Eduarda Pereira

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  • Sexta-feira começa com leves quedas para o milho na Bolsa de Chicago

    A sexta-feira (07) começa com leves quedas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam baixas entre 2,00 e 2,50 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,18, o setembro/19 valia US$ 4,27 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,36.

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho estão mais baixos, tentando evitar um pico de baixa depois de falhar em manter as altas de ontem durante a noite.

    “A reviravolta de ontem veio apesar das notícias desconcertantes de exportação que continuam até hoje. Mais compradores estão se voltando para as origens sul-americanas, incluindo a Coréia do Sul, Taiwan e até algumas operações pecuárias dos EUA”, diz a publicação.

    Os números de vendas de exportação divulgados ontem para a semana passada mostraram cancelamentos de safras antigas suficientes para tornar o número total da semana negativo.

    Além disso, a melhora do clima americano também contribui para essas quedas. As tempestades nesta manhã concentram-se no sudeste, do baixo rio Mississippi até os vales do rio Ohio. Mapas para a próxima semana mantêm as chuvas na metade leste dos EUA e partes das Planícies, permitindo que mais algumas áreas sequem. As previsões oficiais de 6 a 10 e 8 a 14 dias divulgadas ontem e as últimas atualizações do modelo ensemble nesta manhã mostram uma tendência mais seca para o Sudeste, com precipitações acima da média e temperaturas abaixo da média na maior parte do restante dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Chicago segue recuando nesta 6ª e se reposiciona antes dos dados da próxima semana

    Os preços da soja seguem recuando na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (7). Perto de 8h15 (horário de Brasília), a commodity perdia de 3,75 a 4,25 pontos nos principais contratos. Assim, o julho tinha US$ 8,64 e o agosto, US$ 8,70 por bushel.

    O mercado dá continuidade ao comportamento técnico registrado durante toda esta semana, com os investidores buscando garantir parte de seus lucros e com os traders se reposicionando. Além disso, esperam por novidades sobre a safra norte-americana.

    A próxima semana começa com o boletim semanal de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na segunda-feira (10), com as primeiras informações sobre as condições das lavouras. Na terça (11), o novo reporte mensal de oferta e demanda chega com os números atualizados pelo departamento.

    Alguns expectativas já indicam uma possível redução na área, produção e produtividade, principalmente, do milho.

    As questões políticas, especialmente a guerra comercial, permanece no radar dos traders, porém, tem menos espaço neste momento de um mercado climático bastante intenso. Ainda assim, os investidores não desviam seus olhares dos próximos movimentos não só da China e dos EUA agora, mas também do México e da Rússia neste momento.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Cinco fatos para acompanhar diariamente em junho

    Existem alguns fatos importantes que a cadeia produtiva brasileira deve prestar atenção todo o dia durante o mês de junho. Foi o que informou Marcos Fava Neves, que é Professor Titular das Faculdades de Administração da USP em Ribeirão Preto e da EAESP/FGV em São Paulo, especialista em planejamento estratégico do agronegócio .

    O primeiro fato, considerado pelo especialista como sendo o mais importante, é o plantio da safra nos Estados Unidos. “Estima-se que mais de 2,5 milhões de hectares deixarão de ser plantados com milho devido às chuvas, o que fez os preços subirem para o maior valor em 3 anos e também aumentarem no Brasil. As datas para plantar e requisitar o seguro estão fechadas e o relatório do USDA mais recente mostra o milho com apenas 67% da área plantada, contra 96% dos 5 anos anteriores, e a soja com 39% contra 79% da média de cinco anos, ainda podendo ter alguma recuperação”, afirma.

    O segundo ponto são os impactos da evolução da gripe suína africana na China nas importações e preços de carnes e grãos, que deve mudar consideravelmente o comércio desses produtos entre os países. Além disso, é preciso manter atenção às “questões comerciais de China e EUA e mais recentemente deste com o México e seus impactos nos fluxos de comércio”.

    Em quarto, “o andamento das reformas no Brasil e as pressões no câmbio, que voltou a se valorizar. E em quinto, o impacto deste caso isolado de BSE (vaca louca) atípica em um animal idoso na pecuária brasileira e suas exportações. Não teremos problemas com a OIE, mas foram temporariamente suspensas pelo MAPA as exportações para a China, mas creio que por pouco tempo. Que período turbulento para os grãos e para as carnes. Em junho, cada dia conta!”, completa.

    “No geral a conjuntura internacional está favorável ao agro brasileiro, o que precisa ganhar velocidade é a conjuntura interna, com um movimento cada vez mais forte da sociedade civil organizada pressionando a classe política pela apresentação e aprovação das reformas emergenciais para consertar erros, mas também principalmente de um plano estratégico para o país”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Mexico compra milho brasileiro em meio à tensão comercial com EUA

    Importadores do México reservaram um carregamento de 35 mil toneladas de milho do Brasil, com navio programado para deixar o porto de Santarém, Pará, no próximo dia 22, apontou ontem (5/6) um analista da corretora e consultoria INTL FCStone.

    O negócio, que já aparece em relatórios com a programação de navios nos portos brasileiros, os chamados line-ups, vem em um momento em que os mexicanos cogitam retaliações se ameaças de aumentos de tarifas por parte dos Estados Unidos ao México se confirmarem.

    O México é o principal destino do milho dos EUA, os maiores produtores e exportadores globais do cereal, que têm grandes facilidades logísticas, pela proximidade, para exportar ao seu vizinho.

    “Não é comumo carga do Brasil para o México, e tem toda essa discussão sobre tarifas, pode ser um sinal do México querendo mostrar que pode originar em outros lugares”, afirmou à Reuters o analista Lucas Pereira, da FCSTone.

    Este seria o primeiro embarque de milho do Brasil para o México desde janeiro, quando um carregamento de 33 mil toneladas foi assinalado nas estatísticas de exportações do Ministério da Agricultura.

    Pereira disse que o produto exportado provavelmente é de Mato Grosso, onde a colheita já começou. Parte da produção de soja e milho matogrossense é escoada para mercados externos via portos do Norte do Brasil, como o de Santarém.

    Mato Grosso é o maior produtor de milho do Brasil, que deverá ter uma produção recorde próxima de 100 milhões de toneladas na atual safra.

    O nome da empresa que realizou a operação não foi revelado, mas o navio que transportará o milho está previsto para chegar ao porto paraense no próximo sábado, disse Pereira.

    Entre 2017 e 2018, os mexicanos recorreram atipicamente ao mercado brasileiro de milho, quando havia preocupação do México de que as renegociações do Nafta poderiam afetar os suprimentos provenientes dos EUA.

    Nos dois anos, o Brasil exportou aos mexicanos cerca de 800 mil toneladas, de acordo com dados do governo brasileiro. Isso se compara a 14,7 milhões de toneladas exportadas pelos EUA ao México apenas em 2017.

    Uma exportação de milho brasileiro ao México mostraria também como o produto brasileiro está competitivo frente ao dos EUA, onde um atraso recorde no plantio elevou os preços na bolsa de Chicago.

    Tal situação levou até a negócios de exportação de milho brasileiro aos EUA, segundo relatos recentes de operadores do mercado obtidos pela Reuters.

    “Com a safrinha volumosa, hoje o milho brasileiro e o milho da Argentina estão mais baratos do que o milho dos EUA no mercado internacional, para o México tem toda uma questão logística, o preço acaba não sendo fator determinante. Mas estamos vendo esta dinâmica favorecendo o milho sul-americano”, acrescentou.

    Fontes disseram à Reuters no México que o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, recebeu uma lista oficial de produtos norte-americanos que podem estar sujeitos a tarifas de retaliação se as taxas ameaçadas pelo governo Trump entrarem em vigor.

    O foco de uma eventual retaliação mexicana estaria nos Estados que votaram em Trump em 2016, nos quais a agricultura desempenha um importante papel na economia local, disse uma fonte.

    A lista submetida ao gabinete presidencial mexicano exclui o milho dos EUA, disseram duas das fontes. Segundo uma delas, porém, isso pode mudar de acordo com o tempo.

    Fonte: Reuters

  • Milho segue se desvalorizando na Bolsa de Chicago no início desta quinta-feira

    A quinta-feira (06) começa com os preços internacionais do milho futuro mantendo a desvalorização na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 7,25 e 8,75 pontos por volta das 09h20 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,07, setembro/19 valia US$ 4,16 e dezembro/19 era negociado por US$ 4,25.

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho caíram novamente hoje na venda subsequente, com julho ampliando as perdas depois de quebrar abaixo do canal de maio.

    “Enquanto os traders esperam que o USDA reduza sua estimativa de produção no relatório mensal de 11 de junho, os grandes estoques de produtos agrícolas antigos estão mantendo o controle dos comícios à medida que o mercado começa a racionar o uso. A venda de fazendeiros secou ontem, fortalecendo os níveis de base médios em um centavo e meio, mas as notícias de demanda estão subjugadas”, aponta a publicação.

    Além disso, a produção de etanol também caiu na semana passada, com o plantio lidando com os altos custos do milho e dos preços do etanol, que perderam sua vantagem de mistura com a queda na competição da gasolina. Se a tendência continuar no pico da temporada de verão, o uso de milho para fazer o biocombustível cair de 50 a 100 milhões de bushels abaixo da previsão do USDA em maio, de acordo com a Farm Futures.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue em baixa nesta 5ª feira em Chicago e observa oportunidade de plantio nos EUA

    Nesta quinta-feira (6), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem recuando, dando continuidade às baixas registradas ontem. Por volta de 8h10 (horário de Brasília), as perdas eram de pouco mais de 7 pontos nos principais contratos, com o julho sendo negociado a US$ 8,62 e o agosto, US$ 8,69 por bushel.

    Os mapas climáticos mostrando alguma oportunidade de plantio para os produtores americanos, segundo analistas internacionais, pesam ligeiramente sobre as cotações, que acumularam uma alta de mais de 10% no final de maio.

    Assim, como já era esperado pelo consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, o comportamento mais técnico do mercado, com menos foco nos fundamentos nesta semana, continua se confirmando. As chuvas nos EUA, afinal, continuam, porém, com volumes maiores sendo agora registrados no Sul e Leste dos EUA.

    Os traders, apesar de acompanharem os mapas diariamente, esperam por novas informações sobre o andamento da safra norte-americana. Os novos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) serão reportados na segunda-feira (10) em seu boletim semanal de acompanhamento de safras.

    Também nesta quinta-feira, mercado atento aos números das vendas semanais norte-americanas. As expectativas para a soja variam de 250 mil a 750 mil toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Agricultores questionam reclassificação da Anvisa

    A intenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de reclassificar o grau de do herbicida glifosato de “medianamente” para “altamente” tóxico mobilizou os produtores rurais brasileiros, com atuação na atividade agrícola, a questionarem os critérios utilizados para modificar o status atual do produto.

    Segundo a Associação de Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), a melhor forma de se posicionar sobre a questão é participar, por isso, convocou os produtores de grãos a responderem até o dia 6 de junho (quinta-feira), a consulta pública aberta pela Agência. Um manual com informações técnicas está disponível no site entidade, a fim de auxiliar os cidadãos que responderem ao questionário.

    O diretor executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, concedeu entrevista ao Correio do Estado e esclarece que o setor produtivo concorda com a Anvisa quanto a manutenção do registro do glifosato. No entanto, a reclassificação da toxidade do produto é uma mudança que precisa ser revista.

    “Queremos entender qual o critério utilizado nessa reavaliação, visto que o produto é considerado internacionalmente, como o herbicida com menor impacto no meio ambiente e seres vivos, tanto que é utilizado na horticultura. O fato de causar irritação nos olhos não é justificativa plausível, visto que os trabalhadores rurais utilizam Equipamentos de Proteção Individual (EPI), e ainda, outras atividades laborais também podem provocar o incômodo se a região ocular não for protegida”, argumenta o diretor.

    O segundo ponto questionado pelos agricultores é outra proposição feita pela Anvisa de que o trabalhador que preparar a calda de defensivo não poderá aplicar a solução na lavoura.

    “A resposta da Agência é de que haveria uma excessiva exposição, mas, isto não é verdade. Além da utilização do EPI, a maioria dos tratores pulverizadores em atividade contam com mecanismo de pressão negativa que impede a entrada de borrifos do preparo no interior do veículo. Isso acontecer por meio de um ar condicionado que expele o ar de dentro para fora, proporcionando mais segurança ao trabalhador”, esclarece Rosa.

    Sobre o terceiro ponto de divergência, o representante da Aprosoja Brasil observa que o posicionamento da Agência extrapola sua área de competência. “Querem restringir a utilização do produto, pois, entendem que os resíduos em contato com o solo, podem contaminar os seres humanos quando suspensos em forma de poeira. Quem teria de fiscalizar essa questão é o Ministério da Agricultura (Mapa), sem contar outras considerações que são de competência do Ibama”, pontua.

    Rosa informa ainda que o glifosato é atualmente o melhor produto em termos de combate às ervas daninhas das lavouras, com menor índice de contaminação e não pode ser alterado por outro que não é reconhecido e aprovado pelo setor produtivo.

    “Se a utilização do glifosato for suspensa, qual será o herbicida substituto? Como saberemos que não será pior, em termos de toxicidade e riscos aos seres humanos e meio ambiente? Por isso reforçamos nossa posição contrária a uma mudança que pode impactar expressivamente o mercado agrícola brasileiro”, finaliza o diretor.

    RESOLUÇÃO ANVISA
    A resolução da diretoria colegiada da Anvisa foi publicada no Diário Oficial da União, em março de 2018 e considera que os ingredientes ativos de agrotóxicos estão aptos a reavaliação, quando organizações internacionais responsáveis pela saúde ou alimentação, das quais o Brasil seja membro integrante ou signatário de acordos e convênios, alertarem para riscos ou desaconselharem o uso dos herbicidas.

    Outro ponto destacado é se a Agência detectar indícios de alteração dos riscos à saúde humana, ou quando receber fundamentação técnico-científica devidamente embasada sobre o ingrediente ativo. Complementando os itens apresentados na seção I, os ingredientes ativos que apresentarem risco à saúde ou que possam demandar medidas restritivas ou de mitigação de riscos.

    No documento publicado é informado ainda que após a consolidação das contribuições apresentadas nas consulta pública, será elaborada uma nota técnica conclusiva do processo de reavaliação do ingrediente ativo de agrotóxico e a respectiva proposta final de Resolução da Diretoria Colegiada.

    Fonte: Ponta Porã Informa

  • Bayer promove debate sobre os desafios do manejo de resistência de plantas daninhas e aplicação segura de herbicidas

    Campinas (SP), 05 de junho de 2019 – Para discutir os avanços das lavouras de soja, as biotecnologias e as novas ferramentas para controle de plantas daninhas, a Bayer realizará, entre os dias 04 e 06 de junho, em Campinas (SP), a primeira edição do I2X TALKS. O evento reunirá mais de 200 pessoas, entre pesquisadores, consultores e parceiros da indústria de acessórios de aplicação para falar sobre tecnologias de aplicação de herbicidas, com foco em deriva, volatilidade e descontaminação de pulverizador, novidades do mercado de acessórios, formulações diferenciadas e eficácia dos herbicidas à base de dicamba no controle de plantas daninhas.

    Os participantes do evento conhecerão também os resultados dos estudos realizados por um time de especialistas independentes, com pulverização de herbicidas à base de dicamba em campos experimentais de soja com a tecnologia INTACTA 2 XTEND®, a próxima biotecnologia que a Bayer trará ao mercado brasileiro.

    De acordo com o líder de Manejo de Resistência de Plantas Daninhas da Bayer, Ramiro Ovejero, os testes foram conduzidos por 28 consultores e 25 acadêmicos independentes que fazem parte do Programa Experts – iniciativa criada pela Bayer com o propósito de desenvolver e validar recomendações de manejo e boas práticas de aplicação de herbicidas à base de dicamba para o controle de plantas daninhas. Com duração de três anos, o programa teve início na safra 2018/2019 e envolve os principais acadêmicos e consultores do Brasil, que receberam três protocolos de estudos focados em tecnologia de aplicação para manejo de deriva, volatilidade e limpeza de tanque por meio de boas práticas recomendadas.

    Para o líder da Estratégia de Herbicidas da Tecnologia INTACTA 2 XTEND®, André Menezes, o evento será um momento de muita troca de informação e importante para validar as melhores práticas de aplicação de herbicidas à base de dicamba. “É a chance de nos reunirmos com um grupo altamente capacitado e estratégico de pesquisa, inovação e implementação, para compartilhar esses resultados e conclusões. O lançamento desta nova tecnologia tem nos proporcionado trabalhar de forma integrada com indústria, academia e consultorias para obter e compartilhar conhecimentos que impactarão diretamente o agricultor”, conta Menezes.

    Parceria com indústria de pulverização
    Para que o produtor tenha uma melhor experiência no campo quando a tecnologia para soja INTACTA 2 XTEND® chegar ao mercado, a Bayer tem promovido uma integração entre empresas de tecnologia, máquinas e equipamentos de pulverização. Por isso, a participarão no evento de parceiros de diversas áreas, como de fabricantes de pontas de pulverizadores (Hypro, Magnojet e Teejet), é fundamental, uma vez que eles demonstrarão as melhores tecnologias para pulverização de herbicidas.

    Também estarão presentes empresas de maquinários (Jacto, AGCO, Stara, Kuhn, Case e New Holland), que apresentarão novidades do setor em máquinas e equipamentos de aplicação, e empresas de agricultura digital (Trimble, Climate FieldView™ e Agrosystem), que demonstrarão como o big data pode auxiliar o agricultor a tomar decisões mais precisas para controle de plantas daninhas.

    INTACTA 2 XTEND®
    Pensando em apoiar o produtor a alcançar novos patamares de produtividade com ferramentas que o auxiliem desde o plantio até a colheita, a terceira geração de biotecnologia em soja da Bayer proporcionará maior proteção contra as principais lagartas da cultura da soja, além de auxiliar num controle mais amplo de plantas daninhas. A soja com tecnologia INTACTA 2 XTEND® será tolerante aos herbicidas dicamba e glifosato.

    O dicamba é um produto altamente eficiente no controle de plantas daninhas de folhas largas, como buva, caruru, corda-de-viola e picão-preto, que têm impacto relevante na produtividade das lavouras de soja no Brasil. A previsão da Bayer é que em 2019/2020 sejam iniciados os testes pré-comerciais em áreas de produtores rurais (Programa Eleitos) e o lançamento comercial da nova tecnologia no país seja em 2021, a depender de aprovações regulatórias de países importadores da soja brasileira, como, por exemplo, a China.

    [Âncora] Para o líder de lançamento da tecnologia INTACTA 2 XTEND®, Fábio Passos, o objetivo é proporcionar ferramentas e recomendações que ajudem o dia a dia do produtor e, principalmente, impactem positivamente sua produtividade. “Vamos colaborar para que o agricultor brasileiro alcance um novo patamar de produtividade em soja”, diz Passos.

    Fonte: Assessoria de Comunicação

  • Influência do trigo e tarifas mexicanas empurram milho para baixo em Chicago nesta quarta-feira

    A quarta-feira (05) começa com os preços internacionais do milho futuro se desvalorizando na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 6,75 e 7,00 pontos por volta das 09h02 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,18, o setembro/19 valia US$ 4,27 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,37.

    Segundo informações da Agência Reuters, o milho segue a tendência do trigo e se desvaloriza nesta quarta-feira a medida em que os temores diminuíram devido ao potencial de danos generalizados às colheitas, depois das fortes chuvas recentes.

    “O mercado estava preocupado com os danos das plantações depois das fortes chuvas recentes, mas o relatório da safra do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostrou uma melhora na qualidade”, disse Angus Thornton, analista de commodities da Profarmer.

    Apesar da queda, analistas ouvidos pela Reuters disseram que o milho continua sendo sustentado por preocupações com o lento plantio nos Estados Unidos, que já registra recordes históricos de atrasos.

    O analista Tony Dreibus da Successful Farming destaca ainda que algumas preocupações comerciais ganharam os holofotes nesta madrugada para influenciar negativamente nas cotações do cereal.

    “Embora o tempo úmido contínuo que impediu os proprietários de plantar tenha impulsionado os preços, investidores e hedgers mantiveram um olho nas guerras comerciais entre os EUA e o México e os EUA e a China”, diz Dreibus.

    O presidente Donald Trump disse durante sua viagem a Londres que as novas tarifas começarão de fato na próxima semana, a menos que o México garanta a ele que conterá a onda de imigrantes na fronteira dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado recua em Chicago nesta 4ª e divide atenções entre clima e guerra comercial

    Nesta quarta-feira (5), os preços da soja recuam na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 5,25 e 6,25 pontos, com o julho valendo US$ 8,76 e o agosto, US$ 8,82 por bushel.

    Segundo explicam analistas internacionais, o mercado recua realizando lucros, mas mantém como focos principais os desdobramentos da guerra comercial China x EUA – e as tensões crescentes – o clima adverso nos Estados Unidos e as especulações sobre a real área da temporada 2019/20.

    De acordo com as informações da agência internacional Reuters, “os importadores chineses estão preparando pedidos de isenção de tarifas de importação cobradas sobre mais de 700 produtos norte-americanos na guerra comercial sino-americana, depois que o Ministério das Finanças disse que começaria a receber propostas”.

    Na última semana, o Ministério divulgou uma lista de bens para os quais poderiam ser concedidas tais isenções, entre eles carnes, soja e carvão. O mercado segue atento aos movimentos seguintes dos dois países.

    Os traders seguem atentos também à demanda da nação asiática. Segundo explicou o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commmodities, o consumo de ração na China tem mostrado um aumento e a demanda pela oleaginosa tende a ganhar força.

    Fonte: Notícias Agrícolas