Eduarda Pereira

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  • Soja: Com safra adiantada, país pode ter maior custo com ferrugem

    O Brasil tem visto focos do fungo da ferrugem asiática da soja em maior número e mais cedo neste ano, na esteira do plantio da oleaginosa mais rápido da história, o que indica a possibilidade de maiores custos para produtores controlarem a doença na safra 2018/19. Além disso, diante de uma maior presença da doença, o setor pode ficar mais sujeito a perdas pela ferrugem, caso erre nas aplicações, disse a pesquisadora Claudine Seixas, da unidade especializada em soja da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Londrina (PR).

    A ferrugem da soja é a doença que mais exige investimentos dos agricultores. Ao todo, o custo com o fungo gira em torno de 2 bilhões de dólares por ano, sendo a maior parte em gastos com aplicações de fungicidas e uma fatia menor de perdas de produtividade.

    “Este talvez seja um ano em que o gasto seja maior. Com a doença chegando mais cedo, corre-se o risco de ter um pouco mais de perda, mas são só hipóteses”, declarou Claudine à Reuters, por telefone.

    Até o momento, o chamado consórcio antiferrugem, uma parceria público-privada que envolve pesquisadores, já registrou 17 focos da ferrugem em áreas de cultivo comerciais, enquanto no mesmo período do ano passado havia somente uma ocorrência.

    A maior pressão da ferrugem no Brasil, maior exportador mundial, acontece em uma safra em que os Estados do Sul estão sendo atingidos por mais chuvas, em meio indicações de desenvolvimento do fenômeno climático El Niño, que traz mais umidade para tais regiões.

    O fungo avança com mais facilidade em anos mais chuvosos e quentes. No ano passado, ao contrário, a semeadura foi mais lenta especialmente no Paraná, segundo Estado produtor brasileiro, por conta de uma seca em setembro.

    Este ano, ao contrário, choveu bem mais cedo e depois as chuvas foram muito acima da média também em outubro. Foi tanta umidade que houve até uma reversão no ritmo de plantio, que passou a ficar mais lento.

    “Tivemos bastantes chuvas, o que favorece o fungo. Iniciamos a safra chuvosa, e quem conseguiu semear no intervalo das chuvas, conseguiu semear bem cedo… Se pensar em época do ano, em termos de data, foi a ferrugem que tivemos mais cedo. Nunca tivemos ocorrência (do fungo) em área comercial tão cedo no Paraná”, destacou Claudine.

    Ela explicou que, com o plantio de soja precoce este ano, de maneira geral a ferrugem apareceu em fases mais adiantadas das lavouras, quando ela costuma mesmo surgir.

    E alerta para possível maior pressão do fungo, com a “desuniformidade” na semeadura. Enquanto alguns produtores começaram muito cedo, em setembro, outros ainda estão plantando.

    “Isso acaba não sendo muito favorável, ela (ferrugem) já está produzindo inóculo do fungo para as regiões que semeiam mais tarde”, comentou a pesquisadora.

    Esse cenário de mais focos também dependerá das condições climáticas ao longo da safra. “Depende muito do clima, se houver um veranico (tempo mais seco), se não favorece a soja, desfavorece a ferrugem também.”

    Para a segunda quinzena de novembro, as condições climáticas devem seguir favoráveis para o disseminação do fungo na maior parte do país, cujas principais áreas agrícolas devem receber chuvas acima da média.

    No Paraná, que concentra os casos de ferrugem, com 13 focos, as precipitações ficarão praticamente dentro da média em parte do Estado e acima do histórico em outros, até o final do mês, de acordo com dados do Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon.

    A pesquisadora disse ainda que os produtores deverão ficar atentos ao aparecimento da doença, para realizar as aplicações logo que surgir.

    “Uma safra como esta, em que ela apareceu mais cedo, pode ter pego o agricultor desprevenido. A primeira aplicação é de fato muito importante, e não é fácil acertar o momento.”

    Dessa forma, ela comentou que é importante que o produtor não queira “calenderizar” as aplicações, quando faz o trabalho apenas com base na fase da lavoura ou do período do ano.

    “O fungo é muito agressivo, o ciclo da doença é muito rápido, o ideal é pegar bem no comecinho…”

    Com o plantio já caminhando para a parte final dos trabalhos no Brasil, o mercado em geral aposta em uma safra recorde superior a 120 milhões de toneladas, um volume levemente acima do esperado pelo governo.

    O plantio da soja 2018/19 no Brasil chegou a 82 por cento da área total até quinta-feira, avanço de 11 pontos percentuais ante a semana passada, mantendo o ritmo como o mais rápido já registrado, disse a AgRural na sexta-feira (16/11).

    A safra está à frente dos 73 por cento no ano passado e dos 67 por cento na média de cinco anos, segundo a consultoria.

    Fonte: Reuters

  • Milho: À espera de novas informações, mercado inicia a semana próximo da estabilidade em Chicago

    As cotações do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a semana com ligeiras altas, próximas da estabilidade. Na manhã desta segunda-feira (19), os principais vencimentos da commodity testavam ganhos entre 0,25 e 0,75 pontos. O dezembro/18 era cotado a US$ 3,65 por bushel, enquanto o março/19 operava a US$ 3,76 por bushel.

    De acordo com informações das agências internacionais, o mercado segue sem novidades, operando de maneira técnica. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu novo boletim de embarques semanais. O número é um importante indicador de demanda e pode influenciar o andamento das negociações.

    O departamento ainda atualiza as informações sobre a safra dos Estados Unidos nesta segunda-feira. Até a semana anterior, cerca de 84% da área semeada já havia sido colhida.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Queda nos preços dos fertilizantes no mercado brasileiro

    A menor demanda por adubos neste período e o dólar em um patamar menor tiraram a sustentação dos preços dos fertilizantes no mercado interno em novembro. Segundo levantamento da Scot Consultoria, na primeira quinzena, a tonelada da ureia agrícola ficou cotada, em média, em R$1.826,86 em São Paulo, sem o frete.

    Houve queda de 2,6% em relação ao fechamento de outubro, mas, ainda assim, o insumo está custando 41,1% mais em relação a novembro do ano passado. Para os adubos potássicos e fosfatados, os recuos médios foram de 1,0% e 0,2%, respectivamente.

    Em curto prazo, a expectativa é de menor movimentação no mercado de adubos. Além disso, os estoques de passagem das empresas deverão manter os preços mais frouxos. Por fim, continuamos monitorando o câmbio, que na primeira quinzena deste mês apresentou um cenário mais firme, frente a outubro.

    Fonte: SCOT CONSULTORIA 

  • Soja: Mantendo foco na disputa entre chineses e americanos, Chicago recua nesta 2ª feira

    A guerra comercial entre China e Estados Unidos permanece no foco dos participantes do mercado internacional da soja e até que um novo acordo seja firmado para mudar o atual cenário, as especulações continuam, assim como continua a caminhada lenta e de lado dos preços da commodity na Bolsa de Chicago.

    No pregão desta segunda-feira (19), o mercado devolvia parte dos ganhos registrados na última sexta (16) e, por volta de 7h50 (horário de Brasília), recuava entre 3,75 e 4,75 pontos nos principais contratos.

    As expectativas um pouco mais otimistas nos últimos dias parecem ter perdido um pouco de força com o vice-presidente americano Mike Pence dizendo que o país não irá recuar das tarifas até que os chineses anunciem mudanças. A China, porém, também tem se mostrado bastante resiliente.

    “Nós tomamos ação decisiva para lidar com o nosso desequilíbrio com a China. Colocamos tarifas sobre 250 bilhões de dólares em bens chineses, e podemos mais do que dobrar esse número”, disse durante a cúpula da Apec (Associação de Países da Ásia e do Pacífico para a Cooperação Econômica).

     

    Os traders permanecem bastante atentos também ao andamento do dólar, à conclusão da colheita americana e o bom avanço do plantio no Brasil. Esses fundamentos do mercado, porém, têm perdido peso nestes meses em que a guerra comercial, mesmo sem grandes novidades, domina as discussões nos bastidores do mercado.

    Afinal, a demanda pela soja norte-americana está bastante fraca, com um dos menores ritmos de exportações dos últimos anos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Agricultura de precisão ajuda no preparo do solo?

    Cultivar não é uma tarefa fácil. O produtor além de sua lavoura precisa monitorar centenas de variáveis que podem interferir no sucesso lá no fim da safra. Para este processo complexo, é preciso o auxílio de ferramentas que facilitem o seu trabalho com dados e números que serão fundamentais nas tomadas de decisões. A tendência nos últimos anos é o surgimento de soluções em agricultura de precisão. Podemos dizer que a agricultura de precisão é uma filosofia de manejo da fertilidade do solo utilizando-se de informações exatas e precisas sobre faixas ou porções menores do terreno, tendo por objetivo aumentar a eficiência do uso de corretivos e fertilizantes nas culturas agrícolas. E o que podemos dizer dessas novas ferramentas para a importância de um bom preparo de solo?

    Primeiro vamos destacar algumas dessas novas “armas” à disposição dos produtores. Podemos elencar os sistemas de posicionamento global (GPS), sistema de informações geográficas (SIG ou GIS), tecnologias de aplicação em taxa variável, monitoramento das áreas, sensoriamento remoto, monitores de colheita, amostradores de solo e balizadores de aplicação (aérea e tratorizada). Além disso, sensores de matéria orgânica, de plantas daninhas, de umidade de solo, de pH, de NO3 no solo, de compactação, pulverizadores de precisão, fotografias aéreas e outros.

    Já ficou claro para o agricultor que é fundamental o preparo do solo, bem feito, isso resulta em lavouras de alta produtividade. Nessa fase inicial é fundamental a mecanização e uso dessas novas tecnologias. O preparo do solo e, principalmente, as práticas corretivas como o uso correto do calcário, do gesso, e até mesmo do fósforo para corrigir o solo estão na lista obrigatória de sucesso.

    A Piccin Tecnologia Agrícola, por exemplo, é uma empresa especialista em desenvolver equipamentos voltados ao preparo do solo, em seu portfólio, conta com soluções tecnológicas com padrão ISOBUS para todo o ciclo produtivo. Ou seja, implementos que garantem comunicação total entre máquinas e tratores ISOBUS, resultando em transparência e liberdade aos produtores. Além disso, há a possibilidade também de utilizar os equipamentos com sistema de desligamento linha a linha para semeadoras, desligamento bico a bico para autopropelidos e taxa variável nas mais diversas operações.

    A empresa também tem parceria com a americana Ag Leader, que disponibiliza para a linha de distribuidores de adubo e materiais como calcário terminais do tipo InCommand 1200/800, com a plataforma, chamada de AgFinit. Essa opção é uma mão na roda e gerencia dados agronômicos, com taxa variável e transferência de informações para “Nuvem”, onde o agricultor pode ter acesso de qualquer lugar e em qualquer momento. Os dados ficam disponíveis em um local virtual, além disso, a sincronização de mapas e relatórios é realizada entre a nuvem e o dispositivo, utilizado pelo agricultor para gerenciar a safra.

    O uso dessas e de tantas outras ferramentas da agricultura de precisão é a redução dos custos de produção, principalmente dos agroquímicos, fertilizantes e/ou corretivos. Conforme aponta Rossato (2010), em média, é possível obter uma redução de 20-30% no custo de insumos como calcário, fósforo e potássio. Com a aplicação diferenciada de insumos consegue-se maior homogeneidade da lavoura e aumento de sua produtividade. É questão de avaliar quais ferramentas melhor se adaptam ao bolso e a necessidade da propriedade.

    Fonte: Grupo /Cultivar

  • Mosca Branca tem nova ação para combate

    Para garantir a produtividade da lavoura, os agricultores precisam adotar técnicas e tecnologias para que os altos índices sejam alcançados. O cuidado com as pragas, doenças e plantas daninhas precisam estar diariamente sob controle do produtor rural. A mosca branca é um dos grandes problemas enfrentados, um pequeno inseto que, somente nos tomateiros, pode representar perdas de 40% a 70% na condição de vetor de vírus, segundo dados da Embrapa.

    Atenta ao problema a ADAMA, obteve o registro para uma nova solução, voltada para o combate da mosca branca: o inseticida Trivor. O produto controla o desenvolvimento do inseto em todas as suas fases, tornando seus ovos inférteis e quebrando o seu ciclo de atividade nas plantas.

    “A mosca branca prejudica a saúde das lavouras em larga escala, pois, além de extrair os nutrientes das plantas, causa fumagina nas folhas inibindo a fotossíntese. Em determinadas culturas de hortifrúti, chega a transmitir viroses por meio do processo de sucção”, destaca Fabrício Pacheco, gerente de Produtos da ADAMA Brasil. “Para oferecer um controle efetivo do inseto, Trivor une praticidade e eficácia em sua ação de choque e residual, além de ser facilmente aplicável pelo fato de ser composto por uma mistura pronta”.

    Trivor chega com a força necessária no manejo do inseto por conta do grande alcance de culturas em que pode ser aplicado. Além de uma grande variedade de culturas de hortifrúti, como batata, tomate, cebola e outras, o inseticida também pode ser aplicado nas lavouras de soja e algodão, que sofrem constantes problemas com as toxinas liberadas pela mosca branca.

    Fonte: Agrolink

  • Seguro agrícola ameniza perdas da 2ª safra de milho

    As perdas na safra 2017/2018 causadas pela seca prolongada que castigou lavouras inteiras no sul do país estão sendo reparadas aos produtores que adquiriram o seguro agrícola.

    Segundo o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, que detém 70% do mercado de seguros rurais do país, a produção de milho safrinha no estado do Paraná foi uma das mais prejudicadas, representando 42% dos sinistros comunicados e 26% dos prejuízos apurados até o momento.

    “O cultivo de milho de segunda safra já estava menor em relação ao ano anterior e a falta de chuva afetou o desenvolvimento do cereal, o que comprometeu o processo de produção. Mais de 92% dos produtores rurais que tiveram perdas em suas plantações foram impactados pela estiagem, muito mais severa este ano”, explica Paulo Hora, diretor técnico de seguros rurais do GRUPO.

    A área indenizada chegou a 111 mil hectares e mais de R$ 56 milhões serão pagos aos produtores afetados no estado.

    A segunda safra de milho é a principal do país, uma vez que produtores têm apostado mais na soja na primeira safra.

    “Muitos agricultores têm acionado o seguro, uma vez que, em algumas propriedades, os prejuízos chegam a 100%. As vistorias já foram realizadas, os prejuízos apurados e estamos finalizando o pagamento dos sinistros aos produtores”, explica o diretor.

    Atualmente, o GRUPO disponibiliza aos produtores o produto BB Seguro Agrícola, que protege a lavoura de problemas com o clima como chuvas excessivas, incêndio, queda de raio, tromba d’água, ventos fortes, friagem, granizo, seca, geada e variações excessivas de temperatura.

    “As indenizações reforçam a importância do seguro, que é uma ferramenta estratégica para quem produz no campo. É um aliado do produtor, permitindo que ele recupere parte do capital investido em caso de intempéries climáticas”, ressalta.

    Fonte: Agrolink

  • Soja segue caminhando de lado em Chicago nesta 4ª feira e atenta ao encontro China x EUA

    Os preços da soja seguem trabalhando com leves altas na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (14), dando continuidade às pequenas altas observadas ontem. As cotações subiam, por volta de 8h05 (horário de Brasília), subiam entre 2,25 e 2,75 pontos, com o janeiro/19 valendo US$ 8,80 por bushel.

    O mercado, porém segue caminhando de lado, diante da falta de novidades que possa movimentar os preços de forma mais substancial. As expectativas maiores seguem sobe o novo encontro do G20 que acontece no fim deste mês.

    Donald Trump e Xi Jinping voltam a se encontrar na Argentina para discutir as taxações impostas por ambos em suas exportações de importações e a possibilidade de um acordo chama a atenção dos traders. Já a proximidade do mesmo não parece tão certa.

    Atenção ainda ao dólar frente ao real e também aos prêmios pagos pela soja brasileira, que começam a perder força neste momento diante dessa possibilidade de consenso entre chineses e americanos.

    “A ARC lembra que a redução dos preços da oleaginosa brasileira disponível para exportação irá elevar o interesse da demanda
    chinesa, que possui cobertura limitada até meados de dezembro”, explicam os analistas de mercado da ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Em Chicago, mercado testa leves perdas na manhã desta 3ª feira após valorizações observadas recentemente

    Nesta terça-feira (13), as principais posições do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) testam ligeiras perdas. Às 8h42 (horário de Brasília), os vencimentos da commodity recuavam entre 1,00 e 1,25 pontos. O contrato dezembro/18 era cotado a US$ 3,70 por bushel, enquanto o março/19 trabalhava a US$ 3,81 por bushel.

    O mercado recua após encerrar o dia anterior com leves ganhos apoiado pelas valorizações mais expressivas observadas nos futuros do trigo. De acordo com informações das agências internacionais, as cotações do milho operam de maneira técnica e aguardam por novas informações.

    Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu boletim semanal de embarques e pode influenciar o andamento das negociações. O órgão ainda atualiza os dados do andamento da colheita no país, que até a semana anterior estava em 76%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado em Chicago testa leves ganhos nesta 3ª feira, mas segue no aguardo de novidades

    Nesta terça-feira (13), os preços da soja sobem levemente na Bolsa de Chicago. As cotações, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam pouco mais de 2 pontos entre as posições mais negociadas, com o janeiro/19 valendo US$ 8,85 por bushel.

    A exceção era o novembro/18, que já sai da tela nos próximos dias, e o vencimento perdia 0,25 ponto, sendo cotado a US$ 8,71.

    Segundo explicam analistas internacionais, a semana começou com baixo interesse especulativo, com os traders esperando, mais uma vez, por novidades que possam mexer com as cotações de forma mais intensa.

    “A ARC acredita que nesta semana estes fundos irão alavancar as posições vendidas, que hoje somam 45mil contratos líquidos na soja. A reversão deste cenário demanda novidades positivas sobre o acordo comercial EUA-China”, dizem os analistas da ARC Mercosul.

    As atenções, portanto, seguem voltadas para o próximo encontro do G20, que acontece na Argentina, no final do mês, e onde se encontram Donald Trump e Xi Jinping para uma nova rodada de discussões.

    Nesta terça-feira, o mercado espera também pelos novos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre os embarques semanais de grãos norte-americanos, bem como do desenvolvimento da colheita no país, estas informações chegando, somente após o fechamento do mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas