Luziana de Avila Machado

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  • ÚLTIMOS DIAS DO VERÃO COM CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DA ESTAÇÃO: AQUECIMENTO DIURNO E PANCADAS DE CHUVAS PELO BRASIL

    O verão acaba oficialmente no próximo sábado, dia 20, e até lá, todas as regiões do país terão dias típicos da estação, com aquecimento diurno e pancadas de chuva acontecendo principalmente entre os períodos da tarde e noite. A partir da próxima semana, de forma gradual, todas as regiões passarão pela fase de transição entre verão e outono.

    Segundo Andrea Ramos, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), áras de instabilidade seguem ativas no Centro-Oeste e também no Matopiba. A atuação da Zona de Convergência Intertropical favorece a formação de nuvens carregadas na parte norte do país, sobretudo no Maranhão, que deve receber as precipitações mais expressivas nas próximas 24 horas.

    Em relação aos volumes esperados, o modelo Cosmo, também do Inmet, prevê chuvas entre 20mm e 30mm em todo estado do Maranhão. Ainda no Matopiba, Piauí e Tocantins também têm previsão de chuvas, porém com volume mais baixo. O Oeste da Bahia deve permanecer com tempo seco.

    Já no Centro-Oeste, as chuvas mais expressivas seguem previstas para o Mato Grosso. A tendência é de chuvas de até 30mm nas regiões central e norte do estado. O modelo mantém ainda a umidade para Goiás e Mato Grosso do Sul, que devem acontecer em formas de pancadas no final do dia.

    Na região Sudeste do Brasil, a tendência também é de chuvas típicas de verão. O modelo Cosmo mantém chuvas com volumes baixos para São Paulo, extremo sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro. “Algumas nuvens vão passar ao longo da semana sobre o estado de São Paulo, mas o sol vai predominar. As temperaturas seguem elevadas, com máximas em torno dos 30°C na maioria das regiões, inclusive na capital”, complementa a previsão da Climatempo.

    A semana começa com tempo seco e altas temperaturas na região Sul do Brasil. Segundo as previsões da Climatempo, os padrões devem mudar entre terça e quarta-feira (16) com avanço de um sistema de baixa pressão para a região.

    “Com isso, no Rio Grande do Sul, a expectativa é de tempo instável, com chuva durante a quarta-feira. O céu fica cheio de nuvens e há condições para temporais. As áreas do sul e leste do estado devem registrar rajadas de vento”, afirma a consultoria.

    Fonte: Notícias Agrícolas

    https://www.noticiasagricolas.com.br/

     

  • Atualizada plataforma de monitoramento de soja por satélite

    A plataforma de monitoramento de soja por satélite, chamada de SojaMaps, passou por atualização. A tecnologia desenvolvida pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) permite uma visão das áreas de soja do Brasil utilizando técnicas avançadas de sensoriamento remoto em nuvem.

    Na atualização foram acatadas sugestões de usuários de diversas partes do país e do mundo. O software permite agora a interação com os dados das áreas cultivadas com a cultura da soja e verificar se a saúde da planta e variáveis climáticas foram adequadas para a produção.

    Usuário pode interagir com os resultados mensais na plataforma e também a partir de dados como dados de seca, evapotranspiração e modelos de vegetação. A nova versão da plataforma conta também a partir de agora com dados atualizados ao longo do tempo do índice de vegetação EVI (Enhanced Vegetation Index) para qualquer lugar do estado de Mato Grosso. Essa série-temporal é capaz de mostrar para o usuário mudanças significativas no uso do solo, principalmente a conversão para agricultura.

    Uma novidade bastante aguardada é que, a partir de abril será disponibilizada a nova plataforma SpaceAgro. Este novo recurso trará aos usuários a capacidade de interagir com dados de uso do solo e clima para os dados vetoriais de seu interesse.

    Os dados da safra de soja 2020/2021 serão inserida no próximo mês, visto que a colheita no Mato Grosso ainda se encontra em andamento em boa parte do estado devido as altas ocorrências das chuvas.

    O SojaMaps foi criado no ano de 2015 como um projeto de extensão e de pesquisa do laboratório de Geotecnologia Aplicada em Agricultura e Floresta (GAAF), da Unemat, campus de Sinop (MT).

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • Primeira Noite do Leite CCGL tem foco na rentabilidade e produtividade no campo

    Com o objetivo de manter os produtores associados atualizados sobre as tecnologias atuais da produção de leite, a CCGL, através do setor de Difusão e Tecnologia, realizou on-line, neste 04 de março, a Primeira Noite do Leite. Centenas de produtores, técnicos de cooperativas, estudantes e profissionais ligados à cadeia do leite acompanharam, da comodidade de sua casa, o evento transmitido no canal do YouTube da Rede Técnica Cooperativa (RTC).

    Conforme a Coordenadora de Difusão e Tecnologia Letícia Signor, os temas abordados na live se encaixam no momento atual da produção leiteira. – O tema cultura na fazenda apresentou uma nova tecnologia, testada e chancelada pela CCGL, que possibilitará mais qualidade no leite e rentabilidade, com o incremento de até 11 % na margem líquida. A apresentação estruturando pastagem de inverno trouxe alternativas de arranjo de forrageiras para compor as pastagens que serão implantadas nessa época do ano. A última palestra abordou as mudanças do cenário do leite e enfatizou que os produtores precisam estar atentos ao que ocorre da porteira para dentro, cuidando desperdícios e focando a eficiência produtiva – enfatizou Letícia.

    Segundo a Coordenadora de Difusão e Tecnologia, o evento superou as expectativas e será um aliado nas decisões para melhorar a rentabilidade e produtividade no campo. – A interação final dos participantes com perguntas e colocações, além do retorno positivo do público, reforçaram a importância de levar informação técnica ao produtor, seja de forma presencial ou on-line – completou, ela.

    A Noite do Leite foi realizada pela CCGL, contando com o apoio da RTC e está disponível gratuitamente pelo link https://youtu.be/u9vA8BBjm80

    Texto: Assessoria de Comunicação CCGL

  • Parceria comercializa soja em plataforma de commodities

    Uma parceria entre a Orbia, plataforma que conecta produtores a distribuidores, e a multinacional de alimentos, Bunge, resultou na primeira comercialização totalmente digital de soja.

    A operação foi realizada por meio de uma plataforma de commodities. Em três meses foram movimentadas mais de 75 mil toneladas de soja. A parceria permite ao produtor rural negociar sua produção de duas formas: venda de grãos disponíveis e barter digital, em que os grãos são utilizados como pagamento na compra de insumos agrícolas.

    Roberto Marcon, diretor de Originação da Bunge, ressalta que a parceria é mais um passo na jornada de transformação digital da multinacional. “Estamos desenvolvendo e implantando soluções digitais em nossas principais áreas de negócio. Por meio da parceria com a Orbia, a Bunge se tornou a primeira trading do Brasil a realizar o processo de originação (compra) de grãos online, permitindo ao produtor rural realizar cotações, vender sua safra e assinar o contrato sem precisar sair de casa, com segurança e transparência em todos os processos”, afirma.

    As relações de troca que viabilizam a compra de insumos agrícolas com pagamento futuro em grãos já fazem parte do dia a dia dos produtores rurais. Inclusive um dos objetivos da parceria é justamente estimular as operações de barter digital.

    “As plataformas digitais no Agro estão gradativamente ganhando espaço e o interesse de nossos clientes. Essa tendência que aos poucos vai dominando o mercado”, destaca Paula de Mello, da Agrícola Alvorada, revenda que movimentou cerca de 45 mil toneladas em barter digital na Orbia.

    Texto: AgroLink

    https://www.agrolink.com.br/

  • Produção de trigo no Brasil deve ser recorde em 2021

    A safra brasileira de trigo deve ser recorde em 2021. De acordo com a projeção da consultoria Safras & Mercado, divulgada nesta segunda, 8, a colheita deve alcançar 7,625 milhões de toneladas no país.

    O analista da Safras Élcio Bento, ressalta que esse é o potencial produtivo, que leva em conta a não ocorrência de problemas climáticos. Em 2020, o Brasil produziu 6,245 milhões de toneladas. A variação anual projetada é de 22%.

    Além de um clima favorável, esse número depende da consolidação da intenção de plantio neste ano, atualmente estimada em 2,576 milhões de hectares – alta de 12% em relação aos 2,297 milhões do ano passado.

    “De um modo geral, os produtores de trigo vêm negociando a safra atual com uma margem de lucro muito acima da média histórica. O trigo é plantado na sequência da soja, o que faz com que os custos fixos da lavoura sejam divididos com a oleaginosa. Essa atratividade do cereal tende a motivar um aumento da área plantada com a cultura de inverno, especialmente nas regiões em que não compete com o milho safrinha. Este vem sendo um forte concorrente, mostrando margem bastante acima das verificadas para o grão de inverno”, explica.

    A produção do Paraná deve crescer 15% neste ano, passando de 3,4 para 3,9 milhões de toneladas. A área no estado deve ser 11% maior na comparação com o ano passado, passando de 1,13 para 1,25 milhão de hectares. A produtividade das lavouras paranaenses deve crescer 4% em 2021.

    Para o Rio Grande do Sul, a área é estimada em 1,035 milhão de hectares, contra 900 mil hectares em 2020. A produção gaúcha deve crescer 37% ano a ano, saltando de 2,15 para 2,95 milhões de toneladas. A variação do rendimento médio neste ano deve ser positiva em 19%, levando em conta a expectativa de uma safra sem perdas, em comparação com a quebra provocada pela geada no ano passado.

    “Na safra passada, o Rio Grande do Sul teve grandes perdas devido às geadas. No Paraná esse evento climático foi menos intenso, mas houve perdas devido à ocorrência de chuvas no momento da colheita. Alargando-se a análise, nas últimas sessenta safras, em trinta e uma delas houve alguma complicação climática e quebra de produtividade”, lembra o analista.

    A safra de São Paulo deve crescer 15%, passando de 260 para 290 mil toneladas. Santa Catarina deve colher 175 mil toneladas, 17% a mais do que em 2020. Minas Gerais deve ter uma safra 5% maior em relação ao ano passado, passando de 143 para 150 mil toneladas. O Mato Grosso do Sul deve colher 90 mil toneladas de trigo, alta de 10%, e Goiás deve colher 70 mil toneladas, alta de 17%.

    Texto: Canal Rural

    https://www.canalrural.com.br/

  • Pesquisa apresenta soja tolerante ao percevejo

    Os percevejos são insetos sugadores com enorme potencial de ocasionar prejuízos em várias culturas como soja, milho, trigo, entre outras. Embora estejam presentes desde o período vegetativo das culturas, é no período reprodutivo que ocorrem os maiores prejuízos e podem impactar também a armazenagem dos grãos. Um percevejo, por metro quadrado, acarreta uma redução de 49 a 120 kg de grãos. Essa variação depende da espécie de percevejo, do clima, fase da cultura, da cultivar e de sua produtividade.

    Uma tecnologia da Embrapa apresenta a soja tolerante ao inseto. Chamada de Block, a ferramenta confere maior tolerância aos percevejos, o que minimiza a ação destrutiva da praga. Ela não dispensa o uso de inseticidas, mas permite uma melhor convivência com os insetos no campo. A adoção de cultivares tolerantes agrega força ao Manejo Integrado de Pragas (MIP-Soja).

    O pesquisador da Embrapa Soja, Marcos Rafael Petek, explica que a tecnologia suporta o dobro dos ataques da praga sem reduzir a produtividade. “A resistência genética da própria soja foi selecionada por melhoramento e traz maior tranquilidade ao produtor, principalmente em épocas de descontrole do percevejo, como em períodos de muita chuva onde não é possível pulverizar. E o produtor não paga a mais pela tecnologia. Ela já está embutida nas cultivares”, destaca.

     A tecnologia está associada às diferentes plataformas de cultivares de soja da Embrapa: convencional, RR e IPRO, com quatro cultivares disponíveis no sistema, sendo duas lançadas no ano passado e duas neste ano. “No caso da BRS 1003IPRO também há tolerância às lagartas e ao glifosato e tem ampla adaptação pelas regiões. A BRS 543RR é importante para o refúgio e recomendação também para várias regiões. Ambas têm ciclo precoce e ajudam contra os percevejos”, explica o pesquisador.

    As novas cultivares da tecnologia Block que chegam ao mercado são as convencionais BRS 523 e BRS 539.  A primeira é uma cultivar precoce e validada também no sistema orgânico. Já a segunda também é precoce e além da tolerância ao percevejo também tem resistência a Ferrugem Asiática.

     

    Fonte: AgroLink

    https://www.agrolink.com.br/

  • MILHO: safra de verão não deve trazer conforto ao mercado

    O relatório mensal da consultoria Agro Itaú salienta que os preços do milho em Chicago seguirão sustentados no curto prazo diante da perspectiva de balanço apertado nos Estados Unidos e da consolidação de mais um ano de déficit no mercado mundial da commodity. Nesse contexto, ganha ainda mais relevância o tamanho final das safras brasileira e argentina.

    Em relação à safra na Argentina, embora suas condições tenham melhorado levemente ao longo de fevereiro, dados da Bolsa de Cereales de Buenos Aires indicam que no dia 25/2 o percentual da lavoura qualificada como boa ou excelente somava 30%, bem inferior aos 59% observado no mesmo período do ano passado. As condições são piores para as áreas plantadas mais cedo (“tempran os”). No Brasil, o ponto de atenção fica para o atraso no plantio do milho safrinha. Estimativas da StoneX indicam que até o dia 26/2 a área plantada com o grão na 2ª safra alcançou 38%, bem inferior à velocidade de 2020, quando o plantio já chegava a 68% da área pretendida. Isso sugere que parte relevante do milho será plantado fora da janela ideal, o que deverá trazer mais riscos ao desenvolvimento da cultura.

    Do lado da demanda, atenção também deverá ser dada à evolução das compras chinesas, que têm sido puxadas pela recuperação do rebanho suíno local. Se elas se acelerarem ainda mais, as cotações na CBOT poderão ganhar fôlego adicional. Os preços da commodity em Dalian no final de fevereiro foram 58% superiores ao mesmo período em 2020.

    No Brasil, o cenário também é de preços firmes nos próximos meses já que a chegada da safra de verão não deverá ser suficiente para trazer grande conforto ao mercado. Além disso, os preços altos em Chicago atrelados ao câmbio desvalorizado devem deixar a paridade com as cotações internacionais em patamares elevados.

    Fonte: Agrolink

    https://www.agrolink.com.br/