a 1 ponto nos principais contratos, com o março valendo US$ 3,81 e o julho, US$ 3,83 por bushel.

    As cotações se ajustam depois dos ganhos de mais de 1% da sessão anterior, quando o mercado subiu diante de notícias de que a China estaria cotando carregamentos de milho norte-americano, com a entrada em vigor da fase um do acordo comercial entre chineses e americanos.

    Da mesma forma, porém, seguem as atenções voltadas para as notícias relacionadas ao controle do coronavírus. No entanto, os traders ainda esperam por resultados efetivos que possam afastar as preocupações dos mercados de uma forma geral.

    Aos poucos, o mercado também se atenta à preparação para a nova safra de grãos dos EUA, as condições de clima no Meio-Oeste americano e à briga por área entre soja e milho que deverá ganhar mais espaço entre nos radares a partir das próximas semanas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja sobe em Chicago nesta 2ª atenta a seus fundamentos e acompanhando demais commodities

    A semana começa com os preços da soja em alta na Bolsa de Chicago, mas com os traders muito alertas às notícias do coronavírus. Por volta de 7h15 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 6,50 e 7 pontos nos principais contratos, com o março valendo US$ 8,90, o maio US$ 8,99 e o julho US$ 9,08 por bushel.

    O mercado retoma seus negócios de olho não só nas informações sobre a epidemia do novo vírus, mas também na demanda da China pela oleaginosa – e na possibilidade de a nação asiática voltar a comprar nos EUA – e no avanço da colheita no Brasil, que ainda sofre com o excesso de chuvas em alguns pontos do país.

    Paralelamente, a safra e a oferta da Argentina também têm mais espaço no radar dos participantes do mercado. As lavouras sofrem com as condições climáticas em determinadas regiões, e o mercado avalia ainda a decisão do Ministério da Agricultura local de restringir as exportações de soja.

    Ademais, os futuros da soja acompanham o movimento de quase todas as commodities, que também buscam uma recuperação nesta segunda-feira (2). Os preços do petróleo subiam mais de 1,5% tanto em Londres, quanto em Nova York, o ouro tinha ganho de mais de 2% e a prata quase 3%.