Eduarda Pereira

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  • Sul toma medidas contra estiagem

    A estiagem tem causado sérios problemas para a agricultura e abastecimento de água nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os catarinenses das regiões Oeste, Extremo-Oeste e Meio-Oeste são os mais atingidos. Segundo a Epagri/Ciram o déficit hídrico no ano alcança 801,9mm, 711mm e 895,9mm, respectivamente. A estiagem vem desde junho de 2019 e é a maior desde 2005.

    As previsões não são animadoras e indicam chuvas abaixo da média até janeiro. Os prejuízos na agricultura já são sentidos. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) mais de 110 aviários de uma agroindústria estão parados no Oeste e o restante está contratando caminhões-pipa para puxar água. A safra de milho já tem perdas de zero a 100% e a soja plantada está aguardando umidade para germinar. Além disso há perdas em pastagens que impactam gado leiteiro e no tabaco. Fumicultores do Extremo Oeste já acumulam perdas de -14,16%, no Oeste as perdas são de 7,94% e no Meio Oeste chegam a 6,05%.

    No Rio Grande do Sul também cresce o numero de municípios em emergência. Segundo a Emater-RS os produtores já esperam prejuízos na cultura do milho, de soja e de feijão. O milho, tanto grão como silagem, registra perdas irreversíveis e já consolidadas, em especial na faixa entre as regiões Noroeste para a Nordeste do Estado, onde a cultura foi primeiro implantada. No caso da soja, que segue em implantação no RS, é grande a ansiedade e a tensão por parte dos produtores em função da falta de chuvas.

    Medidas de socorro

    Santa Catarina já havia anunciado R$ 15 milhões para o apoio a agricultores no combate a estiagem. Nesta segunda-feira (16) o estado anunciou R$ 3 milhões para compra de reservatórios e investindo no transporte de água. Os recursos são da Alesc. A governadora Daniela Reinehr (sem partido) pleiteia recursos federais para auxiliar o setor.

    No Rio Grande do Sul representantes de várias entidades estiveram reunidas para discutir alternativas para combater a estiagem. A ideia é solicitar medidas para mitigar o problema. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ernani Polo (PP) informou que conversou com o governador Eduardo Leite (PSDB) e o secretário da Agricultura, Covatti Filho, na semana passada, para que o governo estadual estude a possibilidade de desonerar equipamentos utilizados na irrigação de lavouras. Outra recomendação é reduzir tributos sobre os combustíveis nas localidades onde se faz uso desses produtos por causa da ausência de energia elétrica. O objetivo é reduzir custos e viabilizar a ampliação da irrigação neste momento de crise no campo.

    Outra medida que será solicitada à instituições financeiras é a liberação para produtores utilizarem o que resta de massa verde do milho para a alimentação do gado, mesmo sendo de baixa qualidade, uma vez que, a falta de chuva prejudica o crescimento das pastagens para a pecuária de corte e de leite. Também deve ser solicitado ao governo do Estado que forneça sementes de forrageiras e de milho para os produtores afetados pela falta de chuvas, por meio do Programa Troca-Troca.

    Também estarão na pauta da Assembleia Legislativa e das entidades do agro a desburocratização para facilitar a armazenagem de água e o incentivo ao avanço da energia elétrica no campo, por meio das pequenas centrais hidrelétricas nas propriedades rurais.

    Fonte: Agrolink

  • Controle elétrico de daninhas elimina herbicidas

    Você já ouviu falar de capina elétrica de plantas daninhas? A tecnologia que diminui significativamente a aplicação de herbicidas também é aliada do meio ambiente, contribuindo para a chamada agricultura zero carbono. O equipamento foi desenvolvido por uma empresa com origem brasileira e colabora com várias frentes na atividade.

    O CEO do Zasso Group AG, Sérgio de Andrade Coutinho Filho, explica que os herbicidas respondem por cerca de 50% dos produtos químicos aplicados no mundo. O uso em excesso acarreta três problemas: o primeiro é a sustentabilidade ambiental, pois por causa da lixiviação e da deriva, a maior parte desses químicos, até 95% deles acabam em organismos ou ambientes que não eram os alvos. Ou seja, uma pequena parte somente desses produtos é de fato utilizado para controlar as plantas daninhas e uma imensa parte deles acaba no meio ambiente.

    Além disso os resíduos podem ficar nos alimentos. “Desses problemas, a maior parte é devida a presença de elementos químicos proibidos para aquela determinada cultura. Ou um excesso que não apresenta grandes riscos a sua saúde. Todavia, quase 1% dos alimentos testados, apresenta algum tipo de risco agudo, que pode causar efeitos adversos imediatos para a sua saúde”, destaca.

    Outro problema causado pelo uso de herbicidas é a resistência que as daninhas adquirem. “Algumas plantas chegam a ter resistência de até cinco herbicidas diferentes. Isso significa que não adianta nem você tentar misturar esses químicos para tentar matar as plantas, não vai funcionar”, alerta Coutinho Filho.

    A capina elétrica de daninhas funciona assim: um equipamento personalizado é instalado no trator e com descargas elétricas elimina as daninhas, das folhas até as raízes. Também gera menor impacto nas minhocas que melhoram o solo. A tecnologia deve ter lançamentos para culturas como citros, café, urbano e até produtos comerciais para vinhos e ainda estão em desenvolvimento também soluções para culturas de larga escala, como a soja e a cana-de-açúcar.

    Em relação ao preço nos últimos dez anos, o custo por área dessa tecnologia era viável apenas em culturas orgânicas ou em casos muito específicos. Agora já é viável para a produção de madeira e frutas, por exemplo. Em breve a empresa espera tornar viável a tecnologia para todas as culturas.

    Fonte: Agrolink

  • Consórcio Antiferrugem atualiza ferramentas digitais para incrementar o monitoramento de ferrugem

    O website do Consórcio Antiferrugem acaba de ser atualizado com novas funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão dos produtores, no que diz respeito ao manejo da ferrugem-asiática da soja, na safra 2020/21. O mapa de dispersão da doença, disponível no site do Consórcio, traz opções de filtro para cada tipo de ocorrência (soja voluntária, soja comercial, presença de esporos ou unidade de alerta). “Essa era uma demanda, principalmente, para os locais onde há coletores de esporos, para auxiliar a relacionar a detecção dos esporos com as primeiras ocorrências, além de verificar o papel da soja voluntária na manutenção de inóculo”, explica a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja.

    Com as alterações realizadas, os usuários também poderão escolher a forma de agrupamento das ocorrências da doença (por cidade ou por cidade com coordenadas independentes do exato local de ocorrência dos focos). ¨Atendendo ainda à demanda de alguns estados, o site foi atualizado para inserir a coordenada geográfica do relato e não somente o município, sendo opcional essa identificação¨, explica.

    De acordo com a pesquisadora Cláudia Godoy, com o início da regularização das chuvas e o avanço das semeaduras da soja, o monitoramento da doença tende a aumentar nas primeiras lavouras. Neste sentido, o website do Consórcio Antiferrugem é uma ferramenta que pode agregar mais informação no monitoramento regional do problema. “Por isso, gostaríamos de contar com a colaboração de registros das ocorrências da ferrugem-asiática em todas as regiões brasileiras, para que possamos atualizar os mapas de dispersão, em tempo real, e assim auxiliar os produtores no controle da doença”, avalia.

    De acordo com a pesquisadora, as primeiras ocorrências sempre são verificadas para conferir maior confiabilidade. Todos os estados possuem laboratórios credenciados ao Consórcio Antiferrugem que podem inserir as ocorrências diretamente no site, sendo essas instituições, fundações de pesquisa, universidades e órgãos de defesa.

    Os aplicativos do Consórcio Antiferrugem também acabam de ser atualizados e estão disponíveis para download/atualização.
    iOS (versão 2.5): https://apps.apple.com/br/app/consórcio-antiferrugem/id396131924
    Android (versão 1.5):
    https://play.google.com/store/apps/details?id=com.pbasoftware.caf

    Fonte: Agrolink

  • Futuros da soja iniciam a semana subindo em Chicago

    Os futuros da soja subiram nesta segunda-feira, depois de negociar em ambos os lados inalterados, em meio à escassa chuva em toda a Argentina e relatos de que os agricultores brasileiros podem ter que replantar quase 1% de sua safra devido à falta de água. De acordo com a TF Agroeconômica, o contrato futuro de janeiro fechou em US$ 11,52/bu, um aumento de 2 c/bu no dia.

    “Os agricultores brasileiros na semana passada se esforçaram no plantio e agora superaram a média histórica de semeadura, aliviando as preocupações de que a colheita possa estar atrasada. Uma consultoria brasileira informou que 70% foi plantada contra uma média histórica de 69% nesta época do ano, embora tenha adicionado 300.000 hectares pode ter que ser replantado devido à baixa umidade do solo”, comenta a consultoria.

    As inspeções de exportação dos EUA chegaram a 2,2 milhões de toneladas contra expectativas de analistas entre 2 e 2,4 milhões de toneladas, com surpreendentemente mais de 75% indo para a China. “E nos EUA, a NOPA reportou um mês recorde em outubro em 182,5 milhões de bu, o que equivale a pouco menos de 5 milhões de toneladas e dando uma sensação de alta hoje”, completa.

    “Os futuros de soja começaram no vermelho, mas se recuperaram depois que surgiram notícias de que havia uma segunda vacina com mais de 90% de eficácia. Essa dinâmica desencadeou compras para as ações de companhias aéreas e hotelaria e, consequentemente, futuros internacionais de petróleo bruto, que subiram mais de 4% durante a maior parte do dia e apoiaram os óleos vegetais”, conclui a TF Agroeconômica.

    Fonte: Agrolink

  • Manejo de fertilizantes orgânicos pode otimizar aproveitamento do nitrogênio

    Uma pesquisa da Embrapa Agrobiologia identificou que a forma de fazer o manejo de fertilizantes orgânicos no solo pode fazer toda a diferença no aproveitamento do nitrogênio. O pesquisador Ednaldo Araújo estudou o uso de diferentes fertilizantes orgânicos e explica que, antes, a recomendação era incorporar o adubo no solo para não perder nitrogênio por volatilização de amônia.

    Mas agora, após os experimentos, a recomendação de incorporar o material ao solo passa a ser dependente do tipo de adubo disponível. “É uma recomendação para o agricultor quanto à necessidade de incorporar o adubo ao solo ou mantê-los em cobertura, com impacto direto na eficiência de uso do nitrogênio e da mão de obra, com reflexos no custo de produção”, aponta.

    A prática é destinada especialmente aos produtores de hortaliças e frutíferas em sistemas orgânicos de produção, que geralmente são bastante dependentes do aporte de fontes nitrogenadas orgânicas. Os testes realizados apontam que, no caso de adubos com alta concentração de nitrogênio, a incorporação no solo é fortemente recomendada, pois evita perda do nutriente em forma de amônia em cerca de 40% do total aplicado. Já no caso de adubos orgânicos com baixa disponibilidade de nitrogênio, como é o caso do esterco bovino e da biomassa de leguminosas, a incorporação no solo pode resultar em um custo desnecessário, pois a perda de nitrogênio por volatilização de amônia é baixa, o que permite que o material permaneça em cobertura.

    O mais interessante no uso dessa tecnologia é que pode contribuir para a redução do custo de produção dos alimentos orgânicos, uma vez que um dos maiores gargalos é o suprimento de nitrogênio por meio de insumos orgânicos, que geralmente têm custo elevado.

    “Se considerarmos que o custo do saco de torta-de-mamona com 50 quilos seja de R$ 50, o custo do nitrogênio proveniente desse insumo será de R$ 20 por quilo. Com o aumento da eficiência de uso do nitrogênio, o custo de produção tende a reduzir, contribuindo para ganhos em toda a cadeia produtiva – dentro da porteira, com redução de custo, e fora dela, com redução do preço final para o consumidor”, aponta o pesquisador.

    Além disso, o uso racional de fertilizantes orgânicos minimiza o risco de contaminação dos recursos hídricos, além de favorecer a inserção de agricultores no sistema orgânico de produção.

    Fonte: Canal Rural 

  • Chicago inicia semana em alta nesta 2ª feira com foco no atual cenário de demanda intensa

    Os futuros da soja sobem na Bolsa de Chicago nesta manhã de segunda-feira (16/11). Perto de 8h (horário de Brasília), as cotações registravam ganhos de 2,50 e 5 pontos, com o janeiro/21 sendo cotado a US$ 11,50 e o maio, US$ 11,51 por bushel.

    A demanda – fortemente concentrada nos EUA – está no centro das atenções do mercado. “A China continua comprando soja. E o Brasil está vendo recorde de vendas de uma safra ainda a ser colhida”, diz um analista internacional à Reuters.

    Mais do que isso, ainda de acordo com especialistas, os traders também observam essas informações da demanda cruzando-as com as últimas estimativas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que indicaram estoques americanos muito apertados, sendo os menores em sete anos.

    No paralelo, segue o clima da América do Sul sendo monitorado pelo mercado internacional. Há pontos ainda de tempo muito seco, especialmente no Brasil, com condições que ainda ameaçam bastante a safra 2020/21.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Veja os fatores que podem mexer com os preços do milho nesta semana

    Após a surpresa com os dados do Departamento de Agricultura do Estados Unidos (USDA), o mercado concretizou o suporte acima de US$ 4.20 por bushel para os contratos na Bolsa de Chicago. Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da consultoria Safras & Mercado, Paulo Molinari.

    O USDA trouxe um corte inesperado para a safra dos EUA para 368 milhões de toneladas. Com isso, colocou os estoques nos mais baixos níveis desde 2014, 43 milhões de toneladas;
    Produtor que depende só do mercado interno precisa rever custos, diz professor de economia da USP

    A situação está neste ambiente pela projeção de exportação recorde para 67 milhões de toneladas, amparada por uma suposta maior compra por parte da China;

    Se a China não comprar muito mais milho dos EUA nos próximos meses, haverá uma revisão para baixo nesta projeção e aumento de estoques;

    Safra da América do Sul agora em foco, em particular da Argentina;

    Clima bastante irregular na América do Sul poderá ser ponto de volatilidade nos preços externos;

    Demanda da China no mercado internacional sem surpresas até o momento;

    Mercado brasileiro um pouco mais estável na semana, porém sem sinais de baixas;

    Quebra no Sul do Brasil é expressiva. Produtores devem transformar maior parte das lavouras de milho para silagem devido à forte quebra de produtividade;

    Mesmo com chuvas, não há retorno da produção daqui para frente;

    Chuvas retornaram em boa parte do país, mas ainda de forma irregular;

    Colheitas de verão de milho somente para após março devido aos atrasos de plantio;

    Alguma preocupação com datas da safrinha, mas ainda sem comprometer área a ser plantada;

    Exportações chegam a 30 milhões de toneladas; novembro nomeando 5,7 milhões de toneladas;

    Não há venda por parte de tradings no mercado interno, muito menos por indústrias de etanol, as quais estão com altíssima demanda de DDG;

    Milho segue com seu longo caminho para abastecimento até julho/21 com a entrada da safrinha.

    Fonte: Canal Rural 

  • Soja será mais lucrativa em 2021: ENTENDA

    Dos três fatores fundamentais que compõe o preço da soja – Bolsa de Chicago (CBOT), prêmios e câmbio – os três se manterão elevados daqui para frente, aponta a TF Agroeconômica. “A mistura destes três fatores nos fazem prever a continuação dos preços elevados durante o ano de 2021, embora, eventualmente não tão altos quanto o final de 2020, mas muito mais lucrativos, porque os agricultores brasileiros terão comercializado toda a safra a preços que permitem lucros superiores a 55% em todos os estados”, aponta a equipe de analistas.

    BOLSA DE CHICAGO

    “A eleição de Biden para a presidência dos EUA criou um melhor ambiente de negócios e ele deve retirar as tarifas impostas por Trump sobre as compras de soja americana pela China. Com isto, a demanda chinesa sobre soja americana deverá se manter pelo menos inalterada em relação a 2020, mantendo as cotações na CBOT em níveis acima de $ 10,50/bushel”, ressalta a TF.

    PRÊMIOS

    De acordo com os analistas de mercado da TF, os prêmios da soja brasileira (embora tenham caído um pouco nesta sexta-feira) ainda se mantém historicamente elevados: “Além disso, deve-se saber que, de janeiro (fevereiro neste ano) até julho o Brasil reina praticamente sozinho no fornecimento de soja à China e à Europa.”

    DÓLAR

    Na visão dos especialistas, o Dólar é que merece um pouco mais de atenção: “A eleição de Biden criou um melhor ambiente de negócios internacionais, o que significa que o Dólar deverá ter movimentos menos erráticos e mais equilibrados. O Brasil tem o maior estoque dos últimos 5 anos da dívida pública para ser negociada e precisará subir as taxas de juros para poder colocar títulos no mercado. Como aos atuais 2% será difícil isto acontecer espera-se que o Ministério da Fazenda os eleve para algo entre 4,5% e 5,0%. Isto deverá irrigar o Brasil de dólares, empurrando a taxa de câmbio para o segundo semestre para menos de R$ 5,00, salvo algum acontecimento fortuito, na espera nacional ou internacional, ainda não previsível”.

    Fonte: Agrolink

  • Soja recua em Chicago e realiza lucros nesta 5ª, depois do rally intenso dos últimos dias

    O mercado da soja opera em baixa no início da tarde desta quinta-feira (12) na Bolsa de Chicago, depois de começar o dia trabalhando com estabilidade. “O mercado para e toma um fôlego depois do rally dos últimos dias”, explicam os analistas do portal norte-americano Farm Futures.

    Os contratos mais negociados, por volta de 12h (Brasília), recuavam entre 4,25 e 5,75 pontos, levando o novembro a US$ 11,39 e o janeiro/20, US$ 11,46 por bushel.

    “A realização de lucros também ‘atinge’ os futuros da soja nesta quinta-feira, mas as perdas seguem limitadas pela demanda intensa da China nos EUA, o clima seco no Brasil e uma safra norte-americana nos EUA”, complementam os analistas internacionais.

    Os traders vão ajustando suas posições depois das altas intensas do começo da semana, principalmente, depois do novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Assim, o mercado corrige parte dos ganhos à espera de mais notícias.

    O novo boletim semanal de vendas para exportação dos EUA, que é tradicionalmente é divulgado pelo USDA às quintas-feiras, chega na sexta (13) esta semana e também ajuda a manter o mercado na defensiva.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • A água é bem utilizada no campo?

    A série Diálogos para Conservação do Solo e da Água chega à quarta edição no dia 18 de novembro (quarta-feira), às 17h (não é necessária inscrição). A live abordará o uso eficiente dos recursos hídricos no meio rural. A transmissão poderá ser acompanhada aqui, com direito a perguntas dos espectadores. Os convidados são os pesquisadores da Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ), Rachel Bardy Prado e Silvio Lucena Tavares, e a também pesquisadora da Embrapa Solos UEP Recife (PE), Maria Sônia Lopes. A moderação ficará a cargo de Fabrício De Martino, consultor em inovação e criatividade, enquanto a artista plástica Milena Pagliacci vai elaborar o mapa mental do encontro.

    A série Diálogos para a Conservação do Solo e da Água tem o objetivo de sensibilizar o público em geral sobre a necessidade de ampliar as ações que potencializam o uso adequado dos recursos solo e água. Saiba um pouco mais sobre a área de atuação de cada cientista convidado para a reunião:

    Rachel Bardy Prado: Especialista em Planejamento e Gerenciamento de Águas. Atualmente atua na área de monitoramento e planejamento dos serviços ecossistêmicos, com destaque para os recursos hídricos. É presidente do Portfólio de Projetos da Embrapa de Serviços Ambientais. E participa da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES).

    Silvio Lucena Tavares: Especialista em Engenharia de Irrigação. Trabalha na área de Agronomia, com ênfase em Física, Manejo e Conservação do Solo e da Água, atuando principalmente nos temas irrigação e drenagem; transporte de solutos; agricultura de precisão e sensores de umidade do solo.

    Maria Sônia Lopes: Agrônoma, atua principalmente nas linhas de pesquisa: manejo agroecológico do solo; captação, armazenamento e manejo da água de chuva em áreas de escassez hídrica.

    Na live saberemos se a irrigação no Brasil (em relação ao uso da água) é eficiente, como a barragem subterrânea tem contribuído para o uso eficiente da água pelas famílias agricultoras do semiárido brasileiro, quais pesquisas a Embrapa Solos desenvolve visando o uso eficiente da água em sistemas irrigados, se a pesquisa também pode apoiar as políticas públicas relacionadas ao uso eficiente da água, quais as tecnologias de irrigação que podem otimizar o uso da água da barragem subterrânea e a possibilidade de prospectar regiões para implantação das barragens subterrâneas em outras áreas do Brasil, entre outras questões

    Fonte: Agrolink