Evandro Freitas

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  • Soja sobe nesta tarde de 6ª puxada pelo otimismo com os futuros do suíno em Chicago

    Os preços da soja sobem nesta tarde de sexta-feira (15) na Bolsa de Chicago. Os futuros da commodity, por volta de 12h30 (horário de Brasília), subiam entre 8,50 e 9,25 pontos nos principais contratos, com o maio valendo US$ 9,07 por bushel. O agosto tinha US$ 9,27.

    O mercado recebeu com otimismo a notícia da compra de carne suína da China nos EUA – de mais de 23 mil toneladas – com os futuros do suíno na CBOT batendo em seu limite de alta e puxando as cotações da soja. A nação asiática comprou também sorgo e há ainda rumores também de aquisições de milho.

    Em um cenário em que qualquer novidade é bem vinda, a forte puxada da proteína criou um ambiente favorável para os futuros da oleaginosa.

  • 9 tendências de mercado e o seu impacto na indústria de defensivos e sementes

    Quais são as tendências de mercado e o seu impacto na indústria de defensivos e sementes? 

    • Macroambiente brasileiro: taxa de câmbio e estratégia do governo ainda são incertas.
    • O comportamento do produtor está mudando e isso impactará em novas misturas, novas biotech e novos manejos de proteção de cultivos.
    • Difusão de novas tecnologias e surgimento de novos modelos de negócio, principalmente aqueles baseados em plataformas de agricultura digital e programas de relacionamento.
    • A cesta de herbicidas será drasticamente impactada pelas novas tecnologias Xtend e Enlist, alterando a estrutura do mercado.
    • Vale monitorar de perto a dinâmica de herbicidas como glifosato, glufosinato, 2,4D, dicamba e os grupos FOP e DIM, HPPD, PPO e outros. Também atenção especial ao movimento de pré emergentes que aparenta ganhar força. Há diversos gaps de mercado e grande oportunidade para novos registros de produtos e aquisições de moléculas que se tornarão novos blockbusters.
    • A queda da performance de carboxamidas pressionará ainda mais o uso de misturas em tanque, facilitadas por nova legislação, e haverá intensificação de uso de fungicidas multissitios, com destaque para Mancozeb e crescimento forte de Clorotalonil nesta safra. Os cúpricos ainda apresentam certa resistência pelo agricultor. Oportunidade para desenvolvimento de mercado e promoção do uso destes produtos.
    • Atenção especial para o planejamento do supply chain de ativos principalmente na China e India. É momento de buscar sinergia entre as fábricas, novos contratos, otimização da logística e o gerenciamento on line dos estoques dos canais de distribuição.
    • Na distribuição, se não bastassem as mudanças causadas pelas fusões e aquisições das indústrias, o cenário para os distribuidores é de concentração, menor exclusividade de prateleira, maior complexidade no gerenciamento dos estoques, profissionalização, sucessão, novos entrantes internacionais, private equity e diversificação do negócio com serviços de agricultura de precisão, consultoria e outras formas de agregação de valor. Encontrar sinergias nos canais de distribuição advindas dos movimentos de fusões e aquisições será fundamental para o sucesso das empresas de defensivos e sementes.
    • Por último, mas não menos importante, as recentes fusões e aquisições das empresas de proteção de cultivos e biotecnologia movimentaram o mercado de forma intensa. Esta quebra de paradigma gerou sinergias já evidentes como a melhoria do portfólio de produtos de defensivos, sementes e dos serviços oferecidos aos canais de distribuição e aos agricultores. Em um processo de fusão ou aquisição, claramente busca-se a otimização. Reduz-se equipes, recursos organizacionais e estrutura física, eleva-se a eficiência nos custos e na operação devido a novas economias de escala, bem como preza-se pela excelência comercial e de marketing.

    Por Leonardo Antolini

    Portal KLFF

  • Soja: até 2050 mundo precisará produzir 700 milhões de toneladas, o dobro do atual

    Até 2050, o mundo precisará de 700 milhões de toneladas de soja, o dobro da produção atual, informa nota técnica elaborada pela Embrapa e divulgada ontem (20/11). Na nota, a instituição de pesquisa observa que o Brasil, segundo maior produtor mundial da oleaginosa, poderá aproveitar a oportunidade desse mercado se investir em pesquisa, infraestrutura e política agrícola.

    Para os especialistas da Embrapa que elaboraram a nota técnica, os principais problemas a serem enfrentados são de ordem fitossanitária, como ferrugem asiática, percevejos e nematoides. Além disso, plantas estranhas à cultura e cada vez mais resistentes a herbicidas. E também o “manejo do solo, cuja degradação e perda de fertilidade provoca o encadeamento de uma série de problemas agronômicos, como surgimento de doenças e pragas”.

    Outro assunto que requer atenção são o desenvolvimento de tecnologias que permitam a produção, mesmo sob ambiente mais seco. “O aumento da frequência de extremos climáticos, com maior intensidade e abrangência, tem imposto prejuízos consideráveis à soja. Entre 2004 e 2014, somente a Região Sul do Brasil registrou perdas de cerca de R$ 27 bilhões por causa de eventos de seca. Em 37 safras brasileiras, entre 1976/1977 e 2013/2014, estima-se que o País somou US$ 79,6 bilhões em prejuízos provocados por seca.”

    A nota assinala também que outro aspecto a ser considerado é a forma pela qual ocorrerá o aumento da produção. “Ou seja, com maior ou menor expansão de área cultivada.” Sob este aspecto, países que optarem por aumentar a produtividade melhorarão sensivelmente sua posição no mercado.

    A Embrapa destaca que o País já dispõe de tecnologia de cultivo que permite obter produtividade muito acima da média atual de 3.394 kg/ha. “O Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) registrou o recorde de 8.944 kg/ha em uma propriedade no Paraná, volume próximo ao obtido por outros sojicultores da região, mostrando que há espaço para aumentar a produtividade. Para isso, os autores recomendam um esforço de transferência de tecnologia em larga escala.”

    Por Tânia Rabello
    Fonte: Broadcast Agro

  • As idas e vindas das tarifas argentinas nos grãos e os impactos ao Brasil

    O produtor argentino Santiago Rodriguez Ribas, de 47 anos, há 15 deixou a carreira de uma década como engenheiro industrial no setor automobilístico para administrar as duas fazendas do pai, Vicente Rodríguez Ribas, na província de Buenos Aires.

    O portenho partiu com a esposa e dois filhos pequenos (de 13 e 11 anos) para General Villegas, distante 500 quilômetros da Capital Federal. Diz que sofreu com as intempéries climáticas e a política econômica dos 12 anos de kirchnerismo. A exemplo de 51,34% da população argentina, em 2015 votou no presidente Mauricio Macri.
    Santiago crítica os erros do governo Macri, mas acha necessários os sacrifícios para que o presidente possar dar continuidade às mudanças.

    No início de setembro, com o trigo já plantado e a semeadura de milho começando a dar os primeiros passos, o governo surpreendeu o campo com alterações na tributação dos produtos agrícolas.

    Baixou as alíquotas das chamadas retenciones (retenções) de 25,5% para 18% para a soja e seus derivados, mas criou uma nova taxa no valor de 4 pesos para cada dólar exportado, elevando assim a taxação final da oleaginosa para cerca de 28% a 29%, conforme a variação da cotação da divisa. A medida atingiu também o trigo e o milho, cujo percentual da taxa giraria entre 10% e 11%.

    Os cereais e as oleaginosas pagarão retenção de 4 pesos por dólar, enquanto que os demais produtos agropecuários e industrializados foram taxados em 3 pesos por dólar: carnes, lácteos, frutas, óleos e gorduras, farinhas, vinhos e mostos, açúcar e bens industriais, como automóveis, siderurgia, minérios, farmacêuticos, etc.

    Idas e vindas
    Quando Macri assumiu, em dezembro de 2015, as retenções para soja, óleo e farelo eram de 35% e 32%, respectivamente. Uma das primeiras medidas foi baixar para 30% e 25% e estabelecer a meta de redução de 0,5% mensal até dezembro de 2019, quando terminaria em 18% e 15%, cada um. No caso de trigo e milho, cujas alíquotas eram de 23% e 20%, respectivamente, o imposto na época foi zerado.

    Em agosto deste ano, por problemas fiscais, o plano de redução gradual das alíquotas foi congelado e logo anunciado o novo modelo, que Macri afirma ser transitório, até conseguir reduzir o déficit fiscal em 2,7% em 2018 e perto de zero em 2019.

    “Garra”, “último esforço”, “tempestade”. Estas têm sido as palavras recorrentes do presidente para justificar as idas e voltas com a política fiscal para o setor agropecuário, principal responsável pela entrada de divisas. Depois de uma seca considerada a pior dos últimos 50 anos, que quebrou a safra de soja, os produtores apostaram com tudo no cultivo do trigo.

    “Viemos de uma safra tão ruim, mas com tantos sinais bons em termos de preços, clima e de política agrícola, que decidimos fazer um investimento muito grande no trigo”, contou Santiago Ribas, criador de gado angus e produtor de soja, milho e trigo. Junto ao irmão veterinário, Juan Benjamín, ele administra oito fazendas e, em cada uma, o impacto da seca foi muito diferente. “Alguns campos perderam tudo, outros tinham tido alagamentos e, portanto, uma grande reserva hídrica que ajudou a passar pela estiagem”, diz Vicente.

    Temores
    O temor no mercado e do governo é que as novas medidas levem os agricultores a “sentar” em cima de suas colheitas, à espera de melhores preços para vender seus produtos. O analista da consultoria Agritrend Gustavo López explicou que, com o passar do tempo, as retenções vão se diluindo justamente porque foram fixadas em pesos.

    Para o presidente da Sociedade Rural da Argentina (SRA), Daniel Pelegrina, o cenário é complicado e, por isso, os produtores rurais “vão colocar mais uma vez o ombro para apoiar o governo”. Porém, a insatisfação é visível quando afirma que “colocar a mão no bolso de novo dói, especialmente em um contexto de altíssima carga tributária”.

    Contudo, alguns produtores veem sinais atenuantes que indicam a transitoriedade das medidas. Pela primeira vez, as retenções foram impostas para todos os setores do comércio exterior. O governo está ligando para todos os líderes de suas regiões para explicar a situação e pedir apoio, algo inimaginável no passado recente. Também acreditam que a fórmula adotada em pesos permite diluir a carga ao longo do tempo de sua duração.

    O risco é que, diante de uma nova urgência, o governo eleve esse valor e o transitório passe a ser permanente. “Na hora de tomar decisão, me dá medo do risco de que isso aconteça, especialmente no próximo ano, quando vai haver eleições, e nos anos eleitorais o governo dá prioridade a outras coisas”, afirmou Santiago.

    No dia 15 de setembro, Vicente iniciou o plantio de milho e, no dia 20 de outubro, será a vez de começar a implantar soja. Ele lembra que as mudanças pegaram todos os produtores com decisões já tomadas.

    Contradição
    Daniel e Santiago explicaram que o setor vai acompanhar o governo porque “a linha traçada está no caminho certo”, já que tem trabalhado para inserir a Argentina no mundo, conseguir mais acessos aos mercados com alíquotas mais baixas e buscar a competitividade. “É claro que o imposto tira competitividade do setor. A política do governo é contraditória, mas é necessária”, resigna-se Daniel.

    E, por causa disso, a Bolsa de Comércio de Rosario (BCR) estima que o milho vai perder uma superfície de cultivo em torno de 200.000 hectares, que serão destinados à soja, segundo explicou a analista Patrícia Berguero.

    A expectativa inicial era de uma superfície total, entre grão e forragem, de 6,8 milhões de hectares. Agora, a estimativa está em 6,6 milhões de hectares. Em busca de minimizar o risco financeiro, a intenção de plantio de soja deve ficar em 17,9 milhões de hectares, um aumento de 1,3% em relação a 2017.
    Medidas afetam o Brasil

    A Argentina perde competitividade, por um lado, e ganha, por outro. O Brasil também. Os efeitos negativos da crise no país vizinho já podem ser observados com a queda de 23% nas exportações do Rio Grande do Sul, de janeiro a julho dete ano, para o mercado argentino, principalmente em calçados, o que afeta também a cadeia de couro, químicos e automóveis, segundo estudo da Federação de indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).

    “É possível que a volta das retenções provoque um aumento no preço do trigo e isso tenha um efeito cascata, chegando aos consumidores brasileiros”, comentou uma fonte do governo brasileiro. A preocupação tem razão de existir, afinal, 83% do trigo importado é proveniente da Argentina (entre 5,5 milhões e 6 milhões de toneladas por ano).

    Outro ponto negativo está vinculado ao mercado de carnes suínas in natura, que lidera as exportações do agro para a Argentina. “Em momentos de crise, a população consome menos carnes e os empresários brasileiros do setor estão preocupados com um cenário de menores vendas”, comentou a fonte oficial.

    Por Marina Guimarães
    Fonte: Globo Rural

  • Promoção: “Fim de ano premiado Superjuc”

    REGULAMENTO

    Promotora:

    Razão Social: Cooperativa Agropecuária de Júlio de Castilhos – COTRIJUC

    Endereço: Rua Coronel Severo Barros, 247 – Bairro Santa Isabel – Júlio de Castilhos – RS – Brasil – CEP: 98130-000.

    CNPJ: 91.023.168/0002-59          Telefone: (55) 3278-1047             Site: www.cotrijuc.com.br

     

    DISPOSIÇÕES GERAIS:

    Art 1° – Prêmios do sorteio:

    1º Prêmio – Um Rancho no valor de R$ 300,00;

    2º Prêmio – Um Rancho no valor de R$ 200,00;

    3º Prêmio – Um Micro-ondas

    4º Prêmio – Um Forno Elétrico

    5º Prêmio – Uma Batedeira

    6º Prêmio – Um Liquidificador

    7º Prêmio – Uma Panela elétrica

    8º Prêmio – Uma Torradeira

    9º Prêmio – Um Ventilador

    10º Prêmio – Uma térmica 1,8L

    + Prêmios surpresas

     

    Art 2° – Data de início: 29 de outubro de 2018; data de término: 31 de dezembro de 2018.

    Art 3° – O sorteio será realizado no Superjuc dia 31 de dezembro de 2018, às 18 horas.

    Art 4° – Caso o ganhador não esteja presente no momento do sorteio, será comunicado por telefone, descrito no cupom sorteado.

     

    PARTICIPAÇÃO:

    Art 5°– A cada R$ 50,00 (cinquenta reais) em compras no Superjuc o cliente/cooperado recebe um cupom para participar da promoção.

    Art 6°- O cliente/cooperado não pode juntar cupons ou notas fiscais para trocar pelos cupons da promoção, respeitando os artigos 3º e 5º.

    Art 7° – É de responsabilidade do cliente/cooperado preencher o cupom (com nome completo, endereço e telefone de contato) e depositá-lo na urna da promoção.

    Art 8° – É de responsabilidade do cliente/cooperado as informações contidas no cupom.

    Art 9° – A urna ficará disponível no Superjuc.

    Art. 10° – Será escolhido um representante da cooperativa para o sorteio do cupom.

    Art. 11° – Será verificada a validade do cupom após o sorteio, serão considerados válidos os cupons que constarem: carimbo do Superjuc, nome legível e telefone para contato.

    Art 12° – Cupom não validado será desclassificado no momento em que porventura seja sorteado, e não fará jus ao prêmio, sendo sorteado um novo cupom.

    Art 13° – Não é exigida a presença do ganhador no local de apuração, tendo em vista o que prevê o artigo 4° do presente regulamento.

    Art 14° – Não será permitida a troca do prêmio por moeda corrente e o mesmo deverá ser usado integralmente de uma única vez.

    Art 15°- O regulamento completo da presente promoção estará exposto nos murais, na rede social (facebook) e no site da Cooperativa (www.cotrijuc.com.br).

    Art 16°- A Comissão Organizadora em conjunto com o Comitê de Administração da Cotrijuc decidirão sobre impasses eventualmente ocorridos durante todo o processo do sorteio.

  • Chuva e frio marcam início da semana no Estado

    A semana inicia no Rio Grande do Sul com o predomínio da chuva e do frio. Nesta segunda-feira (20), áreas de instabilidade intensas atuam no norte do Estado e na Região Metropolitana. Na costa e no Noroeste do RS as rajadas de vento podem atingir 60 km/h. No extremo Oeste, próximo a Quaraí e Uruguaiana, o tempo deve ficar nublado no decorrer do dia, com temperaturas baixas.

    Porto Alegre pode registrar chuva a qualquer hora, com probabilidade de maior intensidade no final da segunda-feira. De acordo com a Somar Meteorologia, a temperatura não deve passar dos 14°C. Bagé pode ter geada com mínima de 0°C e máxima de 14°C. Santa Maria começa o dia com 4°C e alcança os 16°C ao longo da tarde.

    A chuva perde intensidade em grande parte do Estado na terça-feira (21), exceto nas áreas ao noroeste, na fronteira com Santa Catarina, onde a chuva persiste com possíveis temporais e grandes acumulados. A semana deve seguir com temperaturas baixas por conta da massa de ar frio. Na fronteira com o Uruguai, há condição de céu aberto, ventos fracos e frio intenso, com chance para geada na madrugada de terça-feira.

    Fonte: ZH

  • Soja: Com alta de mais de 1% em Chicago nesta 2ª, mercado espera melhor demanda chinesa nos EUA

    O mercado internacional da soja dá início a uma nova semana de forma bastante positiva, com altas de mais de 1% no pregão desta segunda-feira (20). As cotação subiam quase 10 pontos entre os principais contratos negociados na Bolsa de Chicago, com o novembro/18 já sendo cotado a US$ 9,02 por bushel.

    Segundo explicam analistas internacionais, essa continuidade do movimento positivo observado na última semana vem das expectativas de que a China deverá a voltar parte de sua demanda à oleaginosa norte-americana, uma vez que, nesse momento, a oferta na América do Sul é cada vez mais escassa.

    Além disso, uma delegação chinesa chega a Washington no fim deste mês para retomar as negociações com os EUA em torno das disputas tarifárias e, de acordo com informações de agêncis internacionais, líderes de ambos os países estariam trabalhando em ações que façam com que Donald Trump e Xi Jinping cheguem a um acordo efetivo em cúpulas multilaterais que serão realizadas nos próximos meses.

    “Eles têm de resolver essa batalha porque a China precisa da soja americana no quarto trimestre, embora o mercado chinês esteja, neste momento, sob pressão por conta de uma pontual e temporária situação de excesso de estoques e de notícias de gripe suína”, explicou um trader de soja de uma companhia estrangeira à Reuters Internacional.

    Nesta segunda-feira, tanto soja em grão como farelo caíram quase 2% na China, já refletindo essas melhores expectativas de um acordo entre chineses e americanos, mas ao mesmo tempo refletia também a confirmação de seu terceiro caso de peste suína africana.

    Por outro lado, como explica o diretor da Cerealpar e consultor do ordin Grain Terminal de Malta, Steve Cachia, o clima nos EUA e os dados de crop tours nos EUA podem limitar o avanço dos preços nesta semana.

    “Essa semana deve ser caracterizada também pelo tradicional crop tour da ProFramer, com o resultado da nova estimativa de safra sendo publicado na sexta-feira (24)”, diz. “Para hoje, a expectativa é de nova deterioração nas condições das lavouras americanas”, referindo-se ao novo boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta segunda-feira (20), às 17h (Brasília), após o fechamento do mercado.
    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Tempo: Sul do Brasil encerra semana com tempo firme, mas chuvas retornam já no domingo (19) à região

    Um sistema de alta pressão em atuação após passagem de frente fria deve promover mudanças ao tempo sobre o tempo no Sul do Brasil. A previsão é de condição mais seca na maioria dos estados da região e frio nesta sexta-feira. Já no domingo (19) e segunda-feira (20), as chuvas devem retornar.

    “O fim de semana irá começar com tempo aberto em todos os estados do Sul. Ao longo da tarde, as temperaturas se elevam em relação aos últimos dias. No entanto, a chegada de uma nova frente fria no domingo (19) começa a provocar chuva”, informou a Climatempo em referência a mudança do tempo na região.

    Segundo a empresa meteorológica, o domingo será marcado por muitas áreas de instabilidade sobre a região e pancadas de até forte intensidade podem ser registradas no Oeste do Rio Grande do Sul. Também chove em Santa Catarina e Oeste do Paraná. As temperaturas voltam a cair na próxima semana.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado se ajusta em Chicago após forte avanço e tem leve realização de lucros nesta 6ª

    Os preços da soja na Bolsa de Chicago, registram leves baixas nesta manhã de sexta-feira (17), depois da disparada do pregão anterior, quando subiu quase 30 pontos, em um leve movimento de realização de lucros. Assim, por volta de 8h10 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 2 e 3,50 pontos, e o novembro/18 – que é o contrato mais negociado neste momento – tinha US$ 8,94 por bushel.

    As cotações foram impulsionadas pela notícia de que China e EUA voltarão a se reunir para retomar suas negociações em torno das disputas tarifárias, porém, agora precisa de mais informações para continuarem se direcionando.

    “Após a forte alta de 28 pontos ontem o mercado precisa de mais notícias sobre um possível acordo com soja na guerra comercial EUA/China para consolidar qualquer movimento altista, até porque dentro de poucas semanas começa a colheita da maior safra de soja dos EUA, e com tendência de pressão sazonal sobre os preços”.

    Além do mais, a pressão das boas condições de clima para o início dos trabalhos de colheita no Meio-Oeste continuam a limitar o mercado em Chicago.

    “As projeções meteorológicas atualizadas hoje trazem a permanência de um padrão favorável (temperaturas dentro das normalidades e chuvas regulares) para esta reta final de agosto, sobre o Cinturão Agrícola americano. Além do mais, as previsões de precipitações para o curto-prazo se expandiram, com índices pluviométricos expressivos dispersos por uma maior área no Centro dos Estados Unidos”, mostram as informações da equipe de meteorologia da AgResource Mercosul (ARC).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue operando com estabilidade em Chicago nesta 4ª feira de olho na guerra EUA x China

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam a atuar com estabilidade na tarde desta quarta-feira (25) diante das últimas altas e ainda esperando pela melhor definição dos caminhos que os preços tomarão daqui em diante.

    Assim, perto de 12h20 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 0,75 e 1,25 ponto, com o novembro/18 – que é referência para o mercado neste momento – valendo US$ 8,72 por bushel. Ao longo do dia, as cotações vêm testando os dois lados da tabela.

    Ainda tentando entender os últimos acontecimentos, principalmente o anúncio do pacote de medidas de auxílio aos produtores norte-americanos pelo governo Trump, os traders voltam a atuar com cautela e buscando seu melhor posicionamento.

    Além disso, o mercado ainda realiza parte de seus lucros, recuando após altas de mais de 1% no pregão desta terça-feira (24) na CBOT.

    Dessa forma, como explicam analistas internacionais, o bom desenvolvimento da nova safra americana e mais a guerra comercial entre China e EUA seguem pressionando as cotações no mercado futuro, porém, as baixas foram limitadas pelo auxílio do governo.

    “O mercado de grãos está esperando por mais detalhes do programa que vai destinar US$ 12 bilhões aos produtores americanos. Há algumas poucas semanas para que os órgãos do governo desenvolvam esses detalhes e coloque esse dinheiro nas mãos dos agricultores que têm sido impactados pelas tarifações. Até lá, como os agricultores vão manejar sua comercialização?”, dizem os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Fonte: Notícias Agrícolas