Eduarda Pereira

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  • Soja trabalha com tímidas variações em Chicago nesta 5ª feira diante da falta de novidades

    Pouco muda entre os preços da soja nesta manhã de quinta-feira (11) na Bolsa de Chicago. As cotações, perto de 7h40 (horário de Brasília), perdiam entre 0,25 e 0,50 ponto nos principais contratos, com o maio valendo US$ 9,01 por bushel. A exceção era o setembro, que tinha alta de 1 ponto para valer US$ 9,26.

    A falta de notícias novas ainda é a principal notícia de observação do mercado. “O mercado de grãos está quieto, sem grandes movimentações. Os traders seguem se perguntando se as manchetes serão suficientes para movimentar o mercado. O tempo dirá”, explicam os analistas de mercado da consultoria internacional Allendale,Inc.

    O clima adverso nos EUA também é acompanhado de perto, porém, nos preços da soja ainda não causa grandes reações. No entanto, as chuvas fortes, a neve e o frio intenso permanecem no radar dos traders.

    Ainda nesta quinta, o mercado se mostra atento também aos números das vendas semanais para exportação dos EUA que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz. O mercado espera algo entre 400 mil e 700 mil toneladas para a soja em grão.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • “Dá para produzir sem destruir o meio ambiente”, diz Graziano

    Ponta Grossa recebe hoje (9/4) a quarta edição do projeto CBN Agro, promovido em oito cidades do Paraná e na capital do Mato Grosso do Sul. Neste primeiro ciclo de palestras o tema “Sustentabilidade e desenvolvimento: 10 desafios para o futuro do agronegócio” será discutido por Xico Graziano, engenheiro agrônomo mestre em Economia Agrária e doutor em Administração.

    Em entrevista ao jornal Diário dos Campos o especialista destaca que os desafios que serão trabalhados são provenientes de diversas naturezas. “Alguns ligados a mercado, negócios, tecnologia, comportamento, cultura… eles foram identificados em função do momento político e econômico do nosso país, frente ao que está acontecendo ao mundo”, aponta Graziano.

    Segundo ele, após a apresentação dos pontos considerados como tendências será discutida a preparação do público para as novas demandas do setor. “Na sequência da palestra quero provocar quem estiver ouvindo para saber se eles estão preparados para enfrentar esses desafios. Por exemplo: estão preparados para o avanço tecnológico? O que tem sido feito nesse sentido? Novas ferramentas vão se impondo, e ou você acompanha ou não sobrevive na sua atividade – e isso vale para áreas além do agronegócio”, pondera Xico Graziano.

    O engenheiro agrônomo já publicou oito livros sobre temas da questão agrária, agricultura, sustentabilidade e democracia e destaca a motivação como fator imprescindível para a atualização do negócio. “As pessoas devem entender o que têm para enfrentar e se sentir motivadas para acompanhar esse novo ritmo”, diz ele.

    Sobre a produção agropecuária da região dos Campos Gerais, Graziano, que é professor credenciado do curso de MBA/FGV em Gestão do Agronegócio, destaca a bacia leiteira. “Conheço a produção de leite de Carambeí e considero a cooperativa e seus aspectos como uma das coisas mais espetaculares que existe no Brasil em termos de nível de tecnologia, produtividade e organização. Gosto muito do trabalho deles”, analisa o palestrante.

    Outra característica da região dos Campos Gerais que chama a atenção de Xico é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana. “Também acompanho um pouco o fato de que há uma divergência antiga na região entre a preservação ambiental e a ocupação agrícola. Não sei como está essa polêmica no momento, mas ela tem que ser sempre vencida no sentido de que é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Dá pra preservar e dá pra produzir sem destruir o meio ambiente; essa é a agricultura que a gente quer pro nosso Brasil”, analisa Graziano.

    Fonte: Diário dos Campos

  • Trigo: Volume importado em março é maior desde julho/18

    Apesar da oferta elevada de trigo no segundo semestre de 2018 e das expectativas de maiores estoques de passagens, as importações de trigo seguem firmes. De acordo com pesquisadores do Cepea, a qualidade do produto colhido no ano passado ficou abaixo da expectativa, justificando a necessidade de importação, mesmo com as cotações externas em alta. Segundo a Secex, em março, foram importadas 659,53 mil toneladas do grão, volume 8,9% superior ao de fevereiro e o maior desde julho de 2018. Deste total, 91,5% vieram da Argentina, 4,3%, do Paraguai e 4,2%, dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo que ocorrem as importações, o excedente interno favorece as exportações. Em março, foram exportadas 125,27 mil toneladas, tendo como principais destinos a Indonésia e as Filipinas.

    Fonte: Cepea

  • Mercado aguarda novo relatório do USDA e milho tem leves quedas no começo da terça-feira

    A terça-feira (09) começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) operando com leves baixas para os preços internacionais do milho, mantendo a tendência do final do pregão de segunda-feira. As principais cotações registravam desvalorizações entre 1,25 e 1,50 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,58, o julho/19 valia US$ 3,67 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,76.

    Segundo informações da Agência Reuters, os preços do milho estão sob pressão da queda do trigo e as expectativas de que o USDA aumentará sua visão de oferta no relatório dessa terça-feira, que se apoia a partir da previsão da chuva e campos lamacentos, que provavelmente causarão atrasos de plantio nas principais áreas de cultivo dos EUA.

    Bryce Knorr, analista da Farm Futures, aponta também que o milho pode ser a grande surpresa desse relatório do USDA, uma vez que a estimativa de estoques da agência em 1º de março era de 300 milhões de bushels ou mais acima das expectativas

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha em campo misto e com tímidas variações à espera do USDA nesta 3ª

    A terça-feira (9) é de novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e o mercado da soja em Chicago opera com estabilidade à espera destes novos números. Assim, por volta de 8h (horário de Brasília), as cotações operavam em campo misto com variações de 0,25 ponto nos principais contratos. O maio trabalhava com US$ 8,98 por bushel.

    “As estimativas não deverão nos dizer nada do que já não saibamos, mesmo assim mantemos os olhos sobre elas. É apenas uma ‘formalidade’ de abril”, diz o analista de mercado do portal americano DTN The Progressive Farmer, Todd Hultman. Os novos números chegam às 13h (horário de Brasília).

    O mercado espera um ligeiro aumento nos estoques finais de soja em comparação aos números de março. A média das projeções é de 24,85 milhões de toneladas contra 24,49 milhões do mês passado. Os números variam entre 23,05 e 28,9 milhões.

    Paralelamente, os traders seguem de olho nas relações comerciais entre China e Estados Unidos, bem como a questão climáticas nos EUA. As previsões seguem indicando muitas chuvas para os próximos dias no Corn Belt, deixando os produtores americanos em alerta.

    Ontem, o USDA trouxe os primeiros números sobre o plantio 2019/20 do milho que vieram em 2%, em linha com a média dos últimos anos e do índice do ano passado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Convênio que dá isenção ao ICMS de produtor rural é prorrogado por um ano

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) comemorou, em nota, a prorrogação, até 30 de abril de 2020, do Convênio ICMS 100/97 – que reduz o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de produtos agrícolas comercializados entre Estados. A decisão sobre a prorrogação foi tomada na sexta-feira (5/4) pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

    “Os Estados concordaram em prorrogar por mais um ano, segundo a recomendação técnica. Eles se sensibilizaram com a demanda do setor produtivo, diante da importância que o agro representa para a economia nacional, respondendo por quase 25% do PIB, 38% dos empregos e metade das exportações”, disse o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, ressaltando que a medida deve dar um “alívio temporário” ao setor agropecuário.

    Conchon afirmou, no entanto, que para que o setor agropecuário tenha mais “competitividade e segurança jurídica”, é preciso que haja também uma reforma tributária ampla: “Caso contrário, vamos trabalhar para uma nova prorrogação”.

    Fonte: Broadcast Agro

  • Semana começa com estabilidade para o milho em Chicago

    A semana começa com os preços internacionais do milho futuro estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT) nessa segunda-feira (08). As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 e 0,50 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,63, o julho/19 valia US$ 3,71 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,79.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão estritamente misturados nesta manhã, já que os futuros de maio tentam manter a tendência de alta dos contrato.

    O mercado espera que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) preveja a realização de 2 bilhões de bushels no próximo relatório de oferta e demanda, que deve ser divulgado nesta terça-feira (09), com base em seu inventário de 29 de março.

    O progresso com o plantio e o trabalho de campo continua lento, enquanto as inundações continuam a fechar o rio Mississippi, ao norte de St. Louis. No entanto, a base de milho melhorou na semana passada, recebendo ajuda de melhores ofertas nos planos de etanol.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja inicia semana travada em Chicago e com pequenas altas nesta 2ª feira

    Mais uma semana começa com os preços da soja estáveis na Bolsa de Chicago. No pregão desta segunda-feira (8), os futuros da commodity registravam somente pequenas altas de menos de 1 ponto, com o maio/19 – que segue como o contrato mais negociado – valendo US$ 9,00 por bushel.

    “Os traders querem saber: há acordo ou não”, resume a consultoria internacional Allendale, Inc. As novas informações continuam vagas e só trazem a notícia de que os avanços nas conversas entre China e Estados Unidos continuam, embora afirmem ainda que também “há muito trabalho pela frente”.

    No entanto, alguns analistas internacionais acreditam que a partir de agora o mercado vai cada vez mais se focar na questão climática dos EUA às vésperas do início do plantio efetivo da safra 2019/20.

    E para esta semana, o que se espera são mais chuvas e até neve ainda chegando ao Meio-Oeste, de acordo com as últimas previsões atualizadas. Esta nova temporada, ainda segundo os especialistas, deverá começar com uma maior busca dos produtores americanos pelos recursos do seguro conhecido como “preventive planted area” diante de tantas adversidades, evitando novos prejuízos.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Agronegócio passa por virada digital e pede gestão para alavancar

    O cenário atual das relações comerciais entre a China e os EUA favorecem a posição no Brasil no mercado internacional com as exportações de soja. O agronegócio brasileiro está muito bem estruturado e possui pontos fortes relevantes que garantem a competitividade no cenário internacional: recursos humanos profissionais e qualificados, boa capacidade de gestão na produção e comercialização das commodities agropecuárias, clima e topografia de solo favoráveis que nos permitem produzir mais de uma safra, bom nível de desenvolvimento tecnológico, alta capacidade de produção de maquinário e insumos agrícolas, e grande extensão de terras com potencial agrícola ainda não cultivada.

    O país também é precursor da criação do sistema de integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF), que permite, simultaneamente, o cultivo de grãos, de forma saudável e sustentável, junto com a produção pecuária e com a manutenção do eucalipto como reserva neste contexto integrado. Este sistema, um dos mais modernos no mundo, permite a geração de vários benefícios adicionais permitindo que toda a cadeia ganhe na geração de valor e que produtor possa otimizar recursos, mão-de-obra e maquinários.

    De fato, o Brasil possui pesquisadores de ponta e tem adotado o que há de mais moderno na prática agrícola, desde o desenvolvimento e uso da biotecnologia até a aplicação destes sistemas integrados de produção como acontece com o ILPF.

    Desafios
    Apesar de investir no que há demais moderno em tecnologia de campo, o agricultor brasileiro ainda não se profissionalizou em gestão de tecnologia. Este profissional ainda precisa se preparar para a revolução digital – seja na adoção da agricultura de precisão, no uso da inteligência artificial ou big data.

    Junto com o desafio da gestão deste universo agro e tecnológico, outro obstáculo é instruir os agricultores a lidar com o compartilhamento de informação. Este público ainda teme que seus dados sejam compartilhados ou vendidos, muitos ainda não vêm vantagens em compartilhar as informações. A deficiência de compreensão é facilmente notada na subjetividade que ainda é muito presente na produção e no processo de classificação de sementes e grãos; na falta de automação na coleta de informações; na baixa precisão na coleta atual de dados e falta ou deficiência de conectividade nas fazendas. Quando se fala em conectividade o ponto também é crítico, a grande maioria dos agricultores ainda possuem internet a rádio em suas fazendas e um grupo mínimo deles possui via satélite. A dificuldade de aquisição e os preços são os principais entraves.

    Virada digital no campo
    O mundo é tecnológico e digital. Os sistemas e tecnologias são desenvolvidos e se multiplicam todos os dias para facilitar todas as relações da sociedade mundial. Conexão e uso de dados, de forma inteligente, não apenas impulsionam os negócios, mas os mantém sustentáveis e competitivos hoje e nos próximos anos. Dados precisam ser gerados, armazenados e cruzados para que produzam, em tempo real, informações precisas que suportem as tomadas de decisão e melhorem a rentabilidade dos negócios em todos os mercados. Diante deste atual cenário é preciso que se invista em sistemas de gestão em toda a cadeia do agronegócio.

    Não basta gerar dados, é preciso conectá-los e analisá-los da forma correta para que sejam usados de forma eficiente. Não adianta ter dados se não tivermos sistemas de gestão. Não adianta ter sistemas se não existir conexão.

    Tendências
    O uso da Inteligência Artificial (AI) proporcionará o aprendizado de máquinas e o aprimoramento de sistemas e processos produtivos, redução de perdas e desperdícios na produção de alimentos até a orientação na tomada de decisão do produtor rural, posicionamento de produtos agrícolas nos mercados internos e externos, bem como para a agregação de valor aos produtos. A AI Influenciará nas decisões de toda a cadeia.

    Ainda como tendência, o controle de decisões ligadas à cadeia produtiva, como irrigação e aplicação de fertilizantes e insumos, poderá ser realizado de forma automatizada, possibilitando um maior controle das condições da lavoura.

    Primeiros passos
    Enquanto uns engatinham, outros despontam e investem pesado para serem referência na adoção de tecnologia no setor agro, como é o caso da SCL Agrícola, que adota desde 2016 investimentos e testes de todos os novos conceitos de tecnologia como IoT (internet das coisas), cloud, drones e big data em suas fazendas. Assim como a SCL o grupo Scheffer investe pesado e tem a meta de se tornar referência e liderar a vanguarda tecnológica nos próximos dois anos.

    A virada digital tende a favorecer as empresas que investem em inovação e que deverão, por esta razão, alçarem o topo em performance em seus segmentos.

    Fonte: Grupo Cultivar

  • Em Chicago, mercado da soja trabalha com leves altas nesta 5ª e mantém defensiva

    Nesta quinta-feira (4), segue a estabilidade dos preços da soja na Bolsa de Chicago. A commodity tinha pequenas altas de pouco mais de 2 pontos nos principais vencimentos, por volta de 7h55 (horário de Brasília), com o maio valendo US$ 9,01 e o agosto, US$ 9,20 por bushel.

    O mercado seua na defensiva e de olho nas possibilidades que podem aparecer depois do encontro entre China e EUA iniciado ontem em Washington. No entanto, já não se abala com as dezenas de manchetes que chegam diariamente sobre o assunto e anseiam por alguma notícia concreta.

    No paralelo, com o início do plantio americano cada vez mais próximo, os traders também mantém um olho sobre os mapas climáticos para o Meio-Oeste americano. Ainda são esperadas muitas chuvas para os próximos dias e a situação preocupa. Porém, o sinal de alerta para a safra nova, principalmente para a soja, ainda não se acendeu de forma muito preocupante.

    A elevada capacidade de semeadura dos produtores americanos e, consequetemente de recuperação, é conhecida pelo mercado e considerada na hora da especulação, afinal.

    Ainda nesta quinta, o mercado se atenta também as números das vendas semanais a serem reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas variam de 800 mil a 1,8 milhão de toneladas de soja.

    Fonte: Notícias Agrícolas