Eduarda Pereira

Eduarda Pereira has created 614 entries

  • Soja sobe com fundos comprando posições

    O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (05.10) ganhos de 9,75 pontos no contrato de Novembro/18, fechando em US$ 8,69 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 8,00 e 9,75 pontos.

    A cobertura dos fundos impulsionou as cotações e o mercado norte-americano da soja fechou a semana com ganhos nos principais contratos futuros. “No lado fundamental os elementos macroeconômicos, depois de fortes flutuações registradas nas últimas sessões, a paridade Euro/Dólar e o petróleo permaneceram equilibradas”, aponta o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco.

    A Consultoria AgResource destaca que o sustento veio com fundos de gestão ativa na contínua cobertura das posições abertas no lado da venda: “Em contrapartida, não há intenções de adição de vendas por parte dos produtores rurais dos Estados Unidos, dando força ao movimento de alta”.

    “Além do mais, os mapas climáticos para o Cinturão Agrícola continuam trazendo preocupações frente às intensas precipitações durante o vigente período de colheita. Os estados ao oeste do Cinturão serão os principais afetados com totais pluviométricos entre 45- 100mm acumulados nos próximos 5 dias. A ARC alerta que os prejuízos para a produção nacional ainda são incertos. A única certeza que podemos concluir é que tal padrão úmido projetado para os Estados Unidos não trará benefícios às produtividades”, concluem os analistas.

    Fonte: Agrolink

  • Recorde nas exportações brasileiras de soja

    Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em setembro último o Brasil exportou 4,61 milhões de toneladas de soja grão. No acumulado de janeiro a setembro de 2018, foram embarcadas 69,21 milhões de toneladas.

    Este volume é 1,5% maior na comparação com o exportado durante todo o ano de 2017, que tinha sido recorde, até então. A quebra da safra na Argentina, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e o dólar valorizado frente ao real foram os fatores que colaboraram com o aumento dos embarques este ano.

    Fonte: Scot Consultoria

  • A expectativa é que o volume de vendas de máquinas agrícolas aumente em 2019, aponta consultor

    O 10º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas debateu as perspectivas agroeconômicas e a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura. O evento teve como objetivo reunir a comunidade agrícola e os profissionais de desenvolvem às máquinas no Brasil para debater sobre as inovações tecnologias no setor.

    O evento contou com a presença do palestrante e economista da Farsul, Antonio da Luz, que destacou as demandas da agricultura brasileira para ser mais produtiva e eficiente. “As máquinas agrícolas começam a ter uma retomada do crescimento e ainda tem muito espaço para a venda de tratores desde tenha produtores com níveis de endividamento mais baixos”, comenta.

    O simpósio também contou com a palestra do analista da consultoria Agroêconomica, Carlos Cogo, que mostrou os números do mercado nacional de máquinas agrícolas que foi realizado pelo censo do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano de 2017. “A gente sabe que o brasil tem capacidade instalada para atender até 30% do que está sendo vendido atualmente”, afirma.

    O analista ainda ressalta que as perspectivas é que as vendas de máquinas aumente no próximo ano. “Acredito que em 2019 vai ter uma surpresa positiva em vendas de maquinários”, aponta.

    O evento também promoveu um debate com os dirigentes de cada indústria sobre as perspectivas de mercado para o segmento da mecanização agrícola brasileira com a chegada da agricultura 4.0 e a necessidade de equipar melhor os agricultores familiares.

    Fonte: Marcas e Máquinas

  • Soja em Chicago trabalha estável nesta 5ª feira e mercado segue cauteloso à espera de novidades

    No pregão desta quinta-feira (4), o mercado da soja na Bolsa de Chicago trabalha com estabilidade e, por volta de 7h40 (horário de Brasília), testava leves altas entre os contratos mais negociados. As cotações subiam 0,25 ponto, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,61 e o maio/19 a US$ 9,02 por bushel.

    O mercado continua cauteloso, de olho em seus fundamentos, mas também atento à questão climática nos Estados Unidos. As preocupações com um atraso na colheita no Meio-Oeste americano crescem na medida em que as chuvas intensas continuam chegando à região.

    “As previsões atualizadas mostram a continuidade das precipitações e agora já começam a aparecer no mercado também preocupações com a qualidade dos grãos”, diz o boletim diário da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Ainda nesta quinta-feira, os traders dividem suas atenções também com a demanda, uma vez que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo boletim semanal de vendas para exportação. As expectativas do mercado variam de 900 mil a 1,5 milhão de toneladas de soja e 200 mil a 500 mil de farelo.

    O plantio no Brasil – que se desenvolve muito bem até este momento – também ganha cada vez mais espaço entre os radares dos participantes do mercado. O Paraná, que é o segundo maior produtor de soja do país, tem seu melhor ritmo da história e perto de 30% da área já semeada, sendo favorecido pelas boas condições de clima.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Fungicida preventivo rende mais 5 sacas de soja

    A aplicação preventiva de fungicidas pode aumentar o rendimento da colheita de soja em mais de 5 sacas por hectare. Essa é a conclusão de um programa realizado pela Universidade de Passo Fundo (UPF), em parceria com a Bayer, chamado de “De Primeira, Sem Dúvida”, que visava comparar a produtividade da soja sob aplicação preventiva e atrasada dos defensivos.

    De acordo com Carolina Deuner, professora da universidade e uma das coordenadoras do projeto, foram colhidas 71,2 sacas por hectare quando o fungicida foi aplicado de maneira preventiva e 66,1 sacas por hectare quando o manejo foi feito com atraso A partir disso, ela conclui que o manejo preventivo é determinante para um bom rendimento da colheita.

    “Este é o terceiro ano que conduzimos esse projeto com o objetivo de mostrar ao produtor a importância da aplicação do fungicida no momento correto. Com diferença de apenas sete dias entre o momento correto e o atrasado, resultou no dano de 5,1 sacas por hectare ou 43 quilos de soja por dia”, comenta.

    A pesquisadora afirma ainda que as doenças costumam variar o seu “ciclo de aparição” conforme as condições climáticas. No caso da ferrugem asiática, por exemplo, chegou 30 dias mais cedo do que na safra passada, a diminuição dos danos só foi possível devido a aplicação correta dos agroquímicos.

    “Apesar da ferrugem asiática ter ocorrido mais tarde, o produtor conseguiu ter um bom controle da doença por entrar no momento correto, por respeitar o intervalo entre as aplicações, por alternar grupos químicos e por utilizar fungicidas multissítios associados aos fungicidas sítios específicos”, explica.

    Segundo o pesquisador Ricardo Balardin, do Instituto Phytus, que também participou do estudo, mesmo com as doenças se manifestando inesperadamente, o agricultor conseguirá fazer o controle correto se observar cuidadosamente as recomendações dos especialistas. “Se o produtor começar a cuidar cedo, a colheita vai ser boa”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Após altas, milho tem dia de pouca variação em Chicago nesta terça

    Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago trabalham com leve baixa nesta quarta-feira (3) depois de alcançar seus melhores preços em três semanas na sessão anterior. Segundo informações de agências internacionais, o clima adverso para a colheita nos EUA e as expectativas de boa demanda pelo cereal americano foram combustível para os ganhos, mas agora o mercado aguarda por novas informações antes de ditar um novo rumo para as cotações.

    Por volta das 10h50 (Brasília) as posições mais negociadas trabalhavam com quedas entre 0,25 e 0,75 pontos, levando o dezembro/18 aos US$ 3,67 e o março/19 a US$ 3,79 por bushel.

    No Meio-Oeste americano, as chuvas fortes continuam a causar certo atraso no ritmo da colheita. De acordo com os números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), até o último domingo (30), 26% da área cultivada com o grão já havia sido colhida, em um ritmo bem mais intenso do que o registrado há um ano. “E agora o mercado fica preocupado se isso pode prejudicar a qualidade da safra nos EUA”, diz o analista de mercado Marcos Araújo, da Agrinvest Commodities.

    No front da demanda, além da notícia do acordo que preserva o Nafta e,consequentemente, o livre comércio entre China, EUA e México, as informações de que o norte-americanos deverão aumentar o percentual de etanol na gasolina também favoreceu o andamento das cotações.

    Ainda como explica Araújo, o percentual deverá subir para 15%, o que aumenta a demanda pelo cereal e já motiva, inclusive, um aumento de área nos EUA na próxima safra, em detrimento da soja.

    “Acredito que a demanda pelos grãos está fazendo com que os altistas tomem algumas posições no mercado, dado por esse acordo em torno do Nafta, bem como as chuvas atrasando a colheita”, diz Mike Zuzolo, presidente da Global Commodity Analytics. “As previsões para os próximos 11 a 20 dias mostram mais chuvas e com volumes elevados, trazendo mais preocupações com cheias em partes do Corn Belt”, completa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja mantém foco sobre chuvas nos EUA e testa novas altas em Chicago nesta 4ª feira

    O mercado da soja trabalha com leves altas na manhã desta quarta-feira (3) na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 2,25 e 2,75 pontos nos principais vencimentos, com o maio/19 já sendo negociado a US$ 9,08 por bushel. O novembro/18, que ainda é o contrato mais negociado do momento, vinha cotado a US$ 8,68.

    As atenções dos traders seguem mantidas sobre as questões climáticas no Meio-Oeste americano. Muitas chuvas continuam chegando ao Corn Belt e reduzindo o ritmo da colheita nos Estados Unidos, até mesmo paralisando os trabalhos de campo em alguns pontos do cinturão.

    E para os próximos dias, mais precipitações estão sendo indicadas nas previsões e começam a chamar a atenção do mercado para a qualidade dos grãos que ainda estão no campo. Os EUA têm pouco mais de 23% da área colhida.

    “A especulação ainda carece de novidades que aqueçam os bastidores da CBOT, no entanto, as preocupações climáticas mundiais tem sustentado o
    movimento altista para os preços da soja”, explicam os analistas de mercado AgResource Mercosul (ARC). “A ARC alerta que as projeções climáticas para esta primeira quinzena de outubro não são nada agradáveis para os produtores do Cinturão Agrícola. Precipitações intensas
    e constantes são esperadas para o centro-norte da macrorregião”, completam.

    Diante disso, se mantém o foco sobre o clima nos EUA e, no paralelo, atenção às questões comerciais norte-americanas – em torno da China e do NAFTA, agora USMCA -,uma vez que o novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) será reportado somente na próxima semana, mas já causando alguma ansiedade.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil tem condições de ser o principal centro mundial de inovação em agricultura de precisão

    Por ser um dos maiores produtores agrícolas do mundo, o Brasil tem hoje a grande oportunidade de se tornar o principal centro de excelência em inovação tecnológica de ferramentas voltadas para a Agricultura de Precisão. A constatação foi feita por Tsen Chung Kang, professor da Fatec Pompéia, no interior paulista, durante palestra proferida no Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão (ConBAP 2018), que está sendo promovido nesta semana, em Curitiba, pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão (AsbraAP).

    “Hoje não existe na agricultura mundial aquilo que tem sido denominado de Ecossistema de Inovação e o Brasil pode forjar esse centro de excelência em Agtech & Newfood”, comentou o palestrante que participoi do Painel BigData Agro – como lidar com isso? A seu ver, uma boa base para iniciar esse verdadeiro cluster de inovação em tecnologia agrícola são as cerca de 380 startups recentemente criadas no Brasil. Outro participante do painel, Marcio Duarte, diretor de Tecnologias da InCeres, concorda com o professor Tsen, mas salienta que o maior desafio para estimular e disseminar tecnologia de ponta no agro está na falta de material humano.

    No entender de Duarte, estimular a Agricultura de Precisão demanda convencer jovens talentos na área de TI a ver na agricultura uma opção interessante de carreira. “Eu costumo usar meu próprio exemplo para reforçar a necessidade de atrair jovens para o campo. Eu vivia no Rio de Janeiro e me considerava expert no desenvolvimento de software até descobrir que todo meu conhecimento, que considerava de ponta, pouco valia para aplicação prática no campo. Recebi um convite da InCeres e hoje não troco isso por nada. Creio que tal mensagem temos de passar para todos os jovens”, aconselhou.

    Rafael Vieira de Sousa, professor da USP de Pirassununga-SP, acrescenta que fomentar o desenvolvimento tecnológico e da Agricultura de Precisão também passa por uma reavaliação na sistemática de ensino das escolas. “A academia brasileira nessa área de engenharia tem formado alunos da mesma maneira como era feita há 30 anos e isso não tem funcionado, pois está desconectado das necessidades reais da sociedade. A universidade tem de desenvolver capital humano voltado para a resolução de problemas práticos”, conclui.

    O ConBAP 2018, que reúne um público de 700 participantes, prosseguirá nesta quarta-feira (3-10) com diversos painéis e debates sobre o futuro e os desafios da Agricultura de Precisão no Brasil. Haverá inclusive, nesta quarta, uma conferência especial a ser proferida pelo pesquisador do USDA, Kenneth A. Sudduth (Ken), que foi presidente da International Society of Precision Agriculture no período 2014-2016. Ele abordará o temaData-driven Advances in Agriculture.

    Além dos debates, o ConBAP 2018 ainda reúne, numa área de exposição montada na entrada dos auditórios, cerca de 40 empresas que mostram produtos e serviços voltados para as atividades de Agricultura de Precisão.

    Fonte: AsbraAP

  • Benzoato de emamectina é alternativa contra Helicoverpa armigera

    Com o plantio de soja iniciado nas principais regiões produtoras do Brasil, a atenção do produtor volta-se agora para o controle das principais ameaças à cultura. Nesse cenário, a infestação de Helicoverpa armigera se mostra como uma das pragas de mais difícil combate em diversos estados brasileiros, tendo ressurgido com força total no ano passado e provocado perdas estimadas em mais de R$ 2 bilhões nos últimos cinco anos.

    É consensual entre os maiores especialistas que o inseticida mais efetivo no controle da Helicoverpa armigera até o momento é o Benzoato de emamectina. No Brasil, apenas quatro produtos contendo esse ingrediente ativo estão autorizados pelos órgãos reguladores a serem utilizados.

    O Proclaim 50 WG da Syngenta é o único até agora com registro definitivo para ser comercializado em todos os estados brasileiros.

    No entanto, os produtores de soja possuem ainda outras quatro alternativas de inseticidas à base de Benzoato de emamectina. Esses produtos possuem “registro emergencial” que vigora nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Bahia:

    Emamectina Benzoato CCAB ( 50 g.i.a/kg WG ) , empresa CCAB Agro

    Desafio BR ( 50 g.i.a WG ) Ouro Fino

    Emamec 20 SG ( 200 g.i.a/Kg SG )

    Benzo 200 SG ( 200 g.i.a/kg ) Tide/Prentiss

    Para se efetuar a venda dos produtos registrados na modalidade emergencial é necessário fazer a homologação junto as autoridades locais. O objetivo da Processo de homologação é garantia que o produto seja aplicado para a cultura autorizada e monitorar a ocorrência da Helicoverpa. A homologação também garante o uso do produto legalizado combatendo o contrabando de Benzoato de emamectina.

    “Há muitos relatos de pessoas envolvidas com o contrabando e roubo de defensivos, assim como casos de fitotoxicidade causados por produtos contrabandeados possivelmente resultados de contaminação por herbicidas. A homologação é um processo simples que varia um pouco em relação a cada Estado”, explica o engenheiro agrônomo Josué Verba, da Prentiss.

    Ele conta que a equipe da Prentiss oferece o suporte, orienta e realiza o processo de homologação para o produtor para garantir que a venda seja segura e fique dentro dos moldes da lei. Segundo ele, o Benzo 200 da Prentiss possui uma “concentração de ingrediente ativo quatro vezes maior que a do produto de referência no mercado, 200 gramas de ingrediente ativo por quilo de produto comercial, e vem em uma embalagem diferenciada, rígida de fácil manuseio. Sua formulação SG (grânulos solúveis em água) não produz pó e é de fácil manuseio”.

    Fonte: Agrolink

     

  • Soja realiza lucros em Chicago nesta 3ª feira após máximas em 6 semanas na sessão anterior

    Os preços da soja recuam na Bolsa de Chicago na sessão desta terça-feira (2), devolvendo parte dos bons ganhos registrados no pregão anterior. As cotações, por volta de 7h45 (horário de Brasília), operavam com baixas de 2,75 a 3,50 pontos, e o novembro/18 valia US$ 8,55 por bushel.

    “Os traders, durante a noite, já deram início ao ‘turn around tuesday’ (virada da terça-feira) depois das altas de ontem, realizando lucros depois do rally desta segunda-feira”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    E a realização de lucros vem depois de os preços terem alcançado suas máximas em seis semanas na CBOT, quando as altas passaram de 1% no fechamento anterior.

    O mercado segue atento às condições desfavoráveis de clima nos EUA para o desenvolvimento da colheita – principalmente na metade norte do Corn Belt – à guerra comercila ChinaxEUA e ao desenvolvimento da nova safra do Brasil.

    Ainda assim, faltam informações que possam fazer as cotações caminharem a passos mais largos na Bolsa de Chicago, ainda como explicam analistas e consultores de mercado.

    De acordo com o último boletim semanal de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o país viu a colheita da soja evoluir, na última semana, de 14% para 23% da área. O número ficou acima da média e do mesmo período do ano passado de 20%. O mercado esperava 28%.

    Fonte: Notícias Agrícolas