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julho 2020

  • Plantio direto pode salvar biodiversidade da Europa

    Um relatório realizado pela Comissão Europeia para a saúde do solo e alimentação concluiu que entre 25% e 30% dos solos agrícolas da União Europeia estão “perdendo o conteúdo de carbono orgânico, corroendo ou sendo muito compactado, ou alguma combinação desses fatores”, enquanto entre 60% e 70% estão “doentes”. Uma maneira pela qual os agricultores estão trabalhando para resolver esses problemas é através da agricultura de plantio direto.

    Embora a agricultura de plantio direto seja praticada na UE, a incorporação da técnica tem sido mais lenta do que em outros lugares. Embora alguns grupos ou associações de agricultores tenham implementado essa prática com algum sucesso, ela não é aplicada em larga escala. Esta, juntamente com outras práticas de conservação agrícola, provou ser uma maneira econômica de controlar com êxito a erosão e melhorar a eficiência do uso de água e fertilizantes.

    “Mas você realmente começa a ver a diferença nos sistemas quando as condições são ruins. Se houver uma seca, você pode ver que as áreas cultivadas de plantio direto são mais produtivas que as fazendas convencionais nas áreas circundantes. A temperatura do solo é mais baixa, economiza água, os polinizadores preferem condições mais frias “, disse o agricultor norte-americano Trey Hill, lembrando que isso será cada vez mais importante diante das mudanças climáticas.

    O plantio direto e outras técnicas de agricultura de conservação, como culturas de serviço e integração com o gado, foram amplamente adotadas na Argentina. Um processo iniciado há 30 anos e que tornou a agricultura argentina a mais sustentável do mundo, por exemplo.

    Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

  • Primeira quinzena será de tempo quente e seco no RS

    Nos últimos dias, o Rio Grande do Sul vem sentido temperaturas gélidas e consecutivos dias com a presença de geadas. Na quarta-feira, todas as estações do INMET do estado registravam um amanhecer com temperaturas abaixo dos 5.2°C. E temperaturas abaixo de zero em São José dos Ausentes (-2.1 °C), Quaraí (-1.9 °C), Vacaria (-1.4 °C), Dom Pedrito (-1.1 °C), Serafina Corrêa (-1.1 °C), Cambará do Sul (-0.4 °C).

    De acordo com o consultor do Agrotempo, Gabriel Rodrigues, a partir de sexta feira (31) essa massa de ar polar responsável por estes dias gelados nesta semana, vai começar a se deslocar para o oceano. Esse deslocamento dá espaço para a aproximação de uma massa de ar mais quente e seco vinda da região que compreende o leste da Bolívia, Paraguai e centro oeste do Brasil.

    Os modelos de previsão de tempo indicam que essa massa de ar mais seco vai predominar e determinar o comportamento do tempo na região nos 15 primeiros dias do mês de agosto. Fazendo com que as temperaturas fiquem acima da média esperada para para o período, com algumas tardes de temperaturas até elevadas. Além das temperaturas, há indicativos de que o período será mais seco, sem a presença de chuvas para essa primeira quinzena do mês.

  • Cogo: lucratividade da produção de grãos seguirá elevada na safra 20/21

    A lucratividade da produção de grãos deve continuar elevada na safra 2020/2021, de acordo com a Cogo – Inteligência em Agronegócio. A projeção da consultoria já leva em consideração os preços efetivamente pagos pelos produtores na compra dos principais insumos (fertilizantes e defensivos), bem como as taxas de juros de custeio definidas no Plano Safra 20/21.

    Para a soja, principal cultura agrícola do Brasil, a projeção é de aumento de 13,2% no custo médio de produção na região Sul e de 6,5% na região do Cerrado. A receita bruta da soja na região Sul deve recuar 5,4% e no Cerrado, 1,4% em relação à safra 2019/2020. Já a margem líquida da soja na região Sul deve cair 13% ante recuo de 5,4% no Cerrado.

     

    Essas diferenças se devem basicamente a fatores como o maior volume de vendas antecipadas de soja pelos produtores e compras de insumos mais adiantadas na região do Cerrado em relação ao Sul do país.

    A margem bruta estimada para a safra de soja 2020/2021, representada pelo Ebitda, deverá seguir em níveis elevados em ambas regiões, projetada em 53,7% no Sul e em 32,5% no Cerrado, ante 58,4% e 33,8% registrados, respectivamente, na safra 2019/2020.

    Saiba mais no relatório completo da Cogo – Inteligência em Agronegócio!

     

  • Agro brasileiro vai crescer mais de 20% na década

    O agronegócio brasileiro responde por 21% do Produto Interno Bruto (PIB) e 20% dos empregos no país. O Brasil exporta para mais de 200 países e é o terceiro maior exportador mundial de produtos agrícolas, podendo bater um recorde na casa de US$ 106 bilhões neste ano.

    E pode melhorar mais ainda na década que está por vir. Um estudo publicado pelo Mapa nesta terça-feira (28) aponta as projeções para o agronegócio na década 19/20 até 29/30. As regiões que mais devem crescer são Centro-Oeste (33%) e Norte (30%), com destaque para expansão de novas áreas. Entre os grandes produtores, Mato Grosso deve continuar liderando a expansão da produção de milho e soja no país. O Matopiba também deve assumir importante papel, com produção de 32,7 milhões de toneladas de grãos.

    Em grãos a produção deve saltar de 250 milhões de toneladas para mais de 318 milhões de toneladas, uma alta de 27%. A área plantada com grãos deve expandir de 65,5 milhões de hectares para 76,4 milhões de hectares, alta de 16,7%. O estudo considera algodão caroço, amendoim, arroz, aveia, canola, centeio, cevada, feijão, girassol, mamona, milho, soja, sorgo, trigo e triticale. A produtividade total dos fatores projetada até 2030 deve crescer à taxa anual média de 2,93%. Destaque para Rondônia, que deve elevar a produção em 38% e Tocantins 31% de alta.

    Algodão, milho de segunda safra e soja devem continuar puxando o crescimento da produção de grãos, com uma taxa anual de crescimento de 2,4%. O documento ressalta que “esse avanço, entretanto, exigirá um esforço de crescimento que deve consistir em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento”.

    Nas proteínas também serão notados avanços. A produção de carnes (bovina, suína e aves) deverá aumentar em 6,7 milhões de toneladas. Representa um acréscimo de 23,8%. As carnes de suínos e de frango, são as que devem apresentar maior crescimento nos próximos anos. A produção de carne bovina deve crescer 16,2%.

    Veja melhor no gráfico:

    Arte: Marcel Oliveira

    Projeção internacional 

    Segundo estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em 2029-30, o Brasil deverá participar com 51,98% das exportações mundiais de soja, 35,3% da carne de frango, 23,2% das exportações de milho, 22,7% do algodão e 9,7% das exportações de carne suína.

    Além dos produtos tradicionais como café, suco de laranja, açúcar, soja e carnes, outros produtos assumem importância crescente. Entre estes, podem ser lembrados a celulose e o milho que está numa crescente, junto com as frutas que apresentaram bons resultados no mercado externo.

    Veja as projeções de exportação no gráfico:

    Arte: Marcel Oliveira

    Agricultura familiar

    A agricultura familiar que tem cerca de 4 milhões de estabelecimentos no país também aparece na projeção. A expectativa da década é chegar a 11,4 milhões de toneladas de mandioca, 24,5 milhões de toneladas de café, 745,2 milhões de toneladas de fumo, 2,69 milhões de toneladas de carne suína, 8,36 milhões de carne de frango, e 20,3 bilhões de litros de leite. Soja, feijão e milho são as atividades onde a agricultura familiar tem menor participação. Isso pode ocorrer devido à produção em larga escala e ao uso de tecnologia.

  • Soja segue operando com leves baixas em Chicago nesta 5ª

    Os preços da soja seguem operando com leves baixas na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (30), dando continuidade ao movimento da sessão anterior. O mercado continua precisando de novas notícias para se posicionar de forma mais agressiva e permanece com clima nos EUA e demanda pela oleaginosa americana no centro do radar dos traders.

    Assim, por volta de 8h35 (horário de Brasília), os futuros da commodity cediam entre 2,50 e 3,25 pontos nos vencimentos mais negociados, com o agosto valendo US$ 8,88 e o novembro, US$ 8,82 por bushel.

    ” O momento está se tornando mais baixista com clima bom nos EUA e fraca demanda chinesa. Sem nova demanda e com clima bom, estoques americanos ficarão abarrotados e os futuros de soja podem buscar a região dos US$8 para o contrato de Novembro. Sem demanda chinesa para commodities americanas, é difícil achar outros motivos fundamentais que possam levar a uma alta nas cotações futuras no curto prazo”, explica a ARC Mercosul em seu boletim Chicago Diário.

    No Brasil, o foco permanece sobre  a disputa pela pouca soja da safra velha ainda disponível para comercialização e na demanda intensa, o que puxa atenção para os prêmios, que continuam subindo forte no país.

    FONTE: NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

  • Trigo: atividades de semeio terminam no PR e no RS

    As atividades de semeio de trigo chegaram ao fim no Sul do Brasil, e produtores consultados pelo Cepea continuam otimistas quanto à produção desta temporada, influenciados pelo clima favorável. No Paraná, as lavouras apresentam condições superiores às observadas nas últimas três temporadas. No Rio Grande do Sul, o tempo seco permitiu o avanço e a finalização do semeio. Em relação aos derivados, se comparadas as médias da semana passada (de 20 a 24 de julho) e da anterior, todas as farinhas e farelos se valorizaram no mercado brasileiro. Colaboradores do Cepea indicaram realização de negócios pontuais para as farinhas destinadas a bolachas (tanto salgadas como doces). No caso dos farelos, a procura e os preços seguem em alta no Sul do País.

    Fonte: Cepea

  • Aumento do plantio de soja do Brasil em 20/21 será o maior em 6 anos, diz Arc Mercosul

    Produtores de soja do Brasil deverão aumentar a área plantada com soja em 3,8% na temporada 2020/21, para históricos 38,43 milhões de hectares, com preços favoráveis permitindo que o setor tenha o maior crescimento no plantio de um ano para o outro desde a temporada 2014/15, estimou ontem (27/7) a consultoria Arc Mercosul.

    Com essa área, a safra de soja do Brasil, maior produtor e exportador global da oleaginosa, poderia atingir um recorde de 129,15 milhões de toneladas, aumento de 3,44% ante 2019/20, segundo a Arc Mercosul, em sua primeira projeção para a nova temporada, cujo plantio começa em setembro.

    “Ainda temos oferta de 90 reais, 95 reais, 100 reais (a saca) para soja futura, dependendo da praça. Estes valores da soja futura são 20%-30% superiores aos futuros exercidos no mesmo período do ano em 2019”, disse o diretor da Arc Mercosul, Matheus Pereira, justificando o impulso na área plantada.

    Prêmios firmes nos portos brasileiros e a forte demanda da China ajudam a explicar esses preços mais altos, acrescentou.

    Produtores deverão expandir o plantio de soja este ano principalmente em pastagens degradadas, conforme analistas.

    Na semana passada, outra consultoria, a Céleres, havia apontado um plantio superior a 38 milhões de hectares, com produtores guiados por margens recordes.

    Em meados deste mês, a Safras & Mercado projetou o plantio em 37,8 milhões de hectares e também uma produção recorde.

    Fonte: Reuters

  • Qualidade das lavouras de milho melhora na semana, diz USDA

    A qualidade das lavouras de milho nos Estados Unidos melhorou na semana passada, disse o Departamento de Agricultura do país (USDA) ontem (27/7), em seu relatório semanal de acompanhamento de safra. Segundo o USDA, 72% da safra tinha condição boa ou excelente até o último domingo (26), um aumento de 3 pontos porcentuais ante a semana anterior. O USDA disse também que 82% da safra tinha formado espiga, ante 75% na média dos cinco anos anteriores. Além disso, 22% da safra tinha formado grãos, em comparação a 17% na média de cinco anos.

    O USDA informou que 72% da safra de soja apresentava condição boa ou excelente até o último domingo, uma melhora de 3 pontos porcentuais ante a semana anterior. Segundo o relatório, 76% da safra tinha florescido, em comparação a 72% na média de cinco anos. Além disso, 43% da safra estava formando vagens, ante 36% na média.

    Segundo o USDA, a colheita de trigo de inverno estava 81% concluída, em comparação a 82% na média de cinco anos.

    Quanto ao trigo de primavera, o USDA disse que 70% da safra tinha condição boa ou excelente, um aumento de 2 pontos porcentuais ante a semana anterior. Além disso, 97% da safra tinha perfilhado, ante 98% na média de cinco anos. A colheita estava em 1%, em comparação a 3% na média.

    O USDA informou que 49% da safra de algodão apresentava condição boa ou excelente, melhora de 2 pontos porcentuais ante a semana anterior. O governo dos EUA disse que 84% da safra tinha florescido, em linha com a média de cinco anos. Segundo o relatório, 42% da safra tinha formado maçãs, em comparação a 44% na média.

    Fonte: Dow Jones Newswires/Broadcast Agro

  • Embrapa destaca 22 dicas sobre cuidados com as sementes de soja

    Faltando ainda mais de um mês até que o plantio da soja seja novamente autorizado a acontecer em diversos estados brasileiros, a Embrapa preparou a pedido do Projeto Soja Brasil um manual completo com dicas para garantir uma boa safra. A ideia é trazer dicas para que o sojicultor se prepare e consiga ter uma temporada ainda melhor que as anteriores. Desta vez o tema é a semente e destacamos 22 dicas para não errar com o principal insumo da safra.

    Veja abaixo os 22 pontos de cuidado com as sementes de soja:

    1 – A semente é a chave do sucesso de uma lavoura. Semente de qualidade é fundamental para que o produtor comece e termine bem a safra.

    2 – Semente de boa qualidade tem origem, alto poder germinativo, alto vigor, tem sanidade e tem purezas física e varietal.

    3 – Estas características são indispensáveis para a obtenção de lavouras compostas por plantas de alto desempenho, resultando em lavoura de alta produtividade.

    4 – Semente de má qualidade resulta em estande desuniforme, plantas com baixo desempenho e disseminadoras de doenças e plantas daninhas.

    5 – O bom estabelecimento da lavoura depende também da boa plantabilidade, ou seja, da utilização de semeadoras de alta precisão, bem reguladas e operando dentro dos padrões de velocidade recomendados pelos fabricantes. Isso resultará na obtenção da população ideal de plantas, bem distribuídas, sem falhas e sem aglomerados de plantas.

    6 – Visualmente, semente e grão são idênticos, mas a semente se distingue pela maior pureza, homogeneidade, sanidade, alto poder germinativo e alto vigor.

    7 – É irracional gastar mundos e fundos no manejo do solo e na fertilização do campo e economizar semeando sementes de qualidade duvidosa.

    8 – O custo da semente torna-se irrisório quando comparado ao aumento da produção que ela proporciona. Sementes de alto vigor originam lavouras mais produtivas.

    9 – O uso de sementes pirata é prejudicial ao setor produtivo porque acaba com os programas de melhoramento genético, inibindo o desenvolvimento de novas cultivares. Um tiro no pé.

    10 – A soja destinada para a produção de grãos pode ser cultivada em todo o território nacional, mas nem todos os locais são apropriados para produzir soja-semente.

    11 – Regiões tropicais com baixa altitude não são recomendadas para a produção de soja-semente, a menos que a lavoura seja cultivada em altitudes superiores a 700 m e a semente armazenada em ambiente climatizado.

    12 – Para obter-se uma semente de qualidade, evitar a semeadura cuja colheita coincide com períodos chuvosos.

    13 – Recomenda-se armazenar as sementes com teor de umidade inferior a 12%, em ambientes com temperatura inferior a 25 °C e umidade relativa do ar inferior a 70%. Na seleção da cultivar semeada, atentar para que a semente pertença a uma cultivar recomendada para a região onde será cultivada.

    14 – Aconselha-se tratar as sementes com fungicidas antes da semeadura ou adquiri-las já tratadas industrialmente. O mercado já conta com empresas sementeiras que disponibilizam sementes tratadas industrialmente.

    15 – No tratamento de sementes, cuidado na quantidade e compatibilidade dos produtos utilizados; um produto pode inviabilizar o outro.

    16 – Cuidado com os “cosméticos” agregados à semente, produtos que podem não agregar nada à semente, além do custo.

    17 – Geralmente, sementes de diferentes tamanhos produzem igual, salvo em raras circunstâncias, quando a maior reserva nutricional das sementes graúdas ajudam a plântula no início do desenvolvimento.

    18 – A classificação das sementes por forma e tamanho são pré-requisitos para efetuar a classificação por densidade, que é fundamental para melhorar o vigor do lote de semente. Sementes de baixa densidade apresentam qualidade fisiológica, germinação e vigor, inferiores.
    Forma e tamanho interfere na classificação por densidade efetuada pela mesa densimétrica.

    19 – É importante classificar as sementes por tamanho para melhorar a plantabilidade.

    20 – Quando possível, eleger cultivares resistentes ou tolerantes às principais moléstias que atacam a cultura na região.

    21 – Para evitar danos no armazenamento, recomenda-se retirar a semente do armazém do fornecedor na data da semeadura. Só optar pelo armazenamento no próprio armazém desde que tenha condições de mantê-las em ambiente apropriado.

    22 – Mais de 95% da soja cultivada no Brasil é transgênica, mas há mercado para a soja convencional, que paga bônus.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho começa a semana subindo na B3 e estável em Chicago

    A segunda-feira (27) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,69% e 0,80% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    O vencimento setembro/20 era cotado com alta de 0,69%, o novembro/20  com valorização de 0,80%, o janeiro/21 era negociado com estabilidade e o março/21 tinha estabilidade.

    Mercado Externo

    Já os preços internacionais do milho futuro abriram a semana praticamente estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 09h02 (horário de Brasília).

    O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,26 com elevação de 0,25 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,35 com valorização de 0,50 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,46 com alta de 0,50 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,53 com ganho de 0,25 pontos.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os gerentes de dinheiro aumentaram suas posições vendidas líquidas, ou apostaram em preços mais baixos, em milho na semana passada, de acordo com a Commodity Futures Trading Commission.

    Os investidores, nos sete dias que terminaram em 21 de julho, mantiveram uma posição líquida vendida em aberto de 155.676 contratos futuros de milho, informou a CFTC em relatório. Isso superou os 148.786 contratos da semana anterior e foi a maior posição de baixa de julho.

    Fonte: Notícias Agrícolas