Eduarda Pereira

Eduarda Pereira has created 391 entries

  • Treinamentos focam na sustentabilidade dos agroquímicos

    A atual demanda ambiental e também produtiva está exigindo que cada vez mais os produtores rurais e as empresas de tecnologia agrícola se dediquem para garantir uma produção que não agrida o meio ambiente. Nesse cenário, a Unidade de Referência em Tecnologia e Segurança na Aplicação de Agroquímicos (UR) formará uma turma de consultores com ênfase na Norma Regulamentadora 31.8 (N.R. 31.8) para realizar treinamentos relacionados a sustentabilidade na aplicação de agroquímicos.

    Os dois programas de treinamento presencial irão abordar temas como Tecnologia de Aplicação e a Norma Regulamentadora 31.8, buscando tornar cada vez mais seguras e sustentáveis as aplicações de agroquímicos nas lavouras. De acordo com o pesquisador científico Hamilton Ramos, do Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA-IAC), os cursos são direcionados a engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas de empresas do agronegócio e da agroindústria.

    “A proposta central é preparar profissionais multiplicadores de informações, líderes que venham atuar como orientadores e estendam ao ambiente rural, nas diferentes regiões do Brasil, o domínio de práticas essenciais nas aplicações de agroquímicos. s programas da UR focam também no melhor aproveitamento dos agroquímicos nas lavouras, de maneira que o agricultor produza mais e melhor e torne sua atividade mais sustentável a cada safra”, comenta.

    Isso porque dados do CEA-IAC indicam que o mau uso de agroquímicos tem provocado perdas anuais de aproximadamente R$ 2 bilhões aos agricultores do País. “Resultante de uma parceria entre o CEA-IAC – órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP – e o setor privado, a Unidade de Referência tornou-se, em 2017, a primeira entidade de caráter público-privado do Brasil voltada à difusão de conhecimentos sobre uso de agroquímicos ou defensivos agrícolas”, disse a nota da assessoria do projeto.

    Fonte: Agrolink

  • Soja com menos folhas produz mais

    Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Biologia Genômica da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, indicou que as plantas de soja que possuem menos folhas acabam produzindo uma quantidade maior de grãos. Nesse cenário, os pesquisadores utilizaram técnicas de computação para auxiliar na simulação da atividade da planta.

    Os cientistas realizaram a experiência removendo aproximadamente um terço das folhas emergentes da soja e descobriram um aumento de 8% no rendimento de sementes nos ensaios replicados. Eles atribuem esse aumento no rendimento ao aumento da fotossíntese, à diminuição da respiração e ao desvio de recursos que seriam investidos em mais folhas do que sementes.

    Fonte: Agrolink 

  • Roberto Rodrigues: “Não existe progresso no agro sem tecnologia”

    Dados divulgados recentemente pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram as projeções mundiais de aumento do consumo de água (+50%), energia (+40%) e alimentos (+35%) até 2030.

    Estes números são reflexos principalmente das tendências de maior longevidade e aumento do poder aquisitivo, particularmente na Ásia, África e América Latina, além da expansão populacional – segundo a ONU, a população mundial chegará a 8,6 bilhões de pessoas em 2030.

    Neste sentido, agricultura e alimentação estão no centro dessa agenda mundial. O Brasil deve estar preparado para desempenhar papel de destaque no alcance das metas estabelecidas, graças às novas tecnologias no campo.

    “Para se ter uma ideia, do Plano Collor até os dias de hoje, a área plantada com grãos no Brasil cresceu 61%, enquanto a produção cresceu 300%, ou seja, cinco vezes mais. Foram criadas novas variedades, sistemas de culturas diferentes, fertilizantes, defensivos, máquinas mais modernas e competitivas…tudo isso é tecnologia!”, ressalta Roberto Rodrigues.

    Fonte: RVTV

  • Soja amplia ganhos em Chicago nesta 4ª feira com recuperação e ajustes técnicos

    Nesta tarde de quarta-feira (23), os preços da soja vêm ampliando seus ganhos registrados na Bolsa de Chicago e, depois de iniciar o dia próximos da estabilidade, subiam entre 6,25 e 6,75 pontos nos principais vencimentos, por volta de 13h30 (horário de Brasília). Com isso, o março/19 tinha US$ 9,16 e o maio/19, US$ 9,29.

    O mercado recupera parte das pequenas baixas registradas na sessão anterior, com o mercado ainda sofrendo com a falta de dados e de direção. No entanto, os traders reconhecem que se trata de uma recuperação técnica e ainda frágil, uma vez que os preços não contam com subsídio para garantir um avanço consistente.

    “A questão não resolvida entre China e Estados Unidos continua sendo um fator de pressão e confusão no mercado de grãos”, diz o analista sênior do portal Farm Futures, Bryce Knorr.

    Ontem, o Financial Times informou que os EUA teriam recusado uma reunião com a China pré-encontro marcado dos dois países entre os dias 30 e 31 próximos e a atitude acabou assustando o mercado. Da mesma forma, os traders continuam especulando sobre como caminham as compras da nação asiática no mercado norte-americano, porém, ainda sem confirmações oficiais dada a paralisação do governo de Donald Trump que hoje entra em 33º dia.

    No entanto, como explica o diretor da Cerealpar, Steve Cachia, “comentários de que os EUA estavam rejeitando as propostas da China chegaram a pressionar, mas a quebra de safra no Brasil e Argentina e rumores que a China pode comprar mais soja dos EUA impedem quedas maiores. Em todo caso, continua muito claro que a direção do mercado em Chicago vai depender muito mais do desfecho da guerra comercial EUA/China do que da safra da América do Sul”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho retoma negócios em Chicago nesta 3ª feira pós feriado nos EUA com estabilidade

    Os preços do milho trabalham em queda nesta manhã de terça-feira (22) na Bolsa de Chicago. Após o feriado do Dia de Martin Luther King nos EUA, comemorado ontem, o mercado retomou seus negócios registrando pequenas baixas de 1,25 a 1,75 ponto nos principais vencimentos.

    Assim, por volta de 9h55 (horário de Brasília), o contrato março/19 era negociado a US$ 3,80 por bushel, enquanto o julho/19 valia US$ 3,96.

    Os negócios são retomados, porém, ainda sem força por conta da paralisação do governo norte-americano que continua.

    “O mercado reabriu quieto nesta terça, com os traders ainda esperando pelos dados atualizados das exportações e produação norte-americanas vindas do USDA”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    A proposta é de que a votação do orçamento e dos recursos para a construção do muro americano na fronteira com o México aconteçam nesta quinta-feira. Enquanto isso não acontece, a paralisação continua e o mercado segue caminhando de lado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Trigo: Oferta aumenta, mas cotações têm apenas leve recuo

    O volume de trigo ofertado no Rio Grande do Sul tem sido um pouco maior, tendo em vista que a colheita de milho já está em andamento no estado e, com isso, alguns produtores precisam liberar espaço nos armazéns. Mesmo assim, os preços do trigo não caíram com força, já que parte dos produtores que ainda tem trigo de boa qualidade prefere aguardar para efetivar novas vendas. Já no Paraná, agricultores têm direcionado esforços para a soja em detrimento da comercialização de trigo. Segundo colaboradores do Cepea, moinhos não têm demonstrado interesse na compra do cereal, à espera de desvalorizações mais expressivas – fundamentados na maior oferta de soja e milho, ambos concorrentes do trigo para a fabricação de ração animal.

    Fonte: Cepea

  • Soja: Mercado volta do feriado trabalhando com leves baixas nesta 3ª feira na Bolsa de Chicago

    Na volta do feriado do dia de Martin Luther King nos Estados Unidos, os futuros da soja retomam os negócios na Bolsa de Chicago operando com leves baixas. No pregão desta terça-fiera (22), por volta de 7h30 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 2,75 e 3 pontos.

    Assim o contrato março/19 tinha US$ 9,14 e o maio vinha sendo cotado a US$ 9,27 por bushel.

    O mercado retoma suas atividades na CBOT ainda de olho na paralisação do governo norte-americano, na expectativa do novo encontro entre China e EUA que acontece no final do mês e no avanço da colheita no Brasil, que vem ganhando ritmo nas últimas semanas.

    Além disso, os traders se dividem ainda com as informações que chegam da Argentina, com o excesso de chuva comprometendo as lavouras por lá.

    “Notícias conflitantes de avanço nas negociações e de discussões estagnadas confundem os traders, que ainda não têm os dados oficiais do USDA de janeiro para se balizar. Enquanto isso, todos à espera de alguma novidade fundamental ou sinal tecnico para escolher direção”, explica o diretor da Cerealpar, Steve Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • “Robôs fazendeiros” são nova aposta para pequenos produtores

    Cerca de 150 vacas da propriedade Rivendale Farms usam coleiras semelhantes ao Fitbit para monitorar seus padrões de alimentação, movimento e pasto. São ordenhadas por máquinas robóticas. Uma pequena estufa, cheia de couve, rúcula e cenouras, é automatizada. Temperatura, umidade e luz do sol são controlados por sensores e telas metálicas retráteis. E, em breve, é possível que pequenos robôs caminhem pelos 7,5 acres de plantação de verduras em busca de pragas e ervas daninhas.

    A agricultura é uma atividade que envolve cada vez mais alta tecnologia. Drones, imagens de satélite, sensores de solo e supercomputadores ajudam na produção de alimentos. Mas essa tecnologia é criada principalmente para as grandes fazendas industriais, cujos campos se estendem até onde o olho alcança. A Rivendale Farms, que completou recentemente seu primeiro ano de funcionamento, oferece uma amostra da tecnologia que está disponível para o pequeno agricultor.

    Fonte: The New Times/O Estado de S.Paulo 

  • Produtor rural deve escolher forma de pagamento do FUNRURAL até 31 de janeiro

    A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) orienta os produtores rurais catarinenses a escolherem a forma com que desejam recolher o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL) para o exercício de 2019, de acordo com as mudanças estabelecidas na Lei Federal 13.606/2018. O prazo para escolha é até o dia 31 de janeiro.

    O assessor jurídico da Faesc, Clemerson José Argenton Pedrozo, explica que existem duas opções de recolhimento: a que calcula sobre o valor da folha de pagamento dos empregados, inclusive quanto aos avulsos, e a outra sobre o valor da comercialização dos produtos agropecuários.

    “A nossa orientação é que os produtores procurem o Sindicato Rural mais próximo, contador ou advogado para fazer a análise de qual opção de recolhimento é mais vantajosa, de acordo com cada caso específico. Estamos preparados para ajudar nessa escolha”, destaca o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo.

    A Secretaria da Receita Federal deve publicar, nos próximos dias, uma Instrução Normativa estabelecendo os procedimentos que o produtor rural deve adotar para fazer a escolha da modalidade de recolhimento do FUNRURAL. “Apesar da lei que estabelece as opções de pagamento ter sido publicada em janeiro de 2018, até agora a Receita Federal ainda não disciplinou como as opções serão manifestadas, em que pese toda a pressão exercida pela CNA e por outras entidades do agro no sentido de que tal normativa já deveria ter sido publicada há muito tempo” destaca Pedrozo.

    CONHEÇA AS OPÇÕES

    Opção 1: Cálculo sobre a folha de pagamento (art. 22 da lei 8.212/91)

    – O produtor rural deve fazer uma projeção, em reais, do valor total da folha de pagamentos para o ano de 2019 (de 1º de janeiro a 31 de dezembro), inclusive quanto aos avulsos e incluindo o valor do 13º salário, gratificações, etc.

    – O resultado deve ser multiplicado por:

    a) 20% (inciso I do art. 22 da Lei 8.212/91);

    b) 1% a 3% de acordo com o risco de acidente de trabalho da atividade (inciso II do art. 22 da Lei 8.212/91);

    – O produtor deve somar os dois resultados das multiplicações acima, sendo o valor encontrado a estimativa do FUNRURAL para o exercício de 2019, se optar pelo cálculo sobre a folha de pagamentos.

    Opção 2: Cálculo sobre a comercialização da produção rural (art. 25 da Lei 8.212/91)

    – O produtor rural deve fazer uma projeção, em reais, da expectativa de receita com a comercialização da produção rural no ano de 2019 (de 1º de janeiro a 31 de dezembro);

    – O produtor deve subtrair os valores referentes às expectativas de receitas, no mesmo período, da venda de animais a outros produtores rurais pessoa física;

    – O produtor deve subtrair, ainda, os valores referentes às expectativas de receitas, no mesmo período, da venda de mudas e sementes a outros produtores (essa isenção é condicionada à inscrição do estabelecimento vendedor como produtor de sementes e mudas junto ao MAPA);

    – O resultado da conta acima deve ser multiplicado por 1,3% (alíquotas previstas nos incisos I e II do art. 25 da Lei 8.212/91). O valor alcançado será a estimativa do FUNRURAL para o exercício de 2019, se optar pelo cálculo sobre o valor da comercialização da produção.

    Após fazer as estimativas com base nas duas opções elencadas na legislação, conforme acima explicitado, a opção que resultar menor valor de pagamento será a melhor para o produtor referente ao exercício de 2019.

    No caso de o produtor não fazer a escolha até o dia 31 de janeiro corrente, caso nada mude em termos de regramento, o desconto do FUNRURAL será com base no valor da comercialização de sua produção agropecuária, somente podendo tal situação ser alterada no mês de janeiro de 2020, cuja opção valerá para aquele exercício.

    IMPORTANTE

    CONTRIBUIÇÃO SENAR – O valor da contribuição de 0,2% sobre a comercialização, destinado ao SENAR, continua vigente e não se altera, qualquer que seja a opção do produtor (pela folha ou pela comercialização).

    PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA – O produtor rural pessoa jurídica também tem o direito de optar por qualquer das formas de contribuição descritas (art. 25, §7º da Lei 8.870/94).

    NUNCA OPTAR SEM ANTES SIMULAR – A Faesc aconselha que nenhum produtor faça opção, por uma ou por outra forma de recolhimento do FUNRURAL, sem antes fazer uma simulação muito próxima de sua realidade.

    Fonte: Agrolink

  • Agricultura 4.0, a um clique de distância

    O mundo está cada vez mais conectado. No ambiente rural não é diferente. Por exemplo, com a tecnologia avançada, é possível ter o controle de toda a produção com dados precisos, tudo a partir de equipamentos modernos. Ao chegar no campo, além da brisa fresca e da incrível paisagem, as máquinas agrícolas também chamam atenção. Porém não é só a grandeza e beleza delas que conquistam, com suas inúmeras possibilidades elas facilitam e muito a vida do produtor. “A agricultura 4.0 é a conectividade entre a máquina, o homem e a tecnologia”, disse Bruno Trosdorf, coordenador de agricultura de precisão.

    De acordo com o profissional, atualmente é possível obter, de forma fácil, todos os dados sobre a propriedade para aplicar o grão de forma correta e no lugar exato. “A maior vantagem disso tudo é a diminuição de custos e o aumento da produtividade. Quando mais ele aumenta a produtividade, mais ganhos vai ter”, comentou Trosdorf.

    Em relação aos nutrientes e defensivos o avanço foi gigantesco. “Se a gente fazer uma análise, há dez ou vinte anos o produtor não sabia exatamente o que aplicar e onde isso deveria ser aplicado”, explicou. Hoje, Bruno diz que é possível, por meio de dados extraídos pelas máquinas, saber onde existe uma possível praga e aplicar o defensivo no tempo e lugar corretos. Tudo isso pelo celular.

    Alexandre da Silva, que possui uma propriedade na região de Londrina, comentou que o investimento feito em seu pulverizador teve um retorno rápido, graças à economia que ele proporcionou. “O agricultor precisa mesmo ter um equipamento bom, pois 60% do custo da lavoura é com defensivos. Então ele vai economizar bastante”, afirmou Alexandre.

    Além do fator econômico, investir em tecnologia colabora, e muito, na qualidade do alimento. Para a engenheira agrônoma Andressa Bridi, existe uma série de fatores que faz com que esse tipo de inteligência interfira no produto final. “O manejo correto dos produtos que está sendo aplicado na lavoura vai interferir num bom controle das pragas e das doenças da lavoura”, explicou.

    Fonte: Folha de Londrina