Eduarda Pereira

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  • Soja: vendas seguram cotações em Chicago

    A tomada de lucros pela insegurança global teve queda limitada pelas boas vendas de exportação na Bolsa de Chicago, segundo informações da T&F Consultoria Agroeconômica. Sendo assim, o mercado de soja fechou com lucro, após um rali que levou a preços em níveis máximos de 28 meses.

    “Os investidores estariam desarmando o posicionamento das commodities agrícolas e se refugiando em outros ativos mais seguros, como o dólar (o posicionamento dos fundos de soja é historicamente alto). O medo e a incerteza sobre o crescimento do coronavírus e as possibilidades de bloqueios com novos impactos na economia. Nesse contexto, o dólar se fortaleceu em relação às outras moedas do mundo”, comenta a consultoria.

    Assim, petróleo, óleo de palma e óleo de soja transitando com quedas, arrastaram a soja. “Além disso, o mercado prevê um início de queda em torno de 5% da área plantada. Por sua vez, o USDA anunciou as vendas de hoje para a China por 132.000 tons, outros 132.000 para o Paquistão, e outros 171.000 tons para destinos desconhecidos, evitando novas quedas”, completa.

    “O complexo futuro da soja começa a semana com perdas. A soja fechou com perda de 21 centavos para os contratos de novembro, e 10 1/2 a 19 perdas de 3/4 centavos nos outros meses. O óleo de soja foi o mais fraco do dia, com perdas de 2,45% a 2,72%. Os futuros do farelo de soja fecharam o dia em baixa de 4 dólares. O USDA anunciou que tanto o Paquistão quanto a China compraram 132.000 MT de soja. Uma venda por 171.000 MT para desconhecidos também foi anunciada no sistema diário”, conclui a consultoria.

    Fonte: Agrolink

  • China suplanta alta em Chicago

    O mercado de soja fechou com um leve avanço na Bolsa de Chicago, de acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica. A demanda da China continua forte e é a principal base que estimula os preços.

    “Hoje, o USDA anunciou novas vendas para o gigante asiático por 129.000 tons juntamente com outras 318.000 tons para destinos desconhecidos. O óleo de palma e o aumento do óleo de soja transmitiram firmeza ao grão. Enquanto isso, o USDA cortou a estimativa de produção para 117 milhões de tons na sexta-feira (em linha com o esperado pelo mercado) juntamente com uma queda semelhante nos estoques finais para a safra 2020/21”, comenta a consultoria.

     

    O contrato de novembro de soja não poderia manter acima da resistência número redondo de US$ 10, mas os futuros do mês presente ainda terminaram 3 1/2 a 8 centavos mais alto. “Os contratos de novembro fecharam em alta em 14 dos últimos 15 dias. Os contratos de setembro expiraram em $10,19 1/4 por bushel. Os futuros de farelo de soja caíram US$ 2,60 para US$ 2,80/tonelada no dia. No mês anterior, os futuros do óleo de soja terminaram em alta de 58 a 62 pontos”, completa.

    “O relatório semanal Crop Progress teve 37% das folhas de queda na soja, acima de 20% da semana passada e 6% acima da média de 5 anos. As classificações de condição do grão foram bastante estáveis na semana, exceto por uma queda de 29 pontos em Dakota do Norte sobre danos causados pela geada. A classificação nacional de grão marcou 362 no índice Brugler500, que foi 3 pontos abaixo. O USDA anunciou vendas flash de 129k tons de soja para a China, e 318k tons de soja para desconhecidos”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: China corta produção e EUA começa a colher

    A China reduziu sua estimativa de produção doméstica de milho para o ano comercial de 2020/21, depois que tufões recentes causaram danos à safra em desenvolvimento do país e aumentaram as expectativas de aumento dos volumes de importação após novas compras de milho em larga escala dos EUA. Foi isso que afirmou a T&F Consultoria Agroeconômica.

    “A produção total de milho no próximo ano deverá cair 1,8 milhão de toneladas em relação às estimativas anteriores, para quase 265 milhões de tons, uma vez que o rendimento foi reduzido de 6,392 t/ha para 6.349 t/ha, de acordo com a atualização mensal China Agricultural Supply and Demand Estimates (Casde) para setembro de 2020”, comenta a consultoria.

    Os Estados Unidos já colheram 5% da safra atual de milho, mas a condição das lavouras piorou 1 p.p. “O relatório semanal de acompanhamento das lavouras, divulgado nesta segunda-feira pelo USDA, registrou que o país já colheu 5% da sua safra de 2020/21 de milho, contra 3% na mesma época do ano passado, mas em linha com a média história dos últimos 5 anos. As condições das lavouras, porém, regrediram 1 p.p. para 62%, contra 63% da semana anterior, embora estejam 7 p.p. à frente da mesma semana do ano passado”, completa.

    No Brasil, as cotações do milho na B3 voltaram a fechar em alta nesta segunda-feira, pela segunda vez consecutiva, o que significa que o mercado acredita mesmo na possibilidade de elevação dos preços a curto prazo. “Do lado negativo, além da pressão da reta final da colheita da Safrinha 2020, a redução do volume das exportações pressiona as cotações, que estavam pesando sobre alguns setores como leite e ovos”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Modernizar o cercamento diminui gastos de produtores de caprinos e ovinos

    O fortalecimento da cadeia produtiva de caprinos e ovinos passa também pela modernização do cercamento utilizado nas propriedades rurais. Cercas eficazes, que garantem a segurança e o bem-estar dos animais, também ajudam a diminuir os gastos e potencializar os ganhos do produtor, segundo Danilo Moreira, analista de mercado da Belgo Bekaert, empresa líder e referência no mercado brasileiro de arames.

    “A criação de caprinos e de ovinos tem crescido no Brasil, especialmente no Nordeste. São mais de 30 milhões de cabeças desses tipos de animais, de acordo com os dados mais recentes do IBGE. Os abatedouros têm sido profissionalizados nos últimos anos, mas ainda há uma grande aplicação ineficiente de cercas, com um custo-benefício negativo, que impacta diretamente nos rendimentos da fazenda, algo preocupante em períodos de crise”, diz.

    Danilo explica que é tradicional nos estados nordestinos a utilização de um espaçamento muito curto entre as estacas no percurso linear da cerca. “Isso faz com que seja usada muita madeira, o que consequentemente exige mais mão de obra, tornando o processo excessivamente oneroso. Hoje, o mercado conta com soluções que substituem esse tipo de contenção, com distanciamento maior entre estacas, economizando madeira e custo operacional.”

    A principal solução para esse problema é a tela Belgo Campestre Carneiro. Altamente durável, possui tripla galvanização e espaçamento inteligente na parte inferior, algo essencial para conter caprinos e ovinos, que possuem hábitos rasteiros. “Com a aplicação dessa cerca pronta, é possível reduzir em até 20% os custos relativos às estruturas de arame farpado, que pode ainda danificar o couro dos animais, deixando-o inviável para exportação”, finaliza.

    Atualmente, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 80% da produção de caprinos está concentrada em quatro estados: Bahia, Pernambuco, Piauí e Ceará. A Bahia também é líder na criação de ovinos, com 22% do rebanho. O Rio Grande do Sul é o segundo colocado, com 17%. Em seguida, aparecem Pernambuco, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, comprovando a força da caprino-ovinocultura na região.

    Fonte: Agrolink

  • Clima nos EUA, no Brasil e demanda forte ainda dão suporte e soja continua em alta em Chicago nesta 3ª

    O mercado da soja continua subindo nesta terça-feira (15) na Bolsa de Chicago, mantendo seu patamar dos US$ 10,00 por bushel entre as posições mais negociadas. Os futuros da commodity, por volta de 7h30 (horário de Brasília), subiam entre 5,75 e 7 pontos, levando o janeiro a US$ 10,09 e o maio/21 a US$ 10,08 por bushel.

    Os traders seguem refletindo as preocupações com o clima nos EUA e a conclusão da safra norte-americana e também a força da demanda pelos grãos do país. Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe uma nova baixa na qualidade das lavouras de soja e também dão suporte ao movimento de alta.

    O índice de lavouras de soja em boas ou exclentes condições vieram em 63%, contra 65% da semana anterior e das expectativas dos traders. Há um ano eram 54%. 26% das plantações estão em condição regular e 11% em situação ruim ou muito ruim. Há uma semana, eram 25% e 10%.

     

    Além disso, o departamento informou ainda boas vendas para a China de soja e milho que também contribuiram para os ganhos. E o mercado espera novos anúncios nos próximos dias. Os embarques norte-americanos de soja são fortes e já superam em 49% o mesmo período do ano anterior.

    E o clima no Brasil também tem trazido muitos alertas ao mercado internacional. O início da safra no país enfrenta a falta de chuvas em algumas regiões e também alimenta, principalmente com a possibilidade de um La Niña, a recuperação das cotações em Chicago que estão em suas máximas desde 2018.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Energia solar avança no país

    O uso de energia solar está cada vez mais popular no Brasil. Com ampla cobertura do sol por ser uma país tropical, a solução tem ajudado a baratear a conta de energia e ainda ser uma medida sustentável.

    Segundo dados de 2019, a utilização da energia solar fotovoltaica para a geração de eletricidade atingiu 30 mil imóveis em todo o país, alcançando a potência instalada de 4.460 MW e obtendo um crescimento de 45% em relação ao ano anterior. A maior parte da modalidade está na ala residencial responsável por 72,6% do montante, seguida por empresas de comércio e serviços (17,99%) e pela energia solar rural (6,25%). De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) o volume total do país atingiu a marca de 5,5 GW neste ano.

    Levantamentos feitos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram esse avanço. Em São Paulo, de janeiro a agosto deste ano, o crescimento das instalações solares foi de 140% e está na terceira colocação do ranking de GD (geração distribuída) solar no Brasil, representando 12,8% da potência instalada no país. Minas Gerais é o líder e cresceu 40% este ano. Na segunda colocação está o Rio Grande do Sul que cresceu 70% nos primeiros oito meses de 2020.

    Uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) apontou que nove em cada dez brasileiros gostariam de produzir a sua própria eletricidade renovável, por meio de sistemas solares fotovoltaicos e outras tecnologias, enquanto 84% dos consumidores consideram a tarifa cobrada na conta de luz cara ou muito cara no país. “Desde 2012, o setor solar fotovoltaico brasileiro já gerou mais de 182 mil empregos acumulados e trouxe mais de R$ 31,8 bilhões de investimentos privados, espalhados por todas as regiões”, destaca o presidente do Conselho de Administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk.

    A boa notícia é que o investimento pode ser menor no Brasil. Segundo a consultoria Greener desde junho de 2017, os equipamentos para sistemas solares residenciais ficaram cerca de 27% mais rentáveis e devem ficar ainda mais baratos no último trimestre do ano devido a redução dos preços de módulos fotovoltaicos no mercado internacional.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Mercado se ajusta em Chicago nesta 5ª feira após 12 pregões seguidos de alta

    Após 12 pregões consecutivos de alta na Bolsa de Chicago, os futuros da soja recuam nesta quinta-feira (10). Por volta de 7h25 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 3 e 3,25 pontos nos principais contratos, levando o novembro a US$ 9,75 e o março/21 a US$ 9,78 por bushel.

    O mercado se ajusta após suas máximas em mais de 2 anos e à espera dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que chegam nesta sexta-feira, dia 11. As expectativas indicam uma redução da safra americana e, confirmada, poderia trazer ainda mais impulso às cotações.

    Entre os fundamentos, a demanda tem sido o principal fator de força para os preços. Reportes diários do USDA mostram que já foram feitas vendas de mais de 1 milhão de toneladas somente nesta semana e a maior parte com destino China.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Pandemia acelerou processo de digitalização no campo

    A agricultura digital já é uma realidade no campo e suas ferramentas são cada vez mais utilizadas para melhoria da gestão agrícola das fazendas. De acordo com a pesquisa “Agricultura Digital no Brasil – tendências, desafios e oportunidades, divulgada recentemente pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), com 750 participantes, 30% deles utilizam soluções digitais com o objetivo de mapear a lavoura e para a previsão de riscos climáticos.

    De acordo com os dados divulgados pela assessoria de imprensa, 84% dos agricultores brasileiros já utilizam ao menos uma tecnologia digital como ferramenta de apoio na produção agrícola e 95% dos produtores registraram que desejam mais informações sobre agricultura digital. Porém, 67,1% deles indicam que o valor do investimento para a aquisição de equipamentos e aplicativos assusta. “No caso do Farmbox, esse temor é infundado, pois o aumento de produtividade e rentabilidade que a ferramenta proporciona, costuma pagar o investimento em uma safra”, orienta Cantarelli.

    Para o Farmbox, software de gestão de fazendas, esse cenário é ainda mais positivo – no comparativo entre o primeiro semestre de 2019 e o mesmo período em 2020, a empresa teve um aumento de 140% em novas vendas, chegando a mais de 1,6 milhão de hectares monitorados. O Farmbox compila dados e informações de campo e estoques como: mapas de infestação de pragas; frequência de monitoramento de cada talhão; pluviometria; agenda de aplicações; estoque de insumos; previsão de colheita e de custos de produção, de produtividade e rentabilidade total ou por talhão, entre outros, para o planejamento completo de cada safra. “O produtor rural, atualmente, é um grande empresário do setor agro, ele precisa ter na palma da mão todas as informações para a melhor tomada de decisão, que pode mudar várias vezes durante um único dia”, explica o CEO.

    Segundo o CEO da Checkplant, desenvolvedora da Farmbox, André Guerreiro Cantarelli, para atender essa maior demanda, houve ainda a contratação de mais 14 colaboradores e um investimento de forma geral no departamento comercial, de 40%. “Sentimos que a agricultura digital vem ganhando espaço no Brasil e a pandemia ajudou a acelerar a importância dessas ferramentas no campo. Além da manutenção dos clientes que já conheciam os resultados da nossa plataforma, recebemos uma grande demanda de produtores querendo digitalizar a gestão de suas fazendas.”

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Brasil embarca 728 mil toneladas

    O Brasil embarcou 728 mil toneladas na última semana, com compromissos de exportação de soja chegando agora a 78,27 milhões de toneladas, recorde para o período, 36% acima de 2019, segundo informações divulgadas pela ARC Mercosul. “Prêmios seguem firmes no Brasil, com pequenas altas observadas nesta semana para os contratos para embarque em. Para 2020, observou-se estabilidade, com negócios muito pontuais diante da forte ausência de soja no mercado interno brasileiro”, comenta.

    “Chicago deu continuidade as altas para a soja nesta semana, acumulando fortes ganhos nos últimos 20 dias. O movimento deve encontrar um teto nos próximos dias, com a proximidade da colheita. Demanda chinesa é o principal suporte aos preços neste momento”, completa a informação.

    Ainda de acordo com a consultoria, diante do fim de semana prolongado por feriados, o mercado agrícola em todas as partes do globo sofreu desaceleração especulativa. “O volume de operações foi medíocre nesta sexta-feira, mesmo com a contínua demanda substancial da China por soja em todas as origens. A ARC estima que os chineses já tenham adquirido 20,5 MTs da oleaginosa estadunidense para o ano comercial 20/21 e mais de 40 MTs do grão brasileiro”, informa.

    “No Brasil, em especial, a demanda continuará agressiva diante das incertezas jurídicas da Guerra Comercial EUA-China. Mesmo com as ofertas da soja sul-americana em disparidade com as ofertas nos Estados Unidos, compradores privados na Ásia continuam optando pelo certo e não o incerto. Além do mais, a colheita do milho no Brasil se aproxima do fim, apenas com algumas pequenas localidades ainda com o cereal em campo. Em nossa última semana de levantamento, estimamos que 91,2% do milho safrinha já está colhido no país, contra 93,1% no mesmo período em 2019 e 92,4% na média dos últimos 5 anos”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Mais um mês de forte alta no preço do leite pago ao produtor

    Os preços do leite pago ao produtor registraram mais um mês de valorização, o terceiro consecutivo. Na média dos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o aumento foi de 4,8% no pagamento realizado em agosto, frente ao pagamento anterior.

    Os fatores de alta foram os mesmo que fizeram o preço do leite ao produtor subir nos dois últimos pagamento: a maior concorrência pela matéria-prima (leite cru), os estoques mais enxutos nas indústrias e a melhoria nas vendas na ponta final da cadeia.

    Do lado da produção, o volume captado (média nacional) é crescente desde maio último, mas está abaixo, na comparação com igual período do ano passado. Com relação ao consumo de produtos lácteos, a flexibilização da abertura gradual do comércio, principalmente bares, restaurantes e lanchonetes (food service), junto ao pagamento dos auxílios emergenciais pelo, têm colaborado com uma demanda melhor nos últimos meses, comparativamente com março, abril e maio, quando as medidas de isolamentos (quarentena e fechamento de estabelecimentos) prejudicaram o consumo interno.

    Para o pagamento a ser realizado em setembro/20, referente a produção entregue em agosto/20, a expectativa é de alta nos preços do leite ao produtor em 83,0% dos laticínios pesquisados pela Scot Consultoria, enquanto 15,0% das indústrias falam em manutenção dos preços do leite e os 2,0% restantes estimam em queda.

    Fonte: SCOT CONSULTORIA