Eduarda Pereira

Eduarda Pereira has created 664 entries

  • Será? Especialista não recomenda a dessecação pré-colheita de soja

    A postergação da semeadura da soja, principalmente nos estados de Mato Grosso, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Sul, em função de estiagem ocorridas durante os meses de setembro e outubro, terá como um dos resultados impactantes, a concentração de colheitas em um mesmo período.

    Este fato provavelmente induzirá os agricultores ao uso da dessecação pré-colheita da soja com mais evidência.

    A dessecação pré-colheita é uma prática usada em áreas de produção de grãos com o objetivo de controlar as plantas daninhas ou uniformizar as plantas com problemas de haste verde/retenção foliar. Porém, isso tornou-se uma prática rotineira e na maioria das vezes sem nenhuma necessidade.

    Sendo necessária a dessecação em pré-colheita é importante observar a época apropriada para executá-la. Aplicações realizadas antes da cultura atingir o estádio reprodutivo R7 provocam perdas no rendimento.

    Dessecações realizadas no estádio R6 provêm perdas de rendimento de aproximadamente 10%. Situações mais graves podem ocorrer se chover entre o período da dessecação até a colheita.

    A dessecação em pré-colheita de campos de sementes de soja convencional (não RR) com glyphosate não deve ser realizada, uma vez que essa prática acarreta redução de qualidade de sementes, reduzindo seu vigor e germinação, devido ao não desenvolvimento das radículas secundárias das plântulas.

    Tanto em soja convencional, como em RR, há queixas por parte de agricultores quanto ao vigor de sementes. Especialistas no assunto alegam que o uso indiscriminado de dessecantes nos campos de produção de sementes podem levar a má qualidade de sementes.

    Por tanto é recomendado o seguinte: para evitar que ocorram resíduos no grão colhido, deve ser observado o intervalo mínimo de sete dias entre a aplicação do produto e a colheita. O dessecante paraquat, em vias de extinção, com restrição de uso em vários países, se não observado o intervalo e as doses rigorosamente recomendadas, deixam resíduos o que pode inviabilizar seu comércio.

    Fonte: Soja Brasil

  • Milho: Bolsa de Chicago abre quinta-feira com leves altas

    A Bolsa de Chicago começa o pregão dessa quinta-feira (10) apresentando leves altas nas cotações futuras do milho seguindo a tendência de alta apresentada nos últimos dias. Dessa maneira as principais cotações registraram valorizações entre 0,25 e 0,75 pontos por volta das 08h52 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,82 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,90 por bushel.

    Segundo análise de Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho estão subindo já que o otimismo sobre o comércio entre os Estados Unidos e a China e o clima seco na América do Sul motivaram algumas compras técnicas adicionais.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja em Chicago trabalha estável nesta 5ª feira e espera confirmação de novidades

    O mercado da soja trabalha com estabilidade nesta quinta-feira (10) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa corrigem as boas altas registradas ontem e voltam a esperar por confirmações dos boatos que rondam os negócios no cenário externo.

    Assim, por volta de 8h (horário de Brasília), as cotações trabalhavam com baixas de 0,50 a 1 ponto nos principais contratos, com exceção do janeiro, que perdia 3,50 pontos para ser cotado a US$ 9,11 por bushel. O maio/19, no mesmo momento, tinha US$ 9,36 por bushel.

    As atenções do mercado seguem voltadas para a relação comercial entre China e Estados Unidos, bem como a evolução da safra da América do Sul e em quais condições climáticas ocorre.

    “As tensões políticas entre EUA e China são reduzidas com promessas de aumento da demanda de produtos agrícolas norte-americanos, na tentativa de reduzir o déficit comercial que favorece o lado asiático. Este “novo capítulo” da retórica de Trump e Jinping coloca dificuldades para que operadores do Mercado adicionem posições
    de vendas agressivas na CBOT”, dizem os analistas de mercado da ARC Mercosul.

    No quadro de clima do Brasil, atenção ainda sobre as chuvas que permanecem concentradas no norte e no sul do Brasil, enquanto os volumes ainda são limitados na região central do país, ainda segundo a ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Milho: Bolsa de Chicago permanece em alta nessa quarta-feira

    Os preços futuros do milho fortificaram a tendência de alta apresentada desde o começo do dia na Bolsa de Chicago (CBOT) nessa quarta-feira (09). As principais cotações se apresentaram valorizações entre 1,75 e 2,25 pontos por volta das 13h08 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,82 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,90 por bushel.

    Segundo a Agência Reuters, os futuros do milho seguem ampliando as altas em meio a continuidade das conversas entre China e Estados Unidos para resolverem as questões da guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais. Em um sinal positivo na terça-feira, a China aprovou cinco culturas geneticamente modificadas para importação, a primeira em cerca de 18 meses, o que poderia impulsionar suas compras no exterior e facilitar pressão dos Estados Unidos para abrir seus mercados

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja: Em Chicago, mercado volta a subir nesta 4ª feira e foca boa finalização das conversas China x EUA

    Os preços da soja voltaram a subir na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (9). As cotações, depois de passarem por uma leve realização de lucros ontem, subiam por volta de 2 pontos nos principais contratos, por volta de 8h50 (horário de Brasília).

    Assim, o janeiro/19 valia US$ 9,08, equanto o maio/19 – importante referência para a nova safra do Brasil – tinha US$ 9,34 por bushel.

    O mercado amanheceu com a notícia da finalização das negociações entre China e Estados Unidos e, segundo representantes dos dois países, foram “bons dias”, com uma boa evolução das conversas. Os detalhes do acordado nos últimos três dias serão conhecidos nos próximos dias.

    “O mercado de grãos esrtá esperando pelo compromisso de ambos os países depois destes dias de negociação”, disseram os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc. No paralelo, “alguma atenção continua sendo direcionada também à situação climática na América do Sul”.

    Além disso, o mercado se vê ainda limitado pela falta de dados oficiais vindos dos EUA, uma vez que a paralisaçã parcial do governo de Donald Trump continua.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Instituto de Economia Agrícola desenvolve app para Agricultura

    Atualmente, a maioria das pessoas consegue resolver questões pelo computador ou pelo celular. Por conta disso e pensando em facilitar a vida do agricultor, o Instituto de Economia Agrícola (IEA) desenvolveu o primeiro aplicativo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado.
    “O app auxilia o agricultor a recolher corretamente os impostos, comprar e vender um imóvel e resolver questões ligadas à Justiça, de forma gratuita. Isso é inovação, compromisso social e segurança jurídica”, explica Celso Vegro, diretor do IEA.
    Imagine pegar o celular, informar o município, área e categoria da terra rural, e, em questão de segundos, ter em mãos o valor venal de sua propriedade.
    “O levantamento dos preços de terra rural no Estado de São Paulo ocorre desde 1969, o que demonstra sua importância histórica. A partir de 2015, veio sofrendo avanços metodológicos que culminaram nessa ferramenta que é o primeiro aplicativo da Secretaria de Agricultura”, explica Felipe Pires de Camargo, pesquisador científico do Instituto e desenvolvedor do app.
    O ano de 2018 foi bastante produtivo para o IEA que, além de desenvolver o primeiro aplicativo da Secretaria de Agricultura, também avançou na modernização da metodologia para cálculo dos índices de preços.
    Também em 2018, foi iniciado o contato com as prefeituras municipais com o objetivo de estabelecer convênios junto à Receita Federal visando a internalização do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) nos municípios.
    Com o Levantamento das Unidades de Produção Agropecuária (Lupa), que é o censo agropecuário realizado pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), praticamente concluído, começa a fase de diagnóstico.
    “Trata-se de uma iniciativa, creio eu, inédita no mundo, uma plataforma que reúna informações socioeconômicas e ambientais de todas as propriedades agrícolas paulistas em um mesmo banco de dados. É um esforço que deve ser conduzido ao longo de 2019”, conclui Celso Vegro.
    Fonte: Portal São Paulo
  • Bolsonaro cogita anistia de dívidas do Funrural

    O novo presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que é favorável a anistia de dívidas com o Fundo de Assistência e Previdência do Trabalhador Rural (Funrural). Foi isso que afirmou a atual ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante uma entrevista que concedeu para a Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira (07.01).

    Na ocasião a ministra afirmou que essa é uma das principais demandas do setor, já que o perdão das dívidas que está sendo estudado por Bolsonaro representa um montante de R$ 17 bilhões nas contas públicas. Além disso, ela disse ainda que a decisão não depende apenas do Palácio do Planalto, sendo que o Congresso Nacional precisa também dar o aval positivo para a medida entrar em vigor.

    “Existe um grupo estudando, porque tem que estar no orçamento (…) Não é uma decisão do Executivo sozinho. Precisa saber como pode ser feito, se é por medida provisória, e encaminhar ao Congresso. Aí é o congresso que precisa entender que é uma pauta importante do agronegócio brasileiro e votar a favor. E o presidente com certeza não vetará, se ele mandar a medida provisória é porque ele tem certeza que não acarretará na Lei de Responsabilidade Fiscal”, comentou Tereza Cristina.

     Nesse cenário, ela lembrou também que a Câmara já havia aprovado pedido de urgência na tramitação de um projeto que trata justamente desta questão. “O governo anterior não fez a prorrogação porque teve impedimentos legais para isso, porque entrava no mandato do novo presidente e então não pode ser prorrogado até 30 de março, o que era pedido pelo setor”, conclui.
    Fonte: Agrolink
  • Soja: confira os fatos que vão mexer com os preços nesta semana

    Empresas estatais chinesas estariam dispostas a fazer grandes compras de soja dos EUA. Se essa informação se confirmar, deve trazer novo fôlego para a Bolsa de Chicago, que voltou a trabalhar acima da linha de US$ 9 por bushel. As possíveis perdas na atual safra brasileira também devem influenciar no preço do grão durante a semana.
    Confira estas e outras dicas produzidas pelo analista Luiz Fernando Gutierrez, da Safras & Mercado:
    O mercado permanece com as atenções voltadas para os novos capítulos da guerra comercial entre Estados Unidos e China. Paralelamente, sinais de demanda pela soja norte-americana deverão chamar a atenção, assim como os problemas climáticos que afetam a safra brasileira
    Após o presidente norte-americano indicar, nos últimos dias de 2018, que as negociações entre EUA e China estariam avançando, o mercado voltou a ficar otimista. Nesta semana, representantes do governo chinês confirmaram que uma nova rodada de negociações entre os países foi marcada para a próxima semana, em Pequim
    Paralelamente, notícias indicam que empresas estatais chinesas estão prestes a fechar novos carregamentos de soja dos EUA, que devem ser anunciados nos próximos dias. Todos esses fatores trazem novo fôlego para Chicago, que voltou a trabalhar acima da linha de US$ 9,00 por bushel. É importante que essas supostas compras sejam anunciadas o quanto antes para que o suporte permaneça e não haja espaço para especulações negativas
    No lado da oferta, os problemas climáticos na safra brasileira começam a ganhar destaque. Ainda é cedo para uma definição sobre o tamanho da safra brasileira, mas o fato é que há perdas importantes de produtividade nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Tais problemas, somados a outros menores e regionalizados, colocam em risco 10% da produção potencial do país. Apenas o avanço da colheita, a partir da segunda quinzena de janeiro, deverá trazer uma maior clareza quanto às perdas;
    É importante salientar que nada está definido. O clima pelos próximos 100 dias continua sendo fundamental para as lavouras semeadas tardiamente nos estados da faixa central e para as lavouras das regiões Sul, Norte e Nordeste, que estão no meio do desenvolvimento. Se o clima ajudar, pode haver compensação de parte das perdas esperadas. A atenção permanece redobrada sobre panorama climático brasileiro.
    Fonte: Soja Brasil
  • Milho: Bolsa de Chicago segue apresentando altas nessa terça-feira

    Os preços futuros do milho se fortificaram a tendência de alta apresentada desde o começo do dia na Bolsa de Chicago (CBOT) nessa terça-feira (08). As principais cotações se apresentaram valorizações entre 1,25 e 2 pontos por volta das 11h44 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,84 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,91 por bushel.

    Segundo a Agência Reuters, as baixas movimentações no mercado internacional seguem em decorrência da paralização parcial do governo norte americano, o que levou ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) adiar vários relatórios importantes sobre as colheitas domésticas e mundiais. Novas datas de lançamento para o relatório mensal de Estimativas de Oferta e Demanda Agrícola Mundial e outros dados originalmente programados para sexta-feira, 11 de janeiro, serão definidos assim que o financiamento do governo for restaurado, disse o USDA.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Trigo: Importação deve se aquecer em 2019

    O mercado de trigo inicia 2019 com mais fatores que indicam sustentação de preços do que fundamentos que resultam em pressão. Internamente, deve ser verificada maior necessidade por importação, devido à perda da qualidade da produção nacional de 2018 – agentes consultados pelo Cepea relatam, inclusive, que há trigo sendo destinado à ração animal, substituindo parte do milho. Quanto ao mercado de derivados de trigo no Brasil, a maioria dos moinhos estão ausentes nas compras do cereal, de acordo com levantamento do Cepea, fator que deve continuar chamando atenção de parte das indústrias de ração, pelo menos nos primeiros meses do ano, enquanto não houver volume de milho suficiente para negociações a preços mais competitivos.

    Fonte: Cepea