Eduarda Pereira

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  • Milho abre a sexta-feira com leves baixas na Bolsa de Chicago

    A sexta-feira (28) começa com leves quedas nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações registravam desvalorizações entre 0,50 e 1,50 pontos por volta das 09h13 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,38, o setembro/19 valia US$ 4,44 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,50.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho são discretamente mais baixos após testes das maiores baixas das últimas duas semanas durante a noite. Com isso, os relatórios de hoje serão fundamentais para retomar o tom de alta do mercado.

    “Espero que o USDA registre uma área plantada em torno de 87 milhões, uma queda de quase 6 milhões em relação às intenções de março. Mas isso poderia ser apenas o começo das reduções, que poderiam cortar 4 milhões de hectares da área plantada”, aponta Knorr.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja busca manter estabilidade nesta 6ª em Chicago à espera do USDA e de olho no G20

    O dia é de novos relatórios do USDA e a reação do mercado internacional de grãos, como tradicionalmente acontece, é de estabilidade e cautela antes da chegada dos novos números. Na sessão desta sexta-feira (28), por volta de 8h15 (horário de Brasília), as cotações da soja subiam entre 1,75 e 2,50 pontos nos principais contratos.

    Dessa forma, o vencimento julho tinha US$ 8,90 por bushel, enquanto o agosto valia US$ 8,96 e as posições mais distantes lutavam para manter-se acima dos US$ 9,00. O novembro tinha US$ 9,14.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos chegam com dois boletins de extrema importância nesta sexta, sendo um com os estoques trimestrais em 1º de junho nos EUA e o outro com os ajustes na área de plantio do país depois de uma difícil temporada de plantio, a qual ainda continua em alguns locais mesmo sendo quase julho.

    EXPECTATIVAS PARA OS RELATÓRIOS

    Área de Plantio – Se espera uma área de plantio a ser reportada no dia 28 em 34,14 milhões de hectares, enquanto no último dia 10 o USDA trouxe 34,24 milhões e, em março, 34,25 milhões de hectares.

    Para o milho, a queda esperada é bem mais agressiva, uma vez que o plantio foi iniciado mais cedo – como tradicionalmente acontece – e foi ainda mais impactado pelo excesso de chuvas.

    Estoques Trimestrais – Os números dos estoques trimestrais americanos em 1º de junho de 2019 podem bater o recorde, que foi registrado na mesma data em 2018, e ficar em 50,65 milhões de toneladas. Há um ano este número era de 33,18 milhões. O intervalo esperado pelo mercado é de 46,27 a 53,4 milhões de toneladas.

    Confirmados, os estoques poderiam exercer uma pressão considerável sobre as cotações da oleaginosa na CBOT.

    G20

    Ainda nesta sexta-feira, teve início a reunião do G20, na cidade japonesa de Osaka. O encontro é a pauta dos mercados financeiros do mundo todo neste final de semana, já que estão reunidos os líderes das principais economias globais.

    Entre eles, Donald Trump e Xi Jinping, presidentes das duas maiores potências do globo e que há travam um conflito comercial que há mais de uma ano trouxe uma enorme sombra de incerteza para todo o cenário ecnonômico mundial.

    E para o agronegócio, as consequências têm sido bastante duras para os produtores norte-americanos, que esperam com atenção o encontro de seu presidente com Xi neste sábado (29). O mesmo acontece com os produtores brasileiros. Beneficiados desde o início do problema dada a demanda chinesa totalmente focada no mercado do Brasil.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Quarta-feira começa com desvalorização para o milho na Bolsa de Chicago

    A quarta-feira (26) começa com os preços internacionais do milho futuro em viés de baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 3,25 e 3,75 pontos por volta das 09h01 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,44, o setembro/19 valia US$ 4,49 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,54.

    Segundo analise de Tony Dreibus da Successful Farming, os grãos ficaram um pouco mais baixos durante a noite, em resposta aos últimos números de estoques trimestrais de grãos e no aguardo dos próximos relatórios de áreas total plantada que serão divulgados na sexta-feira.

    Segundo informações da Agência Reuters, analistas consultados classificaram os estoques de milho em 5,33 bilhões de bushels (159,9 milhões de toneladas) em junho, ante 5,31 bilhões de bushels (159,3 milhões de toneladas) no ano anterior.

    O mercado agora aguardo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deve divulgar suas estimativas de área de plantio no final desta semana. Os analistas esperam uma área de milho de cerca de 86,7 milhões de acres (34,68 milhões de hectares), bem abaixo da estimativa de junho da World Agricultural Supply and Demand Estimates.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leve recuo em Chicago nesta 4ª se posicionando antes dos dados do USDA

    O mercado da soja apresenta leves recuos nesta quarta-feira (26), após as boas altas registradas no início da semana. Os traders, segundo explicam analistas internacionais, se reposicionam à espera dos novos boletins que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na sexta-feira, dia 28.

    Assim, perto de 7h35 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam pouco mais de 2 pontos nas posições mais negociadas, com o julho cotado a US$ 8,99 e o agosto, US$ 9,04 por bushel.

    Um dos relatórios traz a posição dos estoques trimestrais norte-americanos em 1º de junho e, para alguns analistas e consultores, os números podem impressionar e causar alguma pressão sobre as cotações.

    De outro lado, o ajuste da área de plantio da safra 2019/20 dos EUA. Para o milho, as expectativas são de uma considerável redução, enquanto para a soja ainda se espera um corte na área, porém, um pouco mais tímido. A janela ideal para a semeadura da oleaginosa está bem ajustada, porém, há muitos produtores ainda apostando nos trabalhos de campo.

    Até lá, os traders especulam e reajustam suas posições à espera destes números e também de possívieis notícias que venham da reunião do G20 que começa na sexta-feira e que pode promover o encontro de Donald Trump e Xi Jinping após mais de um mês de negociações paralisadas entre EUA e China.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Veja os fatores que podem mexer com o preço do milho na semana

    Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

    – Durante a semana o tom negativo foi dominante, repercutindo o relatório da última segunda-feira que sinalizou para plantio de 92% da área estimada;
    – O clima no Meio Oeste norte-americano segue preponderante, avaliando a projeção de volumes ainda acentuados de chuva nos próximos dias que podem prejudicar o desenvolvimento das lavouras;
    – Nesse sentido os relatórios semanais de condições das lavouras também são relevantes para a formação de tendência de curto prazo;
    – O mercado também aguarda pelo relatório trimestral de estoques no próximo dia 28, que deve contar com números mais concretos em relação a área plantada e produtividade média para a safra vindoura.
    – Além de toda a volatilidade apresentada na CBOT e no cenário cambial ao longo da semana há também um feriado prolongado que também contribuiu para a queda do ritmo dos negócios;
    – A tendência de curto prazo segue correlacionada a paridade de exportação, nesse sentido acompanhar os eventos no Meio Oeste norte-americano segue primordial para a tomada de decisão de venda ou de compra;
    – A movimentação cambial também exerce um papel importante na formação de tendência de curto prazo;
    – O clima seco em grande parte do Centro Sul do país ainda favorece a boa evolução do trabalho de campo, até o momento o percentual de colheita alcançou o patamar aproximado de 15%.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho: Semana começa com futuros em alta na Bolsa de Chicago

    A semana começa com os preços internacionais do milho futuro se valorizando na Bolsa de Chicago (CBOT). Nesta segunda-feira (24), as principais cotações registravam altas entre 3,25 e 4,25 pontos por volta das 09h04 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,45, o setembro/19 valia US$ 4,51 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,57.

    Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho estão apresentando ganhos modestos, com contratos de safras antigas e novas mais altos após uma baixa partida durante a noite. Os futuros de dezembro, por exemplo, realizaram outro teste de tendência em relação aos mínimos de maio, mantendo o gráfico de alta intacto.

    No momento, o mercado aguarda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualize sua estimativa de área nesta semana, em um relatório amplamente esperado que poderia moldar os mercados de verão.

    “Com base nas tendências históricas, esperamos que a área plantada com milho caia para 87 milhões de acres. O governo cortou sua estimativa no início deste mês, a partir de intenções de março de 3 a 89,8 milhões. E a área final poderá cair para 85 milhões, dependendo de quantos hectares de plantações impedem os agricultores de plantar milho”, comenta Potter.

    Os agricultores que reportaram o Feedback From The Field na semana passada fizeram apenas progressos incrementais, elevando suas estimativas para 94%. Os produtores também classificaram o milho como estável em comparação com a semana passada, mas sua avaliação permanece bem abaixo das estimativas das condições de progresso da colheita semanal do USDA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado inicia semana intensa operando em alta na CBOT nesta 2ª feira

    Preços em alta para a soja nesta segunda-feira (24) na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h25 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 5,50 e 6,25 pontos nos principais contratos, com o julho valendo US$ 9,08 e o agosto, US$ 9,14 por bushel. O mercado busca se recuperar das últimas baixas – já que perdeu mais de 12 pontos na última sexta-feira (21) – e se posicionando para uma semana intensa para os negócios.

    O foco principal dos traders continua sendo a questão climática nos EUA. O final de semana foi de chuvas para o Corn Belt, porém, segundo explicam analistas internacionais, as previsões indicam alguma melhora para a semana que vem, o que acaba limitando o avanço dos preços.

    “As temperaturas no Meio-Oeste devem começar a subir na próxima semana, o que começará a acelerar o desenvolvimento das lavouras de soja e milho”, segundo o instituto norte-americano de meteorologia Maxar.

    No paralelo, atenção aos relatórios novos que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta semana, começando hoje, às 17h (Brasília), com o semanal de acompanhamento de safras e encerrando, na sexta-feira (28), com dois outros boletins muito importantes: área de plantio e estoques trimestrais. As expectativas do mercado são grandes.

    Ao mesmo, os traders especulam também sobre a reunião do G20 que acontece no final desta semana, em Osaka, no Japão, e onde devem se encontrar Donald Trump e Xi Jinping, retomando as negociações da guerra comercial, que estão paralisadas há quase dois meses.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja estagnada com realização de lucros

    O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou ontem (18/0) alta de 0,75 ponto no contrato de Julho/19, fechando em US$ 9,135 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 0,75 e 1,00 ponto.

    Os principais contratos futuros tiveram um dia de ligeiros ganhos no mercado norte-americano de soja, diante das notícias neutras sobre plantio. “Os mapas continuaram a indicar chuvas para a próxima quinzena. Quanto ao relatório de colheita de ontem, não renderam muitas surpresas. O plantio teria conseguido cobrir 77%. Em qualquer caso, o atraso mantido (em comparação com 93% histórico) cria incerteza em torno da área que acabará por ser semeada”, comenta a T&F Consultoria Agroeconômica.

    A ARC Mercosul destaca que o mercado em Chicago foi pressionado pela realização de lucros especulativos, revertendo posições recentemente compradas, apenas por definições técnicas: “Do outro lado, novidades sobre recentes encontros entre Trump e Jinping sustentaram as cotações da soja, ao longo das últimas horas da sessão na CBOT. A mídia chinesa confirmou que os presidentes irão se encontrar na reunião do G20, na próxima semana”.

    “Aqui nos bastidores do mercado, ninguém acredita que os Estados Unidos e a China poderão entrar em um acordo comercial, entretanto há esperanças de que as negociações sejam retomadas e um período de ‘cessar-fogo’ seja implementado. Recentemente, Trump ameaçou a elevação de mais US$300bi em tarifas sobre produtos chineses, o que iria desencadear uma nova rodada de retaliações por parte da gigante asiática”, concluem os analistas da ARC Mercosul.

    Fonte: Agrolink

  • Quarta-feira começa com milho desvalorizado na Bolsa de Chicago

    A quarta-feira (19) começa com os preços internacionais do milho futuro em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 3,25 e 5,00 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,46, o setembro/19 valia US$ 4,51 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,58.

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho caíram novamente nesta manhã, afetados pelos lucros recentes e com o mercado tentando avaliar o quanto da produção norte americana foi perdida.

    A estimativa da publicação aponta safra de cerca de 13,1 bilhões de bushels (436 bilhões de toneladas), 500 milhões (16 bilhões de toneladas) abaixo da última estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), mas o clima determinará o número final.

    Houve alguns sinais de que as enchentes de 2019 estão desacelerando e terminando. O CME Group disse ontem que a força maior nas estações de transporte de milho e soja nos rios Illinois e Mississippi foi suspensa, à medida que os níveis de água diminuem.

    Todas as eclusas no rio Mississippi foram reabertas, e os níveis de água em St. Louis devem cair para liberação na sexta-feira. A base de milho firmou-se novamente ontem com os terminais do Rio Illinois aumentando as ofertas à medida que o sistema se prepara.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com estabilidade em Chicago nesta 4ª e se posiciona para números da área nos EUA

    As leves baixas entre os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam nesta quarta-feira (19). Os contratos mais negociados, por volta de 7h55 (horário de Brasília), perdiam entre 3,50 e 3,75 pontos. Assim, o julho tinha US$ 9,08 e o agosto, US$ 9,15 por bushel.

    Embora os traders ainda estejam focados nas previsões climáticas que mantêm as chuvas fortes no radar, também se posicionam à espera do novo reporte de área de plantio que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final deste mês. Os números saem na próxima sexta-feira, dia 28.

    Outro fator que segue sendo acompanhado mais de perto há alguns dias é a guerra comercial e a possibilidade de uma retomada das negociações entre China e Estados Unidos. Xi Jinping e Donald Trump devem se encontrar na próxima reunião do G20, no Japão, no final deste mês, e podem trazer novas informações relevantes ao mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas