Eduarda Pereira

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  • Previsão do tempo: depois do ciclone região Sul vai enfrentar o frio

    A partir da próxima quinta-feira (9/7), o tempo firma por completo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, mas a chuva dá lugar ao frio. Uma nova massa de ar polar avança sobre os três estados do Sul e provoca forte queda de temperatura. A onda de frio prevista para esta semana deve ser menos intensa que a onda de frio da semana passada, sem previsão de geadas em grandes áreas.

    O frio será mais intenso apenas em áreas tradicionais, com temperaturas próximas de zero grau e com formação de geadas na Campanha Gaúcha e regiões serranas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do Paraná.

    O pico do frio ocorre entre quinta e sexta-feira, 10, sendo que a partir do sábado, 11, a massa de ar polar se afasta para o Oceano Atlântico e as temperaturas voltam a se elevar.

    Não há previsão de frio intenso com geadas para as lavouras
    A onda de frio também atinge partes das regiões Sudeste e Centro-Oeste. Porém, desta vez o frio deve ser menos intenso e não há risco de formação de geadas nessas áreas. Lavouras de milho de segunda safra do Paraná e de Mato Grosso do Sul devem ter chuvas entre segunda e quarta-feira. No oeste do Paraná as chuvas devem ser em maior volume, inclusive com rajadas de vento na terça-feira. Para a região de Cascavel estão previstos acumulados de chuvas de 20 a 30 milímetros.

    O frio nas áreas de milho do Paraná e de Mato Grosso do Sul também deve ser menos intenso que o frio da semana passada, não havendo previsão de geadas amplas. Em Cascavel, o pico do frio deve ocorrer na quinta-feira, com temperaturas mínimas oscilando entre 4 e 6 °C.

    Já para as regiões produtoras de café, cana-de-açúcar e laranja, a onda de frio desta semana deve apenas provocar queda de temperatura, mas não representa risco de formação de geadas. Para essas lavouras, a previsão é de uma semana seca, o que em geral favorece o processo de colheita.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja realiza lucros na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira após boas altas da sessão anterior

    A terça-feira (7) é de realização de lucros para os preços da soja na Bolsa de Chicago depois das bas altas de ontem. Perto de 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 2,75 e 4,75 pontos, com o julho valendo US$ 8,95 e o novembro, US$ 9,01 por bushel.

    O mercado internacional chegou a testar algumas novas altas neste pregão ainda de olho nas condições climáticas dos EUA, que preocupam em algumas regiões.

    “A safra norte-americana está saudável até o momento, entretanto, há incertezas para o futuro próximo. A atenção é totalmente focada nas leituras para estas próximas 3 semanas, quando a maioria das culturas em campo no Cinturão Agrícola entrarão em período reprodutivo”, explica a consultoria ARC Mercosul.

    No final da tarde de ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras mantendo o índice de lavouras de soja em boas e excelentes condições em 71%. Assim, permaneceram ainda os índices de campos em condições regulares em 24% e em situção ruim ou muito ruim, 5%.

    O relatório mostra também que 2% das lavouras da oleaginos já estão em fase de formação de vagens, contra 1% do mesmo período do ano passado e 4% de média dos últimos cinco anos.

    Ao lado do clima, monitoramento da demanda – princnipalmente, é claro, da China nos EUA – e do comportamento de comercialização do produtor norte-americano.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja em Chicago tem novo pregão de estabilidade e preços de lado nesta 3ª feira

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem sem direção e operam, mais uma vez, com apenas pequenas variações no pregão desta terça-feira (23). Perto de 7h40 (horário de Brasília), os preços caíam entre 1,75 e 3,25 pontos. O julho tinha US$ 8,74 e o novembro, US$ 8,76 por bushel.

    “A terça-feira deve ser fraca de notícias fundamentais para a soja na Bolsa de Chicago, apesar da deterioração nas condições das lavouras americanas”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar.

    O novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) semanal de acompanhamento de safras foi reportado na tarde desta segunda-feira (22), trazendo uma redução no índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições de 72% para 70%. O mercado apostava em uma manutenção do número. São ainda 25% dos campos em condições regulares e 5% em situação ruim ou muito ruim.

    O boletim mostrou ainda que o plantio está concluído em 96% da área, contra 93% da semana anterior, e 5% das lavouras norte-americanas de soja já estão em fase de floração, em linha com a média das últimas cinco safras para este período do ano, contra 1% de 2019.

    No paralelo, os traders também seguem acompanhando o quadro político externo, as informações sobre uma possível segunda onda do coronavírus e todo o andamento do mercado financeiro em torno destas notícias.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil pode exportar mais soja e milho em junho

    O volume previsto de soja a ser embarcado ao exterior nos portos brasileiros em junho aumentou para 13,072 milhões de toneladas, segundo relatório semanal divulgado pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

    A estimativa se baseia na programação de embarques para o mês. Até a semana passada, a expectativa era de 10,799 milhões de toneladas. A perspectiva de exportação de farelo em junho diminuiu para 1,641 milhão de toneladas, ante 1,687 milhão de toneladas até a semana passada.

    A programação de embarques de milho aumentou para 1,043 milhão de toneladas, contra 689.041 toneladas há uma semana. Com isso, a projeção de vendas externas do País no primeiro semestre subiu de 60,525 milhões para 62,797 milhões de toneladas para a soja e de 2,455 milhões para 2,809 milhões de toneladas para o milho. Já a perspectiva para os embarques de farelo nos primeiros seis meses do ano caiu de 8,645 milhões para 8,598 milhões de toneladas. Na semana de 7 a 13 de junho, as exportações do Brasil somaram 2,802 milhões de toneladas de soja e 355.280 toneladas de farelo.

    Para a semana de 14 a 20 de junho, estão previstos embarques de 3,528 milhões de toneladas de soja, 595.639 toneladas de farelo e 116.454 toneladas de milho. A Anec informou ainda que as atividades seguem normais nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Rio Grande (RS), São Luis/Itaqui (MA), São Francisco do Sul (SC), Vitória (ES), Itacoatiara (AM), Barcarena/Vila do Conde (PA), Santarém (PA), Imbituba (SC), Aratu (BA) e Santana (AP).

    Fonte: Portal DBO

  • Produtores de soja já compraram quase 80% das sementes para 2020/2021

    O forte movimento de antecipação da comercialização da safra de soja 2020/2021, puxado pela valorização do grão, também acelerou a busca por insumos para a semeadura da nova temporada. Entre eles, destaque especial ao principal item para formação de uma lavoura: as sementes. Segundo estimativa da Associação Brasileira de Produtores de Sementes de Soja (Abrass), as compras deste insumo para a safra 2020/2021 estão entre 70% e 80% no momento.

    “O agricultor aproveitou a alta do dólar, o mercado futuro e fixou mais soja do que nos anos anteriores. Consequentemente, também garantiu a sua produção. O principal item para cumprir seu contrato, é justamente a semente. Então, teve sim uma demanda antecipada, as negociações aconteceram um pouco mais cedo neste ano do que nos anos anteriores”, afirma o vice-presidente da entidade, Gladir Tomazelli.

    O maior estado produtor de soja do país, Mato Grosso, confirma esta perspectiva. Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), grande parte dos produtores já adquiriu suas sementes.

    “Em sementes, a maioria dos produtores já comprou tudo, até pq se não fechar isso logo, ele terá que ficar com variedades que não gostaria. Acredito que quem não fechou ainda, terá mais dificuldades em achar a variedade que gosta”, comenta o gestor de Inteligência de Mercado do Imea, Cleiton Gauer.

    Para a Abrass, essa forte antecipação na compra de sementes não deve, no entanto, gerar desabastecimento no mercado. Mas não descarta a falta de uma ou outra variedade, conforme expectativa do Imea.

    “Não acredito em falta de sementes. Todos os estados conseguiram atingir suas metas. Tiveram alguma dificuldade em uma variedade ou outra, mas a meta do volume, que normalmente se
    produz, conseguiram alcançar. Até porque, os campos inscritos de sementes são maiores que a produção, então temos essa segurança para o mercado”, afirma o presidente da Abrass, Tiago Fonseca.

    Claro que o dólar alto não gera apenas vantagens aos produtores e o custo das sementes também subiu, mas pouco.

    “É evidente que uma queda ou um aumento significativo no valor do dólar, aumenta ou diminui significativamente o preço do grão, que impacta no valor das sementes. Esta matéria prima, a alta no dólar, as tecnologias de produção, sua época de comercialização, são bem diferentes do mercado de grãos. Mesmo assim, eu diria que as sementes têm um mercado bastante estabilizado” afirma Tomazelli.

    Por sua vez, o produtor de soja Endrigo Dalcin, de Nova Xavantina, confirmou a expectativa das entidades e diz já ter comprado toda a semente necessária e que os preços não estavam tão elevados, de fato

    “Já estamos com toda nossa semente de soja comprada, sim. Conseguimos até manter a mesma condição do ano passado, pagando no máximo 5% a mais”, afirma Dalcin, que também é representante da Aprosoja-MT.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho: quinta-feira começa em alta para cotações na B3 e em Chicago

    A quinta-feira (18) começa com os primeiros preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,99% e 1,02% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    Os contratos do cereal, mais uma vez, eram influenciados pela flutuação cambial, que por volta das 09h20 (horário de Brasília) registravam valorização de 1,73% para a moeda americana.

    Mercado Externo

    Os preços internacionais do milho futuro abrem o dia subindo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 2,25 e 2,50 pontos por volta das 09h02 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,32 com alta de 2,25 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,37 com ganho de 2,25 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,45 com valorização de 2,50 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,56 com elevação.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros de grãos foram mais altos nas negociações do dia para a noite, devido a preocupações com a deterioração das condições do milho no meio-oeste dos Estados Unidos.

    A condição da safra de milho americana caiu inesperadamente na semana passada para 71% das áreas em boa ou excelente condição, após serem de 75% na semana anterior, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    “Investidores especulativos estão mantendo uma posição líquida-short muito grande em milho e qualquer queda adicional nas condições das culturas pode deixá-los nervosos”, disse Al Kluis, da Kluis Commodity Advisors.

    A publicação destaca ainda que, Com as plantas fora do solo e começando a crescer, produtores e comerciantes também estão de olho no clima. Prevê-se chuva em algumas partes do cinturão do milho, enquanto outras permanecerão secas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leves altas em Chicago e, com dólar, preços sobem mais de 1% no Brasil

    O mercado da soja fechou em alta na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (17). Os futuros da oleaginosa iniciaram o dia operando com leves baixas, mas ao longo do dia as cotações foram, aos poucos, passando para o campo positivo. Os futuros da oleaginosa encerraram o pregão com US$ 8,71 no julho e US$ 8,76 por bushel no novembro.

    De acordo com analistas internacionais, o que puxou as cotações levemente nesta quarta foram as divergências que começam a aparecer entre os modelos climáticos dos próximos dias para o Corn Belt.

    “Os modelos não estão convergindo. Um prevê mais temperaturas dentro da normalidade e chuva para o restante de junho, enquanto outro sugere um padrão mais quente seco por todo o cinturão”, explica Al Kluis, consultor de mercado da Kluis Consultoria, dos EUA, ao portal Agriculture.com.

    O que segue limitando as cotações da soja na CBOT são as poucas novidades que vêm do lado da demanda. Na segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou uma compra na China de 390 mil toneladas, mas nos dias seguintes, nenhum novo anúncio foi feito.

    E em função deste quadro é que a comercialização antecipada nos Estados Unidos se mostra mais lenta do que em anos anteriores.

    Na análise de Aaron Edwards, consultor de Mercado da Roach Ag Marketing, o principal motivo são os preços baixos. “Os produtores não queriam abrir mão e as tradings costumam ter mais grãos comprados neste período do que elas têm agora”, diz, direto dos EUA ao Notícias Agrícolas.

    MERCADO BRASILEIRO

    No Brasil, com o dólar ainda em alta, os preços da soja continuam subindo. Tanto no interior do Brasil, quanto nos portos, as cotações têm subido, acompanhando o câmbio, e encerram o dia com ganhos superiores a 1%. A moeda americana terminou o dia valendo R$ 5,26, com alta de 0,55%.

    Todavia, há poucos novos negócios sendo efetivados. Os sojicultores brasileiros já comercializaram elevados percentuais tanto da safra atual, quanto da nova safra, a preços melhores e agora esperam por momentos que possam ser mais oportunos para suas próximas operações.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Ferramenta avalia a qualidade do plantio direto

    Uma nova tecnologia vai ajudar produtores e técnicos a avaliar a qualidade do sistema de plantio direto irrigado.

    De acordo com informações da Embrapa, o Índice de Qualidade Participativo do Plantio Direto para Condições de Irrigação por Pivô Central (IQPi) foi desenvolvido pela Rede de Pesquisa SoloVivo, no âmbito do convênio Embrapa-Itaipu Binacional.

    “O sistema plantio direto (SPD) é uma prática agrícola conservacionista consolidada no Brasil e representa uma das principais tecnologias de produção sustentável no campo. Para que suas vantagens sejam observadas é importante utilizar o adequado manejo das culturas e do solo, especialmente em condições irrigadas”, afirma Marcelo Boechat Morandi, chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente (SP).

    Já a agricultura irrigada é capaz de aumentar a produtividade de duas a três vezes em relação às lavouras de sequeiro; ela ainda reduz o custo unitário de produção e otimiza a utilização do solo durante todo o ano, com até três ciclos de culturas agrícolas no mesmo local.

    Portanto, o emprego do SPD com irrigação é a união da sustentabilidade com produtividade capaz de promover impactos importantes à agricultura brasileira. Por isso, a importância de técnicas para averiguar a sua qualidade, como propõe o IQPi.

    Fonte: Agrolink

  • Ferrugem-asiática: ministério registra defensivo inédito de baixa toxicidade

    O Ministério da Agricultura publicou ontem (16/6), o registro de dois defensivos agrícolas bioquímicos inéditos. Os produtos foram classificados no menor grau de toxicidade existente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Um dos defensivos registrados hoje, à base de Cerevisane, é um produto bioquímico derivado de um agente biológico de baixo impacto, que pode ser utilizado como indutor de resistência contra a ferrugem da soja (ferrugem-asiática).

    Outro produto, também de baixo impacto, feito de um extrato da alga Laminaria digitata, é um fungicida bioquímico que será utilizado em hortaliças (alface, tomate e cebola) e frutas (morango e uva).

    Genéricos e biológicos
    O Ato n° 36 do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, publicado nesta terça-feira no Diário Oficial da União, também traz o registro de 25 produtos formulados que utilizam ingredientes ativos já registrados anteriormente no país. Entre eles, estão três defensivos biológicos.

    O primeiro é formulado à base de Beauveria bassiana para o controle de mosca branca, moleque da bananeira, ácaro rajado e cigarrinha do milho em qualquer cultura onde essas pragas venham a ser encontradas.

    Outro produto biológico registrado é à base de Chrysodeixis includens, utilizado como fungicida biológico para diversas doenças fúngicas de solo que atacam os cultivos brasileiros. Também foi registrado o produto biológico que utiliza Beauveria bassiana e Metarhizium anisoplae para o controle de percevejo marrom e cigarrinha das pastagens em qualquer cultura onde forem encontradas.

    O registro de defensivos genéricos é importante para diminuir a concentração do mercado e aumentar a concorrência, o que resulta em um comércio mais justo e em menores custos de produção para a agricultura brasileira.

    Fonte: Canal Rural

  • Adubo Biológico auxilia produtor a enfrentar estiagem

    O período de estiagem costuma ser o maior pesadelo dos agricultores, já que a seca traz prejuízos e impacta diretamente a produtividade nos cultivos. Portanto, adotar algumas estratégias durante esta época é essencial para enfrentar o problema, como o plantio de culturas adaptadas e resistentes, a rotação dessas culturas, o uso de técnicas de manejo e tecnologias.

    O produtor rural Mauro Franco, proprietário da Fazenda São Benedito, localizada em Cambará-PR, por exemplo, adotou em seu manejo a aplicação do Adubo Biológico produzido com Microgeo. Para ele, é durante a estiagem que a solução expressa sua melhor versão, uma vez que as plantas se mantêm resistentes durante esse período sem chuva.

    O Microgeo é um componente balanceado que nutre, regula e mantém a produção contínua do Adubo Biológico através do Processo de Compostagem Líquida Contínua (CLC). A biotecnologia, que é a única no mercado que maneja e restabelece o microbioma do solo, permite que o próprio agricultor, em sua propriedade, produza o adubo biológico adaptado a necessidade local, facilitando a produção e aplicação.

    Em sua plantação de milho, Franco utiliza o Microgeo e faz uso da tecnologia desde 2012 com duas aplicações ao ano (safra de verão e de inverno). “Para nós, produtores, o Microgeo é uma ferramenta essencial, já que é responsável por promover benefícios que atuam no condicionamento das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Além disso, permite que as plantas desenvolvam raízes mais profundas e que resistam melhor a pragas, doenças e ao período de estiagem”, destaca. Segundo ele, é gratificante poder contar com um produto que auxilia no seu dia a dia, garantindo maior produtividade e rentabilidade.

    Além do milho, Franco trabalha em sua propriedade com soja, trigo e cana-de-açúcar, e utiliza a solução em áreas destas 4 culturas. É importante ressaltar que o Microgeo pode ser utilizado em todos os tipos de cultivo, na pecuária ou no manejo de culturas florestais. Ele também pode ser aplicado via pulverização, fertirrigação, em qualquer temperatura, luminosidade ou mesmo umidade, em conjunto com defensivos químicos e biológicos, fertilizantes, insumos foliares, vinhaça, dentre outros.

    Fonte: Grupo Cultivar