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novembro 2020

  • Soja: Chicago começa semana em queda nesta 2ª e monitora melhora do clima na América do Sul

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (30) iniciam a semana operando em queda. As cotações cediam entre 3 e 7 pontos nos contratos mais negociados, por volta de 7h20 (horário de Brasília), levando o janeiro e o março a US$ 11,86 por bushel.

    Mais cedo, o mercado chegou a testar novas altas, porém, vem devolvendo os ganhos em um ajuste de posições típica de final do mês. Ainda assim, o foco sobre o fundamentos continua.

    De acordo com informações da PÁTRIA Agronegócios, já há melhoras significativas para Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com ocorrência de chuvas mais significativas. E para os próximos cinco dias, são esperadas precipitações entre 80 e 120 mm.

    “O mesmo padrão vem sendo projetado para todo norte e nordeste de soja da Argentina, assim como toda a regiã produtora de soja do Paraguai. As boas notícias não param por aí, uma vez que chuvas de mesma intensidade se espalham pelo sul do Mato Grosso do Sul e todo estado de São Paulo”, explica Matheus Pereira, diretor da consultoria.

    Ainda assim, algumas regiões produtoras ainda sofrem com a irregularidade das chuvas e com a ameaça ao potencial produtivo da safra 2020/21.

    Do mesmo modo, o mercado também continua monitorando o comportamento da demanda, especialmente da China, com o programa de exportação americano já bastante comprometido e a soja brasileira se mostrando mais barata para os compradores a partir de fevereiro de 2021.

  • Soja testa ligeiros ganhos na retomada dos negócios em Chicago nesta 6ª feira

    O mercado retomou seus negócios na Bolsa de Chicago e os futuros da soja voltaram do feriado do Dia de Ação de Graças nos EUA operando em campo positivo no início da tarde desta sexta-feira (27). Os principais contratos, por volta de 12h55 (horário de Brasília), subiam entre 5 e 5,75 pontos, levando o janeiro a US$ 11,89 e o março a US$ 11,90 por bushel.

    Os traders seguem focados em questões já conhecidas como o clima ainda irregular na América do Sul – e a chegada de algumas chuvas em regiões que vinham precisando muito de um melhor cenário climático – e também em uma demanda intensa que vem sendo conduzida, especialmente, pelas necessidades crescentes da China.

    Nos números trazidos nesta sexta pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Undidos), as vendas semanais norte-americanas para exportações vieram um pouco mais fracas, mas dentro das expectativas do mercado.

    As vendas semanais de soja norte-americana foram de 768,1 mil toneladas e registraram sua mínima da temporada. O volume é 42% menor do que o registrado na semana passada e e 47% se comparado à média das últimas quatro semanas. A China permanece como principal destino da oleaginosa dos EUA.

    Em todo ano comercial, as vendas de soja do país já somam 51,930,7 milhões de toneladas do total estimado pelo USDA para ser exportado de 59,88 milhões de toneladas. Há um ano, o total acumulado era de pouco mais de 25 milhões de toneladas.

    O mercado também busca manter-se na defensiva frente ao final de semana e às espera de novas notícias que possam vir a movimentar o direcionamento das cotações.

  • Bolsas de Chicago e Nova York não operam nesta 5ª feira com Dia de Ação de Graças nos EUA

    As bolsas de Chicago e Nova York não operam nesta quinta-feira (26) em função do feriado do Dia de Ação de Graças – ou Thanksgiving Day – nos Estados Unidos. Este é o feriado mais importante para o país depois do Natal.

    Os negócios serão retomados nesta sexta-feira (27), mas somente em meio pregão. Da mesma forma, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) também reporta seu novo boletim semanal de vendas para exportação amanhã.

  • Sementes misteriosas contêm pragas que não existem no Brasil

    Sementes não solicitadas que chegaram via Correios na casa de alguns brasileiros contêm diversas pragas – e algumas delas que sequer existem no País. Esse foi o resultado de análise feita pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em, até o momento, 36 amostras encaminhadas.

    De acordo com os testes feitos pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás (LFDA-GO), 47% das amostras já analisadas apresentaram risco fitossanitário ao país. Foi identificada a espécie Myosoton aquaticum, uma praga ausente no Brasil considerada quarentenária, ou que poderia vir a se constituir ameaça à economia agrícola por causar danos fitossanitários e apresentar resistência a herbicidas.

    “Em quatro amostras foram identificadas uma espécie quarentenária ausente – Descurainia sophia – considerada como planta daninha nos Estados Unidos e Canadá, além de planta invasora no México, Japão, Coreia, Chile e Austrália. Já a Myosoton aquaticum é considerada daninha nos campos de trigo da China”, aponta o Mapa.

    Ainda segundo as análises, outras 15 amostras continham gêneros que tem espécies quarentenárias ou espécies com potencial quarentenário: sementes de Cuscuta; de Brassica; de Chenopodium; de Amaranthus; e dos fungos Cladosporium; Alternaria; Fusarium; e Bipolaris.

    “Após análises laboratoriais, pode-se avaliar que a introdução de material propagação (sementes ou mudas), mesmo em pequenas quantidades, sem atender aos requisitos fitossanitários e de qualidade estabelecidos pelo Mapa, coloca em risco a agricultura brasileira”, ressalta o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

    Orientações 

    O Mapa mantém o alerta aos cidadãos brasileiros para que tenham cuidado e não abram encomendas recebidas pelos correios de pacotes de sementes não solicitadas.

    Caso o cidadão venha a receber em casa sementes provenientes do exterior, o Ministério orienta a entrega do material para uma das unidades do Mapa em seu estado  ou órgão estadual de defesa. O pacote não deve ser aberto ou descartado no lixo, a fim de evitar o contato das sementes com solo e prejuízos para as áreas agrícolas e o meio ambiente.

    A orientação também vale para o cidadão que recebeu e plantou as sementes. Neste caso, entre em contato com o Mapa ou o órgão estadual de defesa para agendar o recolhimento do material.

    MAPA
    Autor: MAPA
  • Soja: Mercado opera com estabilidade ajustando posições nesta 4ª em Chicago no pré feriado

    Nesta quarta-feira (25), os preços da soja seguem operando com estabilidade no campo positivo. O mercado parece cauteloso e se ajustando antes do feriado do Dia de Ação de Graças nos EUA, que será comemorado nesta quinta (26), e, por volta de 7h20 (horário de Brasília), os ganhos variavam entre 3,75 e 4,25 pontos. O janeiro tinha US$ 11,95 e o março, US$ 11,97 por bushel.

    A atenção permanece sobre os fundamentos, ainda muito positivos, especialmente as condições de clima na América do Sul e a demanda forte.

    Do mesmo modo, há analistas internacionais apostando em preços alcançando os US$ 15,00 por bushel caso a severidade do La Niña aumente nos próximos meses e ameace ainda mais a oferta sul-americana. Nesta segunda-feira (23), o mercado chegou a testar os US$ 12,00, não conseguiu sustentar-se neste patamar, mas segue próximo dele.

    “É tradicional a semana de Ação de Graças ser uma semana de garantia de lucros e/ou ajuste de posições para que os traders possam curtir o feriado prolongado sem estarem descobertos. Mas, o mercado este ano encontra suporte de compra a qualquer tentativa de liquidação, mesmo em momento de mercado tecnicamente sobrecomprado após tendência altista de cerca de 15 semanas em média”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar e da TradeHelp.

  • “La Niña não é o fim do mundo”, diz meteorologista

    Tem muito produtor de olho nos efeitos da La Niña sobre o clima na agricultura. O fenômeno costuma causar estiagem no Sul, com efeitos já sentidos nas lavouras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e chuvas de forma mais concentrada no Centro-Oeste e Nordeste.

    Durante um evento o meteorologista da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Seapdr), Flávio Varone, abordou o La Niña e os efeitos nos próximos meses. Para ele não há motivos para pânico. As chuvas devem diminuir no Sul nos próximos meses e esse é considerado um episódio costumeiro, especialmente na Metade Sul gaúcha. Os maiores efeitos devem se concentrar no Norte onde, em novembro, ainda tem um percentual bom de chuva, mas no geral ela diminui.

    “Estamos com o La Niña agora, mas também não é tão preocupante assim, não é o fim do mundo. Em anos anteriores, já tivemos o fenômeno. É corriqueiro acontecer”, tranqüilizou. O pesquisador acredita que a diminuição da chuva no Norte e Noroeste do Estado preocupa mais, porque é uma área “extremamente” produtora e pode trazer problema neste final de primavera, até dezembro. “É uma condição que está presente, que a gente tem que ter bastante cuidado neste sentido”, alertou.

    Por outro lado, Varone afirmou que, por enquanto, não há uma previsão de que os meses de janeiro e fevereiro sejam secos como no último verão. “A tendência é que tenhamos uma La Niña se concretizando até meados de janeiro, quando começa a sofrer declínio. No início do outono, as chuvas devem se normalizar. É uma La Niña rápida e fraca”, destaca.

    FONTE: AGROLINK – https://www.agrolink.com.br/noticias/-la-nina-nao-e-o-fim-do-mundo—diz-meteorologista_442395.html

  • Bom estabelecimento da lavoura favorece a produtividade da soja

    Pesquisador da CCGL explica pontos que merecem atenção na semeadura da cultura. O bom estabelecimento da lavoura é indispensável para obtenção de altas produtividades na cultura da soja. Conforme o Pesquisador da CCGL, Tiago Hörbe a lógica está no entendimento de que cada planta é uma unidade de produção da lavoura, de modo que espaços falhos corresponderão a unidades da área sem produção, da mesma forma que plantas próximas umas das outras (duplas) competirão por luz, água e nutrientes, o que consequentemente comprometerá o seu potencial produtivo.

    Tiago explica que nesse sentido destacam-se alguns processos que merecem atenção no momento da semeadura: definição da densidade de plantas adequada a cultivar, época de semeadura e ambiente de produção; velocidade, umidade do solo e profundidade de semeadura adequada; e equidistância entre plantas na linha de semeadura.

    Para mais informações acesse o site e as redes sociais da Rede Técnica Cooperativa (RTC) ou entre em contato com o técnico de sua cooperativa.

  • Reflexos da estiagem gaúcha devem impactar novamente mercado do leite

    Os desafios enfrentados pela cadeia láctea foram debatidos na noite deste dia 18 de novembro no debate sobre Mercado Lácteo, no evento virtual “Agropauta Web Talks”, promovido pela AgroEffective. Participaram o presidente da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul, Delcio Giacomini, o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, o economista da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Tarcísio Minetto, e o presidente do Conseleite/RS e assessor da Farsul, Rodrigo Rizzo.

    Apesar de uma alta no preço do leite ao produtor ao longo do ano, que vem desacelerando neste momento, não houve uma compensação ao menos para os criadores de gado leiteiro do Rio Grande do Sul. A estiagem que assolou o Estado no início do ano e que agora novamente se avizinha ligam o sinal de alerta de toda a cadeia produtiva, especialmente com a falta de alimentação e aumento dos custos já sentidos. Além disso, a questão tributária e as importações também vem pressionando a cadeia.

    Segundo Giacomini, quando se fala insumos, as pequenas e médias indústrias também tem sofrido com a alta dos custos de produção. A pandemia também foi determinante para as empresas, especialmente no início. “Também precisamos trabalhar com margens. Também estamos preocupados com o produtor no campo que produz esse leite. A pandemia atrapalhou nossa margem que já era pouca, mas estamos trabalhando com a conscientização para incentivar o produtor. De que forma incentivar o produtor? Pagando bem. Pois sem o leite do produtor não temos indústria”, ressaltou.

    Tang reforçou que o produtor já veio de uma estiagem anterior e que agora deve amargar um novo cenário de prejuízos. Para sobreviver a estas adversidades, o dirigente reforçou que é preciso que haja uma margem de lucro para planejamento. “Sem comida não tem como a vaca ficar viva imagina produzir leite. O leite é uma atividade de médio e longo prazo. O produtor já se profissionalizou. O produtor que não defende qualidade e sanidade como pré-requisitos, estará fora do mercado. Só que ele tem que ter o mínimo lucro. Por mais que a gente ame nossa atividade, ele não pode trabalhar com uma margem mínima de lucro. E tem muito produtor que está trabalhando no vermelho há muito tempo”, ponderou.

    Já Minetto explanou que o mercado é preocupante no sentido de que em algumas regiões produtores já consolidam expressivas perdas no milho, o que deverá dificultar o acesso à ração. “Pelo cenário, houve um momento interessante até o final de setembro e depois os preços começaram a sinalizar uma tendência de queda. Ainda por cima esta estiagem deixa o cenário complexo. Em algumas regiões do Noroeste gaúcho já temos perdas de 70% a 80% e esse milho não pode nem ser aproveitado para a ração animal. E já vinha uma composição fraca de alimentação com a silagem desde a safra passada e agora se agrava”, destaca.

    Rizzo lembrou a pandemia também impactou no aumento de custos de produção ao produtor, fato já consolidado, mas que o produtor deve ter o ensinamento de administrar o futuro com as informações para ter um planejamento na propriedade. Analisou também que, em relação à estiagem, se o alimento não chegar para os animais, a conversão para o leite ficará mais difícil. “Todas estas dificuldades, em termos das nossas pastagens e também do milho e da soja que complementam a alimentação dos animais, se agravam com a seca. Se não tivermos milho ou soja para oferecer aos nossos animais viveremos dentro de um quadro complicado”, frisou.

    Fonte:

    AgroEffective

  • Após máxima em 6 anos, preços da soja recuam em Chicago nesta 5ª feira

    A manhã de quinta-feira (19) é de baixas para os preços da soja na Bolsa de Chicago. As cotações recuam pela primeira vez em uma semana após fortes e consecutivas altas e, por volta de 7h55 (horário de Brasília), as perdas variavam entre 9,75 e 10,25 pontos nos contratos mais negociados. Assim, o janeiro tinha US$ 11,65 e o março, US$ 11,64 por bushel.

    O mercado se ajusta após marcar suas máximas em seis anos na CBOT, motivadas essencialmente pela força da demanda pela soja norte-americana e pelas preocupações com a nova safra da América do Sul. Somente neste ano, as cotações da commodity já acumulam uma alta de mais de 20%.

    Apesar do recuo, os preços ainda permanecem muito elevados e os traders continuam a monitorar, principalmente, as condições climáticas no Brasil e na Argentina. As chuvas que chegam a ambos os países ainda são irregulares e mal distribuídas, em alguns pontos com baixos volumes e insuficientes para reverter o estresse hídrico.

    E no paralelo, a China segue fazendo boas compras nos EUA, onde os estoques finais são estimados como um dos menores da história.

    Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:

    + Clima na América do Sul vai ditar ritmo de compra e venda da soja e o tempo que deve levar para patamar dos U$12 se consolidar

    Por:

    Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja

    Fonte:

    Notícias Agrícolas

  • Sul toma medidas contra estiagem

    A estiagem tem causado sérios problemas para a agricultura e abastecimento de água nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os catarinenses das regiões Oeste, Extremo-Oeste e Meio-Oeste são os mais atingidos. Segundo a Epagri/Ciram o déficit hídrico no ano alcança 801,9mm, 711mm e 895,9mm, respectivamente. A estiagem vem desde junho de 2019 e é a maior desde 2005.

    As previsões não são animadoras e indicam chuvas abaixo da média até janeiro. Os prejuízos na agricultura já são sentidos. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) mais de 110 aviários de uma agroindústria estão parados no Oeste e o restante está contratando caminhões-pipa para puxar água. A safra de milho já tem perdas de zero a 100% e a soja plantada está aguardando umidade para germinar. Além disso há perdas em pastagens que impactam gado leiteiro e no tabaco. Fumicultores do Extremo Oeste já acumulam perdas de -14,16%, no Oeste as perdas são de 7,94% e no Meio Oeste chegam a 6,05%.

    No Rio Grande do Sul também cresce o numero de municípios em emergência. Segundo a Emater-RS os produtores já esperam prejuízos na cultura do milho, de soja e de feijão. O milho, tanto grão como silagem, registra perdas irreversíveis e já consolidadas, em especial na faixa entre as regiões Noroeste para a Nordeste do Estado, onde a cultura foi primeiro implantada. No caso da soja, que segue em implantação no RS, é grande a ansiedade e a tensão por parte dos produtores em função da falta de chuvas.

    Medidas de socorro

    Santa Catarina já havia anunciado R$ 15 milhões para o apoio a agricultores no combate a estiagem. Nesta segunda-feira (16) o estado anunciou R$ 3 milhões para compra de reservatórios e investindo no transporte de água. Os recursos são da Alesc. A governadora Daniela Reinehr (sem partido) pleiteia recursos federais para auxiliar o setor.

    No Rio Grande do Sul representantes de várias entidades estiveram reunidas para discutir alternativas para combater a estiagem. A ideia é solicitar medidas para mitigar o problema. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ernani Polo (PP) informou que conversou com o governador Eduardo Leite (PSDB) e o secretário da Agricultura, Covatti Filho, na semana passada, para que o governo estadual estude a possibilidade de desonerar equipamentos utilizados na irrigação de lavouras. Outra recomendação é reduzir tributos sobre os combustíveis nas localidades onde se faz uso desses produtos por causa da ausência de energia elétrica. O objetivo é reduzir custos e viabilizar a ampliação da irrigação neste momento de crise no campo.

    Outra medida que será solicitada à instituições financeiras é a liberação para produtores utilizarem o que resta de massa verde do milho para a alimentação do gado, mesmo sendo de baixa qualidade, uma vez que, a falta de chuva prejudica o crescimento das pastagens para a pecuária de corte e de leite. Também deve ser solicitado ao governo do Estado que forneça sementes de forrageiras e de milho para os produtores afetados pela falta de chuvas, por meio do Programa Troca-Troca.

    Também estarão na pauta da Assembleia Legislativa e das entidades do agro a desburocratização para facilitar a armazenagem de água e o incentivo ao avanço da energia elétrica no campo, por meio das pequenas centrais hidrelétricas nas propriedades rurais.

    Fonte: Agrolink