Lucas Batistella

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  • Soja testa leves altas em Chicago nesta 6° espera dos novos números do USDA

    Nesta sexta-feira (12), dia de novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago trabalham ainda com estabilidade, mas em campo positivo. Por volta de 6h55 (horário de Brasília), as cotações subiam pouco mais de 0,50 ponto, com o março ainda valendo US$ 9,50 e o maio,    US$ 9,61. O mercado retoma uma pequena parte de suas posições depois de fechar nas mínimas em quatro meses na CBOT no pregão anterior. Além disso, os traders se mantêm na defensiva à espera dos dois novos boletins que  chegam do USDA hoje. No paralelo, foco total no clima da América do Sul e nas previsões de melhores condições para a Argentina nas próximas semanas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com estabilidade nesta 5ª feira em Chicago e ainda espera por novidades

    Quinta-feira de estabilidade para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Na sessão deste dia 11, os futuros da oleaginosa testam leves variações, buscando recuperar parte das baixas do pregão anterior e diante aiunda do ajuste de posições dos traders antes da chegada dos novos relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) amanhã.

    Com isso, por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 0,50 e 2 pontos nas posições mais negociadas, com o março/18 valendo US$ 9,54 e o maio/18, US$ 9,65 por bushel.

    O mercado segue tentando trabalhar com as especulações e projeções dos traders sobre os novos números desta sexta-feira (12). Fora isso, os traders não encontram espaço de uma ameaça climática na América do Sul para virar o jogo nesse momento.

    No Brasil, os problemas são pontuais, mas as expectativas são de uma safra cheia nesta temporada. A consultoria AgRural, por exemplo, estima uma colheita de 114 milhões de toneladas. A nova projeção da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) sai nesta quinta-feira.

    Na Argentina, embora o tempo se mostre mais seco nesse momento, as previsões indicam melhores condições de chuvas nas próximas duas semanas, o que ainda pesa sobre os preços.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Casos de ferrugem asiática aumentam em soja no RS e Emater alerta sobre tratamento

    A atualização dos casos de ferrugem asiática em lavouras de soja, nesta safra, no Rio Grande do Sul, indica aumento de ocorrências. Segundo o Consórcio Antiferrugem, Cruz Alta tem dois focos, Ijuí, Roque Gonzales, Bossoroca, Tuparendi, Santo Augusto, Lagoa Vermelha, Sananduva, Júlio de Castilhos e Victor Graeff, todos com uma ocorrência em cada município.

    Além disso, existem muitos casos de ferrugem asiática em lavouras de soja nas regiões Oeste dos Estados de Santa Catarina e Paraná. Como forma de antecipação, para evitar a instalação da ferrugem asiática, agricultores fazem aplicações preventivas de produtos. No caso de Ijuí, segundo a Emater, a primeira aplicação está praticamente concluída, mas ainda há outras fases.

     

    Fonte Rádio Progresso de Ijuí

  • Soja: Mercado dá continuidade aos ajustes de posição nesta 4ª antes da chegada do USDA

    No pregão desta quarta-feira (10), os preços da soja na Bolsa de Chicago continuam o movimento de baixas, mesmo que com recuos ainda leves. Por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 3,75 e 4,25 pontos, levando o março/18 a US$ 9,59 e o maio a US$ 9,70 por bushel.

    Segue o ajuste dos traders antes da chegada dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que acontece nesta sexta-feira, 12 de janeiro. O mercado se mantém caminhando de lado, com as expectativas trazendo informações que poderiam ser baixistas ou altistas para a commodity.

    Ao lado dessa espera, o mercado também segue acompanhando a questão climática na América do Sul – e a falta, até este momento, de uma ameaça muito severa à temporada 2017/18 – e a da demanda, que permanece muito aquecida, especialmente com a necessidade ‘nova’ de alguns setores, como a produção de óleo, especialmente para a produção de biodiesel.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Em Chicago, traders se ajustam nesta 3ª antes do USDA e de olho no clima da América do Sul

    Nesta terça-feira (9), os futuros da soja seguem recuando na Bolsa de Chicago, porém, apresentando baixas um pouco mais tímidas do que as da sessão anterior. Por volta de 8h20 (horário de Brasília), as cotações cediam pouco mais de 3 pontos, com o março/18 valendo US$ 9,63 e o maio/18, US$ 9,74 por bushel.

    Segue o acompanhamento dos traders sobre o clima na América do Sul e os impactos sobre a nova safra, além da espera pelos novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na próxima sexta-feira (12).

    “Mesmo que o USDA reduza a safra da Argentina (em função das adversidades climáticas), pode haver um aumento dos números da safra brasileira”, explica a consultoria internacional Benson Quinn Commodities em em seu reporte diário, afirmando que esse ainda pode ser um fator de pressão sobre as cotações.

    Na outra ponta, há ainda a pressão que vem dos novos mapas climáticos atualizados mostrando condições um pouco melhores para a Argentina nos próximos dias.

    “O clima segue no foco, mas os traders começam ajustar posições para o relatório do USDA de sexta-feira”, explica o diretor da Labhoro Corretora, Ginaldo Sousa.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja: À espera do USDA e de olho no clima da América do Sul, Chicago segue estável nesta 2ª

    Os preços da soja seguem atuando com estabilidade na Bolsa de Chicago no início de tarde desta segunda-feira (8). O mercado futuro norte-americano já mostra mais cautela à espera de novos boletins governamentais que chegam nesta semana, com os traders buscando um bom posicionamento antes da divulgação dos dados atualizados.

    Assim, perto de 12h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam de 0,50 a 0,75 ponto, com o março/18 sendo cotado a US$ 9,70 e o maio/18, referência para a safra americana, valendo US$ 9,81 por bushel.

    O mercado internacional, além de seguir acompanhando as condições de clima na América do Sul, se ajusta á espera do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que serão reportados nesta sexta-feira, dia 12. Novos dados da Conab também são esperados pelos traders.

    Para analistas internacionais, os números atualizados não deverão trazer espaço para um avanço das cotações da oleaginosa, com perspectivas de um novo aumento entre os estoques globais não só da soja, mas dos grãos de uma forma geral.

    Ao mesmo tempo, acreditam ainda que uma nova correção para baixo poderia ser feita entre as exportações norte-americanas. Embora a demanda internacional siga muito aquecida, os compradores têm se focado mais no produto brasileiro, o que acaba pesando sobre os números e refletindo na CBOT.

    Ainda assim, segue sobre um cenário de incerteza a produção 2017/18 da América do Sul. No Brasil, as preocupações são pontuais até este momento, enquanto na Argentina preocupam mais diante das previsões de um novo período de tempo mais seco nas regiões produtoras do país.

    Dessa forma, se coloca em dúvida ainda o impacto desse quadro sobre a produção de derivados de soja argentinos – já que a nação é a maior produtora e exportadora mundial de farelo e óleo – e o efeito que isso poderia exercer sobre as cotações de ambos.

    “Os dois eventos que temos nesta semana – Conab e Suplly e Demand do USDA – deverão ser capazes de influenciar apenas no dia, pois o que relamente irá definir preços e tendências, sem dúvidas, será o comportamento do clima nos próximos 15 dias”, diz Ginaldo Sousa, diretor da Labhoro Corretora.

    Ainda nesta segunda, o que ajudou a limitar as baixas foi o anúncio de duas novas vendas de soja dos EUA. Uma delas foi de 120 mil toneladas para o Egito e outra de 132 mil toneladas para destinos não revelados.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Brasil bate recorde de registro de agroquímicos

    Aumento de 17,68% na comparação com 2016

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento confirmou que o ano passado registrou mais um recorde de registros de defensivos. De acordo com Mapa, foram liberados 326 produtos agroquímicos durante 2017, o que representou um aumento de 17,68% na comparação com o auge atingido no ano anterior (2016), quando haviam sido registrados 277 produtos.

    De acordo com o Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério, Luís Eduardo Pacifici Rangel, um em cada três defensivos agrícolas aprovados no ano que passou foram biológicos. Segundo ele, é falsa a “imagem” de que o Mapa não visa a sustentabilidade no uso de pesticidas.

    Outro ponto destacado por Rangel é a abertura de consulta pública para regulamentar e liberar a mistura em tanque. A Portaria Mapa 148 apresenta uma minuta de Instrução Normativa Conjunta (Mapa-Anvisa-Ibama) com critérios e procedimentos para recomendação de mistura em tanque de agrotóxicos, bem como sua prescrição em receituário agronômico. A Portaria foi publicada em 28 de Dezembro de 2017 e estará sob Consulta Pública por 60 dias.

    A tabela atualizada de registros aprovados em 2017 perfaz 326 produtos até 13 de Dezembro de 2017:

    — Produto Técnico Equivalente (PTE) = 134
    — Produto Técnico = 04
    — Produto Formulado (PF) = 46
    — Produto Formulado à base de PTE = 112
    — Pré-mistura = 02
    — PF Biológico ou Microbiológico = 13
    — PF Biológico ou Microbiológico para a Agricultura Orgânica = 15
    — Produto Formulado à base de Extrato Vegetal = Zero
    — PF à base de Extrato Vegetal para a Agricultura Orgânica = Zero

     

    Por: AGROLINK

  • O que esperar da soja em 2018?

    “Um fator baixista e pelo menos três fatores altistas”

    “O ano começa com um fator baixista e pelo menos três fatores altistas, o que nos leva a ser otimistas (mas não muito) quanto aos preços da soja para 2018”. A projeção é do analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco.

    O fator baixista, segundo ele, diz respeito aos estoques mundiais, que passaram de 77,92 milhões de toneladas na safra 2015/16, para 96,62 MT na safra 2016/17, um aumento considerável de 24% e para uma projeção de 98,32MT em 2017/18, mais 1,76%. Estes estoques se concentram principalmente no Brasil (18,20MT, 24,86MT e 22,26MT, respectivamente, segundo o USDA) e na Argentina (31,7MT, 36,42MT e 37,17MT, respectivamente).

    “O estoque brasileiro teve uma leve queda nesta temporada, porque a demanda por soja do país por parte da China aumentou inusitadamente, durante um período fora do costumeiro [agosto-dezembro] mais do que o esperado. Os estoques americanos também aumentaram no período, mas são bem menores (5,35MT, 8,20MT e 12,12MT, respectivamente, segundo o USDA). Além disso, as vendas do grão no Brasil estão atrasadas (não precificadas): há 30 dias eram de apenas 26,7%, contra 28% no ano anterior, 46% em 2015 e 33% da média dos últimos 5 anos”, afirma.

    De acordo com Pacheco, os fatores altistas são três:

    1º) A dinâmica climática que tem sido presenciada na América do Sul e a grande possibilidade de uma intensificação da interferência de um La Niña na Argentina e Sul do Brasil, reduzindo a produção esperada, é o primeiro e principal deles. Por enquanto, nenhuma perda de produção por conta de intempéries climáticas já foi contabilizada, mas, o cenário é delicado e sensível à qualquer variação meteorológica. Rodadas extras de chuvas ainda são necessárias para a Argentina, as melhores chances de precipitações são previstas para os próximos 3 dias. Este fator é sobremaneira importante porque afetaria o fornecimento e soja em grão de dois dos três maiores exportadores mundiais (Brasil e Argentina) e de farelo e óleo (Argentina), principalmente para a China, cuja indústria de carnes aumentou a demanda nesta temporada;

    2º) No mercado interno brasileiro, a antecipação do B10 – mistura de 10% de biodiesel no diesel mineral – para março de 2018, o que demandará mais de 3,5 milhões de toneladas de soja para a obtenção de 700 mil t de óleo. Desse processamento resultarão 2,8 milhões de t de farelo proteico;

    3º) O comportamento do dólar no Brasil em 2018 deverá ser extremamente errático e para cima, com as oscilações provenientes das negociações sobre a Reforma da Previdência, no primeiro trimestre e, depois, com os humores da disputa eleitoral, no segundo e terceiro trimestres. Os agricultores deverão estar atentos para aproveitar os picos que o dólar oferecer, pois não serão altas contínuas, mas muitos altos e baixos no decorrer do período. A recuperação da economia brasileira é outro fator de alta do dólar internamente. Do ponto de vista externo, a redução de impostos nos EUA deverá fortalecer o dólar a nível mundial, jogando contra as altas internas no Brasil.

     

    Por: AGROLINK

  • Soja: Mercado sobe em Chicago nesta 6ª feira recuperando as baixas da sessão anterior

    A sexta-feira (5) começa com os preços da soja em alta na Bolsa de Chicago. Por volta de 8h05 (horário de Brasília), os ganhos variavam de 3,25 a 4 pontos nos principais contratos, levando o março/18 a US$ 9,71 e o maio/18, referência para a safra brasileira, a US$ 9,82 por bushel.

    O mercado internacional recupera parte das ligeiras baixas registradas na sessão anterior, porém, ainda caminha com oscilações bastante limitadas.

    Na medida em que as condições de clima na América do Sul, segundo os últimos mapas climáticos, começam a trazer alguma melhora para pontos da Argentina, e que os traders se ajustam antes do relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o mercado se mostra mais cauteloso.

    As vendas norte-americanas para exportação – as quais serão atualizadas hoje pelo USDA em seu reporte semanal – também continuam a ser acompanhadas de perto, dado o seu ritmo um pouco mais lento em relação ao ano passado.

    “Operadores do mercado têm discutido o lento ritmo de exportações norte-americanas que coloca um sentimento de baixa, enquanto que as projeções climáticas para a Argentina e o Sul do Brasil trazem um possível ânimo altista para as cotações. Nenhuma das duas variáveis possuem um poder de conclusão definitivo, dificultando a tomada de uma tendência no mercado”, diz o relatório diário da AgResource Mercsoul.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leves baixas em Chicago nesta 5ª feira à espera de novidades e direção do clima

    Nesta quinta-feira (4), os futuros da soja negcociados na Bolsa de Chicago seguem atuando com estabilidade, porém, nesta sessão em campo negativo. As cotações recuavam, por volta de 8h10 (horário de Brasília), entre 0,75 e 1,25 ponto. Com isso, o março/18 tinha US$ 9,67 por bushel.

    Os traders seguem esperando por novidades mais fortes para promover oscilações mais intensas entre as cotações, principalmente aquelas que poderiam vir de notícias do clima na América do Sul.

    Os mapas climáticos seguem divergindo entre os modelos mais utilizados no mercado internacional e, com isso, a volatilidade poderia se acentuar nos próximos dias, segundo acreditam analistas e consultores de mercado.

    Além disso, na análise da Informa Economics, os prçeos poderiam ser favorecidos ainda por um aperto na relação entre a oferta e demanda no cenário global, com uma oferta que ainda é incerta na América do Sul, diante de um consumo crescente não só no Brasil, mas mundo a fora.

    Os preços mais baixos da oleaginosa podem atrair ainda mais os compradores, principalmente em setores em que a demanda é crescente, como a pecuária e a produção de biodiesel, no Brasil, por exemplo.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas