Eduarda Pereira

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  • Austrália concede registro a herbicida inovador da BASF

    A BASF recebeu o primeiro registro mundial do herbicida inovador Tirexor® pela Autoridade Australiana de Pesticidas e Medicamentos Veterinários (APVMA). Os produtores australianos de trigo e cevada serão os primeiros a usar produtos baseados em Tirexor®, comercializados sob a marca Voraxor®.

    Da mesma forma, estão previstos novos registros e lançamentos para o Tirexor® na Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia e em alguns países da Ásia e América do Norte. “Estamos empolgados em apresentar um herbicida novo e inovador no mercado que fornecerá aos produtores mais soluções para o controle eficaz de ervas daninhas e preencherá as lacunas em seus programas e estratégias”, disse Peter Weinert, vice-presidente de marketing estratégico global para herbicidas da BASF.

    “O Tirexor® oferece controle excepcional de ervas daninhas em folhas largas e será uma importante ferramenta inovadora para a supressão anual de azevém”, completa.

    Ele consiste em um herbicida altamente complementar e compatível com outros produtos que possui uma longa atividade residual e mostra um alto desempenho no controle de plantas daninhas com doses baixas. Além disso, é flexível o suficiente em várias culturas. Seu uso é possível em várias culturas, como milho, soja, cereais de inverno, amendoim, citros, legumes e manejo de pousio.

    O Tirexor® atua inibindo a enzima Protoporfirinogênio oxidase (PPO), que altera a membrana celular das plantas. Ele também usa um novo mecanismo de ação para o controle ideal de ervas daninhas de folhas largas, incluindo as mais resistentes, que criam problemas significativos para os agricultores.

    Fonte: Agrolink

  • Corteva oferece retorno financeiro para incentivar pecuarista a investir em reflorestamento

    A multinacional Corteva anunciou ontem (15/7) um novo posicionamento quanto à sustentabilidade na agropecuária. A fim de incentivar o pecuarista a praticar o reflorestamento, a empresa lançou um serviço de retorno financeiro por meio de um programa de pontos, em que o valor investido na compra de produtos será revertido em mudas para reflorestamento, viveiros para reprodução de mudas ou até assistência técnica.

    Paulo Pimentel, líder de marketing da Linha de Pastagem da Corteva, revela que a intenção é ter 80% da carteira de clientes da empresa no . Ele conta que o reflorestamento estratégico também contribui para a produtividade ao colocar a mata próximo à pastagem. “As matas têm inimigos naturais que atacam algumas pragas das pastagens e isso acaba sendo um benefício para o pecuarista”, diz.

    Esta iniciativa é parte da estratégia da Corteva para cumprir com metas de sustentabilidade até 2030, como melhorar a saúde do solo em 30 milhões de hectares em âmbito global. Para isso, a recuperação de pastagem é peça-chave e, por isso, a multinacional também lançou um novo defensivo para controle de plantas daninhas em pastagens.

    De acordo com Pimentel, o produto mantém os mesmos princípios ativos 2,4 D e aminopiralide, já usados desde 1970, mas passa a ter uma concentração maior, que permite menor quantidade de aplicações, atendendo ervas daninhas de fácil a médio controle “com custo bem competitivo”.

    “Geralmente, são aplicados entre 2,2 litros e 2,5 litros, e a tecnologia Ultra-S permite aplicar entre 1 litro e 1,2 litro por hectare. Quando se usa menos litro por hectare também se diminui a quantidade de embalagens”, pontua Pimentel, que estima a redução de 34% na necessidade de embalagens.

    Fonte: Globo Rural

  • Novas regras prometem agilizar registro de fertilizantes orgânicos e biofertilizantes

    O governo federal publicou ontem (15/7) uma instrução normativa com regras sobre definições, exigências, especificações, garantias, tolerâncias, registro, embalagem e rotulagem dos fertilizantes orgânicos e dos biofertilizantes destinados à agricultura.

    O objetivo do texto, segundo o Ministério da Agricultura, é melhorar o dispositivo legal para conceder registros de fertilizantes orgânicos e de biofertilizantes, estabelecer procedimentos mais rápidos e eficientes e incluir parâmetros adequados às mudanças tecnológicas.

    Em relação aos registros de biofertilizantes, em função de vários produtos terem sido desenvolvidos e introduzidos nos cultivos, destaca-se a melhoria da definição de parâmetros na legislação.

    Isso inclui a possibilidade de declarar ácidos húmicos e fúlvicos, aminoácidos, extratos vegetais e extratos de algas, em quantidades mínimas determinadas, que garantam eficiência agronômica e melhoria no manejo para alcançar qualidade dos produtos e alimentos em que serão utilizados.

    Além disso, a instrução faz a adequação de diversos padrões dos fertilizantes organominerais, tornando o instrumento legal mais adequado para registro dos produtos e aumentando a objetividade e a clareza para os consumidores destes fertilizantes.

    “De acordo com informações da Associação Brasileira de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), os fertilizantes orgânicos, organominerais, biofertilizantes e fertilizantes especiais tiveram um faturamento de R$ 7,6 bilhões em 2018, compreendendo um universo de 504 empresas registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que empregam cerca de 20 mil trabalhadores diretamente”, afirma o coordenador de Fertilizantes, Inoculantes e Corretivos da Secretaria de Defesa Agropecuária, Hideraldo Coelho.

    Fonte: Globo Rural

  • Brasil pode ter que importar 1 milhão de toneladas em 2020

    O Brasil pode importar um milhão de toneladas de soja em 2020, projeta o analista da consultoria Safras & Mercado Luiz Fernando Roque. Por conta da oferta restrita e da forte comercialização no Brasil, as indústrias processadoras e tradings, principalmente do Sul, têm procurado grãos no Paraguai. “Está se confirmando um sentimento que já vínhamos trabalhando em nossas análises”, avalia.

    Segundo o analista, trata-se de um número inédito de compras, mas possível de ser alcançado. Ele lembra que cerca de 93% da safra 2019/2020 já foi negociada, bem acima da média para o período, que é de 75%. “Claro que as indústrias ainda têm um certo estoque. O país não esmagou tudo isso, não exportou tudo isso, mas o grande fator para ter pouca soja disponível foi a exportação”, completa.

    O ritmo dos embarques no primeiro semestre foi muito forte, superando todas as expectativas. O Brasil exportou 60,35 milhões de toneladas de janeiro a junho, 38% acima das 43,728 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período de 2019.

    O analista destaca que a compra de produto no Paraguai faz sentido em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. “Nesses estados que fazem fronteira com o país vizinho, o custo logístico faz sentido”, explica, destacando a situação dos compradores gaúchos, que enfrentaram uma quebra na safra e têm necessidade de trazer soja de outros estados e de outros países.

    Roque lembra que esse movimento de compra nos países vizinhos ocorre sempre, mas não nos volumes desse ano. “Esse ano terá esse crescimento por causa da pouca oferta disponível para o resto do ano. O preço do Brasil vai continuar sustentado e a indústria vai correr para garantir o abastecimento no mercado interno, porque exportou demais no primeiro semestre”.

    O analista destaca, ainda, as movimentações washout, recompra de volumes que eram de exportação por parte da indústria para abastecer o mercado interno no fim do ano. “Há consultas de indústrias e traders para garantir o abastecimento interno”.

    Roque lembra ainda que o esmagamento continua firme no Brasil, principalmente em função das exportações de carnes. “Os embarques de proteína crescem cada vez mais, não só para China como para outros países. Esse fator traz força para o esmagamento e explica também a maior importação este ano”, acrescenta.

    Outro ponto que é preciso ser levado em conta é a necessidade de insumo para produção de biodiesel , para cumprir as metas de B12. O Rio Grande do Sul é um dos principais produtores. Como houve uma boa demanda nos leilões, esse é um fator que ajuda a elevar o esmagamento doméstico, aumentando o interesse dos compradores brasileiros na oleaginosa do Paraguai.

    Maiores fontes de importação
    O Paraguai foi o principal fornecedor de soja em grão para o Brasil de janeiro a junho. Das 272,3 mil toneladas importadas pelo Brasil, 270,8 mil vieram do país vizinho. O volume é 240% superior às 79,6 mil toneladas fornecidas pelo país em 2019. Em segundo lugar, ficou o Uruguai, com 1,4 mil toneladas.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja se mantém em campo positivo na Bolsa de Chicago nesta 4ª ainda de olho na demanda e no clima americano

    As altas continuam no mercado da soja na Bolsa de Chicago no pregão desta quarta-feira (15). OS futuros da oleaginosa, por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações subiam 5 pontos nas posições mais negociadas e, assim, o agosto tinha US$ 8,83 e o novembro, US$ 8,82 por bushel.

    O mercado segue se recuperando das baixas intensas registradas no início da semana e subindo frente à redução do índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última segunda.

    No clima americano, destaque para as temperaturas, que deverão seguir elevadas durante o final de semana, segundo as previsões mais atualizadas.

    “As atualizações climáticas para o Cinturão Agrícola continuam estáveis nesta segunda metade de Julho, o que acrescentará pressão baixista nos futuros internacionais da soja e milho”, explicam os analistas de mercado da ARC Mercosul.

    O mercado monitora ainda o comportamento dos fundos, que trazem um pouco mais de volatilidade aos negócios, principalmente neste momento onde o clima é determinante para a nova safra americana.

    No paralelo, foco na demanda e nas compras, especialmente da China, no mercado norte-americano.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Previsão do tempo: depois do ciclone região Sul vai enfrentar o frio

    A partir da próxima quinta-feira (9/7), o tempo firma por completo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, mas a chuva dá lugar ao frio. Uma nova massa de ar polar avança sobre os três estados do Sul e provoca forte queda de temperatura. A onda de frio prevista para esta semana deve ser menos intensa que a onda de frio da semana passada, sem previsão de geadas em grandes áreas.

    O frio será mais intenso apenas em áreas tradicionais, com temperaturas próximas de zero grau e com formação de geadas na Campanha Gaúcha e regiões serranas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do Paraná.

    O pico do frio ocorre entre quinta e sexta-feira, 10, sendo que a partir do sábado, 11, a massa de ar polar se afasta para o Oceano Atlântico e as temperaturas voltam a se elevar.

    Não há previsão de frio intenso com geadas para as lavouras
    A onda de frio também atinge partes das regiões Sudeste e Centro-Oeste. Porém, desta vez o frio deve ser menos intenso e não há risco de formação de geadas nessas áreas. Lavouras de milho de segunda safra do Paraná e de Mato Grosso do Sul devem ter chuvas entre segunda e quarta-feira. No oeste do Paraná as chuvas devem ser em maior volume, inclusive com rajadas de vento na terça-feira. Para a região de Cascavel estão previstos acumulados de chuvas de 20 a 30 milímetros.

    O frio nas áreas de milho do Paraná e de Mato Grosso do Sul também deve ser menos intenso que o frio da semana passada, não havendo previsão de geadas amplas. Em Cascavel, o pico do frio deve ocorrer na quinta-feira, com temperaturas mínimas oscilando entre 4 e 6 °C.

    Já para as regiões produtoras de café, cana-de-açúcar e laranja, a onda de frio desta semana deve apenas provocar queda de temperatura, mas não representa risco de formação de geadas. Para essas lavouras, a previsão é de uma semana seca, o que em geral favorece o processo de colheita.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja realiza lucros na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira após boas altas da sessão anterior

    A terça-feira (7) é de realização de lucros para os preços da soja na Bolsa de Chicago depois das bas altas de ontem. Perto de 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 2,75 e 4,75 pontos, com o julho valendo US$ 8,95 e o novembro, US$ 9,01 por bushel.

    O mercado internacional chegou a testar algumas novas altas neste pregão ainda de olho nas condições climáticas dos EUA, que preocupam em algumas regiões.

    “A safra norte-americana está saudável até o momento, entretanto, há incertezas para o futuro próximo. A atenção é totalmente focada nas leituras para estas próximas 3 semanas, quando a maioria das culturas em campo no Cinturão Agrícola entrarão em período reprodutivo”, explica a consultoria ARC Mercosul.

    No final da tarde de ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras mantendo o índice de lavouras de soja em boas e excelentes condições em 71%. Assim, permaneceram ainda os índices de campos em condições regulares em 24% e em situção ruim ou muito ruim, 5%.

    O relatório mostra também que 2% das lavouras da oleaginos já estão em fase de formação de vagens, contra 1% do mesmo período do ano passado e 4% de média dos últimos cinco anos.

    Ao lado do clima, monitoramento da demanda – princnipalmente, é claro, da China nos EUA – e do comportamento de comercialização do produtor norte-americano.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja em Chicago tem novo pregão de estabilidade e preços de lado nesta 3ª feira

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem sem direção e operam, mais uma vez, com apenas pequenas variações no pregão desta terça-feira (23). Perto de 7h40 (horário de Brasília), os preços caíam entre 1,75 e 3,25 pontos. O julho tinha US$ 8,74 e o novembro, US$ 8,76 por bushel.

    “A terça-feira deve ser fraca de notícias fundamentais para a soja na Bolsa de Chicago, apesar da deterioração nas condições das lavouras americanas”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar.

    O novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) semanal de acompanhamento de safras foi reportado na tarde desta segunda-feira (22), trazendo uma redução no índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições de 72% para 70%. O mercado apostava em uma manutenção do número. São ainda 25% dos campos em condições regulares e 5% em situação ruim ou muito ruim.

    O boletim mostrou ainda que o plantio está concluído em 96% da área, contra 93% da semana anterior, e 5% das lavouras norte-americanas de soja já estão em fase de floração, em linha com a média das últimas cinco safras para este período do ano, contra 1% de 2019.

    No paralelo, os traders também seguem acompanhando o quadro político externo, as informações sobre uma possível segunda onda do coronavírus e todo o andamento do mercado financeiro em torno destas notícias.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil pode exportar mais soja e milho em junho

    O volume previsto de soja a ser embarcado ao exterior nos portos brasileiros em junho aumentou para 13,072 milhões de toneladas, segundo relatório semanal divulgado pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

    A estimativa se baseia na programação de embarques para o mês. Até a semana passada, a expectativa era de 10,799 milhões de toneladas. A perspectiva de exportação de farelo em junho diminuiu para 1,641 milhão de toneladas, ante 1,687 milhão de toneladas até a semana passada.

    A programação de embarques de milho aumentou para 1,043 milhão de toneladas, contra 689.041 toneladas há uma semana. Com isso, a projeção de vendas externas do País no primeiro semestre subiu de 60,525 milhões para 62,797 milhões de toneladas para a soja e de 2,455 milhões para 2,809 milhões de toneladas para o milho. Já a perspectiva para os embarques de farelo nos primeiros seis meses do ano caiu de 8,645 milhões para 8,598 milhões de toneladas. Na semana de 7 a 13 de junho, as exportações do Brasil somaram 2,802 milhões de toneladas de soja e 355.280 toneladas de farelo.

    Para a semana de 14 a 20 de junho, estão previstos embarques de 3,528 milhões de toneladas de soja, 595.639 toneladas de farelo e 116.454 toneladas de milho. A Anec informou ainda que as atividades seguem normais nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Rio Grande (RS), São Luis/Itaqui (MA), São Francisco do Sul (SC), Vitória (ES), Itacoatiara (AM), Barcarena/Vila do Conde (PA), Santarém (PA), Imbituba (SC), Aratu (BA) e Santana (AP).

    Fonte: Portal DBO

  • Produtores de soja já compraram quase 80% das sementes para 2020/2021

    O forte movimento de antecipação da comercialização da safra de soja 2020/2021, puxado pela valorização do grão, também acelerou a busca por insumos para a semeadura da nova temporada. Entre eles, destaque especial ao principal item para formação de uma lavoura: as sementes. Segundo estimativa da Associação Brasileira de Produtores de Sementes de Soja (Abrass), as compras deste insumo para a safra 2020/2021 estão entre 70% e 80% no momento.

    “O agricultor aproveitou a alta do dólar, o mercado futuro e fixou mais soja do que nos anos anteriores. Consequentemente, também garantiu a sua produção. O principal item para cumprir seu contrato, é justamente a semente. Então, teve sim uma demanda antecipada, as negociações aconteceram um pouco mais cedo neste ano do que nos anos anteriores”, afirma o vice-presidente da entidade, Gladir Tomazelli.

    O maior estado produtor de soja do país, Mato Grosso, confirma esta perspectiva. Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), grande parte dos produtores já adquiriu suas sementes.

    “Em sementes, a maioria dos produtores já comprou tudo, até pq se não fechar isso logo, ele terá que ficar com variedades que não gostaria. Acredito que quem não fechou ainda, terá mais dificuldades em achar a variedade que gosta”, comenta o gestor de Inteligência de Mercado do Imea, Cleiton Gauer.

    Para a Abrass, essa forte antecipação na compra de sementes não deve, no entanto, gerar desabastecimento no mercado. Mas não descarta a falta de uma ou outra variedade, conforme expectativa do Imea.

    “Não acredito em falta de sementes. Todos os estados conseguiram atingir suas metas. Tiveram alguma dificuldade em uma variedade ou outra, mas a meta do volume, que normalmente se
    produz, conseguiram alcançar. Até porque, os campos inscritos de sementes são maiores que a produção, então temos essa segurança para o mercado”, afirma o presidente da Abrass, Tiago Fonseca.

    Claro que o dólar alto não gera apenas vantagens aos produtores e o custo das sementes também subiu, mas pouco.

    “É evidente que uma queda ou um aumento significativo no valor do dólar, aumenta ou diminui significativamente o preço do grão, que impacta no valor das sementes. Esta matéria prima, a alta no dólar, as tecnologias de produção, sua época de comercialização, são bem diferentes do mercado de grãos. Mesmo assim, eu diria que as sementes têm um mercado bastante estabilizado” afirma Tomazelli.

    Por sua vez, o produtor de soja Endrigo Dalcin, de Nova Xavantina, confirmou a expectativa das entidades e diz já ter comprado toda a semente necessária e que os preços não estavam tão elevados, de fato

    “Já estamos com toda nossa semente de soja comprada, sim. Conseguimos até manter a mesma condição do ano passado, pagando no máximo 5% a mais”, afirma Dalcin, que também é representante da Aprosoja-MT.

    Fonte: Canal Rural