Eduarda Pereira

Eduarda Pereira has created 743 entries

  • Milho: colheita lenta sustenta leves altas em Chicago nesta terça-feira

    A terça-feira (19) começa com leves ganhos para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 0,75 e 1,25 pontos por volta das 08h55 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,69 com valorização de 1,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,78 com alta de 1,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,83 com elevação de 0,75 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,89 com ganho de 1 ponto.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos do milho foram um pouco mais altos no comércio da noite para o dia, após o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostrar que a colheita ainda tem um longo caminho a percorrer antes de ser concluída e com otimismo cauteloso sobre o comércio.

    A safra de milho ficou bem abaixo do normal, com 76% colhido até o último domingo, acima dos 66% da semana anterior, mas abaixo do ritmo médio de 92% nesta época do ano, informou a agência em seu relatório.

    Apenas 77% do milho de Iowa estava colhido para começar a semana, em comparação com a média dos últimos cinco anos de 93%. Em Illinois, 80% foram coletados contra os 97% normais, segundo o USDA.

    Enquanto isso, observadores do mercado continuam de olho nos desenvolvimentos da saga comercial EUA-China em andamento. Autoridades disseram que as recentes negociações comerciais foram “construtivas”, que impulsionaram os mercados globais ontem, mas isso se tornou um refrão comum dos negociadores comerciais.

    “As notícias têm sido escassas nos últimos dias, apesar de ambos os lados terem indicado em outubro que um acordo comercial estava praticamente completo”, diz o analista Tony Dreibus.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja sobe em Chicago nesta 3ª, retoma parte das últimas baixas e mantém foco na guerra comercial

    Os preços da soja sobem nesta terça-feira (19) na Bolsa de Chicago. O mercado recupera parte das ligeiras baixas da sessão anterior, mas ainda mantém as oscilações tímidas. Por volta de 8h10 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa avançavam de 2,25 a 3,50 pontos, levando o janeiro a US$ 9,12 e o maio a US$ 9,38 por bushel.

    Segue o foco dos traders sobre as relações comerciais entre China e Estados Unidos e as especulações sobre a guerra comercial. As duas equipes seguem esbarrando na retirada das tarifas, que é uma demanda da nação asiática, mas sem a aceitação do presidente Donald Trump.

    “Enquanto a imprensa alimenta expectativas de que um acordo pode sair logo, o mercado suspeita que as últimas compras chinesas são apenas uma forma de garantir produto na entressafra da América do Sul e sem acordo logo voltarão a ignorar a soja americana”, diz o consultor Steve Cachia, da Cerealpar e da AgroCulte.

    No paralelo, o mercado vê a colheita americana se encaminhar para a fase final. São 91% da área de soja já colhida – mesmo número de 2018 nesse período, contra 85% da semana anterior e frente à expectativa do mercado de 90%, de acordo com os últimos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) . A média dos últimos cinco anos é de 95%.

    Na América do Sul, segue a atenção ao plantio, que no Brasil já passa de 70% da área, com problemas climáticos ainda pontuais.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: veja o que pode mexer com o mercado na semana

    O mercado da soja permanece em compasso de espera por novidades relacionadas à guerra comercial entre Estados unidos e China. Paralelamente, os players acompanham a reta final dos trabalhos de colheita da nova safra dos EUA e aguardam por sinais de demanda pela soja do país norte-americano. O clima no Brasil fecha o quadro de fatores.

    Acompanhe, abaixo, os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na semana. As dicas são do analista Luiz Fernando Roque, da consultoria Safras & Mercado.

    Os últimos dias foram de notícias negativas com relação às negociações comerciais entre EUA e China. O mercado diminuiu seu otimismo frente a declarações de ambos os lados que indicam que ainda há desavenças entre os países em alguns pontos importantes das negociações. O presidente Donald Trump se mostra relutante em retirar as tarifas sobre produtos chineses durante a “fase um” do acordo, enquanto os chineses também relutam em aceitar cláusulas sobre produtos agrícolas e propriedade intelectual. Frente a isso, Chicago voltou a perder fôlego;

    Os players agora voltam a especular sobre a data de assinatura do acordo parcial, já considerando que poderá não ser assinado ainda em 2019 após os retrocessos recentes;

    O mercado espera que novas vendas de soja norte-americana para a China sejam anunciadas nos próximos dias, embora não devam envolver grandes volumes;

    O clima para a evolução do plantio e desenvolvimento inicial das lavouras no Brasil começa a ganhar peso como fator. Os trabalhos de plantio voltaram a evoluir em melhor ritmo após a chegada de uma maior umidade na faixa central do país. As previsões apontam para uma semana de boas precipitações em praticamente todo o país, o que deverá ser favorável para as lavouras já semeadas.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho: Semana começa com estabilidade para as cotações na Bolsa de Chicago

    A semana começa com estabilidade para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 08h30 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,71 com alta de 0,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,81 com elevação de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,87 com valorização de 0,50 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,92 com ganho de 0,25 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho permaneceram inalterados com os comerciantes e agricultores prestando muita atenção às negociações comerciais, porque as exportações agrícolas dos EUA sofreram desde que Pequim impôs tarifas retaliatórias sobre produtos agrícolas americanos em 2018 como parte da guerra comercial.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja inicia semana com leves altas em Chicago de olho nas negociações China x EUA

    A semana começa com estabilidade, novamente, para os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam entre 0,50 e 1,25 ponto, levando o janeiro a US$ 9,18 e o maio a US$ 9,43 por bushel.

    Os pequenos ganhos, segundo analistas e consultores, chegam refletindo as boas expectativas de avanço das negociações entre China e Estados Unidos nos últimos dias. No final de semana, as equipes de ambos os países disseram ter tido “conversas construtivas”, ampliando as especulações de que um acordo, ao menos parcial, possa de fato ser alcançado.

    Segundo informações da agência estatal Xinhua, participaram do telefonema o vice-primeiro-ministro da China, Liu He, o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, para discutirem as questões centrais um do outro na primeira fase de um acordo comercial inicial. Os dois times concordaram em manter uma comunicação próxima.

    “No entanto, traders continuam na defensiva. A credbilidade do governo americano nas negociações da guerra comercial EUA/China está abalada”, diz o consultor da Cerealpar e da AgroCulte, Steve Cachia. “Traders já não especulam mais “tweets” ou comentários de Trump porque entendem que é tudo “enrolação”. O mercado quer fatos concretos”, completa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho abre a quinta-feira com leves altas em Chicago na espera pelo relatório do USDA

    A quinta-feira (07) começa com poucas movimentações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 0,75 e 1,00 ponto por volta das 08h54 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,79 com ganho de 0,75 pontos, março/20 valia US$ 3,88 com valorização de 1 ponto, o maio/20 era negociado por US$ 3,95 com alta de 0,75 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,01 com elevação de 0,75 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros do milho se movimentam pouco, na espera da divulgação do novo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta sexta-feira.

    “O foco do mercado tem sido o relatório mensal de fornecimento e demanda de sexta-feira do USDA para uma nova indicação sobre a safra de milho dos EUA, interrompidas pela chuva deste ano”, diz Karl Plume da Reuters Chicago.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com pequenas altas nesta 5ª e se ajusta antes do novo USDA

    Os preços da soja têm leves altas nesta manhã de quinta-feira (7) na Bolsa de Chicago. Os futuros da commodity, por volta de 7h20 (horário de Brasília), subiam entre 3,25 e 3,50 pontos, com o janeiro em US$ 9,31 e o maio em US$ 9,56 por bushel.

    O mercado recupera parte das últimas baixas do pregão anterior, quando foi pressionado pela notícia de que a reunião entre Donald Trump e Xi Jinping aconteça somente em dezembro. No entanto, à espera dos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os traders reajustam suas posições.

    O novo boletim mensal de oferta e demanda será reportado nesta sexta-feira, 8 de novembro, e pode, segundo analistas e consultores, trazer algumas correções na safra de soja dos EUA após tantos problemas com o clima.

    “Os comentários do mercado dão conta de que a espera é por uma safra de pouco mais de 95 milhões de toneladas frente as 96,6 milhões apontadas pelo USDA em outubro”, diz o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: quarta-feira começa com cotações ainda estáveis na Bolsa de Chicago

    A quarta-feira (30) começa com estabilidade para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,75 pontos negativos por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,86 com estabilidade, o março/20 valia US$ 3,95 com queda de 0,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,02 com desvalorização de 0,75 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,08 com baixa de 0,75 pontos.

    Segundo informações do site internacional da Successful Farming, a estabilidade permanece no mercado com o avanço da colheita influênciando de um lado e as perspectivas de adversidades climáticas puxando para o outro.

    Cerca de 41% da safra de milho dos Estados Unidos foi colhida nesta semana, atrás da média anterior de cinco anos de 61%, informou o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu último boletim na segunda-feira. No Missouri, 64% já haviam sido colhiodos, atrás dos 84% ​​normais.

    “Uma tempestade que sopra das Montanhas Rochosas está se movendo para as planícies do sul, à medida que os alertas do clima de inverno entram em vigor hoje à noite em partes do Kansas e nos estados do Oklahoma e Texas. O clima frio também é esperado em partes do Missouri, o que provavelmente acabará com a maturidade de todas as plantas que continuarem crescendo no solo, embora a frente fria anterior já possa ter parado de crescer”, aponta o analista Tony Dreibus.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja recupera parte das últimas baixas e testa leves ganhos em Chicago nesta 4ª

    Ainda caminhando de lado, as cotações da soja negociadas na Bolsa de Chicago tem leves altas nesta manhã de quarta-feira (30), recuperando parte das ligeiras baixas do pregão anterior. O mercado da oleaginosa, porém, ainda segue sem direção.

    Por volta de 7h10 (horário de Brasília), os futuros da commodity subiam entre 2 e 2,50 pontos, levando o novembro/19 aos US$ 9,20 e o maio/20, importante referência para a safra brasileira, a US$ 9,60 por bushel.

    Os traders precisam de notícias. E informações sólidas e consistentes capazes de direcionar os preços da soja daqui em diante.

    “Sendo final de mês, seja na soja em Chicago ou no doólar, podemos ver ajustes técnicos de posições”, diz o consultor da AgroCulte e da Cerealpar, Steve Cachia.

    Do lado dos fundamentos, o mercado sente a pressão sazonal do avanço da colheita nos EUA e, ainda segundo Cachia, ” do sentimento de melhora nas condições climaticas na América do Sul”.

    Mais do que isso, a ansiedade maior se dá na espera por novas notícias referentes ao acordo entre China e Estados Unidos e sua fase um, que já teria sido alcançada, mas sem dar mais detalhes ao mercado. As especulações agora crescem em torno da possibilidade de que o texto dessa fase não seja assinado no Chile, em novembro, quando se encontram Donald Trump e Xi Jinping.

    “Se não for assinado no Chile não quer dizer que estará sendo desfeito. Só significa que não está pronto. Nosso objetivo é assinar no Chile, mas as vezes os textos não estão prontos. Ainda assim, bom progresso está sendo feitos e esperamos ainda poder assiná-lo no Chile”, disse um representante da Casa Branca.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Confira os fatores que podem mexer com o preço do milho na semana

    Depois de uma semana ruim para os preços negociados na Bolsa de Chicago, que fechou com queda acumulada superior a 1%, até 25 de outubro, mercado seguirá com as atenções voltadas a colheita do milho nos Estados Unidos e alguns outros fatos. Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.
    O foco do mercado permanece no clima no Meio-Oeste norte-americano. Os modelos ainda apontam para frio intenso em diversos estados que compõem a região, com previsão de geada e até mesmo neve;
    Com isso, a tendência é que haja perda de qualidade das lavouras, ainda mais em um cenário de atraso da colheita, como o observado nesta safra
    Nesse contexto o acompanhamento dos relatórios de evolução da colheita e condição das lavouras divulgados semanalmente pelo USDA seguem imprescindíveis para a formação de tendência de curto prazo
    O mercado brasileiro de milho segue centralizado na decisão de venda do produtor. A retenção ainda é a estratégia recorrente. Por sua vez, os consumidores ainda se deparam com estoques encurtados;
    Essa combinação de fatores justifica a recente alta dos preços. Por sua vez, a movimentação do câmbio e o comportamento da CBOT na semana resultaram em queda nas indicações nos portos, com isso os preços domésticos seguem experimentando descolamento em relação à paridade de exportação
    A paridade de exportação foi um capítulo à parte nesta semana, avaliando o processo de valorização do real com a recente aprovação da Reforma da Previdência
    Além disso, a CBOT apresentou queda, reforçando a tendência de baixa nos preços dos portos. A indicação em Santos e Paranaguá recuou ao nível de R$ 40, inviabilizando novas negociações destinadas à exportação.

    Fonte: Cana Rural