Eduarda Pereira

Eduarda Pereira has created 614 entries

  • Trigo: Clima afeta qualidade em 2018

    No início de 2018, o mercado de trigo registrava menor produção, grande volume importado e preços em alta, especialmente no Paraná e em São Paulo, conforme indicam pesquisadores do Cepea, atraindo produtores e elevando a área. Porém, com condições climáticas desfavoráveis, a qualidade do cereal desta temporada foi prejudicada. Quanto aos preços, no primeiro semestre do ano passado, período de entressafra argentina, a forte alta do dólar encareceu as importações de trigo e sustentou os valores no Brasil, de acordo com dados do Cepea. Já no segundo semestre, a oferta interna e os bons estoques das indústrias fizeram com que os preços caíssem, movimento que persistiu até outubro. De outubro a dezembro, compradores, preocupados com a possibilidade de novas altas nas cotações no início de 2019, estiveram ativos, sustentando os valores, principalmente no último mês do ano.

    Fonte: Cepea
  • Soja corrige últimas altas em Chicago e opera com leves baixas nesta 5ª feira

    Os preços da soja passam por uma correção nesta quinta-feira (3) após a alta de mais de 11 pontos no pregão anterior. As cotações, por volta de 8h10 (horário de Brasília), perdiam entre 1,50 e 2 pontos, com US$ 8,93 para o janeiro e US$ 9,17 por bushel no maio/19.

    O mercado segue especulando sobre a guerra comercial entre China e Estados Unidos e vem ampliando o espaço para as informações relativas às perdas no Brasil em função da seca.

    Ontem, a soja subiu mais de 1% diante das perspectivas de uma menor safra brasileira, como explicaram analistas e consultores. Ao mesmo tempo, as negociações entre Donald Trump e Xi Jinping também evoluem bem e favorecem o andamento das cotações.

    “A indicação de que os chineses retomaram seu movimento de compras de soja americana neste início de 2019 movimentou o mercado em Chicago. Mesmo sem confirmações por parte do governo americano, paralisado em função do impasse político nos Estados Unidos, o mercado encontrou suporte para elevações”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Milho: Bolsa de Chicago abre 2019 com cotações próximas da estabilidade

    A Bolsa de Chicago (CBOT) iniciou o pregão dessa quarta-feira (02) apresentando movimentações próximas da estabilidade. Neste primeiro dia útil do ano, o mercado opera em horário reduzido e as principais cotação registravam altas entre 0,4 e 1 ponto por volta das 13h10 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,74 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,82 por bushel.

    Segundo análise de Bem Potter da Farm Futures, o mercado continua a enfrentar uma carência de dados com a maioria das agências do USDA fechadas. Os preços do milho foram ofertados conforme a manhã se aproximava, depois de realizar um teste de apoio aos gráficos na semana passada. As ideias de que a safra de 2018 é menor do que a relatada anteriormente poderiam manter os vendedores à margem.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Brasil pode ter a maior safra da história em 2019, afirma Roberto Rodrigues

    As perspectivas para o agronegócio no Brasil em 2019 são muito boas. É o que afirma Roberto Rodrigues, Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    Segundo ele, se não tivermos empecilhos com o clima devemos colher a maior safra da história. Serão cerca de 240 milhões de toneladas de grãos e 640 milhões de toneladas de cana. O ex-ministro espera mais de 1 bilhão de toneladas em produtos agrícolas no próximo ano.

    Apesar disso, Rodrigues acredita que alguns problemas devem persistir. A logística não foi resolvido, o frete ficou mais caro — principalmente com a instituição da tabela de frete, após a greve dos caminhoneiros em maio de 2018 — e os fertilizantes ficaram mais caros. Esses empecilhos devem diminuir as margens do produtor.

    Fonte: Globo Rural

  • Quem se beneficia da Big Data na agricultura?

    Um estudo realizado por investigadores da CSIRO (Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation), uma organização australiana, descobriu quais são as percepções, entre membros do setor agrícola, relativamente ao uso da Big Data. Para o estudo, designado “Is big data for big farming or for everyone? Perceptions in the Australian grains industry”, foram entrevistados 26 membros da indústria dos cereais e estudado o seu efeito na agricultura.
    O que é Big Data?
    O termo “big data” refere-se a conjuntos de informação tão grandes e complexos que não podem ser analisados por aplicações tradicionais de processamento de informação. Alguns exemplos de informações que já são analisadas em plataformas de Big Data são modelos de produção de culturas, informação recolhida por sensores ou por estações meteorológicas, etc.
    A Big Data pode ser utilizada para aumentar a produtividade nas atividades agrícolas (benefícios para o produtor) ou para melhorar logística e análise de mercado (benefícios para a indústria).
    “É possível assumir que as aplicações da Big Data estão mais facilmente adaptadas a explorações grandes e indústrias que já usam dados analíticos nos seus processos de decisão e têm acesso a capital e recursos,” ainda que hajam poucas provas destes factos, dizem os autores.
    No entanto, a conclusão é clara: no que se refere a quem beneficiará mais da Big Data, as opiniões dividem-se.
    tecnologia na agricultura
    A Big Data é para os grandes
    Há um segmento acredita que a Big Data vai beneficiar sobretudo as grandes atividades agrícolas e negócios por terem mais capacidade de “cobrir os custos associados à implementação de sistemas de Big Data,” acesso a bases de dados maiores e maior capacidade para angariar competências e conhecimento relativos à interpretação e aplicação de Big Data.
    Os entrevistados que defenderam este ponto de vista tinham tendência para valorizar mais a maximização de lucros e acreditar que “maior é melhor” e na “sobrevivência do mais forte”.
    A Big Data é para todos
    A outra corrente de opinião identificada pelos autores do estudo defende que a Big Data vai ser benéfica para todos. “Ao melhorar as coisas no geral, toda a gente vai ficar melhor.” No entanto, os entrevistados reconheceram que os benefícios para o agricultor podem demorar algum tempo a surgir, até que haja informação captada suficiente, assim como métodos de análise estabelecidos.
    Os respondentes que traduziram esta visão tinham tendência a acreditar em valores como cooperação, partilha e o coletivo acima do indivíduo.
    Desafios na aplicação de Big Data na agricultura
    Confiança, infraestrutura e competição global. Estes são os três principais riscos da aplicação da Big Data identificados pelos players do setor agrícola, de acordo com o estudo.
    A confiança no que toca à Big Data é diferente para grandes negócios e para produtores. Para os primeiros, importa mais a confiança nos processos de armazenamento de dados e restrições e regras governamentais; para os segundos, é mais relevante a confiança na ótica de garantia de direitos e retorno para os produtores individuais.
    Em nível de infraestrutura, a preocupação é a falta de acesso à Internet em zonas rurais, assim como a falta de competências para analisar os dados recolhidos com plataformas de Big Data. “Sem estas bases, a implementação de sistemas de Big Data é impossível.”
    Como resolver estas questões e garantir que a Big Data beneficia tanto os grandes negócios como os produtores de menor dimensão? Para os investigadores, a solução passa pelo envolvimento de grupos de agricultores, redes de consultoria e associações do setor e partilha de conhecimento entre os vários agentes – tanto em nível local como global.
    Fonte: Blog A Cientista Agrícola
  • Milho: saiba o que pode mexer com o preço nesta semana

    O mercado externo não encontra no trigo suporte mais evidente para  recomposição dos preços do milho. No Brasil, o mercado ignora situação climática e se concentra nos altos estoques de soja, milho e trigo nos Estados Unidos.
    Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho nesta e nas próximas semanas. As dicas  são do analista da consultoria Safras e Mercado Paulo Molinari:
    . Paralisação parcial do governo dos EUA, por problemas orçamentários, pode atrasar relatórios do USDA em janeiro;
    . Mercado internacional precisa ver mais demanda e exportações dos EUA em elevação, já que tem ignorado outros fatores como clima na América do Sul e dólar em desvalorização;
    . Expectativa de reunião EUA-China no dia 7 de janeiro para discussão da Guerra Comercial;
    . Saída do Brasil na exportação de milho a partir de janeiro pode ajudar um pouco as exportações dos EUA;
    . Argentina com condições normais de clima até o momento e boa condição de chuvas neste início de janeiro;
    . Mercado interno de milho passa a se descolar do quadro de preços de porto para se concentrar no abastecimento exclusivo de mercado interno;
    . Consumidores utilizam a sua tradicional visão de que os estoques são altos e o mercado não terá altas no primeiro semestre. Os estoques estão mais baixos em 5 milhões de toneladas agora em 16 milhões de toneladas nesta transição  de ano comercial, bem abaixo dos 21 milhões de toneladas de 2018. E, em 2018, os preços subiram no primeiro semestre;
    . Somente pela alta dos fretes e maior atenção dos produtores a soja, reduzindo a intenção de venda no milho, os preços podem encontrar espaço para altas até maio;
    . Safra de verão discreta, possivelmente com algumas perdas regionais no Paraná e São Paulo, e consumidores despreparados em estoques para o primeiro semestre concretizam o movimento de alta interna independente do quadro externo;
    . Segunda safra 2019 mais complicada devido à boa janela de plantio, tendência de maior plantio nos EUA em detrimento da soja, Argentina com safra normal e câmbio podendo encontrar forte valorização com o novo governo brasileiro;
    . Mercado dependerá muito da exportação no segundo semestre de 2019.
    Fonte: Agência Safras / Canal Rural
  • 8 tecnologias que mudaram as atividades no campo de uma vez por todas

    Descubra quais são as 8 principais tecnologias que estão transformando o campo e que ajudam os agricultores a obter os melhores resultados.Entender quais são as principais novidades e os pilares mais importantes para a nova agricultura, a agricultura de precisão, também chamada agricultura 4.0, é uma obrigação para o produtor que quer ter os melhores resultados e estar na frente nessa caminhada.

    1. GPS Agrícola
    Seria injusto começar nossa lista sem ser com essa ferramenta incrível. Desde 1990, quando começou a ser usado na agricultura, o GPS ajuda de diferentes formas o dia a dia dos operadores e produtores agrícolas.

    O GPS agrícola não só facilita o trabalho do agricultor, mas também faz com que esse esforço seja mais preciso e com que os resultados sejam melhores.

    Essa tecnologia de satélite, pioneira para a agricultura de precisão, permite com que o produtor ligue seu trator e comece a trabalhar literalmente a qualquer momento.

    Vale lembrar que o GPS, que significa Sistema de Posicionamento Global, já não é a tecnologia mais avançada no que diz respeito à localização. O GNSS (Sistema de Navegação Global por Satélite) usa mais satélites e consegue ser mais preciso que o GPS.

    2. Dispositivos Móveis na Agricultura
    Pode parecer fora de lugar, mas a utilização de dispositivos móveis está diretamente relacionada à aplicação da tecnologia no campo e na agricultura de precisão.

    Os dispositivos móveis mudaram as formas de interação entre as pessoas e as formas de trabalho. É praticamente impossível imaginar viver hoje em dia sem um celular.

    Receber e controlar as informações do campo sempre foi importante, mas, com as novas tecnologias, fica cada vez mais significativo fazer com que essas informações cheguem rápido ao produtor. Os dispositivos móveis conseguem cumprir muito bem essa função.

    3. Robótica na Agricultura
    Mesmo estando disponíveis na agricultura nas mais diversas a atividades, a tecnologia no campo mais conhecida e bem sucedida até hoje para a robótica é a utilização de máquinas autônomas, controladas remotamente por telemetria.

    4. Irrigação Agrícola
    A escassez de água é um tema que tende a ficar cada vez mais comum, e a agricultura vem se adaptando dia após dia para minimizar os prejuízos. Os sistemas de telemetria permitem que agricultores controlem remotamente e precisamente a irrigação da lavoura.

    As novas tecnologias no campo para a irrigação conseguem economizar água, tempo, combustível e o desgaste nos veículos. Cada vez mais os agricultores conseguem integrar os dados de umidade e meteorológicos para aplicação da rega de taxa variável (VRI).

    5. Internet das Coisas na Agricultura
    A Internet das Coisas (IoT) tem sido um tema muito discutido nos últimos anos. Simplificadamente definida pela conexão de aparelhos gerando uma rede de informações úteis ao usuário, essa tecnologia já vem sido usada há muito tempo em outras áreas, e a agricultura não ficou para trás.

    Sendo um dos pilares para a agricultura de precisão, a Internet das coisas consegue integrar diversas informações do campo, como:
    Localização geográfica
    Previsões meteorológicas
    Dados do solo
    Dados das máquinas em atividade
    Com esses dados, dependendo da necessidade do solo ou da máquina, ou mesmo da previsão meteorológica, o agricultor consegue tomar decisões mais rápidas que impactam diretamente nos resultados.

    6. Sensores na Agricultura
    Do que adianta conseguir controlar todas as máquinas e ter a irrigação toda automatizada se não se tem informações sobre o que está acontecendo no campo?

    Os sensores conseguem avaliar a umidade, a compactação, a fertilidade e a temperatura das plantas, além de dados meteorológicos, localização de ervas daninhas e infestação de doenças e pragas. Todas essas informações fazem com que o agricultor esteja preparado e consiga planejar bem melhor o cultivo.

    7. Aplicação em taxas variáveis
    Mesmo sendo uma tecnologia já há mais tempo no mercado agro, a aplicação de insumos em taxas variáveis garante uma produção mais uniforme e ajudam a aumentar o rendimento médio de sacas por hectare nas lavouras.

    Para aplicação dessa tecnologia é necessário fazer todo um estudo da região, com mapas de fertilidade, mapas diagnósticos e mapas de aplicações. Essas informações são essenciais para o sucesso da agricultura de precisão.

    8. Drones na Agricultura
    O uso de drones na agricultura se torna cada vez mais comum. Os chamados VANTs (Veículos Aéreos não Tripulados) são drones que conseguem identificar pragas e doenças, além de localizar deficiência nutricional em partes específicas da lavoura. Com essas informações, o agricultor pode controlar precisamente a distribuição dos insumos.

    Fonte: Blog Tecnologia no campo

  • Quem fará a diferença no agronegócio em 2019

    No epicentro da retomada da economia em 2019, o agronegócio poderá ser protagonista também em iniciativas que elevem as atividades no campo para patamares acima da média em produtividade, qualidade e eficiência. As ações que farão a diferença no novo ano envolvem investimentos em inovação tecnológica, alimentos mais elaborados e valorizados, certificações de procedência, produções sustentáveis e biossegurança.

    – As tecnologias para redução da mão de obra e a gestão de custos da propriedade são as grandes chaves para a competitividade do setor leiteiro – diz Darlan Palharini, diretor-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat-RS).

    Além de diminuir o esforço físico, a agricultura familiar precisa apostar em itens que despertem o interesse do consumidor – em uma relação cada vez mais próxima.

    – E o diferencial pode vir da apresentação do produto à exclusividade dele – indica Jocimar Rabaioli, assessor de política agrícola e agroindústria da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS).

    A qualidade dos alimentos está diretamente associada à biossegurança dos processos, especialmente em setores que exigem cuidados sanitários específicos, como a produção de carnes.

    – A nossa condição, livre de influenza aviária e de peste suína, é o nosso maior patrimônio. A preservação desse status é imprescindível para o mercado externo de aves e de suínos – explica Rui Vargas, vice-presidente técnico da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

    E quem trabalha com commodities conseguirá se destacar com o uso de tecnologias que garantam altas produtividades e custos menores.

    – É preciso tocar o negócio de forma profissional, e isso exige investimentos que vão de sementes fiscalizadas, adubação, agricultura de precisão à irrigação – enumera Eduardo Condorelli, futuro superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Rio Grande do Sul (Senar-RS).

    Fonte: Zero Hora

  • Agricultores podem ajudar trigo a vencer o calor

    Pesquisadores do Watson Grain Research Center em New South Wales afirmam que os agricultores podem ser os principais responsáveis por auxiliar a cultura do trigo a vencer o calor, que tanto afeta a estrutura dessa planta. De acordo com Richard Trethowan, diretor do centro, uma parceria entre os produtores e as instituições de pesquisa é fundamental.

    “Se vamos fazer algo sobre as quedas nos rendimentos nos anos difíceis, temos que semear as plantações a tempo. Queremos um sistema de agricultura de conservação onde você esteja retendo restolho. Isso lhe dá solos mais frios, raízes mais frias e plantas mais capazes de lidar com o choque de temperatura”, comenta.

    Nesse cenário, Rebecca Thistlethwaite, cientista de plantas da Universidade de Sydney, disse que os criadores de plantas australianas estão adquirindo material genético de linhas que prosperam em climas quentes como Índia, México e Paquistão. Em 2016 e 2017, os criadores analisaram 4.200 linhas tolerantes ao calor de todo o mundo.

    “A agricultura de conservação também reduz o estresse de umidade. Uma planta sob estresse de umidade é menos capaz de lidar com o choque de temperatura. O controle de ervas daninhas é muito importante. É também uma questão de uso de água e nutrição adequada. Plantas que não têm uma nutrição adequada são menos capazes de lidar com choques de temperatura”, afirma Richard.

    Os pesquisadores sabem que não podem ajudar uma planta de trigo, diminuindo o forno ou fazendo chover. Mas se eles entenderem melhor como as ondas de calor afetam o trigo, estarão mais bem preparados para o que o futuro trouxer. Para ajudar nesse esforço, eles estão entrando em observações de campo em tempo real em modelos de software para talvez ajudar os produtores de grãos australianos a lidar com o aumento das temperaturas.

    Fonte: Agrolink

  • Soja testa lado positivo da tabela em Chicago nesta 5ª feira após baixas da última sessão

    Os preços da soja sobem na Bolsa de Chicago no pregão desta quinta-feira (27), após baterem em suas mínimas de 1 mês no pregão anterior. Nesta quarta (26), as cotações terminaram o dia perdendo mais de 1,5% em suas posições mais negociadas. Assim, em um movimento de recuperação, hoje as cotações registravam pequenas altas de pouco mais de 2 pontos.

    Por volta de 8h20 (horário de Brasília), os futuros da commodity tinham US$ 8,72 no janeiro e US$ 8,99 por bushel no contrato maio/19. Mais cedo, a oleaginosa subia mais de 5 pontos na CBOT.

    Essas mínimas em um mês continuam refletindo a preocupação do mercado com a falta de novidades positivas e com a fraca demanda pela soja norte-americana, principalmente por parte dos chineses. Em novembro, pela primeira vez, as compras da nação asiática de soja nos EUA ficaram em zero.

    Na primeira quinzena de dezembro, os chineses até realizaram algumas compras no mercado americano, porém, via estatais e com volumes bem mais baixos do que o mercado esperava. Os traders agora esperam pela nova reunião entre líderes da China e dos EUA irão realizar no começo de janeiro. Donald Trump e Xi Jinping deverão voltar a se encontrar para retomar suas negociações.

    Fonte: Notícias Agrícolas