Eduarda Pereira

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  • Milho começa a semana mais valorizado em Chicago

    A semana começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) operando em leve alta para os preços internacionais do milho futuro nessa segunda-feira (15). As principais cotações registravam valorizações entre 1,75 e 2,25 pontos por volta das 08h58 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,62, o julho/19 valia US$ 3,71 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,79.

    Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho dos Estados Unidos sobem nesta segunda-feira, estendendo os ganhos para uma segunda sessão consecutiva, já que as recentes condições climáticas adversas ameaçaram atraso no cronograma de plantio.

    O milho estava atraindo apoio depois que uma nevasca em todo o meio-oeste ameaçou impedir que os fazendeiros plantassem as safras, mas os analista advertem que os amplos suprimentos globais estão limitados essas altas.

    “A realidade é que os suprimentos de grãos do mundo são abundantes. Há condições substanciais de queda, não é um fator de ruptura no comércio”, disse Phin Ziebell, economista do agronegócio do National Australia Bank.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com leves altas nesta 2ª feira e mercado se foca no clima no Corn Belt

    Os futuros da soja trabalham com leves altas nesta manhã de segunda-feira (15). Por volta de 7h45 (horário de Brasília), as cotações subiam pouco mais de 3 pontos, com o maio sendo cotado a US$ 8,98 e o agosto, US$ 9,17 por bushel neste início de semana.

    Embora com tímidas variações, o mercado tem uma leve reação depois da estabilidade da última sexta-feira (12), e segundo analistas internacionais, se foca cada vez mais nas condições de clima dos EUA.

    “E o mercado irá continuar se focando no clima nesta semana diante de previsões um pouco mais alongadas mostrando ainda significativas chuvas no Meio-Oeste nos próximos dias”, como explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Além disso, os traders estão alertas também diante do comportamento dos fundos, que poderiam rever parte de suas posições vendidas diante das adversidades registradas no Meio-Oeste americano.

    No cenário China x EUA, as novidades também são poucas, com as discussões ainda em curso. Segundo o Secretário do Tesouro norte-americano, Steve Mnuchin disse às agências internacionais que “estão chegando à rodada final destes problemas”, com a China concordando com alguns pontos-chave do acordo.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Safra de milho receberá até 50 milímetros de chuva nos próximos dias

    Os agricultores do Centro-Oeste e do Sul que investiram na segunda safra de milho continuam se beneficiando do clima favorável. A expectativa de ampliação da área cultivada se mantém, com projeção de crescimento de mais de 10% na região central do país, responsável pela maior parte da produção de milho no país.

    As chuvas de fevereiro e março, que estiveram acima da média, devem continuar ao longo do mês de abril. Pelo menos até a segunda quinzena do mês, a previsão é que as precipitações atinjam 50 mm em boa parte da região, principalmente em Mato Grosso. A frente fria que atingiu o litoral da Região Sudeste canalizou a umidade para a região central, provocando chuvas em praticamente todo o Centro-Oeste.

    “Nos próximos dias, as nuvens devem estar mais carregadas e nas últimas semanas de abril provavelmente diminuem um pouco, seguindo o padrão previsto este ano para o período”, diz a meteorologista Graziella Gonçalves, do Climatempo. A exceção fica por conta do extremo norte do Mato Grosso, em que as chuvas deverão ser mais esparsas. Em maio, o clima continua favorecendo a safrinha de milho. A previsão é de tempo mais seco, sem ondas de frio, em quase toda a região.

    Sul
    O fenômeno El Niño, com tendência de aquecimento do oceano e diminuição do risco de ondas de frio, continua beneficiando os agricultores do Sul, assim como vem acontecendo no Centro-Oeste. Não há previsão de geadas, que poderiam prejudicar a lavoura. Apenas na segunda quinzena do mês uma frente fria vinda do Sudeste deverá passar rapidamente pela região, sem provocar estragos. O volume de chuvas esperado é de 20 mm, dentro da média esperada.

    Em maio, o produtor rural precisará ficar um pouco mais atento ao clima. São esperadas pancadas de chuva mais fortes nos três Estados da região. “A boa notícia é que o frio só deverá chegar só no inverno”, diz Gonçalves. Por enquanto, não há risco de ondas de ar mais seco que possam provocar formação de gelo.

    Em toda a região produtora da safrinha de milho no país, a expectativa é de aumento da colheita na safra 2018/2019, que deve chegar a 70,6 milhões de toneladas, segundo a consultoria Agroconsult, com resultado bastante superior ao do ciclo anterior, de 54 milhões de toneladas.

    Fonte: Globo Rural

  • Produtor de soja precisa investir em ambiente de produtividade eficiente, diz CESB

    O produtor mais preocupado com um manejo correto em suas lavouras é aquele que consegue índices maiores de produtividade. Pensando nisso, o CESB (Comitê Estratégico Soja Brasil) desenvolve o conceito chamado ambiente de produção, que por meio da engenharia reversa, busca entender que tipos de práticas são adotadas por aqueles produtores que obtém as maiores produtividades e replicar essas ações nas demais propriedades.

    “Isso envolve os fatores produtivos que são construção e manutenção do perfil de solo pensando no aspecto químico, físico e fisiológico, qualidade de sementes e semeadura, nutrição que tem tido alta resposta dentro desse processo produtivo para manter a expressão do potencial produtivo e proteção de plantas. Aí sim conseguimos atingir o máximo produtivo”, conta João Pascoalino, coordenador técnico de pesquisa do CESB.

    Para o coordenador técnico do CESB, o produtor brasileiro está cada vez mais preocupado com essas questões e em fazer um diagnóstico correto e interpretação desses dados. “Temos que ter um correto diagnostico e um correto levantamento de dados para ter uma correta interpretação e, após a interpretação, uma assertividade no manejo. Isso nos dá uma estabilidade produtiva e nos constrói um ambiente de alta produção”, afirma Pascoalino.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho segue estável e luta para retomar altas em Chicago

    A quinta-feira (11) começa com os preços internacionais do milho futuro operando dentro da estabilidade e com resultados levemente mais baixos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações registravam movimentações entre 0,25 e 0,75 pontos negativos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,61, o julho/19 valia US$ 3,70 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,78.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho seguem estáveis enquanto maio luta para confirmar sua quebra da desaceleração da semana passada.

    “Espera-se que as vendas de exportação nesta manhã melhorem com a exibição fraca da semana passada, embora o total ainda possa ficar aquém da taxa necessária para alcançar a previsão do USDA para a safra de 2018”, diz Knorr.

    De acordo com os analistas da ARC Mercosul, a falta de entusiasmo permanece nos bastidores do mercado na CBOT. Não há novidades sobre a Guerra Comercial, nem fundamentos básicos que justifiquem uma tendência clara de alta, ou baixa. A especulação carece de uma resolução da retórica política entre EUA e China para operar com o risco calculado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com tímidas variações em Chicago nesta 5ª feira diante da falta de novidades

    Pouco muda entre os preços da soja nesta manhã de quinta-feira (11) na Bolsa de Chicago. As cotações, perto de 7h40 (horário de Brasília), perdiam entre 0,25 e 0,50 ponto nos principais contratos, com o maio valendo US$ 9,01 por bushel. A exceção era o setembro, que tinha alta de 1 ponto para valer US$ 9,26.

    A falta de notícias novas ainda é a principal notícia de observação do mercado. “O mercado de grãos está quieto, sem grandes movimentações. Os traders seguem se perguntando se as manchetes serão suficientes para movimentar o mercado. O tempo dirá”, explicam os analistas de mercado da consultoria internacional Allendale,Inc.

    O clima adverso nos EUA também é acompanhado de perto, porém, nos preços da soja ainda não causa grandes reações. No entanto, as chuvas fortes, a neve e o frio intenso permanecem no radar dos traders.

    Ainda nesta quinta, o mercado se mostra atento também aos números das vendas semanais para exportação dos EUA que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz. O mercado espera algo entre 400 mil e 700 mil toneladas para a soja em grão.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • “Dá para produzir sem destruir o meio ambiente”, diz Graziano

    Ponta Grossa recebe hoje (9/4) a quarta edição do projeto CBN Agro, promovido em oito cidades do Paraná e na capital do Mato Grosso do Sul. Neste primeiro ciclo de palestras o tema “Sustentabilidade e desenvolvimento: 10 desafios para o futuro do agronegócio” será discutido por Xico Graziano, engenheiro agrônomo mestre em Economia Agrária e doutor em Administração.

    Em entrevista ao jornal Diário dos Campos o especialista destaca que os desafios que serão trabalhados são provenientes de diversas naturezas. “Alguns ligados a mercado, negócios, tecnologia, comportamento, cultura… eles foram identificados em função do momento político e econômico do nosso país, frente ao que está acontecendo ao mundo”, aponta Graziano.

    Segundo ele, após a apresentação dos pontos considerados como tendências será discutida a preparação do público para as novas demandas do setor. “Na sequência da palestra quero provocar quem estiver ouvindo para saber se eles estão preparados para enfrentar esses desafios. Por exemplo: estão preparados para o avanço tecnológico? O que tem sido feito nesse sentido? Novas ferramentas vão se impondo, e ou você acompanha ou não sobrevive na sua atividade – e isso vale para áreas além do agronegócio”, pondera Xico Graziano.

    O engenheiro agrônomo já publicou oito livros sobre temas da questão agrária, agricultura, sustentabilidade e democracia e destaca a motivação como fator imprescindível para a atualização do negócio. “As pessoas devem entender o que têm para enfrentar e se sentir motivadas para acompanhar esse novo ritmo”, diz ele.

    Sobre a produção agropecuária da região dos Campos Gerais, Graziano, que é professor credenciado do curso de MBA/FGV em Gestão do Agronegócio, destaca a bacia leiteira. “Conheço a produção de leite de Carambeí e considero a cooperativa e seus aspectos como uma das coisas mais espetaculares que existe no Brasil em termos de nível de tecnologia, produtividade e organização. Gosto muito do trabalho deles”, analisa o palestrante.

    Outra característica da região dos Campos Gerais que chama a atenção de Xico é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana. “Também acompanho um pouco o fato de que há uma divergência antiga na região entre a preservação ambiental e a ocupação agrícola. Não sei como está essa polêmica no momento, mas ela tem que ser sempre vencida no sentido de que é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Dá pra preservar e dá pra produzir sem destruir o meio ambiente; essa é a agricultura que a gente quer pro nosso Brasil”, analisa Graziano.

    Fonte: Diário dos Campos

  • Trigo: Volume importado em março é maior desde julho/18

    Apesar da oferta elevada de trigo no segundo semestre de 2018 e das expectativas de maiores estoques de passagens, as importações de trigo seguem firmes. De acordo com pesquisadores do Cepea, a qualidade do produto colhido no ano passado ficou abaixo da expectativa, justificando a necessidade de importação, mesmo com as cotações externas em alta. Segundo a Secex, em março, foram importadas 659,53 mil toneladas do grão, volume 8,9% superior ao de fevereiro e o maior desde julho de 2018. Deste total, 91,5% vieram da Argentina, 4,3%, do Paraguai e 4,2%, dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo que ocorrem as importações, o excedente interno favorece as exportações. Em março, foram exportadas 125,27 mil toneladas, tendo como principais destinos a Indonésia e as Filipinas.

    Fonte: Cepea

  • Mercado aguarda novo relatório do USDA e milho tem leves quedas no começo da terça-feira

    A terça-feira (09) começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) operando com leves baixas para os preços internacionais do milho, mantendo a tendência do final do pregão de segunda-feira. As principais cotações registravam desvalorizações entre 1,25 e 1,50 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,58, o julho/19 valia US$ 3,67 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,76.

    Segundo informações da Agência Reuters, os preços do milho estão sob pressão da queda do trigo e as expectativas de que o USDA aumentará sua visão de oferta no relatório dessa terça-feira, que se apoia a partir da previsão da chuva e campos lamacentos, que provavelmente causarão atrasos de plantio nas principais áreas de cultivo dos EUA.

    Bryce Knorr, analista da Farm Futures, aponta também que o milho pode ser a grande surpresa desse relatório do USDA, uma vez que a estimativa de estoques da agência em 1º de março era de 300 milhões de bushels ou mais acima das expectativas

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha em campo misto e com tímidas variações à espera do USDA nesta 3ª

    A terça-feira (9) é de novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e o mercado da soja em Chicago opera com estabilidade à espera destes novos números. Assim, por volta de 8h (horário de Brasília), as cotações operavam em campo misto com variações de 0,25 ponto nos principais contratos. O maio trabalhava com US$ 8,98 por bushel.

    “As estimativas não deverão nos dizer nada do que já não saibamos, mesmo assim mantemos os olhos sobre elas. É apenas uma ‘formalidade’ de abril”, diz o analista de mercado do portal americano DTN The Progressive Farmer, Todd Hultman. Os novos números chegam às 13h (horário de Brasília).

    O mercado espera um ligeiro aumento nos estoques finais de soja em comparação aos números de março. A média das projeções é de 24,85 milhões de toneladas contra 24,49 milhões do mês passado. Os números variam entre 23,05 e 28,9 milhões.

    Paralelamente, os traders seguem de olho nas relações comerciais entre China e Estados Unidos, bem como a questão climáticas nos EUA. As previsões seguem indicando muitas chuvas para os próximos dias no Corn Belt, deixando os produtores americanos em alerta.

    Ontem, o USDA trouxe os primeiros números sobre o plantio 2019/20 do milho que vieram em 2%, em linha com a média dos últimos anos e do índice do ano passado.

    Fonte: Notícias Agrícolas