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27 de maio de 2020

  • Vias de acesso a Cotrijuc recebem asfalto

    Nos dias 26 e 27 de maio as ruas Coronel Severo Barros e Pedro Machado foram contempladas com capeamento asfáltico.

    No início do mês de maio, Júlio de Castilhos começou a ganhar novas pavimentações em mais de 10 ruas do município. A novidade é que, desta vez, as que tem o pavimento em paralelepípedo ou que precisam de recomposição da via, ganharam uma camada de asfalto.

    As ruas de acesso a Cooperativa Agropecuária de Júlio de Castilhos – COTRIJUC, Coronel Severo Barros e Pedro Machado foram contempladas com o capeamento asfáltico através da destinação das verbas parlamentares. Fica o nosso agradecimento ao Deputado Jerônimo Pizzolotto Goergen do Partido Progressista que não mediu esforços para garantir que a obra pudesse ser realizada, e agradecemos também a Prefeitura Municipal de Júlio de Castilhos.

    A Cotrijuc é hoje a principal empresa arrecadadora da região e a principal propulsora de aporte de tecnologia e assistência técnica na sua área de atuação estando entre as 5 maiores cooperativas do RS em faturamento e captação de soja.

  • Diagnóstico irá revelar como os gaúchos nutrem sua árvore símbolo

    Um projeto de trabalho inédito e conjunto entre Emater/RS-Ascar e Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), dentro do Programa Gaúcho para a Qualidade e a Valorização da Erva-Mate, proporcionará a realização de um diagnóstico nutricional dos ervais, nos cinco polos ervateiros do Estado. O objetivo é verificar e compreender como está a situação nutricional da erva-mate, árvore símbolo do Estado, e o manejo adotado pelos produtores rurais na condução da atividade.

    De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Ilvandro Barreto de Melo, o diagnóstico proporcionará também o entendimento entre a relação da produtividade, do manejo, da fertilidade do solo e da dinâmica nutricional na planta. Em resumo, vamos saber como os gaúchos estão alimentando sua árvore símbolo, explicou.

    Neste primeiro semestre do ano serão realizadas cem amostragens de solo e cem amostragens de folhas, em 20 propriedades rurais de cada polo ervateiro. Com a análise, a equipe estima que será possível traçar o perfil localizado e a impressão técnica/científica em cada região ervateira do Estado.

    A parceria entre as instituições representa um marco importante na cadeia produtiva da erva-mate, visto focar em um elo extremamente sensível que é a fertilidade e gestão nutricional aplicada à erva-mate, nas milhares de propriedades que cultivam a planta em solo gaúcho. Enquanto a Emater, através de seus técnicos, realiza o trabalho de campo na identificação das propriedades e coleta das amostras, os pesquisadores da Seapdr realizarão as análises laboratoriais de solo e de folhas, avalia Melo.

    Os resultados obtidos servirão para criar um marco na nutrição da erva-mate, bem como para alinhavar estratégias que possibilitem correções e adequações na condução da cultura e na valorização para maior qualidade e produtividade dos ervais.

    A nutrição das árvores é uma prática com elevado grau de controle, pois está intimamente correlacionada ao equilíbrio nutricional, à sanidade, à produtividade, à perenidade, à qualidade do produto e à viabilidade econômica do empreendimento, finaliza o engenheiro agrônomo.

  • Especialista cita benefícios da dieta carnívora

    A especialista Jade Soller, considerada embaixadora da dieta carnívora no Brasil, listou uma série de benefícios de se comer carne. De acordo com ela, a carne é um alimento saudável e estava presente na dieta de ancestrais reconhecidos pela baixa incidência de doenças crônicas e pela excelente saúde.

    De acordo com ela, os principais benefícios são a perda de peso, redução de inflamações, aumento da testosterona, melhoria na digestão, melhoria na saúde mental e ajuda com acnes. “Além disso, a carnívora pode ajudar com a inflamação e fornece quantidades abundantes de nutrientes importantes para a pele como Vitamina A, DHA, Zinco e Vitamina E. Escolha alimentos ricos em nutrientes ??e com baixo teor de carboidratos, que minimizam os níveis de insulina e reduzem a inflamação, para que você obtenha uma pele mais saudável”, comentou, em um texto publicado no portal especializado suinoculturaindustrial.com.

    Outros benefícios, segundo ela, podem incluir melhora da saúde bucal, simplificação da dieta, redução na pressão arterial, diminuição dos sintomas de síndromes metabólicas, diminuição nos níveis de triglicerídeos, aumento do colesterol bom, além de gerar saciedade. “Muitas pessoas inconscientemente comem menos calorias quando só conseguem comer carne, o que facilita muito a perda de peso. Você terá o hábito de comer apenas quando precisar e de consumir apenas o suficiente para mantê-lo satisfeito”, completa.

    “Nós, humanos, somos projetados para comer uma dieta à base de carne. Carne é um alimento saudável. Sim, isso é contrário ao que nos foi ensinado. Mas seguir as “diretrizes” levou a problemas de saúde epidêmicos como obesidade, diabetes, doenças cardíacas, câncer e demência”, conclui.

  • Secretaria da Agricultura publica Instrução Normativa que reestrutura serviço de defesa agropecuária

    Instrução Normativa SEAPDR nº 11/2020

    Estrutura e organiza o serviço de defesa agropecuária do Estado do Rio Grande do Sul.

    O SECRETÁRIO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E DESENVOLVIMENTO RURAL, no uso das atribuições elencadas na Constituição Estadual, e ainda, considerando a Lei Federal 8.171, de 17 de janeiro de 1991, o Decreto Federal 5.741, de 30 de março de 2006, a Lei Estadual nº 14.733, de 15 de setembro de 2015, a Lei Estadual nº 13.467, de 15 de junho de 2010, bem como suas respectivas atualizações e regulamentações;

    Considerando a necessidade de normatizar a estruturação e a organização do serviço de defesa agropecuária do Estado do Rio Grande do Sul; Considerando os Relatórios de Auditoria QUALI-SV do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com definições técnicas e diretrizes em relação à estruturação do serviço de defesa agropecuária em território gaúcho;

    Considerando a necessidade de concretização do princípio da eficiência, com a modernização dos processos de trabalho através da organização administrativa e funcional da SEAPDR;

    Considerando as recentes e iminentes aposentadorias, especialmente as atinentes aos quadros da SEAPDR pertencentes às categorias funcionais de Fiscal Estadual Agropecuário e de Técnico Superior Agropecuário, somada à dificuldade de provimento de cargos face à suspensão da abertura de novos concursos públicos estabelecida pelo Decreto Estadual nº 54.984, de 14 de janeiro de 2020, e Decreto Estadual nº 55.211, de 29 de abril de 2020;

    Considerando a conclusão técnica da Assessoria do Departamento de Defesa Agropecuária – DDA/SEAPDR, devidamente homologada pela Direção do Departamento;

    RESOLVE:

    Art. 1º – O serviço de defesa agropecuária abrangerá todo o território do Estado do Rio Grande do Sul, com unidades estruturais definidas e organizadas na forma do art. 2º.

    Art. 2º – Para os efeitos desta Instrução Normativa, considera-se:

    I – Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA): É a unidade estrutural localizada em município-sede, podendo abranger municípios com Escritório de Defesa Agropecuária e/ou Municípios Atendidos, e que contará com serviços de, pelo menos, um fiscal agropecuário – médico veterinário.

    II – Escritório de Defesa Agropecuária (EDA): É a unidade estrutural de atendimento à comunidade local de município vinculado a uma IDA, mantido diretamente pela SEAPDR ou por convênio.

    III – Município Atendido (MA): Municípios sem EDA, mas igualmente vinculados a uma IDA.

    Art. 3º – A área de abrangência de cada IDA será definida a partir da análise dos aspectos territoriais e das características epidemiológicas dos municípios, a partir de estudo técnico realizado pelo DDA/SEAPDR, o qual poderá ser revisto a cada dois anos, observada a condição a que se refere o art. 7º desta instrução normativa.

    Art. 4º – Com base no estudo técnico referido no artigo 3º, os municípios gaúchos serão classificados de acordo com as necessidades de atenção veterinária por análise multicritério ponderada desenvolvida pelo DDA/SEAPDR e obterão pontuação numa escala de 1 a 10.

    Parágrafo único: Os critérios técnicos para mensuração da pontuação são os seguintes:

    I – Área territorial;

    II – Distanciamento da linha de fronteira internacional;

    III – Número de propriedades rurais;

    IV – Quantitativo de populacional de animais de interesse do Serviço Veterinário Oficial – SVO;

    V – Movimentação animal;

    VI – Análise de risco de ocorrência de doenças de interesse do SVO, compreendendo a introdução, manutenção e disseminação.

    Art. 5º – Cada IDA será constituída pelos municípios cuja soma de pontuação atinja, no mínimo, 2 e, no máximo, 20 pontos, sendo que a definição dos municípios que a constituem e a respectiva sede basear-se-á em critérios estruturais, administrativos e de defesa sanitária animal.

    Art. 6º – Na IDAfuncionarão: médico veterinário, na função de fiscalização agropecuária; técnico agropecuário, na função de apoio operacional e; auxiliar administrativo, na função de apoio administrativo, nos quantitativos mínimo e máximo do Anexo I, conforme a classificação do §1º deste artigo.

    §1º – AIDAserá classificada, pela soma da pontuação de seus municípios, conforme a pontuação referida no artigo 5º, da seguinte forma:

    I – Classe I: unidade com pontuação entre 02 e 03;

    II – Classe II: unidade com pontuação entre 04 e 09;

    III – Classe III – unidade com pontuação entre 10 e 20.

    §2º – Os cargos que desempenharão as funções de médico veterinário, técnico agropecuário e auxiliar administrativo serão definidos pelo Departamento de Defesa Agropecuária em conjunto com o Departamento Administrativo desta Secretaria, tendo em vista as respectivas atribuições, permitida a contratação de serviços para o exercício de função de apoio administrativo.

    §3º – Além dos médicos veterinários na função de fiscal agropecuário referidos nas classes II e III, a IDA também poderá contar adicionalmente com profissionais atuantes em Inspeção de Produtos de Origem Animal – IPOA.

    §4º – O número de profissionais constante no Anexo I poderá ser alterado, excepcionalmente, de acordo com a necessidade do serviço, desde que devidamente proposto e justificado pelo Diretor do DDA, e aprovado pela Direção-Geral.

    Art. 7º – As Supervisões Regionais de Defesa Agropecuária e as IDAs que as compõem, com seus respectivos municípios-sede, municípios com escritório e municípios atendidos, estão relacionadas no Anexo II desta Instrução Normativa, podendo ser revista após um ano de sua publicação.

    Art. 8º – Esta Instrução Normativa entra em vigor 60 (sessenta) dias após a data da publicação, período no qual haverá as adequações necessárias, revogando-se as disposições em contrário.

    LUIS ANTONIO FRANCISCATTO COVATTI

    leia mais:

    https://www.agricultura.rs.gov.br/secretaria-da-agricultura-publica-instrucao-normativa-que-reestrutura-servico-de-defesa-agropecuaria