Eduarda Pereira

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  • Trigo: Retração vendedora sustenta preços

    Diferente do que foi registrado no mercado externo de trigo nos últimos dias, a forte retração vendedora tem sustentado os valores no Brasil, segundo afirmam pesquisadores do Cepea. Os produtores que ainda detêm estoques de trigo de melhor qualidade seguem retraídos, aguardando valorização do produto para retornar ao mercado. Além disso, muitos agricultores estão voltados aos trabalhos de campo da safra verão de soja e milho, cenário que mantém baixa a liquidez interna. Do lado comprador, agentes sinalizam ter estoques confortáveis para pelo menos dois meses. Outros demandantes realizam aquisições pontuais, apenas para atender à demanda de curto prazo.

    Fonte: Cepea

  • Mosca branca mais resistente a inseticidas é encontrada em MT

    A busca pela mosca branca (Bemisia tabaci) do biótipo Q em Mato Grosso aconteceu, segundo Rafael Pitta, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril, depois que ela foi identificada em plantios de flores no Estado de São Paulo. Como plantas daquela região são enviadas para todo o país, possivelmente já haveria indivíduos em outras regiões. E foi exatamente numa floricultura em Sinop que ela também foi encontrada no estado do Mato Grosso.

    O trabalho de identificação coordenado por Pitta contou com o auxílio de alunos de graduação do curso de Agronomia da UFMT, e contou com ajuda de pesquisadores da Unesp (Botucatu-SP), onde foi feita a identificação por meio da biologia molecular. A análise do DNA é a única forma de diferenciar as raças, uma vez que são visualmente idênticas.

    A mosca branca biótipo Q é originária da região do Mediterrâneo. Ela foi coletada e identificada pela primeira vez no Brasil no fim de 2013 por um grupo de pesquisadores em lavouras no Rio Grande do Sul. Desde então vem se espalhando pelo país, já sendo presente nos estados do Sul, em São Paulo e também em Goiás. Transmissora de viroses, a mosca branca causa danos em diversas culturas, com maior impacto econômico em pimentão, soja e algodão.

    Alunos de uma disciplina ministrada por Rafael no curso de Agronomia da UFMT coletaram moscas brancas em tomateiro, hibisco, rabo de gato, trombeta de anjo e lantana em uma floricultura e nos jardins das próprias residências. De todos os indivíduos analisados, dois dos cinco presentes na lantana eram do biótipo Q. As demais eram do biótipo B, mais comum na região.

    Segundo Pitta há necessidade de novas pesquisas para verificar se esta raça de mosca branca já está presente nas lavouras do estado. O risco maior é para as culturas da soja e do algodão.

    “Como esta raça é resistente a uma gama de inseticidas, a pulverização das lavouras poderá selecionar indivíduos desta raça, tornando mais difícil e mais caro o controle da mosca branca”, explica Rafael Pitta.

    E conclui: “O exagero nas aplicações aumenta a pressão de seleção desta raça, favorecendo o estabelecimento dela nas lavouras. O melhor a fazer é monitorar a lavoura e somente aplicar o inseticida quando a infestação atinge o nível de dano”, orienta o pesquisador da Embrapa.

    Fonte: Portal DBO

  • Milho: Preços internacionais abrem a terça-feira com leves baixas

    Os preços internacionais do milho abriram a terça-feira (26) apresentando leves baixas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 1 e 1,25 pontos negativos por volta das 09h05 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,69, maio/19 valia US$ 3,78 e o julho/19 era negociado a US$ 3,87.

    Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho caíram após algumas vedas técnicas e influenciado pela queda do trigo. Esse movimento negativo do trigo que influenciou o milho se deu pelas preocupações que continuam a crescer, e as exportações neste ano de comercialização não serão compatíveis com as previsões do USDA.

    De acordo com informações da Agência Reuters, apesar de o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) noticiar que 693.964 toneladas de trigo dos EUA foram inspecionadas para exportação na semana passada, o que foi acima da expectativas do mercado, as inspeções atuais estão na casa das 1,4 milhões de toneladas atrás do ano anterior.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja devolve últimas altas e opera em queda nesta 3ª feira na Bolsa de Chicago

    Os futuros da soja recuam nesta terça-feira (26) na Bolsa de Chicago, após bater em suas máximas em duas semanas na sessão anterior. As cotações, por volta de 8h (horário de Brasília), perdiam entre 4,25 e 4,75 pontos, com o maio cotado a US$ 9,20 por bushel.

    Segundo explicam analistas e consultores internacionais, o mercado realiza lucros e ainda espera pelas confirmações das notícias que chegaram, nos últimos dias, sobre a melhora nas relações comerciais entre China e Estados Unidos.

    Embora as informações sejam positivas, a falta de confirmação ainda mantém o mercado cauteloso, sem força para definir uma nova tendência de alta para os preços. Além disso, há ainda preocupações na disputa entre chineses e americanos sobre a questão da propriedade intelectual, que é o ponto mais polêmico da guerra que há tempos já deixou de ser comercial.

    Os olhos dos traders também se voltam, em partes, para a conclusão da safra da América do Sul, que tem mais de 48% da área colhida no Brasil e, na Argentina, atenta às condições de clima para o desenvolvimento completo das lavouras.

    Do mesmo modo, o avanço da peste suína na China e alguns outros países, como o Vietnã, também exige acompanhamento e atenção. Os impactos sobre essa situação, porém, parece ainda não ter chegado aos preços em Chicago.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: saiba o que pode mexer com o mercado do grão nesta semana

    Mercado de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) deve continuar guiado pela perspectiva de acordo comercial entre Estados Unidos e China. O otimismo em torno da assinatura de acordo justifica a recuperação dos preços, após um início de semana de fortes perdas. As dicas são do analista de Safras & Mercado,Gil Barabach.
    As negociações entre as duas potências comerciais avançam, mas têm na propriedade intelectual o seu ponto nevrálgico;
    A posição maio/19 na CBOT se afasta do fundo em US$ 9,10 e flerta com patamar de US$ 9,30 bu. A assinatura do acordo deve abrir espaço para novos ganhos da soja em Chicago. Tecnicamente, o mercado de enfrentar a resistência, além deUS$ 9,30 bu, também em 9,36 bue depois na referência de 9,40 bu. O objetivo de alta é o topo gráfico em US$ 9,45 bu;
    Não dá para se empolgar demais. Os estoques nos EUA e a sobra de soja no mundo devem continuar limitando um avanço mais consistente das cotações. As vendas norte-americanas abaixo do esperado e os estoques altos abrem um potencial de venda, que segura as investidas de alta;
    A melhora no clima da América do Sul interrompe a espiral de quebra aqui no Brasil, ajudando a consolidar safra brasileira em 115,4 milhões de toneladas (Safras), contra 121,66 em 17/18. Na Argentina, o USDA projeta safra de 55 milhões de toneladas (37,80 em 17/18). O saldo na América do Sul continua positivo, apesar da quebra no Brasil. A produção 18/19 na região é 10 milhões de toneladas mais que na temporada anterior. Isso traz tranquilidade ao abastecimento e ajuda a pressionar as cotações
    O panorama climático tranquilo no Brasil e Argentina, apesar de alguns temores com falta de chuva, remetem a América do Sul a um papel secundário em Chicago. Além da guerra comercial, os operadores já começam a olhar as primeiras ideias em torno próxima safra norte-americana. O Fórum do USDA indicou área de soja de 85 milhões de acres nos EUA em 2019, uma queda de 4,7% em relação a 2018. A queda já era esperada, por conta do preços fracos e dúvidas em relação a China;
    Internamente, o fluxo lento de venda preocupa, dado o baixo comprometimento do produtor. Safra maior na América do Sul e a concorrência com estoques dos EUA podem gerar um gargalo comercial na entrada da safra. Nesse sentido, é importante aproveitar as oportunidades, mesmo que modestas, para diluir risco e fixar margem.

    Fonte: projeto Soja Brasil/Canal Rural 

  • Fungos ajudam plantas a absorver nutrientes

    Um subgrupo de super fungos, descoberto por cientistas do Sciencenetwork Wa (UWA) em solos de dois milhões de anos ao longo das planícies costeiras da Austrália, pode ser a chave para a sobrevivência de plantas em solos com deficiência de nutrientes. Os pesquisadores sabem agora que a sobrevivência das plantas, mesmo nos solos mais pobres, é muitas vezes baseada na coexistência entre os fungos micorrízicos e as raízes de uma planta.

    Frequentemente organismos microscópicos fazem isso movendo-se através do solo, juntando-se às raízes das plantas e ajudando as plantas a remover os nutrientes do solo. A descoberta mais interessante do estudo foi que esse local de biodiversidade pode conter alguns super fungos, diz o ecologista de raiz da UWA, François Teste.

    “Esses fungos ajudam as plantas em ambientes difíceis, e apesar de sabermos disso há algum tempo, o interessante deste estudo foi que, como os nutrientes se tornaram extremamente escassos em solos mais antigos, vimos a primeira indicação de que os fungos também estavam lutando, e eles começaram a mostrar sinais de estresse”, comenta.

    Outros estudos examinando as limitações de fósforo em solos muito intemperados também apoiam o conceito de que pode haver um subconjunto de fungos micorrízicos com a capacidade de prosperar onde outros fungos lutam. No entanto, mais pesquisas são necessárias para isolar e identificar esses super fungos no laboratório ou em estufas.

    “O que temos que fazer é ver se podemos usá-los para fins administrativos ou outros, como a restauração. As plantas estão fazendo muitas coisas diferentes para lidar e sobreviver. Os solos da Austrália Ocidental são incrivelmente interessantes e valiosos, e eles podem nos ensinar o que está acontecendo à medida que os solos envelhecem e se empobrecem”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Semana começa com altas de até 2,50 pontos na Bolsa de Chicago

    A semana começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) apresentando altas nos preços internacionais do milho nessa segunda-feira (25). As principais cotações registram valorizações entre 2 e 2,25 pontos por volta das 08h56 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,77, o maio/198 valia US$ 3,86 e o julho/19 era negociado por US$ 3,94.

    Segundo informações da Agência Reuters, os preços do milho começam o dia elevados na esteira do otimismo do mercado sobre uma resolução do conflito entre China e Estados Unidos. O presidente americano Donald Trump disse no domingo que ele estenderia a data limite para o aumento das tarifas norte-americanas sobre produtos chineses graças às negociações comerciais produtivas entre ele e o presidente chinês Xi Jinping, que devem se reunir para selar um acordo se o progresso continuar.

    Outra demonstração de que um acordo pode acontecer em breve, é que a China comprometeu-se a comprar mais 10 milhões de toneladas de soja dos EUA em reunião no Salão Oval na última sexta-feira, conforme afirmou o secretário de agricultura americano, Sonny Perdue, no Twitter.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja bate em suas máximas em 2 semanas em Chicago nesta 2ª com esperança de acordo ChinaxEUA

    A semana começa com os preços da soja em alta na Bolsa de Chicago e registrando seus mais altos patamares em quase duas semanas. O avanço é subsidiado pelos bons avanços das conversas entre China e Estados Unidos nos últimos dias, com executivos dos dois lados buscando costurar um acordo antes do fim do período da trégua entre os dois países em 1º de março.

    Assim, perto de 6h55 (horário de Brasília), os futuros da commodity subiam entre 9,75 e 10,25 pontos, com o maio já sendo cotado acima dos US$ 9,30 eo agosto valendo US$ 9,52 por bushel.

    De acordo com o próprio presidente Donald Trump anunciou, mais uma vez, pela sua conta no Twitter, a nação asiática teria se comprometido com os americanos em comprar mais cerca de 10 milhões de toneladas de soja. O presidente americano, na última sexta, se reuniu com o 1º ministro chinês, Liu He, braço direito de Xi Jinping quando o assunto é economia.

    O objetivo agora é também fazer com que as tarifas sobre US$ 200 bilhões dos EUA sobre produtos chineses importados previstas para entrarem em vigor com valor mais alto – de 10% para 25% – não sejam efetivadas em 2 de março. Conseguido isso, os dois países teriam um pouco mais de tempo para discutir os pontos que ainda estão em desacordo.

     

    Nesse contexto, as informações sobre a nova safra dos Estados Unidos – prevista pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) – e a conclusão da safra atual na América do Sul acabam perdendo espaço entre os radares dos traders no mercado internacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Entenda como a agricultura 4.0 inovou no monitoramento inteligente da lavoura

    A tecnologia tem mudado e revolucionado tudo ao nosso redor. Hoje em dia, muita coisa é resolvida com um smartphone na palma da mão. E se engana quem acha que a tecnologia ainda não chegou a lugares rurais. As combinações destes dois fatores têm sido responsáveis por um salto na produtividade das lavouras e por oferecer ao produtor agrícola a possibilidade de administrar sua fazenda remotamente, tudo isso graças ao advento do monitoramento inteligente.

    A agricultura 4.0 – ou agricultura de precisão – chegou para revolucionar o setor no Brasil e fez do país uma das referências em tecnologia agrícola no mundo. É por meio dela que é possível prever, planejar, traçar metas e verificar, em tempo real, o que acontece na lavoura. A chamada agricultura de precisão se tornou agricultura de decisão ao tornar possível uma gestão do negócio mais assertiva.

    O monitoramento inteligente é uma das tecnologias nascidas da agricultura 4.0. Na prática, como isso funciona? O aprimoramento genético, por exemplo, melhorou a qualidade das sementes e aumentou a produtividade, as máquinas e implementos agrícolas de última geração trouxeram mais agilidade no preparo do solo, no plantio e na colheita. A utilização de drones favorece a análise, do alto, de falhas no plantio, excesso de irrigação e a detecção da presença de pragas e doenças na lavoura.

    Sensores instalados no campo são outros recursos que vieram ajudar no monitoramento da lavoura, ao possibilitarem a extração de dados do solo, como temperatura e umidade. Isso permite, por exemplo, a economia de água, à medida que o sensor indica a hora exata da irrigação, com base na umidade do solo.

    A tecnologia do GPS, instalada em máquinas como tratores, proporciona um mapeamento completo da produção e inspeção dos processos agrícolas. Também realiza a navegação do trajeto do maquinário e coleta de dados diversos. Falando de coleta de dados, o big data também já chegou ao setor e fornece grande quantidade de informações ricas para o produtor como direção do vento, temperatura, aspectos geográficos, nutrientes do solo e umidade, auxiliando no planejamento agrícola.

    Conheça alguns dos benefícios do monitoramento da lavoura à distância:

    Aumento de produtividade
    Segundo as Organizações das Nações Unidas, a ONU, teremos quase 10 bilhões de pessoas habitando no mundo até 2050. É muita gente para a agricultura alimentar. E, novamente, a tecnologia digital está à disposição para ajudar nisso. Um estudo do Ministério da Agricultura revelou que quase 60% do crescimento da produção agrícola entre 1975 e 2015 se deve à tecnologia. Isso acontece graças aos softwares e novos conceitos, como o já citado big data, que possibilitam a extração de dados que podem ser usados de forma estratégica na gestão do negócio, contribuindo para o aumento do rendimento e da produtividade agrícola.

    Administração rural 4.0
    É por meio das informações obtidas em plataformas digitais e da inteligência por trás desses dados, que o agricultor consegue prever possíveis problemas, detectar falhas na lavoura em tempo real e, assim, tomar decisões mais assertivas e estratégicas.

    Liberdade para o agricultor administrar
    O produtor agora, mais do nunca, é um empresário rural e, além de entender sobre agricultura, precisa administrar o negócio, estabelecer metas, traçar planos e se programar para as próximas safras. O monitoramento remoto permite mais tempo livre para o agricultor realizar essas outras atividades, sem descuidar da lavoura.

    Redução de custo
    O monitoramento inteligente também ajuda na redução de custos, ao ajudar a evitar falhas de produção. Fim da sobreposição de sementes, diminuição de desperdício de fertilizantes, aumento na eficiência da utilização de insumos, além da redução do consumo do combustível dos maquinários são alguns exemplos. Por meio de dados detalhados na tela do computador ou do celular, o agricultor tem um entendimento mais preciso do negócio e pode, assim, economizar.

    Mais segurança
    O produtor ainda pode aproveitar a infraestrutura de conectividade para o controle de acesso à propriedade. Soluções de monitoramento inteligente e de reconhecimento facial, quando utilizadas como medidas de segurança da propriedade, ajudam no sistema de vigilância, tão importante em diferentes lugares.

    Sustentabilidade
    Com consumidores cada vez mais informados e exigentes, as empresas vêm se movimentando em direção a uma administração mais consciente, que concilie lucro e crescimento sustentável. A agricultura de precisão é um recurso aliado do produtor e do meio ambiente ao oferecer, através da automatização de processos e da análise de dados em larga escala, menos dano ao solo, menor consumo de água, além da aplicação correta de insumos, fertilizantes e defensivos. A agricultura sustentável gera economia financeira, impacta menos o meio ambiente e aumenta a produtividade da lavoura.

    A prática da agricultura de precisão vem ganhando cada vez mais força, mesmo em propriedades de pequeno e médio porte. O avanço tecnológico vem revolucionando o agronegócio de ponta a ponta, desde o preparo do solo pré-plantio até após a colheita.

    Fonte: MassaNews 

  • Brasil revela cenário da agricultura brasileira em fórum americano

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vai estar presente nos debates do 95º Fórum sobre Perspectivas da Agricultura (Agricultural Outlook Forum), nesta quinta (21) e sexta-feira em Arlington, na Virginia (EUA).

    Com o tema Crescendo Localmente, Vendendo Globalmente, o encontro é promovido anualmente pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) e abordará questões e tendências atuais que afetam a produção agrícola e os mercados globais.

    O coordenador geral de Avaliação de Políticas e Informação da Secretaria de Política Agrícola (SPA), José Garcia Gasques, apresentará os resultados do Estudo da Produtividade da Agricultura Brasileira do período de 1975 a 2017. O trabalho mostra que a taxa média de crescimento da produção agropecuária foi entre 3,8% e 4% ao ano no período. A produtividade do setor tem crescido nos últimos 42 anos graças à evolução da taxa média anual de 3,43%, superior ao da agricultura americana, de 1,38% ao ano.

    Gasques mostrará que o aumento da produtividade brasileira foi decorrente do crescimento da quantidade produzida, e também da inclusão de produtos de maior valor agregado, como carnes, frutas, produtos do setor sucroalcooleiro e grãos.

    O gerente de Produtos Agropecuários da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) fará palestra sobre a Perspectiva brasileira da soja e milho: principais oportunidades e desafios. A ideia é apresentar dados de produção, área e produtividade de soja e milho, a importância do milho 2ª safra, as oportunidades para a produção brasileira destas duas commodities, potenciais mercados e principais gargalos, como questões logísticas do Brasil. Também apresentará a evolução do Arco Norte como rota de escoamento.

    O fórum também terá a participação do assessor da SPA/Mapa, Sávio Pereira.

    Fonte: MAPA