Eduarda Pereira

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  • Soja testa leves altas em Chicago nesta 3ª feira corrigindo as últimas baixas

    Em busca de direção de informações concretas para se direcionar, as cotações da soja corrigem parte das últimas altas na Bolsa de Chicago e testam leves altas na manhã desta terça-feir (14). Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h45 (horário de Brasília), subiam 2,75 pontos nos vencimentos mais negociados.

    Assim, o março – que é atualmente a posição mais negociada – tinha US$ 9,06, enquanto o maio/19 operava com US$ 9,20 por bushel.

    Apesar de esse ser um momento em que os fundos, tradicionalmente, se posicionam com mais agressividade no mercado internacional, como explica a ARC Mercosul, o atual momento político norte-americano tirou parte dessa força.

    “Com todo o cenário político criado por Trump e
    seu conflito comercial com os chineses, fundos de gestão ativa ainda possuem o receio de adicionar contratos unilateralmente. Na mídia, o presiden- te dos EUA continua ressaltando a direção positiva que as conversas como Governo chinês têm trazido”, dizem os analistas da consultoria em seu reporte diário.

    Enquanto isso, o peso de informações como as perdas na América do Sul e a China podendo, realmente, estar comprando mais soja no mercado americano acabam perdendo espaço entre os traders, que precisam de dados mais concretos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Estudo sugere alternativa para agrotóxicos

    Um estudo realizado pela mestranda Alinne Brandão Braga, orientada pelo professor Eloízio Júlio Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), indico uma alternativa para a utilização de agrotóxicos. De acordo com ela, a utilização da microencapsulação do fungo Trichoderma asperellum, consegue prolongar a vida útil de fungicidas microbiológicos.

    Ainda segundo a especialista, o objetivo do trabalho foi estudar como esse fungo, que tem grandes propriedades de crescimento vegetal, poderia ser utilizado para resolver o principal problema dos fungicidas microbiológicos, que é sua baixa durabilidade nas prateleiras. Com a miroencapsulação, Alinne fornece uma barreira física para os conídios, que são esporos responsáveis pela reprodução de alguns fungos, e outros componentes do meio externo, como umidade, oxigênio e calor, que afetam a estabilidade do fungicida.

    “A maior motivação foi aplicar uma metodologia capaz de favorecer a produção e o armazenamento de fungicidas microbiológicos, uma vez que a população mundial está cada vez mais preocupada com o meio ambiente e com a pureza dos alimentos”, comenta a pesquisadora.

    Como conclusão, foi possível determinar a temperatura ideal do ar de secagem e concentração do agente protetor para produção das micropartículas. “Os resultados demonstraram que os conídios microencapsulados podem ser uma alternativa para alcançar maior vida de prateleira e estabilidade para os fungicidas, almejando assim obter metodologias para a agricultura sustentável”, conclui brandão.

    Fonte: Agrolink

  • Bayer incentiva jovens a debater o futuro do Agro em Fórum Global que esse ano acontece no Brasil

    Em novembro deste ano, a Bayer irá realizar a primeira edição brasileira do Youth Ag Summit, um evento que busca juntar cerca de 100 jovens para debater o futuro da agricultura e do agronegócio.

    O evento será realizado na capital, Brasília (DF) e está com as inscrições abertas até o próximo dia 17 de janeiro, às 20h. Como conta Renan Magalhães, coordenador de comunicação da Bayer, esse projeto é voltado para jovens de 18 a 25 anos, que devem acessar o site e enviar um vídeo de 03 minutos para se aplicar no programa.

    Magalhães ressalta que os debates serão voltados para as soluções para alimentar o planeta com os recursos disponíveis, que são escassos. O objetivo é, portanto, garantir segurança alimentar para o futuro da humanidade.

    Os projetos apresentados são colocados em prática e os jovens que participam do programa formam quase um “movimento”, estabelecendo conexões e ideias.

    O jornalista Paulo Palma Beraldo, que participou do projeto em 2017, em Bruxelas, na Bélgica, conta que essa foi uma oportunidade muito interessante de discutir o que ocorria ao redor do mundo e trocar experiências com jovens de diversas nacionalidades.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Semana começa com leves baixas, próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago

    O primeiro dia da semana começa com os valores futuros do milho apresentando leves quedas, muito próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago. Dessa maneira, as principais cotações registram desvalorizações entre 0,25 e 0,75 pontos por volta das 09h17 (horário de Brasília) nessa segunda-feira (14). O vencimento março/19 era cotado à US$ 3,77 por bushel e o maio/19 valia US$ 3,86.

    Segundo análise de Bem Potter da Farm Futures, a falta da publicação do relatório de Estimativas Mundiais de Oferta e Demanda Agrícola, programado para o final da semana passada, levaram os analistas a oferecerem estimativas do que eles acham que o último lote de dados do USDA acabará revelando. Isso inclui as estimativas finais de produção de milho nos Estados Unidos em 2018, de 14,538 bilhões de bushels colhidos em 81,668 milhões de acres, para rendimentos médios de 178 bushels por acre. Os totais são um pouco mais baixos do que as estimativas de produção anteriores do USDA de 14,626 bilhões de bushels.

    Usando imagens de satélite e outras tecnologias, a empresa de tecnologia Indigo também divulgou algumas estimativas adicionais para o potencial de produção de milho do Brasil, projetando uma queda de 5,1% (193 milhões de bushels) em relação às estimativas de dezembro. Em contraste, a Indigo estima que a produção de milho da Argentina subiu 1,1%, ou 19,7 milhões de bushels.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja recua em Chicago nesta 2ª feira realizando lucros e refletindo menores importações da China

    Nesta segunda-feira (14), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago dão início à semana operando em campo negativo. O mercado corrige perte das últimas baixas, bem como reflete ainda os números menores das importações chinesas da oleaginosa em 2018.

    Por volta de 6h (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 4,50 e 4,75 pontos nos principais contratos, com o março/19 valendo US$ 9,05 e o maio/19 com US$ 9,19. O janeiro não tinha variação, pois já sai da tela nos próximos dias.

    As compras de soja da China, no ano passado, recuaram no ano passado pela primeira vez desde 2011 e os números divulgados neste início de semana acabaram por trazer um pouco mais de pressão aos preços na CBOT. A baixa se deu em função da guerra comercial instalada entre o país asiático e os EUA desde meados do ano passado.

    De acordo com dados da Secretaria Geral da Alfândega da China, as compras de soja em 2018 somaram 88,03 milhões de toneladas, um recuo de 7,9% em relação ao ano passado. Em dezembro, as importações foram de 5,72 milhões, segundo cálculos da Reuters Internacional.

    “A China não está comprando soja dos EUA, apesar das expectativas de que em algum momento ela terá de vir ao mercado americano por necessidade”, diz o agroeconomista Phin Ziebell, do Banco Nacional da Austrália.

    Da mesma forma, o mercado ainda espera por uma clareza maior sobre a nova safra da América do Sul, principalmente sobre o tamanho da produção brasileira, que ainda vem contabilizando suas perdas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Drones israelenses podem auxiliar agro brasileiro

    Uma parceria entre brasileiros e israelenses pode contribuir com a implantação de mais um método tecnológico que visa modernizar o agronegócio brasileiro. Isso porque a Israel Aerospace Industries assinou um acordo com a empresa brasileira Santos Lab para usar drones israelenses em auxílio à agricultura em grande escala.

    Na primeira transação do gênero, a IAI fornecerá sistemas de drone e análise de dados, enquanto a Santos Lab operará os próprios drones, informou o site de notícias de negócios israelense Globes. O drone Bird Eye 650D será usado para monitorar culturas e florestas comerciais, bem como analisar as culturas e as condições do solo.

    Nesse cenário, os dados serão alimentados em um serviço de nuvem e submetidos a análises de alta precisão a partir de um sistema instalado no computador. Além disso, as informações divulgadas pelo laboratório indicam que esse sistema de drones se tornará operacional no final de 2019.

     O vice-presidente executivo da IAI Moshe Levy comentou sobre o acordo. “A IAI tem mais de 40 anos de experiência com UAV, principalmente para aplicações militares. Utilizar nossos sistemas para aplicações agrícolas é um bom exemplo de como procuramos comercializar nosso know-how para ampliar nossa oferta. A IAI oferece a capacidade de combinar tecnologias militares com aplicações comerciais, além da capacidade única da IAI de pilotar UAVs no espaço aéreo civil”, comenta.

    Além disso, o CEO Gabriel Klabin, do Santos Lab, afirmou que é muito importante o surgimento desse tipo de parceria para o desenvolvimento da agricultura. “Esse sistema permitirá que os agricultores tomem decisões conscientes sobre como administrar melhor suas lavouras da maneira mais eficiente, introduzindo agricultura de precisão em grande escala industrial nos campos brasileiros”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Ferramentas de precisão e big data invadem agricultura

    A tecnologia está cada vez mais imergindo na agricultura e na produção de alimentos, principalmente com as ferramentas de precisão e também a big data. De acordo com o portal especializado hortalizas.com, aplicações de dose variável, endereçamento automático, mapeamento de campo e monitoramento de desempenho foram transformados em procedimentos operacionais padrão usados por muitos produtores de culturas básicas.
    Segundo Robert Saik, fundador de “O Agri-Trend Group”, uma futurista indústria agrícola que está monitorando a tecnologia aplicável à agricultura, embora os produtores de culturas especializadas tenham ficado para trás em termos gerais ao adotar práticas de agricultura de precisão, o segmento está avançando rapidamente. Além disso, sistemas auto-endereçadores são comuns, e o mapeamento na forma de matrizes gradeadas dos campos de cultivo está avançando, permitindo a aplicação de doses variáveis de acordo com as necessidades de cada campo de cultivo.
    “A agricultura de precisão é um tipo de termo nebuloso que realmente não descrever a indústria da melhor maneira. Atualmente, há muito por trás do termo e também pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes. A decisão mais importante que os produtores devem tomar nos próximos anos, ou até antes, é escolher a plataforma de dados necessária para gerenciar suas operações”, comenta.
    Independentemente da plataforma escolhida pelos produtores, Saik diz que a agricultura está chegando a um momento muito interessante, no qual os produtores aproveitam o poder dos dados coletados por meio da amostragem da fertilidade de seus campos de cultivo. “Primeiro de tudo, precisamos de um sistema para capturar todos os dados; então precisamos de alguma maneira de interpretá-los logicamente”, conclui.
    Fonte: Agrolink
  • Milho: Bolsa de Chicago inicia sexta-feira com altas de até 3 pontos

    Após fechar a quinta-feira em baixa, o último dia útil da semana começa com os preços internacionais do milho apresentando alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Com isso, a sexta-feira (11) teve início com as principais cotações do cereal atingindo valorizações entre 2,25 e 3 pontos por volta das 08h27 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,79 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,87 por bushel.

    Segundo Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho recuaram na quinta-feira com algumas vendas técnicas parcialmente estimuladas pelo nervosismo em torno da falta de progresso em relação às negociações comerciais entre os Estados Unidos e China.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja tem estabilidade em Chicago nesta 6ª feira, mas operando do lado positivo da tabela

    Os preços da soja retomam parte das baixas observadas ontem na Bolsa de Chicago e trabalham com leves altas no pregão desta sexta-feira (11). Os futuros da commodity, por volta de 8h55 (horário de Brasília), subiam entre 2 e 3,50 pontos nos principais vencimentos, com o o maio/19 valendo US$ 9,23 por bushel.

    “Sendo véspera de final de semana e com sentimento negativo em relação às negociações na guerra comercial EUA/China, somente alguma declaração surpreendente das partes para voltar a animar o mercado”, explica o analista de mercado da Cerealpar, Steve Cachia.

    Durante toda a semana o mercado vem esperando pela confirmação de informações sobre as quais se especulou nos últimos dias, mas a mesma não chegou e a cautela volta aos fundos investidores. Além disso, o mercado espera também pelos dados mais claros e consistentes do tamanho real das perdas na safra brasileira.

    “Ainda mais com a colheita avançando no Brasil e com o mercado na dúvida em relação ao tamanho das perdas de safra no Brasil, é possível continuarmos vendo traders na defensiva por enquanto”, completa Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Cresce número de registros de produtos biológicos para uso agrícola

    Em 2018 o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) bateu o recorde no registro de defensivos de baixa toxicidade: 52 novos produtos de um total de 450 registrados. Estes agrotóxicos de baixa toxicidade – menos nocivos à saúde humana – são aqueles que contém organismos biológicos, microbiológicos, bioquímicos, semioquímicos ou extratos vegetais, e podem até mesmo ser usados na agricultura orgânica.
    Em 2017 foram registrados 40 produtos de baixa toxicidade somando 405 registrados; em 2016 foram 39 biológicos e 277 no total. “A variedade de produtos beneficia muitas culturas, pois a maior parte deles são registrados para um ou mais alvos biológicos, independente da cultivar onde estas pragas são encontradas”, explica o chefe da Divisão de Registro de Produtos Formulados da Secretaria de Defesa Agropecuária, Bruno Cavalheiro Breitenbach.
    Segundo Breitenbach “o recorde de registro de produtos menos tóxicos é resultado da política adotada pelo governo federal de priorizar a análise dos processos de registro destes produtos”. Ele disse ainda que há uma maior demanda dos produtores rurais brasileiros por alternativas menos agressivas ao meio ambiente e ao consumidor.
    Com a nova política de priorizar os produtos biológicos, a demora para o registro destes produtos foi reduzida drasticamente. Atualmente o tempo médio entre o pedido de registro pelo interessado e a conclusão do processo varia de três a seis meses.
    Atualmente existem 1.345 pedidos de registro de agrotóxicos em análise no Mapa. Além do Ministério também analisam os pedidos os Ministérios da Saúde, do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
    Fonte: Reuters