Evandro Freitas

Evandro Freitas has created 213 entries

  • Soja: Após feriado, mercado retoma negócios em Chicago trabalhando com estabilidade nesta 5ª

    Preços da soja em queda na Bolsa de Chicago na volta dos negócios nesta quinta-feira (5). Os futuros da oleaginosa recuavam entre 1,75 e 3,50 pontos nos principais contratos, com o julho/18 sendo cotado a US$ 8,40 por bushel. O mercado segue muito ansioso por novas informações que possam movimentá-lo de forma mais intensa.

    Segundo explicam analistas da consultoria internacional Allendale,Inc., os principais fatores ainda a serem observados, principalmente no caso da soja, são od desdobramentos da guerra comercial entre China e Estados Unidos e as atualizações dos mapas climáticos para o Corn Belt.

    No cenário da disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo – que segue no foco principal dos traders – as atenções se intensificam sobre a possibilidade de parte das tarifações norte-americanas já começarem a valer a partir desta sexta-feira, 6 de julho, o que aquece ainda mais as tensões entre os dois países.

    Lideranças chinesas, no entanto, afirmam que “a China não irá dar o primeiro tiro”.

    “Caso tenhamos alguma surpresa, esta seria o cancelamento de qualquer imposição comercial no prazo limite de do dia 6. A ARC alerta se tal inesperado cenário se concretizar, o Mercado apresentará um movimento agressivo de altas consecutivas para a soja, principalmente. Tais movimentos políticos são imprevisíveis no atual momento”, explicam os analistas de mercado da AgResource Mercosul (ARC).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil possui 135 startups voltadas ao agronegócio

    Um mapeamento realizado pela consultoria KPMG em parceria com a Distrito indicou que o Brasil possui pelo menos 135 empresas voltadas exclusivamente para o desenvolvimento de tecnologias para o aprimoramento do agronegócio dentro de um total de 7 mil startups. O crescente número de agritechs foi um dos fatores responsáveis pelo alta da participação do agronegócio no Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos cinco anos, que passou de 19% para 23%.

    Dentre as principais soluções oferecidas se destacam ferramentas voltadas à agricultura de precisão, drones, uso de satélites, big data, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (AI) e sistemas de gestão em nuvem. André Luiz Monaretti, sócio da KPMG Agronegócios, afirma que o crescimento das startups está ligado com dos agricultores pelo aumento da produtividade e qualidade de seu produto

    “A busca por inovação não é só uma prioridade, mas uma necessidade em um ambiente econômico altamente complexo e de crescente pressão por parte dos consumidores, governos e reguladores que demandam mais eficiência, controle, rastreabilidade e sustentabilidade”, comenta.

    De acordo com Rafael Ribeiro, gerente-executivo da Associação Brasileira das Startups (ABStartups), outro ponto que explica o aumento das empresas é a mudança de comportamento do produtor rural, que está mais aberto para a adoção da tecnologia. Ele lembra que há alguns anos atrás o agricultor utilizava muito a intuição para gerenciar sua lavoura, mas agora isso está sendo substituído por equipamentos e informações oferecidas pelas startups.

    “A maior aceitação da tecnologia pelo agricultor é o primeiro ponto desse avanço grande das agritechs. Isso tem impacto diretamente no crescimento do nosso segmento”, pontua.

    Nesse cenário, segundo ele, as startups voltadas ao agronegócio estão atraindo não apenas os produtores rurais, mas também grandes investidores. Ribeiro destaca que grandes companhias como Raízen, Monsanto, Bayer e Basf são algumas que começaram a se reinventar e destinar grandes montantes nas agrithes com objetivo de continuar acompanhando as tendências de mercado.

    Fonte: Agrolink

  • Aquecimento global aumenta resistência de bactérias

    Cientistas dos Estados Unidos e do Canadá concluíram que o aquecimento global colabora para o aumento da resistência de bactérias a antibióticos populares do país. O estudo foi produzido por profissionais do Hospital Infantil de Boston,nos Estados Unidos, entre os anos de 2013 e 2015, sendo posteriormente publicado na revista Nature Climate Change.

    Os cientistas analisaram algumas bactérias dos tipos Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e Staphylococcus aureus para descobrir como elas agiam perante 20 tipos de antibióticos diferentes sob uma diferença de temperatura de 10ºC. De acordo com John S. Brownstein, cientista do hospital e diretor do projeto, a conclusão foi de que as bactérias mais comuns têm um aumento de sua resistência a esse tipo de medicamento de 2% a 4% quando expostas a condições de diferença de temperatura.

    Além da temperatura média, os cientistas associaram o crescimento da resistência aos antibióticos à densidade populacional. A análise estatística mostrou que o aumento da população relativa de 25.000 habitantes por quilómetro quadrado eleva a resistência da E. coli aos antibióticos em cerca de 3% e o da Klebsiella pneumoniae em quase 6%.

    Segundo os pesquisadores, as principais causas da relação entre o aumento da temperatura e a resistência das bactérias são o mecanismo de transferência horizontal de genes e o aumento da taxa de crescimento populacional. Eles afirmam ainda que essas descobertas podem ajudar aos cientistas e farmacêuticos a desenvolverem novos medicamentos que não sejam vulneráveis a tais condições.

    Fonte: Agrolink

  • Cotrijuc vende Plantadora – OFERTA ESPECIAL

    Plantadora – Kuhn PG 900 Extra

    O principal diferencial das plantadoras KUHN PG EXTRA é a sua grande autonomia durante o plantio, devido a maior capacidade do seu reservatório de semente. Isso favorece a diminuição da mão de obra pela diminuição do número de paradas, além de melhorar a eficiência no abastecimento com “big bag”.

    A PG EXTRA é configurada com chassi monobloco, cabeçalho móvel, reservatórios de semente superior de alta capacidade, reservatórios de adubo em polietileno, transmissão com recâmbio de engrenagens, linhas de plantio pantográfica, distribuição de sementes por discos alveolados, distribuição de adubo por rosca sem fim, sulcador da semente com discos duplos defasados, limitadores e compactadores em “V” e sistema hidráulico com cilindro de dupla ação.

    Preço especial

    De R$ 95 mil; Por R$ 89.500,00

    Contate-nos: 55 3271-9332

  • USDA: Estoques trimestrais de soja e milho dos EUA ficam dentro das expectativas do mercado

    Nesta sexta-feira (29), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualizou os números dos estoques trimestrais de grãos do país em 1º de junho e os números da soja apresentaram um aumento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado. O milho e o trigo vieram com mudanças mais tímidas.

    Os estoques trimestrais de soja norte-americanos foram reportados pelo USDA em 33,2 milhões de toneladas, 26% maiores do que os de 1º de junho de 2017. Ligeiramente acima da média esperada, o número ficou dentro das expectativas do mercado de 30,35 a 34,92 milhões de toneladas.

    De milho, os estoques vieram em 134,88 milhões de toneladas, acima da média esperada de 133,69 milhões entre as projeções dos traders, porém, dentro do intervalo de 127,11 e 138,44 milhões de toneladas. O número é 1% maior em relação aos estoques do mesmo período do ano passado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Dólar sobe pelo quinto mês seguido e fecha semestre 17% mais caro ante real

    O dólar terminou a sexta-feira em alta e se reaproximando dos 3,90 reais, nível que ultrapassou no começo do mês e obrigou o Banco Central a promover intervenções mais intensas para tentar conter a volatilidade e prover liquidez ao mercado cambial.

    E o nervosismo deve continuar no mercado no segundo semestre, diante da indefinida eleição presidencial doméstica, dos temores com a guerra comercial dos Estados Unidos com seus parceiros e ainda a trajetória de alta de juros norte-americanos.

    O dólar avançou 0,56 por cento, a 3,8773 reais na venda, acumulando elevação de 2,49 por cento na semana.

    O dólar terminou junho com valorização de 3,76 por cento, no quinto mês seguindo em elevação, acumulando no primeiro semestre de 2018 valorização de 16,98 por cento. Depois de ter caído 0,43 por cento nos três primeiros meses do ano, o dólar ficou 17,49 por cento mais caro de abril a junho.

    “Acho difícil o dólar ficar abaixo de 4 reais no terceiro trimestre…O viés do câmbio é de alta, embora em julho, com as férias no Hemisfério Norte e recesso (do Congresso no Brasil), a moeda possa continuar oscilar ao redor de 3,80 reais”, avaliou o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco Lima Gonçalves.

    Daqui para a frente, as pesquisas devem ganhar mais força, com a proximidade das eleições, o que pode elevar o nervosismo se, de fato, nenhum candidato com o perfil defendido pelo mercado, mais reformista, ganhe força.

    Os investidores também seguirão monitorando a retórica do presidente Donald Trump com relação a seus parceiros comerciais, sobretudo a China, o que vem azedando o humor nas últimas semanas. Esse cenário, junto com a perspectiva de mais duas altas de juros nos Estados Unidos é maléfico aos emergentes, já que os investidores preferem ativos menos arriscados.

    Há ainda alguma expectativa para a forma como o Banco Central vai atuar em julho, depois da forte intervenção que vem realizando no mercado cambial desde meados de maio. Em agosto, vencem 14,023 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional, equivalentes à venda futura de dólares, e o mercado aguarda anúncio para a rolagem dos contratos.

    “O volume é grande e o mercado está muito sensível. Nem pensa que o BC não vai rolar esse volume”, avaliou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado.

    O estoque total de swap estava em 67,414 bilhões de dólares e o presidente do BC, Ilan Goldfajn, já repetiu diversas vezes que não vê problemas em aumentar esse estoque, se necessário.

    Nesta semana, no entanto, o BC não fez nenhum leilão de novos swaps, depois de ter injetado o equivalente a 43,616 bilhões de dólares com essas operações desde 14 de maio.

    Nesta sexta-feira, o dólar passou a manhã de olho no exterior, mas a formação da taxa Ptax deixou o mercado mais técnico e volátil. A Ptax é uma taxa calculada pelo Banco Central e que serve de referência para diversos contratos cambiais, levando os investidores a “brigarem” pelas cotações que são mais interessante a eles, causando mais vaivém no mercado.

    Passada a formação da Ptax, o dólar firmou alta ante o real com o exterior, onde a moeda também passou a subir ante as divisas de países emergentes.

    “O primeiro semestre terminou e não deve deixar saudades”, resumiu o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello.

    Fonte: Reuters

  • Governo anuncia R$ 31 bilhões para plano safra da agricultura familiar 2018-2019

    O governo federal anunciou ontem (26) a liberação de R$ 31 bilhões para o plano safra da agricultura familiar 2018-2019.

    O plano atende a aproximadamente 40 milhões de agricultores familiares, segundo a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário.

    Ainda de acordo com a secretaria, esses cerca de 40 milhões de agricultores representam 84% dos estabelecimentos rurais e são responsáveis pela produção de 70% dos alimentos no país.

    Valores

    A quantia anunciada representa R$ 1 bilhão a mais que o anunciado para a safra 2017-2018, quando foram liberados R$ 30 bilhões.

    Segundo o governo federal, os juros serão reduzidos de 5,5% ao ano para 4,6% ao ano. Os recursos estarão disponíveis a partir de 1º de julho.

    Esta é a primeira vez no governo Temer que o valor destinado ao plano safra da agricultura familiar aumenta de um ano para outro.

    Em 2013, no governo Dilma Rousseff, por exemplo, foram disponibilizados R$ 21 bilhões. Em 2014, o valor subiu para R$ 24,1 bilhões e, em 2015, para R$ 28,9 bilhões.

    Em 2016, último ano de Dilma na Presidência, foram liberados R$ 30 bilhões para o plano safra e, em 2017, primeiro de Temer, o valor foi mantido.

    Pronaf

    Segundo a Secretaria da Agricultura Familiar, o limite de renda para financiamento por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) foi ampliado de R$ 360 mil para R$ 415 mil.

    Discurso

    Durante o anúncio, o presidente Michel Temer afirmou que, ao liberar os R$ 31 bilhões para o plano safra, o governo reafirma o “compromisso” com milhões de trabalhadores que atuam na agricultura familiar.

    Em seguida, o presidente, voltou a dizer que, ao assumir o governo, encontrou o país em “grande recessão, com graves consequências sociais”.

    Fonte: G1

  • Como as mudanças envolvendo o mercado chinês poderão impactar o Brasil?

    O aumento da classe média brasileira e a elevação do PIB per capita, observado nos últimos 20 anos, dão esperança para um cenário positivo ao Brasil na próxima década. Para que isso se concretize, o modelo econômico deverá evoluir, com mais ênfase em investimentos e produtividade. O país representa aproximadamente 45% da economia da América Latina, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    A relação econômica entre Brasil e China tem grande impacto na evolução do país, principalmente na agropecuária. Em 2017, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a China representou 27,7% do total exportado pelo Brasil. Atualmente, dois grandes temas relacionados ao gigante asiático trazem possibilidades positivas e riscos para o mercado nacional. São eles: a guerra comercial entre China e Estados Unidos (EUA) e as mudanças na legislação ambiental chinesa.

    A recente disputa de tarifas entre Pequim e os norte-americanos, teve início depois de uma investigação do governo dos EUA apontar que os chineses se apropriaram de tecnologia americana de forma desleal. Desde então, tensões diplomáticas se iniciaram. Foram impostas tarifas para importação de aço e alumínio chinês, por parte dos EUA. O governo chinês, por sua vez, ameaça sobretaxar as importações de produtos americanos, como: soja, carne, milho, suco de laranja, trigo, algodão e etanol. Embora existam desconfianças sobre as tarifas serem, de fato, aplicadas, decisões concretas e também especulações podem trazer impactos positivos ao Brasil.

    A soja está no centro das discussões, o Brasil é o principal exportador do grão para a China. Os EUA vêm logo atrás, e vendem quase um terço de sua produção ao país. A instabilidade entre os dois países pode aumentar as vendas brasileiras da oleaginosa a China. A tensão também pode elevar os preços, especialmente se a oferta diminuir, com a quebra da safra argentina, por exemplo, outro grande player mundial. O Brasil responde por 58% da soja adquirida pelos chineses e os EUA, por cerca de 38%. Caso a China comprasse toda a soja exportada pelo Brasil, ainda assim não conseguiria suprir a demanda interna. Por isso, é necessário buscar o produto em uma gama de países, inclusive nos EUA, independentemente de tarifas, como destaca André Soares,pesquisador do AtlanticCouncil.

    A carne suína também é outro mercado relevante. Segundo relatório do Itaú BBA, a China importou, em 2017, 1,6 milhão de toneladas de carne suína, sendo que 10% desse total foi abastecido pelos EUA e 3% pelo Brasil. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que o consumo chinês de carne suína deve crescer 0,7% em 2018, para 55,5 milhões de toneladas. Se o país decidir sobretaxar o produto dos EUA, sobrará espaço para potencial aumento de compras da carne brasileira.

    Com relação a legislação ambiental, em 2015, sob crescente pressão da comunidade internacional, o governo chinês anunciou diversos objetivos. Entre eles, a diminuição de 40% na concentração das partículas mais poluentes no ar, até 2020. Os efeitos do endurecimento da fiscalização ambiental são sentidos no mercado de defensivos, entre outros.

    Fonte: Cana Online

  • Adesão ao Funrural é prorrogada até outubro

    O prazo para adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), conhecido como Refis Rural, foi ampliado pelo Governo Federal. O presidente Michel Temer assinou medida provisória que altera a Lei nº 13.606, de janeiro de 2018, prorrogado o prazo para 30 de outubro. A adesão abrange os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou de sub-rogado.

    A prorrogação vinha sendo solicitada pela bancada ruralista do Congresso Nacional. O objetivo é aguardar o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) dos embargos declaratórios sobre a decisão da corte que considerou constitucional a cobrança. A decisão representa a terceira prorrogação de adesão ao programa de financiamento de dívidas do Funrural.

    O prolongamento do período de refinanciamento da dívida com o Funrural foi pedido ao governo pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), presidida pela deputada Tereza Cristina (DEM-MS).

    O PRR permite o parcelamento de dívidas de produtores rurais (pessoas físicas, cooperativas e intermediários) com descontos. Também diminui de 2,5% para 1,7% a alíquota de contribuição social sobre a receita bruta devida pelas empresas rurais a título de contribuição previdenciária dos trabalhadores.

    O programa foi criado pelo governo, após pressão de produtores rurais, em meio a um impasse judicial quanto à legalidade da cobrança do Funrural. A intenção da prorrogação, de acordo com o vice-presidente de finanças da CNA e presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo, é oportunizar maior segurança jurídica ao produtor na regularização de sua situação.

    O QUE DIZ A LEI

    A Lei 13.606, de 9 de janeiro de 2017, que trata de FUNRURAL e também do CRÉDITO RURAL. Em síntese, no que tange ao Funrural foi contemplado na nova lei referente à negociação do passivo – para o produtor rural pessoa física vendedor:

    Podem ser renegociados todos os débitos vencidos até 30 de agosto de 2017.

    Para a renegociação, o produtor ou o adquirente deverão:
    Pagar de, no mínimo, 2,5% do valor da dívida consolidada, sem redução, até 28 de fevereiro de 2018 ( o pagamento pode se dar em duas parcelas mensais e consecutivas);
    Desistir da ação judicial ou do processo administrativo, renunciar ao direito e requerer a extinção da ação até a mesma data, o que o eximirá dos honorários advocatícios;
    Confessar o débito, aceitação das condições legais;
    Cumprimento regular dos pagamentos do FGTS
    O valor devido poderá ser pago em até 176 parcelas, no valor correspondente a 0,8% da média mensal da receita bruta da comercialização da produção rural do ano civil imediatamente anterior ao dia do vencimento da parcela, sendo que a parcela não pode ser inferior a R$100,00;
    Exclusão total dos juros de mora;
    Desnecessidade de garantia;
    Caso haja saldo residual, poderá pagar em até 60 parcelas;
    Caso decisão posterior do Supremo venha reconhecer a ilegitimidade da cobrança dos débitos confessados, esta se aplicará ao caso presente;
    No caso da existência de depósito judicial, ocorrendo a negociação, os valores dele constante serão transformados em pagamento definitivo à União;
    A formalização do parcelamento é condicionada ao pagamento da primeiro parcela.

    Fonte: MB Comunicação | Mais Soja

  • Soja sobe em Chicago nesta 4ª com traders ajustando posições antes de relatórios do USDA

    Quarta-feira (27) de preços em alta para a soja na Bolsa de Chicago. O mercado internacional da oleaginosa busca recuperar parte das perdas da sessão anterior e trabalha em campo positivo na manhã de hoje. Perto de 8h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 4,75 e 6 pontos, com o julho/18 recuperando o patamar dos US$ 8,70 e sendo cotado a US$ 8,73 por bushel.

    Essa tentativa de retomar um pouco do fôlego acontece antes da chegada de novos boletins do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no final desta semana e que poderiam ajudar a direcionar o mercado de forma diferente.

    “O final do mês e o posicionamento do mercado pré-USDA deverão afetar os movimentos dos preços nas próximas sessões”, diz o boletim diário da consultoria internacional Allendale, inc. Os reportes do USDA trarão uma atualização da área plantada e dos estoques trimestrais em 1º de junho nos EUA.

    No entanto, analistas internacionais continuam alertando para a continuidade da pressão da guerra comercial entre China e Estados Unidos – já que a tensão entre os dois países não diminuiu e um acordo não está no horizonte dos traders.

    Também pesando sobre as cotações segue o bom cenário de clima nos Corn Belt. “As condições climáticas e as previsões para a primeira semana de julho por todo o Meio-Oeste deverão ser ideiais para a produção norte-americana”, complementa a Allendale.

    Fonte: Notícias Agrícolas