Eduarda Pereira

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  • Soja inicia dezembro com leves altas em Chicago e atenção mantida sobre o dólar no Brasil

    Os preços da soja sobem levemente na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (2). Um novo mês começa para o mercado internacional e as cotações da oleaginosa ainda têm dificuldade para definir uma direção diante da falta de notícias sobre as relações entre China e Estados Unidos.

    Por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 1,75 e 2,25 pontos nos principais vencimentos, levando o janeiro a US$ 8,78 e o maio/20, importante referência para a safra do Brasil, a US$ 9,07 por bushel.

    Ao lado das informações da guerra comercial, os traders se dividem entre a conclusão da safra dos EUA, com a colheita praticamente finalizada, e o desenvolvimento da nova safra da América do Sul. As condições de clima, ao menos até este momento, são favoráveis na maior parte das regiões produtoras.

    “Com o pessimismo na falta de anúncio de novo acordo, traders impressionados com as compras pesadas de soja americana pela China nas últimas semanas. No entanto, não se emocionam com isso e o mercado segue na defensiva, entendendo que uma vez que começa a entrar a safra brasileira, estes volumes devem despencar”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da AgroCulte e da Cerealpar.

    NO BRASIL

    O foco dos negócios no Brasil segue sobre o dólar. A moeda americana tem tido dias de altas intensas, motivando a formação de preços melhores no mercado nacional, bons negócios e compensando as baixas observadas na Bolsa de Chicago.

    No Brasil, como explica o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, atenção também à demanda interna, onde as indústrias seguem ainda atuantes nas compras e pagando melhor do que as exportações em algumas localidades.

    “As indústrias devem vir a campo para se abastecer, mas os portos seguirão firmes em função da guerra comercial entre os EUA e China, a qual deve manter boa presença de compradores nos portos brasileiros. Como estamos no pico da entressafra e com pouca soja para ser negociada, há um apelo para manutenção e até apelo para alguns ajustes positivos nos preços. O mercado interno segue firme nesta semana que entra”, diz Brandalizze.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Com Chicago e Nova York fechadas nesta 5ª por Dia de Ação de Graças, BR mantém foco no dólar

    Os Estados Unidos comemoram o feriado do Dia de Ação de Graças nesta quinta-feira, 28 de novembro, e assim as bolsas de Chicago e Nova York não operam. Os negócios serão retomados amanhã, mas só por meio período. O feriado é um dos mais importantes para os americanos e mobiliza todo o país.

    Dessa forma, o ritmo de formação dos preços pode ficar um pouco mais lento para a soja no Brasil, já que o mercado se referencia na CBOT. O apelo maior virá, mais uma vez, do dólar, como tem acontecido nos últimos dias.

    Para o milho, atenções ainda mais voltadas para o andamentos dos negócios na B3, onde os futuros do cereal vêm registrando ganhos consecutivos, e claro, no mercado cambial. O dólar forte também tem motivado intensas exportações de milho pelo Brasil e 2019 pode ser ano de volumes recorde.

    O cenário foi, inclusive, destaque no quadro internacional nesta quarta. A consultoria Allendale, Inc. trouxe em seu boletim diário a informação de que as fortes exportações da América do Sul têm pressionado os preços dos grãos nos EUA. Afinal, não só a soja registra um bom momento de vendas para exportação, como o milho também. De acordo com a última estimativa da Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais), serão 41 milhões de toneladas exportadas do grão brasileiro, número que também foi destacado pela Allendale.

    “Essas estimativas foram reforçadas pela moeda brasileira mais fraca e preços um pouco mais altos nos EUA (de milho) depois das perdas causadas pelos problemas climáticos”, diz a consultoria internacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Chicago tem leves altas nesta 4ª antes de feriado nos EUA. BR mantém foco no câmbio

    Quarta-feira (27) de leves altas para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam entre 2 e 2,25 pontos nos principais contratos, levando o janeiro a US$ 8,86 e o março a US$ 9,01 por bushel.

    Às vésperas de um dos feriados mais importantes dos EUA, o do Dia de Ação de Graças a ser comemorado nesta quinta-feira 28 de novembro, os traders se posicionam, ajustam suas posições depois de cinco dias consecutivos de baixa.

    “Os traders continuam na defensiva e e talvez noticias de novas compras de soja americana pela China podem estancar as perdas”, diz o consultor de mercado Steve Cachia, da AgroCulte e da Cerealpar.

    MERCADO BRASILEIRO

    No Brasil, está mantido o foco sobre o andamento do dólar e dos prêmios, ambos em elevação. Ontem, a moeda americana chegou a testar patamares próximos a R$ 4,28 e ajudou, mais uma vez, a promover um suporte importante aos preços da soja brasileira.

    Nos portos, as referências para a safra velha permanecem acima dos R$ 90,00 por saca. Na safra nova, as referências também sobem e, segundo relata o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, a safra nova – nas posições mais distantes de entrega e pagamento – chegaram a marcar até mesmo os R$ 91,00 por saca, nos melhores momentos desta terça (26).

    “Os níveis chegaram ao maior patamar nominal da safra nova para julho e agosto nos R$ 91, mas somente alguns boatos de fechamentos de soja do Centro-Oeste, enquanto nas demais regiões o ritmo era um pouco mais lento”, explica Brandalizze. “E com o feriado americano de Ação de Graças na quinta-feira, muita gente antecipou o fechamento de câmbio para quitar dívidas e também para mandar a moeda para as matrizes e este fato também pesou. Tudo indica que, passando esta semana, a moeda deve perder fôlego”, completa.

    Ainda assim, como explica o consultor, a soja segue valorizada em reais e perdendo um pouco em dólares, mas com forte demanda nos portos e quase nada de ofertas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Chicago começa 4ª feira com ganhos para os futuros do milho

    A quarta-feira (27) começa com leves ganhos para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 1,00 e 1,25 pontos por volta das 09h04 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,68 com elevação de 1 ponto, março/20 valia US$ 3,79 com ganho de 1,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,85 com valorização de 1,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,90 com alta de 1,25 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho ganharam terreno no início do comércio, recuperando parte das perdas de ontem neste último dia de movimentações na bolsa antes do feriado americano de Ação de Graças nesta quinta-feira (28).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • China registra lagarta do cartucho com alta resistência

    As Spodoptera frugiperdas, também chamadas de lagartas do cartucho, que atingem a China têm alta resistência ao pesticida organofosforado, segundo informações colhidas por uma grande equipe de pesquisa. O estudo foi feito pelo Centro de Genômica Ecológica do Instituto de Genômica Agrícola de Shenzhen, Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, juntamente com a equipe do acadêmico Wu Kongming, Instituto de Proteção de Plantas, Academia Chinesa de Ciências Agrícolas e outros institutos.

    A equipe de pesquisa realizou o sequenciamento de 105 amostras de lagartas do cartucho que atingem 16 províncias (cidades ou regiões autônomas) na China e expuseram que as spodoptera frugiperdas que atingem o país são híbridos com antecedentes genéticos de lagartas do milho.

    Verificou-se através da detecção por varredura de genes relacionados à resistência que os grupos que atacam a China têm uma frequência relativamente alta de variação genética de resistência a pesticidas organofosforados tradicionais, pesticidas organoclorados e pesticidas piretróides, enquanto a equipe não encontrou nenhum local de mutação do gene de resistência para novos pesticida amida e toxina Bt, mostrando que eles têm alta resistência ao pesticida tradicional.

    A pesquisa mostra que não é adequado usar pesticidas tradicionais como pesticida organofosforado, pesticida organoclorado e piretróide para controlar a invasão de lagarta do cartucho na China, enquanto pesticida amida, toxina Bt e cultura Bt podem prevenir eficazmente esse tipo de praga que está causando problemas de bastante gravidade no país asiático nos últimos tempos.

    Fonte: Agrolink

  • Futuros do milho abrem a quinta-feira estáveis em Chicago

    A quinta-feira (21) começa com os preços internacionais do milho futuro praticamente estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,75 pontos por volta das 09h01 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,67 com valorização de 0,75 pontos, o março/20 valia US$ 3,77 com alta de 0,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,83 com ganho de 0,50 e o julho/20 tinha valor de US$ 3,89 com elevação de 0,50 pontos.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros de grãos foram pouco alterados nas negociações da noite para o dia em meio à incerteza sobre a guerra comercial em andamento entre os Estados Unidos e a China.

    O tão esperado acordo comercial da “fase um” entre os países – as duas maiores economias do mundo – pode ser adiado até o próximo ano, informou a Reuters ontem.

    Os EUA devem impor tarifas a bilhões de dólares a mais em produtos chineses em 15 de dezembro, e o presidente Donald Trump disse nesta semana que aumentaria os impostos sobre as importações do país asiático se um acordo não for feito em breve.

    O estrategista do Morgan Stanley, Andrew Sheets, disse à CNBC hoje que o chamado acordo da primeira fase “pode ​​ser o melhor possível” e que outros acordos “permanecem distantes no próximo ano”. Pequim não aceitará um acordo sem reduções de tarifas e está supostamente relutante em concordar com uma quantidade definida de importações agrícolas.

    Já o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, disse a repórteres que seu país está disposto a trabalhar em direção a esse acordo e que os dois lados estão se comunicando.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja mantém estabilidade em Chicago nesta 5ª sem desviar atenção do cenário China x EUA

    Os preços da soja continuam recuando na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (21). Ainda assim, o mercado mantém sua cautela e as variações são bem limitadas. Perto de 8h (horário de Brasília), as baixas variavam de 1 a 1,25 ponto nos principais contratos, com o janeiro valendo US$ 9,03 e o maio, US$ 9,31 por bushel.

    Os traders se mantém na defensiva à espera de notícias consistentes. A informação de que a primeira fase do acordo entre China e Estados Unidos pode não se efetivar ainda este ano pesou sobre as cotações, porém, hoje a notícia já é de que Pequim teria convidado negociadores comerciais americanos para uma nova rodada de discussões, segundo o Wall Street Journal.

    Com tudo isso, os traders ficam ainda mais atentos aos passos dados ou anunciados pelos dois países e as atenções e voltam ainda para a possibilidade crescente de que a disputa se estenda para o ano que vem.

    “Tudo ficaria para 2020 e com eleições presidenciais nos EUA, a questão pode passar a ser mais política do que economica/comercial”, diz o consultor da AgroCulte e da Cerealpar, Steve Cachia.

    Ainda nesta quinta-feira, o mercado espera também pelas vendas semanais para exportação a serem reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas para a soja variam de 800 mil a 1,4 milhão de toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Movimento Agro 4.0 atrai jovens para a produção no campo

    A força do agro e a clara relevância dele no PIB do Brasil tem gerado cada vez mais demanda de trabalho, e, por consequência, maior interesse de quem busca oportunidades. Um curioso movimento que vai na contramão do êxodo rural, observado na segunda metade do século XX. O que chama atenção é o número de jovens que preferem o campo à cidade.

    Uma pesquisa divulgada em maio de 2017, pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), indicou que a idade média dos produtores rurais caiu 3,1% nos últimos quatro anos, baixando para 46,5 anos. Os resultados também mostram essa mudança de direção, com o aumento da presença de jovens entre 20 e 35 anos, que saltou de 15% para 27% desde a última pesquisa.

    Outro destaque da pesquisa é a porcentagem desses profissionais que são formados: 21% tem graduação completa em cursos como veterinária, agronomia e administração de empresas. Pelo que vê o IBGE, no último Censo Escolar divulgado em 2018, esse número tende a crescer, já que 10, 57% de escolas com ensino médio estão na zona rural.

    Este cenário caminha ao lado do surgimento em massa das agrotechs, empresas de tecnologia que desenvolvem solução para o setor agro. Nas últimas duas décadas aumentou a quantidade de empresas que dominam este mercado, criando o movimento Agro 4.0.

    Assim é chamada a interação da agricultura com a tecnologia e com as pessoas que a operam. Essa conexão entre campo, máquina, pessoas e dispositivos busca expandir a produtividade, qualidade, sustentabilidade e competitividade do setor, além de tornar a vida do empresário rural mais cômoda.

    — A vida no campo é dura: dorme-se pouco, acorda-se muito cedo para dar início aos trabalhos diários, muito trabalho braçal está envolvido, lama, poeira. Com a transformação tecnológica muita coisa passou a ser automatizada, facilitou a vida do agricultor. E não só isso, trouxe resultado e retorno financeiro. E isso vem despertando o interesse dos mais jovens. Foi mais ou menos o que aconteceu conosco — comenta Adriano Naspolini, diretor-técnico da Hexagon Agriculture.

    O envolvimento de Adriano e de seu sócio, Bernardo de Castro, com o agronegócio vem justamente da herança familiar. O avô de Adriano teve fazenda de pecuária quando ele era mais jovem. A família de Bernardo trabalhava com agricultura. Eles se conheceram na faculdade e saíram de lá com uma clara percepção do nicho, que tinha pouquíssima barreira de entrada e quase nenhuma competição. O terceiro sócio, Gustavo Raposo, já trabalhava com tecnologia. Era o elo que faltava para a criação da Arvus em 2004, empresa de automação de equipamentos agrícolas que foi adquirida em 2014 pela gigante Hexagon.

    Acessibilidade ainda deve melhorar
    Ainda segundo Adriano, um dos problemas que encontraram quando começaram a empresa foi a aceitação da tecnologia por parte dos produtores rurais. Mas talvez o mais principal problema era a falta de acessibilidade à tecnologia, principalmente à internet.

    Hoje o cenário está mudando. Segundo o IBGE, em 11 anos o acesso à Internet na zona rural aumentou 1.790,1%. Pelo levantamento do Instituto, em 2006 o número de produtores rurais que declararam acessar a web passou de 75 mil para quase um milhão e meio.

    Santa Catarina é o quinto estado com maior cobertura de Internet no campo. Segundo dados levantados pelo Censo Agro em 2017, e publicados pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca do Estado, ampliou em 1.313,9% o acesso à internet no meio rural catarinense.

    Com acesso à Internet o nível de confiança na tecnologia aumentou e novas soluções puderam ser aplicadas no dia a dia do empresário rural, como o recebimento de informações sobre sua produção ou gestão em tempo real.

    Mas com maior velocidade e expansão na cobertura, com a chegada do 5G, por exemplo, outros processos podem ser melhorados: o monitoramento de toda a gestão da fazenda poderá ser feito com inteligência artificial em servidores na nuvem, de qualquer dispositivo com acesso online. Além disso, maior velocidade de conexão permite tecnologias para controle de temperatura, de uso de água e de estações meteorológicas.

    Fonte: NSC Total

  • Soja: Mercado mantém estabilidade em Chicago nesta 4ª, mas segue firme no Brasil

    O mercado da soja trabalha com leves altas nesta quarta-feira (20) na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h50 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 3,25 e 3,75 pontos nas posições mais negociados. Assim, o contrato janeiro tinha US$ 9,14 e o maio/20, US$ 9,40 por bushel.

    O andamento dos futuros da oleaginosa segue limitado ainda pela falta de notícias, principalmente ligadas à disputa entre China e Estados Unidos.

    “O processo de impeachment de Trump, ameaças de tarifas à China (sem a assinatura do acordo entre os dois países) e sinais de que um acordo comercial EUA/China ainda não está selado deixam o mercado limitado na tentativa de reação em Chicago”, explica o consultor da Cerealpar e AgroCulte, Steve Cachia.

    Por outro lado, ainda segundo o executivo, o mercado sente algum alívio do lado da fase final da colheita norte-americana. “De positivo é que a pressão sazonal da colheita nos EUA já cedeu e o mercado já antecipa nova queda nas estimativas de produção da safra 2019 dos EUA devido a problemas climáticos na reta final da temporada”, diz.

    Se o quadro é este no mercado internacional, no Brasil o mercado segue firme com o dólar ainda em patamares elevados. A moeda americana próxima dos R$ 4,20 motiva muitos e bons negócios para os produtores brasileiros, que têm aproveitado as oportunidades e concluindo bem a comercialização da safra velha e evoluindo bem a da safra nova.

    “No Brasil, o dólar que já está em níveis recordes é o principal fator de suporte aos preços em reais no mercado interno, ameaça fugir do controle e a expectativa é de que a qualquer momento o Banco Central terá que intervir com certa agressividade”, completa Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: colheita lenta sustenta leves altas em Chicago nesta terça-feira

    A terça-feira (19) começa com leves ganhos para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 0,75 e 1,25 pontos por volta das 08h55 (horário de Brasília).

    O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,69 com valorização de 1,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,78 com alta de 1,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,83 com elevação de 0,75 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,89 com ganho de 1 ponto.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos do milho foram um pouco mais altos no comércio da noite para o dia, após o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostrar que a colheita ainda tem um longo caminho a percorrer antes de ser concluída e com otimismo cauteloso sobre o comércio.

    A safra de milho ficou bem abaixo do normal, com 76% colhido até o último domingo, acima dos 66% da semana anterior, mas abaixo do ritmo médio de 92% nesta época do ano, informou a agência em seu relatório.

    Apenas 77% do milho de Iowa estava colhido para começar a semana, em comparação com a média dos últimos cinco anos de 93%. Em Illinois, 80% foram coletados contra os 97% normais, segundo o USDA.

    Enquanto isso, observadores do mercado continuam de olho nos desenvolvimentos da saga comercial EUA-China em andamento. Autoridades disseram que as recentes negociações comerciais foram “construtivas”, que impulsionaram os mercados globais ontem, mas isso se tornou um refrão comum dos negociadores comerciais.

    “As notícias têm sido escassas nos últimos dias, apesar de ambos os lados terem indicado em outubro que um acordo comercial estava praticamente completo”, diz o analista Tony Dreibus.

    Fonte: Notícias Agrícolas