Eduarda Pereira

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  • Caged: agronegócio lidera emprego com atividades relacionadas à soja e laranja

    Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que a contratação de 17.455 novos empregados pelo agronegócio foi liderada por atividades relacionadas à soja e laranja. Segundo dados do Ministério do Trabalho, o segmento da soja contratou 2.946 pessoas, sendo 1.722 empregados em Mato Grosso e 771 em Goiás. Já a laranja terminou o mês com 1.380 novos cargos, sendo a maioria absoluta em São Paulo (1.347 postos).

    Em outro recorte, o Caged informa que as atividades de apoio à agricultura terminaram com 7.328 novos empregados em julho, especialmente em São Paulo (5.474) e Minas Gerais (859). Entre as outras atividades do setor agropecuário, o cultivo em lavouras temporárias registrou 5.780 postos de trabalho, especialmente São Paulo (2.529) e Minas Gerais (1.571).

    Ainda no detalhamento por setor, os serviços geraram saldo líquido de 14.548 postos de trabalho. Nesse caso, destaque positivo para o segmento de comercialização de imóveis e valores mobiliários, serviços médicos, transportes e telecomunicações. A construção civil também terminou o mês com mais de 10 mil novos empregos, especialmente na construção de edifícios e obras para energia elétrica, telecomunicações e rodovias. Por outro lado, o comércio fechou 249 empregos. Em 2018, o varejo demitiu em seis dos sete meses.

    Fonte: Broadcast Agro

  • Cientistas descobrem chave para produção de terpenóides

    Cientistas da Universidade de Purdue descobriram uma mudança nas plantas que desativam a produção de terpenóides, compostos que desempenham um papel na fisiologia das plantas e que os humanos utilizam em vários aspectos. Com isso, os pesquisadores conseguiriam induzir as plantas a produzirem esses compostos para a fabricação de produtos que vai desde fragrâncias e aromatizantes a biocombustíveis e produtos farmacêuticos.

    De acordo com Natalia Dudareva, Departamento de Bioquímica e pesquisadora do Centro de Purdue para Biologia Vegetal da Universidade de Purdue, os terpenóides podem ser usados para desenvolver suplementos nutricionais, inseticidas naturais e drogas que tratam a malária e o câncer. Nesse cenário, a pesquisa poderia fornecer oportunidades para desenvolver não somente a indústria agrícola, mas também de saúde.

    “Este é um importante conhecimento básico que abre novas metas para engenharia das vias metabólicas de terpenóides. As plantas já produzem esses compostos, mas a quantidade é pequena. Poderia ter levado centenas ou milhares de plantas para obter composto suficiente para usá-lo como um produto farmacêutico. Isso levará a formas mais rápidas e eficientes de obter quantidades suficientes desses produtos”, explica.

    Além disso, os pesquisadores estão trabalhando em métodos para modificar e projetar as vias metabólicas das plantas para aumentar a produção de terpenóides. “Pode ser que tenhamos alguns compostos que não estão naturalmente em uma planta, mas podemos colocar um gene de interesse neles para criar os compostos que queremos ou aumentar significativamente sua produção”, finaliza.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Ainda com safra dos EUA no radar, mercado inicia pregão desta 5ª feira próximo da estabilidade na CBOT

    As cotações futuras do milho iniciaram a sessão desta quinta-feira (23) com ligeiras quedas, próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity testavam perdas entre 0,25 e 0,50 pontos, por volta das 8h30 (horário de Brasília). O vencimento setembro/18 operava a US$ 3,52 por bushel, enquanto o dezembro/18 trabalhava a US$ 3,66 por bushel.

    No foco dos participantes do mercado ainda está a condição da safra norte-americana. Ao longo dessa semana, o crop tour Pro Farmer tem trazido projeções para a safra de milho e soja nos principais estados produtores no país.

    “A excursão de quatro dias projetou até agora rendimentos de milho acima da média para Nebraska, Dakota do Sul, Indiana e Ohio. O potencial de produção de milho no oeste de Iowa também estava acima da média”, informou a Reuters internacional.

    Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu novo boletim de vendas semanais. A expectativa é que as vendas da safra velha fiquem entre 200 mil a 500 mil toneladas.

    Da safra nova, as apostas dos participantes do mercado estão entre 700 mil a 1 milhão de toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue pressionada em Chicago nesta 5ª com novo capítulo da guerra comercial ChinaxEUA

    A pressão sobre os preços da soja continua no pregão desta quinta-feira (23) na Bolsa de Chicago. O mercado ainda reflete as boas perspectivas para a nova safra dos Estados Unidos, bem como o andamento da guerra comercial entre chineses e americanos, que se intensificou hoje.

    Nesta quinta, passaram a valer novas tarifas americanas de US$ 16 bilhões em produtos chineses e as atenções, mais uma vez, se voltam aos desdobramentos dessa disputa.

    “A China se opõe firmemente a isso, e continuará a adotar contramedidas necessárias”, disse o ministério em comunicado, acrescentando que Pequim entrará com uma reclamação junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), segundo informou a Reuters.

    Dessa forma, perto de 8h20 (horário de Brasília), as cotações perdiam pouco mais de 4 pontos, com o contrato novembro/18 sendo negociado a US$ 8,66 por bushel.

    “Tensões na guerra comercial “EUA contra o mundo” afastam a possibilidade de acordo com a China tão cedo e o mercado recua com reportes do crop tour da ProFramer confirmando produtividade excelente no centro-oeste americano”, explica o diretor da Cerealpar, Steve Cachia.

    Ainda nesta quinta, o mercado espera pelo novo reporte semanal de vendas para exportação a ser trazido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas são de números entre 100 mil e 300 mil toneladas para a safra velha e de 400 mil a 650 mil para a safra nova.

    Os traders permanecem atentos também aos números do Pro Farmer que têm sido divulgados nesta semana, no aguardo dos resultados finais que chegam nesta sexta-feira, 24.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Guerra comercial entre EUA e China se intensifica com novas tarifas

    Os Estados Unidos e a China intensificaram sua guerra comercial nesta quinta-feira com a adoção de tarifas de 25 por cento sobre 16 bilhões de dólares em mercadorias um do outro, mesmo que autoridades de ambos os lados tenham retomado negociações em Washington.

    As duas maiores economias do mundo adotaram agora tarifas sobre um total combinado de 100 bilhões de dólares em produtos desde o início de julho, com mais por vir, ampliando os riscos ao crescimento econômico global.

    O Ministério do Comércio da China disse que Washington “permanece obstinado” em implementar as mais recentes tarifas, que entraram em vigor por ambos os lados como previstos à 01h01 (horário de Brasília).

    “A China se opõe firmemente a isso, e continuará a adotar contramedidas necessárias”, disse o ministério em comunicado, acrescentando que Pequim entrará com uma reclamação junto à Organização Mundial do Comércio (OMC).

    O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou colocar tarifas sobre quase todos os mais de 500 bilhões de dólares em bens chineses exportados aos EUA anualmente a menos que Pequim concorde com mudanças a suas práticas de propriedade intelectual, programas de subsídio à indústria e estruturas tarifárias, e compre mais produtos norte-americanos.

    Esse número representaria bem mais do que a China importa dos EUA, levantando preocupações de que Pequim poderia avaliar outras formas de retaliação.

    Fonte: Reuters

  • Mosca-da-haste-da-soja está presente e já avança

    Um artigo publicado na Revista Cultivar por grupo de pesquisadores liderados por Cecilia Czepak, da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás (UFG) indicou que Mosca-da-haste-da-soja (M. Sojae) já está presente e teve um avanço detectado. De acordo com a publicação, esta praga vem causando inúmeros prejuízos em países como a Rússia, Austrália e Espanha, mais recentemente no Paraguai e na Bolívia, e vem sendo detectada no Brasil desde 2015.

    “Em 2015 na segunda safra de soja, a ocorrência de M. sojae foi confirmada pela equipe do Laboratório de Manejo Integrado de Pragas (Lab MIP) da Universidade de Santa Maria/Rio Grande do Sul em cultivos de soja de diversas localidades do Sul e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi oficialmente notificado da sua presença”, diz o texto.

    No entanto, o estudo identificou que a praga vem avançando e se espalhando por regiões do País onde ainda não tinha sido identificada, como o cerrado, por exemplo. Assim, a Mosca-da-haste-da-soja foi incluída na lista de pragas disseminadas no Brasil, por afetar várias regiões.

    “Quanto ao Cerrado brasileiro, M. sojae ainda não tinha sido relatada, sendo considerada por algumas Instituições até pouco tempo atrás, como uma praga não disseminada no país. Mas infelizmente esta afirmação não procedia e, para surpresa de muitos, foi encontrada neste ano em diversas áreas do Cerrado Goiano”, informa o relatório.

    Por ser considerada uma espécie exótica e causar problemas econômicos e ambientais, a Mosca-da-haste-da-soja está preocupando os cientistas. “Espécies exóticas invasoras são aquelas pelas quais a introdução e/ou dispersão ameaçam a diversidade biológica dos ecossistemas, pois passam a ocasionar impactos econômicos e ecológicos de difícil detecção e quantificação”, conclui a publicação.

    Fonte: Agrolink

  • Refis do Funrural tem novo prazo de adesão: 31 de dezembro de 2018

    Comissão Especial destinada a analisar a Medida Provisória 842/2018 aprovou, nesta quarta-feira (14), o relatório da proposta que altera a Lei nº 13.340, de 28 de setembro de 2016, para conceder rebate para liquidação de operações de crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, e revoga dispositivos da Lei nº 13.606, de 9 de janeiro de 2018. O relator da MP, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) acolheu a proposta do deputado Jerônimo Goergen (Progressistas-RS), estendendo o prazo de adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), de 30 de outubro para 31 de dezembro de 2018. A proposta ainda precisa ser aprovada pelos plenários de Câmara e Senado antes de seguir à sanção presidencial.

    A emenda original de Jerônimo jogava o prazo de adesão para o final de 2019. No entanto, o Palácio do Planalto impediu o acordo firmado na semana passada. “O governo trabalhou para fixar 30 de novembro. Mas prevaleceu a emenda, que estabelece 31 de dezembro. Ou seja, ganhamos dois meses a mais de prazo. Isso é muito importante, já que fecha um ano de decadência da dívida e ainda nos dá a possiblidade de aprovação do projeto que extingue esse passivo bilionário”, explicou o parlamentar. Jerônimo é autor do PL 9252/2017, que acaba com a cobrança retroativa do Funrural, criando regras futuras para o desconto da contribuição incidente sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural.

    Entenda o caso

    Também conhecido como Refis Rural, o programa refinancia as dívidas de produtores rurais oriundas do não recolhimento da contribuição previdenciária dos empregados, o Funrural. O pagamento do Funrural voltou a ser obrigatório após um novo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou a contribuição constitucional a partir da mudança do voto do ministro Alexandre de Moraes. A retomada da cobrança gerou, do dia para a noite, um passivo de aproximadamente R$ 17 bilhões, a ser pago pelo setor produtivo. Amparados por liminares, milhares de produtores deixaram de recolher a contribuição, que agora está sendo cobrada retroativamente.

    Fonte: Assessoria dep. Jerônimo Goergen

  • Milho pode produzir seu próprio nitrogênio

    Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis) identificaram uma variedade de milho nativo em Oaxaca, no México, que pode adquirir uma quantidade significativa de nitrogênio (até 80%), cooperando com bactérias em raízes aéreas. De acordo com os cientistas, esse fato poderia ajudar pesquisas futuras para reduzir o uso de fertilizantes na agricultura.

    Essa variedade consegue captar de 29% a 82% de seu nitrogênio do ar, em vez de fertilizantes, produzindo um “muco” açucarado que emana de raízes aéreas, que crescem a partir da superfície, e que atrai bactérias que podem transformar o nitrogênio do ar em uma forma utilizável pela planta. Segundo Alan Bennett, um dos professores responsáveis pelo estudo, a ideia não é relativamente nova, mas é difícil descobrir definitivamente como isso pode ser usado na agricultura.

    “A ideia de que as variedades locais isoladas de milho podem ser associadas com bactérias fixadoras de nitrogênio não é nova, mas tem sido difícil identificar tal variedade e demonstrar que esta associação de fixação de nitrogênio contribui efetivamente para a nutrição com nitrogênio da planta. Nossa equipe de pesquisa interdisciplinar está trabalhando nisso há quase uma década.”, explica.

    Os cientistas explicaram que o feijão e outras leguminosas já têm estabelecido relações benéficas com as comunidades de bactérias que fornecem nitrogênio, mas milho e outras culturas de cereais não possuem estas relações simbióticas. “Assim, os fertilizantes comerciais que são necessários para o cultivo do milho são provenientes de combustíveis fósseis e sua produção intensiva utiliza cerca de 1 a 2% do suprimento global de energia”, finaliza.

    Fonte: Agrolink

  • Produtores rurais já podem entregar a Declaração do ITR

    Já está aberto o prazo para entrega da Declaração do Imposto Territorial Rural (DITR). A DITR é obrigatória para quem tem o domínio útil ou a posse, inclusive por usufruto, de imóvel localizado fora da zona urbana. Quem perdeu imóvel ou teve o direito de propriedade transferido a partir 1º de janeiro deste ano também deve declarar o ITR. A declaração deve ser elaborada com o uso de computador utilizando o Programa Gerador da Declaração do ITR, relativo ao exercício de 2018 (Programa ITR2018) no site da Receita Federal, no endereço também estão as informações sobre os critérios de isenção ou imunidade. O produtor deve ficar atento ao prazo final para a entrega da declaração, dia 28 de setembro. O não cumprimento do prazo irá gerar multas por atraso e outras consequências, como recusa em emitir isenção negativa, impedimento para a transferência de imóveis e dificuldades na obtenção de créditos.

    Segundo o assessor técnico do Sistema Farsul, Derly Girard, neste ano o programa não teve nenhuma alteração em relação às edições anteriores, mas o produtor deve ter cuidado para que as informações referentes às áreas ambientais coincidam com o declarado no CAR – Cadastro Ambiental Rural. Essas áreas ambientais são isentas de pagamento do imposto desde que o produtor apresente ao Ibama o Ato Declaratório Ambiental, que também vence em 28 de setembro. O ADA é uma declaração anual ao Ibama dando ciência de áreas destinadas à conservação ambiental (Preservação Permanente, Reserva Legal entre outras), que foram declaradas no ITR – e resultaram em isenção do imposto sobre as mesmas. Já o Cadastro Ambiental Rural, apesar de obrigatório, teve seu prazo de entrega prorrogado até o fim de dezembro.

    “O produtor ainda deve ter atenção ao indicativo do valor da terra nua. Para isso, é interessante que procure a prefeitura ou sindicato rural para ver quais valores estão sendo sugeridos. O declarante ainda deve observar a área de atividade rural, APP e reserva legal, que devem estar em consonância com o CAR. E ainda quando tem atividade pecuária, é importante ter a ficha de vacinação à mão para o registro da média do rebanho”, ressalta Girard. Quem tiver dúvidas sobre o preenchimento da Declaração do ITR pode procurar o seu Sindicato Rural, a Farsul ou o site da Receita Federal.

    Fonte: Farsul

  • Céleres vê recordes para soja do Brasil em 18/19; safra de milho superando 100 mi t

    O Brasil deverá semear um recorde de 36,2 milhões de hectares com soja na safra 2018/19, cujo plantio tem início em setembro, com a produção também atingindo uma marca histórica de 119,6 milhões de toneladas, projetou nesta terça-feira a consultoria Céleres em sua primeira estimativa para o novo ciclo.

    Caso se confirme, a área plantada apresentará crescimento de 3,1 por cento ante 2017/18, ao passo que o volume colhido avançará 0,7 por cento. Tal produção só será possível graças ao plantio maior, uma vez que a Céleres prevê rendimento 2,4 por cento inferior, a 3,31 toneladas por hectare.

    Segundo a consultoria, a área de soja só não será maior por conta do aumento do plantio de milho verão, principalmente, o que deve resultar em uma safra do cereal superior a 100 milhões de toneladas pela primeira vez.

    Conforme a Céleres, o cenário é favorável ao sojicultor após boa rentabilidade no ano passado e perspectivas favoráveis de margens neste.

    “A rentabilidade operacional esperada para safra 2018/19 está estimada em 1.191 reais por hectare, em média, o equivalente a 32 por cento de margem operacional. Mesmo considerando os cenários de produtividade inferior, não se projeta margens negativas para o sojicultor brasileiro em 2018/19”, afirmou a Céleres.

    “Apesar de ser menor que a rentabilidade efetiva na safra 2017/18, as margens projetadas se mostram elevadas e deverão incentivar o aumento de área por parte do produtor”, acrescentou a consultoria, destacando que o câmbio, os preços internacionais e o tabelamento de fretes figuram como fatores de risco aos produtores do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa.

    A Céleres espera cotações firmes no mercado doméstico graças ao apetite chinês e o abastecimento interno enxuto. A exportação em 2018/19 deve cair para 71,5 milhões de toneladas, de 73 milhões em 2017/18.

    MILHO

    Para a Céleres, os preços elevados do milho vistos atualmente, decorrente do déficit produtivo da safra 2017/18, deverão incentivar o aumento de superfície, “sobretudo no sul do país, onde a demanda pelo milho no primeiro semestre é maior”.

    A Céleres estima uma área plantada com milho no verão de 5,8 milhões de hectares, ante 5,4 milhões em 2017/18, com produção de 30,3 milhões de toneladas, alta de 9,3 por cento.

    Para a segunda safra, a chamada “safrinha”, a Céleres também vê um cenário positivo, diante de preços sustentados pelo dólar valorizado e pelo cenário favorável das exportações brasileiras do cereal.

    A área plantada deve ir a 12,3 milhões de hectares, com produção de 73,8 milhões de toneladas (+30 por cento).

    Dessa forma, a safra total de milho 2018/19 no Brasil deve alcançar 18,05 milhões de hectares (+7,3 por cento) e colheita recorde de 104,11 milhões de toneladas, aumento de 24 por cento na comparação anual.

    Fonte: Reuters