Eduarda Pereira

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  • Soja se mantém estável em Chicago nesta 4ª com focos nos fundamentos e temor sobre 2ª onda do corona

    A estabilidade permanece sobre o mercado da soja na Bolsa de Chicago. Na manhã desta quarta-feira (17), os futuros da oleaginosa perdiam pouco mais de 1 ponto entre os principais vencimentos, levando o julho a US$ 8,66 e o novembro a US$ 8,71 por bushel. Os preços continuam buscando definir uma direção e, até lá, ainda caminham de lado.

    Os traders seguem divididos entre o acompanhamento da nova safra americana e as perspectivas sobre a demanda – necessária – da China nos Estados Unidos. E em ambos os casos, por hora, faltam novidades que possam aquecer a movimentação das cotações na CBOT.

    “Os preços dos grãos recuam em Chicago e na Europa, mas o sentimento psicológico se mostra ainda bastante estável”, diz um analista de mercado à Reuters Internacional.

    Mais do que os fundamentos, as preocupações com uma nova onda do coronavírus pesa sobre todos os mercados – entre commodities e outros ativos – e também acabam por limitar o espaço de recuperação da soja e outras commodities agrícolas.

    “Chicago não consegue reagir como esperado, porque o pessimismo em relação ao Covid-19 voltou a tomar conta do mercado. Enquanto o Brasil, México e Índia lutam para controlar a primeira onda do C19, a China e outros países se preocupam com uma possível segunda onda”, explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Possibilidade de safra recorde reforça pressão compradora sobre cotações do milho

    Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro, influenciados pela pressão de compradores, que estão atentos à colheita da segunda safra. Segundo colaboradores do Cepea, apesar do atraso do semeio em algumas regiões, o clima favorável na finalização do desenvolvimento tende a elevar a produtividade e resultar em produção recorde.

    As atividades de campo ainda estão no começo, mas já se observa maior oferta de milho no mercado de lotes. Nesse cenário, entre 5 e 12 de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (região de Campinas – SP) caiu 2,6% de 60 kg na sexta-feira, 12.

    Fonte: Portal DBO

  • Ritmo de exportação de soja do Brasil aumenta mais de 50% até a 2ª semana de junho

    A média diária das exportações brasileiras de soja avançou 56% até a segunda semana de junho ante o mesmo mês de 2019, para 702,1 mil toneladas e, com isso, o país já acumula 6,32 milhões de toneladas embarcadas em nove dias úteis, conforme dados do governo federal divulgados ontem (15/6).

    Os embarques têm sido impulsionados pela forte demanda da China, principal destino também de outras commodities do Brasil, como petróleo, minério de ferro, açúcar e carne bovina.

    Somente em maio, o país asiático respondeu por mais de 70% do faturamento brasileiro com exportação de soja, conforme dados do Ministério da Agricultura.

    No mercado de açúcar, além das compras chinesas, as vendas externas do Brasil têm sido impulsionadas também por um câmbio favorável a exportações e a quebra da safra da Índia.

    A média diária de embarques do adoçante subiu quase 60% até a segunda semana de junho, para 128,28 mil toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

    Com isso, o país acumula exportação de 1,15 milhão de toneladas de açúcar nos nove primeiros dias úteis desse mês e já se aproxima do volume de 1,53 milhão embarcado em todo o mês de junho de 2019.

    Na contramão, o ritmo de exportações de café verde caiu 17,3% nas duas primeiras semanas de junho e a média diária foi a 7,38 mil toneladas, enquanto o Brasil ainda está na fase inicial da colheita deste ano.

    Desta forma, o Brasil acumula 66,43 mil toneladas (1,1 milhão de sacas de 60 kg) de café exportadas nos últimos nove dias úteis.

    Em um cenário de baixa oferta disponível para exportação, a média diária de embarques de milho caiu expressivos 93% nas duas primeiras semanas de junho, para 4,44 mil toneladas, segundo dados da Secex.

    Neste mês, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) manteve a projeção de exportação de milho do Brasil no ciclo atual em 34,5 milhões de toneladas, ante recorde na temporada anterior de 41 milhões. O país é o segundo maior exportador global, atrás dos EUA.

    INDÚSTRIA EXTRATIVA
    Em nove dias úteis deste mês, o país embarcou 14,7 milhões de toneladas de minério de ferro, com média diária de 1,6 milhão de toneladas ante 1,56 milhão registrada em junho de 2019, disse a Secex.

    Em junho completo do ano passado, as exportações de minério atingiram 29,7 milhões de toneladas.

    Na mesma linha, os embarques de petróleo acumulam 2,57 milhões de toneladas até a segunda semana do mês, com salto de 50% na média diária das exportações, para 286 mil toneladas ante 190,5 mil obtida um ano antes.

    No mesmo mês do ano passado, as exportações de petróleo somaram 3,6 milhões de toneladas.

    Fonte: Reuters

  • Soja retoma parte das últimas baixas e opera com pequenos ganhos em Chicago nesta 3ª feira

    Leves altas marcam o início da terça-feira (16) para o mercado da soja na Bolsa de Chicago. Perto de 6h55 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 2,25 e 2,50 pontos nos contratos mais negociados, levando o julho a US$ 8,71 e o agosto a US$ 8,72 por bushel. Com essas pequenas altas, o mercado internacional recupera as baixas com que encerrou o pregão anterior.

    Segundo analistas e consultores, hoje é uma típica “turnaround tuesday”, ou, “terça-feira da virada”, com ainda poucas notícias que possam motivar oscilações mais intensas dos preços.

    “No caso dos grãos, os fundamentos ajudam um movimento altista, visto que as condições das lavouras nos EUA não melhoraram conforme previsto e a China continua comprando dos EUA”, resume o consultor de mercado da Cerealpar, Steve Cachia.

    De acordo com o boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no final da tarde de ontem, o plantio da soja está concluído em 93% da área, contra 86% da semana passada. Em 2019, eram 72% e a média dos últimos cinco anos de 88%. O boletim mostra ainda que 88% dos campos de soja já germinaram, contra 67% da última semana, 75% de média dos últimos cinco anos e 49% da média dos últimos cinco anos.

    Sobre a oleaginosa, 72% das lavouras estão em boas ou excelentes condições, 24% em condição regular e 4% em condições ruins/muito ruins. Os números são os mesmos da semana anterior.

    Os traders seguem monitorando as condições de clima nos EUA, que permanecem favoráveis na maior parte do Corn Belt, e sem trazer grandes ameaças aos campos neste momento. Todavia, o USDA trouxe uma redução no índice de lavouras de milho em bom estado.

    Os números mostram ainda que 71% dos campos de milho estão em boas ou excelentes condições, 24% em condições regulares e 5% em situação ruim ou muito ruim. Na semana anterior, os números eram de 75%, 21% e 4%, respectivamente.

    E paralelamente, acompanham também a possibilidade de novos anúncios de venda de soja dos EUA para a China, como o de ontem de 390 mil toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Syngenta escolhe Brasil para lançar novas ferramentas digitais para o agronegócio

    SÃO PAULO (Reuters) – A empresa suíça de sementes e defensivos agrícolas Syngenta escolheu o Brasil como local para lançar uma gama de serviços digitais para o setor que, segundo a companhia, tornarão os agricultores do país ainda mais competitivos, disse um executivo à Reuters.

    Por causa das medidas de isolamento social, consultores agrícolas e de distribuidores de pesticidas não puderam circular em áreas de cultivo, o que torna essencial o uso da tecnologia na checagem das condições das lavouras, disse o diretor de Informações e serviços Digitais da Syngenta, Greg Meyers.

    Os lançamentos no Brasil incluem softwares e imagens via satélite das áreas de cultivo, afirmou ele.

    As ferramentas tecnológicas podem melhorar a produtividade, reduzir custos e promover a agricultura sustentável no maior produtor e exportador de soja do mundo.

    O Brasil foi escolhido para o lançamento após a Syngenta adquirir em 2018 a “agtech” Strider, que já trabalhava com 2.500 agricultores na América Latina.

    “Nosso foco não é tentar vender softwares. O foco é em como usar melhor os produtos que já vendemos”, comentou ele.

    Ao final do ano a plataforma digital estará disponível nos Estados Unidos, Rússia e Ucrânia, segundo a empresa.

    A Syngenta, pertencente à chinesa ChemChina, já responde pelo monitoramento de cerca de 4,5 milhões de hectares no Brasil. A empresa afirma que em um ano pode dobrar o número de clientes monitorados no país.

    Globalmente, agricultores utilizam tecnologias da Syngenta para monitorar 32 milhões de hectares, mas isso representa apenas uma fração do potencial de mercado, disse Meyers.

    A alemã Bayer, um concorrente direto, afirma que responde por 36,4 milhões de hectares no mundo, utilizando tecnologia digital.

    Área de crescimento-chave, a agricultura digital se tornou ainda mais importante durante a pandemia de Covid-19, segundo o executivo.

    Em maio, houve um aumento de 400% no uso de produtos da Syngenta como fotos de satélites para o monitoramento das condições agrícolas no Brasil.

    “A Covid, na verdade, criou uma oportunidade para produtores que talvez não estivessem confortáveis com tecnologia da informação, mas estão começando a usá-la porque precisam”, disse Meyers.

    Fonte: Reuters

  • Milho: B3 acompanha o dólar e abre a segunda-feira em alta

    A segunda-feira (15) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas de até 1,19% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    Os futuros do cereal no Brasil abrem a semana seguindo as movimentações cambiais, com o dólar subindo 2,13% por volta das 09h21 (horário de Brasília).

    Mercado Externo

    Já os preços internacionais do milho futuro abriram a segunda-feira perdendo força na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,00 e 2,25 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,28 com queda de 2,00 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,32 com perda de 2,00 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,40 com desvalorização de 2,25 pontos e o março/21 tinha valor com baixa de 2,00 pontos.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos foram ligeiramente mais baixos no comércio noturno, à medida que os produtores americanos terminam o plantio.

    A expectativa é que o próximo reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) aponte o término dos trabalhos de plantio nos Estados Unidos após os 97% semeados da última semana.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leve alta em Chicago nesta 2ª feira ainda com otimismo sobre demanda da China

    A semana começa com leves altas para os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (8). Por volta de 7h40 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 0,50 e 1,75 ponto nos principais vencimentos, com o julho valendo US$ 8,68 e o agosto, US$ 8,71 por bushel.

    O mercado continua com perspectivas ainda otimistas sobre a demanda da China no mercado norte-americano, que foi bastante positiva na última semana. O câmbio no Brasil e o desenvolvimento da nova safra dos EUA também seguem no radar dos investidores.

    “O mercado de grãos continua operando em alta depois de um final de semana de temperaturas mais altas e chuvas pontuais no Corn Belt. A soja e o milho lideram o movimento com compras de fundos e atentos às compras da China diante do acirramento das tensões. Os traders continuarão a acompanhar as relações entre os dois países, as atividades dos fundos e os mapas desta semana para o Corn Belt”, diz a consultoria internacional Allendale, Inc.

    Nesta segunda, o USDA traz dois novos boletins ao mercado, sendo um deles de embarques semanais e o segundo, no final do dia após o fechamento dos negócios, o boletim semanal de acompanhamento de safras. A expectativa do mercado é de que o plantio da soja já esteja 85% completo, contra 75% da semana passada, 54% de 2019 e 80% da média.

    MERCADO BRASILEIRO

    O mercado brasileiro deverá ter mais uma semana de poucos negócios e monitoramento do câmbio. “Ainda há espaço para novas baixas do dólar, que estava muito valorizado”, explica Vlamir Brandalizze. Entretanto, o consultor de mercado da Brandalizze Consulting afirma ainda que o equilíbrio poderia vir, em partes, das altas que são esperadas ainda na Bolsa de Chicago.

    Mais do que isso, o analista afirma ainda qu o mercado nacional mostra “potencial de novas altas nos prêmios para a exportação e este fato pode ser levemente altista para os indicativos, ou pelo menos limitando grandes baixas em reais.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: confira o que vai influenciar os preços nesta semana

    Os contratos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago perderam força na sexta-feira (22/5). De acordo com a consultoria Safras, pesaram sobre as cotações o clima favorável ao plantio nos Estados Unidos e a tensão entre norte-americanos e chineses, o que pode levar a uma menor demanda por grãos dos EUA.

    No Brasil, com as atenções voltadas ao clima nas regiões de safrinha e possível geada no começo desta semana, os preços ficaram estáveis no último pregão.

    O analista Paulo Molinari, da Safra, diz quais devem ser os pontos de atenção de quem vai negociar esta semana.

    Confira:

    Faltam fatores positivos para alavancagem dos preços do milho na Bolsa de Chicago;

    Petróleo voltou a ter preço em alta, acima de US$ 30, mas agora se nota que o problema do etanol nos EUA não é preço, é demanda. Por isso, há necessidade da retomada da atividade para que o consumo de milho para etanol se recomponha;

    Dólar ainda forte mantendo as commodities sem força de alta;

    Safra norte-americana 80% plantada e com condições de fechamento do plantio até 30 de maio dentro da janela perfeita, fato que sugere potenciais altos de produtividade;

    Exportações dos EUA não deslancham apesar dos preços mais baixos em relação ao Brasil e Argentina. Sugestão de compras por parte da China no milho não se justificam, mas se ocorrerem serão apenas pontuais;

    Ainda sem um problema grave climático de curto prazo para os EUA de forma a modificar o ambiente de preços;

    No mercado interno, chuvas no Paraná, Mato Grosso do Sul e Paraguai são a informação positiva da semana;

    Risco de geadas até junho ainda podem prejudicar em volume e qualidade a safra local;

    Mato Grosso iniciando colheita e já com pressões regionais de venda, o que começa desencontrar as informações de mercado que apontam 80% da safrinha do estado já comercializada;

    Brasil precisa se ajustar à exportação pois a meta é de 30 milhões de toneladas no ano ou mais, caso contrário as chances de altas de preços no mercado interno estarão limitadas;

    Preços a partir da segunda quinzena de junho se ajustarão aos níveis de porto;

    Foco é a exportação entre julho e setembro;

    Câmbio segue como variável fundamental tendo em vista as ainda poucas chances de altas no mercado internacional.

    Fonte: Canal Rural

  • Veja o que deve mexer com o mercado da soja na semana

    A semana deve ser marcada por mais um movimento de divisão de atenções entre os impactos socioeconômicos da pandemias do novo coronavírus e fatores ligados à oferta e à demanda do complexo de soja. Os compradores acompanham também, com atenção, a reabertura gradual de importantes economias mundiais, incluindo os EUA.

    Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na semana. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Luiz Fernando Roque:

    O mercado permanece dividindo atenções entre os impactos socioeconômicos da pandemia de coronavírus ao redor do mundo e fatores ligados à oferta e à demanda do complexo soja nos principais países produtores e consumidores.

    A questão envolvendo a demanda chinesa pela soja norte-americana volta a ganhar peso diante da renovação das tensões entre Estados Unidos e China;

    Os players acompanham com atenção a reabertura gradual de importantes economias mundiais, incluindo os EUA.

    Enquanto o pior parece já ter passado na Europa e nos EUA, a América do Sul se tornou o novo epicentro mundial da pandemia, segundo a OMS. Tais fatos devem continuar chamando a atenção do mercado nos próximos dias. Apesar de uma situação aparentemente melhor nas principais economias, os temores de uma segunda onda de contaminação da doença ao redor do mundo permanecem;

    Paralelamente, o novo aumento das tensões geopolíticas entre EUA e China impedem uma maior tranquilidade dos mercados. Nesta última semana, Trump voltou a subir o tom contra o governo chinês, colocando novamente boa parte da culpa pela pandemia na conta do país asiático. Apesar disso, mais uma vez a China deu sinais de boa vontade ao comentar que o país continua trabalhando para honrar a fase 1 do acordo comercial entre os países. De qualquer maneira, as incertezas permanecem, e a demora para o anúncio de grandes compras chinesas de soja dos EUA impede valorizações em Chicago;

    No lado da oferta, o mercado acompanha os trabalhos de plantio da nova safra dos EUA, que permanecem avançando em ritmo acelerado. O clima continua favorecendo a evolução das máquinas e o desenvolvimento inicial das lavouras já semeadas. Em resumo, os níveis de umidade dos solos são considerados positivos nos principais estados produtores. O panorama inicial da nova safra norte-americana é bastante favorável. Tal fato também pesa sobre Chicago;

    No Brasil, a forte demanda por exportação somada a um câmbio ainda elevado diante das tensões internacionais e fatores políticos, econômicos e sanitários internos mantém os preços da soja firmes, favorecendo os vendedores. Apesar disso, o apetite por compras maiores no mercado interno diminuiu nos últimos dias.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho abre a quinta-feira levemente mais alto na B3

    A quinta-feira (21) começa com leves movimentações positivas para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam flutuações máximas de 0,11% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    Mercado Externo

    A Bolsa de Chicago (CBOT) abriu a quinta-feira (21) com os preços internacionais do milho futuro levemente mais baixos. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,50 e 1,00 pontos por volta das 09h02 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,18 com desvalorização de 1,00 ponto, o setembro/20 valia US$ 3,23 com perda de 0,75 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,33 com queda de 0,75 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,46 com baixa de 0,50 pontos.

    Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho sofriam interferência dos agricultores dos Estados Unidos que fizeram um progresso mais rápido do que o normal no plantio do que se espera que seja uma enorme área cultivada de milho este ano.

    Por outro lado, os preços do petróleo subiram depois que os dados mostraram que os estoques de petróleo dos EUA caíram novamente, aliviando a preocupação com o excesso de oferta, apesar dos temores persistentes sobre as consequências econômicas globais dos ganhos limitados da pandemia do COVID-19.

    Fonte: Notícias Agrícolas