Eduarda Pereira

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  • Clima faz mercado norte-americano fechar em baixa

    O clima está dificultando a colheita da soja nos Estados Unidos e, com isso, o mercado norte-americano da oleaginosa fechou novamente em baixa. De acordo com o analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica, os contratos futuros da soja devolveram alguns dos lugros da última segunda-feira (15.10).

    “Os futuros de soja devolveram alguns dos ganhos de segunda-feira na ‘Terça-Feira da Volta’, como costumam chamar os Traders este dia da semana que quase sempre é contrário ao da Segunda-Feira. Com isto, o contrato de novembro fechou em queda de 6 cents/bushel”, escreveu o analista.

    Ainda segundo Pacheco, os contratos mais próximos de farelo de soja também caíram $4,70/ton curta e os de óleo de soja caíram 10 pontos. As previsões para a próxima semana são de clima seco na maior parte do Cinturão do Milho, o que poderá permitir que a colheita seja retomada em breve.

    “Em Iowa e em Minneapolis o atraso é de 31%, em Nebraska de 16% e em Illinois, de 5% Tudo isto permitiu aos Fundos de Investimento realizarem sua tomada de lucros, depois das fortes altas das três últimas sessões”, informou.

    De acordo com a análise da Consultoria AgResouce (ARC), os fundos especulativos estavam revertendo parte das posições abertas na venda nas primeiras horas do dia da terça-feira. No entanto, o movimento foi desconstruído ao longo do dia, que encerrou com reduzido volume de operações.

    “O centro e norte do Cinturão Agrícola tem sido o principal prejudicado com este padrão meteorológico de precipitações constantes. O total colhido da soja norte-americana já atinge 39%, passando de um ritmo recorde semanal para o pior progresso no período, em uma semana encharcada”, conclui a consultoria.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Com previsão de melhora do clima nos EUA, mercado em Chicago ainda opera estável nesta 4ª

    Nesta quarta-feira (17), o mercado da soja na Bolsa de Chicago trabalha, mais uma vez, com estabilidade. Perto de 7h05 (horário de Brasília), as cotações da oleaginosa perdiam pouco mais de 0,50 ponto entre os contratos mais negociados, mas as posições mais distantes – março e maio/18 – ainda se mantinham acima dos US$ 9,00 por bushel. O novembro/18 tinha US$ 8,84.

    “O mercado de grãos espera pelo novo catalisador para os preços. Com a colheita em andamento nos EUA, sem grandes relatórios do USDA a serem divulgados na próxima semana e sem novidades no cenário da guerra comercial, o que vai promover o próximo grande movimento?”, questionam os analistas de mercado da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Depois de alguns percalços por conta do clima, os trabalhos de colheita vão retomando seu ritmo no Meio-Oeste americano. Além disso, as previsões para os próximos dias já mostram condições mais favoráveis para as atividades de campo e ajudam a tirar o estímulo que vinha sendo sentido deste fator pelos preços.

    Na demanda, as notícias são favoráveis, porém, já são conhecidas pelos traders. Eles precisam agora de novos e melhores negócios, especialmente com a China, para apostarem em novas altas na CBOT.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Fibra óptica no campo impulsiona agronegócio

    A chega da fibra óptica ao campo, aliada a adesão de novas tecnologias na agricultura, está sendo um viés fundamental para o crescimento do agronegócio, que hoje movimenta 20% da economia brasileira. De acordo com a CEO da Fibracem, empresa especializada no setor de comunicação óptica, Carina Bitencourt, alguns sistemas que dependem desse tipo de tecnologia já estão consolidados na área, como os monitoramentos via CFTV, por exemplo.

    Segundo ela, o crescimento tecnológico do segmento vai acontecer de forma considerável quando os agricultores conseguirem acessar todas as informações necessárias em tempo real. Com isso, ela afirma que os produtores conseguirão tomar as melhores decisões, baseadas em dados concretos fornecidos pela tecnologia.

    “Não é só apenas nas áreas administrativas das empresas rurais que a conexão para transmissão de dados precisa ser de qualidade. O recurso vem sendo imprescindível, inclusive, em áreas operacionais, como, por exemplo, na criação de animais e agricultura”, comenta.

    A implantação da fibra óptica no campo também possibilita a inserção de mais atrativo aos produtores rurais, como a internet das coisas (IoT). Nesse cenário, o recurso proporciona ainda mais segurança e comodidade na administração e desempenho de várias atividades nas indústrias por meio da internet, como por exemplo a ordenha de forma automatizada.

    “Com o avanço da internet das coisas no setor do agronegócio, cresce a preocupação de ser aprimorar a excelência da conexão. Certificar-se do acesso rápido e ininterrupto de internet, tanto em maquinários e equipamentos, quanto no monitoramento, podem proporcionar resultados significantes para o setor”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Rússia se consolida como principal exportadora mundial de trigo

    As exportações de trigo da Rússia aumentaram 43% no último ano e alcançaram as 33,7 milhões de toneladas no período 2017/18. Isso faz do país o primeiro exportador mundial do cereal pelo segundo ano consecutivo, o que significa que ele deixou para trás a União Europeia e os Estados Unidos.

    Neste mesmo ano, a Rússia deve exportar 4,5 milhões de toneladas de milho.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) calcula que o país controla, agora, 22% do mercado global de trigo, enquanto a UE responde por 14% e os Estados Unidos, por 13%. A previsão do USDA é de que a federação russa responda por 30% do total mundial em 2025/27.

    O principal instrumento competitivo da produção russa está embasado nos menores preços, com diferença de 20% a 30% dos outros líderes.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Trigo: Produção aumenta no BR e na AR, mas oferta global pode recuar

    Apesar das adversidades climáticas no Brasil e na Argentina, a produção de trigo nesses países deve ser maior que na temporada anterior. Já a oferta mundial pode ser menor. De acordo com dados divulgados na semana passada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a oferta brasileira da atual temporada deve chegar a 5,4 milhões de toneladas, 26,6% a mais que a da safra anterior. Isso é resultado da maior produtividade no campo (+19%, a 2,64 toneladas/hectare) e do incremento da área (+6,4%, a 2,03 milhões de ha). Na Argentina, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estima produção de 19,5 milhões de t, volume 5,4% acima da safra passada. Mundialmente, a estimativa do USDA aponta redução de 3,8% na produção de trigo, a 730 milhões de t. Os dados mostram menor oferta na Rússia (-17,6%), Austrália (-13,1%) e União Europeia (-9,3%) no comparativo com a safra anterior. O Departamento aponta que, nessas três regiões produtoras, a oferta restrita se deve ao clima desfavorável, que afetou a produtividade.

    Fonte: Cepea

  • Soja tem movimento de correção nesta 3ª feira em Chicago após altas intensas da sessão anterior

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago passa por um já esperado movimento de correção técnica, com os preços registrando leves baixas depois das altas de mais de 20 pontos do pregão anterior. Na sessão desta terça-feira (16), as cotações cediam entre 6,25 e 6,50 pontos, com o novembro/18 sendo negociado a US$ 8,85 e o maio/19 a US$ 9,24 por bushel.

    As cotações subiram intensamente ontem motivadas pelas preocupações que o clima traz para o avanço da colheita nos EUA – com chuvas ainda excessivas e a chegada da neve em alguns estados produtores – e pela demanda boa nos EUA, com bons embarques semanais e números fortes do esmagamento norte-americano em setembro.

    O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras no fim da tarde desta segunda-feira (15) indicando um avanço moderado da colheita nos EUA na última semana.

    Até o último domingo (14), a área colhida de soja no país passou de 32% para 38%. O índice ficou bem abaixo da média dos últimos cinco anos de 53% e do registrado no mesmo período do ano passado de 47%.

    Em Chicago, os traders estão atentos também ao desenvolvimento do plantio no Brasil – que segundo a AgRural já chega a 20% da área estimada para essa temporada – e ao andamento do dólar no Brasil.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Futuros do cereal trabalham estáveis em Chicago nesta 2ª feira com atenção à safra dos EUA

    Os futuros do milho têm um início de semana estável na Bolsa de Chicago. As cotações do cereal, por volta de 9h30 (horário de Brasília), perdiam menos de 1 ponto entre os principais vencimentos e o dezembro/18 era cotado a US$ 3,73 por bushel.

    Depois de duas sessões de altas intensas, o mercado passa por uma ligeira correção técnica, mas segue de olho em seus fundamentos. E nesta semana, um dos mais importantes é o quadro climático no Meio-Oeste americano.

    “O mercado de grão vai monitorar as previsões climáticas nesta semana para saber se a colheita nos Estados Unidos consegue retomar seu ritmo mais forte. Por hora, janela para a colheita ainda se mostra confortável”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    E segundo informações da Reuters Internacional, há um tempo mais seco sendo esperado para a segunda metade desse mês de outubro, porém, as chuvas intensas da última semana podem ter prejudicado algumas lavouras no Corn Belt.

    No fim da tarde, após o fechamento dos negócios em Chicago, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras e atualiza o índice de lavouras colhidas até o último domingo (14) nos EUA.

    Ainda nesta segunda, serão atualizados também os dados dos embarques semanais, os quais podem mexer com o mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Plantio de soja no Brasil vai a 20% da área, o mais acelerado da história, diz AgRural

    SÃO PAULO (Reuters) – O plantio de soja 2018/19 no Brasil avançou 10 pontos percentuais em uma semana e foi a 20 por cento da área total até a última quinta-feira, informou nesta segunda a AgRural.

    Conforme a consultoria, a semeadura supera os 12 por cento de um ano atrás e os 10 por cento de média dos últimos cinco anos, sendo que o atual ritmo de semeadura é o mais rápido da história.

    Fonte: Reuters

  • Soja começa semana com estabilidade em Chicago nesta 2ª feira e foca colheita nos EUA

    A semana começa com os preços da soja atuando com estabilidade na Bolsa de Chicago e os traders focados na colheita norte-americana. As condições de clima continuam preocupando em alguns pontos do Corn Belt, porém, ainda não permitem que o mercado reaja de forma muito intensa.

    Na sessão desta segunda-feira (15), por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 1,75 e 3 pontos nos principais vencimentos, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,65 por bushel.

    “O mercado de grão vai monitorar as previsões climáticas nesta semana para saber se a colheita nos Estados Unidos consegue retomar seu ritmo mais forte. Por hora, janela para a colheita ainda se mostra confortável”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Dessa forma, o mercado segue no aguardo também do boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final do dia de hoje, após o fechamento dos negócios. O relatório traz a atualização da área colhida no país e das condições das lavouras americanas.

    Ainda nesta segunda, os traders aguardam também pelos dados da NOPA (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA)sobre o esmagamento de soja nos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Safra não está sendo boa para os EUA, diz analista

    A atual safra de grãos dos Estados Unidos não está se mostrando muito vantajosa para os agricultores do país até agora. É isso que afirma o analista Ray Grabanky, em um artigo publicado no portal Agriculture.com, onde justificou dizendo que os preços estão estagnados à medida em que o país se encaminha para safras recordes de milho e de soja.

    “Geralmente não é o caso de safras recordes não pressionarem os preços para novas mínimas na colheita, mas este ano foi incomum em que os preços foram pressionados até agora em junho e início de julho”, escreveu.

    Nesse cenário, ele explica que as culturas não se desenvolveram como esperado durante o mês de julho, fazendo com que crescessem muito rapidamente no mês de agosto, apenas. Sendo assim, o analista atribui a estagnação dos preços na guerra comercial que os EUA travaram com a China.

    “Então, o que nos empurrou tão baixo em julho? China! Ou mais especificamente, as disputas comerciais da China. A China tem evitado a soja dos EUA após ter imposto uma tarifa de 25% sobre eles, mas é surpreendente a demanda que os EUA têm pela soja desde que caímos US$ 2 nos preços (e agora temos uma queima da nossa produção de soja)”, afirma.

    Além disso, as condições meteorológicas não estão favorecendo as plantações de grãos dos EUA, com as previsões sugerindo um clima muito úmido nos próximos sete dias no Cinturão do Milho, com mais chuva na faixa do Texas a Michigan. “Que compactua com o tempo úmido que se instaurou no país nos últimos meses”, diz.

    “Foi uma colheita horrível até agora, com a semana passada particularmente difícil no Cinturão do Milho no noroeste. Temos sofrido de condições de frio e chuva (chuva todos os dias muitas vezes) que interromperam a colheita em muitos locais, particularmente para os produtores sem a capacidade de secar grãos, como a soja”, conclui.

    Fonte: Agrolink