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9 de fevereiro de 2021

  • Importância da vacinação dos equinos contra Influenza e Tétano

    A Syntec do Brasil, empresa nacional de produtos de excelência para saúde animal, anuncia sua entrada no desafiador e importante segmento de vacinas. Este investimento fortalece o seu portfólio, que passa a contar com soluções ainda mais completas, inovadoras e eficazes para os médicos veterinários, proprietários e criadores de bovinos, equinos e pequenos animais.

    “Na contramão do mercado, a Syntec torna-se uma das poucas indústrias veterinárias 100% brasileiras a ingressar em um segmento extremamente relevante, difícil e especializado. É realmente um orgulho fazer parte do restrito grupo de indústrias veterinárias que atuam na prevenção de doenças animais”, destaca Sérgio Takano, diretor executivo da Syntec.

    Get-Vacina, contra influenza equina e tétano, representa o primeiro lançamento da Syntec no segmento de biológicos. A novidade tem tecnologia nacional e foi desenvolvida para proporcionar segurança, eficácia e bem-estar animal.

    A primeira vacina da Syntec é composta por vírus inativado de influenza e toxóide tetânico é aprovada para uso em equinos de todas as idades: potros após a desmama, animais adultos e éguas prenhas (com orientação do médico veterinário).

    “Get-Vacina proporciona imunogenicidade (capacidade de desencadear resposta imune a partir da formação de anticorpos) e antigenicidade (capacidade de interagir com anticorpos), confirmadas em estudo na espécie alvo, importante diferencial do produto”, destaca Fernando Santos, gerente nacional de vendas da Unidade de Negócios Bovinos e Equinos da Syntec.

    “Várias outras novidades estão programadas – incluindo novas vacinas –, reforçando o nosso compromisso de colocar modernas tecnologias que efetivamente transformem a prática diária dos profissionais e a qualidade de vida dos animais”, reforça o diretor executivo Sergio Takano.

    Alto prejuízo econômico – Influenza e tétano estão entre as mais importantes enfermidades, responsáveis por prejuízos importantes no mercado equestre. “A Influenza Equina é muito contagiosa, podendo ser fatal, principalmente em animais jovens. A prevenção é a única forma de proteção dos animais uma vez que a contaminação é feita por contato direto entre animais infectados e ambientes contaminados”, ressalta Takano.

    Igualmente preocupante, o tétano é causado pela toxina da bactéria Clostridium tetani, também presente no ambiente. A taxa de mortalidade dos animais contaminados é alta, o que faz da vacinação um importante aliado para proteger os animais.

  • RS: safra de camarão do Rio Tramandaí começa dia 15

    A temporada de pesca de camarão na Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí, no estado do Rio Grande do Sul, será entre 15 de fevereiro e 21 de junho de 2021. As datas foram estabelecidas na Portaria nº 35, da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAP/Mapa), publicada nesta segunda-feira (8) no Diário Oficial da União.

    A pesca de camarão na Bacia é uma das atividades de elevada importância socioeconômica, movimentando a economia local, por meio da geração de renda e emprego na cadeia produtiva desse produto.

    A definição foi feita atendendo aos aspectos econômico, social e ambiental da atividade, uma vez que se embasou por meio do defeso monitorado, o que significa que a pesca do camarão nessa região é liberada apenas quando o crustáceo chega ao tamanho mínimo de captura definido em legislação, 90 milímetros. Isso se deve às variantes que os organismos aquáticos são submetidos, como temperatura e salinidade da água que influenciam diretamente em seu crescimento e área de ocorrência.

    A medida foi subsidiada cientificamente pelo Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), com o apoio do Sindicato de Pesca de Tramandaí, que tem expertise para discussão técnica local, com especialistas na pesquisa das espécies.

    A coordenadora de Ordenamento e Desenvolvimento da Pesca Marinha da SAP, Sandra Silvestre, explica que anteriormente o período de defeso do camarão era definido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Porém, devido às novas atribuições do Instituto e da SAP, agora a Secretaria  é a responsável por definir as regras de gestão da atividade de pesca no país.

    “A gestão da pesca passa por um processo de revisão de seus períodos de atividade e defesos ‘proibição de captura’, com total atenção às espécies que são impactadas pelas questões climáticas, a exemplo dos camarões, buscando a sustentabilidade socioeconômica e biológica dos recursos. Dessa forma, a medida atende a sociedade e o meio ambiente”, ressalta a coordenadora.