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abril 2021

  • ANÁLISE DO SOLO: O EXAME DA LAVOURA

    Laboratório de Análise da CCGL auxilia na produtividade e rentabilidade do produtor

    A análise de solo é o fundamental para o diagnóstico da lavoura. É instrumento essencial para identificar a qualidade da área de cultivo. Para auxiliar o produtor com decisões mais assertivas e aumento da produtividade, o Laboratório de Análise de Solos da CCGL oferece um amplo e moderno serviço, com resultados precisos, em conformidade com métodos oficiais.

    Conforme a Responsável Técnica do Laboratório, Aline Pegoraro, o local possuí uma estrutura capacitada, que foi projetada pensando na rastreabilidade do processo analítico por meio de um sistema informatizado, em que o cliente acompanha as etapas em tempo real e no conforto de sua casa. – Os resultados são emitidos com laudo e assinatura digital com a metodologia oficial da Rede Oficial de Laboratórios de Análise de Solo (Rolas), ofertando o selo com conceito A em exatidão – ressalta Aline.

    Para o Gerente de pesquisas da CCGL – Geomar Corassa, a análise de solo deve ser entendida como base do processo produtivo, pois é o exame da lavoura. – Por meio da análise química, o produtor pode diagnosticar de forma precisa a necessidade de uso de corretivos e fertilizantes, o que permite um melhor planejamento das intervenções e um uso mais eficiente dos insumos, reduzindo tempo, recursos e aumentado a lucratividade da lavoura – explica Geomar.

    O laboratório realiza análises químicas de solo (macro e micronutrientes) e análises granulométricas (física). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp (55) 3321.9449, e-mail [email protected] ou junto a sua cooperativa.

    Texto e Foto: ASCOM CCGL

  • COLHEITA DA SOJA CHEGA A 91% NO BRASIL.

    A colheita dos 38,6 milhões de hectares de soja semeados no Brasil está em 91%, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. Isso ainda representa um leve atraso se comparado ao volume colhido em 2019/2020 e a média histórica. Ao todo, 3 estados já terminaram os trabalhos e outros três estão com 99%.

    Na safra 2019/2020 o ritmo de colheita até o dia 23 de abril era de 94,3% e na média dos últimos 5 anos o ritmo é de 93,3%.

    Por enquanto apenas três estados terminaram a colheita da soja, e isso aconteceu na semana passada: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

    Outros três estão com 99% e devem terminar ainda esta semana, caso o clima colabore: Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

    O Rio Grande do Sul ainda é o estado que menos área recolheu e o mais atrasado na comparação ao ano passado. Até o momento o estado colheu 65% da área, contra os 92% de 2019/2020 e os 81,6% da média dos últimos 5 anos.

    Rio Grande do Sul

    A colheita da soja avançou um pouco esta semana e chegou a 61% da área de 6 milhões de hectares no Rio Grande do Sul, segundo levantamento da Emater-RS. Na semana anterior o ritmo era de 54%. Esta foi uma das menores taxas de evolução da colheita desde o início dos trabalhos, apesar de o clima ter colaborado para a retirada da soja.

    Fonte: Canal Rural | Soja Brasil

    https://www.canalrural.com.br/

  • LANÇAMENTO DA PLATAFORMA SMARTCOOP OCORRE NO DIA 20 DE ABRIL

    Uma das principais novidades e inovações no agro já tem data e hora marcada para o lançamento oficial. Na próxima terça-feira (20/4), às 17h, o Canal Rural e a página do Facebook da Rede Técnica Cooperativa (RTC) transmitem ao vivo a apresentação e lançamento oficial da plataforma digital SmartCoop, inovação que busca facilitar o desenvolvimento das cooperativas agropecuárias e incentiva a intercooperação. O projeto é desenvolvido pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), juntamente com outras 30 cooperativas gaúchas do ramo Agropecuário

    A plataforma digital SmartCoop beneficiará mais de 170 mil produtores associados dessas cooperativas, com segurança e funcionalidades que auxiliam na gestão da propriedade. A ferramenta agrega suporte extra ao trabalho de assistência técnica já desenvolvido pelas cooperativas, contribuindo para a eficiência produtiva e competitividade de mercado.

    Funcionalidades

    Entre as funcionalidades do aplicativo estão acompanhamento da lavoura, monitoramento por satélite, previsão do tempo, indicadores da cadeia leiteira, gerenciamento de rebanho, saldo de produtos na cooperativa, títulos a pagar, cotações e mecanismos de venda da produção. O projeto iniciou em agosto de 2019.

    A mais nova plataforma digital da Smartcoop tem como objetivo facilitar o desenvolvimento das cooperativas agropecuárias através da intercooperação entre os produtores. O intuito é inserir esses profissionais no ecossistema da inovação digital, aumentando sua competitividade sem que percam sua identidade e os princípios do cooperativismo que os trouxeram até aqui e os levarão para o futuro.

    Serviço

    Lançamento da Plataforma Digital SmartCoop

    Quando: 20/4, às 17h

    Onde assistir: Canal Rural e Rede Técnica Cooperativa

    Fonte:https: SESCOOP RS

    https://www.sescooprs.coop.br/

  • AS NOVAS REGRAS DE TRÂNSITO PODEM IMPACTAR O CAMPO?

    O novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estabelecido por meio da Lei 14.071/20, entrou em vigor na última segunda-feira. O pacote traz diversas alterações nas regras para os motoristas de todo o país. Desde a obtenção da CNH até mesmo a obrigatoriedade do uso da cadeirinha vão ser impactados pela nova medida que foi sancionada desde setembro de 2020 e que começaram a valer nesta segunda-feira (12).

    O objetivo do novo CTB é simplificar o processo e desburocratizar o sistema, reduzindo custos e aumentando o investimento em medidas educativas. Dentre os principais itens que sofreram mudanças estão a extensão da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e novos limites de pontuação para a suspensão do documento.

    De acordo com as informações divulgadas pela Confederação Nacional de Agricultura (CNA), produtores e trabalhadores rurais devem se atentar às novas regras para não perderem prazos e acabarem sujeitos a multas e penalidades. “Quem tem a habilitação em cursos especializados, por exemplo, precisa se atentar à validade do exame toxicológico, cujas implicações variam”, destaca Marcia Gottardello, técnica do Departamento de Planejamento e Controle (DEPC) do SENAR-PR.

    O exame toxicológico permanece obrigatório para todos os condutores com CNH de categorias C, D ou E, seja na obtenção ou renovação do documento a cada dois anos e meio, independentemente de exercerem ou não atividade remunerada. A realização de exame periódico é exigida desde 2015. No entanto, a nova legislação criou duas infrações de trânsito relacionadas à não realização do exame – uma para a condução e outra para a renovação.

    Com a nova lei, deixa de constar os cursos especializados no campo de observações da CNH. Dessa forma, o porte de documentos comprobatórios de cursos especializados passou a ser obrigatório para os condutores. “Produtores e trabalhadores rurais devem ter os certificados sempre em mãos como comprovante de habilitação e validade do curso”, alerta Marcia.

    A nova lei cria o Registro Nacional Positivo de Condutores, que ainda será regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O sistema vai cadastrar motoristas que não cometeram infração de trânsito nos últimos 12 meses. O governo federal, estados e municípios poderão dar benefícios fiscais e/ou tarifários a esses condutores.

    Saiba mais:

    Mudanças na CNH

    Nova validade

    10 anos de validade: Motoristas com até 50 anos de idade deverão renovar a CNH a cada 10 anos;
    5 anos de validade: Motoristas com idade entre 50 e 70 anos precisarão renovar a CNH a cada 5 anos;
    3 ano de validade: Motoristas acima dos 70 anos deverão renovar a CNH a cada 3 anos.

    Os novos prazos começam a valer a partir da próxima renovação, ou seja, caso você tenha 35 anos e sua CNH tenha vencimento para este ano, o vencimento continua o mesmo, tendo o novo prazo de 10 anos a partir da próxima vez que você renovar a carteira de motorista.

    Novo limite de pontos

    Uma das principais mudanças diz respeito a pontuação da CNH, onde agora o condutor poderá atingir até 40 pontos sem que tenha o direito de dirigir suspenso.

    20 pontos: Permanecerá 20 pontos para os motoristas que tiverem duas ou mais infrações gravíssimas;
    30 pontos: Os motoristas poderão acumular até 30 pontos se tiverem apenas uma infração gravíssima;
    40 pontos: Os motoristas poderão acumular até 40 pontos caso não tenham nenhuma infração gravíssima.

    No caso de suspensão direta, a pena pode variar de dois meses a oito meses, e se ocorrer novamente, pode variar de oito meses a dezoito meses.

    Para motoristas profissionais, a regra de 40 pontos se aplica independentemente da violação. Essa mudança é um requisito solicitado a muitos anos pelos caminhoneiros.

    Porte da CNH

    As mudanças no Código de Trânsito Brasileiro também alteram a regra relacionada ao porte obrigatório do documento que comprova o direito de dirigir. A partir desta segunda, o porte da CNH estará dispensado, desde que a fiscalização consiga através de verificação do sistema, comprovar que o motorista é habilitado e está com o documento em dia.

    Processos de obtenção da CNH

    As aulas noturnas deixam de ser obrigatórias. A lei revoga o §2º do Art. 158, do CTB,  que diz que parte da aprendizagem será obrigatoriamente realizada durante a noite.

    Por fim, a nova lei também revoga  o Art.151 do CTB e a partir de segunda o candidato não precisará mais aguardar o prazo de reprovação em exame teórico e prático para obter a CNH.

    Transporte de crianças
    Transporte de crianças na moto

    A idade mínima para que crianças possam ser transportadas em motocicletas, motonetas e ciclomotores aumentou de 07 anos para 10 anos de idade, ou no caso em que às mesmas estejam sem condições de cuidar da própria segurança.

    Transporte de crianças no carro

    A nova lei exige o uso de equipamentos de retenção. As crianças com menos de 10 anos e menos de 1,45 m devem sentar-se no banco traseiro e utilizar equipamento de retenção adequado.

    Farol durante o dia para motocicletas

    A nova lei determina a gravidade do comportamento ilegal de pessoas que viajam de motocicleta e não usam os faróis mesmo durante o dia. Desde a entrada em vigor da nova lei, as violações serão consideradas medianas. A multa é de 130,16 reais e 4 pontos são acrescidos à carteira nacional de habilitação (CNH) do infrator.

    Farol baixo na rodovia
    Durante o dia, permanece obrigatório o uso do farol baixo apenas nas rodovias de pista simples. Os veículos sem luz diurna (DRL) devem manter os faróis acesos em rodovias de pista simples fora da área urbana mesmo durante o dia.

    Identificação do condutor infrator
    Caso o motorista infrator não seja reconhecido na hora, o prazo para informar o motorista infrator será de 30 dias.

    Exame toxicológico
    O exame toxicológico permanecerá mantido para motoristas com carteira C, D e E no processo de obtenção da CNH a cada dois anos e meio.

    Quem tem menos de 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada 2 anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que a mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame.

    Lesão corporal e homicídio com embriaguez

    Uma das principais mudanças feitas no Congresso prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos.

    Multa mais branda para capacete sem viseira

    A lei altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira. O não uso da viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média, e não mais gravíssima. Porém, também passa a ser infração média usar a viseira levantada. Antes, era infração leve.

    Advertência por escrito

    A partir de abril, a regra da conversão da multa em penalidade de advertência por escrito não dependerá mais da decisão da autoridade de trânsito. A penalidade de advertência por escrito deverá ser imposta à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, caso o infrator não tenha cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses.

    Transferência do veículo

    A nova lei determina a mudança de gravidade da infração para quem deixa de transferir o veículo no prazo estipulado.

    Deixar de efetuar o registro de veículo no prazo de trinta dias, junto ao órgão executivo de trânsito é infração:

    Média
    Multa de R$ 130,16.
    Remoção do veículo.

    Documento em carro com recall

    A lei torna o recall uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento.

    Multas administrativas

    A nova lei dá a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo:

    -conduzir veículo com a cor ou característica alterada;
    -conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório;
    -portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran;
    -deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor.
    -No entanto, a aplicação das penalidades e medidas administrativas continuam.

    Escolas de trânsito
    A lei prevê a criação de “escolas públicas de trânsito” para crianças e jovens. O objetivo é ministrar cursos teóricos e práticos sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • MILHO: VALORES SEGUEM RENOVANDO RECORDES EM MUITAS REGIÕES

    Os preços do milho seguem renovando os patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em importantes praças produtoras, o valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020.

    Pesquisadores do Cepea indicam que as contínuas altas estão atreladas à baixa oferta do milho no spot nacional. Preocupados com os possíveis impactos do clima sobre a produção da segunda safra, produtores limitam as vendas.

    Consumidores, por sua vez, estão preocupados com os atuais patamares – que extrapolam os custos de produção em muitos casos. Os compradores que precisam recompor estoques têm tido dificuldades em encontrar novos lotes e os que conseguem se esbarram nos elevados preços negociados.

    Fonte: Cepea

    www.cepea.esalq.usp.br

  • CONAB ELEVA SAFRA DE GRÃOS A 273 MILHÕES DE TONELADAS

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, na quinta-feira (8), o 7º levantamento da safra brasileira de grãos. A marca é recorde. A safra 2020/21 deverá somar 273,8 milhões de toneladas, volume nunca atingido na história do país. O crescimento em relação à safra anterior é de 6,5% ou 16,8 milhões de toneladas a mais.

    A área total de plantio registra um crescimento de 3,9% sobre a safra anterior, com previsão de alcançar 68,5 milhões de hectares. Esse volume conta com a participação de cerca de 20 milhões de hectares provenientes das lavouras de segunda e terceira safras e as de inverno, que ocuparão a pós-colheita da soja e do milho primeira safra.

    No caso da soja, que tem o Brasil como maior produtor mundial, o volume deve alcançar novo recorde, estimado em 135,5 milhões de toneladas, 8,6% ou 10,7 milhões de toneladas superior à produção da safra 2019/20.

    O milho total também sinaliza  produção recorde, com a previsão de atingir 109 milhões de toneladas e crescimento de 6,2% sobre a produção passada. Serão produzidas 24,5 milhões na primeira safra, 82,6 milhões na segunda e 1,8 milhão na terceira safra.

    Por outro lado, a produção de arroz deve sofrer redução de 0,8% frente ao volume colhido na safra anterior, obtendo 11,1 milhões de toneladas. Para o algodão, a produção estimada é de 6,1 milhões de toneladas do produto em caroço, correspondendo a 2,5 milhões de toneladas de pluma.

    Quanto ao feijão, é esperado crescimento de 2% na produção, somando-se as três safras, totalizando 3,3 milhões de toneladas. A primeira safra tem a colheita praticamente concluída, a segunda está em andamento e a terceira com o plantio a partir da segunda quinzena de abril.

    Completam os números do levantamento também o amendoim, com  produção total de 595,8 mil toneladas e crescimento de 6,9%, e o trigo, cujo plantio  deve ser intensificado a partir do próximo mês, mas já sinalizando uma produção de 6,4 milhões de toneladas.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • COMO ESTÃO AS DOENÇAS NA FASE FINAL DA CULTURA DA SOJA?

    Conforme os dados da Rede Técnica Cooperativa (RTC), a safra de soja 20/21 iniciou com deficit hídrico, atrasando as semeaduras no Rio Grande do Sul (RS). Em função das condições climáticas, a ferrugem chegou mais tarde, embora o oídio já estivesse presente cedo nas lavouras. Quando as chuvas retornaram, em janeiro por vários dias consecutivos, os produtores tiveram dificuldade de realizar as aplicações.

    Segundo a Pesquisadora e Fitopatologista da CCGL Caroline Wesp Guterres, nas lavouras onde o controle de doenças foi realizado de forma correta, no momento certo e com produtos eficientes, as doenças foram bem controladas. — Porém, nas situações em que as doenças foram subestimadas em razão do clima, nota-se aumento na intensidade de ferrugem, oídio e manchas foliares, principalmente nas semeaduras que ocorreram a partir de dezembro — relata Caroline.

    A pesquisadora salienta que muitas lavouras já estão sendo colhidas, mas outras ainda estão em fase final de enchimento de grãos, momento em que a proteção às doenças é imprescindível. — É importante atentar para a escolha dos fungicidas a serem utilizados neste momento, pois devem ser adequados às doenças ocorrentes e predominantes, que podem variar de acordo com as cultivares utilizadas. O residual de controle, que varia conforme os produtos e combinações utilizadas, deve ser avaliado e adequado de acordo com o período que a soja permanecerá no campo — reforça a Fitopatologista.

    Caroline explica que os intervalos de aplicação nessa reta final podem ser reduzidos. — Intervalos de cerca de 12 dias entre as últimas aplicações têm garantido melhor controle de doenças nas últimas safras — finaliza a pesquisadora. Para mais informações, procure a CCGL ou técnico de sua cooperativa.

    Texto | Foto: ASCOM CCGL