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16 de outubro de 2020

  • Colheitadeiras são testadas desde 2015 para garantir eficiência e baixo custo

    Em time que está ganhando se mexe, sim. Não bastasse ser a colheitadeira mais vendida do Brasil, com uma história de 27 anos que a consolidou como a mais querida dos agricultores brasileiros, a linha TC, da New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, acaba de dar mais um passo adiante na sua evolução. Além das melhorias tecnológicas que conferem à máquina mais conforto, melhor desempenho e baixo custo de manutenção, a nova geração ganhou um reforço, a co-irmã TX, que possui duplo rotor de separação, possibilitando melhor desempenho em qualquer tipo de cultura e terreno.

    “A TC tem uma enorme importância para a agricultura brasileira e da América do Sul. Ela faz parte do universo dos agricultores do país e do continente. Nesses 27 anos ela viu a produção brasileira saltar para a liderança no cenário mundial de produção de alimentos e certamente ainda será testemunha de inúmeras outras conquistas que os nossos homens e mulheres do campo terão pela frente. Essa nova etapa da história da TC está apenas começando”, diz Rafael Miotto, vice-presidente da New Holland Agriculture para a América do Sul.

    Os novos modelos se dividem em duas famílias. A linha TC, com sistema de colheita convencional, é voltada para os clientes tradicionais da marca, que não pretendem modificar a sua maneira de trabalhar e querem ter máquinas acessíveis de pouca manutenção. Já a TX é a máquina ideal para quem busca inovação, sem deixar de ter uma colheitadeira acessível e de pouca manutenção. É perfeita para quem quer apostar em novos conceitos, mas ao mesmo tempo quer ter um ótimo custo-benefício. Ela possui sistema de debulha por cilindro e separação por sistema de duplo rotor.

    As alterações e tecnologia embarcadas nas duas famílias trazem uma porção de ferramentas exclusivas no mercado, entregando altíssima performance em todos os tipos de cultura, como arroz, feijão, soja e milho. Serão 4 modelos disponíveis, dois com debulha por cilindro e separação por sacapalhas (TC 4.90, com plataforma de 20 pés, e TC 5.90, de 25 pés), e dois com debulha por cilindro e separação por duplo rotor (TX 4.90, 25 pés, e TX 5.90, 30 pés).

    Essa nova família de colheitadeiras, que será produzida na fábrica de Curitiba (PR), continua sendo a com melhor relação custo-benefício para o agricultor, mantendo o mesmo DNA que tornou a TC um sucesso de vendas, conforme lembra Gustavo Taniguchi, diretor de Marketing Comercial da New Holland Agriculture para a América do Sul. “Tudo o que tinha de atributo positivo na TC foi mantido nas novas máquinas. O que levava o cliente New Holland a comprar uma TC ele vai encontrar lá, só que com melhorias”, define.

    A modificação dos sistemas de limpeza (dupla cascata na TC e tripla cascata na TX), além do duplo rotor separação nas TX, são os principais destaques dessa nova geração de colheitadeiras. O sistema de OPTIFAN, ventilador automático para todos os modelos, também é uma tecnologia a se destacar, assim como os novos côncavos seccionados e o ultramoderno sistema de nivelamento SMARTSIEVE, além do novo desenho e o maior conforto da cabine, que ganhou novos bancos vindos da Alemanha e teve a ergonomia dos controles melhorada. As máquinas ganharam ainda plataforma elétrica e maior capacidade de graneleiro.

    Opinião dos agricultores foi fundamental

    Mas não seria possível chegar a essa evolução sem conhecer a perspectiva dos clientes New Holland, conforme reforça Cláudio Calaça Júnior, diretor de Marketing de Produto da New Holland Agriculture para a América do Sul. Segundo ele, durante visitas em campo as sugestões dos agricultores eram anotadas pelo time de especialistas da marca, bem como as observações dos concessionários e as conversas em feiras agrícolas. “Depois, com uma elaborada clínica que envolveu mais de uma centena de clientes, que nos deram os pilares para desenvolver o projeto, colocamos os primeiros protótipos em campo ainda em 2015. Eles foram testados exaustivamente nos campos de diversas regiões do país, em diferentes culturas e condições, com vários clientes de perfis diferentes”, conta.

    Nos anos seguintes juntaram-se aos dois primeiros protótipos mais quatro máquinas, já bem próximas da versão final. Em 2019, a New Holland colocou 21 unidades do produto final em testes novamente para garantir que as expectativas dos clientes fossem atendidas plenamente. “Foram mais de 40 mil hectares colhidos, com mais de 10 mil horas-máquina e dezenas de pessoas envolvidas. Sempre aos olhos dos nossos clientes”, pontua Carlos Schimidit, especialista em Marketing de Produto da New Holland Agriculture.

    Por isso, a expectativa em torno do novo produto não é pequena. “Queremos trilhar o mesmo caminho de sucesso que a TC traçou até aqui, atendendo as expectativas de nossos clientes e entregando a eles o produto que realmente é adequado para as condições mais difíceis de colheita. Afinal TC é Total Confiança”, conclui Calaça.

    Fonte:  AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

  • Tendência é de alta nos preços para o mercado físico e vendas futuras

    A tendência é alta para os preços da soja, farelo e óleo no Brasil, tanto no mercado disponível, quando para vendas futuras, com forte elevação das cotações em Chicago, após a divulgação do Relatório de Oferta e Demanda dos Estados Unidos (USDA) de outubro/2020 reduzir as projeções de produção e de estoques finais do país na atual safra 2020/2021. As projeções são feitas pela Cogo – Inteligência em Agronegócio.

    Na Bolsa de Chicago, o contrato maio/2021 acumula uma forte alta de 26,1% entre os dias 20/04/2020 e 14/10/2020, sendo negociado no patamar ao redor dos US$ 10,50 por bushel.

    Além da redução da projeção de produção e estoques finais nos EUA em 2021/2022, há um aumento das exportações de soja em grãos dos EUA para a China, prêmio de risco climático embutido nos futuros com a confirmação do fenômeno “La Niña” e chances de ocorrência de estiagens no sul da América do Sul e projeção de importações recordes pela China.

    Veja o relatório completo:http://tempuri.org/tempuri.html

    Fonte: Canal Rural 

  • Lagarta do cartucho “amigável” controla praga

    Uma parceria entre a Oxitec e a Bayer está desenvolvendo uma “lagarta do cartucho amigável” para o controle dessa praga no Brasil. A tecnologia, originalmente desenvolvida na Universidade de Oxford, usa mariposas macho da lagarta-do-cartucho “autolimitadas” para encontrar e acasalar com as fêmeas.

    O resultado desse acasalamento não produz descendentes fêmeas na geração seguinte, o que significa menos lagartas e menos mariposas fêmeas poedeiras. “A liberação dessas mariposas machos autolimitadas também deve oferecer proteção ativa às plantações biotecnológicas e outras ferramentas contra as lagartas da lagarta-do-cartucho, o que significa que essas medidas de proteção permanecem eficazes por mais tempo”, disse Gray Frandsen, CEO da Oxitec.

    “A lagarta-do-cartucho Oxitec Friendly ™ é uma ferramenta de controle segura, não tóxica e específica da espécie que não tem impacto sobre espécies benéficas como abelhas, borboletas e é autolimitante no meio ambiente. Esta colaboração representa nosso esforço coletivo para desenvolver tecnologias seguras, sustentáveis e altamente eficazes para reforçar a capacidade dos agricultores de controlar essas pragas devastadoras”, afirma Frandsen.

    De acordo com ele, a tecnologia Friendly ™ da Oxitec foi testada com sucesso em todo o mundo em vários ensaios de insetos como o mosquito Aedes aegypti, a mosca da fruta do Mediterrâneo e a traça-das-crucíferas e “se provou segura, eficaz e autolimitada”. “O programa de pesquisa da lagarta-do-cartucho opera sob protocolos de administração responsável e sob a observação e aprovação das agências reguladoras do Brasil”, acrescenta.

    “O trabalho está sendo conduzido por uma equipe internacional de cientistas apaixonados na Europa, Brasil e Estados Unidos. A tecnologia da Oxitec representa uma oportunidade para darmos um grande salto em como podemos manejar a lagarta-do-cartucho e outras pragas agrícolas, e a colaboração permitiu que nossa equipe de inovadores de classe mundial trabalhasse com as equipes de pesquisa e desenvolvimento líderes da indústria da Bayer. Estamos orgulhosos dessa colaboração e acreditamos que ela representa o tipo de parceria dinâmica que pode avançar a missão de nossa empresa de proteger vidas e meios de subsistência de insetos que transmitem doenças e destroem plantações”, conclui o CEO da Oxitec.

    Bob Reiter, Líder de Pesquisa e Desenvolvimento da Bayer, acrescenta: “A colaboração entre a Bayer e a Oxitec no desenvolvimento de uma lagarta-do-cartucho “amigável” explora uma nova abordagem promissora para apoiar o manejo integrado de pragas, ajudando os agricultores a controlar pragas destrutivas em um maneira mais sustentável, reduzindo a necessidade de outros insumos”.

    Fonte: Agrolink

  • Já conversou com suas vacas hoje?

    Após meses de comunicação baseada na tecnologia imposta pelo COVID-19, muitos de nós estão perdendo uma voz humana “viva”. Mas não somos os únicos, já que um novo estudo revela que as vacas também preferem o bate-papo cara a cara.

    A pesquisa, publicada na Frontiers in Psychology, descobriu que as vacas ficam realmente mais relaxadas quando um humano vivo fala com elas diretamente do que quando ouvem uma voz gravada por um alto-falante.

    “O gado gosta de acariciar em combinação com a fala mansa”, diz Annika Lange, da Universidade de Medicina Veterinária de Viena, Áustria. “Em contextos científicos, a gravação de uma voz humana falando baixinho pode ser usada para relaxar os animais, porque pode ser difícil repetir as mesmas frases da mesma maneira durante os experimentos”, completa.

     

    Usar uma voz gravada significa que as condições são as mais semelhantes possíveis em cada tentativa, seguindo um conceito conhecido como “padronização”, um importante princípio da experimentação científica. No entanto, a equipe de cientistas queria descobrir se as vacas respondem de maneira diferente ao som das vozes gravadas em comparação com um humano falando diretamente com elas.

    “Nosso estudo sugere que falar ao vivo é mais relaxante para nossos animais do que gravar uma voz humana”, diz Lange. “As interações podem ser menos positivas quando se tornam artificiais por meio da padronização.”

    A equipe trabalhou com um rebanho de 28 cabeças de gado, comparando os benefícios de acariciar os animais enquanto reproduzia uma gravação da voz de um experimentador, ou acariciar enquanto falava diretamente com os animais. Depois de monitorar as respostas dos animais durante os experimentos, eles descobriram que falar ao vivo era a melhor maneira de melhorar o humor de seus amigos bovinos.

    Fonte: Agrolink