Eduarda Pereira

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  • Milho: Bolsa de Chicago opera com preços do milho estáveis nessa quinta-feira

    Os valores do milho futuro negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (06) registrando variações próximas da estabilidade. As principais posições apontavam flutuações entre 0,50 negativo e 0,25 positivo por volta das 08h38 (horário de Brasília). O vencimento de dezembro/18 era cotado a US$ 3,74 por bushel e março/19 apontava US$ 3,83 por bushel.

    O milho segue a tendência de estabilidade após operar desta maneira também na quarta-feira. O mercado aguarda a divulgação do relatório da World Agricultural Supply and Demand Estimativa (WASDE) da próxima terça-feira, os analistas esperam que a agência apresente um relatório de 1,738 bilhão de bushels de estoques de milho, o que seria um pouco à frente do total de novembro de 1,736 bilhão de bushels. Os estoques finais mundiais também são projetados ligeiramente acima das previsões de novembro, com 307,59 milhões de toneladas métricas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado recua em Chicago nesta 5ª feira e, sem novidades, corrige os últimos ganhos

    O mercado da soja trabalha em queda na Bolsa de Chicago no pregão nesta quinta-feira (6). Perto de 7h50 (horário de Brasília), os preços perdiam de 3,50 a 4,25 pontos, com o janeiro/19 valendo US$ 9,09 e o maio/19, US$ 9,34 por bushel.

    As cotações corrigem as altas do início da semana que, apesar de tímidas, permitiram a retomada de alguns patamares importantes. No entanto, com a falta de novidades, principalmente sobre as próximas ações de China e Estados Unidos em sua trégua da guerra comercial, o ritmo de especulações na CBOT é bem baixo neste momento.

    “Mesmo as tão usadas redes sociais de Trump já não trazem um movimento tão agressivo. Nesta quarta, tweets do presidente estadunidense afirmando com que a China
    estará comprando soja norte-americana nos próximos dias, até trouxe um suporte fraco aos preços, porém a volatilidade se manteve baixa”, disseram os analistas da ARC Mercosul.

    Além disso, afirmam ainda que o mercado precisa de mais notícias concretas do que vem adiante para se movimentar com mais substância. Os americanos têm dado mais informações do que os chineses neste momento e o ambiente ainda é de bastante incerteza sobre como serão os próximos 90 dias. “A especulação necessita confirmações do lado chinês, para que credibilidade seja adicionada”, diz a ARC.

    Ademais, na América do Sul, tudo caminha bem até este momento, em mais algumas semanas a nova safra já começa a ser colhida em alguns pontos de Mato Grosso e, com sua chegada ao mercado, o produto brasileiro vai se tornando cada vez mais competitivo.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Bolsa de Chicago abre a quarta-feira apresentando leves baixas

    Os valores do milho futuro negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quarta-feira (05) registrando baixa. As principais posições apontam desvalorização entre 1 e 1,75 pontos por volta das 08h34 (horário de Brasília). O vencimento de dezembro/18 era cotado a US$ 3,72 por bushel e março/19 apontava US$ 3,83 por bushel.

    Enquanto o mercado aguarda mais informações e desdobramentos do futuro das relações entre Estados Unidos e China e da guerra comercial entre as duas maiores potências do mundo, diversos países produtores vêm registrando altas lavouras do grão. Segundo reportou a Farm Futures, a associação comercial Coceral da União Européia aumentou sua estimativa para 2018 da produção de milho da UE em 2,7%, para 2.382 bilhões de bushels.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com movimentações limitadas em Chicago nesta 4ª à espera de mais da trégua EUA x China

    Os preços da soja seguem atuando com estabilidade na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (5). Sem grandes notícias que possam seguir motivando o mercado, as cotações voltaram a trabalhar de lado após a euforia inicial depois da reunião do G20 no último final de semana.

    Perto de 8h15 (horário de Brasília), os preços recuavam entre 0,75 e 1 ponto nos principais vencimentos, com o janeiro valendo US$ 9,11 e o maio/19 cotado a US$ 9,36 por bushel.

    ” Após os pronunciamentos oficiais do lado norte-americano e as publicações na mídia do lado asiático, não houve novos passos nesta tentativa de reconciliação. A especulação demanda atividade antes de que a tendência de alta na soja possa ser revertida”, explicam analistas da ARC Mercosul.

    Do mesmo modo, há fortes rumores entre os portais internacionais de que a China estaria pronta para comprar, antes do final do ano, volumes consideráveis de soja, milho e trigo para cumprir parte da trégua do G20 onde diz que os chineses irão comprar mais produtos agrícolas americanos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Incidência precoce da ferrugem da soja desafia produtores

    A ferrugem-asiática da soja chegou mais cedo nas lavouras comerciais na safra 2018/2019, acompanhando a implantação antecipada das lavouras, logo após o término dos períodos de vazio sanitário. Até agora há 55 relatos de ferrugem em seis estados – Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. “A semeadura cedo, associada às plantas de soja voluntárias (guaxas) com ferrugem que sobraram do vazio sanitário e as condições favoráveis, com chuvas bem distribuídas, fez com que as primeiras ocorrências fossem antecipadas em até um mês em relação à safra 2017/2018”, explica a pesquisadora Claudia Godoy, da Embrapa Soja.

    A dificuldade para manejar a doença será ainda mais complexa nos estados em que a semeadura foi mais tardia, a exemplo do Rio Grande do Sul. Nessa safra, a pesquisadora Leila Costamilan, da Embrapa Trigo, diz que as chuvas frequentes e em altos volumes, em outubro, atrasaram os plantios. “Também fizeram com que, em algumas áreas, ocorressem replantios devido à morte de soja, causada pela doença podridão radicular de fitóftora”, destaca a pesquisadora. Mesmo assim, a ferrugem foi relatada 10 dias mais tarde, nesta safra, do que na safra 2017/2018.

    Além disso, no RS há o agravante de não haver a adoção do vazio sanitário. Leila diz que há relatos de ferrugem em plantas voluntárias de soja, que sobreviveram ao inverno em várias regiões, e em kudzu, indicando a presença de esporos do fungo. Até agora, há 11 relatos de focos da doença, em áreas comerciais. “Alguns produtores conseguiram semear cedo, o que ocasionou uma grande janela de semeadura. As primeiras áreas semeadas irão produzir inóculo para as áreas que semearam mais tarde”, explica.

    Relatos do agrônomo Laercio Hoffmann, da Syngenta, reforçam a ocorrência de ferrugem da soja em kudzu, uma planta que é hospedeira da ferrugem, e também em soja voluntária, que nasceu espontaneamente e não faz parte das lavouras semeadas. “A ferrugem está chegando muito cedo nas lavouras comerciais e as condições climáticas são favoráveis para a doença”, diz.

    Por isso, a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja, enfatiza a necessidade de se intensificar o monitoramento da doença e também manejar adequadamente a ferrugem. Godoy orienta os produtores a consultarem os resultados de eficiência dos fungicidas para o controle da ferrugem e utilizar os multissítios para aumentar a eficiência de controle. Consulte a publicação: Eficiência de fungicidas para o controle da ferrugem-asiática da soja, Phakopsora pachyrhizi, na safra 2017/2018: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos.

    Ferrugem na safra 2018/2019

    O primeiro relato no site do Consórcio Antiferrugem em Porto Mendes (Marechal Cândido Rondon), PR, em 31 de outubro, cadastrado pelas cooperativas Copagril e Copacol. As ocorrências de ferrugem-asiática na safra podem ser verificadas no mapa do site do Consórcio Antiferrugem. De acordo com Godoy, o principal objetivo do Consórcio é informar as ocorrências regionais para alertar o produtor sobre a chegada da doença. “Como o fungo da ferrugem se dissemina facilmente pelo vento, com o alerta, o produtor pode proteger sua lavoura, evitando perdas de produtividade”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Após alta de segunda, bolsa de Chicago inicia terça-feira com preços em queda

    Os valores do milho futuro negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a terça-feira (04) registrando baixa. As principais posições apontam desvalorização entre 1,75 e 2 pontos por volta das 08h45 (horário de Brasília). O vencimento de dezembro/18 era cotado a US$ 3,69 por bushel e março/19 apontava US$ 3,80 por bushel.

    A grande safra de milho americana influência essa segurada nas cotações. Em novembro os embarques de exportação dos Estados Unidos totalizaram 1.035,255 milhão de toneladas, enquanto o mercado esperava algo entre 690 mil e 1,19 milhão de toneladas. Em todo o ano comercial, os embarques americanos do cereal já somam 14.201,513 milhões de toneladas, quase o dobro das 7,8 milhões do mesmo período da temporada anterior.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Setor de soja do Brasil se prepara para possível fim de guerra comercial EUA-China

    Produtores brasileiros de soja antecipam uma queda nos preços se a China suspender tarifas sobre a soja norte-americana em março, quando novos termos de comércio entre as duas maiores economias do mundo podem ser divulgados, e as nações sul-americanas estarão colhendo suas safras.

    Se a tarifa de 25 por cento da China sobre a soja dos EUA fosse retirada em março, o produto norte-americano poderia inundar o mercado, assim como os grãos do Brasil e da Argentina, disse o diretor-executivo da associação de produtores Aprosoja-MT, Wellington Andrade.

    No caso de a tarifa ser suspensa em março, a decisão poderia coincidir com o período em que a colheita do Brasil estará avançada.

    “Se (as tarifas forem eliminadas) a partir de março, você pega bem no final da colheita da soja. No momento você está escoando grãos. Como faz para vender a soja? O mercado interno não absorve toda ela”, afirmou Andrade.

    Washington e Pequim selaram uma trégua de 90 dias em relação à imposição de novas tarifas na reunião de sábado do G20, impulsionando os contratos futuros de soja nos EUA ao maior nível desde agosto.

    O presidente da China, Xi Jinping, também prometeu comprar mais produtos agrícolas de produtores dos EUA.

    Mesmo que os futuros tenham subido em Chicago, os prêmios no porto de Paranaguá caíram 0,10 de dólar por bushel e a moeda brasileira caiu, tornando os preços da soja em reais menos atraentes para os agricultores, disse o presidente-executivo da AgriBrasil, Frederico Humberg.

    À medida que os preços do Brasil se aproximam dos preços americanos, ele disse que mesmo que a China elimine as tarifas, as exportações do rival brasileiro para a China tenderão a ser limitadas no curto prazo, já que o Brasil está perto de iniciar a colheita, na segunda metade de dezembro.

    A guerra comercial pode ter criado oportunidades de curto prazo, mas é ruim no longo prazo, destacou o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes.

    “Se a China abre todas a comportas para a soja americana, é claro que não poderemos exportar nos níveis recordes deste ano”, disse Mendes.

    As exportações de soja do Brasil devem fechar 2018 em um recorde de cerca de 82,5 milhões de toneladas, ante aproximadamente 68 milhões no ano passado, projetou nesta segunda-feira a Anec, destacando o apetite chinês como importante fator por trás desse salto.

    No acumulado dos 11 primeiros meses do ano, as vendas ao exterior alcançaram 80,1 milhões de toneladas, alta de 22,6 por cento ante igual intervalo de 2017. Do total, 82 por cento foi para a China.

    Mendes acredita que, sejam quais forem os termos de um possível acordo, os preços da soja podem cair de qualquer maneira em março, porque a grande safra do Brasil já estará disponível.

    “Para a China, o Brasil sempre será fornecedor muito difícil de ser substituído.”

    Fonte: Reuters

  • Soja trabalha com estabilidade nesta 3ª feira na Bolsa de Chicago e volta a buscar direção

    A manhã desta terça-feira (4) é de estabilidade e falta de direção para os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago. Depois das boas altas e da volatilidade registradas no pregão anterior – o primeiro após a reunião do G20 – as cotações, por volta de 8h10 (horário de Brasília), os preços cediam entre 0,75 e 1 ponto. Mais cedo um pouco, as cotações testavam ligeiras altas de 0,50 ponto.

    Assim, o janeiro/19, que é contrato mais negociado nesse momento, era cotado a US$ 9,05 por bushel, enquanto o maio/19, referência para os negócios no Brasil, tinha US$ 9,29.

    O mercado corrige os últimos ganhos, ainda com o sentimento de incerteza e até mesmo insegurança em relação à trégua na guerra comercial anunciada por Donald Trump e Xi Jinping.

    E como explicam analistas e consultores, esse ainda será o padrão de comportamento durante os próximos 90 dias, até que um acordo efetivo entre China e Estados Unidos saia e comece a valer. Com a situação ainda inalterada, os traders mantêm sua cautela e evitam estar muito expostos às novas declarações que podem surgir de ambos os lados.

    A diferença dessa vez é que, com a trégua proposta, o otimismo para um acordo é maior nesse momento, segundo acreditam especialistas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Dezembro começa com frio fora de época nas lavouras

    Após a passagem da frente fria pelo Sul do Brasil, uma massa de ar polar está sobre a região onde provoca a queda brusca das temperaturas mínimas na madrugada e manhã de segunda-feira. Muitas cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina poderão registrar temperaturas próximas dos 10°C. Além das baixas temperaturas, as fortes rajadas de vento frio irão deixar a sensação térmica ainda mais baixa.

    Contudo, já na quarta-feira esse frio já irá embora e as temperaturas voltarão a se elevar. Com a presença da massa de ar polar sobre grande parte da metade sul do Brasil, a semana irá iniciar-se com tempo aberto e sem previsão de chuva generalizada, podendo, no máximo ocorrer pancadas de chuva muito isoladas sobre em alguns pontos da faixa leste de Santa Catarina e do Paraná.

    O tempo mais firme e sem chuva do começo da semana não irá afetar em nada o desenvolvimento das lavouras, uma vez que os solos continuarão apresentando bons índices de umidade e com um tempo mais estável os trabalhos de campo estarão sendo beneficiados.

    A semana deverá ser marcada em toda metade sul do País pelo tempo firme e sem previsão de chuva generalizada ou até mesmo em altos volumes, somente no final da semana e principalmente começo da semana que vem é que as chuvas deverão retornar à região.

    Frio fora de época

    Se a falta de chuvas não será problema, a queda brusca da temperatura poderá sim ocasionar problemas as lavouras, principalmente por conta do vento. Muitas plantas deverão reduzir seu metabolismo no início de semana e isso poderá trazer uma ligeira redução no potencial produtivo das plantas. Nada que venha trazer reduções significativas à produção, pelo contrário, as condições meteorológicas ainda continuarão sendo para uma excelente safra esse ano. Mas esse frio, totalmente, fora de época, poderá afetar o potencial produtivo de várias plantas. O bom é que esse frio será de curtíssima duração, já que nessa próxima quarta-feira, as temperaturas estarão se elevando rapidamente.

     

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Com vendedores retraídos, indicador sobe 10% em novembro

    A necessidade de compradores de repor estoques e a posição retraída de vendedores seguem elevando as cotações de milho no mercado interno, principalmente nas regiões consumidoras acompanhadas pelo Cepea. As preocupações com o frete e a expectativa de preço maior nas próximas semanas fazem com que produtores consultados pelo Cepea reduzam suas ofertas. Por outro lado, o baixo ritmo de exportações e a expectativa de estoques confortáveis com a entrada da safra verão limitam maiores valorizações.

    Fonte: Cepea