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Cotações do milho operam em campo misto na B3 nesta 3ªfeira

Os preços futuros do milho passaram a operar em campo misto na Bolsa Brasileira (B3) nesta terça-feira (19). As principais cotações registravam movimentações entre 0,40% negativo e 0,71% positivo por volta das 11h43 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à R$ 88,80, com queda de 0,40%, o maio/21 valeu R$ 85,03 com perda de 0,37%, o julho/21 era negociado por R$ 78,50 com alta de 0,71% e o setembro/21 tinha valor de R$ 76,25 com elevação de 0,46%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, a estabilidade está presente para o preço do milho no Brasil. “A alta vertiginosa das últimas semanas afastou os compradores, que, com a manutenção das cotações na casa dos R$ 84,50/sc, se mantêm distantes de novas compras. A oferta escassa dificulta a desvalorização do cereal no Brasil”.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro perderam força na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,75 e 4,50 pontos por volta das 11h32 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,29 com baixa de 1,75 pontos, o maio/21 valia US$ 5,32 com queda de 2,75 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,28 com perda de 3,25 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,81 com desvalorização de 4,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho sentiram uma rodada de realização de lucros. Porém, as perdas foram limitadas por um volume recorde de importações chinesas de milho dos Estados Unidos em 2020.

“Os relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) da última terça-feira reacenderam uma corrida de alta no mercado de milho depois que uma safra de milho americana menor do que a esperada em 2020 reduziu os estoques para a menor margem desde o ano comercial de 2013/14. A notícia, somada às preocupações com a quebra de safras no Brasil e na Argentina, aumentou o interesse dos compradores no mercado de milho”, explica a analista Jacqueline Holland.

Fonte: Notícias Agrícolas.