Eduarda Pereira

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  • Frente fria persiste e região Sul pode registrar geadas e até neve

    Novas instabilidades chegam ao Sul do Brasil e isso ajudará para que o frio não seja tão intenso. Ainda assim, não está descartada a possibilidade de geadas em alguns municípios e até neve nos pontos mais altos da serra gaúcha. No Centro-Oeste e Sudeste o frio também chega com força. As mínimas serão de 6ºC e as máximas de 16ºC na região Centro-Sul.

    SUL

    Durante esta terça-feira, a formação de um ciclone extratropical na costa da região Sul do país, mantém as pancadas de chuva em todo o leste da região, desde o Rio Grande do Sul até o Paraná. No entanto, os maiores acumulados ficam concentrados entre o norte gaúcho e o sul catarinense. Já na maior parte da região, é uma massa de ar seco e fria que predomina e mantém o tempo firme ao longo do dia. O destaque fica por conta do frio, com os ventos soprando de sul que transportam o ar polar, as temperaturas são baixas e sustentam a sensação de gelada em toda a região. Aliás, na serra gaúcha até a serra catarinense não se descartam a possibilidade para chuva congelada e/ou neve, até o finalzinho desta madrugada. Sendo que a probabilidade de queda de neve é maior nas cidades de São Joaquim, Urupema e Bom Jardim da Serra, no estado de Santa Catarina.

    SUDESTE

    Uma frente fria ligada a formação de um ciclone extratropical mais afastado no oceano, favorece a entrada de ventos úmidos pela costa do Sudeste, e é por isso que as nuvens mais carregadas se formam desde o litoral sul paulista, passando pela zona da mata mineira e indo até o sul do Espírito Santo. Na maior parte da Região, é uma massa de ar seco que predomina e deixa o tempo firme e ensolarado. Com relação às temperaturas, a sensação de frio aumenta, inclusive na capital paulista. Devido a uma massa de ar polar que vai do sul do Brasil até o sul de Minas. Há risco para baixa visibilidade no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, onde as atividades podem ser até paralisadas por um tempo.

    CENTRO-OESTE

    Durante esta terça-feira, nada de chuva no centro do país. Uma massa de ar seco ainda predomina sobre o Brasil Central e inibe a formação de nuvens carregadas. A umidade relativa do ar na Região já ficou abaixo de 30%, à tarde, por dias consecutivos e não tem previsão de melhora pelo menos pelos próximos dias, durante este mesmo período. O destaque fica por conta do frio, onde as temperaturas caem com o avanço de uma massa de ar polar, especialmente no Mato Grosso do Sul.

    NORDESTE

    A massa de ar seco segue avançando pelo Nordeste e deixa o tempo na maior parte da Região. É somente no litoral que a chuva ainda persiste devido aos ventos úmidos que sopram do oceano em direção ao continente. A umidade do ar segue baixa, especialmente no interior baiano, sul do Maranhão e sul do Piauí, onde não chove há pelo menos 70 dias. Ainda faz calor em praticamente toda a região.

    NORTE

    As instabilidades tropicais mantêm as nuvens carregadas nas áreas mais ao norte da Região, com acumulados mais expressivos entre o noroeste do Amazonas e Roraima. Enquanto isso, na metade sul, desde o Tocantins até o Acre, é a uma massa de ar seco que predomina e mantém o tempo firme ao longo do dia. O destaque fica por conta da queda na temperatura em áreas de Rondônia, Acre e sul do Amazonas, devido a uma friagem onde os ventos sopram de sul e transportam ar frio para a região.

    Fonte: Projeto Soja Brasil | Canal Rural

  • Safra de grãos deve ultrapassar 228 milhões de toneladas

    A estimativa da safra de grãos do Brasil, a segunda maior da história, deve ser de 228,5 milhões de toneladas, com uma redução de 3,9% ou 9,2 milhões de toneladas a menos que a da safra passada, quando chegou a 237,7 milhões de t. Por sua vez, a expectativa para a área é de 61,6 milhões de hectares, a maior já registrada. Os números são do 10º levantamento divulgado nesta terça-feira (10), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Em comparação com o último levantamento, realizado no mês passado, a produção diminuiu 1,2 milhão de toneladas. O resultado da queda se deve aos impactos climáticos que refletiram numa nova estimativa de produtividade para o milho segunda safra. Mesmo com um menor desempenho neste índice, o cereal terá uma produção total de 82,9 milhões de toneladas, sendo grande parte desse volume devido à colheita da segunda safra, algo próximo a 56 milhões de toneladas.
    Com boa produtividade, a soja é destaque positivo com uma produção que pode chegar a 118,9 milhões de toneladas. Registraram aumento o algodão em pluma, o feijão segunda safra e o trigo, quando comparados com a safra anterior. O primeiro subiu 28,5%, alcançando 1,9 milhão de toneladas, o segundo, 7,7%, chegando a 1,3 milhão de t, e por último o trigo, com aumento de 15% e alcance de 4,9milhões de toneladas.

    Área – Entre as culturas avaliadas, a soja registrou o maior volume de área semeada, com um aumento de 33,9 para 35,1 milhões de hectares e ganho absoluto de 1,2 milhão de ha. Outros ganhos absolutos ocorreram com o algodão que chegou a 1,2 milhão de hectares, graças ao aumento de 236,9 mil ha, e com o feijão segunda safra que obteve 1,5 milhão de hectares, com o ganho de 108,3 mil ha. Neste caso, contribuiu muito o feijão caupi que, pelo acréscimo de 158,5 mil ha, obteve 1 milhão de hectares.

    O desempenho poderia ser melhor, se não houvesse redução de área do milho primeira e segunda safras, em razão de expectativas de mercado. O primeiro caiu de 5,5 para 5,1 milhões de hectares e o segundo, de 12,1 para 11,6 milhões de ha.

    Fonte: Conab

  • Uma nova tecnologia para o controle químico dos ácaros

    As infestações por ácaros podem reduzir consideravelmente a produtividade das lavouras. Ataques severos no cultivo de soja, por exemplo, podem ser responsáveis por danos que variam de 4 a 8 sacas por hectare.

    Uma das espécies, o ácaro-rajado, constitui uma praga de relevância para o produtor de várias culturas, como a do algodão: especialistas e autores de trabalhos acadêmicos enfatizam que se não controlada adequadamente, a praga é capaz de provocar perdas de produtividade superiores a 50%.

    Os produtores de tomate também têm amargado prejuízos entre 20 e 30% com os ataques do ácaro-rajado. Na cultura do morango não é diferente: se não controlada de forma correta, a praga pode reduzir a produção de frutos em até 80%, e quando em altas densidades, tem poder, inclusive, para abreviar o ciclo de cultivo do morangueiro.

    Desenhado este cenário, a Cropchem trouxe ao mercado nacional o Abadin 72EC (Abamectina). O acaricida e inseticida é indicado para controle químico de ácaros em diversas culturas. Sua formulação é absolutamente inédita no Brasil e quatro vezes mais concentrada que a da principal fórmula concorrente.

    Fonte: Agrolink

  • China diz que usará tarifas sobre produtos dos EUA para reduzir impactos de guerra comercial

    O Ministério do Comércio da China disse nesta segunda-feira que usará fundos coletados a partir de tarifas cobradas sobre as importações dos Estados Unidos para ajudar a aliviar o impacto das ações comerciais dos EUA sobre as empresas chinesas e seus funcionários.

    O Ministério do Comércio também afirmou, em comunicado, que incentivará as empresas a aumentar as importações de produtos como soja.

    China e EUA aplicaram na sexta-feira tarifas de importação mútuas, no que está se tornando uma longa batalha comercial.

    Fonte: Reuters

  • China deve voltar a comprar soja dos EUA

    Analistas de mercado afirmam que que a China deve voltar a comprar soja dos Estados Unidos mesmo com a sobretaxa de 25% anunciada pelos orientais. Os especialistas acreditam que a tendência é de que as cotações de grãos na Bolsa de Chicago se recuperem nos próximos meses, independentemente da medida chinesa começar a vigorar nessa sexta-feira (06.07).

    De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), os preços da soja diminuíram devido ao desentendimento entre Donald Trump e o governo chinês. Outro fator que também vem colaborando para a queda dos preços é o bom índice de produção da oleaginosa em solo norte-americano, onde 71% das lavouras estão em condições classificadas como ótimas ou excelentes.

    Para Enilson Nogueira, analista da consultoria Céleres, pode ser que a soja seja cotada acima dos US$ 9 por bushel, mas nada muito significativo. Ele explica que o preço atual, que vence em agosto, caiu 5,5 centavos e chegou a US$ 8,48 o bushel. “Acho que a cotação da soja está muito perto do fundo do poço e tende a se recuperar agora”, comenta.

    Outro profissional que compartilha da mesma opinião é Victor Ikeda, analista do Rabobank. Segundo ele, a China deve comprar mais soja dos EUA e isso fará com que as cotações voltem a crescer. “A China tem de comprar 20 milhões de toneladas no terceiro trimestre do ano, e o Brasil só tem condições de suprir 5 milhões de toneladas dessa demanda”, pontua.

    Nesse sentido, Ana Luiza Lodi, da INTL FCSTone, lembra que 75% da safra brasileira de 117,14 milhões de toneladas já foi comercializada. Ela disse ainda que acha muito pouco provável que a China consiga seguir ignorando os EUA. “Mas como a China não terá como continuar evitando as compras por muito tempo, a tendência é que os preços encontrem suporte”, finaliza.

    Fonte: Agrolink

  • Tempo: Semana começa com chuvas no Sul e Sudeste com frente fria acompanhada de massa de ar polar

    Esta segunda-feira (09) começa com previsão de chuvas em áreas do Sul e Sudeste do Brasil com uma frente fria que avança pelo mar no litoral do Sudeste acompanhada de uma forte massa polar. Chuvas já foram registradas nas últimas horas nos estados do Sul, principalmente o Rio Grande do Sul, segundo mostram mapas do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

    Segundo noticiou a Climatempo, as condições do tempo estão favoráveis para a formação de áreas de instabilidade. Durante o dia, a chuva ainda será frequente no Sul e no Leste do Rio Grande do Sul, mas sem alerta para temporais. Na faixa entre o litoral de Santa Catarina, interior do Paraná, Sul de Mato Grosso do Sul e o pantanal de Mato Grosso, há possibilidade de garoas.

    As chuvas no Sul do Brasil já preocupam alguns produtores da região. Segundo a Climatempo, no Rio Grande do Sul, em lavouras localizadas no Planalto, o excesso de chuva já tem prejudicado a finalização da semeadura e o aproveitamento dos fertilizantes devido à alta umidade do solo. Por outro lado, as plantações semeadas mais cedo têm sido beneficiadas pela umidade.

    Em entrevista ao Notícias Agrícolas na última sexta-feira (06), o meteorologista do Inmet, Mamedes Luiz Melo, havia adiantado a previsão de chuvas neste início de semana na região Sul do país. Além disso, por conta da massa de ar polar, as temperaturas também devem cair em grande parte do país. As quedas serão mais sentidas em Mato Grosso, Rondônia e Acre.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja inicia semana em queda nesta 2ª feira em Chicago com movimento de realização de lucros

    Mais uma semana começando com preços da soja em queda na Bolsa de Chicago. As cotações passam por um movimento de correção técnica e realização de lucros depois de subirem mais de 4% no pregão da última sexta-feira (6) e, por volta de 7h40 (horário de Brasília), recuavam entre 9,75 e 11,50 pontos. Com isso, o julho/18 tinha US$ 8,62 por bushel.

    O mercado internacional ainda se atenta à guerra comercial não resolvida entre China e Estados Unidos e quais serão os próximos movimentos de ambas as nações. A possibilidade das tarifações dos dois lados continua e, portanto, a pressão sobre as cotações da oleaginosa na CBOT também.

    De outro lado, o clima começa a preocupar no Meio-Oeste americano. Nas próximas semanas, as temperaturas deverão subir de forma muito intensa e causar alguma impacto sobre as lavouras. A atenção dos traders, portanto, se divide com esse fator também. Na tarde de hoje, às 17h (Brasília), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz a atulização das condições dos campos e as expectativas indicam pouca mudança nos números.

    A semana deverá ser ainda de ajuste antes do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA divulga na quinta-feira, 12 de julho. Para algumas casas internacionais, como a Allendale, Inc., o reporte poderia trazer um aumento de produção e produtividade no caso da soja.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Argentina aprova venda de soja resistente ao dicamba

    A Secretaria de Alimentos e Bebidas do Ministério da Agroindústria da Argentina autorizou o comércio de soja e derivados que são resistentes ao herbicida dicamba. Os produtos autorizados se enquadram na resolução 30/2018 e devem conter os eventos MON-877Ø8-9 x MON-89788-1, produzidos pela Monsanto.
    A decisão se baseou em um relatório emitido pela Comissão Nacional Auxiliadora de Biotecnologia Agropecuária (CONABIA) e pelo Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (SENASA), que deram sinal verde para o processo. O documento indica a segurança comprovada das sementes e derivados e garante que a aprovação trará inúmeros benefícios.
    “Os riscos decorrentes da libertação do organismo vegetal geneticamente modificado (OVM) no agro ecossistema em grande escala não são significativamente diferentes daqueles inerentes de cultura da soja que não foi geneticamente modificada. […] Objecções científicas atendidas para a aprovação do ponto de vista humano e alimentos para animais e fitness”, disse o relatório.
    O processo para conseguir tornar a soja resistente ao dicamba ocorreu devido a introdução estável do gene “dmo”, que produz a enzima dicamba monooxigenasa na planta. Ela é capaz de oxigenar o ácido 2-metoxi-3,6-diclorobenzoico-(Dicamba), impedindo que o herbicida atue sobre as propriedades do vegetal, o que acontece de forma bem semelhante ao processo de tolerância ao glifosato.
    A partir de agora, as variedades que possuem essas características podem ser utilizadas como matéria-prima para processamento agroindustrial e para uso humano e animal na República da Argentina. No Brasil, a Monsanto planeja vender sementes resistentes ao dicamba ainda no ano que vem, segundo informações da agência Reuters.
    Fonte: Agrolink
  • Ninguém ganha em uma guerra comercial, diz premiê da China

    Ninguém ganhará com uma guerra comercial, afirmou nesta sexta-feira o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, horas depois de os Estados Unidos e a China adotarem tarifas sobre 34 bilhões de dólares em importações um do outro. “Uma guerra comercial nunca é uma solução”, disse Li em entrevista à imprensa com o premiê búlgaro, Boyko Borissov, em uma cúpula em Sofia.

    “A China nunca iniciaria uma guerra comercial, mas se qualquer lado recorrer a um aumento de tarifas, então a China adotará medidas em resposta para proteger os interesses.”

    O Ministério do Comércio da China, em comunicado pouco depois do prazo dos EUA, afirmou que foi forçado a retaliar, o que significa que 34 bilhões de dólares em produtos dos EUA importados, incluindo automóveis e produtos agrícolas, também serão sobretaxados em 25 por cento.

    Horas antes do prazo de Washington para que as tarifas entrassem em vigor, o presidente norte-americano, Donald Trump, aumentou o tom, alertando que os EUA poderiam visar mais de 500 bilhões de dólares em produtos chineses, ou o volume total das importações norte-americanas da China no ano passado.

    Li afirmou que ninguém sairá vencedor de uma guerra comercial.“Isso não beneficia ninguém e vai prejudicar o processo multilateral de livre comércio”, disse ele. “Se alguém insistir em realizar uma guerra comercial, afetará outros e a si mesmo.”

    Fonte: Reuters

  • Argentina deve produzir mais trigo em 2018/19

    A Argentina deverá produzir cerca de 20,1 milhões de toneladas (MT) de trigo na safra 2018/19, aponta relatório da consultoria argentina Agritrend, localizada na capital do país vizinho. O cereal deverá ser plantado em uma área de 6,1 milhões de hectares – mesma previsão da BCBA, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

    A safra 2017/18 totalizou uma produção foi de 18,5 MT, segundo a mesma consultoria, dos quais já foram negociadas com o exterior 10,8 MT em grão e 350 mil toneladas em farinha. Os moinhos adquiriram 3,26 milhões de toneladas, donde se conclui que a disponibilidade ainda existente no país é de aproximadamente 4,44 milhões de toneladas.

    “Como os argentinos estiveram esta semana em São Paulo comprometendo 2,5MT para fornecer ao Brasil e a programação dos moinhos até o final do ano deve consumir outras 2,3 MT, prevê-se um déficit de aproximadamente 400 mil tons no quadro de oferta e demanda argentino, eventualmente coberto com os estoques iniciais, mas que deixariam o país sem estoques finais”, comenta a T&F Consultoria Agroeconômica.

    Na visão do analista Luiz Fernando Pacheco, a competitividade argentina no Brasil está ameaçada pelos trigos norte-americanos e europeus. “Mesmo considerando-se os impostos de importação e taxas da Marinha Mercante que os trigos de fora do Mercosul são obrigados a pagar, vê-se claramente que a competitividade do trigo argentino está em sério risco, diante dos preços menos posto nos portos brasileiros do trigo dos EUA. Somente os trigos australianos e canadenses são mais caros que o argentino, postos no Brasil, atualmente”, conclui.

    Fonte: Agrolink