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dezembro 2020

  • Por dentro da safra: três meses depois, a conclusão da colheita

    Segunda-feira, 28 de dezembro, exatos três meses depois de termos iniciado a colheita de tabaco em nossa propriedade, concluímos a retirada das folhas desta safra, como mostro na foto abaixo. E entre hoje e amanhã será a vez de finalizarmos a colheita nas lavouras dos meus pais, seu Aloísio e dona Rosa. Com isso, teremos colocado ponto final nas tarefas junto à plantação, e as próximas etapas do ciclo 2020/21 serão as de classificação e preparo do produto para a comercialização, já ao longo do novo ano. Foi uma safra em que enfrentamos granizo na época de plantio, geada forte quando as plantas estavam se desenvolvendo e até uma ameaça de estiagem na época do crescimento da plantação. Mas a colheita se encerra bem, e acreditamos que com produto de boa qualidade.

    Hora de cuidar de várias outras tarefas

    Se a colheita do tabaco está finalizada, isso não significa, de maneira alguma, que as tarefas acabaram ou que há menos trabalho pela frente. A gente até não vai precisar saltar tão cedo da cama, como fizemos ontem, por exemplo, quando o dia começou para nós às quatro da manhã. Foi só o tempo de tomar um chimarrão, depois tomar café e seguir para a lavoura enquanto o sol ainda não estava tão forte. Ali pelas dez, dez e meia, já foi a hora de encerrar o trabalho na lavoura, porque o calor ficou muito intenso. Com o tabaco colhido, agora é o momento de organizar a propriedade, preparar o plantio direto e cuidar das demais culturas, as de grãos e as de subsistência. Até porque dentro de cinco meses já estaremos fazendo a semeadura dos canteiros, prevendo a próxima safra.

    Em outras regiões, a safra está começando

    O tabaco é mesmo uma cultura incrível. Em toda a região Sul, praticamente o ano todo, nos 12 meses, há produto na lavoura, com a safra se iniciando numa região e sendo concluída em outra. Se por aqui estamos encerrando a colheita, é bem diferente a situação na propriedade de Daniel y Castro Camillo, 41 anos, em Vila Serrinha Velha, distrito do município de Segredo (foto acima). Em família, ele atua ao lado da esposa Inajara, do irmão Jordão com sua esposa Loreni, e do pai, Benno Camillo, a quem pertence a propriedade. Por lá, recém estão fazendo o desponte e começaram a colheita. Ou seja, há quase toda a atividade pela frente naquela região.

  • Leite subiu 29% em relação a dezembro de 2019

    O último boletim do Centro de Inteligência do Leite, elaborado pela Embrapa Gado de Leite, mostra que os preços do leite UHT e do queijo muçarela no atacado começaram dezembro com valorizações sobre a média do mês de novembro. Mas, já antes do Natal, os preços já começaram a perder forças. Em relação a novembro os valores foram 3% maiores. No dia 20 de novembro o litro estava em R$ 3,12 e em 18 de dezembro em R$ 3,21. Os valores se referem ao atacado paulista. Já em relação a dezembro do ano passado a alta é de 29%. No mesmo mês de 2019 o litro estava em R$ 2,48.

    O leite em pó variou 39% em relação a dezembro do ano passado e a muçarela 41%. O cenário de queda em dezembro também afetou o leite spot, que após duas fortes valorizações, recuou R$0,35 por litro nas negociações referentes à segunda quinzena de dezembro. No mercado mineiro o leite é cotado em R$ 2,05, enquanto no começo do mês estava em R$ 2,40.

    Segundo a publicação alguns fatores contribuem para esse cenário. As importações seguem elevadas, enquanto o consumo dá sinais de enfraquecimento, inclusive com queda de preços ao consumidor. No caso do muçarela verifica-se inclusive um incremento nos estoques industriais.

    Grãos com preço menor

    Após meses de grande valorização, os preços do milho e do farelo de soja tiveram pequeno recuo em dezembro. As cotações fecharam a sexta-feira (18/12) abaixo das médias de novembro, sendo estas quedas de 8% para o milho e de 7% para o farelo.

    A valorização do real frente ao dólar, a melhoria do clima em dezembro e uma maior oferta por parte dos produtores, se preparando para receber a safra de soja, contribuíram para esse cenário de baixa. Apesar destes recuos, os valores atuais ainda estão bem maiores em relação ao mesmo período de 2019.

    No ano o milho valorizou 54%, com a saca de 60 kg saindo de R$ 48,16 em dezembro de 2019 para R$ 74,22 em dezembro de 2020. Já a tonelada de farelo de soja partiu de R$ 1.453 em dezembro do ano passado para R$ 2.732 neste mês. A valorização do farelo foi de 88%.

    Leite ao produtor deve subir

    O boletim também traz a projeção dos Conseleites de Minas Gerais e Rio Grande do Sul para os preços praticados em janeiro de 2021. Os preços devem aumentar no leite entregue referente a dezembro de 2020. As altas ficaram próximas 3%.

    Segundo os órgãos esses resultados refletem o movimento de valorização de preços no atacado e no mercado Spot na primeira quinzena do mês corrente.

  • ALERTA: Reviravolta no clima em Janeiro

    As condições climáticas serão adversas para o desenvolvimento das lavouras em boa parte do Brasil, alerta a meteorologista Amanda Balbino Cardozo, colaboradora da Meteored. “Mesmo com a presença do fenômeno La Niña, a tendência é de que as chuvas se concentram em parte da Região Sul”, destaca a especialista.

    De acordo com Amanda Balbino, as previsões do tempo para o País indicam que no próximo mês de Janeiro de 2021 haverá uma reversão de expectativas: “Ao contrário do esperado com o [fenômeno climático] La Niña, haverá um aumento das chuvas na Região Sul. Logo, espera-se um mês mais quente e seco nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Os acumulados ficam abaixo da média nas regiões do MATOPIBA, norte do Mato Grosso, em Goiás e em parte de Minas Gerais”.

    Por outro lado, explica a meteorologista colaboradora da Meteored, na região Sul as condições serão mais favoráveis, com uma frequência maior de chuvas, principalmente no norte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. “Já para o Paraná, as condições são semelhantes às previstas para a Região Sudeste, com acumulados abaixo da média”, aponta Amanda Balbino.

    “O Verão começou e o fenômeno La Niña irá persistir durante toda a Estação. No entanto, devido as suas oscilações, os efeitos serão sentidos na parte Norte do Brasil. O problema é que a falta da chuva, com o aumento da temperatura, pode provocar problemas para o desenvolvimento das culturas nas áreas agrícolas de todo [a faixa territorial] do Brasil central. Os acumulados podem ficar bem abaixo da média”, conclui.

    FONTE: AGROLINK

  • Semana será de chuva fraca no RS

    Choveu pouco sobre o Rio Grande do Sul nos últimos sete dias. Somente no Noroeste do Estado, região de Santa Rosa, choveu mais intensamente, com acumulado de 50 milímetros. Por consequência, a umidade do solo diminui e fica abaixo do ideal (60%) em boa parte da região Central e no Extremo Sul do RS.

    Mais uma semana com chuva abaixo da média no Estado. O acumulado não alcança os 20mm na maior parte do RS e a tendência é de diminuição da umidade do solo em pelo menos dez pontos percentuais no Centro, Oeste e Sul do Rio Grande do Sul.

    Na semana que vem, a chuva se intensifica sobre o Rio Grande do Sul, mas nada excepcional. Estima-se algo entre 20mm e 50mm sobre a Metade Norte do Estado. Na fronteira com o Uruguai, choverá menos de 20mm. A temperatura permanecerá elevada neste início de semana, mas declinará a partir da quinta-feira com o avanço de uma massa de ar frio. O calor retornará no decorrer da semana que vem para todo o Estado.

  • Seminário virtual aborda mormo equino

    Entre os dias 17 e 18 de dezembro a Embrapa e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, realizaram o Seminário Mormo em Discussão: uma visão sanitária e científica. O evento contou com palestras de pesquisadores e técnicos do Brasil e exterior.

    O Seminário teve como objetivo divulgar a importância do conhecimento sanitário e científico como base para a discussão dos avanços na política pública de controle, prevenção e erradicação do Mormo no País.

    Conforme a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, Emanuelle Baldo Gaspar, que participou do evento como moderadora, o Mormo foi abordado sob diversas óticas, como a padronização de diagnóstico, dificuldade de isolamento da bactéria, estudo dos impactos econômicos do Programa Nacional de Sanidade Equina, zoonose, etc. “Foi um evento bem abrangente, com espaço para interação entre os palestrantes e o público”, destacou

    O seminário foi realizado de forma totalmente virtual, através do canal no YouTube da SUASA (https://www.youtube.com/channel/UCnOPgH-a1Zba81ICkx5cy5Q).

    Durante o evento foi realizado o lançamento oficial do curso EAD para médicos veterinários habilitados para o PNSE, disponível na plataforma AVA e o lançamento oficial da Rede de Colaboração técnico-científica para o contínuo aperfeiçoamento do diagnóstico.

  • Boas expectativas para safra de melancia do RS

    Está em fase de colheita a safra de melancia no Rio Grande do Sul e a área ocupada com o plantio da fruta chega a  11 mil hectares.

    De acordo com os dados divulgados pela Emater/RS-Ascar, a expectativa é de que sejam colhidas 250 mil toneladas de melancia em todo Estado. A safra, apesar da estiagem e da concorrência com outras regiões produtoras, está com boa expectativa de mercado. A fruta está com aparência e sabor muito bons e o mercado pagando bom preço ao produtor, neste momento,  comenta o extensionista da Emater/RS-Ascar, Luís Bohn. “Estima-se que até 85% da produção gaúcha seja vendida para outros Estados”.

    No RS a venda ocorre no comércio local e os maiores produtores são Encruzilhada do Sul, Triunfo, São Jerônimo, Cacequi, São Francisco de Assis, Rio Pardo, Arroio dos Ratos, Rosário do Sul, Arroio Grande e Amaral Ferrador. O preço médio recebido pelos produtores, no momento, varia de R$ 0,50 a R$ 1,00 por quilo. “A média é de R$ 0,70 mas com tendência a cair em função do volume da safra que começa a se ampliar com a colheita”, avalia Bohn.

  • Verão: Inmet mantém probabilidade de 90% para La Niña e divulga previsão para todas regiões

    O Verão no Hemisfério Sul começou oficialmente às 7h02 (horário de Brasília) desta segunda-feira (21), tornando os dias mais longos que as noites e com mudanças rápidas nas condições de tempo, ou seja: chuva forte, queda de granizo, vento com intensidade variando de moderada à forte e descargas elétricas.

    Em prognóstico divulgado especialmente para o verão, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) segue afirmando que a maioria dos modelos, gerados pelos principais centros internacionais de meteorologia, mantém a indicação de uma probabilidade superior a 90% de que se mantenha o La Niña durante o verão. “E com probabilidades significativas da chegada de uma fase neutra durante o outono no hemisfério sul”, afirmou a publicação.

    La Niña - Inmet - 2112

    O primeiro dia do verão será marcado por instabilidade em quase todo o Brasil, segundo o modelo Cosmo do Inmet. As previsões indicam condição de chuvas com maiores volumes no Centro-Oeste e Matopiba nas próximas 24 horas, com precipitação entre 20 e 30 mm na área.

    O modelo mostra ainda que chuvas mais intensas poderão ser registrados no norte de Goiás, com acumulado entre 40 e 60 mm. Na parte Sudeste, seguem mantidas as condições de chuvas em toda área, com os volumes mais previstos no Espírito Santo – entre 20 e 30 mm. Em Minas Gerais poderão ser registradas chuvas de até 30 mm.

    Para a região sul, apenas o Rio Grande do Sul deve permanecer com tempo seco. Santa Catarina e Paraná têm previsão de chuvas com volumes baixos durante toda a segunda-feira.

    Veja o mapa de previsão de precipitação para as próximas 93 horas: 

    93 horas - Inmet - 2112
    Fonte: Inmet 

    Perspectivas climáticas para janeiro-fevereiro-março/2021 

    Região Norte 

     Para essa região, os modelos indicam que o período deve ter acumulado de chuvas acima da média na maior parte do seu território. Contudo, há possibilidade de localidades com chuvas abaixo da média, principalmente no sul dos estados do Amazonas, Pará e Tocantins.

    Região Nordeste

    Na Região Nordeste, a previsão do modelo estatístico do Inmet para o verão indica o predomínio de áreas com maior probabilidade de chuvas acima da média na faixa norte próxima ao litoral do Maranhão ao Rio Grande do Norte. Nas demais áreas, predomínio de desvio de chuva abaixo da média durante a estação. Nas áreas com chuvas abaixo da média, as temperaturas devem ficar mais elevadas.

    Região Centro-Oeste

    A previsão para o verão indica alta probabilidade das chuvas ocorrerem de normal a ligeiramente acima em grande parte da Região Centro-Oeste, exceto no sul do Mato Grosso do Sul e localidades de Goiás, onde as chuvas serão mais próximas à média ou ligeiramente abaixo. As temperaturas serão dentro da faixa normal ou acima da média em praticamente toda a região.

    Região Sudeste

    A previsão para os próximos três meses, para a Região Sudeste é de chuvas variando de normal a ligeiramente acima da faixa normal em grande de São Paulo. Nos demais estados, as maiores probabilidades são de acumulados abaixo da média, porém, no Rio de Janeiro extremo sul de Minas Gerais, podem ocorrer chuvas dentro da faixa normal do período. A ocorrência de tempestades é normal durante o verão na Região Sudeste e não estão descartadas. De modo geral, o modelo climático do Inmet indica que as temperaturas devem ficar acima da média durante o verão na Região Sudeste.

    Região Sul

    Com a previsão de persistência do fenômeno La Niña durante o verão, o modelo estatístico do Inmet indica a possibilidade de chuvas abaixo da média, no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sul do Paraná. Nas demais áreas, as chuvas devem variar dentro da faixa normal ou ligeiramente acima. As temperaturas devem ficar acima da média em praticamente toda a região.

    Inmet - três meses - 2112

  • Plantio de soja avança para 93% da área no RS; chuvas favorecem lavouras

    O plantio da soja alcançou 93% da área prevista para o Rio Grande do Sul em 2020/21, de mais de 6 milhões de hectares, após um atraso inicial decorrente da seca.

    O desenvolvimento agora foi favorecido pelas precipitações ocorridas na última semana, “apesar de volumes e intensidades variadas nas diversas regiões produtoras do Estado”, disse a Emater em nota nesta quarta-feira.

    O Estado é o terceiro produtor de soja do Brasil, atrás de Mato Grosso e Paraná.

    No milho, as chuvas na maioria das regiões do Estado também colaboraram com o avanço dos plantios, que já alcançam 90% da área, além de contribuírem para a melhoria do desenvolvimento dos cultivos.

    Segundo a Emater, 29% das lavouras de milho implantadas estão em germinação e desenvolvimento vegetativo, 18% estão em floração, 35% em enchimento de grãos, 14% em maturação e 4% já foram colhidas.

    Apesar de esparsas e com volumes variados, as precipitações ainda contribuíram para a reposição dos mananciais hídricos e o desenvolvimento dos cultivos de arroz, que estão 94% em germinação e desenvolvimento vegetativo e 6% em floração, segundo a Emater.

  • Previsão do tempo no RS: terça-feira será de sol em todo o Estado

    O verão começou às 7h02min desta segunda-feira (21), e o primeiro dia da nova estação foi de sol e tempo firme em todo o Rio Grande do Sul. No entanto, com o vento soprando do quadrante sul (e trazendo ar frio das zonas polares), as temperaturas não subiram de maneira muito significativa. A máxima do dia no Estado foi apontada em Santa Rosa, no noroeste gaúcho: 29,3°C. Em Porto Alegre, os termômetros oscilaram de 18,9°C a 27,5°C.

    Nesta terça-feira (22), o cenário não muda: tempo firme e presença de sol em todo o Estado. De acordo com a Somar Meteorologia, a massa de ar seco que atua sobre o território gaúcho inibe a formação de nuvens carregadas, deixando o tempo estável em todas as áreas.

    A menor temperatura do dia no RS, 8°C, está prevista para Fontoura Xavier, no norte gaúcho. A maior, 33°C, deve ser apontada em Vale Real, no Vale do Caí. Na Capital, a variação térmica fica entre 15°C e 28°C.

    Na quarta-feira (23), mais um dia de tempo firme e céu aberto em todo o Rio Grande do Sul. As temperaturas seguem em elevação, com máxima de 37°C esperada em Porto Xavier, na região noroeste do Estado. Em Porto Alegre, mínima de 16°C e máxima de 29°C.

    Veja, abaixo, como deve ficar o tempo na sua região: 


    Região Metropolitana: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Sapucaia do Sul, os termômetros variam entre 14°C e 31°C.

    Serra gaúcha: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Veranópolis, os termômetros variam entre 11°C e 29°C.

    Litoral Norte: a terça-feira (22) terá tempo firme, com sol entre poucas nuvens. Em Capão da Canoa, os termômetros variam entre 18°C e 27°C.

    Litoral Sul: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Rio Grande, os termômetros variam entre 17°C e 23°C.

    Região Norte: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Erechim, os termômetros variam entre 10°C e 28°C.

    Região Noroeste: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Santa Rosa, os termômetros variam entre 14°C e 30°C.

    Região Sul: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Camaquã, os termômetros variam entre 14°C e 27°C.

    Região Central: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Santa Maria, os termômetros variam entre 13°C e 28°C.

    Campanha gaúcha: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Caçapava do Sul, os termômetros variam entre 12°C e 29°C.

    Fronteira Oeste: a terça-feira (22) terá tempo firme e ensolarado. Em Uruguaiana, os termômetros variam entre 15°C e 30°C.

    Veja como deve ficar o tempo em algumas cidades nesta terça-feira (22) :

    Capital: tempo firme e ensolarado. Mínima de 15°C e máxima de 28°C.
    Pelotas: tempo firme e ensolarado. Mínima de 14°C e máxima de 24°C.
    Caxias do Sul: tempo firme e ensolarado. Mínima de 12°C e máxima de 27°C.
    Santa Maria: tempo firme e ensolarado. Mínima de 13°C e máxima de 28°C.
    Santa Rosa: tempo firme e ensolarado. Mínima de 14°C e máxima de 30°C.
    Erechim: tempo firme e ensolarado. Mínima de 10°C e máxima de 28°C.
    Uruguaiana: tempo firme e ensolarado. Mínima de 15°C e máxima de 30°C.
    Torres: tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 17°C e máxima de 26°C.
    Rio Grande: tempo firme e ensolarado. Mínima de 17°C e máxima de 23°C.
    Mostardas: tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 19°C e máxima de 23°C.
    Passo Fundo: tempo firme e ensolarado. Mínima de 10°C e máxima de 26°C.
    Bagé: tempo firme e ensolarado. Mínima de 11°C e máxima de 26°C.
    Tramandaí: tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 17°C e máxima de 26°C.
    Xangri-Lá: tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 16°C e máxima de 26°C.
    Capão da Canoa: tempo aberto e com poucas nuvens. Mínima de 16°C e máxima de 26°C.
    São Borja: tempo firme e ensolarado. Mínima de 15°C e máxima de 31°C.

     

  • Chegou o verão

    O verão começou hoje às 07h02 (horário de Brasília) e termina no dia 20 de março de 2021 às 06h02. O período é caracterizado pela elevação da temperatura em todo o país em função da posição relativa do Sol mais ao sul, tornando os dias mais longos que as noites e com mudanças rápidas nas condições de tempo, como chuva forte, queda de granizo, vento com diferentes intensidades (moderada a forte) e descargas elétricas.

    Nessa estação, as chuvas são frequentes em praticamente todo o país, com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul, nordeste de Roraima e leste do Nordeste, onde geralmente os totais de chuvas são inferiores a 400 mm, segundo o Prognóstico Climático de Verão, divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas neste período são ocasionadas principalmente pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto que no norte das regiões Nordeste e Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é o principal sistema responsável pela ocorrência de chuvas.

    Em média, os maiores volumes de precipitação podem ser observados nas regiões Norte e Centro-Oeste, com totais na faixa entre 700 e 1100 mm.

    Devido às suas características climáticas, com grandes volumes de precipitação, o verão no Brasil tem grande importância para atividades econômicas como a agropecuária, a geração de energia, por meio das hidrelétricas, e para a reposição hídrica e manutenção dos reservatórios de abastecimento de água em níveis satisfatórios.

    La Niña

    De acordo com o prognóstico, a maioria dos modelos de previsão “indicam uma probabilidade superior a 90% de que se mantenha o fenômeno de La Niña durante o verão, e com probabilidades significativas da chegada de uma fase neutra durante o outono no Hemisfério Sul”.

    O fenômeno é identificado pelo resfriamento anômalo da temperatura da superfície do mar de áreas específicas do Oceano Pacífico Equatorial.

    >> Veja aqui o Prognóstico Climático de Verão.

    O Rio Grande do Sul terá uma semana de Natal com temperatura baixa para esta época do ano, inclusive com frio abaixo de 10ºC durante a madrugada em algumas regiões. Este período de temperatura baixa na primeira semana do verão se dará em consequência de ar mais frio e seco impulsionado por um ciclone na costa da Argentina.

    A temperatura se eleva na segunda metade da semana no Rio Grande do Sul, afinal nesta época do ano é comum que os pulsos de ar frio influenciem o tempo por curto período. Este aquecimento, entretanto, não deve ser generalizado, segundo dados divulgados pela MetSul Meterologia.

    Segundo as previsões de diversos institutos metereológicos, Júlio de Castilhos na região central do Rio Grande do Sul, terá a semana inteira de sol e sem chuva. As temperaturas irão variar entre segunda e sexta-feira de 12ºC e 30ºC.

    Informações à imprensa Portal Brasil
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    MetSul