Eduarda Pereira

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  • Soja em Chicago trabalha em campo negativo nesta 5ª feira se preparando para chegada do USDA

    O mercado futuro norte-americano da soja, nesta quinta-feira (11), testa leves baixas à espera do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na tarde de hoje. Por volta de 8h (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 3,75 e 4 pontos nos principais vencimentos, com o maio/18 valendo US$ 8,48 por bushel.

    Os dados atualizados do USDA chegam às 13h (horário de Brasília) e, segundo as expectativas do mercado, deverão mostrar um um aumento nas estimativas de produção, produtividade e estoques norte-americanos e as especulações já pesam sobre as cotações. Ontem, os preços caíram mais de 10 pontos.

    “As novas estimativas poderão trazer novos aumentos de produção para a soja norte-americana, frente à uma demanda pelo grão em decadência com a vigente e permanente Guerra Comercial EUA-China”, explicam os analistas da AgResource Mercosul (ARC).

    Na outra ponta, as condições de clima nos EUA ainda dão algum suporte aos preços, uma vez que chuvas intensas continuam a chegar ao Corn Belt.

    “As projeções climáticas estadunidenses têm desenvolvido uma delicada situação para safra do Cinturão Agrícola, que já apresenta
    problemas pontuais de enchentes sobre o extremo norte do Cinturão. Ainda é prematuro afirmar perdas generalizas em nível nacional”, complementa a consultoria internacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil poderá colher até 238 milhões de toneladas de grãos na safra 2018/19

    A produção estimada para o primeiro levantamento da safra 2018/19 indica um volume entre 233,6 e 238,5 milhões de toneladas, com uma variação entre 2,5 e 4,7% a mais do que a safra passada. Isso significa que a produção nacional poderá aumentar entre 5,6 e 10,6 milhões de toneladas. Os números estão no 1º levantamento da safra de grãos deste período, divulgado nesta quinta-feira (11), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Nas principais culturas do país, a soja pode alcançar uma produção entre 117 e 119,4 milhões de t, enquanto o milho total pode chegar até 91,1 milhões de t. Estima-se que a primeira safra de milho pode ser maior em relação à passada, alcançando entre 26 e 27,3 milhões de t, enquanto a segunda seria de até 63,7 milhões de t.

    Outras culturas também destacaram-se com a estimativa de aumento da produção, como o algodão, amendoim, feijão-comum cores e girassol. No caso do algodão, o bom desempenho das cotações da pluma, tanto no mercado interno quanto no externo, estimulou os produtores a investirem na lavoura, sendo esperados incrementos recordes na área plantada.

    Em relação ao milho, a grande aposta dos produtores é a expectativa de normalização das chuvas para a temporada que se inicia. O mercado mostra-se promissor e vem se fortalecendo a cada ano, com as alternativas de exportação para o mercado chinês, os reflexos da taxa de câmbio e a fabricação de etanol a partir de milho, além do forte mercado interno produtor de proteína animal.

    O estudo mostra também que a definição da área plantada do milho está condicionada à evolução do clima nos próximos meses, que estimulará, caso ocorra normalização das chuvas, o uso de um pacote tecnológico avançado, fato não ocorrido na temporada passada. Sendo assim, a estimativa de área total deverá apresentar forte incremento, com um intervalo de 16,6 a 16,8 milhões de hectares. Já a soja vem se consolidando como o principal produto na evolução do agronegócio brasileiro e que tradicionalmente impulsiona o incremento da área nacional produtora de grãos, apresentando, neste exercício, intervalo entre 35,4 e 36,2 milhões de hectares.

    Com relação à área total de grãos no país, a perspectiva é de aumento de 0,2 a 2,3% para o plantio da safra 2018/19, que poderá variar de 61,9 a 63,1 milhões de hectares.

    Fonte:  CONAB – Companhia nacional de abastecimento

  • Robótica é sucesso no campo, dizem especialistas

    Alguns usos da robótica na agricultura, como visão computacional para detectar pragas e automação da colheita estão sendo consideradas opções de sucesso para os agricultores. Quem afirma são Marcelo Abreu, Head de Inovação e Felipe Neves, Arquiteto de Soluções, ambos do centro privado de pesquisa Venturus.

    “Os algoritmos e a robótica estão mais presentes do que nunca. Inclusive na lavoura! Hoje já é possível implementar algoritmos de posicionamento com erros abaixo da casa dos milímetros com servomotores de baixo custo para compor estruturas robóticas que atuem no campo. Além disso, a própria unidade de controle do robô pode ficar responsável por se comunicar com o gestor da lavoura, informando o andamento das atividades em tempo real”, escrevem.

    Os especialistas alertam para alguns impasses que ainda estão dificultando a utilização da robótica com o verdadeiro êxito na agricultura, consumo e fonte de energia elétrica necessária para a alimentação. No entanto, eles afirmam que pode se esperar um grade investimento dessa tecnologia, uma vez que acreditam que ela pode auxiliar em vários momentos da produção.

    “Em uma típica aplicação de agricultura de precisão, o robô pode, durante o dia, fazer uso de câmeras para obter imagens de cada item a ser futuramente colhido; classificar e adicionar as condições climáticas daquele momento, bem como enviar relatórios. Em outra aplicação, o mesmo robô pode analisar as condições de solo utilizando pontos equidistantes e sempre no mesmo horário”, comentam explicando o funcionamento de robôs cartesianos.

    Além do cartesiano, outro modelo que já está em uso é o robô com 7 graus de liberdade (7DoF), que promete automatizar a colheita de frutos sensíveis como tomate ou pêssego. “Ele tem a vantagem de ter mais liberdade de movimentos (quase uma réplica do movimento realizado pelo braço humano), o que é importante neste caso, já que os frutos não crescem em localidades regulares”, concluem.

    Fonte: Agrolink

  • Produção de milho do Brasil deve aumentar, diz USDA

    O mais novo relatório produzido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que a área e a produção de milho para o ciclo 2018/2019 devem aumentar. De acordo com os dados, a área deverá passar de 16,65 milhões de hectares para 18 milhões e a produção deve bater as 95 milhões de toneladas, ante 85 milhões do ciclo anterior.

    A notícia é considerada animadora pelos especialistas do Departamento, já que o ciclo de 2017/2018 havia registrado uma redução de 17 milhões de toneladas, ou 17,3% na produção e uma queda de 5,68% nos hectares plantados com a cultura. Para o USDA, as condições climáticas foram fundamentalmente responsáveis por essa diminuição.

    “Os declínios na área e produção foram devidos ao plantio tardio do milho safrinha, devido à colheita tardia da soja, ao investimento reduzido nos insumos agrícolas e à menor área para o milho de primeira e segunda safras. Além disso, as condições de seca e as geadas esporádicas em grandes áreas de safrinha prejudicaram significativamente os rendimentos”, diz o texto.

    As exportações do ano de mercado de 2017/2018 estão previstas em 21 milhões de toneladas, em linha com a estimativa de produção revisada para baixo. “A maior parte do milho safrinha tem sido tipicamente destinada a mercados estrangeiros, mas as exportações neste ano foram prejudicadas pela oferta limitada e pelo tabelamento do frete mínimo para o transporte rodoviário de cargas”, complementa o USDA.

    Quanto ao consumo, o Departamento espera que haja um crescimento em mais 4,8%, chegando em 65,5 milhões de toneladas. “Apesar dos reveses causados pela greve dos caminhoneiros em maio e de ter sido forçado a sacrificar milhões de aves, a indústria de carne de frango, que é responsável pelo consumo de grande parta da safra de milho, está em recuperação e deve crescer cerca de 2,3% no ano que vem”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • FAEP: Produtor precisa seguir normas para armazenar, transportar e descartar agroquímicos

    Para fugir de assaltos, agricultores guardam defensivos na cidade. Mas a prática pode trazer dor de cabeça se não forem observados os aspectos legais.

    A violência e a insegurança no campo geram efeitos colaterais. Com receio de roubos, muitos produtores rurais têm levado agroquímicos da fazenda para a cidade, uma vez que se tratam de produtos caros, constantemente alvo de ladrões. Ocorre que armazenar agroquímicos em áreas urbanas não é permitido, salvo se o produtor possuir licenciamento ambiental para isso. De acordo com a Resolução nº 28, de novembro de 2016, da Secretaria e Estadual de Meio Ambiente (Sema), só ficam dispensados do licenciamento ambiental estadual “os depósitos sem fins comerciais de
    produtos agrotóxicos, seus componentes e afins, localizados em propriedade rural”. Ou seja, somente aqueles depósitos em áreas rurais, desde que obedeçam uma série de requisitos.

    Segundo a engenheira agrônoma do Departamento Técnico Econômico (Detec) do Sistema FAEP/SENAR-PR Carla Beck, é possível armazenar estes produtos na área urbana desde que seja solicitado o licenciamento ambiental para aquela propriedade. “São vários documentos que o produtor deve protocolar por meio do sistema de gestão ambiental. O mais importante é a certidão da prefeitura municipal declarando que o local e o tipo de empreendimento estão em conformidade com a legislação de uso e ocupação do solo e com a legislação municipal de proteção ao meio ambiente”.

    Este ano um produtor da região do Norte Central do Estado chegou a ser preso por armazenar estes produtos na área urbana, enquadrado no Artigo nº 132 do Código Penal, que trata de “expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. Nesse caso, segundo relatos, o agricultor autuado tinha apenas sobras de produtos que caíram em desuso ou que não foram utilizados completamente na temporada anterior. Mesmo nestes casos, o armazenamento no meio urbano não é permitido. Qualquer dúvida, consulte o seu sindicato rural ou a FAEP.

    Fonte: Faep

  • Soja volta a cair nos EUA sem acordo com China

    O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (09.10) perdas de 6,75 pontos no contrato de Novembro/18, fechando em US$ 8,63 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 5,25 e 6,75 pontos.

    Após a estabilidade do início da semana, o mercado norte-americano da soja voltou a registrar perdas nos principais contratos futuros. O analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco, aponta que o aprofundamento da crise com a China pressiona as cotações em Chicago. Na sessão de ontem, a Casa Branca reiterou que a China não estava pronta para sentar e resolver as disputas comerciais em curso.

    A Consultoria AgResource destaca que o volume de operações em Chicago tem retraído frente ao novo relatório de Oferta e Demanda do USDA, que será publicado nesta quinta-feira: “As preocupações com as chuvas excessivas na colheita destas últimas 3 semanas deverão ser confirmadas, ou não, nas novas estimativas do Departamento”.

    A ARC já alerta que, apesar de atrasos, não deveremos observar perdas significantes para a produção da soja, em nível nacional: “O milho já entra em uma situação mais delicada, onde problemas de excesso hídrico acentua os danos por doenças de final de ciclo. Gestores de fundos agora veem o Mercado de Ações norte-americano em retração com a elevação das taxas de juros consecutiva. A especulação vê as commodities como uma das principais opções de compra para evitar a entrada nas Ações – as baixas não serão duradouras”.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Produção do Brasil em 2018/19 deve ser de 95 mi t, diz adido do USDA

    A produção de milho do Brasil em 2018/19 deve ser de 95 milhões de toneladas, ante 81,5 milhões na temporada anterior, impulsionada por um aumento da área plantada com a segunda safra, disse adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em relatório divulgado nesta terça-feira.

    A área total de milho deve aumentar para 18 milhões de hectares, um crescimento de cerca de 1,35 milhão de hectares ante o ciclo 2017/18, puxando principalmente pela expansão da área total da segunda safra, a safrinha.

    Segundo o adido, com um início rápido de plantio de soja em Estados como o Paraná e Mato Grosso, uma antecipação da colheita da oleaginosa é esperada, dando espaço para que mais milho safrinha seja plantado no período ideal, antes da temporada seca, informou o relatório.

    A produção em 2018/19 teria também melhores produtividades, após problemas climáticos na temporada anterior em algumas áreas.

    Em relação à exportação, os envios do país devem totalizar 30 milhões de toneladas em 2018/19, um aumento de quase 40 por cento ante 2017/18, devido à maior oferta e à desvalorização do real contra o dólar norte-americano, o que torna a commodity brasileira mais competitiva no mercado internacional.

    Porém o adido alertou que mudanças na política de fretes podem acabar interferindo nas exportações do país.

    Fonte: Reuters

  • Soja tem mais um dia de estabilidade em Chicago nesta 4ª feira à espera do novo USDA

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago trabalham com leves baixas no pregão desta quarta-feira (10). Ainda à espera dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que serão divulgados amanhã, as cotações testam leves baixas de pouco mais de 2 pontos entre os principais vencimentos na manhã de hoje.

    Assim, por volta de 7h50 (horário de Brasília), o contrato novembro/18 tinha US$ 8,60 por bushel, enquanto o maio/19, referência para a nova safra brasileira, era cotado a US$ 9,00.

    Ainda assim, apesar do foco maior estar sobre o novo boletim do USDA, o mercado, segundo explicam analistas de mercado da consultoria internacional Allendale, Inc., também seguem no radar outros fatores a serem observados pelos traders.

    “O relatório é o que mais chama a atenção agora, mas a chegada de um furacão aos EUA – que já castigou parte da Flórida – um ritmo mais lento do que o esperado para a colheita e mais chuvas chegando ao Meio-Oeste dos EUA também estão sendo considerados pelo mercado neste momento”, diz o reporte da consultoria.

    Os números do boletim semanal da acompanhamento de safras do USDA divulgado no final da tarde de ontem mostrou 32% da área de soja colhidos, contra 23% da semana anterior, 34% do ano passado e 36% de média dos últimos cinco anos. A expectativa do mercado, porém, era de 39% para a oleaginosa.

    “A ARC já alerta que apesar de atrasos, não deveremos observar perdas significantes para a produção da soja, em nível nacional. O milho já entra em uma situação mais delicada, onde problemas de excesso hídrico acentua os danos por doenças de final de ciclo”, explicam os analistas de mercado da AgResource Mercosul (ARC).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Rio Grande do Sul deve iniciar plantio da soja nesta semana

    A previsão das cooperativas agropecuárias do Rio Grande do Sul é que nesta semana deve ser iniciado com intensidade o plantio da soja no Estado. Na avaliação da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), o clima deve ajudar e a antecipação de plantio em relação a anos anteriores pode auxiliar na produtividade da oleaginosa nas lavouras gaúchas.

    De acordo com o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, existe um movimento acentuado nos últimos dias para a soja, com áreas dessecadas, com expectativa para iniciar nesta semana a semeadura nas lavouras gaúchas. “Nos últimos cinco anos no Rio Grande do Sul as primeiras lavouras plantadas foram as mais produtivas e essa antecipação da época de plantio é uma prática que vem se intensificando”, observa.

    Em relação a área, o dirigente da FecoAgro/RS acredita que a cultura deve ter um acréscimo de aproximadamente 2% no terreno cultivado e com certo otimismo em relação ao clima, com a previsão de El Niño com chuvas acima do normal até janeiro no Rio Grande do Sul. “Isso é muito bom para a lavoura de soja”, destaca.

    Sobre preços, a perspectiva é de valores menores com a safra em relação ao período anterior, mas salienta que existe esta incógnita em relação ao dólar, com indexadores ligados à política, por causa das eleições. “É preocupante para o produtor os preços dos insumos, é um crescimento muito maior do que a desvalorização cambial e isto assusta o produtor, especialmente no que diz respeito aos fertilizantes”, afirma Pires.

    As cooperativas agropecuárias gaúchas são responsáveis por pelo menos 50% da originação da soja do Rio Grande do Sul, o que significa que o sistema recebe ao menos metade da produção. A soja tem contribuído com os resultados das cooperativas agropecuárias, que em 2017 alcançaram um faturamento acima de R$ 20 bilhões e um crescimento em seus negócios.

    Fonte: Agrolink

  • Soja opera estável em Chicago nesta 3ª feira e mercado segue se ajustando antes do USDA

    Segue a estabilidade entre os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. No pregão desta terça-feira (9), o mercado internacional ainda trabalhava com oscilações bastante tímidas e, na manhã de hoje, testando mais leves baixas.

    Perto de 7h40 (horário de Brasília), os preços perdiam pouco mais de 2 pontos entre os principais contratos, com o novembro/18 valendo US$ 8,67 por bushel. O maio/19, que serve como referência para a safra do Brasil, valia US$ 9,05 por bushel.

    Bem ligados aos fundamentos da soja, os traders seguem focados nas chuvas excessivas que ainda chegam ao Meio-Oeste dos EUA, comprometendo o avanço da colheita. Ainda assim, continuam a ver boas condições das lavouras até este momento, mas já preocupados com uma perda de qualidade dos grãos que seguem nos campos.

    Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras atualizando o estado das plantações e o percentual de área colhida. Devido ao Columbus Day ontem, os números sairão hoje. As expectativas variam de 32% a 35% para a soja.

    No paralelo, o mercado também já se ajusta ao novo relatório mensal de oferta e demanda que o USDA traz na quinta-feira, 11. E assim, segue se comportando de forma técnica, sem muitas variações intensas.

    Fonte: Notícias Agrícolas