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outubro 2021

  • RTC CONDUZIRÁ EXPERIMENTOS EM 15 COOPERATIVAS NA SAFRA 21/22

    Projeto contou com treinamento para alinhar condução das pesquisas

    Com o objetivo de proporcionar o avanço da pesquisa agrícola no sistema cooperativo através do compartilhamento de experiências e informações e visando explorar peculiaridades regionais com foco na produtividade e rentabilidade das cooperativas e cooperados, a Rede Técnica Cooperativa – RTC conduzirá experimentos com 15 cooperativas no Rio Grande do Sul.

    Conforme o Gerente de Pesquisa da CCGL Geomar Corassa, o grande propósito da RTC é a condução experimental de forma coletiva entre as cooperativas para dar solidez na informação gerada, posicionar de maneira assertiva os técnicos e levar essa informação de qualidade aos produtores. – Ao conduzir experimentos em 15 locais nesta safra será possível explorar condições peculiares de solo e clima e gerar resultados personalizados para a região de atuação das cooperativas – ressaltou Geomar.

    Para dar início ao projeto, a RTC realizou nesta quinta-feira, 21 de outubro, um treinamento para os representantes das cooperativas que realizarão o trabalho na safra 21/22 nas áreas experimentais. Os experimentos propostos por setor para a condução em rede são a fertilidade do solo e nutrição de plantas, manejo de plantas daninhas, fitopatologia, entomologia e manejo de culturas.

    Para o Pesquisador da CCGL Mário Bianchi, o treinamento procurou nivelar os princípios básicos da condução experimental para que todos tenham a mesma orientação no planejamento, sem comprometer o resultado e a segurança dos experimentos. – O treinamento ocorreu de maneira teórica e prática e a interação entre as cooperativas foi produtiva, sendo o primeiro passo para fortalecer a pesquisa técnica entre as cooperativas – salientou Geomar.

    O Gerente Técnico da Cotrirosa e Engenheiro Agrônomo Jairton Dezordi entende que a agricultura está cada vez mais dinâmica, por isso a participação da RTC através da criação da rede experimental é importante para acelerar o desenvolvimento da pesquisa nas cooperativas. – O treinamento é determinante para que o estudo seja bem conduzido e gere resultados confiáveis para as áreas técnicas das cooperativas reverterem a pesquisa em incremento de produtividade para seus associados – completa Jairton.

    No total, serão 56 experimentos e mais de 80 tratamentos testados. O número de parcelas experimentais que dizem respeito aos estudos da RTC deve ser superior a 5 mil nesta safra. A rede experimental da RTC contará com as cooperativas: CCGL, Cotripal, Coasa, Coopermil, Cotrijuc, Cotribá, Cotrijal, Cotrisal, Cotrisel, Coopatrigo, Agropan, Cotricampo, Cotrirosa, Cotrisul e Cotriel.

    Texto e Foto: ASCOM CCGL

  • RS: SEGUE PLANTIO DA SOJA INICIADO NOS ÚLTIMOS DIAS

    Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Santa Rosa, Porto Alegre, Santa Maria, Soledade, Bagé, Frederico Westphalen e Pelotas, produtores iniciam a semeadura da soja. A elevada umidade no solo durante praticamente toda a semana não permitiu avanços significativos.

    De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado nesta quinta-feira (21/10) pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), os produtores seguem com dessecações e preparo de novas áreas e se organizam com o escalonamento do plantio a fim de minimizar os impactos de períodos de estiagem previstos nos modelos climatológicos. Em algumas localidades, sojicultores estão lavrando e gradeando as áreas devido à alta infestação de ervas de difícil controle com herbicidas, aproveitando a atividade para aplicar e incorporar calcário.

    O tempo instável no Estado restringiu os avanços no plantio do milho, que alcançou 70% da área total cultivada, estando em germinação e desenvolvimento vegetativo. O custo de produção se elevou significativamente, em especial devido à alta no preço dos fertilizantes. Os valores pagos pelo tratamento extra ou complementar nas sementes de milho para o controle da cigarrinha também contribuem para o maior custo de produção.

    Na semana, predominaram dias nublados, com temperatura quente durante o dia e mais baixa à noite. Em algumas localidades, as chuvas foram fortes, de elevado volume, acompanhadas de ventos e granizo, promovendo assim danos às lavouras. Por conta da umidade, a colheita do trigo avançou de forma lenta no Estado, chegando a 9%, outros 51% da área cultivada está em fase de maturação, 35% em enchimento de grãos e 5% em floração.

    OLERÍCOLAS

    Na regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período foi marcado por temperaturas elevadas durante o dia e baixas na madrugada. Houve uma sequência de dias chuvosos, diminuindo a necessidade de irrigação, mas dificultando outras operações de manejo na olericultura. Na Fronteira Oeste, em Manoel Viana, produtores aproveitaram períodos secos para semear culturas de verão – abóbora, moranga, pepino e tomate. As culturas de inverno estão sendo colhidas e comercializadas na Feira do Produtor, que retomou atividades e frequência semanal. Parte dos produtores já atendem clientes fixos na cidade e aproveitam o mesmo dia para entrega de produtos. As escolas estaduais e municipais organizaram calendário semanal de entrega com agricultores familiares participantes do Pnae.

    Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, avança a colheita de pêssego, com aumento da produtividade nas cultivares de ciclo médio em virtude de não terem sofrido danos com as geadas no final de julho. Há baixo pegamento de frutos dos citros em geral. Seguem em desenvolvimento as culturas do melão e melancia; as primeiras lavouras implantadas encontram-se em início de floração.

    PASTAGENS

    As áreas de campo nativo continuam incrementando a oferta de forragem, favorecida pela boa disponibilidade de umidade no solo, luminosidade e elevação das temperaturas registradas em parte da semana. Nos Campos de Cima da Serra, estão com bom desenvolvimento, aumentando significativamente a oferta.

    As pastagens anuais de inverno estão em final de ciclo, mas azevéns tetraploides com manejo adequado da adubação e pastoreio controlado ainda oferecem boa oferta de volumoso, mesmo com algumas plantas emitindo estruturas reprodutivas nas áreas com baixa lotação de animais. As pastagens de aveia estão com ciclo praticamente encerrado, resultando em baixa disponibilidade de massa verde de qualidade reduzida.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • ABERTURA DO PLANTIO DA SOJA NO RS 2021 SERÁ EM 13 DE OUTUBRO COM PRESENÇA DO GOVERNADOR EDUARDO LEITE

    Um dos eventos mais esperados do ano pelos produtores rurais tem a data confirmada para o dia 13 de outubro: é a 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Estado do Rio Grande do Sul. A organização será realizada pela Prefeitura Municipal de Júlio de Castilhos, COTRIJUC, ACCIJUC e Sindicato Rural, e contará com a presença ilustre do Governador Eduardo Leite, entre outras autoridades a confirmar.

    O local escolhido para a cerimônia foi o Campo Experimental da Cotrijuc, que fica na beira da BR-158 e o horário de início será às 14 horas.

    Essa é uma ação simbólica que marca o início do ciclo da principal commodity nacional e que, no último ano, representou a maior área plantada no nosso estado. Para Júlio de Castilhos, segundo maior produtor de soja do estado, que só fica atrás da vizinha Tupanciretã, é uma celebração que eleva o município ao protagonismo no agronegócio nacional.

    Na abertura, seguindo a tradição, é preparada uma plantadeira para a largada oficial da semeadura. A solenidade tem como objetivo desenvolver, despertar, cultivar e fomentar as relações interpessoais, a cultura e a economia, e é um ato oficial do calendário de eventos do município, promovido nos termos da Lei Municipal Nº 2.870, de 19 de maio de 2011.

    Reconhecendo a importância deste ato, o Governo do Estado, através da Lei nº 13.806, de 7 de outubro de 2011, incluiu no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Rio Grande do Sul, o início do plantio da soja a ser realizado anualmente no Município de Júlio de Castilhos.

    Júlio de Castilho é destaque na produção da soja

    Júlio de Castilhos é destaque em termos de volume produzido, conforme dados do IBGE, com uma produção mínima estimada de 400,3 mil toneladas por ciclo produtivo. Na safra de 2020/2021, com produção de 100.000 hectares, apresentou os seguintes resultados:

    – Em uma área de 98.800 hectares, no sistema sequeiro, observou-se uma média geral de produtividade de 59 sacas por hectare;
    – Em uma área de 1.200 hectares, com a utilização de irrigação, teve-se rendimento médios geral de 80 sacas por hectare.

    Vale ainda destacar, que a média castilhense está a frente do RS, a qual, segundo dados da Emater/RS, fechou em 55 sacas por hectares.

    Com relação ao ciclo 2021/2022, segundo o presidente da Associação dos Produtores de Soja, Aprosoja RS, Décio Teixeira, a projeção para este ciclo é aumentar em 3% a área cultivada e ultrapassar a marca das 20 milhões de toneladas de produção.

    No Brasil, a safra de soja em 2021/22, projeta aumento na produção que deve alcançar um recorde de 144,26 milhões de toneladas, aumento de cerca de 1 milhão de toneladas.

    Texto: Assessoria de Imprensa PMJC