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setembro 2020

  • Grãos: rentabilidade do produtor seguirá elevada em 2020/21

    As margens de lucratividade seguirão elevadas para a maior parte das culturas de grãos na temporada 2020/2021, segundo análise feita pela Cogo – Inteligência em Agronegócio. Para a soja, principal cultura agrícola do Brasil, a projeção é de um aumento de 13,2% no custo médio de produção na região Sul e de 8% na região do Cerrado.

    A receita bruta da soja na região Sul em 2020/2021 deverá crescer 2,7% e no Cerrado, 6,5%, em relação à safra 2019/2020. Essas diferenças se devem a fatores como: o maior volume de vendas antecipadas de soja pelos sojicultores e compras de insumos mais adiantadas na região do Cerrado em relação ao Sul do País.

    A projeção de custos médios de produção e margens de lucratividade dos cultivos de grãos para a temporada 2020/2021 já contabiliza os preços efetivamente pagos pelos produtores na compra dos principais insumos (sementes, fertilizantes e defensivos).

    Fonte: Canal Rural

  • Semana terá calor recorde em todo o Brasil com temperaturas chegando a até 45ºC

    Os próximos dias prometem ser de calorão intenso pelo Brasil, pelo menos até a próxima segunda-feira (5/10). A MetSul Meteorologia alerta que um episódio histórico atingirá o país nesta semana, com temperatura acima dos 40ºC no Sul, no Centro-Oeste e no Sudeste. Em alguns locais, os termômetros podem atingir 45ºC.

    “Há possibilidade que sejam quebrados recordes absolutos de temperatura máxima em algumas cidades e que as marcas figurem entre as mais altas já registradas em décadas em algumas regiões. O episódio de calor pela sua dimensão e intensidade recordará eventos extremos de temperatura alta e ar seco que costumam atingir a Califórnia e Austrália”, diz a Metsul.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as máximas devem superar os 30°C em praticamente todo o Brasil, podendo chegar aos 40°C na região central. Já as mínimas vão variar entre 14°C e 26°C.

    Nesta semana, estão previstas chuvas nas regiões Norte e Sul. “Na região sul, os acumulados de chuva deverão ficar concentrados principalmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com totais variando entre 20 e 100 mm. Há possibilidade de chuva localizada no Paraná, porém, com volumes inferiores”, afirma o instituto.

    Já nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, a previsão é de ausência de chuva ou apenas chuva fraca e isolada. As precipitações devem ser isoladas e com baixo volume no Nordeste. Enquanto isso, no Norte, deve chover mais no noroeste do Amazonas e em Roraima.

    Recorde em São Paulo
    O calor mais intenso virá entre quarta (30/9) e sexta-feira (1/10), quando as máximas serão ainda mais altas, informa a Metsul. Há previsão de máximas de 41ºC a 44ºC para o interior de São Paulo, especialmente em áreas perto de Goiás e Mato Grosso do Sul. Para parte do MS, o indicativo é de máximas de 43ºC a 45ºC na segunda metade da semana.

    “Com base nas temperaturas máximas que se projeta para esta semana, a MetSul acredita que o ranking das maiores máximas da cidade de São Paulo será reescrito e ainda com a possibilidade de uma nova máxima absoluta da capital paulista desde o começo dos registros no Mirante de Santana, em 1943”, projeta.

    As máximas projetadas chegam a 41ºC a 43ºC para o sul de Goiás e na área mais ao Oeste do Triângulo Mineiro. Uberlândia (MG) pode ter 38ºC na quarta-feira e até 41ºC no sábado.

    O Sul do Brasil também sofrerá os efeitos do calorão, especialmente o noroeste e o norte de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Máximas acima de 40ºC devem ser esperadas no oeste e no norte paranaense.

    Fonte: Globo Rural

  • Rj produzirá pesticidas com alta tecnologia

    A Albaugh anunciou que está ampliando a sua capacidade produtiva do complexo industrial de Resende-RJ com novas fábricas de alta tecnologia para produzir fungicidas e inseticidas. De acordo com a empresa, a ampliação da capacidade produtiva e a diversificação da manufatura do complexo industrial de Resende constituem investimentos alinhados ao plano de crescimento projetado para a companhia.

    Segundo o que afirmou o presidente e CEO, Cesar Rojas, a Albaugh tem planeja ocupar market share acima de 5% no setor de agroquímicos brasileiro, de agora aos próximos anos. “Focamos na comercialização de um portfólio equilibrado, frente às principais demandas do agricultor brasileiro”, resume o diretor industrial da companhia, Rodrigo Marques, acrescentando que a nova unidade de fungicidas e inseticidas também fortalecerá a posição da marca nestes segmentos de mercado, ambos considerados estratégicos no agronegócio.

    Atualmente, revela Marques, a Albaugh Brasil está em posição de liderança mundial em capacidade de fornecimento de fungicidas à base de cobre. São destaques de seu portfólio na área os produtos multissítios Reconil e Recop. “Estes insumos têm sido largamente utilizados na prática do manejo de resistência da ferrugem na soja e nas lavouras de citros, tendo em vista o controle das doenças cancro cítrico e pinta preta. Já na cafeicultura, os multissítios são estratégicos ao manejo da ferrugem”, assinala Marques.

    “O plano de investimentos da Albaugh tem por objetivo final elevar a relação custo-benefício do campo, por meio da entrega de produtos com alta qualidade e eficiência. Nossa marca vem ganhando força como a melhor alternativa na área de produtos pós-patentes”, conclui.

    Fonte: Agrolink

     

  • Milho: terça-feira começa com alta na B3

    A terça-feira (29) começa com altas para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,08% e 0,37% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    O vencimento novembro/20 era cotado com ganho de 0,31%, o janeiro/21  com valorização de 0,37%, o março/21 era negociado  com elevação de 0,08% e o maio/21 tinha valor  com estabilidade.

    Mercado Externo

    Os preços internacionais do milho futuro abriram a terça-feira caindo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 3,00 e 3,25 pontos por volta das 09h10 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,66 com queda de 3,25 pontos, o março/21 valia US$ 3,72 com desvalorização de 3,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,78 com baixa de 3,00 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,81 com perda de 3,25 pontos.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros dos grãos caíram no comércio da madrugada devido a pressão contínua da colheita da safra norte-americana, que teve dados atualizados no final de segunda-feira no mais novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    O relatório semanal de progresso de safra do USDA mostrou que 15% das lavouras de milho tinham sido colhidas até o último domingo (27) contra os 8% registrados na semana anterior, mas ainda um ponto percentual atrás da média das últimas cinco safras.

    Além disso, os números mostraram que 61% das lavouras estão em condições boas ou excelentes, mesmo patamar de reporte anterior. Quanto ao estágio das áreas, 75% das lavouras já estão maduras contra as 59% registradas até a última publicação de 65% da média das cinco safras anteriores.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil vende 600 mil tons de milho para a Coreia do Sul

    O Brasil acabou vendendo 600 mil toneladas de milho para a Coreia do Sul, segundo afirmou a T&F Consultoria Agroeconômica. “Um dos principais grupos fabricantes de ração da Coreia do Sul, a Korea Feed Association (KFA), emitiu uma licitação para comprar milho sul-americano para embarque em dezembro, no mais recente esforço de compra de um dos principais importadores do país”, comenta.

    “Fontes comerciais disseram que as melhores ofertas recebidas pelo grupo foram ouvidas em torno do nível de US $ 228,50/t, mas não tinha conseguido atingir o nível de compra desejado. A licitação previa até 68.000 t de milho para a chegada de 5 de fevereiro ao porto de Incheon, sendo a América do Sul foi a única origem aceita. O embarque estava previsto entre os dias 8 e 27 de dezembro, com o encerramento da licitação no mesmo dia”, completa.

    A licitação encerrou uma semana em que o enorme setor de ração e processamento de milho do país finalmente mudo para garantir posições de destaque para o final de 2020 e início de 2021, com quase 600.000 t adquiridos por um dos maiores importadores de milho do mundo. “A maior parte do volume foi dividido entre a Nonghyup Feed Inc (NOFI) e a KFA com todas as compras até o momento provavelmente originados do Brasil”, indica.

    Na B3, o milho fechou mais uma semana em alta. “As cotações do milho na B3 terminaram o pregão desta sexta-feira em alta, depois da correção do dia anterior, voltando a mostrar firmeza e estabelecendo nova máxima para os preços médios, como mostra o gráfico ao lado”, conclui a T&F Consultoria Agroeconômica.

    Fonte: Agrolink

  • Preço do trigo sobe em plena colheita e deve ficar maior

    De acordo com a TF Agroeconômica, o preço do trigo está registrando crescimento em plena colheita e tende a ficar alto no futuro. “O quadro de Oferta&Demanda do trigo brasileiro para 2019/20 está bem apertado, como se pode ver na tabela ao lado. A disponibilidade registrada como “estoque final” está grandemente comprometida com a perda de qualidade de aproximadamente 25% do trigo gaúcho, que não poderá ser destinado aos moinhos, mas vai direto para a ração. Isto está fazendo o preço do trigo fugir da sua natural sazonalidade e começar a safra com preços mais altos do que os habituais, subindo em plena colheita”, diz.

    No Paraná, a expectativa era para pagamento de R$ 1.100 em setembro e o preço não baixou de R$ 1.170,00 FOB, com a maioria dos negócios entre R$ 1.180-1.190,00 FOB e pedida dos agricultores a R$ 1.200,00 FOB. “No Rio Grande do Sul a expectativa era de um preço inicial da safra ao redor de R$ 850,00, mas, todos os negócios feitos até o momento foram de, no mínimo R$ 950,00/tonelada, com a maioria entre R$ 970/980,00, isto é algo como 15,29% a mais do que a expectativa inicial. E, com a quebra no estado, somada às vendas já realizadas para exportação, a disponibilidade para os moinhos no estado não deve passar de 500 mil toneladas, para uma demanda de 1,3 milhões de toneladas”, completa.

    “Por fim estamos assistindo a expansão da área de trigo para o Ceará, Alagoas, Bahia e Sergipe, com excelentes resultados de produtividade (mínimo de 4.400 kg/hectare), redução de dias de produção (75 ao invés de 110 dias) e excelente qualidade (trigo hard do bom) que num futuro bem próximo poderá substituir boa parte do trigo argentino hoje importado. Por falar em trigo argentino, este é outro fator de alta: a safra do país deverá sofrer uma quebra de pelo menos 3,5 milhões de toneladas em relação às expectativas iniciais, não passando de 17,5 milhões de toneladas, contra 21,0 MT projetadas no início do plantio. A disponibilidade de exportação será bem menor, na próxima temporada”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Nova onda de calor atinge grande parte do Brasil; veja a previsão do tempo

    Uma nova área de alta pressão vai deixar o tempo aberto por uma janela de mais de 15 dias em diversas áreas do Centro-oeste, Sudeste e até mesmo parte do norte do Paraná. Esta massa de ar seco inibe a formação de nuvens carregadas e vai provocar uma nova onda de calor no interior do Brasil. A expectativa é que os termômetros alcancem os 37°C em áreas de soja do interior de São Paulo e até 42°C em algum pontos de Mato Grosso. Esse calorão vai fazer com que a umidade do solo que foi adquirida nos primeiros dias de pancadas de chuva da primavera seja perdida por evapotranspiração, complicando ainda mais a situação do plantio da safra de soja 2020/2021.

    Já no Sul, a presença de uma nova frente fria vai trazer chuva forte principalmente para o Rio Grande do Sul, onde há expectativa de altos volumes, granizo e rajadas de vento de mais de 70 km/h. No Paraná, apenas algumas áreas do sul e sudoeste do estado devem receber pancadas mais significativas. A metade norte do Paraná ainda deve enfrentar tempo seco. “Dá para dizer que a situação só é mais favorável nos próximos dias em áreas de soja do noroeste de Mato Grosso, Rondônia e Santa Catarina, estados onde a umidade do solo tende a aumentar com as chuvas que não vão cessar por completo.

    Outubro ainda vai começar muito seco em todo o Brasil central e a expectativa é que as pancadas de chuva só retornem com volumes de 15 a 30 milímetros a partir do dia 10. Volumes de 70 milímetros só serão vistos no interior de São Paulo e parte do Centro-Oeste no início da segunda quinzena de outubro. Depois disso, a tendência é da chuva ganhar força em grande parte das áreas de soja com até 300 milímetros em algumas áreas de Rondônia.

    Fonte: Canal Rural

  • Preço da soja do Brasil caminha para bater recorde histórico, diz Cepea

    A cotação da soja do Brasil está a poucos reais de bater um recorde histórico, registrado em 2012, após o preço ter subido cerca de 6,44% no acumulado do mês devido ao momento de baixa oferta e de início de plantio da temporada 2020/21, de acordo com dados do centro de estudos Cepea.

    A soja atingiu 146,63 reais por saca nesta sexta-feira na praça de referência de Paranaguá (PR), depois de ter batido 150,86 reais durante a semana, perto de uma máxima histórica de 153,40 reais por saca do dia 31 de agosto de 2012, que considera a inflação do período.

    O ano de 2012, recorde real de preço no país até o momento, foi marcado por uma seca em Estados do Sul do Brasil e países da América do Sul. Naquela temporada (2011/12), a safra brasileira caiu 12% ante o ano anterior, em meio ao fenômeno La Niña.

    Em 2012, contudo, a máxima histórica foi registrada após uma frustração climática. Em 2020, o Brasil, maior produtor e exportador global da oleaginosa, colheu um volume recorde.

    Mas preços nacionais são sustentados por baixos estoques após o país ter realizado grandes exportações e extremamente concentradas –impulsionadas pelo câmbio–, que deixaram pouco produto para ser embarcado até o final do ano, conforme indicam as projeções de especialistas.

    Com uma alta do dólar e da bolsa de Chicago nesta sexta-feira, as condições eram propícias para uma nova elevação no indicador do Cepea medido em Paranaguá, mas a cotação interna perdeu força, embora siga em patamar elevado.

    A soja deve ser mais um dos produtos agrícolas do Brasil a marcar em 2020 uma máxima histórica real, que considera a inflação, de acordo com os dados do Cepea, que já indicaram anteriormente cotações históricas para o boi, bezerro, suíno, arroz e leite.

    VENDAS ANTECIPADAS
    Enquanto o mercado lida com baixos estoques, disse o Cepea em análise nesta sexta-feira, os agentes seguem efetivando contratos antecipados, com dados apontando que cerca de 60% da oferta esperada para a temporada 2020/21 já foi comercializada no Brasil.

    “Certamente, a venda antecipada dará suporte aos preços no Brasil no médio prazo, deixando pouco espaço para quedas bruscas, mesmo com possível safra recorde”, destacou o centro de estudos.

    Se a média diária está a caminho de um novo recorde, a média mensal parcial do indicador em setembro chegou a tocar 136,90 reais, o maior nível desde setembro de 2012, quando atingiu recorde real, de 144,59 reais/saca.

    “Vale destacar que os preços no interior também estão em alta, operando na casa de 150 reais/saca em regiões do Centro-Oeste, mas são valores nominais, ou seja, com quase nenhuma efetivação”, diante da baixa oferta, conforme o Cepea

    Segundo o Cepea, a alta do grão segue desafiando as indústrias brasileiras.

    “O lado bom é que esses demandantes indicam estar conseguindo repassar a valorização do grão aos derivados, diante da firme procura por farelo e óleo de soja. Inclusive, o prêmio de exportação de óleo de soja, referente ao embarque em outubro/20, voltou a ser ofertando acima de 0,95 dólar/libra-peso no dia 24, acima dos 0,52 dólar/libra-peso na quinta-feira anterior.”

    Por Roberto Samora

  • CCGL inclui setor de manejo de culturas em suas pesquisas

    A Unidade de Pesquisa e Tecnologia da CCGL, aliada ao projeto da Rede Técnica Cooperativa – RTC, integrou, no segundo semestre de 2020, uma nova linha de experimentação, o manejo de culturas.

    O novo setor busca desenvolver e validar manejos e sistemas de produção para diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com o enfoque em grãos e sistemas integrados da área agrícola, visando à rentabilidade e sustentabilidade dos produtores associados.

    Conforme o Pesquisador da CCGL e coordenador da nova área de estudo, Eng. Agr. Tiago Hörbe, as pesquisas focarão na ecofisiologia das culturas de lavoura objetivando investigar encaixes e oportunidades para diferentes sistemas de produção. Serão conduzidos estudos que envolvem diferentes práticas culturais como plantabilidade, população de plantas, épocas de semeadura e outros, sempre buscando o ajuste capaz de maximizar a produtividade das culturas, explica Dr. Tiago.

    Para o Gerente de Pesquisa da CCGL Geomar Corassa o novo setor foi estruturado para atender às demandas das cooperativas e dos produtores cooperados, junto com as outras linhas de pesquisas CCGL e RTC. O objetivo é promover cada vez mais a geração de conhecimento e inovação, completa Geomar.

    A CCGL também conta com pesquisas nas áreas da conservação do solo, plantas daninhas, manejo de pragas e doenças, fertilidade do solo e nutrição de plantas, além de um tambo experimental. As cooperativas associadas têm acesso ás informações através de boletins técnicos, dias de campo e treinamentos e informações complementares no site www.ccgl.com.br/site/rede-tecnica-cooperativa.

  • Próximos dias serão de chuva e umidade no Estado

    Os próximos sete dias serão úmidos e com totais elevados de chuva no Rio Grande do Sul, de acordo com o Boletim Integrado Agrometeorológico nº 12/2020 divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), em parceria com a Emater-RS e Irga. .

    Na sexta-feira (25), o tempo permanecerá seco e a presença de uma massa de ar quente favorecerá a elevação das temperaturas, com valores próximos de 30°C em grande parte do Estado. Somente na Zona Sul há possibilidade de pancadas isoladas de chuva.

    No decorrer do sábado (26) e no domingo (27), a propagação de uma frente fria vai provocar chuva em todas as regiões, com possibilidade de temporais isolados, principalmente na Metade Sul e na Faixa Leste.

    Na segunda-feira (28), o ingresso de ar seco afastará a nebulosidade e deixará as temperaturas amenas em todo o Estado. Na terça (29) e quarta-feira (30), o deslocamento de uma nova frente fria vai provocar chuva em todo o Rio Grande do Sul, e novamente poderão ocorrer temporais isolados.

    Os volumes previstos são elevados em algumas regiões e deverão oscilar entre 20 e 40 mm na maioria das localidades do Norte e Nordeste. Na Fronteira Oeste, Região Central, Campanha, Zona Sul e na Faixa Leste, os totais deverão oscilar entre 50 e 70 mm, podendo superar 80 mm em vários municípios.

    O boletim também avalia as condições atuais das culturas de milho, feijão, hortigranjeiros, mandioca e arroz. O documento completo pode ser consultado neste