Eduarda Pereira

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  • Chicago registra milho estável nessa terça-feira

    A terça-feira (26) começa com a estabilidade dando as caras nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago. As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 e 0,50 pontos negativos por volta das 09h10 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,79, o julho/19 valia US$ 3,89 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,94.

    Segundo analistas da ARC Mercosul, a Bolsa de Chicago iniciou a semana sob um tom apático, sem interesse especulador no Mercado. O grande assunto dos bastidores tem sido as acusações sobre a interferência da Rússia nas eleições presidenciais dos EUA, em 2016.

    O vínculo já foi provado em corte norte-americana, entretanto nenhuma ligação direta com Trump foi confirmada. A grande questão tem sido a capacidade desta retórica na interferência na Guerra Comercial.

    “Nossos contatos de Washington dizem não acreditar que a reconciliação dos EUA e China será colocada sob ameaçada. A ARC lembra que Trump já foca na campanha de reeleição em 2020, sendo necessário cultivar o eleitorado do meio agrícola. O fim do conflito político com os asiáticos colocaria um ótimo cenário de preços para commodities agrícolas norte-americanas”, dizem.

    De acordo com Bryce Knorr da Farm Futures, apesar de o Cinturão do Milho ainda estar muito úmido e muito frio para o trabalho de campo e o plantio, os agricultores do Texas já semearam 38% de seus campos, acima da média de cinco anos de 31%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem pequenas baixas em Chicago nesta 3ª e mantém caminhada estável

    Os preços da soja têm leves recuos nesta terça-feira (26) na Bolsa de Chicago. O mercado devolve os ganhos do pregão anterior e, por volta de 7h55 (horário de Brasília), perdiam entre 1 e 1,50 ponto nos principais contratos. Assim, o maio/19 tinha US$ 9,05 e o agosto, US$ 9,25.

    “Os traders permanecem focados nas negociações entre China e Estados Unidos na medida em que os dois países se preparam para um encontro que acontece no final desta semana”, explicam os analistas da Allendale, Inc.

    Ao mesmo tempo, os mapas para o clima nos EUA mostrando que o excesso de chuvas para o Corn Belt ainda acontece nos próximos dias e a situação preocupa. Alguns estados podem receber de 25,4 a 101,6 mm de chuvas, em um cenário onde o execesso de umidade já preocupa.

    Atenção ainda ao posicionamento dos fundos, com cerca de 63 mil contratos vendidos na soja, ainda de acordo com a Allendale.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Produzir biológicos na propriedade pode ser econômico mas exige extremo cuidado

    Após registrar um aumento de 77% em receita de vendas no ano passado, a indústria de biodefensivos tem expectativa mais moderada para 2019 e espera crescer em torno de 20%, em linha com a média histórica do setor. Em volume, o maior mercado para os biodefensivos é a soja, mostrando a importância desse novo manejo para a principal cultura do país.

    A produção de biológicos na propriedade apresenta como principal trunfo ao produtor a possibilidade de redução de custos. No entanto, a iniciativa exige extremo cuidado. O ideal para quem está começando a usar os biológicos é seguir o caminho trilhado pelo produtor Nicolas Blender, de Cláudia (MT), que, antes de mais nada, procurou assistência qualificada. Começar sozinho, nem pensar.

    “Quem quiser produzir fungos, vírus e bactérias (com essa finalidade) precisa ter a consciência de que, se isso for feito da maneira errada, o processo pode gerar sérios problemas para a saúde de quem consumir os alimentos depois”, alerta a pesquisador da Embrapa Rose Monnerat.

    A pesquisadora ressalta que um material eventualmente contaminado não será eficaz para a produção. “Pode causar alguma doença grave. Então a gente tem que alertar o produtor que essa prática requer muito cuidado, porque ninguém vai querer ser responsabilizado por um dano ao meio ambiente, por um dano à saúde de outras pessoas”, diz.

    Primeira dica para quem está pensado em produzir os biológicos na propriedade é ouvir um especialista. Na sequência, deve-se comprar os materiais corretos e montar um pequeno laboratório, para iniciar uma produção de qualidade.

    “É preciso ter um reator onde o material será esterilizado, para que a bactéria seja inoculada da forma correta, pura, e também todos os periféricos a esse reator. Precisa de um gerador de vapor, se for o caso, dependendo do tamanho do equipamento, e um laboratório ao lado para fazer um controle de qualidade. Precisa ter um compressor de ar também”, enumera a pesquisadora da Embrapa Rose Monnerat.

    Nessa etapa, é preciso conferir se o material não está contaminado. Por isso, o laboratório é muito importante. Depois vem a hora de ajudar os outros produtores, repassando as informações aprendidas.

    “O produtor tem o direito de produzir biológicos na propriedade dele, mas não pode vender os microrganismos. Para isso é necessário ter um registro no Ministério da Agricultura. O decreto não obriga a contratação de um responsável técnico, nem o cadastro de quem está usando o produto biológico”, diz a pesquisadora.

    Na prática
    Quando a plantadeira está no campo, vista de longe, parece tudo igual, mas ao se aproximar percebe-se que, junto com a semente, o produtor Nicolas Blender está colocando também um produto biológico. Na safra passada foi a primeira vez que ele usou bactérias para o tratamento do solo.

    “Conversando com outros produtores, a gente viu que realmente fazia efeito, deu resultado. Então por que não começar a usar para ver se realmente vai surtir efeito?”, perguntava-se o produtor. Mas a decisão só veio depois das dúvidas esclarecidas por profissionais da área.

    Antes da aplicação no plantio, o produtor multiplicou as bactérias em um espaço construído especialmente para isso. A instalação tem ar-condicionado para garantir que os microrganismo estejam sob temperatura controlada, entre 16ºC e 20ºC.

    “Vamos ver agora no milho, né? Porque eu estou usando de novo no milho. Se der resultado, a intenção é de aumentar, melhorar a estrutura que eu comecei”, afirma Blender.

    Na região de Cláudia, no médio norte de Mato Grosso, o solo é bem arenoso e facilita a reprodução de nematoides. Quanto mais nematoides no solo, menor é a produtividade da soja e do milho. Por isso o produtor está tão interessado no uso de biológicos.

    “Sem o controle biológico, não conseguimos romper algumas barreiras. Colocamos uma soja que expressa alta produtividade, mas ela é sensível a um nematoide e sensível à fixação biológica de nitrogênio. Aí o material fica exposto, com alta carga produtiva e o material não expressa seu potencial de produtividade e o produtor desiste daquele material”, conta o consultor Igor Reinaldo Pontes.

    Atualmente o produtor tem duas opções se optar por este manejo: comprar as bactérias prontas, diluir em água e aplicar; ou multiplicar esses microrganismos dentro da própria fazenda, ato conhecido como produção “on farm”.

    “A produção dentro das propriedades hoje é de aproximadamente 30%. Se o produtor fosse comprar isso no mercado, teria um custo maior. A dose produzida fora da propriedade custa em torno de R$ 600 por hectare ou mais, e produzindo internamente, vai variar de R$ 20 a R$ 35 por hectare”, afirma o diretor da Aprosoja-MT, Zildo Donadello.

    Fonte: Canal Rural

  • EUA se preocupam há mais de 40 anos com soja brasileira

    Documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos mostram que os americanos já se preocupavam com o crescimento da participação do Brasil no mercado mundial de soja há pelo menos 46 anos. É o que mostra uma reportagem publicada ontem (24/3) pelo jornal Folha de São Paulo, baseada em arquivos liberados pelo governo americano.

    O documento ao qual se refere a reportagem, datado de 1973 compara a produção de soja dos dois países. Afirma que, naquele momento, a exportação de soja brasileira não alcançava a americana. Mas seria uma ameaça a lucros futuros. Relata ainda que, com a taxa de crescimento da produção brasileira do grão naquela época, o Brasil já era único concorrente dos Estados Unidos.

    “É quase certo que o Brasil ganhará uma maior fatia da exportação mundial de soja no longo prazo”, menciona a Folha.

    Outro documento, datado de 1983 e também citado na reportagem, mostra que a produção brasileira se mantinha sob análise da inteligência dos Estados Unidos. Produzido a pedido do Departamento do Tesouro, o relatório também compara números de safra e afirma que o Brasil intervém fortemente no mercado, “diferentemente de Washington”.

    A reportagem destaca que a liberação do documento ocorre em meio a um cenário de discussões comerciais entre Estados Unidos e China, que pode refletir na participação brasileira no mercado chinês. Analistas e representantes do setor produtivo avaliam que, a depender do acordo entre chineses e americanos, a demanda pela soja do Brasil pode diminuir.

    “A China teria oferecido aos americanos a compra de um adicional de R$ 11 bilhões em produtos agrícolas, o que diminuiria a demanda de similares brasileiros”, pontua o jornal.

    Fonte: Globo Rural

  • Futuros do milho começam a semana estáveis buscando se manter em alta na Bolsa de Chicago

    A semana começa com os preços internacionais do milho, na Bolsa de Chicago (CBOT), operando próximos da estabilidade, mas levemente elevados nessa segunda-feira (25). As principais cotações registravam valorizações entre 0,50 e 1 ponto por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,78, o julho/19 valia US$ 3,88 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,94.

    O mercado futuro internacional tenta manter os ganhos apresentados no final da semana passada e opera próximo da estabilidade, o que segundo Bryce Knorr da Farm Futures, indica que essa consolidação deve acontecer.

    Enquanto isso, os agricultores se perguntam quando os campos vão secar após as enchentes históricas de março em partes dos Estados Unidos. A maioria das Planícies e do Meio-Oeste enfrenta um começo tranquilo na semana após as tempestades se moverem através do Delta e do baixo vale do rio Ohio. Mas a precipitação retorna ao corredor entre a I-70 e a I-80 de Omaha para Toledo até o final da próxima semana.

    A ofertas de base do milho americano se firmaram na semana passada, mas as variações foram grandes. As licitações aumentaram em partes do sistema fluvial, apesar das altas restrições de água, mas o mercado de usinas de etanol despencou apesar dos fechamentos causados por inundações.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja sobe em Chicago nesta 2ª e inicia semana recuperando parte das últimas baixas

    A semana começa com leves altas para os preços da soja nesta segunda-feira (25). As cotações da oleaginosa, por volta de 7h15 (horário de Brasília), subia entre 2,50 e 3 pontos na Bolsa de Chicago, recuperando parte das baixas da última sexta (22).

    O mercado, segundo analistas e consultores internacionais, segue bastante preocupado com o excesso de umidade no Meio-Oeste neste momento, às vésperas do início do plantio 2019/20 no país.

    “O Meio-Oeste americano continua muito úmido para o plantio em algumas regiões. Esse possível atraso no plantio que será observado tem potencial para significar que menos acres de milho serão plantados no geral”, diz o diretor de estratégia agrícola à Reuters Internacional, Tobin Gorey, do Commonwealth Bank of Australia.

    No paralelo, seguem ainda as preocupações com a guerra comercial. No final desta semana, uma delegação americana chega a Pequim para uma nova rodada de negociações e, na semana que vem, uma chinesa vai a Washington. As conversas estariam, segundo agências internacionais, em suas fases finais.

    Também no final desta semana, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu primeiro reporte oficial de intenção de plantio nos EUA, e os números podem mexer com o humor do mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Aproximação entre Brasil e EUA é oportunidade para o agronegócio, diz Aragão

    A visita do presidente Jair Bolsonaro (PSL) aos Estados Unidos representa uma imensa oportunidade para o relançamento das relações bilaterais entre os dois países. Sobretudo para que novos esforços de ampliação do mercado norte-americano para produtos brasileiros sejam tentados.

    Nos últimos 10 anos, o Brasil tem carregado um deficit de mais de US$ 90 bilhões com os Estados Unidos, sem uma reação adequada por parte dos nossos governos anteriores. Em que pese termos uma relação bilateral profícua, a presença de produtos brasileiros naquele país está muito aquém do real potencial.

    Um dos campos mais importantes para a expansão de nossas exportações é o agronegócio. Mesmo considerando que os Estados Unidos são um produtor de alimentos importante no mundo, podemos participar do seu mercado em condições de competitividade. Desde que o Brasil tenha as justas e devidas oportunidades em seu mercado.

    Atualmente, o setor do agronegócio com maior valor de exportação do Brasil para os Estados Unidos é o de produtos florestais. A cadeia é responsável por quase 40% do total exportado para o país em produtos do agronegócio, alcançando a marca de US$ 2,8 bilhões.

    Os principais produtos desse grupo são a celulose e as madeiras de coníferas, que registram valores de importação por parte do país norte-americano de US$ 1,1 bilhão e US$ 354 milhões, respectivamente.

    Outro setor relevante na pauta exportadora brasileira para os Estados Unidos é o cafeeiro, majoritariamente vendido em grão ainda não torrado, produto com baixo valor agregado responsável por US$ 1 bilhão em exportações. Esses setores são seguidos pelo complexo sucroalcooleiro e pelo de sucos, os quais compõem a pauta exportadora com 10,7% e 5,6%, respectivamente.

    No entanto, podemos crescer nossa participação no mercado norte-americano com a venda de frutas, carnes e pescado. Também podemos aumentar a venda de café moído de alta qualidade. Necessitamos, porém, de acordos comerciais que, infelizmente, tardam a ser negociados. Temos ainda de superar barreiras não tarifárias, de natureza burocrática, regulatória e sanitária.

    Dois campos de atuação comum entre os dois países devem ser considerados. Um deles é a cooperação em biotecnologia entre Brasil e Estados Unidos, que deve ser priorizada em duas frentes:

    a defesa da ciência como princípio para produção e para o comércio agrícola global em fóruns de destaque internacional;
    a transparência nos processos de aprovação nos mercados de interesse para os dois países, em especial a China e a União Europeia, com a defesa da sincronia dos processos (aprovar nos mercados de destino quando aprovado no mercado produtor).
    Brasil e Estados Unidos podem unir forças para ampliar o conhecimento da sociedade a respeito dos benefícios da biotecnologia para a segurança alimentar.

    O outro campo de interesse seria uma atuação conjunta do Brasil e dos Estados Unidos para abrir na China o mercado do etanol para ambos os países. Portanto, o aprofundamento das relações bilaterais entre o Brasil e os Estados Unidos depende de avanços concretos que representem maior acesso de produtos brasileiros ao mercado norte-americano.

    De nossa parte, estamos reduzindo as tarifas de importação para o trigo norte-americano. É um gesto positivo que deve ser acompanhado por iniciativas norte-americanas.

    E nós, pelo nosso lado, temos de ser mais assertivos ao divulgarmos nossos produtos e serviços naquele mercado. O Brasil, apesar da relação estratégica com os Estados Unidos nos campos financeiro e empresarial, é invisível em Washington, como disse o ex-embaixador norte-americano no Brasil Roger Noriega. Precisamos deixar de ser.

    Fonte: Poder360

  • Sementes geneticamente alteradas da soja ajudam a modernizar economia

    Uma conhecida máxima no campo da ciência diz que estudos acadêmicos só têm valor se desafiarem o senso comum. Do contrário, eles se prestam apenas para reforçar velhas teorias. Nesse aspecto, uma extenuante pesquisa realizada por três professores especializados na área de finanças tem méritos de sobra.

    Jacopo Ponticelli, professor- adjunto de finanças da americana Kellogg School, uma das mais importantes escolas de negócios do mundo, Bruno Caprettini, da Universidade de Zurique, referência em ensino na Suíça, e Paula Bustos, do Centro de Estudos Monetários e Financeiros da Espanha, instituição consagrada na área de inovação, resolveram analisar o impacto da cultura de soja geneticamente modificada na economia brasileira.

    Estudo
    Segundo o estudo, os efeitos econômicos do plantio não só foram positivos como se alastraram para os centros urbanos e áreas industriais. O resultado, portanto, se opõe ao que os especialistas convencionais imaginavam.

    O estudo começou com uma premissa: na primeira década dos anos 2000, um dos períodos mais prósperos da história brasileira recente, o que teria levado trabalhadores das fazendas a migrar para o setor industrial? As novas oportunidades econômicas das grandes cidades atraíram os homens do campo ou foram as mudanças na agricultura que os forçaram a trocar a terra pelo asfalto? Os pesquisadores suspeitavam que a resposta tinha a ver com a soja. Ou, para ser mais preciso, com a soja geneticamente modificada.

    “Maradona”
    É preciso voltar no tempo para entender a linha de raciocínio dos profissionais. Em 2003, o Brasil legalizou, em meio a uma enxurrada de protestos de ONGs e movimentos sociais, a semente de soja Roundup Ready (RR), desenvolvida pela Monsanto. Naquela época, como agora, a empresa era alvo de manifestações sob o argumento de que uma semente modificada poderia causar danos à saúde. Chamada de “Soja Maradona”, uma singela homenagem dos cientistas que a desenvolveram a um dos maiores jogadores da história do futebol, a semente foi criada com uma única missão: resistir a herbicidas.

    A soja geneticamente modificada alterou essa lógica. Antes dela, os agricultores não conseguiam controlar as ervas daninhas por meio da aplicação de herbicidas sem matar também as suas plantações. Como a Roundup Ready resistia aos produtos químicos, a limpeza dos campos para a retirada de ervas daninhas deixou de ser necessária. Isso, por sua vez, permitiu a produção da mesma quantidade de soja em menos tempo e com um número menor de trabalhadores para realizar o serviço.

    Naquela época, em 2003, analistas disseram que esse movimento beneficiava apenas os donos da terra, já que milhares de funcionários seriam descartados. Além disso, os centros urbanos e industriais não teriam nada a ver com a história, pois sua estrutura econômica independia do que ocorria no campo. Eles estavam errados.

    Fonte: Correio Braziliense

  • Chicago abre a quinta-feira com milho apresentando leves altas

    A quinta-feira (21) começa com os preços internacionais do milho futuro apresentando pequenas valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 1,25 e 1,50 pontos por volta das 08h59 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,73, o julho/19 valia US$ 3,82 e o setembro/19 foi negociado por US$ 3,89.

    Segundo analistas da ARC Mercosul, o mercado internacional das commodities agrícolas continua sentindo a pressão de uma oferta grande vinda da América do Sul, que está na fase de colheita.

    A Guerra Comercial entre Estados Unidos e China continua por muito além do que a indústria esperava. Isso mantem as posições andando de lado projetando os ganhos que já haviam sido contabilizados no primeiro semestre.

    De acordo com análise de Bryce Knorr da Farm Futures, o milho de maio manteve uma tendência de baixa após as quedas de março, apoiado pelo progresso lento com o trabalho de campo.

    Enquanto isso, as notícias sobre a demanda também poderiam mudar o sentimento. Espera-se que as vendas de exportação desta quinta-feira superem os 33,3 milhões de bushels (845.853 de toneladas) da semana passada e as novas safras. Mas os embarques de safras antigas continuam prejudicados por problemas de transporte que afetam as entregas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem ligeiros ganhos em Chicago nesta 5ª feira, com mercado ainda lateralizado

    Na sessão desta quinta-feira (21), as cotações da soja na Bolsa de Chicago mantêm sua típica estabilidade com os traders ainda em compasso de espera pelas novas informações em torno da guerra comercial entre China e Estados Unidos.

    Sem forças ou motivos para mudar de direção, os preços subiam pouco mais de 1 ponto, por volta de 7h50 (horário de Brasília), com o maio valendo US$ 9,07 e o agosto, US$ 9,27 por bushel.

    “A permanência da Guerra Comercial já perdura por muito além do que a indústria esperava. Fundos de gestão ativa continuam empilhando posições no lado da venda, protegendo os ganhos já contabilizados no fim do primeiro trimestre de 2019”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    Ainda nesta quinta, o mercado segue observando as condições de clima nos EUA, bem com os números atualizados das exportações semanais que serão atualizados nesta quinta-feira pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    As expectativas dos traders para as vendas de soja variam entre 600 mil e 1,75 milhão de toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas