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setembro 2021

  • PRESIDENTE DA COTRIJUC RECEBE PRÊMIO PERSONALIDADE COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL 2021

    O Presidente da Cotrijuc Caio Vianna, no dia 23 de setembro, recebeu o mérito Personalidade Competitividade Internacional 2021. Esta categoria é oferecida todos os anos para uma liderança empresarial ou profissional que atue no comércio exterior e que tenha realizado ações de incentivo à inserção de produtos brasileiros no mercado global. A premiação ocorreu em Porto Alegre, durante a cerimônia do 49º Prêmio Exportação RS, juntamente com as 63 empresas condecoradas.

    Considerado o maior evento do segmento do país, há 49 anos o Prêmio Exportação RS distingue empresas que obtiveram os melhores resultados mercadológicos e desenvolveram estratégias inovadoras para expor e comercializar seus produtos no mercado internacional. Ao todo mais de 600 empresas já foram reconhecidas por obterem resultados de destaque com exportações em diferentes segmentos de mercado.

    Vianna é engenheiro Agrônomo e é produtor rural nos municípios de Júlio de Castilhos e Tupanciretã. Atualmente, além de Presidente da Cotrijuc, é Diretor- Presidente da CCGL, Diretor do Sindilat, Vice-Presidente da Associação Brasileira de Angus e faz parte do Conselho de Administração da FECOAGRO.

    De acordo com Caio Vianna, receber o prêmio Personalidade Competitividade Internacional 2021 por uma instituição como a ADVB/RS e passar no crivo do Conselho do Prêmio Exportação RS com líderes e empresas de destaque no mercado, é motivo de orgulho. “Recebo a distinção com muita humildade e a compartilho com os meus pares e colegas. Espero contribuir para a formação de novos empreendedores e exaltar a crença no nosso povo e nas nossas organizações”.

    Texto: ASCOM Cotrijuc

    Fonte: ADVB/RS

    Fotos: Agência Preview

     

     

     

     

  • SELO DE INOVAÇÃO PROMOVERÁ COOPERATIVAS USUÁRIAS DA FERRAMENTA SMARTCOOP

    Lançada no dia 20 de abril deste ano, a ferramenta SmartCoop, criada em projeto coordenado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), apresenta uma novidade. A partir de agora as cooperativas participantes do projeto poderão utilizar o Selo de Inovação SmartCoop que tem por objetivo promover a ampliação do número de usuários entre as cooperativas do sistema.

    Mas para isso, cada cooperativa deve alcançar um objetivo para poder utilizar esta marca. Para obter o Selo Bronze, precisa ter no mínimo 250 usuários ativos, enquanto no Selo Prata são 500 usuários e no Ouro precisa pelo menos 750 usuários. O ponto máximo é o Selo Diamante, que é alcançado quando a cooperativa tem pelo menos 70% do quadro social utilizando a plataforma. A cooperativa poderá usar o selo sempre em seu material de divulgação, pelo prazo de um ano, podendo sempre, ser substituído pelo selo de maior grau conforme atinja os objetivos.

    O diretor superintendente da CCGL e coordenador do projeto SmartCoop, Guillermo Dawson Junior, explica que o Selo de Inovação é um primeiro reconhecimento da FecoAgro/RS para com suas associadas que fizeram adesão ao projeto. “É o reconhecimento que as cooperativas estão seguindo na direção da formação de um efetivo ecossistema digital. Levar ao associado essa plataforma, visa o aumento da competitividade do produtor na sua propriedade e da cooperativa. Se todos os associados e cooperativas aumentarem sua competitividade, existe o aumento da competitividade do sistema FecoAgro/RS e de todo o agro no Rio Grande do Sul”, destaca.

    Para o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, esta é uma ferramenta extraordinária criada pelos técnicos e executivos das cooperativas com a aprovação, o apoio e a coordenação da entidade e o apoio total dos presidentes de cada cooperativa é fundamental neste processo. “Criamos uma forma de incentivar cada cooperativa que terá uma colocação dentro de um ranking proativo de uma forma de que estará utilizando de forma mais intensa. É uma distinção qualitativa das cooperativas”, ressalta.

    Atualmente a plataforma SmartCoop já está em pelo menos 282 mil hectares de áreas de associados das 30 cooperativas agropecuárias participantes da iniciativa. O objetivo da ferramenta é beneficiar cerca de 173 mil produtores associados. O produtor tem acesso a funcionalidades como acompanhamento da lavoura, monitoramento por satélite, previsão do tempo, indicadores da cadeia leiteira, gerenciamento de rebanho, saldo de produtos na cooperativa, títulos a pagar, cotações e mecanismos de venda da produção.

    Fonte: FECOAGRO

  • É PRECISO ESPERAR A CHUVA ESTABILIZAR ANTES DE SEMEAR PASTO?

    Especialista da Agrocria Nutrição Animal e Sementes Forrageiras dá essa e outras dicas importantes para obtenção de um capim verdejante no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. Está chegando o momento de reformar pasto no Brasil Central e no Sudeste do País. Todo o cuidado é pouco nessa hora porque alguns erros fatais no plantio poderão comprometer seriamente os resultados na engorda dos bovinos e até mesmo na taxa de prenhez das matrizes durante a estação reprodutiva.

    Para obter sucesso no estabelecimento das gramíneas, veja algumas dicas importantes fornecidas pelo médico-veterinário Marcelo Mitsuyoshi Fukuda, gerente técnico da unidade de beneficiamento de sementes da Agrocria Nutrição Animal, em Anápolis (GO).

    Segundo o especialista, ao evitar alguns erros que vêm se tornando recorrentes, o produtor conseguirá diminuir a incidência de invasoras, terá plantas mais vigorosas e maior oferta de matéria seca para os animais a partir da primavera.

    1 – Vistorie a área

    Entre os aspectos a ser observados, defina o tamanho da área. Dessa forma, é possível estimar se o plano é compatível com os recursos financeiros, a mão de obra, as máquinas, os equipamentos e os implementos disponíveis, para que, assim, o estabelecimento seja feito na época preferencial de semeio.

    Aspectos relacionados ao solo também são importantes. Grau de drenagem, cor, textura, profundidade efetiva, pedregosidade e uniformidade são elementos que devem ser analisados, pois indicam a aptidão agrícola da área para o estabelecimento da pastagem.

    Informações colhidas com o tempo sobre uma cultura anteriormente estabelecida e a produtividade obtida, se houve ou não emprego de fertilizantes, corretivos e outros produtos químicos também norteiam a decisão sobre qual material forrageiro plantar e seu potencial produtivo.

     2 – Defina o objetivo da pastagem

    Será para pastejo contínuo, rotacionado, confecção de silagem, feno ou capineira? Além disso, é importante se atentar à espécie animal, idade e sexo; o ciclo de produção, se é cria, recria ou engorda; bem como a produtividade esperada. Cada um destes fatores requer um planejamento diferente para a pastagem.

    3 – Faça análise de solo

    Esta é uma ferramenta básica para recomendações de calagem e adubação. Para o sucesso da atividade, deve-se seguir, criteriosamente, três passos igualmente fundamentais. O primeiro refere-se à coleta da amostra de solo, que, se não realizada corretamente, vai comprometer os passos seguintes.

    O segundo passo diz respeito à escolha do laboratório ao qual será confiada, uma vez que erros na interpretação podem ser fatais. O terceiro e último passo é atribuir ao engenheiro agrônomo e/ou do técnico em agropecuária a interpretação dos resultados.

    Junto à outra ferramenta básica, a “Recomendação para uso de corretivos e fertilizantes”, se obterá uma indicação de acordo com as condições do solo e também das exigências nutricionais da cultura que se deseja implantar.

    4 – Escolha material forrageiro adequado à sua realidade

    “Ao contrário do senso comum, não há a melhor forragem. O que existe é um material forrageiro mais adequado que outro, em uma determinada situação”, alerta Fukuda. Obviamente, há espécies que, por suas características, se adaptam a uma gama maior de situações, sendo mais adotadas.

    É desejável que a área de pastagem seja composta pelo maior número de variedades possíveis, evitando assim, possíveis impactos negativos oriundos do monocultivo, como o aparecimento de pragas ou doenças, por exemplo.

    5 – Prepare o solo corretamente

    Entre os objetivos dessa operação estão controlar vegetação existente e indesejada, incorporar corretivos e fertilizantes ao solo, além de melhorar as condições para germinação das sementes e estabelecimento das plantas.

    Entretanto, em algumas situações, não há necessidade do preparo do solo, destacando-se aqui uma situação cada vez mais comum, de integrar lavouras anuais com produção animal, em áreas de semeadura direta na palha.

    Os implementos a serem usados e a quantidade de operações para o preparo do solo, variam bastante conforme a situação.  O solo, antes do semeio, deve estar o mais nivelado possível e com o mínimo de torrões. “Isso melhora muito a germinação das sementes e o desenvolvimento do capim”, observa Fukuda.

    Geralmente, se consegue este resultado com uma a três operações com grade niveladora. Para melhorar o resultado, uma estratégia que pode ser adotada é usar um tronco ou pedaço de madeira (plaina) atrelado à grade niveladora.

    6 – Cuidado na semeadura

    O primeiro ponto que deve ser observado é a qualidade das sementes. A germinação e a pureza física são fatores que determinam, em grande parte, a qualidade de um lote de sementes.

    Para as regiões Centro- Oeste e Sudeste, a época de semeadura deve coincidir com o início das chuvas, pois, geralmente, nessa época há boas condições de temperatura e umidade à germinação e posterior desenvolvimento da plântula. Importante que seja no momento de regularidade.

    As sementes dos materiais forrageiros diferem em forma e tamanho. As de tamanho maior podem ser plantadas mais profundas e sua distribuição pode ocorrer de duas formas: em linha ou a lanço.

    De modo geral, onde a produção animal é a principal atividade, a segunda opção é mais indicada, por permitir uma melhor distribuição, ocupando de forma mais racional e equilibrada a superfície do solo.

    A quantidade de semente por área é outro fator primordial para o sucesso do semeio. Fique atento ao valor cultural, ele indica a quantidade existente de sementes puras e aptas a germinar. Quanto maior melhor.

    Fonte: Agrolink

    https://www.agrolink.com.br/

  • SAÍDA DA CRISE SANITÁRIA É OPORTUNIDADE PARA AGRICULTURA

    A saída da crise sanitária, econômica e social causada pela pandemia da Covid-19 pode ser uma oportunidade para a América Latina e o Caribe transformarem o seu modelo de sistema agroalimentar. É o que sustenta a nona edição do relatório Perspectivas da Agricultura e do Desenvolvimento Rural nas Américas, um olhar para a América Latina e o Caribe.

    Nesse cenário, o documento da CEPAL, da FAO e do IICA faz um apelo a que se reconstrua melhor e ressalta que as ações transformadoras de longo prazo devem ser encaminhadas com o processo de recuperação imediata diante da crise, abordando simultaneamente os problemas sanitários, econômicos e climáticos. Para que isso ocorra, é central reconhecer o papel da agricultura como fonte de renda, emprego e alimento para a região e o mundo.

    “A pandemia colocou em evidência a centralidade dos sistemas agroalimentares para a manutenção dos fluxos de alimentos —globais, regionais e nacionais— desde os nossos campos até as populações confinadas por quarentenas e restrições à mobilidade. Também tornou evidentes as nossas vulnerabilidades”, afirmou Alicia Bárcena, Secretária Executiva da CEPAL.

    O setor agroalimentar foi mais resiliente que os demais setores econômicos aos desafios sanitários, logísticos e financeiros trazidos pela pandemia: as exportações agroalimentares da região aumentaram 2,7% em 2020 em relação a 2019, enquanto o total de exportações caiu 9,1%.

    Texto: Agrolink

    https://www.agrolink.com.br/

  • RTC E AGRO CONNECTION LANÇAM PROJETO INÉDITO COM INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES SOBRE A SAFRA AMERICANA

    Receber informações diretamente das lavouras dos Estados Unidos, destaque na produção de grãos, e condizentes com a realidade da safra é sempre um desafio para os produtores. Para superar essas barreiras e levar informações às cooperativas e aos produtores cooperados (mesmo em um cenário de pandemia), a Rede Técnica Cooperativa (RTC) e o Agro Connection lançaram um projeto inédito: O Crop Tour.

    Conforme o idealizador do Crop Tour, Carlos Pires, o objetivo do projeto é fazer um exame detalhado nas lavouras dos principais estados produtores de grãos dos EUA e mostrar para quem assiste do Brasil a situação das lavouras nesses locais. – Não é novidade para ninguém que tudo o que acontece aqui nos Estados Unidos influencia e serve como guia aos produtores brasileiros, por isso o Crop Tour pretende estreitar o acesso a essa informação – ressalta Carlos, que é gaúcho natural de Panambi e que atualmente reside nos Estados Unidos, onde faz doutorado na Kansas State University.

    Segundo o Gerente de Pesquisa da CCGL e responsável pela RTC, Geomar Corassa, a iniciativa busca descrever de forma simples e objetiva a realidade das lavouras americanas, deixando cooperativas e produtores informados sobre práticas de manejo, condições climáticas e potencial produtivo ao longo da safra. – EUA é um grande produtor mundial de grãos e por isso as condições da safra norte-americana, sejam elas positivas ou negativas, interferem diretamente no mercado e, naturalmente, na tomada de decisão dos produtores brasileiros – ressalta Geomar.

    Para o Engenheiro Agrônomo Ph.D. e também idealizador do Crop Tour, Alexandre Rosa, o projeto é relevante, pois as informações geradas nos EUA ajudam o produtor brasileiro nas estratégias de comercialização dos grãos. – Do ponto de vista econômico, sabemos que os dois países são os grandes produtores de soja, milho e trigo então uma possível quebra ou supersafra tende a afetar o mercado de ambos, por isso é preciso estar atento. Do ponto de vista técnico, existem dados relevantes na área da tecnologia e manejo que chegarão ao Brasil em breve e também devem influenciar o cenário produtivo – explica Alexandre, também gaúcho natural de Uruguaiana e atualmente residindo no estado de Nebraska.

    Crop Tour: Na estrada com Agro Connection e RTC já percorreu mais de 3.500 km em 6 estados americanos (Kansas, Missouri, Iowa, Nebraska, Dakota do Sul e Minnesota) e tem o propósito de trazer informações referentes às condições da safra americana, ao mesmo tempo em que reduz a distância entre a realidade brasileira e americana no âmbito agrícola. Para conferir as duas temporadas do projeto, basta acessar o canal do Youtube da Rede Técnica Cooperativa e assistir gratuitamente a todos os episódios.

    Texto e Foto: ASCOM CCGL