Eduarda Pereira

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  • Milho: Mercado esboça tímida reação na manhã desta 5ª após recuar quase 4% na Bolsa de Chicago

    As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta quinta-feira (13) com ligeiras altas, próximas da estabilidade. Às 9h02 (horário de Brasília), as principais posições da commodity testavam ganhos entre 0,75 e 1,25 pontos. O vencimento setembro/18 operava a US$ 3,42 por bushel, enquanto o dezembro/18 trabalhava a US$ 3,53 por bushel.

    “O mercado testa uma reação depois de uma queda acentuada registrada nesta quarta-feira (12) após o reporte do boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)”, informou a Reuters internacional.

    Ainda ontem, as cotações caíram quase 4% depois do USDA indicar a safra americana em 376,63 milhões de toneladas, frente as 370,51 milhões de toneladas estimadas em agosto. A produtividade subiu de 186,62 sacas para 189,65 sacas do grão por hectare. E os estoques ficaram em 45,06 milhões, bem acima do indicado no boletim anterior, de 42,77 milhões de toneladas.

    Hoje, o departamento ainda divulga seu boletim semanal de vendas. O relatório é um importante indicador de demanda e pode influenciar o andamento das negociações em Chicago.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com leves baixas em Chicago nesta 5ª feira corrigindo altas da sessão anterior

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago corrigem parte das altas registradas no pregão anterior e, nesta quinta-feira (13), trabalham com leves baixas. Perto de 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam pouco mais de 4 pontos entre as posições mais negociadas, e a referência do mercado – o novembro/18 – era cotado a US$ 8,36 por bushel.

    Os traders terminam de digerir os últimos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgados no boletim mensal de oferta e demanda nesta quarta (12), porém, de forma leve e sem grandes oscilações. Os dados foram considerados neutros, uma vez que o mercado já esperava um aumento na safra norte-americana.

    No entanto, além da conclusão da nova safra dos EUA, especialmente com o desenvolvimento da colheita e os primeiros resultados concretos chegando dos campos, o mercado segue atento às questões comerciais, principalmente aquelas ligadas à guerra comercial entre chineses e americanos.

    Ontem, a notícia foi de que os EUA propuseram à China uma nova rodada de negociações sobre as disputas tarifárias e, atualizada, a informação é de que a nação asiática teria recebido bem o convite.

     

    Ainda nesta quinta-feira, atenção também aos números das vendas semanais norte-americanas que chegam atualizados pelo USDA. As expectativas do mercado variam, para a soja, de 500 mil a 1 milhão de toneladadas; para o farelo de 100 mil a 300 mil e para o óleo de 0 a 20 mil toneladas.

    Completando o cenário do mercado internacional, os traders seguem atentos também ao comportamento do dólar frente ao real e ao início da safra 2018/19 na América do Sul. No Brasil, os trabalhos de plantio já foram iniciados, mas carregam incertezas que vão do clima à logística.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Trigo: Apesar do câmbio elevado, importação segue firme

    Mesmo com o dólar mais elevado, as importações de trigo seguem firmes, principalmente do produto argentino. O maior interesse de moinhos brasileiros pelo trigo estrangeiro se deve à menor área cultivada em 2017– devido à baixa rentabilidade com a cultura – e ao clima desfavorável naquele ano, que resultaram em expressiva redução da colheita de trigo no Brasil. Em agosto, as importações do cereal somaram 632,09 mil toneladas, volume 16,6% inferior ao de julho, quando, vale ressaltar, o País importou a maior quantidade de trigo desde setembro/16, segundo dados da Secex. Já no mercado interno, a comercialização segue lenta. Segundo colaboradores do Cepea, compradores e vendedores preferem aguardar a entrada mais efetiva do produto da nova temporada no Brasil para negociar.

    Fonte: Cepea

  • Estoque de soja do Brasil tem mínima histórica com exportações recordes

    O Brasil deverá fechar a temporada 2017/18 com exportações recordes de soja, impulsionadas pela demanda da China, o que reduzirá os estoques finais da oleaginosa do país para o menor volume da história, previu a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ontem (11/9).

    A Conab ainda reduziu a previsão de consumo de soja no país e destacou que o Brasil, maior exportador global da oleaginosa, pode ter de importar volumes adicionais do produto para suprir a demanda interna.

    Os estoques finais de soja do Brasil em 2017/18 foram estimados em 434 mil toneladas, ante estimativa em agosto de 638 mil toneladas. O volume estimado agora é menor que a mínima anterior verificada na safra 2011/12 (448 mil toneladas), disse a Conab à Reuters.

    A redução nos estoques foi feita apesar de um aumento na expectativa de produção de soja para um recorde de 119,3 milhões de toneladas, na colheita já encerrada, e com expectativa de exportações históricas de 76 milhões de toneladas, cerca de 8 milhões acima da temporada passada.

    O aumento da safra, no entanto, mostra-se incapaz de acompanhar o apetite da China, após o maior importador global voltar-se para o Brasil depois de aplicar uma tarifa retaliatória de 25 por cento para compras do produto dos Estados Unidos em meados deste ano.

    A Conab destacou que somente em agosto as exportações de soja do Brasil cresceram mais de 40 por cento, “devido à guerra comercial entre China e Estados Unidos”.

    “As altas exportações brasileiras de grãos, incentivadas pelo dólar e prêmios de portos elevados, mas principalmente pela guerra comercial entre China e Estados Unidos, reduziram a estimativa brasileira de esmagamento”, afirmou a Conab.

    “Mesmo com preços de farelo e óleo de soja no mercado internacional em alta, o Brasil deve continuar a exportar soja em grão, como forma de suprir o consumo dos chineses. Todavia, há uma chance remota do país começar a importar soja para suprir a demanda interna”, acrescentou a agência brasileira.

    A Conab manteve a previsão de importação de 400 mil toneladas de soja para 2017/18 —a expectativa supera em 100 mil toneladas o total importado na temporada passada. O Brasil costuma importar volumes de seus vizinhos, especialmente do Paraguai.

    O consumo de soja do Brasil foi estimado em 45,5 milhões de toneladas, ante 47 milhões de toneladas na previsão de agosto —a maior parte desse consumo se refere a processamento de soja, e o restante diz respeito ao uso do grão como semente.

    Na temporada passada, o consumo de soja havia somado 45,6 milhões de toneladas, segundo a Conab.

    O economista da associação da indústria de soja, a Abiove, Daniel Amaral, afirmou que os números da Conab estão alinhados com os da entidade. A associação estima o processamento em 43,6 milhões de toneladas, enquanto o uso para sementes em 3,2 milhões de toneladas.

    Ele ressaltou que os volumes de importação previstos pela Abiove também são “residuais”, assim como aponta a Conab, e disse acreditar que o Brasil será capaz de atender toda a demanda interna —com as compras externas se mantendo baixas— para a produção de farelo de soja para a indústria de ração e óleo para cozinha e utilizado também na indústria de biodiesel.

    Fonte: Reuters

  • Soja opera com leves baixas em Chicago nesta 4ª feira se ajustando à espera do USDA

    No dia da divulgação do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o mercado da soja trabalha com leves baixas na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h30 (horário de Brasília), as cotações perdia, de 2 a 4,75 pontos nos principais contratos, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,27 por bushel no pregão desta quarta-feira (12).

    Antes da chegada dos novos números, os traders seguem se ajustando e liquidando algumas posições, em um movimento técnico de proteção, segundo explicam analistas e consultores de mercado.

    “Gestores de investimento recordam um relatório do Oferta e Demanda do USDA em agosto que trouxe um cenário baixista para os preços da soja, e temem que o mesmo aconteça amanhã, na atualização deste relatório mensal. Além de produtividades recordes esperadas, o mercado também aposta em estoques estadunidenses da soja nos maiores níveis da história, uma vez que a demanda pelo grão vem sendo prejudicada pelos embates políticos-comerciais de Trump e os principais parceiros econômicos dos EUA”, explicam os executivos da AgResource Mercosul (ARC).

    Além da espera pelos números, outros dados trazidos pelo USDA também pressionam as cotações, uma vez que mostram uma melhora de dois pontos percentuais o índice de lavouras norte-americanas de soja em boas ou excelentes condições. O número passou de 66% para 68% e supera também a média dos últimos cinco anos, que é de 64%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Sistema quantifica teor de milho transgênico

    Cientistas da Universidade de Girona desenvolveram um sistema que é capaz de quantificar o teor de milho transgênico no meio das lavouras que estão coberta com variedades tradicionais de milho. De acordo com os pesquisadores, a polinização do milho é muito forte através do ar, o que acaba fazendo com que as variedades geneticamente modificadas se misturem com as outras.

    Segundo Joaquima Messeguer, coautora do estudo, essa polinização acaba fazendo com que ocorra uma mistura das duas variedades na lavoura. Nesse cenário, ela explica que esse fluxo de genes pode ser prejudicial para a produtividade do grão e, até então, era muito difícil de controlar.

    “É um fato conhecido que o fluxo gênico se acumula nas bordas do campo convencional e diminui rapidamente à medida que se move em direção ao centro do campo. Isso se deve ao fato de que uma competição é estabelecida entre as duas classes de pólen e na zona central do campo o pólen local claramente predomina”, explica em relatório.

    De acordo com a pesquisadora, os dados do estudo foram colhidos de forma experimental, já que o processo ainda está no seu início. No entanto, já foi possível deduzir o modelo de distribuição desse fluxo dentro de uma lavoura que foi plantada com a variedade de milho tradicional.

    “A partir dos dados experimentais foi possível deduzir um modelo que descreve com muita precisão esta distribuição de fluxo dentro de um campo convencional com base em sua forma e a intensidade média de fluxo presente nas bordas. A forma dos campos pode ser muito variada, mas a relação entre pólen externo (GM) e interno é sempre proporcional ao perímetro do campo e inversamente proporcional à sua área”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Investidores ainda se posicionam antes do USDA e mercado inicia 3ª feira próximo da estabilidade

    Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram o pregão desta terça-feira (11) próximos da estabilidade. Às 8h15 (horário de Brasília), as primeiras posições do cereal subiam entre 0,25 e 0,50 pontos, com o vencimento setembro/18 a US$ 3,56 por bushel. Já o março/19, recuava 0,25 pontos, cotado a US$ 3,79 por bushel.

    De acordo com informações das agências internacionais, os participantes do mercado ainda se posicionam antes dos números de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O órgão traz seu novo boletim nesta quarta-feira (12) e a expectativa é de um novo ajuste na projeção para a safra de milho norte-americana.

    Ainda hoje, o departamento também deve reportar as informações da safra americana, em seu boletim semanal de acompanhamento de safras. Devido a problemas técnicos, os dados serão divulgados nesta terça-feira.

    A expectativa dos investidores é que o USDA reporte que cerca de 66% das lavouras estejam em boas ou excelentes condições. Em relação à colheita, a perspectiva é que em torno de 6% da área cultivada já tenha sido colhida.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Trigo: Apesar do câmbio elevado, importação segue firme

    Mesmo com o dólar mais elevado, as importações de trigo seguem firmes, principalmente do produto argentino. O maior interesse de moinhos brasileiros pelo trigo estrangeiro se deve à menor área cultivada em 2017– devido à baixa rentabilidade com a cultura – e ao clima desfavorável naquele ano, que resultaram em expressiva redução da colheita de trigo no Brasil. Em agosto, as importações do cereal somaram 632,09 mil toneladas, volume 16,6% inferior ao de julho, quando, vale ressaltar, o País importou a maior quantidade de trigo desde setembro/16, segundo dados da Secex. Já no mercado interno, a comercialização segue lenta. Segundo colaboradores do Cepea, compradores e vendedores preferem aguardar a entrada mais efetiva do produto da nova temporada no Brasil para negociar.

    Fonte: Cepea

  • Novas lideranças da Bayer no Brasil

    Após a conclusão da aquisição global da Monsanto, tornando a Bayer a maior empresa do agronegócio mundial, a companhia comunica que, a partir de setembro de 2018, o espanhol naturalizado brasileiro Marc Reichardt é o novo presidente da Bayer no Brasil, e o paulista Gerhard Bohne o novo presidente da divisão agrícola no país.

    Ambos possuem consolidada e experiente trajetória no Grupo Bayer na área da agricultura e nutrição.

    Anteriormente, Reichardt era membro do Conselho Executivo da divisão Crop Science da Bayer, na Alemanha, responsável mundial pelas Operações Comerciais Agrícolas. No Brasil, atuou como diretor de Operações da divisão agro entre 2006 e 2013. Na Bayer há 33 anos, Marc é formado em Engenharia Agronômica pela Escuela Técnica Superior de Ingenieria Agraria, na Espanha. “É uma grande honra assumir a presidência do Grupo Bayer no Brasil nesse momento tão especial e relevante para a companhia. Com a aquisição da Monsanto, o Brasil tornou-se o segundo maior mercado e país para a empresa no mundo. Temos desafios interessantes pela frente, mas com nossa equipe de profissionais talentosos e dedicados, estou muito confiante e otimista que construiremos um futuro brilhante para a empresa, para nossos clientes e para o nosso país”, explica o novo presidente da Bayer no Brasil, relembrando que a Bayer foi uma das primeiras empresas alemãs a se instalar no país. “A Bayer está há mais de 120 anos no Brasil e acredita fortemente no potencial do país, oferecendo um portfólio robusto, inovador e completo em proteção de cultivos, sementes e biotecnologia”, completa Marc.

    Já Bohne, com mais de 30 anos de atuação no grupo, ocupou diversas posições nas áreas de Regulatório, Pesquisa, Desenvolvimento, Marketing e Operações. Em 2015, tornou-se diretor Global de Marketing, dentro da estrutura de Operações Comerciais, na Alemanha. Retornou ao Brasil no início de 2017 como Chief Operation Officer (COO) da divisão Crop Science. O executivo é formado em Engenharia Agronômica pela Universidade Estadual de Botucatu (UNESP). “Em 2017, o investimento global da Bayer em Pesquisa e Desenvolvimento foi de € 4,5 bilhões. Eu acredito que os próximos anos serão um período muito promissor para a agricultura brasileira com novas tecnologias e lançamentos de soluções para o campo. Nosso foco permanecerá sendo nos clientes, na ética, na inovação e na sustentabilidade.”, enfatiza Gerhard Bohne, presidente da divisão Crop Science da Bayer no Brasil.

    Fonte: Ascom Bayer

  • Brasileiros almejam contrato futuro de soja diante de guerra comercial EUA-China

    Agricultores brasileiros estão em busca de apoio para desenvolver um contrato futuro de soja que facilite as negociações entre o Brasil, maior exportador de soja do mundo, e a China, o maior importador, em um momento de tensões comerciais entre norte-americanos e chineses.

    Segundo um crescente coro de produtores, analistas, banqueiros e até mesmo um economista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, faria sentido estabelecer tal contrato para mitigar riscos, já que os preços da soja do Brasil e dos EUA se descolaram com o recrudescer da guerra comercial.

    Os prêmios no mercado brasileiro de soja subiram para um recorde de cerca de 2 dólares em relação aos preços da bolsa de Chicago (CBOT), após uma decisão tomada por Pequim de impor uma tarifa de 25 por cento sobre a oleaginosa norte-americana em julho, em retaliação às taxas impostas pelo presidente Donald Trump.

    Um novo contrato poderia fornecer uma alternativa à CBOT, referência mundial em preços de soja.

    A matriz da CBOT, CME Group Inc, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

    Bartolomeu Braz, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), disse que os agricultores gostariam de ver um novo contrato comercializado no Brasil ou na Argentina, o terceiro maior produtor mundial de soja.

    Ele discutiu a ideia com o embaixador argentino em Brasília no ano passado e recentemente abordou a questão diante de uma plateia de comerciantes chineses em uma reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o poderoso lobby agrícola no Congresso brasileiro.

    “Os próximos passos envolvem a procura de aconselhamento técnico e jurídico para avançar o processo”, disse ele em uma entrevista na semana passada.

    A criação de tal contrato na bolsa brasileira B3 SA não é complicada e exigiria apenas a definição de padrões relativos a preço, qualidade e quantidade, disse Frederico Favacho, um advogado que representa grupos brasileiros de processamento e exportação de grãos.

    Se a guerra comercial continuar e a China quiser garantir a soja sul-americana em janeiro e fevereiro, o prêmio colocado sobre a soja brasileira “teria de ser negociado e ficaria difícil ou impossível de fazer o hedge via CBOT”, disse Dan Basse, economista e presidente da consultoria AgResource, de Chicago.

    Os Estados Unidos, o segundo maior exportador de soja do mundo, venderam no ano passado cerca de 12 bilhões de dólares em soja para os chineses, enquanto as vendas do Brasil para esse país ficaram um pouco acima de 20 bilhões de dólares, segundo dados do governo.

    A China está virtualmente fora do mercado norte-americano desde que as tarifas foram anunciadas.

    Faz sentido “econômico” procurar um local diferente para comercializar a soja brasileira, disse à Reuters Warren Preston, vice-economista-chefe do USDA, durante uma conferência em São Paulo.

    Com interrupções no comércio, flutuações cambiais e diferenciais de transporte aumentando o risco para produtores e compradores, Preston disse que se tornou mais difícil para as pessoas que usam um contrato CME tentar fazer hedge de suas compras e vendas. Em julho, a S&P Global Platts começou a publicar três indicadores do preço da soja denominados SOYBEX CFR China, SOYBEX FOB Santos e SOYBEX FOB Paranaguá.

    Enquanto fontes diplomáticas e da indústria chinesas dizem que a ideia de um contrato de soja na América do Sul deva ser explorada, ainda não há apoio incondicional à iniciativa. Qu Yuhui, ministro-conselheiro da embaixada chinesa no Brasil, disse que o conceito de um contrato futuro direto entre o Brasil e a China merece discussão.

    “Ambos os lados devem trabalhar na direção de qualquer ideia —como ter os dois lados assinando contratos futuros— que permita ao mercado brasileiro de soja e agricultores saber quanta demanda chinesa haverá no próximo ano e que os compradores chineses saibam que preço eles podem receber do Brasil”, disse ele em uma entrevista no mês passado.

    Um alto executivo chinês de empresas de grãos disse que a ideia seria “disruptiva”, tomando emprestado um termo do Vale do Silício para expressar uma mudança positiva.

    “A inovação é bem-vinda, já que o mercado está passando por mudanças estruturais e as margens estão apertadas”, disse o executivo, que pediu anonimato por não estar autorizado a falar com a mídia.

    Fonte: Reuters