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junho 2020

  • Ritmo de exportação de soja do Brasil aumenta mais de 50% até a 2ª semana de junho

    A média diária das exportações brasileiras de soja avançou 56% até a segunda semana de junho ante o mesmo mês de 2019, para 702,1 mil toneladas e, com isso, o país já acumula 6,32 milhões de toneladas embarcadas em nove dias úteis, conforme dados do governo federal divulgados ontem (15/6).

    Os embarques têm sido impulsionados pela forte demanda da China, principal destino também de outras commodities do Brasil, como petróleo, minério de ferro, açúcar e carne bovina.

    Somente em maio, o país asiático respondeu por mais de 70% do faturamento brasileiro com exportação de soja, conforme dados do Ministério da Agricultura.

    No mercado de açúcar, além das compras chinesas, as vendas externas do Brasil têm sido impulsionadas também por um câmbio favorável a exportações e a quebra da safra da Índia.

    A média diária de embarques do adoçante subiu quase 60% até a segunda semana de junho, para 128,28 mil toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

    Com isso, o país acumula exportação de 1,15 milhão de toneladas de açúcar nos nove primeiros dias úteis desse mês e já se aproxima do volume de 1,53 milhão embarcado em todo o mês de junho de 2019.

    Na contramão, o ritmo de exportações de café verde caiu 17,3% nas duas primeiras semanas de junho e a média diária foi a 7,38 mil toneladas, enquanto o Brasil ainda está na fase inicial da colheita deste ano.

    Desta forma, o Brasil acumula 66,43 mil toneladas (1,1 milhão de sacas de 60 kg) de café exportadas nos últimos nove dias úteis.

    Em um cenário de baixa oferta disponível para exportação, a média diária de embarques de milho caiu expressivos 93% nas duas primeiras semanas de junho, para 4,44 mil toneladas, segundo dados da Secex.

    Neste mês, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) manteve a projeção de exportação de milho do Brasil no ciclo atual em 34,5 milhões de toneladas, ante recorde na temporada anterior de 41 milhões. O país é o segundo maior exportador global, atrás dos EUA.

    INDÚSTRIA EXTRATIVA
    Em nove dias úteis deste mês, o país embarcou 14,7 milhões de toneladas de minério de ferro, com média diária de 1,6 milhão de toneladas ante 1,56 milhão registrada em junho de 2019, disse a Secex.

    Em junho completo do ano passado, as exportações de minério atingiram 29,7 milhões de toneladas.

    Na mesma linha, os embarques de petróleo acumulam 2,57 milhões de toneladas até a segunda semana do mês, com salto de 50% na média diária das exportações, para 286 mil toneladas ante 190,5 mil obtida um ano antes.

    No mesmo mês do ano passado, as exportações de petróleo somaram 3,6 milhões de toneladas.

    Fonte: Reuters

  • Soja retoma parte das últimas baixas e opera com pequenos ganhos em Chicago nesta 3ª feira

    Leves altas marcam o início da terça-feira (16) para o mercado da soja na Bolsa de Chicago. Perto de 6h55 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 2,25 e 2,50 pontos nos contratos mais negociados, levando o julho a US$ 8,71 e o agosto a US$ 8,72 por bushel. Com essas pequenas altas, o mercado internacional recupera as baixas com que encerrou o pregão anterior.

    Segundo analistas e consultores, hoje é uma típica “turnaround tuesday”, ou, “terça-feira da virada”, com ainda poucas notícias que possam motivar oscilações mais intensas dos preços.

    “No caso dos grãos, os fundamentos ajudam um movimento altista, visto que as condições das lavouras nos EUA não melhoraram conforme previsto e a China continua comprando dos EUA”, resume o consultor de mercado da Cerealpar, Steve Cachia.

    De acordo com o boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no final da tarde de ontem, o plantio da soja está concluído em 93% da área, contra 86% da semana passada. Em 2019, eram 72% e a média dos últimos cinco anos de 88%. O boletim mostra ainda que 88% dos campos de soja já germinaram, contra 67% da última semana, 75% de média dos últimos cinco anos e 49% da média dos últimos cinco anos.

    Sobre a oleaginosa, 72% das lavouras estão em boas ou excelentes condições, 24% em condição regular e 4% em condições ruins/muito ruins. Os números são os mesmos da semana anterior.

    Os traders seguem monitorando as condições de clima nos EUA, que permanecem favoráveis na maior parte do Corn Belt, e sem trazer grandes ameaças aos campos neste momento. Todavia, o USDA trouxe uma redução no índice de lavouras de milho em bom estado.

    Os números mostram ainda que 71% dos campos de milho estão em boas ou excelentes condições, 24% em condições regulares e 5% em situação ruim ou muito ruim. Na semana anterior, os números eram de 75%, 21% e 4%, respectivamente.

    E paralelamente, acompanham também a possibilidade de novos anúncios de venda de soja dos EUA para a China, como o de ontem de 390 mil toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Syngenta escolhe Brasil para lançar novas ferramentas digitais para o agronegócio

    SÃO PAULO (Reuters) – A empresa suíça de sementes e defensivos agrícolas Syngenta escolheu o Brasil como local para lançar uma gama de serviços digitais para o setor que, segundo a companhia, tornarão os agricultores do país ainda mais competitivos, disse um executivo à Reuters.

    Por causa das medidas de isolamento social, consultores agrícolas e de distribuidores de pesticidas não puderam circular em áreas de cultivo, o que torna essencial o uso da tecnologia na checagem das condições das lavouras, disse o diretor de Informações e serviços Digitais da Syngenta, Greg Meyers.

    Os lançamentos no Brasil incluem softwares e imagens via satélite das áreas de cultivo, afirmou ele.

    As ferramentas tecnológicas podem melhorar a produtividade, reduzir custos e promover a agricultura sustentável no maior produtor e exportador de soja do mundo.

    O Brasil foi escolhido para o lançamento após a Syngenta adquirir em 2018 a “agtech” Strider, que já trabalhava com 2.500 agricultores na América Latina.

    “Nosso foco não é tentar vender softwares. O foco é em como usar melhor os produtos que já vendemos”, comentou ele.

    Ao final do ano a plataforma digital estará disponível nos Estados Unidos, Rússia e Ucrânia, segundo a empresa.

    A Syngenta, pertencente à chinesa ChemChina, já responde pelo monitoramento de cerca de 4,5 milhões de hectares no Brasil. A empresa afirma que em um ano pode dobrar o número de clientes monitorados no país.

    Globalmente, agricultores utilizam tecnologias da Syngenta para monitorar 32 milhões de hectares, mas isso representa apenas uma fração do potencial de mercado, disse Meyers.

    A alemã Bayer, um concorrente direto, afirma que responde por 36,4 milhões de hectares no mundo, utilizando tecnologia digital.

    Área de crescimento-chave, a agricultura digital se tornou ainda mais importante durante a pandemia de Covid-19, segundo o executivo.

    Em maio, houve um aumento de 400% no uso de produtos da Syngenta como fotos de satélites para o monitoramento das condições agrícolas no Brasil.

    “A Covid, na verdade, criou uma oportunidade para produtores que talvez não estivessem confortáveis com tecnologia da informação, mas estão começando a usá-la porque precisam”, disse Meyers.

    Fonte: Reuters

  • Milho: B3 acompanha o dólar e abre a segunda-feira em alta

    A segunda-feira (15) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas de até 1,19% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    Os futuros do cereal no Brasil abrem a semana seguindo as movimentações cambiais, com o dólar subindo 2,13% por volta das 09h21 (horário de Brasília).

    Mercado Externo

    Já os preços internacionais do milho futuro abriram a segunda-feira perdendo força na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,00 e 2,25 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,28 com queda de 2,00 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,32 com perda de 2,00 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,40 com desvalorização de 2,25 pontos e o março/21 tinha valor com baixa de 2,00 pontos.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos foram ligeiramente mais baixos no comércio noturno, à medida que os produtores americanos terminam o plantio.

    A expectativa é que o próximo reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) aponte o término dos trabalhos de plantio nos Estados Unidos após os 97% semeados da última semana.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Mapa faz consulta pública sobre uso de produtos biológicos e microbiológicos

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou na sexta-feira (12) a Portaria nº 110, que submete à consulta pública, pelo prazo de 45 dias, a proposta de Instrução Normativa (IN) que trata da atividade de produção de produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica. A IN estabelece requisitos mínimos para a produção e para o aumento da segurança desse tipo de insumo dentro das propriedades agrícolas.

    Entre as inovações que a norma propõe está a classificação do risco das atividades de produção de produtos fitossanitários com uso autorizado para agricultura orgânica para uso próprio. Também está prevista a previsão da obrigatoriedade de assistência técnica ou capacitação dos produtores rurais para a produção própria, e a exigibilidade de itens de rastreabilidade obrigatórios aos sistemas de produção para uso próprio.

    A produção de agentes biológicos e microbiológicos pode substituir em parte ou no todo a utilização de defensivos agrícolas químicos. Prática comum da agricultura orgânica, tem-se verificado que muitos produtores convencionais, de todos os portes, vêm adotando essa prática para o controle de pragas nos seus cultivos. “Por se tratar de produtos de baixíssimo impacto, tal prática contribui para a redução de custos na produção agrícola, além de ser extremamente benéfica para o meio ambiente e para a saúde humana”, destaca o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins, Bruno Breitenbach.

    De acordo com o coordenador, apesar de o Mapa estimular a adoção dessa tecnologia de produção nas propriedades rurais no Brasil, a inexistência de regras mais claras e requisitos estabelecidos para a produção está gerando dúvidas aos produtores rurais na decisão de adotar e utilizar esses produtos biológicos nas suas propriedades rurais, bem como produzir esses insumos com segurança.

    A norma também prevê a publicação de Manuais de Boas Práticas de Fabricação, que serão elaborados pela Embrapa, para cada tipo de agente microbiológico.

    As sugestões tecnicamente fundamentadas deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária, por meio do link.

  • Soja tem 6ª feira de ligeiros ganhos na Bolsa de Chicago, com olhos voltados ao financeiro

    A sexta-feira (12) começa com leves altas para o mercado da soja na Bolsa de Chicago. Após encerrar o pregão anterior em campo misto diante da chegada dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os futuros da commodity tinha pequenas altas de 0,75 a 1,25 ponto nos principais contratos, com o julho sendo cotado a US$ 8,67 e o agosto, US$ 8,68 por bushel.

    O mercado internacional de soja recebeu boas notícias sobre a demanda ontem, com uma nova venda de 720 mil toneladas dos EUA para a China, as vendas semanais americanas passando de 2 milhões de toneladas e o relatório mensal de oferta e demanda sem trazer nada muito fora das expectativas.

    No entanto, se instalou sobre todo o cenário mundial temores de uma nova fase da pandemia do novo coronavírus, que fez os mercados financeiros despencarem nos EUA e na Europa. O que mais se vê nos mercados até este momento, porém, são especulações.

    “Isto é devido a temores no mercado financeiro em relação a possível segunda onda do Covid-19. Mas, a expectativa é de que, a qualquer hora, o sentimento possa voltar a ser mais otimista. E com a mudança no humor dos fundos aliada a algumas ameaças climáticas nos EUA, podem criar o ambiente ideal para uma tentativa de rally  nas cotações futuras de soja na Bolsa de Chicago”, acredita o consultor de mercado da Cerealpar, Steve Cachia.

    Nesta quinta, boa parte das commodities recuaram e a sexta-feira parece de ser ajuste e recomposição, ao menos parcial, dos mercados. O milho também sobe na Bolsa de Chicago, bem como o café e o petróleo na Bolsa de Nova York, que opera com US$ 36,55 o barril do WTI.

    No Brasil, a sexta-feira também não deverá ser de grandes movimentações e negócios, já que volta de um feriado – ontem se comemorou o dia de Corpus Christi no país. O mercado não desvia seus olhos do câmbio, que encerrou a última quarta (10), ainda abaixo dos R$ 5,00 mesmo com uma alta de mais de 1%.

    “Apesar da recente tendência baixista, as incertezas no Brasil deixam a janela aberta para especulação e, portanto, a postura do Banco Central brasileiro continua sendo de extrema importância para a direção da taxa de câmbio”, explica Cachia.

  • Saúde virou sinônimo de agronegócio, diz Tejon

    ‘A sociedade vai exigir confiança total nos alimentos. A originação passará a ter gigantesca importância no processo decisório dos consumidores finais e das redes supermercadistas. Dessa forma, a confiança de origem é item sagrado, no pós-Covid-19, mais do que já vinha sendo anteriormente.”

    O artigo de José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), traz a reflexão sobre confiança alimentar.

    O cooperativismo irá se expandir, tanto numa intercooperação nacional e internacional das cooperativas, quanto na busca pelo seu modelo em países emergentes. Dentro do Brasil iremos ver o desenvolvimento do cooperativismo também em áreas onde a pobreza precisa ser enfrentada, e em uma convocação imensa para o cooperativismo de crédito em todo o Norte e Nordeste.

    A reinicialização econômica e a intensidade da luta antidesigualdade irá obrigar o capital mundial a investir no desenvolvimento internacional. O empreendedorismo significará o caminho obrigatório das sociedades humanas. Contudo, o empreendedorismo sem o cooperativismo fica um funil de boca larga, porém com boca estreitíssima de saída. Somente com o cooperativismo podemos alargar o sucesso para a grande maioria dos empreendedores.

    Nunca tantos deveram tanto a tão poucos – seus fundadores. Nesta crise, novamente, do bom cooperativismo sairão as rotas da vitória sobre a Covid-19 e o novo planeta Terra.

  • Técnica melhora a digestibilidade do sorgo

    O sorgo é comum na alimentação animal mas pode ocupar a mesa dos humanos. O grão tem até 14% mais proteína que o trigo e o milho e ajuda a reduzir riscos de doenças crônicas como diabetes e hipertensão arterial.

    Uma técnica desenvolvida em parceria entre a Embrapa Milho e Sorgo (MG), Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), permitiu melhorar a digestibilidade, ou seja aproveitar melhor os nutrientes contidos , assim como melhora os teores de carboidratos e fibras e reduzir os lipídios.

    O chamado tratamento térmico de extrusão é um procedimento tecnológico que modifica estruturas e conformações dos macronutrientes presentes no alimento. Esse processo permite um aumento de desempenho das enzimas digestivas e melhora os índices de digestão e absorção, tanto desses compostos quanto das proteínas e do amido presentes em quantidades relevantes na matriz alimentar.

    As cultivares de sorgo com maiores teores de taninos são as que possuem maior concentração de fenólicos totais e, portanto, maior capacidade antioxidante, conferindo a esses alimentos potencial anti-inflamatório e anticarcinogênico.  “Entretanto, os taninos do sorgo são capazes de se ligarem a polissacarídeos e proteínas, formando complexos de baixa digestibilidade e reduzindo a absorção desses nutrientes. Por isso, é importante solucionar esse tipo de limitação para que os benefícios à saúde, atribuídos ao consumo do cereal rico em taninos, sobrepujem eventuais desvantagens”, destaca a pesquisadora da Embrapa Valéria Vieira Queiroz.

    Estudos também mostram o potencial do sorgo na dieta enteral, aquela aplicada quando o paciente não pode ingerir alimentos sólidos por via oral. “Na última etapa do trabalho, foi elaborada uma dieta enteral artesanal sem glúten, a partir do genótipo de sorgo mais adequado para esse fim. Avaliamos o efeito da extrusão e a digestibilidade in vitro para a incorporação do melhor sorgo em uma dieta enteral artesanal de qualidades nutricional, tecnológica e microbiológica adequadas”, diz o professor da UFMG Gilberto Simeone.

    As características encontradas possibilitam que a dieta seja ministrada, via sonda, sem risco de entupimento e resultados microbiológicos dentro dos limites estabelecidos na legislação.

  • Como o produtor rural pode facilitar suas vendas?

    Como os produtores rurais possam agilizar as suas vendas e aumentar a rentabilidade?

    Veja abaixo as dicas de Christian Hunt, um dos sócios da Agropad, que ressalta a necessidade de

    Logística de entrega

    É fundamental fazer o cadastro em plataformas confiáveis, que facilitem o acesso a frota adequada e, preferencialmente, especializada na logística rural, uma vez que os insumos devem estar bem acondicionados para não haver perdas.

    Produtos de qualidade

    Não basta apenas contar com uma boa logística, mas também manter a qualidade dos produtos, uma vez que o cliente é cada vez mais exigente e o consumidor final que, antes ia ao supermercado ou às feiras livres, intensificou agora compra online e espera receber frutas, legumes, verduras em boa conservação e durabilidade.

    Avaliação

    Entrega no prazo, preço e qualidade são os três principais pilares para quem compra pela internet. Portanto, não esqueça de verificar uma plataforma capaz de oferecer sistema de avaliação dos clientes. Isso aumentará a sua visibilidade entre os seus concorrentes, assim como a reputação da empresa. Consequentemente, outros consumidores ou compradores escolherão aqueles com melhor desempenho.

    Visibilidade

    Invista em sua marca e visibilidade. Há plataformas que permite a inclusão de anúncios, hoje um recurso cada vez mais observado pelo consumidor. Afinal, quem não é visto não é lembrado.

    O sistema da Agropad tem seu desenvolvimento pautado nas dicas acima.

    A plataforma ficará pronta no segundo semestre de 2020, faça seu pré-cadastro para vender ou comprar acessando www.agropad.com.br. pensar no fluxo de entrega dos produtos, prevendo possíveis atrasos e diversas particularidades.

  • Soja tem leve alta em Chicago nesta 2ª feira ainda com otimismo sobre demanda da China

    A semana começa com leves altas para os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (8). Por volta de 7h40 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 0,50 e 1,75 ponto nos principais vencimentos, com o julho valendo US$ 8,68 e o agosto, US$ 8,71 por bushel.

    O mercado continua com perspectivas ainda otimistas sobre a demanda da China no mercado norte-americano, que foi bastante positiva na última semana. O câmbio no Brasil e o desenvolvimento da nova safra dos EUA também seguem no radar dos investidores.

    “O mercado de grãos continua operando em alta depois de um final de semana de temperaturas mais altas e chuvas pontuais no Corn Belt. A soja e o milho lideram o movimento com compras de fundos e atentos às compras da China diante do acirramento das tensões. Os traders continuarão a acompanhar as relações entre os dois países, as atividades dos fundos e os mapas desta semana para o Corn Belt”, diz a consultoria internacional Allendale, Inc.

    Nesta segunda, o USDA traz dois novos boletins ao mercado, sendo um deles de embarques semanais e o segundo, no final do dia após o fechamento dos negócios, o boletim semanal de acompanhamento de safras. A expectativa do mercado é de que o plantio da soja já esteja 85% completo, contra 75% da semana passada, 54% de 2019 e 80% da média.

    MERCADO BRASILEIRO

    O mercado brasileiro deverá ter mais uma semana de poucos negócios e monitoramento do câmbio. “Ainda há espaço para novas baixas do dólar, que estava muito valorizado”, explica Vlamir Brandalizze. Entretanto, o consultor de mercado da Brandalizze Consulting afirma ainda que o equilíbrio poderia vir, em partes, das altas que são esperadas ainda na Bolsa de Chicago.

    Mais do que isso, o analista afirma ainda qu o mercado nacional mostra “potencial de novas altas nos prêmios para a exportação e este fato pode ser levemente altista para os indicativos, ou pelo menos limitando grandes baixas em reais.

    Fonte: Notícias Agrícolas