Eduarda Pereira

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  • Mercado de milho: saiba o que pode mexer com as cotações na semana

    A divulgação do relatório trimestral de estoques de milho, que será realizada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) hoje (30/9), vai dar o tom do mercado na semana. No Brasil, produtores estão de olho na meteorologia, já que as chuvas ainda estão irregulares em boa parte do Centro-Sul.

    Confira os fatos que devem mexer com as cotações de milho na semana. As dicas são do analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias:

    O tom pessimista se estendeu no decorrer da sessão da última sexta-feira, 27, avaliando a expectativa em relação ao relatório trimestral de estoques, que será divulgado pelo USDA na próxima segunda-feira, 30;

    De acordo com analistas e traders consultados por agências internacionais, o USDA deve indicar estoques de 2,436 bilhões de bushels de milho, acima dos 2,14 bilhões de bushels indicados em 1º de setembro de 2018;

    O clima também é fator determinante, avaliando a projeção de frio intenso para o Meio Oeste norte-americano, nos modelos de 8 a 14 dias;

    O quadro se torna preocupante à medida que a colheita vem fluindo com maior lentidão, se comparada a anos anteriores;

    Portanto, o acompanhamento dos números divulgados no relatório semanal de evolução da colheita também é preponderante para a formação de tendência de curto prazo.

    Os produtores brasileiros seguem optando pela retenção como estratégia recorrente, dado o volume de chuvas irregular ao longo do terceiro trimestre sobre uma grande parcela do Centro-Sul;

    O plantio deve se iniciar em algumas localidades do Sudeste e do Centro-Oeste do país nos próximos dias, a partir das primeiras chuvas registradas na última semana;

    A situação ainda está longe de uma regularização. No entanto, a meteorologia aponta que o Paraná, boa parte do Sudeste e parte de Mato Grosso do Sul terão chuvas mais regulares em outubro. A dúvida e a preocupação estão com a maior parcela do Centro-Oeste;

    Essas condições aumentam os temores em relação ao primeiro quadrimestre de 2020.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho abre a semana estável em Chicago no aguardo de números do USDA

    A segunda-feira (30) começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) estável para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações flutuavam entre 0,25 pontos negativos e 0,50 pontos positivos por volta das 08h48 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/29 era cotado à US$ 3,72 com alta de 0,50 pontos, o março/20 valia US$ 3,84 com ganho de 0,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,91 com estabilidade e julho/20 tinha valor de US$ 3,96 com queda de 0,25 pontos.

    Segundo informações da Farm Futures, as cotações do milho futuro abrem a semana com poucas movimentações, uma vez que o mercado aguarda a divulgação do relatório trimestral de estoques de grãos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deverá acontecer nesta segunda-feira.

    “Antes do próximo relatório trimestral de estoques de grãos do USDA, na segunda-feira, os analistas esperam que a agência mostre que os estoques domésticos de milho avançam um pouco à frente em relação ao ano anterior, em 2,418 bilhões de bushels”, aponta o analista de grãos Ben Potter.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado Futuro opera na manhã desta 2ª feira com valorizações em Chicago

    Nesta segunda-feira (30), as cotações futuras da soja iniciaram a sessão com fortes valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais contratos da commodity exibem altas de 8,00 pontos, por volta das 08h44 (Horário de Brasília). O contrato novembro/19 era negociado a US$ 8,91 por bushel, enquanto, o vencimento janeiro/2020 trabalhava US$ 9,05/bushel.

    De acordo com o boletim matinal da Labhoro corretora, os mercados estão iniciando a semana do lado positivo da tabela motivados pela as condições climáticas e no aguardo do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “O USDA divulgará seu relatório semanal do progresso das safras nos EUA. Estima-se que a colheita de milho esteja 14% completa (contra 7% na semana passada). Já a colheita de trigo de inverno é estimada 38% completa (contra 22% na semana anterior)”, informou a Labhoro.

    Além disso, o USDA também vai reportar o relatório trimestral de estoques hoje, na qual os analistas estimam os estoques de soja em 982 milhões de bushels, milho 2.428 bilhões e trigo 2.318 bilhões. Se estes números estiverem corretos, serão recordes para soja e milho.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja abre em alta nesta quinta-feira (26), com reaproximação entre EUA e China

    O mercado da soja iniciou a sessão desta quinta-feira (26) com altas nos principais contratos, principalmente por conta das últimas negociações comerciais entre EUA e China. Às 9:44, o novembro/19 estava cotado a US$ 8,93, alta de 4,5 pontos e o março/2020 estava a US$ 9,20, alta de 5,25 pontos.

    Ontem (25) o USDA confirmou uma nova compra de 581 mil toneladas de soja americana feita pela China e de acordo com Fernando Pimentel, analista da Agrosecurity Consultoria , o especialista acredita que essa reaproximação é uma sinal que o governo chinês está colocando na mesa de negociação, já que a próxima reunião entre as duas grandes potências será em outubro.

    Segundo informações da Labhoro Corretora, durante a manhã o USDA divulgou o relatório das vendas semanais. Soja e trigo vieram dentro das estimativas, enquanto milho veio abaixo. Os números foram: soja 1.03 milhão de toneladas (contra expectativa de 800 mil a 1.3 milhão de toneladas), milho 494 mil (contra 600 mil a 1.1 milhão) e trigo 283,2 (contra 200 a 500 mil toneladas). O USDA também divulgou vendas extras de soja. 257 mil toneladas para a China, ano comercial 2019/2020.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Estabilidade segue presente nas cotações do milho em Chicago nesta quinta-feira

    A quinta-feira (26) começa com os preços internacionais do milho futuro se mantendo estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT), assim como visto ontem. As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 pontos negativos e 0,50 pontos positivos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,74 com queda de 0,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,85 com alta de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,93 com ganho de 0,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,99 com elevação de 0,50 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, o milho segue com poucas mudanças, pois o mercado aguarda uma imagem mais clara dos rendimentos da colheita.

    “Os investidores voltaram sua atenção para os dados dos estoques de grãos a serem publicados na segunda-feira seguinte pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)”, aponta P.J. Huffstutter da Reuters Chicago.

    Outro fator que influência no mercado são os dados semanais do EIA, que mostraram o menor total semanal de produção de etanol desde abril de 2016 em 943.000 barris / dia durante a semana de 20/9. Isso representa uma queda de 60.000 bpd em relação à semana anterior.

    “Os estoques de etanol caíram 739.000 barris em 22,5 milhões, já que o Centro-Oeste teve sua maior queda semanal no recorde de 612.000 barris. As importações de etanol também foram registradas em uma alta de quase 7 anos de 113.000 bpd”, relata o site Barchart.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: cuidados na germinação aumentam produtividade em 4 sacas/ha

    Com a utilização de soluções para equilíbrio nutricional, foi possível identificar também um maior arranque inicial, aumento de nós reprodutivos e vagens por plantas

    O período de germinação é determinante para o sucesso na produtividade da soja. Para os produtores brasileiros que se preparam para esta etapa, é fundamental se atentar ao equilíbrio nutricional da planta. Afinal, esse é o momento que ela irá desenvolver suas raízes, influenciando no crescimento vegetativo e, mais tarde, na originação dos grãos. Soluções que auxiliem nesse sentido são essenciais para que a planta se torne mais forte frente aos estresses climáticos.

    Um estudo realizado pela Alltech Crop Science, em Campo Verde (MT), identificou bons resultados com a utilização de extratos vegetais, aminoácidos e micronutrientes, que promovem o equilíbrio nutricional. A área trabalhada com as soluções Alltech obteve um maior arranque inicial, melhor uniformidade e um número superior de volume de raízes. Além disso, houve um aumento de nós reprodutivos e um acréscimo de 22,8% no número de vagens. Ao final da colheita, foi constatado ainda um incremento de 4 sacas por hectare (ha), representando um aumento de 4,7% na produtividade.

    O engenheiro agrônomo Vinicius Abe, gerente técnico especializado em grãos da Alltech Crop Science, explica que com a planta alcançando um maior enraizamento, ela fica mais preparada para absorver nutrientes e se desenvolver. “Tudo está relacionado: se tenho um maior crescimento de raízes, ocasionado por um bom equilíbrio solo-planta, tenho um maior número de vagens, e, consequentemente, uma maior produção de grãos por hectare”, explica.

    O especialista também orienta sobre a importância de ter uma área bem manejada e livre de compactação do solo, com uma semente de qualidade e com umidade adequada para plantar, tornando o solo um ambiente atrativo para o crescimento da planta. “Ou seja, o ideal é somente realizar o plantio com a combinação de todas essas condições: primeiro cuidando da química do solo, da compactação e do fornecimento de nutrientes e, por último, uma boa umidade para a semente germinar de maneira correta”, ressalta.

    Tecnologias
    Com o bom manejo nutricional e a utilização de tecnologias específicas para a etapa da germinação é possível maximizar a produtividade, melhorando o desempenho da soja. O Initiate Soy foi desenvolvido pela Alltech Crop Science justamente para esse período do plantio. A combinação de micronutrientes como o cobalto e o molibdênio, aminoácidos e extratos vegetais agem como precursores hormonais que melhoram o desempenho dos cultivos.

    Fonte: Agrolink

  • Fertilizantes: excesso de oferta gera oportunidade para agricultor

    O excesso de oferta no mercado global de fosfatados e de potássio pode gerar “boas oportunidades de compra de fertilizantes” para o agricultor brasileiro até o fim de ano, prevê o banco de investimentos Rabobank, em relatório trimestral de perspectiva para commodities agrícolas.

    Segundo o banco, produtores podem aproveitar para adquirir o volume que falta para a próxima safra ou para travar os custos da safra 2020/21. O banco pondera, no entanto, que a previsão não considera a volatilidade cambial, porque o dólar ainda mantém os custos com esses insumos elevados. A valorização da moeda ante o real sustentaram os preços internos de adubos ainda que no mercado internacional as cotações tenham cedido nos últimos meses.

    Conforme o banco, os preços dos fosfatados em dólar estão hoje nos patamares mais baixos dos últimos 12 meses e devem atingir o menor valor em 10 anos nas próximas semanas. “O excesso de oferta nesse mercado contribuiu para que o preço do fosfato diamônico (DAP) recuasse 23% ao longo deste ano e a desvalorização do yuan tem criado um espaço para que os preços caiam um pouco mais”, diz o Rabobank lembrando que a China é um importante fornecedor do insumo.

    Para o quatro trimestre, a instituição financeira espera restrição de oferta temporária em algumas plantas, o que pode equilibrar o mercado e fornecer suporte para a recuperação dos preços. O excesso de oferta também pressionou os preços do potássio. De acordo com o banco, o preço do KCl (cloreto de potássio) recuou 8% nos portos brasileiros no acumulado deste ano.

    “Essa queda é resultado do excesso de oferta no mundo, dos altos estoques acumulados na China e na Índia e do atraso no fechamento de novos contratos desses países. Tal cenário deve manter a influência negativa nos preços pelo menos até que um dos países se mova”, observa o banco.

    A ureia (matéria-prima de fertilizantes nitrogenados) também voltou a recuar neste segundo semestre, mesmo com o leilão de compra da Índia de julho atingindo 1,7 milhão de toneladas, segundo o banco.

    A demanda do país, na análise do Rabobank, deve ser decisiva para os rumos dos preços dos nitrogenados no quarto trimestre deste ano. “Uma demanda próxima de 1 milhão de toneladas deve dar suporte aos preços até o final do ano, já que a demanda no Hemisfério Norte deve reaquecer a partir de outubro.” No início deste mês, o país abriu uma licitação para compra do produto e recebeu cerca de 2 milhões de toneladas de oferta.

    Fonte: Portal DBO

  • Soja trabalha estável em Chicago nesta 4ª feira e espera notícias para definir direção

    Nesta quarta-feira (18), a estabilidade volta aos preços da soja e os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago operam com leves altas. Perto de 8h20 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 0,50 e 1,25 ponto nos principais vencimentos, com o novembro a US$ 8,94 e o março, US$ 9,20 por bushel.

    O mercado segue bastante cauteloso e em compasso de espera, principalmente, sobre as notícias que devem chegar sobre as relações entre China e Estados Unidos. Nos últimos três dias foram anunciadas compras chinesas de soja no mercado americano, porém, sem força para provocar uma reação mais expressiva das cotações.

    Do lado dos fundamentos, o mercado se atenta ao clima no Corn Belt, já que a colheita do milho já está em andamento e a da soja deve começar em mais algumas semanas. O atraso é considerável, porém, nesse momento, sem ameaças severas de geadas que pudessem comprometer ainda mais a safra norte-americana.

    A volatilidade também pode se acentuar ao longo do dia com as declarações que podem vir da reunião do Federal Reserve, iniciada ontem, e que podem impactar diretamente o andamento do mercado financeiro e do mercado de câmbio. Atenção dos traders a esse fator também, portanto.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Computadores podem identificar estresse da soja

    Cientistas da Iowa State University, dos Estados Unidos, estão trabalhando para um futuro em que os agricultores possam usar aeronaves não tripuladas para detectar e até prever doenças e estresse em suas lavouras. Sua visão se baseia no aprendizado de máquina, um processo automatizado no qual a tecnologia pode ajudar os agricultores a responder ao estresse da planta com mais eficiência.

    Arti Singh, professor adjunto de agronomia, lidera uma equipe de pesquisa multidisciplinar que recentemente recebeu uma bolsa de três anos e US$ 499.845 do Instituto Nacional de Alimentos e Agricultura do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para desenvolver tecnologia de aprendizado de máquina que pudesse automatizar a capacidade dos agricultores para diagnosticar uma série de grandes estresses na soja. A tecnologia em desenvolvimento usaria câmeras acopladas a veículos aéreos não tripulados, ou UAVs, para coletar imagens panorâmicas dos campos de soja. Um aplicativo de computador analisaria automaticamente as imagens e alertaria o agricultor sobre pontos problemáticos.

    “No mais básico, o aprendizado de máquina é simplesmente treinar uma máquina para fazer algo que fazemos”, disse Singh. “Quando você quer ensinar a uma criança o que é um carro, você mostra os carros. É isso que estamos fazendo para treinar algoritmos de computador, mostrando um grande número de imagens de vários estresses de soja para identificar, classificar, quantificar e prever estresses em campo”, completa.

    A equipe de pesquisa reuniu um enorme conjunto de dados de imagens de soja, algumas saudáveis e outras em estresse e doenças, que elas rotularam. Um programa de computador percorre as imagens rotuladas e monta algoritmos que podem reconhecer o estresse em novas imagens.

    Fonte: Agrolink

  • Governo libera registro de fungicida para combater nematoides

    O governo liberou hoje o registro de produtos à base do ingrediente ativo Fluopiram, que pode ser usado para combater fungos e nematoides nas culturas de batata, café, arroz e soja. O produto é uma molécula com atividades fungicida e nematicida altamente eficaz, menos tóxico e estava há 10 anos na fila esperando a análise do pleito de registro. As informações são do Ministério da Agricultura.

    Os registros serão liberados para produtos técnicos, que são aqueles usados pela indústria, e para produtos formulados, que são os já disponíveis para o uso nas lavouras. O produto é atualmente aprovado pelas autoridades reguladoras de países da Europa, Estados Unidos e Austrália, onde está disponível para uso.

    O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura, Carlos Venâncio, informa em comunicado que trata-se de “uma nova opção para o controle de nematoides, que são pragas muitas vezes invisíveis, mas que podem causar grandes danos à agricultura, além de ser um produto menos tóxico do que os já existentes no mercado”.

    Os produtos formulados à base do Fluopiram oferecem um novo modo de ação para o controle de nematoides, sendo uma importante ferramenta para auxiliar o agricultor no manejo desta praga, cujo crescimento populacional é favorecido por causa das condições de solo e clima do Brasil. Os nematoides são vermes microscópios presentes no solo, na água doce e salgada e muitas vezes são parasitas de animais, insetos e também de plantas. São invisíveis a olho nu e vivem no solo se alimentando dos nutrientes nas raízes das plantas.

    Segundo o ministério, do ponto de vista toxicológico e ambiental, todos os estudos e informações apresentadas, bem como suas recomendações de bula, foram avaliadas e aprovadas pelos respectivos órgãos competentes (Anvisa e Ibama) e, portanto, considerados seguros à saúde humana e ao meio ambiente.

    Fonte: Globo Rural