Eduarda Pereira

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  • Soja é mais tolerante que milho à sombra de árvore em sistema de integração

    A soja é mais tolerante à sombra das árvores em um sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) do que o milho. Essa é uma das conclusões da avaliação de cinco anos de diferentes configurações de sistemas integrados realizada no maior experimento de ILPF conduzido pela Embrapa, em Sinop (MT).

    De acordo com resultados publicados por pesquisadores da Embrapa Agrossilvipastoril (MT), a lavoura de soja só apresentou redução na produtividade devido à menor incidência de sol a partir do quarto ano de implantação dos sistemas. Já o milho, cultivado em segunda safra, apresentou queda da produtividade desde o terceiro ano agrícola.

    A pesquisa foi feita em um experimento de 72 hectares, em que sistemas de produção de soja/milho, pecuária de corte e eucalipto são comparados com todas as combinações possíveis de integração: ILP, ILF, IPF e ILPF (com rotação a cada dois anos e com lavoura na safra e pecuária na safrinha todos os anos). As áreas com componente arbóreo são formadas por renques triplos de eucaliptos, com espaçamento de 30 metros entre eles, plantados em sentido leste-oeste.

    No caso da soja, embora não houvesse diferença no tamanho e porte das plantas até o quarto ano, a produtividade do sistema ILF teve uma queda de 18,4% quando comparada com a lavoura solteira na safra 2014/2015, a quarta do sistema. Nos demais sistemas com árvores não houve diferença estatística.

    Fonte: UOL 

  • Milho: quarta-feira segue com preços em alta na Bolsa de Chicago

    Os preços internacionais do milho seguem apresentando altas ao longo dessa quarta-feira (16) na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações futuras registravam valorizações entre 2 e 2,5 pontos por volta das 11h40 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,73 e o maio/19 valia US$ 3,82.

    Segundo a Agência Reuters, o milho se valoriza nesta quarta-feira para se recuperar da maior baixa nas últimas seis semanas alcançadas na terça-feira. Apesar da alta, analistas disseram que o mercado continua inquieto sobre o resultado das negociações entre os Estados Unidos e Pequim destinada a impedir a prevenção de uma escalada da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha em campo positivo nesta 4ª feira em Chicago em ajuste técnico depois das baixas

    Os preços da soja sobem na manhã desta quarta-feira (16) na Bolsa de Chicago. Depois de perderem mais de 10 pontos no pregão anterior, sentindo, principalmente, a preocupação sobre as relações comerciais entre China e Estados Unidos, as cotações passam por um movimento de correção, com o mercado ainda sem direção e dando continuidade à essa passagem pelos dois lados da tabela como vem acontecendo nos últimos dias.

    Perto de 8h (horário de Brasília), os futuros da commodity subiam entre 4,50 e 5 pontos, com o março ainda abaixo dos US$ 9,00, valendo US$ 8,98 por bushel, enquanto o maio/19 tinha US$ 9,11.

    Os ganhos entre as cotações, porém, ainda são bastante frágeis, uma vez que, embora já conhecida, a falta de notícias novas limita as movimentações em Chicago, e tira o ânimo dos traders em torno das especulações.A colheita em andamento no Brasil dá ainda mais força para esse cenário.

    China e Estados Unidos continuam a negociar, porém, as informações sobre esse possível avanço nas conversas não chegam ao mercado. Entre 30 e 31 de janeiro, as delegações dos dois países voltam a se encontrar, dessa vez em Washington.

    Segundo informou a Reuters nesta quarta, “o representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, garantiu a parlamentares que empresas poderão pedir exclusão de tarifas sobre 200 bilhões de dólares em bens sob discussão com Pequim se as negociações não renderem um acordo até o prazo de 2 de março”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Em ano de incertezas, renda com o grão no país dependerá de guerra comercial

    O principal produto da pauta de exportação do Brasil, a soja, terá dias incertos pela frente. A safra recorde já não deve ocorrer mais e, mesmo com a quebra de produção interna, os preços poderão cair.

    Tudo vai depender de eventuais acertos entre EUA e China. A guerra comercial travada pelos países resultou em uma taxação de 25% no produto americano pelos asiáticos.
    Os Estados Unidos, os maiores produtores mundiais, praticamente continuam fora do mercado chinês. O resultado é que o país da América do Norte deverá terminar o ano-safra, em 31 de agosto, com estoques recordes de 26 milhões de toneladas de soja.

    Qual o perigo para os produtores brasileiros que não fizeram vendas antecipadas? Além de ter uma produção menor, devido ao clima, poderão vender a soja com valores menores.
    Se EUA e China colocarem um fim na guerra comercial, o Brasil sentirá uma forte concorrência dos americanos nas exportações de soja.

    Pior ainda se os dois acertarem um acordo de compensação para o período em que os portos chineses estiveram praticamente fechados para o produto norte-americano, segundo André Pessôa, da consultoria Agroconsult.

    Para Daniele Siqueira, da AgRural, essa compensação poderá ocorrer, uma vez que estarão envolvidos muitos produtos na negociação. “Mas qualquer acordo entre os dois já vai determinar novo patamar de preços com a queda da taxa de 25%”, diz ela.

    Os chineses voltaram a comprar alguns lotes dos EUA para repor estoques. Já as exportações de Brasil, Argentina e Paraguai deverão se intensificar só nas próximas semanas.
    Nesta safra 2018/19, os EUA embarcaram 18 milhões de toneladas, abaixo dos 31 milhões de média de igual período dos últimos cinco anos.

    Esses embarques não mostram o país que importou. O relatório que apontaria a origem das importações não está sendo divulgado pelo Usda (Departamento de Agricultura dos EUA) devido ao “shutdown”, segundo Siqueira.

    Os produtores brasileiros vão provavelmente ter também a concorrência dos argentinos no mercado de soja. Após uma forte quebra de safra no ano passado, quando a produção foi de apenas 38 milhões de toneladas, os produtores do país vizinho deverão colher 55 milhões de toneladas.

    Mas os argentinos também dependem de acertos entre EUA e China. O fim da guerra comercial ou a manutenção dela significa exportações de 7 milhões a 15 milhões de toneladas de soja.
    Em um dos melhores cenários, os argentinos esperam receitas de US$ 18,5 bilhões com o complexo soja, segundo a Bolsa de Rosario. Já o Brasil, após ter atingido US$ 41 bilhões em 2018, deverá ter receitas de US$ 34 bilhões neste ano.

    Os EUA voltaram a produzir uma safra recorde: 125 milhões de toneladas. Já os três principais produtores da América do Sul (Brasil, Argentina e Paraguai) deverão colher próximo de 180 milhões. Em 2018, foram 168 milhões.

    Fonte: Folha de S.Paulo

  • Milho: terça-feira segue com leves altas na Bolsa de Chicago

    Os preços internacionais do milho seguem apresentando leves altas ao longo dessa terça-feira (15) na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações futuras registram valorizações entre 0,50 e 1 ponto por volta das 11h41 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado à US$ 3,79 e o maio/19 valia US$ 3,87.

    Segundo a Agência Reuters, o mercado de grãos como um todo estão definhando à medida que os números do comércio chinês diminuem. A expectativa de demanda é alimentada nos mercados financeiros sobre uma desaceleração econômica na China. A Administração Geral das Alfândegas da China disse em dezembro que as importações de soja caíram 40% no último mês de 2018 em relação ao mesmo mês do ano anterior, a menor para o mês desde dezembro de 2011.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Trigo: Liquidez é retomada aos poucos; queda do dólar pode atrair importações

    Agentes do mercado de trigo têm retomado as negociações aos poucos, de acordo com informações do Cepea. Porém, apenas pequenos lotes têm sido fechados, porque compradores estão atentos à desvalorização da moeda norte-americana frente ao Real, o que pode elevar a atratividade do produto importado e, consequentemente, pressionar os valores internos. As compras brasileiras de trigo seguem em volumes elevados. Somente em dezembro, segundo dados da Secex, chegaram aos portos brasileiros 652,3 mil toneladas de trigo em grão, volume 32% superior ao de novembro. Quanto às exportações, saltaram de 291 toneladas para 56 mil toneladas de novembro para dezembro/18.

    Fonte: Cepea

  • Soja testa leves altas em Chicago nesta 3ª feira corrigindo as últimas baixas

    Em busca de direção de informações concretas para se direcionar, as cotações da soja corrigem parte das últimas altas na Bolsa de Chicago e testam leves altas na manhã desta terça-feir (14). Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h45 (horário de Brasília), subiam 2,75 pontos nos vencimentos mais negociados.

    Assim, o março – que é atualmente a posição mais negociada – tinha US$ 9,06, enquanto o maio/19 operava com US$ 9,20 por bushel.

    Apesar de esse ser um momento em que os fundos, tradicionalmente, se posicionam com mais agressividade no mercado internacional, como explica a ARC Mercosul, o atual momento político norte-americano tirou parte dessa força.

    “Com todo o cenário político criado por Trump e
    seu conflito comercial com os chineses, fundos de gestão ativa ainda possuem o receio de adicionar contratos unilateralmente. Na mídia, o presiden- te dos EUA continua ressaltando a direção positiva que as conversas como Governo chinês têm trazido”, dizem os analistas da consultoria em seu reporte diário.

    Enquanto isso, o peso de informações como as perdas na América do Sul e a China podendo, realmente, estar comprando mais soja no mercado americano acabam perdendo espaço entre os traders, que precisam de dados mais concretos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Estudo sugere alternativa para agrotóxicos

    Um estudo realizado pela mestranda Alinne Brandão Braga, orientada pelo professor Eloízio Júlio Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), indico uma alternativa para a utilização de agrotóxicos. De acordo com ela, a utilização da microencapsulação do fungo Trichoderma asperellum, consegue prolongar a vida útil de fungicidas microbiológicos.

    Ainda segundo a especialista, o objetivo do trabalho foi estudar como esse fungo, que tem grandes propriedades de crescimento vegetal, poderia ser utilizado para resolver o principal problema dos fungicidas microbiológicos, que é sua baixa durabilidade nas prateleiras. Com a miroencapsulação, Alinne fornece uma barreira física para os conídios, que são esporos responsáveis pela reprodução de alguns fungos, e outros componentes do meio externo, como umidade, oxigênio e calor, que afetam a estabilidade do fungicida.

    “A maior motivação foi aplicar uma metodologia capaz de favorecer a produção e o armazenamento de fungicidas microbiológicos, uma vez que a população mundial está cada vez mais preocupada com o meio ambiente e com a pureza dos alimentos”, comenta a pesquisadora.

    Como conclusão, foi possível determinar a temperatura ideal do ar de secagem e concentração do agente protetor para produção das micropartículas. “Os resultados demonstraram que os conídios microencapsulados podem ser uma alternativa para alcançar maior vida de prateleira e estabilidade para os fungicidas, almejando assim obter metodologias para a agricultura sustentável”, conclui brandão.

    Fonte: Agrolink

  • Bayer incentiva jovens a debater o futuro do Agro em Fórum Global que esse ano acontece no Brasil

    Em novembro deste ano, a Bayer irá realizar a primeira edição brasileira do Youth Ag Summit, um evento que busca juntar cerca de 100 jovens para debater o futuro da agricultura e do agronegócio.

    O evento será realizado na capital, Brasília (DF) e está com as inscrições abertas até o próximo dia 17 de janeiro, às 20h. Como conta Renan Magalhães, coordenador de comunicação da Bayer, esse projeto é voltado para jovens de 18 a 25 anos, que devem acessar o site e enviar um vídeo de 03 minutos para se aplicar no programa.

    Magalhães ressalta que os debates serão voltados para as soluções para alimentar o planeta com os recursos disponíveis, que são escassos. O objetivo é, portanto, garantir segurança alimentar para o futuro da humanidade.

    Os projetos apresentados são colocados em prática e os jovens que participam do programa formam quase um “movimento”, estabelecendo conexões e ideias.

    O jornalista Paulo Palma Beraldo, que participou do projeto em 2017, em Bruxelas, na Bélgica, conta que essa foi uma oportunidade muito interessante de discutir o que ocorria ao redor do mundo e trocar experiências com jovens de diversas nacionalidades.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Semana começa com leves baixas, próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago

    O primeiro dia da semana começa com os valores futuros do milho apresentando leves quedas, muito próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago. Dessa maneira, as principais cotações registram desvalorizações entre 0,25 e 0,75 pontos por volta das 09h17 (horário de Brasília) nessa segunda-feira (14). O vencimento março/19 era cotado à US$ 3,77 por bushel e o maio/19 valia US$ 3,86.

    Segundo análise de Bem Potter da Farm Futures, a falta da publicação do relatório de Estimativas Mundiais de Oferta e Demanda Agrícola, programado para o final da semana passada, levaram os analistas a oferecerem estimativas do que eles acham que o último lote de dados do USDA acabará revelando. Isso inclui as estimativas finais de produção de milho nos Estados Unidos em 2018, de 14,538 bilhões de bushels colhidos em 81,668 milhões de acres, para rendimentos médios de 178 bushels por acre. Os totais são um pouco mais baixos do que as estimativas de produção anteriores do USDA de 14,626 bilhões de bushels.

    Usando imagens de satélite e outras tecnologias, a empresa de tecnologia Indigo também divulgou algumas estimativas adicionais para o potencial de produção de milho do Brasil, projetando uma queda de 5,1% (193 milhões de bushels) em relação às estimativas de dezembro. Em contraste, a Indigo estima que a produção de milho da Argentina subiu 1,1%, ou 19,7 milhões de bushels.

    Fonte: Notícias Agrícolas