Eduarda Pereira

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  • Trigo: Compradores brasileiros pressionam valores

    Compradores brasileiros, atentos à colheita de trigo no Sul do País e na Argentina e à desvalorização do dólar frente ao Real, têm pressionado os valores de aquisição do trigo em grão. Esses demandantes indicam que a menor paridade de importação pode favorecer as compras externas. Por enquanto, as quedas nos preços ao produtor têm sido mais intensas que no atacado, de acordo com levantamento do Cepea. Quanto aos derivados, as cotações do farelo avançaram na semana passada, enquanto os valores das farinhas recuaram.

    Fonte: Cepea

  • Soja trabalha com ligeiros ganhos em Chicago nesta 3ª feira e ainda caminha de lado

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago trabalha com leves altas nesta manhã de terça-feira (30). Os preços recuperam parte das baixas do pregão anterior e, por volta de 7h30 (horário de Brasília), subiam entre 1,75 e 2,25 pontos. O movimento, porém, ainda é técnico e o caminhar do mercado continua de lado.

    Assim, o vencimento novembro/18, que ainda é o mais negociado na CBOT, era cotado a US$ 8,40 por bushel. No maio/19, que serve como referência para a nova safra do Brasil, eram US$ 8,67.

    Os principais fundamentos da oleaginosa seguem pesando sobre os preços. A colheita nos EUA e o plantio na América do Sul se desenvolvem bem, enquanto a demanda pela soja norte-americana se mantém fraca e chamando a atenção dos traders. Os embarques do país são, no acumulado da temporada, os mais baixos dos últimos 10 anos.

    “Nos Estados Unidos, a demanda pela oleaginosa para exportação continua fraca, sem qualquer perspectiva de reaquecimento sem uma “reconciliação” entre Trump e Xi Jinping”, explicam os analistas da AgResource Mercosul (ARC). Os dois líderes deverão se encontrar novamente nas próximas reuniões do G20, mas ainda sem as perspectivas de um acordo.

    As especulações continuam acontecendo, porém, Donald Trump segue afirmando que a “China não está pronta” para o acordo. E para o presidente americano, será um “grande acordo”.

    Até o último domingo (28), a colheita norte-americana da soja estava concluída em 72% da área, contra uma expectativa do mercado de 68%. O índica ainda fica abaixo do ano passado e da média dos últimos cinco anos, quando o índice era de 81%. Na semana passada, o total era de 53%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Desenvolvimento de plantas depende de produção de hormônios

    Um estudo realizado recentemente pela North Carolina State University indicou que o desenvolvimento das plantas depende diretamente da produção local de hormônios. De acordo com Javier Ceras, pesquisador de pós-doutorado no estado de Carolina do Norte e autor do estudo, as raízes ficam fortalecidas com a produção do hormônio vegetal auxina.

    “Sabíamos como auxina é transportado dentro da planta e como as plantas respondem a auxina, mas, surpreendentemente, até recentemente, não sabíamos como e onde auxina é produzido na planta”, explica.

    O estudo esclarece a importância de quando e onde o hormônio é produzido e explora a interação entre a síntese de auxina e o transporte que a move através da planta. Especificamente, a pesquisa mostra que a produção local de auxina é necessária para manter as plantas saudáveis.

    Isso significa que se o processo de produção e transporte da auxina não ocorrer de forma natural e fluida, as raízes da planta podem se degenerar, assim como as flores podem crescer estéreis. “Isso levou à questão de quão importante é a produção local de auxina na raiz, ou seja, a auxina que se move de uma célula da raiz para outra em vez de ser transportada da parte aérea, para o desenvolvimento da planta”, comenta.

    Segundo José Alonso, professor de biologia vegetal e micróbios e autor do estudo, a pesquisa colabora para o desenvolvimento de alternativas que tornam as plantas mais produtivas. “A mensagem deste estudo é que a produção local de auxinas e o transporte trabalham juntos para manter as plantas saudáveis. Por meio dessa ação cooperativa, as plantas podem manter nichos robustos de células-tronco e, portanto, podem sobreviver e crescer mesmo em condições difíceis”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Nova geração está modificando produção de alimentos

    O modo de consumo de alimentos das novas gerações, especialmente os chamados Milleniuns, está influenciando em uma mudança na maneira em que se produz alimentos em todo o mundo. De acordo com o especialista Remi Schmalz, em um artigo publicado no agfundernews.com, é preciso manter-se sempre à frente das necessidades dos consumidores.

    “Manter-se à frente da mudança nas preferências do consumidor é uma ótima maneira de gerar valor para as próximas gerações e colher os frutos. Ficando atrás, no entanto, pode ser prejudicial para um negócio. Isto é especialmente verdadeiro para a agricultura, onde as mudanças nas preferências dos consumidores podem afetar o que os produtores produzem e como eles operam suas fazendas”, escreveu.

    Isso porque, os consumidores mais jovens estão dispostos a pagar um valor mais alto por um alimento mais específico ou de melhor qualidade, fato que era mais raro no passado, onde não existiam tantas opções. Segundo ele a noção de saúde e de velhice e a preocupação com o corpo está cada vez mais influenciando no comportamento de consumo dos jovens.

    “A geração do milênio também pagará um prêmio por alimentos saudáveis e é mais provável que leia os rótulos dos alimentos do que qualquer geração. Eles estão comendo mais frutas e verduras frescas do que as gerações precedentes e abandonaram em grande parte os alimentos embalados, processados e congelados”, afirma.

    Segundo o especialista, isso significa que o abastecimento e a cadeia de suprimento alimentar mudaram à medida que as preferências da geração do milênio permeiam as indústrias de supermercados e restaurantes. Nesse cenário, Schmalz dá algumas dicas de como a cadeia produtiva deve se comportar para conseguir uma adaptação.

    “Para atender às demandas da geração do milênio e da geração Z, os produtores precisarão produzir produtos mais diversificados, rastrear e certificar esses produtos e entregá-los frescos aos consumidores em uma cadeia de suprimentos simplificada”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: EUA intensificam colheita, Brasil e Argentina avançam semeio

    Enquanto os Estados Unidos intensificam a colheita de soja, favorecidos pelo clima, no Brasil e na Argentina produtores avançam com o plantio, segundo informações do Cepea. No Paraná, as atividades estão mais adiantadas, seguido por Mato Grosso. Já no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o semeio ainda está no início. Além de a janela de semeio ser mais tarde nestes dois últimos estados, as frequentes precipitações têm impedido os trabalhos de campo. Quanto aos preços, entre 19 e 26 de outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) recuou 2,15%,  nessa sexta-feira. No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná registrou queda de 2,6%, no dia 26.

    Fonte: Cepea

  • Soja: Mercado trabalha em alta na CBOT nesta 2ª feira e busca se recuperar das últimas baixas

    O mercado da soja trabalha em alta na manhã desta segunda-feira (29) na Bolsa de Chicago. Os futuros da commodity subiam entre 5,75 e 6,50 pontos nos principais contratos, por volta de 7h30 (horário de Brasília), e o novembro/18 tinha US$ 8,50 por bushel. Servindo como referência para os negócios da nova safra do Brasil, o maio/19 tinha US$ 8,91.

    Segundo explicam analistas e consultores internacionais, o mercado dá início à semana na busca de uma recuperação, após terminar a anterior acumulando uma baixa de mais de 1% entre seus contratos mais negociados.

    Apesar disso, pode continuar sentindo a pressão da evolução da colheita nos Estados Unidos, uma vez que o clima favoreceu os trabalhos de campo no Meio-Oeste americano nestes últimos dias, o que poderia ser confirmando pelo reporte semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final do dia.

    As atenções, porém, ainda estão voltadas também para alguns pontos do Corn Belt que seguiram recebendo chuvas e até neve na última semana.

    Ainda no radar dos traders também permanecem os desdobramentos da guerra comercial com a China, o avanço do plantio no Brasil e o andamento do dólar.

    No Brasil, são esperadas novas baixas do dólar com a vitória de Jair Bolsonaro para a presidência da República, o que poderia provocar mais pressão sobre as cotações da soja nacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Tecnologia poderá tornar agricultura mais sustentável

    Um relatório desenvolvido pela recém-criada Comissão de Adaptação Global (CGA) indica que a modernização dos sistemas agrícolas poderá ser fundamental para tornar a agricultura mais sustentável e menos agressiva ao meio ambiente. De acordo com Laura Meza, especialista principal do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e coautora do relatório, a Comissão será muito importante para os agricultores das Américas.

    “A adaptação do sistema de produção de alimentos é urgente nas Américas, não apenas devido à alta vulnerabilidade do setor às mudanças climáticas, mas também depende da manutenção e aumento da oferta de alimentos que o continente fornece ao mundo. Felizmente, não começamos do zero. Este documento dá conta de vários exemplos bem-sucedidos e comprovados que servem de base para promover uma transformação eficaz no campo “, explica.

    Segundo a especialista do IICA, o relatório é dirigido a governos, setor privado, sociedade civil, organizações intergovernamentais e instituições de pesquisa, para que possam orientar seus esforços de adaptação na agricultura. Além disso, faz parte das ações do Instituto em seu compromisso de construir uma resiliência e ampliar as ações necessárias para a adaptação da agricultura no Continente.

    “Em seu relatório mais recente, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) observou que as comunidades que dependem da agricultura são desproporcionalmente afetadas pelos impactos e riscos associados às mudanças climáticas. Um aspecto particularmente preocupante é que, como sociedade, não estão se adaptando à forma e escala necessária para enfrentar os desafios colocados pelas alterações climáticas, daí a importância do documento preparado “, concluiu.

    Fonte: Agrolink

  • Pesquisa avança na busca pela tolerância da soja a pulgões

    Um estudo financiado pelo Departamento de Agricultura, pelo Conselho de Pesquisa e Promoção de Soja e pelo Centro de Pragas e Pragas Invasivo, ambos de Minnesota, nos Estados Unidos, avançou na busca pela identificação de genes que podem conceder resistência natural à pulgões para a soja. De acordo com Aaron Lorenz, agrônomo e geneticista de plantas na Universidade de Minnesota, o estudo se destaca por ser um dos percursores na busca pela resistência da soja a esses insetos.

    “Descobrir novos genes de resistência ajudará a desenvolver variedades de soja com uma resistência mais forte aos pulgões. Há pouquíssimas variedades de soja comercialmente disponíveis com genes de resistência a pulgões. Os genes recém-identificados podem servir como fontes alternativas de resistência, se os usados atualmente não forem mais úteis “, afirma.

    Atualmente, os inseticidas são a única alternativa utilizada pelos agricultores para controlar populações de pulgões e, assim, reduzir os danos. No entanto, foram encontradas populações da praga resistentes a inseticidas amplamente usados, o que, segundo o especialista. pode causar problemas ambientais que virão a se converter em restrições para o uso de pesticidas no futuro.

    “Mas o pulgão da soja é uma espécie geneticamente diversa. É capaz de superar rapidamente a resistência da planta. Portanto, temos que identificar novas fontes de resistência ao pulgão da soja”, diz ele comentando que é preciso ter uma certa atenção na hora de fazer o trabalho o mais perfeito possível.

    Para fazer isso, os pesquisadores examinaram o genoma da soja em busca de pequenos pontos de referência genética, chamados SNIPs. Eles então testaram se algum desses pontos de referência estava presente com mais frequência em variedades de soja resistentes a pulgões.

    “Acho que a resistência aos pulgões será cada vez mais importante para manter a produção de soja. Os agricultores de soja devem saber sobre eles. A resistência exigente ao pulgão da soja nas variedades que eles usam ajudará seu desenvolvimento e disponibilidade”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: projeção da safra 18/19 é suficiente para atender demanda global

    Até o final do ano, é provável que os produtores brasileiros sintam pressão maior na demanda de soja. Isso acontece porque, com o embate comercial entre China e Estados Unidos, o espaço cresceu para o Brasil, único país com capacidade de abastecer o gigante asiático diante da blindagem ao produto norte-americano.

    A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) calcula os estoques de passagem entre dez/18 a jan/19 de 1,4 mil toneladas, número suficiente para atender o cenário atual. “Apesar de ser um número historicamente baixo, o balanço de oferta e demanda mostra que o Brasil conseguirá suprir a toda a demanda com a produção doméstica e baixo nível de importações” avalia Daniel Furlan Amaral, gerente de economia da ABIOVE. “Agora, é fazer o planejamento para ano que vem e continuar atendendo o mercado”, diz.

    Fonte: Agrolink

  • Milho mantém tom cauteloso e de estabilidade na Bolsa de Chicago nesta 5ª feira

    Nesta quinta-feira (25), o mercado internacional do milho ainda não exibe oscilações muito intensas e continua operando com estabilidade na Bolsa de Chicago. Os futuros do cereal, por volta de 9h40 (horário de Brasília), recuavam entre 1,75 e 2 pontos, com o dezembro/18 sendo cotado a US$ 3,66 por bushel.

    O equilíbrio dos traders e o “banho-maria” dos preços continua diante da falta de novidades e de fatores com força suficiente para direcionar as cotações de forma diferente.

    Enquanto isso, a demanda intensa pelo grão norte-americano e o melhor ritmo da colheita nos Estados Unidos seguem no foco das atenções e, nesta quinta-feira, os traders se atentam ainda aos novos números das vendas semanais norte-americanas que serão atualizadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As projeções do mercado são para um intervalo de 400 mil a 800 mil toneladas vendidas na última semana.

    Fonte: Notícias Agrícolas