Eduarda Pereira

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  • Brasil e Alemanha firmam acordo para inovação na produção de soja, madeira e carne com proteção da Amazônia

    O Ministério da Agricultura e a embaixada da Alemanha assinaram ontem (9/12) um convênio de cooperação, com prazo de quatro anos, que cria o projeto Inovação das Cadeias Produtivas da Agropecuária para Conservação Florestal na Amazônia, de acordo com informações do jornal “Valor Econômico”. Também foi firmado o contrato de contribuição financeira para o projeto, com participação do Instituto Interamericano para Cooperação para a Agricultura (IICA).

    Serão investidos 25,5 milhões de euros em melhorias de técnicas empregadas e para a agregação de valor aos produtos nas cadeias da soja, madeira e carne. Os recursos são do banco alemão KfW.

    Por meio de bases de dados como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a Guia de Trânsito Animal (GTA), o Ministério da Agricultura vai acompanhar diretamente propriedades dessas cadeias nos estados de Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins.

    Será criado um índice de adequação socioambiental, para medir a implementação de técnicas sustentáveis nessas propriedades. Quanto melhor colocados no índice, mais os produtores terão incentivos de agregação de valor aos produtos e promoção da imagem dos mesmos no exterior. Quem tiver colocações piores receberá assistência técnica para melhorar o nível e se igualar aos demais. Um dos objetivos é aumentar a rastreabilidade dos produtos, principalmente das carnes.

    A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, batizou o projeto de “Nova Carne” e afirmou que ele ajudará a incluir pessoas no processo produtivo e de geração de renda com conservação. “Precisamos fazer a inclusão, não temos que excluir ninguém, temos que trazer para dentro e fazer com que entendam que a tecnologia vai dar renda e que a renda vai permitir que conservem e tenham outro padrão de vida. A exclusão só leva as pessoas à ilegalidade. Este é o primeiro projeto para trabalhar com inclusão dos pequenos produtores dessa região”.

    Ela ainda comentou a forma de “pontuação” do índice de adequação ambiental. “Quem estiver bem vai ganhar impulso para ter mais qualidade e renda; quem estiver abaixo dos indicadores, terá que ter a mão do Estado e assistência técnica para que também ultrapasse essa linha e seja produtivo, cumprindo a lei brasileira, o Código Florestal”, concluiu.

    O representante do IICA, Hernán Chiriboga, disse que o projeto é um “trabalho para mostrar que o Brasil está produzindo de forma sustentável e que vai se tornar o maior produtor de alimentos de forma sustentável”.

    O embaixador da Alemanha no Brasil, Gerog Witschel, avaliou que o projeto vai melhorar a imagem do Brasil no exterior. “Nós apoiamos esforços do Mapa para desenvolver ações para melhorar a sustentabilidade na produção agrícola. Estamos convencidos de que isso melhorará o posicionamento e oportunidades de mercado para produtos agrícolas do Brasil e vai contribuir para harmonização dos objetivos de conservação dos recursos naturais e da floresta amazônica.”

    Fonte: G1

  • Contra doenças da soja, informação e ciência

    A safra brasileira de soja no período 2019/20 deve chegar bem perto de 120,4 milhões de toneladas, segundo estimativa publicada pela Conab em outubro último. Esse volume significa aumento de 4,7% sobre o resultado da temporada passada e representa todos os avanços tecnológicos que mantêm o Brasil na linha de frente da produção agrícola mundial. Da seleção genética ao monitoramento de lavouras por satélite, há um universo de pesquisas científicas e trabalho de campo para garantir o melhor desempenho em cada hectare e proteger as plantas dos inúmeros desafios que as cercam. A exemplo das diversas doenças fúngicas que atacam a soja em seus diversos estágios de desenvolvimento, derrubam a produtividade e a qualidade dos grãos e prejudicam toda a cadeia, começando pelo agricultor.

    Os mesmos cuidados que se teve com a escolha de cultivares mais resistentes a esses e outros problemas e o uso de sementes já protegidas contra os fungos devem ser expandidos para além do momento do plantio, abrangendo cada etapa de evolução das lavouras. Seguindo a lógica de que conhecer bem o inimigo é uma boa estratégia de combate, é melhor saber quais são as doenças mais relevantes, suas causas, seus sintomas e pontos fracos e, principalmente, como evitá-las.

    Uma das maiores ameaças para as lavouras de soja continua a ser a ferrugem asiática, que é causada pelo fungo Phakopsorapachyrhizi e se espalha com muita facilidade pelo vento. A doença marca as folhas das plantas com pontos escuros que vão crescendo até provocar a desfolha. Em condições favoráveis à sua propagação, pode causar prejuízos de até 70% da produtividade em lavouras não tratadas com fungicidas.

    A antracnose, causada pelo fungo Colletotrichumtruncatum, é outro problema sério, pois pode tanto matar plântulas como causar manchas negras nas nervuras de folhas, hastes e vagens. O mofo branco, que tem origem no fungo Sclerotiniasclerotiorum, também deixa manchas, mas nesse casosão mais aquosas e logo evoluem para um micélio branco e denso. É entre a floração e a formação das vagens que as plantas ficam mais suscetíveis à doença, o que coloca em risco a produtividade. Há ainda uma série de outras doenças, chamadas de manchas ou podridões, que impactam diretamente no desenvolvimento das plantas, ou seja, em muitos casos nem chegam à fase de produção propriamente dita.

    Com tantos e tão diversos desafios, ter à disposição uma ampla bateria de defesas pode fazer toda a diferença. A combinação adequada de fungicidas, com diferentes princípios ativos, garante maior proteção contra uma grande gama de doenças, inclusive por mais tempo, e evita o surgimento de resistência.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Chicago inicia a terça-feira com estabilidade após leve avanço na colheita

    A terça-feira (10) começa com estabilidade para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,25 pontos por volta das 08h50 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,65 com estabilidade, o março/20 valia US$ 3,76 com alta de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,81 com ganho de 0,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,86 com estabilidade.

    Na segunda-feira (09), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou novos relatórios sobre estoques e colheita americana. De acordo com o dados reportados, 92% do milho americano foi colhido até o domingo (08), contra a média dos últimos cinco anos de 100%.

    Entre os estados, Dakota do Norte está mais atrasada com apenas 43% do milho colhido. Wisconsin estava apenas 74% completo em comparação com uma média de 95% em cinco anos. Outros estados incluem Illinois com 96% versus uma média de 100% em cinco anos, e Iowa com 95% quando a colheita normalmente seria concluída.

    Agora, o USDA deve divulgar seu último boletim mensal de oferta e demanda de 2019 nesta terça-feira (10). O mercado espera a média das projeções em 47,73 milhões de toneladas. No reporte do último mês, os estoques finais do cereal foram estimados em 48,54 milhões de toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Em dia de USDA, mercado da soja opera com estabilidade na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira

    O mercado da soja opera com estabilidade na Bolsa de Chicago na manhã desta segunda-feira (10). Os traders mantêm-se na defensiva e atuando com cautela à espera dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os quais serão reportados hoje.

    O novo boletim mensal de oferta e demanda será divulgado às 14h (horário de Brasília), porém, não são esperadas grandes mudanças. As expectativas do mercado são para um relatório neutro e com impacto limitado sobre as cotações.

    Ainda assim, o mercado, como explica Todd Hultman, analista do portal DTN The Progressive Farmer, se questiona “quando o USDA irá contabilizar os problemas que têm sido visto nos campos, principalmente de milho?”. E completa dizendo que não acredita que as mudanças cheguem nesta terça.

     

    Dessa forma, por volta de 7h30 (horário de Brasília), a soja subia de 0,25 a 0,50 ponto nos principais contratos, levando o janeiro a US$ 8,97 e o maio a US$ 9,26 por bushel.

    “Apesar da recente tendência altista de curto prazo, o mercado deve ficar mais lento hoje, pelo menos até a divulgação do tradicional relatório do USDA de Oferta e Demanda Mundial. É provavel que o comportamento predominante do dia seja determinado pelos números a serem publicados daqui a pouco”, diz o consultor da AgroCulte e da Cerealpar, Steve Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: preços seguem em alta, mas intensidade varia dentre regiões

    As cotações do milho continuam subindo no mercado interno, de acordo com dados do Cepea. Porém, a intensidade desse movimento está distinta entre as praças acompanhadas. De 29 de novembro a 6 de dezembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) registra alta de 0,52%. As reações mais expressivas são verificadas em regiões em que, até então, compradores estavam conseguindo “segurar” os preços. Por outro lado, em algumas praças, foram verificadas ligeiras quedas nos valores nestes últimos dias. Esse cenário é resultado de uma busca de ajuste de preços, após a disparada observada desde meados de outubro.

    Fonte: Cepea

  • Pesquisadores da UFV descobrem mecanismo inédito de resistência entre vírus e bactérias que pode combater pragas na agricultura

    Pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em parceria com instituições estrangeiras, descobriram um mecanismo inédito de resistência cruzada entre vírus e bactérias em plantas. A descoberta pode gerar soluções de combate a doenças que causam prejuízos na agricultura.

    A professora Elizabeth Pacheco Batista Fontes, do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFV, lidera a pesquisa e conversou com o G1 sobre a descoberta, publicada em uma revista científica em novembro.

    Segundo Elizabeth, o trabalho foi desenvolvido através da resistência ativada contra vírus em plantas pela exposição prévia a bactérias. Isso significa obter imunidade a doenças diferentes do agente patogênico no qual ele foi exposto.

    Essa estratégia antiviral ativada pela imunidade antibacteriana, de acordo com a pesquisadora, era algo até então desconhecido no meio científico. A descoberta tem potencial para gerar soluções de combate a doenças que causam prejuízos milionários na agricultura.

    A primeira planta que foi utilizada para entender o mecanismo de resistência cruzada foi o modelo Arabidopsis, um gênero da família de plantas como couves e a mostarda.

    Os pesquisadores demonstraram que a infecção de plantas não hospedeiras com bactérias leva ao acionamento de um mecanismo molecular por um receptor conhecido como NIK1, uma proteína, que tem como efeito colateral o comprometimento da atuação de certos vírus, que foi descoberta pelo mesmo grupo em 2015 e publicado na revista Nature.

    Atualmente, Fontes informou que os estudos estão sendo realizados em tomateiros para aplicação destes conhecimentos e para impedir a ação do begomovírus.

    De acordo com estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), este tipo de vírus é transmitido por mosca-branca e causa danos devastadores em todo o mundo, principalmente em plantas de mandioca, algodão, tomate, pimentão e feijão. No Brasil, o combate ao begomovírus é especialmente importante em tomateiros e feijoeiros.

    A pesquisadora apontou que a incidência e a severidade das doenças causadas pelo begomovírus em tomateiros tem aumentado consideravelmente nos últimos 20 anos, devido à alta taxa de mutações.

    “Espera-se que as mudanças climáticas previstas alterem ainda mais a distribuição do inseto vetor, a mosca-branca, representando uma ameaça significativa à agricultura mundialmente. Portanto, esperamos que este mecanismo de resistência cruzada possa ser explorado como uma alternativa eficiente para se conseguir resistência contra begomovirus no Brasil e mundialmente. “, explicou Elizabeth.

    O estudo também abre possibilidades de investigação de como esse processo ocorre no organismo de animais – inclusive em seres humanos. “Há semelhanças entre os nossos sistemas de defesa e os das plantas, o que permite vislumbrar, futuramente, desdobramentos que venham a ser utilizados em prol de nossa saúde”, afirmou Fontes.

    A pesquisadora apontou como uma das principais vantagens da indução de resistência cruzada em plantas é que ela não é baseada em transgenia, ou seja, não são organismos geneticamente modificados, logo, o processo e o resultado no campo pode ser mais rápido.

    Sobre os próximos passos, Elizabeth explicou que, no momento, os pesquisadores estão identificando bactérias não patogênicas de tomateiros a fim de selecionar aquelas que poderão ser utilizadas como prevenção natural contra begomovírus.

    “Além disso, estamos identificando padrões moleculares de bactérias que podem acionar indiretamente o mecanismo de resistência ao vírus com ação preventiva na agricultura.”, finalizou a professora.

    Pesquisa tem parceria entre Brasil, China e EUA
    O desenvolvimento da pesquisa contou com a participação de 12 estudantes de doutorado, oito pós-doutores, quatro estudantes de mestrado e estudantes de iniciação científica, financiados com bolsas da Fapemig, CNPq e Capes e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Interações Planta-Praga.

    Além dos pesquisadores da UFV, a pesquisa contou com parcerias entre os institutos dos Estados Unidos, como Salk Institute of Biological Science e Texas A&M University, e o Huazhong Agricultural University, na China.

    Fonte: G1

  • Brasil exporta mais soja para China do que aço para EUA

    As exportações de soja para a China este ano já renderam cinco vezes mais ao Brasil do que as vendas de aço para os Estados Unidos.

    Segundo dados do Ministério da Economia, de janeiro a outubro, o mercado brasileiro exportou US$ 3,4 bilhões em aço aos americanos, enquanto a venda de soja aos chineses chegou a US$ 17,8 bilhões.

    De 2008 a 2018 é possível observar uma diferença ainda mais vigorosa. As exportações de aço para os EUA praticamente não mudaram de patamar, passando de US$ 3,5 bilhões para US$ 4,3 bilhões.

    Já as vendas de soja para Pequim escalaram de US$ 5,3 bilhões em 2008 para US$ 27,3 bilhões no ano passado, alta de US$ 22 bilhões em dez anos.

    A China é o principal destino dos produtos brasileiros e responde hoje por 26,7% do total das exportações do país. Os EUA, por sua vez, aparecem em segundo lugar, responsáveis por 12% das vendas brasileiras.

    A discrepância da tabela que compara aço e soja, porém, ganhou novas proporções quando Donald Trump anunciou que os EUA vão impor tarifas ao aço e alumínio que chegam do Brasil e Argentina.

    A medida, justificada artificialmente pelo republicano como resposta a intervenções que os países estariam fazendo no câmbio, foi recebida com surpresa tanto no Brasil como nos EUA.

    Integrantes do governo Jair Bolsonaro ainda tentam reverter o anúncio, enquanto atores do setor privado brasileiro destacaram analistas para fazer as contas sobre qual negócio é mais vantajoso ao Brasil.

    Não há dúvidas de que, numericamente, a resposta aponta para a potência asiática, mas a ordem no Planalto é equilibrar os pratos e trabalhar para manter o alinhamento aos americanos e a boa relação com os chineses.

    O cálculo de Trump ao anunciar a taxação sobre produtos brasileiros e argentinos foi majoritariamente eleitoral.

    Ele faz aceno aos agricultores de estados considerados chave para a eleição de 2020 que têm sido prejudicados com a guerra comercial entre EUA e China.

    Desde julho de 2018, quando o republicano estabeleceu tarifas sobre produtos chineses, as exportações agrícolas dos Estados Unidos para China despencaram. Os chineses suprem a demanda importando do Brasil e da Argentina.

    Em 2017, quando não havia guerra comercial, a China comprou US$ 20,3 bilhões em soja brasileira. No ano seguinte, já sob a disputa entre as duas potências, o número chegou a US$ 27,3 bilhões.

    A produção brasileira de commodities agrícolas e minerais, como soja, petróleo bruto, minério de ferro e carne bovina têm avançado sobre o mercado chinês nos últimos dois anos.

    Para os EUA, a maior parte das exportações brasileiras vem do aço. Em 2018, o Brasil exportou 13,9 milhões de toneladas do produto, 42,2% para americanos.

    Em março do ano passado, Trump já havia estabelecido tarifa sobre aço e alumínio do Brasil, mas o governo Bolsonaro tinha conseguido reverter o cenário e acreditar poder fazer o mesmo agora.

    Fonte: Folha de S.Paulo

  • Soja: Após 8 baixas consecutivas, mercado em Chicago sobe nesta 3ª feira

    O mercado da soja sobe na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (3). As cotações, por volta de 8h30 (horário de Brasília), subiam entre 4 e 5,50 pontos nos principais contratos, levando o janeiro a US$ 8,74 e o maio a US$ 9,05 por busel.

    Segundo explicam analistas da consultoria internacional Allendale, Inc., o mercado passa por uma correção técnica depois das baixas de ontem, com alguma recompra de posições por parte dos fundos. Apesar disso, a política ainda domina as conversas na CBOT.

    “O mercado da soja observa o clima na América do Sul e os conflitos políticos dos EUA com a China, o Brasil e a Argentina”, diz a Allendale.

    Além disso, como explica o consultor Steve Cachia, da AgroCulte e Cerealpar, “depois de oito dias consecutivos de baixa, traders entendem que o mercado está sobrevendido e, portanto, vulnerável a uma recuperação técnica. No entanto, o pessimismo em relação a possibilidade de um acordo comercial EUA/China predomina”.

    Ademais, Cachia acredita que com a nação asiática relativamente bem abastecida até a entrada da nova safra brasileira, “o país também não vai ceder tão facillmente às exigências de Trump. Sem acordo, as cotações futuras de soja seguem sob pressão”.

    E ao mesmo tempo em que não há demanda intensa no mercado norte-americano, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informa que, até o último domingo (1), a colheita da soja já chega a 96% da área, alinhada com os números do ano passado, com as expectativas e ligeiramente menor do que os 99% da média dos últimos cinco anos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho abre a terça-feira com leves ganhos em Chicago mesmo após relatórios do USDA

    A terça-feira (03) começa com leves valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 1,50 e 1,75 pontos por volta das 08h50 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,75 com valorização de 1,75 pontos, o março/20 valia US$ 3,83 com elevação de 1,75 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,88 com alta de 1,50 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,92 com ganho de 1,75 pontos.

    Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho lutam por ganhos modestos em meio a algumas manobras técnicas agitadas, embora o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) tenha apresentado outra rodada de mornos dados de inspeção de exportação na segunda-feira.

    Os embarques semanais de milho totalizaram, na semana que acabou em 28 de novembro, 428.856 mil toneladas, enquanto as expectativas oscilavam entre 500 mil e 700 mil toneladas.

    No final da tarde de segunda-feira, o USDA também atualizou seus números sobre a colheita da safra americana. De acordo com o relatório, restam apenas 3% das áreas para serem colhidas com o cereal até o último domingo (01). Isso representou um avanço de 13 pontos percentuais com relação à semana que acabou em 24 de novembro.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Semana começa com poucas movimentações para o milho em Chicago

    A segunda-feira (02) começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) praticamente estável para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações entre 0,50 pontos negativos e 1,00 ponto positivo por volta das 08h43 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,72 com alta de 1 ponto, o março/20 valia US$ 3,81 com ganho de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,85 com estabilidade e o julho/20 tinha valor de US$ 3,89 com queda de 0,50 pontos.

    Os contratos futuros do milho abrem a semana em Chicago se movimentando no campo misto neste primeiro dia de atividades completas após o feriado de Ação de Graças na última quinta-feira (02).

    De acordo com a Agência Reuters, o mercado observa desenvolvimentos nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China. Um acordo comercial entre as duas potências estava “parado por causa da legislação de Hong Kong”, informou o site de notícias Axios no domingo, citando uma fonte próxima à equipe de negociação do presidente dos EUA, Donald Trump.

    Ainda nesta segunda-feira o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) deve divulgar seu novo relatório de progresso de safra, atualizando os números de colheita da safra de milho americana.

    Fonte: Notícias Agrícolas