Eduarda Pereira

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  • Soja opera estável em Chicago nesta 3ª feira e mercado segue se ajustando antes do USDA

    Segue a estabilidade entre os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. No pregão desta terça-feira (9), o mercado internacional ainda trabalhava com oscilações bastante tímidas e, na manhã de hoje, testando mais leves baixas.

    Perto de 7h40 (horário de Brasília), os preços perdiam pouco mais de 2 pontos entre os principais contratos, com o novembro/18 valendo US$ 8,67 por bushel. O maio/19, que serve como referência para a safra do Brasil, valia US$ 9,05 por bushel.

    Bem ligados aos fundamentos da soja, os traders seguem focados nas chuvas excessivas que ainda chegam ao Meio-Oeste dos EUA, comprometendo o avanço da colheita. Ainda assim, continuam a ver boas condições das lavouras até este momento, mas já preocupados com uma perda de qualidade dos grãos que seguem nos campos.

    Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras atualizando o estado das plantações e o percentual de área colhida. Devido ao Columbus Day ontem, os números sairão hoje. As expectativas variam de 32% a 35% para a soja.

    No paralelo, o mercado também já se ajusta ao novo relatório mensal de oferta e demanda que o USDA traz na quinta-feira, 11. E assim, segue se comportando de forma técnica, sem muitas variações intensas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Estudos mostram que plantas “sentem dor”

    Estudos recentes mostraram que as plantas reagem à picada de um inseto ou animal mesmo não tendo um sistema nervoso central. De acordo com os resultados publicados na revista Science, essa reação tem a função de ativar um sistema de defesa, propagando e compartilhando a “dor” com outras plantas.

    De acordo com Simon Gilroy, da Universidade de Wisconsin, dos Estados Unidos, que trabalhou no projeto em parceria com pesquisadores da Universidade de Wake Forest, eles estudaram as reações da Arabidopsis thaliana, uma pequena planta nativa da Eurásia e África do Norte. “As plantas são estacionárias e não podem escapar dos herbívoros, por isso devem responder com defesas químicas para detê-los e reparar tecidos danificados”, comenta.

    Com esta finalidade, as plantas chegam a uma forma de comunicação por meio de íons de cálcio, o que lhes permite enviar sinais por longas distâncias. Para isso, elas necessitam de alguns canais receptores que são ativados pelo glutamato extracelular, um neurotransmissor conhecido em mamíferos.

    “Sabemos que existe um sistema de sinal sistêmico e que, se você atingir a o ponto em algum momento, o resto da planta acionará suas respostas defensivas”, disse ele. “Mas nós não sabíamos o que estava por trás desse sistema”, completou.

    Segundo os pesquisadores, que usaram proteínas fluorescentes para observar os sinais à medida que se espalhavam pelas plantas em resposta ao estresse, o sistema é bem mais lento do que as reações nervosas nos animais, cujos nervos transmitem o sinal da dor até 120 metros por segundo. Contudo, mesmo assim o organismo da planta cumpre a mesma função, sendo que a medida que a onda se propaga, o nível de hormônios defensivos na região afetada aumenta.

    Fonte: Agrolink

  • Abelhas podem ser usadas para pulverização

    Uma empresa canadense desenvolveu uma alternativa para a aplicação de pesticidas que usa abelhas para transportar e distribuir um pó de inoculação orgânico durante sua rota de polinização. De acordo com o CEO da Bee Vectoring Technology (BVT), responsável pelo projeto, Ashish Malik, a técnica de aplicação é mais eficiente e amiga do ambiente do que os métodos tradicionais de pulverização de culturas.

    “Há muitos produtos biológicos que estão sendo usados pelos agricultores nos dias de hoje, mas a maneira como eles são aplicados é da mesma forma que os produtos químicos tradicionais também são aplicados, ou seja, você está usando equipamentos de pulverização”, comenta.

    A técnica permite que as abelhas passem por uma bandeja de especialidade do biopesticida fúngico chamado Viteira antes de sair de sua colmeia e depois soltem esses esporos em cada planta que visitam. O fungo natural é então absorvido pelas plantas, permitindo-lhes bloquear quaisquer doenças destrutivas.

    No entanto, ele afirma que a aplicação normal muitas vezes resulta em muito desperdício de produto e também de água. “Certamente o nosso produto poderia ser aplicado dessa forma, e ainda assim seria totalmente orgânico e funcionaria, mas nós levamos isso um passo adiante, porque não só temos esse pesticida orgânico, mas o que estamos fazendo é uma entrega bem direcionada, sem o uso da água”, explica.

    A empresa também está trabalhando em uma formulação de pulverização tradicional para seus micróbios, que seria útil para proteger contra doenças que normalmente não afetam as culturas durante o período de floração quando as abelhas são usadas. “Você e eu poderíamos tomar uma colher disso e comê-lo sem problemas”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Em semana de novo boletim do USDA, mercado opera com estabilidade em Chicago nesta 2ª

    Os preços da soja iniciam a semana operando com estabilidade na Bolsa de Chicago e, no pregão desta segunda-feira (8) testam ligeiras baixas de pouco mais de 1 ponto entre os principais contratos.

    O vencimento novembro/18, que ainda é o mais negociado neste momento, tinha US$ 8,67, enquanto o maio/19, referência para a nova safra brasileira, valia US$ 9,04 por bushel.

    De acordo com informações de consultorias internacionais, o mercado ainda trabalha com atenção ao clima nos Estados Unidos e ao excesso de chuvas que vem atrapalhando os trabalhos de colheita no Corn Belt, ao mesmo tempo em que se ajusta ao novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será reportado na quinta-feira (11).

    “O final de semana foi de chuvas intensas no Meio-Oeste americano, aumentando as preocupações com as lavouras de soja e milho. Os campos, por conta do clima, já mostram alguns sinais de perda de qualidade. A soja está mais suscetível aos danos nesse momento, com essas chuvas prolongadas e temperaturas mais frias”, dizem os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    O USDA traz, no fim do dia de hoje, seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras, onde atualiza a evolução da colheita e as condições das lavouras norte-americanas. Outro boletim chega com os dados dos embarques semanais de grãos dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Trigo biofortificado fornece maior nível de ferro

    Pesquisadores do Serviço de Pesquisa Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) desenvolveram uma espécie de trigo biofortificado que é capaz de fornecer altos níveis de ferro de forma natural. De acordo com Robert Graybosch, um dos cientistas responsáveis pela pesquisa, cerca de 60% da população mundial não recebe ferro suficiente.

    “A fortificação é potencialmente útil, pois as pessoas em muitas partes do mundo não consomem uma dieta balanceada e seus principais alimentos não possuem minerais. Isso pode ser resolvido com a fortificação, o processo de adicionar minerais de volta aos produtos alimentícios. Isso é feito com farinhas usadas para assar pão”, comenta.

    Segundo informou o pesquisador, a equipe tentou combinar duas propriedades, baixo teor de fitato e alta proteína de grãos, sem reduzir o rendimento. Isso porque o fitato é chamado de “antinutriente”, porque ele impede que o organismo consiga absorver alguns minerais, como é o caso do ferro.

    Seus resultados mostram que é possível combinar os dois traços sem nenhum efeito negativo sobre o rendimento de grãos. Embora mais trabalho precise ser feito para obtê-lo no trigo que pode ser plantado pelos agricultores, os genes podem ser usados para desenvolver trigo mais nutritivo sem sacrificar o rendimento.

    “Eu acho que qualquer coisa que pode melhorar a nutrição de alimentos minerais a baixo custo ou sem nenhum custo para o consumidor é de valor. Qualquer coisa que possamos fazer para melhorar a nutrição em todo o mundo contribuirá para melhorar a vida de nossos companheiros”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Safras projeta exportação recorde de soja em 2019/20, a 79 mi t

    As exportações de soja do Brasil deverão repetir no ano comercial 2019/20, que vai de fevereiro de 2019 a janeiro de 2020, os mesmos 79 milhões de toneladas do ciclo anterior, um volume recorde, projetou nesta quinta-feira a Safras & Mercado.

    “Sem um acordo entre Estados Unidos e China, as exportações brasileiras de soja devem continuar muito fortes na nova temporada (safra 2018/19). Tal fato irá ‘enxugar’ a oferta do mercado interno, apertando os estoques, mesmo com a tendência de uma nova safra recorde”, explicou em nota o analista Luiz Fernando Roque, referindo-se à temporada em fase de plantio.

    A disputa comercial entre EUA e China se acentuou neste ano, desembocando na aplicação por Pequim de uma taxa de 25 por cento sobre a soja norte-americana. A medida levou importadores chineses a intensificarem as compras da oleaginosa do Brasil, o maior exportador global da commodity.

    Conforme a consultoria, em meio à forte demanda chinesa, os estoques finais do Brasil em 2019/20 deverão cair 31 por cento, passando para 98 mil toneladas, volume ínfimo perto do tamanho da safra brasileira, projetada na temporada que está sendo semeada em cerca de 120 milhões de toneladas.

    A Safras projeta ainda um esmagamento de 40 milhões de toneladas de soja no ano comercial 2019/20 e de 41,8 milhões em 2018/19, representando um recuo de 4 por cento entre uma temporada e outra.

    DERIVADOS
    A consultoria estima uma produção de farelo de soja de 30,47 milhões de toneladas em 2019/20, 4 por cento menos na comparação anual. As exportações do derivado deverão cair 22 por cento, para 13,5 milhões de toneladas.

    A produção de óleo de soja deverá ficar em 7,96 milhões de toneladas, enquanto as exportações do produto, em 620 mil toneladas, disse a Safras.

    Fonte: Reuters

  • Soja sobe com fundos comprando posições

    O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (05.10) ganhos de 9,75 pontos no contrato de Novembro/18, fechando em US$ 8,69 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 8,00 e 9,75 pontos.

    A cobertura dos fundos impulsionou as cotações e o mercado norte-americano da soja fechou a semana com ganhos nos principais contratos futuros. “No lado fundamental os elementos macroeconômicos, depois de fortes flutuações registradas nas últimas sessões, a paridade Euro/Dólar e o petróleo permaneceram equilibradas”, aponta o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco.

    A Consultoria AgResource destaca que o sustento veio com fundos de gestão ativa na contínua cobertura das posições abertas no lado da venda: “Em contrapartida, não há intenções de adição de vendas por parte dos produtores rurais dos Estados Unidos, dando força ao movimento de alta”.

    “Além do mais, os mapas climáticos para o Cinturão Agrícola continuam trazendo preocupações frente às intensas precipitações durante o vigente período de colheita. Os estados ao oeste do Cinturão serão os principais afetados com totais pluviométricos entre 45- 100mm acumulados nos próximos 5 dias. A ARC alerta que os prejuízos para a produção nacional ainda são incertos. A única certeza que podemos concluir é que tal padrão úmido projetado para os Estados Unidos não trará benefícios às produtividades”, concluem os analistas.

    Fonte: Agrolink

  • Recorde nas exportações brasileiras de soja

    Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em setembro último o Brasil exportou 4,61 milhões de toneladas de soja grão. No acumulado de janeiro a setembro de 2018, foram embarcadas 69,21 milhões de toneladas.

    Este volume é 1,5% maior na comparação com o exportado durante todo o ano de 2017, que tinha sido recorde, até então. A quebra da safra na Argentina, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e o dólar valorizado frente ao real foram os fatores que colaboraram com o aumento dos embarques este ano.

    Fonte: Scot Consultoria

  • A expectativa é que o volume de vendas de máquinas agrícolas aumente em 2019, aponta consultor

    O 10º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas debateu as perspectivas agroeconômicas e a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura. O evento teve como objetivo reunir a comunidade agrícola e os profissionais de desenvolvem às máquinas no Brasil para debater sobre as inovações tecnologias no setor.

    O evento contou com a presença do palestrante e economista da Farsul, Antonio da Luz, que destacou as demandas da agricultura brasileira para ser mais produtiva e eficiente. “As máquinas agrícolas começam a ter uma retomada do crescimento e ainda tem muito espaço para a venda de tratores desde tenha produtores com níveis de endividamento mais baixos”, comenta.

    O simpósio também contou com a palestra do analista da consultoria Agroêconomica, Carlos Cogo, que mostrou os números do mercado nacional de máquinas agrícolas que foi realizado pelo censo do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano de 2017. “A gente sabe que o brasil tem capacidade instalada para atender até 30% do que está sendo vendido atualmente”, afirma.

    O analista ainda ressalta que as perspectivas é que as vendas de máquinas aumente no próximo ano. “Acredito que em 2019 vai ter uma surpresa positiva em vendas de maquinários”, aponta.

    O evento também promoveu um debate com os dirigentes de cada indústria sobre as perspectivas de mercado para o segmento da mecanização agrícola brasileira com a chegada da agricultura 4.0 e a necessidade de equipar melhor os agricultores familiares.

    Fonte: Marcas e Máquinas

  • Soja em Chicago trabalha estável nesta 5ª feira e mercado segue cauteloso à espera de novidades

    No pregão desta quinta-feira (4), o mercado da soja na Bolsa de Chicago trabalha com estabilidade e, por volta de 7h40 (horário de Brasília), testava leves altas entre os contratos mais negociados. As cotações subiam 0,25 ponto, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,61 e o maio/19 a US$ 9,02 por bushel.

    O mercado continua cauteloso, de olho em seus fundamentos, mas também atento à questão climática nos Estados Unidos. As preocupações com um atraso na colheita no Meio-Oeste americano crescem na medida em que as chuvas intensas continuam chegando à região.

    “As previsões atualizadas mostram a continuidade das precipitações e agora já começam a aparecer no mercado também preocupações com a qualidade dos grãos”, diz o boletim diário da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Ainda nesta quinta-feira, os traders dividem suas atenções também com a demanda, uma vez que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo boletim semanal de vendas para exportação. As expectativas do mercado variam de 900 mil a 1,5 milhão de toneladas de soja e 200 mil a 500 mil de farelo.

    O plantio no Brasil – que se desenvolve muito bem até este momento – também ganha cada vez mais espaço entre os radares dos participantes do mercado. O Paraná, que é o segundo maior produtor de soja do país, tem seu melhor ritmo da história e perto de 30% da área já semeada, sendo favorecido pelas boas condições de clima.

    Fonte: Notícias Agrícolas