Eduarda Pereira

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  • Soja tem movimento de correção nesta 3ª feira em Chicago após altas intensas da sessão anterior

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago passa por um já esperado movimento de correção técnica, com os preços registrando leves baixas depois das altas de mais de 20 pontos do pregão anterior. Na sessão desta terça-feira (16), as cotações cediam entre 6,25 e 6,50 pontos, com o novembro/18 sendo negociado a US$ 8,85 e o maio/19 a US$ 9,24 por bushel.

    As cotações subiram intensamente ontem motivadas pelas preocupações que o clima traz para o avanço da colheita nos EUA – com chuvas ainda excessivas e a chegada da neve em alguns estados produtores – e pela demanda boa nos EUA, com bons embarques semanais e números fortes do esmagamento norte-americano em setembro.

    O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras no fim da tarde desta segunda-feira (15) indicando um avanço moderado da colheita nos EUA na última semana.

    Até o último domingo (14), a área colhida de soja no país passou de 32% para 38%. O índice ficou bem abaixo da média dos últimos cinco anos de 53% e do registrado no mesmo período do ano passado de 47%.

    Em Chicago, os traders estão atentos também ao desenvolvimento do plantio no Brasil – que segundo a AgRural já chega a 20% da área estimada para essa temporada – e ao andamento do dólar no Brasil.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Futuros do cereal trabalham estáveis em Chicago nesta 2ª feira com atenção à safra dos EUA

    Os futuros do milho têm um início de semana estável na Bolsa de Chicago. As cotações do cereal, por volta de 9h30 (horário de Brasília), perdiam menos de 1 ponto entre os principais vencimentos e o dezembro/18 era cotado a US$ 3,73 por bushel.

    Depois de duas sessões de altas intensas, o mercado passa por uma ligeira correção técnica, mas segue de olho em seus fundamentos. E nesta semana, um dos mais importantes é o quadro climático no Meio-Oeste americano.

    “O mercado de grão vai monitorar as previsões climáticas nesta semana para saber se a colheita nos Estados Unidos consegue retomar seu ritmo mais forte. Por hora, janela para a colheita ainda se mostra confortável”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    E segundo informações da Reuters Internacional, há um tempo mais seco sendo esperado para a segunda metade desse mês de outubro, porém, as chuvas intensas da última semana podem ter prejudicado algumas lavouras no Corn Belt.

    No fim da tarde, após o fechamento dos negócios em Chicago, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras e atualiza o índice de lavouras colhidas até o último domingo (14) nos EUA.

    Ainda nesta segunda, serão atualizados também os dados dos embarques semanais, os quais podem mexer com o mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Plantio de soja no Brasil vai a 20% da área, o mais acelerado da história, diz AgRural

    SÃO PAULO (Reuters) – O plantio de soja 2018/19 no Brasil avançou 10 pontos percentuais em uma semana e foi a 20 por cento da área total até a última quinta-feira, informou nesta segunda a AgRural.

    Conforme a consultoria, a semeadura supera os 12 por cento de um ano atrás e os 10 por cento de média dos últimos cinco anos, sendo que o atual ritmo de semeadura é o mais rápido da história.

    Fonte: Reuters

  • Soja começa semana com estabilidade em Chicago nesta 2ª feira e foca colheita nos EUA

    A semana começa com os preços da soja atuando com estabilidade na Bolsa de Chicago e os traders focados na colheita norte-americana. As condições de clima continuam preocupando em alguns pontos do Corn Belt, porém, ainda não permitem que o mercado reaja de forma muito intensa.

    Na sessão desta segunda-feira (15), por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 1,75 e 3 pontos nos principais vencimentos, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,65 por bushel.

    “O mercado de grão vai monitorar as previsões climáticas nesta semana para saber se a colheita nos Estados Unidos consegue retomar seu ritmo mais forte. Por hora, janela para a colheita ainda se mostra confortável”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Dessa forma, o mercado segue no aguardo também do boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final do dia de hoje, após o fechamento dos negócios. O relatório traz a atualização da área colhida no país e das condições das lavouras americanas.

    Ainda nesta segunda, os traders aguardam também pelos dados da NOPA (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA)sobre o esmagamento de soja nos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Safra não está sendo boa para os EUA, diz analista

    A atual safra de grãos dos Estados Unidos não está se mostrando muito vantajosa para os agricultores do país até agora. É isso que afirma o analista Ray Grabanky, em um artigo publicado no portal Agriculture.com, onde justificou dizendo que os preços estão estagnados à medida em que o país se encaminha para safras recordes de milho e de soja.

    “Geralmente não é o caso de safras recordes não pressionarem os preços para novas mínimas na colheita, mas este ano foi incomum em que os preços foram pressionados até agora em junho e início de julho”, escreveu.

    Nesse cenário, ele explica que as culturas não se desenvolveram como esperado durante o mês de julho, fazendo com que crescessem muito rapidamente no mês de agosto, apenas. Sendo assim, o analista atribui a estagnação dos preços na guerra comercial que os EUA travaram com a China.

    “Então, o que nos empurrou tão baixo em julho? China! Ou mais especificamente, as disputas comerciais da China. A China tem evitado a soja dos EUA após ter imposto uma tarifa de 25% sobre eles, mas é surpreendente a demanda que os EUA têm pela soja desde que caímos US$ 2 nos preços (e agora temos uma queima da nossa produção de soja)”, afirma.

    Além disso, as condições meteorológicas não estão favorecendo as plantações de grãos dos EUA, com as previsões sugerindo um clima muito úmido nos próximos sete dias no Cinturão do Milho, com mais chuva na faixa do Texas a Michigan. “Que compactua com o tempo úmido que se instaurou no país nos últimos meses”, diz.

    “Foi uma colheita horrível até agora, com a semana passada particularmente difícil no Cinturão do Milho no noroeste. Temos sofrido de condições de frio e chuva (chuva todos os dias muitas vezes) que interromperam a colheita em muitos locais, particularmente para os produtores sem a capacidade de secar grãos, como a soja”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja em Chicago trabalha em campo negativo nesta 5ª feira se preparando para chegada do USDA

    O mercado futuro norte-americano da soja, nesta quinta-feira (11), testa leves baixas à espera do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na tarde de hoje. Por volta de 8h (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 3,75 e 4 pontos nos principais vencimentos, com o maio/18 valendo US$ 8,48 por bushel.

    Os dados atualizados do USDA chegam às 13h (horário de Brasília) e, segundo as expectativas do mercado, deverão mostrar um um aumento nas estimativas de produção, produtividade e estoques norte-americanos e as especulações já pesam sobre as cotações. Ontem, os preços caíram mais de 10 pontos.

    “As novas estimativas poderão trazer novos aumentos de produção para a soja norte-americana, frente à uma demanda pelo grão em decadência com a vigente e permanente Guerra Comercial EUA-China”, explicam os analistas da AgResource Mercosul (ARC).

    Na outra ponta, as condições de clima nos EUA ainda dão algum suporte aos preços, uma vez que chuvas intensas continuam a chegar ao Corn Belt.

    “As projeções climáticas estadunidenses têm desenvolvido uma delicada situação para safra do Cinturão Agrícola, que já apresenta
    problemas pontuais de enchentes sobre o extremo norte do Cinturão. Ainda é prematuro afirmar perdas generalizas em nível nacional”, complementa a consultoria internacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil poderá colher até 238 milhões de toneladas de grãos na safra 2018/19

    A produção estimada para o primeiro levantamento da safra 2018/19 indica um volume entre 233,6 e 238,5 milhões de toneladas, com uma variação entre 2,5 e 4,7% a mais do que a safra passada. Isso significa que a produção nacional poderá aumentar entre 5,6 e 10,6 milhões de toneladas. Os números estão no 1º levantamento da safra de grãos deste período, divulgado nesta quinta-feira (11), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Nas principais culturas do país, a soja pode alcançar uma produção entre 117 e 119,4 milhões de t, enquanto o milho total pode chegar até 91,1 milhões de t. Estima-se que a primeira safra de milho pode ser maior em relação à passada, alcançando entre 26 e 27,3 milhões de t, enquanto a segunda seria de até 63,7 milhões de t.

    Outras culturas também destacaram-se com a estimativa de aumento da produção, como o algodão, amendoim, feijão-comum cores e girassol. No caso do algodão, o bom desempenho das cotações da pluma, tanto no mercado interno quanto no externo, estimulou os produtores a investirem na lavoura, sendo esperados incrementos recordes na área plantada.

    Em relação ao milho, a grande aposta dos produtores é a expectativa de normalização das chuvas para a temporada que se inicia. O mercado mostra-se promissor e vem se fortalecendo a cada ano, com as alternativas de exportação para o mercado chinês, os reflexos da taxa de câmbio e a fabricação de etanol a partir de milho, além do forte mercado interno produtor de proteína animal.

    O estudo mostra também que a definição da área plantada do milho está condicionada à evolução do clima nos próximos meses, que estimulará, caso ocorra normalização das chuvas, o uso de um pacote tecnológico avançado, fato não ocorrido na temporada passada. Sendo assim, a estimativa de área total deverá apresentar forte incremento, com um intervalo de 16,6 a 16,8 milhões de hectares. Já a soja vem se consolidando como o principal produto na evolução do agronegócio brasileiro e que tradicionalmente impulsiona o incremento da área nacional produtora de grãos, apresentando, neste exercício, intervalo entre 35,4 e 36,2 milhões de hectares.

    Com relação à área total de grãos no país, a perspectiva é de aumento de 0,2 a 2,3% para o plantio da safra 2018/19, que poderá variar de 61,9 a 63,1 milhões de hectares.

    Fonte:  CONAB – Companhia nacional de abastecimento

  • Robótica é sucesso no campo, dizem especialistas

    Alguns usos da robótica na agricultura, como visão computacional para detectar pragas e automação da colheita estão sendo consideradas opções de sucesso para os agricultores. Quem afirma são Marcelo Abreu, Head de Inovação e Felipe Neves, Arquiteto de Soluções, ambos do centro privado de pesquisa Venturus.

    “Os algoritmos e a robótica estão mais presentes do que nunca. Inclusive na lavoura! Hoje já é possível implementar algoritmos de posicionamento com erros abaixo da casa dos milímetros com servomotores de baixo custo para compor estruturas robóticas que atuem no campo. Além disso, a própria unidade de controle do robô pode ficar responsável por se comunicar com o gestor da lavoura, informando o andamento das atividades em tempo real”, escrevem.

    Os especialistas alertam para alguns impasses que ainda estão dificultando a utilização da robótica com o verdadeiro êxito na agricultura, consumo e fonte de energia elétrica necessária para a alimentação. No entanto, eles afirmam que pode se esperar um grade investimento dessa tecnologia, uma vez que acreditam que ela pode auxiliar em vários momentos da produção.

    “Em uma típica aplicação de agricultura de precisão, o robô pode, durante o dia, fazer uso de câmeras para obter imagens de cada item a ser futuramente colhido; classificar e adicionar as condições climáticas daquele momento, bem como enviar relatórios. Em outra aplicação, o mesmo robô pode analisar as condições de solo utilizando pontos equidistantes e sempre no mesmo horário”, comentam explicando o funcionamento de robôs cartesianos.

    Além do cartesiano, outro modelo que já está em uso é o robô com 7 graus de liberdade (7DoF), que promete automatizar a colheita de frutos sensíveis como tomate ou pêssego. “Ele tem a vantagem de ter mais liberdade de movimentos (quase uma réplica do movimento realizado pelo braço humano), o que é importante neste caso, já que os frutos não crescem em localidades regulares”, concluem.

    Fonte: Agrolink

  • Produção de milho do Brasil deve aumentar, diz USDA

    O mais novo relatório produzido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que a área e a produção de milho para o ciclo 2018/2019 devem aumentar. De acordo com os dados, a área deverá passar de 16,65 milhões de hectares para 18 milhões e a produção deve bater as 95 milhões de toneladas, ante 85 milhões do ciclo anterior.

    A notícia é considerada animadora pelos especialistas do Departamento, já que o ciclo de 2017/2018 havia registrado uma redução de 17 milhões de toneladas, ou 17,3% na produção e uma queda de 5,68% nos hectares plantados com a cultura. Para o USDA, as condições climáticas foram fundamentalmente responsáveis por essa diminuição.

    “Os declínios na área e produção foram devidos ao plantio tardio do milho safrinha, devido à colheita tardia da soja, ao investimento reduzido nos insumos agrícolas e à menor área para o milho de primeira e segunda safras. Além disso, as condições de seca e as geadas esporádicas em grandes áreas de safrinha prejudicaram significativamente os rendimentos”, diz o texto.

    As exportações do ano de mercado de 2017/2018 estão previstas em 21 milhões de toneladas, em linha com a estimativa de produção revisada para baixo. “A maior parte do milho safrinha tem sido tipicamente destinada a mercados estrangeiros, mas as exportações neste ano foram prejudicadas pela oferta limitada e pelo tabelamento do frete mínimo para o transporte rodoviário de cargas”, complementa o USDA.

    Quanto ao consumo, o Departamento espera que haja um crescimento em mais 4,8%, chegando em 65,5 milhões de toneladas. “Apesar dos reveses causados pela greve dos caminhoneiros em maio e de ter sido forçado a sacrificar milhões de aves, a indústria de carne de frango, que é responsável pelo consumo de grande parta da safra de milho, está em recuperação e deve crescer cerca de 2,3% no ano que vem”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • FAEP: Produtor precisa seguir normas para armazenar, transportar e descartar agroquímicos

    Para fugir de assaltos, agricultores guardam defensivos na cidade. Mas a prática pode trazer dor de cabeça se não forem observados os aspectos legais.

    A violência e a insegurança no campo geram efeitos colaterais. Com receio de roubos, muitos produtores rurais têm levado agroquímicos da fazenda para a cidade, uma vez que se tratam de produtos caros, constantemente alvo de ladrões. Ocorre que armazenar agroquímicos em áreas urbanas não é permitido, salvo se o produtor possuir licenciamento ambiental para isso. De acordo com a Resolução nº 28, de novembro de 2016, da Secretaria e Estadual de Meio Ambiente (Sema), só ficam dispensados do licenciamento ambiental estadual “os depósitos sem fins comerciais de
    produtos agrotóxicos, seus componentes e afins, localizados em propriedade rural”. Ou seja, somente aqueles depósitos em áreas rurais, desde que obedeçam uma série de requisitos.

    Segundo a engenheira agrônoma do Departamento Técnico Econômico (Detec) do Sistema FAEP/SENAR-PR Carla Beck, é possível armazenar estes produtos na área urbana desde que seja solicitado o licenciamento ambiental para aquela propriedade. “São vários documentos que o produtor deve protocolar por meio do sistema de gestão ambiental. O mais importante é a certidão da prefeitura municipal declarando que o local e o tipo de empreendimento estão em conformidade com a legislação de uso e ocupação do solo e com a legislação municipal de proteção ao meio ambiente”.

    Este ano um produtor da região do Norte Central do Estado chegou a ser preso por armazenar estes produtos na área urbana, enquadrado no Artigo nº 132 do Código Penal, que trata de “expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. Nesse caso, segundo relatos, o agricultor autuado tinha apenas sobras de produtos que caíram em desuso ou que não foram utilizados completamente na temporada anterior. Mesmo nestes casos, o armazenamento no meio urbano não é permitido. Qualquer dúvida, consulte o seu sindicato rural ou a FAEP.

    Fonte: Faep