Eduarda Pereira

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  • Soja opera estável em Chicago nesta 2ª frente à semana cheia de informações

    A semana começa com estabilidade para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Nesta segunda-feira (7), as cotações recuavam pouco mais de 1 ponto nos principais contratos, com o novembro/19 US$ 9,15 e o março/20 a US$ 9,39 por bushel.

    Os próximos dias serão importantes para este mercado com focos entre as notícias de geopolítica – principalmente às ligadas à guerra comercial – e as questões de clima tanto para o Brasil, quanto para os Estados Unidos.

    “Nos EUA, as temperaturas caíram bem e continua o risco de geadas enquanto no Brasil chuvas e períodos de seca, dependendo da região, os quais podem influenciar nesta fase inicial da temporada”, explica o consultor da Cerealpar e da AgroCulte, Steve Cachia.

    Mais do que isso, o mercado se atenta ainda às especulações sobre a divulgação do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira, 10 de outubro.

    E é nesse dia também que começa a nova rodada de negociações entre China e Estados Unidos, pessoalmente, na capital americana.

    “Qualquer pressão sazonal maior esta semana tende a ser limitada devido à especulação positiva em relação a estes 2 fatores e o vies é para uma reação nas cotações futuras, especialmente se tiver confirmações de compras novas de soja americana pela China”, completa Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Produtores de grãos desconfiam do Dicamba enquanto Bayer promove nova semente

    Os produtores brasileiros estão cautelosos quanto à iminente introdução no mercado de uma nova tecnologia de sementes de soja geneticamente modificada, citando os riscos associados ao Dicamba, um herbicida tolerado pelo novo material.

    Amplamente utilizado nos Estados Unidos, o Dicamba foi descrito como um produto volátil e que pode facilmente ser espalhado pelo vento, comprometendo a soja não tolerante a ele, disseram produtores à Reuters.

    “O Dicamba fica suspenso no ar, qualquer brisa leva esse produto muito longe, e isso causa uma toxicidade em outras sojas”, disse Cayron Giacomelli, agricultor e agrônomo. “Por isso, eu tenho medo dessa tecnologia.”

    A Associação Brasileira dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) afirmou na sexta-feira que a Bayer, proprietária da tecnologia de sementes “Intacta 2 Xtend”, está convidando produtores a participarem dos testes nesta safra.

    A Aprosoja solicitou que eles busquem informações com a Bayer a respeito do impacto do uso do Dicamba, acrescentando que há herbicidas alternativos no Brasil.

    “Nos EUA, onde a tecnologia já foi lançada, as ervas daninhas são diferentes das existentes no Brasil. Lá o Dicamba se constitui em ferramenta essencial”, afirmou a Aprosoja.

    O produtor José Soares disse à Reuters que não vai participar dos testes da Bayer. “O Dicamba é muito perigoso, e não temos necessidade.”

    A Bayer afirmou que a semente combina biotecnologia com novas ferramentas de proteção ao cultivo para elevar “a produtividade do agricultor a um novo patamar”.

    A companhia alemã disse ainda que há especialistas e acadêmicos acompanhando os testes da nova semente e a aplicação do defensivo Dicamba, com o intuito de entender as especificidades das condições brasileiras.

    Segundo a Bayer, variedades de soja com a tecnologia Xtend foram lançadas em 2016 nos EUA. A Bayer informou que planeja lançar a tecnologia comercialmente no Brasil na safra 2021/2022.

    Os produtores brasileiros não se opõem ao uso da nova tecnologia, mas querem que a Bayer se responsabilize por eventuais problemas.

    Antonio Galvan, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), disse à Reuters que a contaminação decorrente da aplicação do Dicamba nos EUA é uma preocupação.

    “Se o produto for para o mercado, que a empresa seja totalmente responsabilizada por qualquer problema que venha a acontecer”, afirmou Galvan, acrescentando que a soja que não tem resistência ao Dicamba é um dos produtos mais suscetíveis à toxicidade do herbicida.

    A companhia disse que vai recomendar que agricultores no Brasil utilizem o Dicamba “com uma nova formulação, capaz de reduzir significativamente a volatilidade do produto em relação à primeira geração”.

    Paralelamente, a Aprosoja MT e outras associações regionais estão questionando na Justiça a validade da patente da soja Intacta RR2 PRO, uma semente tolerante ao herbicida glifosato e a insetos.

    Sobre o herbicida Dicamba, a Bayer disse que está preparada para responder a questões e treinar intensamente agricultores que optarem pelo uso da tecnologia.

    “A escolha sobre qual tecnologia usar é sempre do produtor”, apontou a empresa.

    A Aprosoja afirmou que mais de 2.700 reclamações foram abertas nos EUA por sojicultores que não utilizavam a tecnologia Xtend, mas foram afetados pelo Dicamba aplicado em fazendas vizinhas.

    A janela de plantio mais ampla no Brasil apresenta riscos que os agricultores norte-americanos não enfrentam, acrescentou a Aprosoja.

    Fonte: Reuters

  • China compra soja dos EUA antes de negociações comerciais, dizem operadores

    Empresas chinesas compraram até 600 mil toneladas de soja dos Estados Unidos nesta segunda-feira para embarques de novembro a janeiro, como parte de uma cota livre de tarifas atribuída nesta semana aos importadores para compra de até 2 milhões de toneladas, disseram duas fontes com conhecimento das negociações mencionadas.

    As aquisições de ontem (30/9) aconteceram antes das negociações comerciais de alto nível entre EUA e China, que têm início agendado para a próxima semana e visam encerrar uma guerra comercial que já dura 15 meses e afetou as exportações agrícolas norte-americanas e os mercados globais.

    Uma quantidade entre duas e dez cargas de cerca de 60 mil toneladas de soja cada já foram vendidas, disseram as fontes. Uma fonte disse que os compradores incluem empresas privadas e estatais.

    A China fez frequentes compras de produtos agrícolas dos EUA como gesto de boa vontade antes das negociações comerciais.

    As compras contribuíram para um rali nos contratos futuros da soja em Chicago, valor de referência da oleaginosa, nesta segunda-feira. O vencimento mais ativo encerrou a sessão em alta de 2,41%.

    Importadores chineses realizaram compras de mais de 1 milhão de toneladas de soja dos EUA na semana passada, após as negociações de segundo escalão realizadas em Washington, na maior onda de aquisições ao menos desde junho.

    A China, que tem obtido a maior parte de sua soja na América do Sul desde que a guerra comercial com os EUA explodiu no ano passado, concedeu isenções a diversos importadores para que comprem soja dos EUA sem as tarifas retaliatórias, como um gesto de boa vontade antes das negociações.

    Uma solução para a guerra comercial, porém, está longe de esclarecida, após fontes afirmarem que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando deslistar empresas chinesas das bolsas de valores norte-americanas. A China alertou nesta segunda-feira que o movimento, que representaria uma escalada radical nas tensões comerciais entre os países, desestabilizaria os mercados internacionais.

    Fonte: Reuters

  • Soja: Mercado começa a sessão desta 3ª feira com ligeiras valorizações na Bolsa de Chicago

    Após fechar a sessão de ontem com fortes valorizações, as cotações futuras da soja iniciaram o pregão desta terça-feira (01) com ligeiras valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais contratos da commodity exibiam altas de 2,25 a 1,75 pontos, por volta das 09h23 (Horário de Brasília). O contrato novembro/19 era negociado a US$ 9,08 por bushel, enquanto, o vencimento janeiro/2020 trabalhava US$ 9,21/bushel.

    De acordo com as informações do Analista da Farm Futures, Bryce Knorr, os futuros de grãos estão operando com volatilidade nesta manhã, digerindo os ganhos acentuados nesta segunda-feira a partir de relatórios de alta das ações do USDA. “Com as próximas estimativas de produção, oferta e demanda devidas pelo governo em 10 de outubro, a atenção voltou-se para as previsões meteorológicas de sinais de geada que poderiam encerrar a estação de crescimento”, afirmou Knorr.

    Embora algumas áreas do oeste do Corn Belt possam ser danificadas no final desta semana, ainda não há sinal de frio generalizado. Os modelos climáticos americanos continuam oscilando nas previsões no final da próxima semana, mas falta confirmação até o momento.

    Nesta segunda-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) atualizou o seu boletim de semanal de acompanhamento de safras, informando o avanço da colheita do milho e da soja no Corn Belt. Nesse início de colheita para a soja, até 29 de setembro 7% das lavouras foram colhidas, sendo que o mercado apostava em um avanço de 6%.

    Em igual período do ano passado, a colheita era de 22% e a média dos últimos cinco anos é de 20%. As lavouras em condições boas e excelentes ficaram em 55%, uma melhora de 1% com relação à semana anterior.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Guerra Comercial segue pressionando soja nos EUA

    O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (27/9) baixa de 5,50 pontos no contrato de Novembro/19, fechando em US$ 8,83 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 5,00 e 5,50 pontos.

    Os principais contratos futuros fecharam a semana com perdas no mercado norte-americano da soja, com o pessimismo na Guerra Comercial voltando à tona. “Presidente Trump declarou que estaria considerando a possibilidade de excluir companhias chinesas das bolsas norte-americanas. Assim, se teme que retorne o distanciamento nas negociações entre os dois países para chegar a um acordo comercial”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.

    De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, os operadores demonstraram baixo interesse especulativo: “Os fundamentos básicos do mercado de grãos não oferecem nenhum suporte aos preços, enquanto que a política continua mostrando suas ‘garras’. No fim da manhã em Chicago, agências de notícias privadas relataram que os Estados Unidos estariam limitando a entrada de empresas da China na listagem de suas companhias em bolsas acionárias estadunidenses. Este movimento é tido como negativo à qualquer tentativa de reconciliação comercial entre Trump e Jinping”.

    “Por outro lado, novos encontros de alto calão entre os Governos dos EUA e China estão agendados para 2 semanas. Qualquer novidade sobre o ‘tom’ das conversas nestas futuras reuniões irá ditar a tendência dos preços internacionais da soja e milho. No Brasil, as cotações da oleaginosa continuam sendo um reflexo do câmbio, ainda com boas ofertas de travas 2020”, concluem os analistas da ARC Mercosul.

    Fonte: Agrolink

  • Mercado de milho: saiba o que pode mexer com as cotações na semana

    A divulgação do relatório trimestral de estoques de milho, que será realizada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) hoje (30/9), vai dar o tom do mercado na semana. No Brasil, produtores estão de olho na meteorologia, já que as chuvas ainda estão irregulares em boa parte do Centro-Sul.

    Confira os fatos que devem mexer com as cotações de milho na semana. As dicas são do analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias:

    O tom pessimista se estendeu no decorrer da sessão da última sexta-feira, 27, avaliando a expectativa em relação ao relatório trimestral de estoques, que será divulgado pelo USDA na próxima segunda-feira, 30;

    De acordo com analistas e traders consultados por agências internacionais, o USDA deve indicar estoques de 2,436 bilhões de bushels de milho, acima dos 2,14 bilhões de bushels indicados em 1º de setembro de 2018;

    O clima também é fator determinante, avaliando a projeção de frio intenso para o Meio Oeste norte-americano, nos modelos de 8 a 14 dias;

    O quadro se torna preocupante à medida que a colheita vem fluindo com maior lentidão, se comparada a anos anteriores;

    Portanto, o acompanhamento dos números divulgados no relatório semanal de evolução da colheita também é preponderante para a formação de tendência de curto prazo.

    Os produtores brasileiros seguem optando pela retenção como estratégia recorrente, dado o volume de chuvas irregular ao longo do terceiro trimestre sobre uma grande parcela do Centro-Sul;

    O plantio deve se iniciar em algumas localidades do Sudeste e do Centro-Oeste do país nos próximos dias, a partir das primeiras chuvas registradas na última semana;

    A situação ainda está longe de uma regularização. No entanto, a meteorologia aponta que o Paraná, boa parte do Sudeste e parte de Mato Grosso do Sul terão chuvas mais regulares em outubro. A dúvida e a preocupação estão com a maior parcela do Centro-Oeste;

    Essas condições aumentam os temores em relação ao primeiro quadrimestre de 2020.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho abre a semana estável em Chicago no aguardo de números do USDA

    A segunda-feira (30) começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) estável para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações flutuavam entre 0,25 pontos negativos e 0,50 pontos positivos por volta das 08h48 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/29 era cotado à US$ 3,72 com alta de 0,50 pontos, o março/20 valia US$ 3,84 com ganho de 0,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,91 com estabilidade e julho/20 tinha valor de US$ 3,96 com queda de 0,25 pontos.

    Segundo informações da Farm Futures, as cotações do milho futuro abrem a semana com poucas movimentações, uma vez que o mercado aguarda a divulgação do relatório trimestral de estoques de grãos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deverá acontecer nesta segunda-feira.

    “Antes do próximo relatório trimestral de estoques de grãos do USDA, na segunda-feira, os analistas esperam que a agência mostre que os estoques domésticos de milho avançam um pouco à frente em relação ao ano anterior, em 2,418 bilhões de bushels”, aponta o analista de grãos Ben Potter.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado Futuro opera na manhã desta 2ª feira com valorizações em Chicago

    Nesta segunda-feira (30), as cotações futuras da soja iniciaram a sessão com fortes valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais contratos da commodity exibem altas de 8,00 pontos, por volta das 08h44 (Horário de Brasília). O contrato novembro/19 era negociado a US$ 8,91 por bushel, enquanto, o vencimento janeiro/2020 trabalhava US$ 9,05/bushel.

    De acordo com o boletim matinal da Labhoro corretora, os mercados estão iniciando a semana do lado positivo da tabela motivados pela as condições climáticas e no aguardo do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “O USDA divulgará seu relatório semanal do progresso das safras nos EUA. Estima-se que a colheita de milho esteja 14% completa (contra 7% na semana passada). Já a colheita de trigo de inverno é estimada 38% completa (contra 22% na semana anterior)”, informou a Labhoro.

    Além disso, o USDA também vai reportar o relatório trimestral de estoques hoje, na qual os analistas estimam os estoques de soja em 982 milhões de bushels, milho 2.428 bilhões e trigo 2.318 bilhões. Se estes números estiverem corretos, serão recordes para soja e milho.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja abre em alta nesta quinta-feira (26), com reaproximação entre EUA e China

    O mercado da soja iniciou a sessão desta quinta-feira (26) com altas nos principais contratos, principalmente por conta das últimas negociações comerciais entre EUA e China. Às 9:44, o novembro/19 estava cotado a US$ 8,93, alta de 4,5 pontos e o março/2020 estava a US$ 9,20, alta de 5,25 pontos.

    Ontem (25) o USDA confirmou uma nova compra de 581 mil toneladas de soja americana feita pela China e de acordo com Fernando Pimentel, analista da Agrosecurity Consultoria , o especialista acredita que essa reaproximação é uma sinal que o governo chinês está colocando na mesa de negociação, já que a próxima reunião entre as duas grandes potências será em outubro.

    Segundo informações da Labhoro Corretora, durante a manhã o USDA divulgou o relatório das vendas semanais. Soja e trigo vieram dentro das estimativas, enquanto milho veio abaixo. Os números foram: soja 1.03 milhão de toneladas (contra expectativa de 800 mil a 1.3 milhão de toneladas), milho 494 mil (contra 600 mil a 1.1 milhão) e trigo 283,2 (contra 200 a 500 mil toneladas). O USDA também divulgou vendas extras de soja. 257 mil toneladas para a China, ano comercial 2019/2020.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Estabilidade segue presente nas cotações do milho em Chicago nesta quinta-feira

    A quinta-feira (26) começa com os preços internacionais do milho futuro se mantendo estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT), assim como visto ontem. As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 pontos negativos e 0,50 pontos positivos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,74 com queda de 0,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,85 com alta de 0,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,93 com ganho de 0,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,99 com elevação de 0,50 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, o milho segue com poucas mudanças, pois o mercado aguarda uma imagem mais clara dos rendimentos da colheita.

    “Os investidores voltaram sua atenção para os dados dos estoques de grãos a serem publicados na segunda-feira seguinte pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)”, aponta P.J. Huffstutter da Reuters Chicago.

    Outro fator que influência no mercado são os dados semanais do EIA, que mostraram o menor total semanal de produção de etanol desde abril de 2016 em 943.000 barris / dia durante a semana de 20/9. Isso representa uma queda de 60.000 bpd em relação à semana anterior.

    “Os estoques de etanol caíram 739.000 barris em 22,5 milhões, já que o Centro-Oeste teve sua maior queda semanal no recorde de 612.000 barris. As importações de etanol também foram registradas em uma alta de quase 7 anos de 113.000 bpd”, relata o site Barchart.

    Fonte: Notícias Agrícolas