Eduarda Pereira

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  • Refis do Funrural tem novo prazo de adesão: 31 de dezembro de 2018

    Comissão Especial destinada a analisar a Medida Provisória 842/2018 aprovou, nesta quarta-feira (14), o relatório da proposta que altera a Lei nº 13.340, de 28 de setembro de 2016, para conceder rebate para liquidação de operações de crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, e revoga dispositivos da Lei nº 13.606, de 9 de janeiro de 2018. O relator da MP, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) acolheu a proposta do deputado Jerônimo Goergen (Progressistas-RS), estendendo o prazo de adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), de 30 de outubro para 31 de dezembro de 2018. A proposta ainda precisa ser aprovada pelos plenários de Câmara e Senado antes de seguir à sanção presidencial.

    A emenda original de Jerônimo jogava o prazo de adesão para o final de 2019. No entanto, o Palácio do Planalto impediu o acordo firmado na semana passada. “O governo trabalhou para fixar 30 de novembro. Mas prevaleceu a emenda, que estabelece 31 de dezembro. Ou seja, ganhamos dois meses a mais de prazo. Isso é muito importante, já que fecha um ano de decadência da dívida e ainda nos dá a possiblidade de aprovação do projeto que extingue esse passivo bilionário”, explicou o parlamentar. Jerônimo é autor do PL 9252/2017, que acaba com a cobrança retroativa do Funrural, criando regras futuras para o desconto da contribuição incidente sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural.

    Entenda o caso

    Também conhecido como Refis Rural, o programa refinancia as dívidas de produtores rurais oriundas do não recolhimento da contribuição previdenciária dos empregados, o Funrural. O pagamento do Funrural voltou a ser obrigatório após um novo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou a contribuição constitucional a partir da mudança do voto do ministro Alexandre de Moraes. A retomada da cobrança gerou, do dia para a noite, um passivo de aproximadamente R$ 17 bilhões, a ser pago pelo setor produtivo. Amparados por liminares, milhares de produtores deixaram de recolher a contribuição, que agora está sendo cobrada retroativamente.

    Fonte: Assessoria dep. Jerônimo Goergen

  • Milho pode produzir seu próprio nitrogênio

    Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis) identificaram uma variedade de milho nativo em Oaxaca, no México, que pode adquirir uma quantidade significativa de nitrogênio (até 80%), cooperando com bactérias em raízes aéreas. De acordo com os cientistas, esse fato poderia ajudar pesquisas futuras para reduzir o uso de fertilizantes na agricultura.

    Essa variedade consegue captar de 29% a 82% de seu nitrogênio do ar, em vez de fertilizantes, produzindo um “muco” açucarado que emana de raízes aéreas, que crescem a partir da superfície, e que atrai bactérias que podem transformar o nitrogênio do ar em uma forma utilizável pela planta. Segundo Alan Bennett, um dos professores responsáveis pelo estudo, a ideia não é relativamente nova, mas é difícil descobrir definitivamente como isso pode ser usado na agricultura.

    “A ideia de que as variedades locais isoladas de milho podem ser associadas com bactérias fixadoras de nitrogênio não é nova, mas tem sido difícil identificar tal variedade e demonstrar que esta associação de fixação de nitrogênio contribui efetivamente para a nutrição com nitrogênio da planta. Nossa equipe de pesquisa interdisciplinar está trabalhando nisso há quase uma década.”, explica.

    Os cientistas explicaram que o feijão e outras leguminosas já têm estabelecido relações benéficas com as comunidades de bactérias que fornecem nitrogênio, mas milho e outras culturas de cereais não possuem estas relações simbióticas. “Assim, os fertilizantes comerciais que são necessários para o cultivo do milho são provenientes de combustíveis fósseis e sua produção intensiva utiliza cerca de 1 a 2% do suprimento global de energia”, finaliza.

    Fonte: Agrolink

  • Produtores rurais já podem entregar a Declaração do ITR

    Já está aberto o prazo para entrega da Declaração do Imposto Territorial Rural (DITR). A DITR é obrigatória para quem tem o domínio útil ou a posse, inclusive por usufruto, de imóvel localizado fora da zona urbana. Quem perdeu imóvel ou teve o direito de propriedade transferido a partir 1º de janeiro deste ano também deve declarar o ITR. A declaração deve ser elaborada com o uso de computador utilizando o Programa Gerador da Declaração do ITR, relativo ao exercício de 2018 (Programa ITR2018) no site da Receita Federal, no endereço também estão as informações sobre os critérios de isenção ou imunidade. O produtor deve ficar atento ao prazo final para a entrega da declaração, dia 28 de setembro. O não cumprimento do prazo irá gerar multas por atraso e outras consequências, como recusa em emitir isenção negativa, impedimento para a transferência de imóveis e dificuldades na obtenção de créditos.

    Segundo o assessor técnico do Sistema Farsul, Derly Girard, neste ano o programa não teve nenhuma alteração em relação às edições anteriores, mas o produtor deve ter cuidado para que as informações referentes às áreas ambientais coincidam com o declarado no CAR – Cadastro Ambiental Rural. Essas áreas ambientais são isentas de pagamento do imposto desde que o produtor apresente ao Ibama o Ato Declaratório Ambiental, que também vence em 28 de setembro. O ADA é uma declaração anual ao Ibama dando ciência de áreas destinadas à conservação ambiental (Preservação Permanente, Reserva Legal entre outras), que foram declaradas no ITR – e resultaram em isenção do imposto sobre as mesmas. Já o Cadastro Ambiental Rural, apesar de obrigatório, teve seu prazo de entrega prorrogado até o fim de dezembro.

    “O produtor ainda deve ter atenção ao indicativo do valor da terra nua. Para isso, é interessante que procure a prefeitura ou sindicato rural para ver quais valores estão sendo sugeridos. O declarante ainda deve observar a área de atividade rural, APP e reserva legal, que devem estar em consonância com o CAR. E ainda quando tem atividade pecuária, é importante ter a ficha de vacinação à mão para o registro da média do rebanho”, ressalta Girard. Quem tiver dúvidas sobre o preenchimento da Declaração do ITR pode procurar o seu Sindicato Rural, a Farsul ou o site da Receita Federal.

    Fonte: Farsul

  • Céleres vê recordes para soja do Brasil em 18/19; safra de milho superando 100 mi t

    O Brasil deverá semear um recorde de 36,2 milhões de hectares com soja na safra 2018/19, cujo plantio tem início em setembro, com a produção também atingindo uma marca histórica de 119,6 milhões de toneladas, projetou nesta terça-feira a consultoria Céleres em sua primeira estimativa para o novo ciclo.

    Caso se confirme, a área plantada apresentará crescimento de 3,1 por cento ante 2017/18, ao passo que o volume colhido avançará 0,7 por cento. Tal produção só será possível graças ao plantio maior, uma vez que a Céleres prevê rendimento 2,4 por cento inferior, a 3,31 toneladas por hectare.

    Segundo a consultoria, a área de soja só não será maior por conta do aumento do plantio de milho verão, principalmente, o que deve resultar em uma safra do cereal superior a 100 milhões de toneladas pela primeira vez.

    Conforme a Céleres, o cenário é favorável ao sojicultor após boa rentabilidade no ano passado e perspectivas favoráveis de margens neste.

    “A rentabilidade operacional esperada para safra 2018/19 está estimada em 1.191 reais por hectare, em média, o equivalente a 32 por cento de margem operacional. Mesmo considerando os cenários de produtividade inferior, não se projeta margens negativas para o sojicultor brasileiro em 2018/19”, afirmou a Céleres.

    “Apesar de ser menor que a rentabilidade efetiva na safra 2017/18, as margens projetadas se mostram elevadas e deverão incentivar o aumento de área por parte do produtor”, acrescentou a consultoria, destacando que o câmbio, os preços internacionais e o tabelamento de fretes figuram como fatores de risco aos produtores do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa.

    A Céleres espera cotações firmes no mercado doméstico graças ao apetite chinês e o abastecimento interno enxuto. A exportação em 2018/19 deve cair para 71,5 milhões de toneladas, de 73 milhões em 2017/18.

    MILHO

    Para a Céleres, os preços elevados do milho vistos atualmente, decorrente do déficit produtivo da safra 2017/18, deverão incentivar o aumento de superfície, “sobretudo no sul do país, onde a demanda pelo milho no primeiro semestre é maior”.

    A Céleres estima uma área plantada com milho no verão de 5,8 milhões de hectares, ante 5,4 milhões em 2017/18, com produção de 30,3 milhões de toneladas, alta de 9,3 por cento.

    Para a segunda safra, a chamada “safrinha”, a Céleres também vê um cenário positivo, diante de preços sustentados pelo dólar valorizado e pelo cenário favorável das exportações brasileiras do cereal.

    A área plantada deve ir a 12,3 milhões de hectares, com produção de 73,8 milhões de toneladas (+30 por cento).

    Dessa forma, a safra total de milho 2018/19 no Brasil deve alcançar 18,05 milhões de hectares (+7,3 por cento) e colheita recorde de 104,11 milhões de toneladas, aumento de 24 por cento na comparação anual.

    Fonte: Reuters

  • Na comparação mensal, exportação de milho tem alta de 88%

    Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, as exportações de milho na primeira quinzena de agosto atingiram um volume de 799,9 mil toneladas, alta de 88% frente o volume embarcado na primeira quinzena do mês anterior. Se o ritmo de embarques continuar, até o final do mês o volume exportado será de 2,3 milhões de toneladas.

    Para os próximos meses a expectativa é de que o volume destinado à exportação aumente frente os meses anteriores. A variação cambial e a demanda mundial firme colaboram com este cenário. Porém, atenção ao tabelamento do frete rodoviário que, dependendo do rumo, pode interferir no mercado de milho.

    Fonte:  Scot Consultoria

  • Especialistas criticam falta de trigo transgênico

    Os pesquisadores Brande BH Wulff, do Parque de Pesquisas Norwich, no Reino Unido e Kanwarpal S. Dhugga, do Centro Internacional de Melhoramento do Milho e do Trigo (CIMMYT), no México, criticaram a ausência de trigo geneticamente modificado (GM) para o comércio. O artigo intitulado “Trigo – o cereal abandonado pela GM” foi publicado na revista Science.

    De acordo com os pesquisadores, o trigo sofre com inúmeras doenças que estão aumentando com o passar dos anos, como a ferrugem do caule, por exemplo. Nesse cenário, eles afirmam que a pratica da transgenia nesse cereal poderia ser muito útil para garantir um alimento de melhor qualidade e reduzir os custos dos produtores, principalmente os pequenos.

    “Avanços recentes poderiam fornecer uma solução para esse problema por meio da rápida descoberta e isolamento de genes de resistência a doenças de parentes silvestres do trigo, seguida de sua introdução pela transformação em variedades de culturas de elite”, diz o texto.

    Além disso, eles dizem que existe uma barreira na cultura do trigo que fez com que o cereal fosse abandonado pelos cientistas que trabalham com os organismos geneticamente modificados. Os cientistas também fazem comparações com outras culturas comerciais que são cultivadas mesmo sendo transgênicas e trazem números benefícios.

    “As culturas GM, principalmente milho, algodão e soja, que contêm transgenes para tolerância a herbicidas e resistência a insetos aumentaram significativamente as margens de lucro para os agricultores. Embora o arroz GM ainda não esteja comercialmente cultivado, várias características foram aprovadas, por exemplo, resistência a insetos, tolerância a herbicidas e biofortificação com provitamina A”, concluem.

    Fonte: Agrolink

  • Brasil e China poderiam fazer parcerias em comércio de farelo de soja, diz diplomata chinês

    Empresas chinesas e brasileiras poderiam formar joint ventures de processamento de soja como forma de ampliar as exportações de farelo de soja da maior economia da América Latina para o principal importador global da oleaginosa, disse em uma entrevista um alto diplomata chinês.

    As empresas chinesas processam grande parte de toda a soja que usam em fábricas na China, em vez de comprar farelo de soja diretamente do Brasil, mas as companhias escolhem a opção mais lucrativa, disse Qu Yuhui, ministro-conselheiro encarregado de assuntos políticos da embaixada chinesa em Brasília.

    “Se uma companhia chinesa e outra brasileira juntas fizerem uma joint venture no Brasil para processar soja, essa é uma boa escolha para os lucros de ambos os lados”, disse ele à Reuters, acrescentando que tal parceria poderia aliviar o ônus dos custos logísticos brasileiros.

    Ainda assim, Qu disse que não há discussões atualmente para a China dar ao Brasil uma cota de farelo de soja com um imposto de importação mais baixo.

    O investimento chinês no Brasil saltou em 2017 para uma máxima de sete anos, estimulando o debate sobre as relações bilaterais antes da eleição presidencial brasileira em outubro.

    As compras chinesas de terras e operações de mineração atraíram críticas do candidato Jair Bolsonaro (PSL), que lidera a corrida em um cenário sem o ex-presidente Lula.

    Qu disse que era difícil entender a raiz da preocupação de Bolsonaro. Os compradores chineses respondem por apenas 3 por cento das compras de terras estrangeiras no Brasil, disse ele.

    Ele disse que a China e o Brasil continuarão a trabalhar para o desenvolvimento mútuo, independentemente de quem vencer a eleição, acrescentando que o comércio bilateral deve crescer 25 por cento, para 110 bilhões de dólares nos próximos dois a três anos.

    Qu disse que ainda é muito cedo para dizer se as disputas comerciais entre os EUA e a China terão impacto sobre o comércio entre a China e o Brasil, que já estava crescendo rapidamente antes da atual disputa.

    Além da demanda crescente por soja e milho brasileiros, Qu disse que o crescimento do consumo chinês impulsionará o comércio de frutas, frango e carnes suína e bovina.

    O aumento do comércio bilateral não ocorre sem atritos.

    A China impôs medidas antidumping ao frango brasileiro em junho, enquanto uma tarifa de açúcar pesou sobre as exportações brasileiras do adoçante para a China.

    “Estou relativamente otimista de que este problema possa ter uma solução apropriada em um período relativamente curto de tempo”, disse ele sobre as exportações brasileiras de açúcar. Ele expressou avaliação semelhante sobre o comércio de frango.

    Fonte: Reuters

  • Soja devolve parte dos últimos ganhos em Chicago e opera com leve baixa nesta 4ª feira

    O mercado internacional da soja volta a recuar nesta quarta-feira (15) na Bolsa de Chicago. As cotações devolvem boa parte dos ganhos de mais de 10 pontos do pregão anterior e, por volta de 7h45 (horário de Brasília), perdiam entre 6,25 e 7,25 pontos, levando o novembro/18 aos US$ 8,72 por bushel.

    Os traders veem notícias de um lado pressionado e de outro dando suporte às cotações neste momento e buscam definir um direcionamento. Entre os fatores que ainda seguem no radar dos participantes do mercado estão as condições de clima para a conclusão da safra nos EUA, as novidades sobre a guerra comercial entre chineses e americanos, além do início da nova temporada no Brasil.

    “A ARC lembra que apesar de problemas climáticos
    pontuais ao longo do Cinturão Agrícola estadunidense, ainda sim a safra se desenvolve bem, de maneira geral. Uma produção recorde
    continua dentre os cenários mais prováveis para a atual safra 2018/19”, diz o boletim diário da AgResource Mercosul.

    Ademais, as informações de demanda – que confirmam um ritmo ainda forte e aquecido do consumo, tanto aqui no Brasil, quanto nos EUA, também são acompanhadas de perto e tem servido como importante pilar para os futuros da oleaginosa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja dá continuidade às baixas em Chicago nesta 2ª ainda refletindo USDA e clima nos EUA

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago dão continuidade às baixas da última semana e seguem trabalhando em campo negativo no pregão desta segunda-feira (13), com perdas de pouco mais de 8 pontos nos principais vencimentos. Por volta de 7h50 (horário de Brasília), o contrato novembro/18 – que é o mais negociado neste momento – tinha US$ 8,53 por bushel, recuando 8,5 pontos.

    O mercado internacional ainda reflete os últimos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que trouxeram a produção de soja bem acima de todas as expectativas do mercado, além de condições de clima bastante favoráveis para a conclusão da safra no Meio-Oeste americano.

    Além disso, como explicam analistas internacionais, a pressão da guerra comercial China x EUA ainda não se dissipou e “os produtores americanos ainda têm os silos para esvaziar antes de começar a colheita 2018”, diz o boletim diário da Allendale.

    E os números dos estoques finais de soja da nova safra, ainda de acordo com o reporte do USDA, também cresceram de forma considerável e a estimativa passa de 20 milhões de toneladas.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Operação Webcida combate venda ilegal de pesticidas pela internet

    O Ministério Público deflagrou uma ação conjunta no Paraná e no Rio Grande do Sul com o objetivo de combater a venda de pesticidas pela internet. Com o nome de Operação Webcida, as ações articuladas coibiram a exposição à venda on-line de agroquímicos, sem o devido receituário agronômico, que estavam à disposição de pessoas que sequer eram produtores rurais.

    Foi alvo de cumprimento de mandado judicial de busca e apreensão uma empresa localizada em Curitiba. De acordo com o MP, ela intermediava a oferta, exposição à venda e comercialização de agrotóxicos entre estabelecimento de produtos agropecuários e plataformas de venda on-line de produtos de abrangência nacional.

    “A fiscalização resultou ainda na lavratura de auto de infração pela Adapar e de termo de embargo pelo Ibama, para que a empresa providenciasse o encerramento da exposição à venda e comercialização de agrotóxicos na sua plataforma de e-commerce, além da apreensão de documentos”, comenta em nota o Ministério Público.

    Outro estabelecimento de produtos agropecuários que comercializava agrotóxicos em plataformas de venda on-line de abrangência nacional, por intermédio da empresa curitibana, foi objeto de diligências e fiscalização no município de Paulo Bento (RS). Essa ação foi coordenada pelo Centro de Apoio de Defesa do Meio Ambiente do Ministério Público do Rio Grande do Sul, com participação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi).

    Também a superintendência do Ibama no Paraná lavrou termos de embargo contra cinco empresas, impedindo a continuidade da venda ilegal na internet. Nesse caso houve a lavratura de autos de infração ambiental contra as mesmas empresas, totalizando aproximadamente R$ 136 mil em multas.

    Em Curitiba a Operação foi coordenada pela Promotoria de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente, com o apoio operacional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Instituto de Criminalística e com participação do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo; do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

    Fonte: Agrolink