Evandro Freitas

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  • Chuva e frio marcam início da semana no Estado

    A semana inicia no Rio Grande do Sul com o predomínio da chuva e do frio. Nesta segunda-feira (20), áreas de instabilidade intensas atuam no norte do Estado e na Região Metropolitana. Na costa e no Noroeste do RS as rajadas de vento podem atingir 60 km/h. No extremo Oeste, próximo a Quaraí e Uruguaiana, o tempo deve ficar nublado no decorrer do dia, com temperaturas baixas.

    Porto Alegre pode registrar chuva a qualquer hora, com probabilidade de maior intensidade no final da segunda-feira. De acordo com a Somar Meteorologia, a temperatura não deve passar dos 14°C. Bagé pode ter geada com mínima de 0°C e máxima de 14°C. Santa Maria começa o dia com 4°C e alcança os 16°C ao longo da tarde.

    A chuva perde intensidade em grande parte do Estado na terça-feira (21), exceto nas áreas ao noroeste, na fronteira com Santa Catarina, onde a chuva persiste com possíveis temporais e grandes acumulados. A semana deve seguir com temperaturas baixas por conta da massa de ar frio. Na fronteira com o Uruguai, há condição de céu aberto, ventos fracos e frio intenso, com chance para geada na madrugada de terça-feira.

    Fonte: ZH

  • Soja: Com alta de mais de 1% em Chicago nesta 2ª, mercado espera melhor demanda chinesa nos EUA

    O mercado internacional da soja dá início a uma nova semana de forma bastante positiva, com altas de mais de 1% no pregão desta segunda-feira (20). As cotação subiam quase 10 pontos entre os principais contratos negociados na Bolsa de Chicago, com o novembro/18 já sendo cotado a US$ 9,02 por bushel.

    Segundo explicam analistas internacionais, essa continuidade do movimento positivo observado na última semana vem das expectativas de que a China deverá a voltar parte de sua demanda à oleaginosa norte-americana, uma vez que, nesse momento, a oferta na América do Sul é cada vez mais escassa.

    Além disso, uma delegação chinesa chega a Washington no fim deste mês para retomar as negociações com os EUA em torno das disputas tarifárias e, de acordo com informações de agêncis internacionais, líderes de ambos os países estariam trabalhando em ações que façam com que Donald Trump e Xi Jinping cheguem a um acordo efetivo em cúpulas multilaterais que serão realizadas nos próximos meses.

    “Eles têm de resolver essa batalha porque a China precisa da soja americana no quarto trimestre, embora o mercado chinês esteja, neste momento, sob pressão por conta de uma pontual e temporária situação de excesso de estoques e de notícias de gripe suína”, explicou um trader de soja de uma companhia estrangeira à Reuters Internacional.

    Nesta segunda-feira, tanto soja em grão como farelo caíram quase 2% na China, já refletindo essas melhores expectativas de um acordo entre chineses e americanos, mas ao mesmo tempo refletia também a confirmação de seu terceiro caso de peste suína africana.

    Por outro lado, como explica o diretor da Cerealpar e consultor do ordin Grain Terminal de Malta, Steve Cachia, o clima nos EUA e os dados de crop tours nos EUA podem limitar o avanço dos preços nesta semana.

    “Essa semana deve ser caracterizada também pelo tradicional crop tour da ProFramer, com o resultado da nova estimativa de safra sendo publicado na sexta-feira (24)”, diz. “Para hoje, a expectativa é de nova deterioração nas condições das lavouras americanas”, referindo-se ao novo boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta segunda-feira (20), às 17h (Brasília), após o fechamento do mercado.
    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Tempo: Sul do Brasil encerra semana com tempo firme, mas chuvas retornam já no domingo (19) à região

    Um sistema de alta pressão em atuação após passagem de frente fria deve promover mudanças ao tempo sobre o tempo no Sul do Brasil. A previsão é de condição mais seca na maioria dos estados da região e frio nesta sexta-feira. Já no domingo (19) e segunda-feira (20), as chuvas devem retornar.

    “O fim de semana irá começar com tempo aberto em todos os estados do Sul. Ao longo da tarde, as temperaturas se elevam em relação aos últimos dias. No entanto, a chegada de uma nova frente fria no domingo (19) começa a provocar chuva”, informou a Climatempo em referência a mudança do tempo na região.

    Segundo a empresa meteorológica, o domingo será marcado por muitas áreas de instabilidade sobre a região e pancadas de até forte intensidade podem ser registradas no Oeste do Rio Grande do Sul. Também chove em Santa Catarina e Oeste do Paraná. As temperaturas voltam a cair na próxima semana.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado se ajusta em Chicago após forte avanço e tem leve realização de lucros nesta 6ª

    Os preços da soja na Bolsa de Chicago, registram leves baixas nesta manhã de sexta-feira (17), depois da disparada do pregão anterior, quando subiu quase 30 pontos, em um leve movimento de realização de lucros. Assim, por volta de 8h10 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 2 e 3,50 pontos, e o novembro/18 – que é o contrato mais negociado neste momento – tinha US$ 8,94 por bushel.

    As cotações foram impulsionadas pela notícia de que China e EUA voltarão a se reunir para retomar suas negociações em torno das disputas tarifárias, porém, agora precisa de mais informações para continuarem se direcionando.

    “Após a forte alta de 28 pontos ontem o mercado precisa de mais notícias sobre um possível acordo com soja na guerra comercial EUA/China para consolidar qualquer movimento altista, até porque dentro de poucas semanas começa a colheita da maior safra de soja dos EUA, e com tendência de pressão sazonal sobre os preços”.

    Além do mais, a pressão das boas condições de clima para o início dos trabalhos de colheita no Meio-Oeste continuam a limitar o mercado em Chicago.

    “As projeções meteorológicas atualizadas hoje trazem a permanência de um padrão favorável (temperaturas dentro das normalidades e chuvas regulares) para esta reta final de agosto, sobre o Cinturão Agrícola americano. Além do mais, as previsões de precipitações para o curto-prazo se expandiram, com índices pluviométricos expressivos dispersos por uma maior área no Centro dos Estados Unidos”, mostram as informações da equipe de meteorologia da AgResource Mercosul (ARC).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue operando com estabilidade em Chicago nesta 4ª feira de olho na guerra EUA x China

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam a atuar com estabilidade na tarde desta quarta-feira (25) diante das últimas altas e ainda esperando pela melhor definição dos caminhos que os preços tomarão daqui em diante.

    Assim, perto de 12h20 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 0,75 e 1,25 ponto, com o novembro/18 – que é referência para o mercado neste momento – valendo US$ 8,72 por bushel. Ao longo do dia, as cotações vêm testando os dois lados da tabela.

    Ainda tentando entender os últimos acontecimentos, principalmente o anúncio do pacote de medidas de auxílio aos produtores norte-americanos pelo governo Trump, os traders voltam a atuar com cautela e buscando seu melhor posicionamento.

    Além disso, o mercado ainda realiza parte de seus lucros, recuando após altas de mais de 1% no pregão desta terça-feira (24) na CBOT.

    Dessa forma, como explicam analistas internacionais, o bom desenvolvimento da nova safra americana e mais a guerra comercial entre China e EUA seguem pressionando as cotações no mercado futuro, porém, as baixas foram limitadas pelo auxílio do governo.

    “O mercado de grãos está esperando por mais detalhes do programa que vai destinar US$ 12 bilhões aos produtores americanos. Há algumas poucas semanas para que os órgãos do governo desenvolvam esses detalhes e coloque esse dinheiro nas mãos dos agricultores que têm sido impactados pelas tarifações. Até lá, como os agricultores vão manejar sua comercialização?”, dizem os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Após feriado, mercado retoma negócios em Chicago trabalhando com estabilidade nesta 5ª

    Preços da soja em queda na Bolsa de Chicago na volta dos negócios nesta quinta-feira (5). Os futuros da oleaginosa recuavam entre 1,75 e 3,50 pontos nos principais contratos, com o julho/18 sendo cotado a US$ 8,40 por bushel. O mercado segue muito ansioso por novas informações que possam movimentá-lo de forma mais intensa.

    Segundo explicam analistas da consultoria internacional Allendale,Inc., os principais fatores ainda a serem observados, principalmente no caso da soja, são od desdobramentos da guerra comercial entre China e Estados Unidos e as atualizações dos mapas climáticos para o Corn Belt.

    No cenário da disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo – que segue no foco principal dos traders – as atenções se intensificam sobre a possibilidade de parte das tarifações norte-americanas já começarem a valer a partir desta sexta-feira, 6 de julho, o que aquece ainda mais as tensões entre os dois países.

    Lideranças chinesas, no entanto, afirmam que “a China não irá dar o primeiro tiro”.

    “Caso tenhamos alguma surpresa, esta seria o cancelamento de qualquer imposição comercial no prazo limite de do dia 6. A ARC alerta se tal inesperado cenário se concretizar, o Mercado apresentará um movimento agressivo de altas consecutivas para a soja, principalmente. Tais movimentos políticos são imprevisíveis no atual momento”, explicam os analistas de mercado da AgResource Mercosul (ARC).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil possui 135 startups voltadas ao agronegócio

    Um mapeamento realizado pela consultoria KPMG em parceria com a Distrito indicou que o Brasil possui pelo menos 135 empresas voltadas exclusivamente para o desenvolvimento de tecnologias para o aprimoramento do agronegócio dentro de um total de 7 mil startups. O crescente número de agritechs foi um dos fatores responsáveis pelo alta da participação do agronegócio no Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos cinco anos, que passou de 19% para 23%.

    Dentre as principais soluções oferecidas se destacam ferramentas voltadas à agricultura de precisão, drones, uso de satélites, big data, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (AI) e sistemas de gestão em nuvem. André Luiz Monaretti, sócio da KPMG Agronegócios, afirma que o crescimento das startups está ligado com dos agricultores pelo aumento da produtividade e qualidade de seu produto

    “A busca por inovação não é só uma prioridade, mas uma necessidade em um ambiente econômico altamente complexo e de crescente pressão por parte dos consumidores, governos e reguladores que demandam mais eficiência, controle, rastreabilidade e sustentabilidade”, comenta.

    De acordo com Rafael Ribeiro, gerente-executivo da Associação Brasileira das Startups (ABStartups), outro ponto que explica o aumento das empresas é a mudança de comportamento do produtor rural, que está mais aberto para a adoção da tecnologia. Ele lembra que há alguns anos atrás o agricultor utilizava muito a intuição para gerenciar sua lavoura, mas agora isso está sendo substituído por equipamentos e informações oferecidas pelas startups.

    “A maior aceitação da tecnologia pelo agricultor é o primeiro ponto desse avanço grande das agritechs. Isso tem impacto diretamente no crescimento do nosso segmento”, pontua.

    Nesse cenário, segundo ele, as startups voltadas ao agronegócio estão atraindo não apenas os produtores rurais, mas também grandes investidores. Ribeiro destaca que grandes companhias como Raízen, Monsanto, Bayer e Basf são algumas que começaram a se reinventar e destinar grandes montantes nas agrithes com objetivo de continuar acompanhando as tendências de mercado.

    Fonte: Agrolink

  • Aquecimento global aumenta resistência de bactérias

    Cientistas dos Estados Unidos e do Canadá concluíram que o aquecimento global colabora para o aumento da resistência de bactérias a antibióticos populares do país. O estudo foi produzido por profissionais do Hospital Infantil de Boston,nos Estados Unidos, entre os anos de 2013 e 2015, sendo posteriormente publicado na revista Nature Climate Change.

    Os cientistas analisaram algumas bactérias dos tipos Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e Staphylococcus aureus para descobrir como elas agiam perante 20 tipos de antibióticos diferentes sob uma diferença de temperatura de 10ºC. De acordo com John S. Brownstein, cientista do hospital e diretor do projeto, a conclusão foi de que as bactérias mais comuns têm um aumento de sua resistência a esse tipo de medicamento de 2% a 4% quando expostas a condições de diferença de temperatura.

    Além da temperatura média, os cientistas associaram o crescimento da resistência aos antibióticos à densidade populacional. A análise estatística mostrou que o aumento da população relativa de 25.000 habitantes por quilómetro quadrado eleva a resistência da E. coli aos antibióticos em cerca de 3% e o da Klebsiella pneumoniae em quase 6%.

    Segundo os pesquisadores, as principais causas da relação entre o aumento da temperatura e a resistência das bactérias são o mecanismo de transferência horizontal de genes e o aumento da taxa de crescimento populacional. Eles afirmam ainda que essas descobertas podem ajudar aos cientistas e farmacêuticos a desenvolverem novos medicamentos que não sejam vulneráveis a tais condições.

    Fonte: Agrolink

  • Cotrijuc vende Plantadora – OFERTA ESPECIAL

    Plantadora – Kuhn PG 900 Extra

    O principal diferencial das plantadoras KUHN PG EXTRA é a sua grande autonomia durante o plantio, devido a maior capacidade do seu reservatório de semente. Isso favorece a diminuição da mão de obra pela diminuição do número de paradas, além de melhorar a eficiência no abastecimento com “big bag”.

    A PG EXTRA é configurada com chassi monobloco, cabeçalho móvel, reservatórios de semente superior de alta capacidade, reservatórios de adubo em polietileno, transmissão com recâmbio de engrenagens, linhas de plantio pantográfica, distribuição de sementes por discos alveolados, distribuição de adubo por rosca sem fim, sulcador da semente com discos duplos defasados, limitadores e compactadores em “V” e sistema hidráulico com cilindro de dupla ação.

    Preço especial

    De R$ 95 mil; Por R$ 89.500,00

    Contate-nos: 55 3271-9332

  • USDA: Estoques trimestrais de soja e milho dos EUA ficam dentro das expectativas do mercado

    Nesta sexta-feira (29), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualizou os números dos estoques trimestrais de grãos do país em 1º de junho e os números da soja apresentaram um aumento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado. O milho e o trigo vieram com mudanças mais tímidas.

    Os estoques trimestrais de soja norte-americanos foram reportados pelo USDA em 33,2 milhões de toneladas, 26% maiores do que os de 1º de junho de 2017. Ligeiramente acima da média esperada, o número ficou dentro das expectativas do mercado de 30,35 a 34,92 milhões de toneladas.

    De milho, os estoques vieram em 134,88 milhões de toneladas, acima da média esperada de 133,69 milhões entre as projeções dos traders, porém, dentro do intervalo de 127,11 e 138,44 milhões de toneladas. O número é 1% maior em relação aos estoques do mesmo período do ano passado.

    Fonte: Notícias Agrícolas