Rosaura Bastos Bellinaso

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  • FecoAgro/RS apresenta a plataforma digital das cooperativas

    A Smartcoop beneficiará mais de 170mil produtores. Nesse mês, a FecoAgro/RS está apresentando aos diretores, gestores, comunicadores e responsáveis técnicos das cooperativas filiadas, a Smartcoop. A
    plataforma digital é uma ferramenta inovadora que beneficiará mais de 170 mil
    produtores cooperados.

    Com a SmartCoop, os produtores passam a gerenciar seus
    talhões agrícolas, suas operações, manejos de forma digital. Além disso, a plataforma
    possibilitará a comercialização e as compras centralizadas.
    Conforme o Presidente da FecoAgro/RS, o futuro já começou e é preciso incluir
    as cooperativas e seus produtores na inovação digital, para que se desenvolvam e
    mantenham-se competitivos no mercado. – A Smartcoop é uma plataforma diferente das
    outras, pois os produtores são os donos desse projeto realizado através da
    intercooperação de 31 cooperativas – salienta Pires.

    Segundo o Diretor Superintende da CCGL, Guillermo Dawson, o projeto iniciou
    em agosto de 2019, com o objetivo de inserir o sistema cooperativo no ecossistema de
    inovação digital. – Não é uma questão do cooperado estar na cooperativa, mas sim a
    cooperativa estar 100% do tempo com o cooperado – ressalva Dawson.
    A plataforma em construção estará disponível a partir do início de 2021, para as
    operações de suas cooperativas e associados, que juntos abrangem mais de 3,5 milhões
    de hectares cultivados.

  • Levantamento da RTC aponta perdas na cultura do trigo causadas pela geada

    A área cultivada com trigo cresceu de forma significativa no Rio Grande do Sul (RS) na safra 2020. Segundo informações da CONAB, serão 920 mil hectares com a cultura no Estado.
    Contudo, a produtividade deverá ser prejudicada em virtude das geadas ocorridas entre os dias 20 e 22 de agosto, é o que aponta um levantamento realizado pela Rede Técnica Cooperativa (RTC). Conforme os dados apurados pelas cooperativas, a penalização na produtividade em decorrência da geada é de 38,8 %. A média de produtividade estimada pelas cooperativas antes da ocorrência das geadas era de 58 sacos/hectare.
    Se os números se confirmarem, a produção de trigo do RS, que deveria alcançar 3,2 milhões de toneladas, deve ficar agora na casa de 2 milhões de toneladas. Os números foram coletados junto a 21 cooperativas agropecuárias gaúchas, vinculadas ao projeto da RTC. Juntas, estas cooperativas representam, aproximadamente, 70 % da área cultivada com trigo no Estado.
  • RS: Corteva Agriscience promove evento regional Caminho da Soja em Ação do fungicida Vessarya®

    A Corteva Agriscience apresenta virtualmente o evento regional Caminho da Soja em Ação, do fungicida Vessarya®, em 01 de setembro às 19h (horário de Brasília), para o estado de Rio Grande do Sul. Além de levar inovação, conteúdo relevante e dados regionais para a cadeia agrícola, a companhia ainda promove um momento imperdível com o show da dupla César Menotti & Fabiano.

    O evento que contará com convidados especialistas para falar sobre proteção, produtividade nas lavouras de soja e sobre a aplicação e utilização do fungicida Vessarya®, é aberto para participação de todos os interessados no tema, de agricultores, consultores, cooperativas a canais de distribuição. A cada região que o Caminho da Soja em Ação Vessarya® percorrer serão apresentados resultados de estudos de campo na cultura da soja.

    Com formulação inovadora, que combina a tecnologia OnmiraTM Active (picoxystrobin) com SolatenolTM (benzovindiflupyr), o Vessarya® é considerado o fungicida mais eficiente para o controle das doenças da soja, como ferrugem asiática, oídio e DFCs (doenças de final de ciclo) tais como a mancha-alvo e mancha-de-cercospora. O produto é o único no mercado que dispensa o uso de óleo nas aplicações. Além disso, possui alta sistemicidade e efeito translaminar, garantindo melhor absorção e menor risco de lavagem pelas chuvas.

    A Corteva conta com um completo portfólio de fungicidas e o Vessarya® está no mercado para reforçar o compromisso da empresa em contribuir na evolução e prosperidade da agricultura, por isso o produto é tecnológico, moderno e considerado o fungicida mais eficiente para o controle das doenças de final de ciclo da soja.

    Para participar do evento e tirar suas dúvidas sobre os temas, basta acessar o link abaixo e se cadastrar:

    http://eventovessarya.com.br/bemvindo/rs

    Boas Práticas Agrícolas

    Todas as tecnologias da Corteva contam com orientações sobre sua correta utilização, além de passarem por rigorosos testes antes de serem aprovados pelos órgãos regulatórios. A companhia também possui um programa robusto de Boas Práticas Agrícolas que percorre diversas regiões do Brasil e do Paraguai promovendo treinamentos técnicos para produtores, agrônomos e consultores sobre manejo de plantas daninhas, manejo integrado de pragas, manejo de doenças, tecnologia da aplicação e segurança do trabalhador.

  • Camal e Cotrijuc: intercooperação na prática

    Um café com a imprensa marcou o início da parceria de cooperação entre a Cooperativa Agrícola Mista Aceguá Ltda (Camal) e Cotrijuc – Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos. O evento realizado na manhã desta sexta-feira, 28 de agosto, contou com a presença das direções das cooperativas, e das empresas de comunicação, um público reduzido devido as restrições impostas pela pandemia.

    Juntas irão comercializar insumos agrícolas através de um modelo de parceria com profissional a campo levando informação técnica, suporte a novas tecnologias com apoio da Rede Técnica Cooperativa (RTC) para atender os associados. Também atuarão unidas na comercialização de grãos. Este ato é fruto de tratativas que estão acontecendo há alguns meses e que primam pelo bom relacionamento e fortalecimento do cooperativismo nas regiões onde ambas as cooperativas atuam. As atividades já estão em operação neste modelo desde o início desta semana.

    Para o presidente da Camal, Sieghard Ott, por meio da parceria buscou-se a melhoria dos negócios e o fortalecimento da marca da cooperação nos municípios onde as cooperativas estão presentes.

    O presidente da Cotrijuc, Caio Vianna considera o momento de fortalecimento do cooperativismo. “Estamos alegres em estreitar o relacionamento com a Camal. Esta parceria reforça a importância da intercooperação. Mostramos o quanto o cooperativismo está unido e focado em gerar desenvolvimento econômico e social” enfatizou o dirigente.

    Os cooperados, tanto da Camal como da Cotrijuc, obtêm ganhos, pois ao somar esforços as duas organizações potencializam seu relacionamento e oferta de soluções voltadas a atender o quadro social.

    Fonte: ASCOM Cotrijuc e Camal

  • PREVISÃO DO TEMPO – VEM AÍ UM CALORZINHO

    Lembram deste mapa na última semana todo azul e roxo com temperatura até 15°C abaixo do normal. A projeção para a semana que começa no Sul do Brasil é bem diferente. Ar mais quente vai tomar conta da região com forte elevação da temperatura.

    Durante a noite, com o ar seco e o tempo aberto, ainda faz frio. Bem menos intenso que nos últimos dias. As tardes devem ser muito agradáveis e até com calor em algumas cidades.

    O aquecimento deve ser maior no Oeste e no Noroeste do Rio Grande do Sul, onde as máximas devem ficar ao redor ou acima de 30°C em diversas cidades. Na região metropolitana de Porto Alegre, no geral, as máximas na semana vão ficar entre 25°C e 27°C na maioria dos dias. 

    Fonte MetSul

  • CCGL inova e realiza XI Dia de Campo de forma on-line

    Centenas de pessoas assistiram, de casa, ao conteúdo técnico produzido pela CCGL

    Com o objetivo de manter os produtores associados atualizados sobre as tecnologias atuais da produção de leite, mesmo em época de pandemia, a CGGL, através do setor de Difusão e Tecnologia, realizou no dia 20 de agosto, o XI Dia de Campo, pela primeira vez de forma on-line.

    Centenas de pessoas, entre produtores, técnicos e convidados, participaram simultaneamente da transmissão ao vivo no canal do YouTube e fanpage do Facebook da Rede Técnica Cooperativa – RTC. O público acompanhou, da comodidade de casa, as apresentações sobre Compost Barn, ordena robótica e redução de CCS, além de participar interativamente com perguntas durante a live.

    A Coordenadora de Difusão e Tecnologia, Letícia Signor, agradeceu o empenho de todos que tornaram o evento possível e entende que ele superou as expectativas, pois foram mais de 900 pessoas conectadas de casa para prestigiar e acompanhar ativamente, com perguntas e comentários, as quase duas horas de transmissão.

    – Nas edições presenciais, muitas vezes em função do longo deslocamento até o tambo experimental, o número de participantes era limitado, o Dia de Campo on-line proporcionou que toda a família de produtores assistisse às apresentações, – completa, Letícia.

    As apresentações continuam disponíveis nas plataformas de transmissão para quem não acompanhou a live ou deseja rever o conteúdo. O XI Dia de Campo foi realizado pela CCGL e contou com o apoio da Rede Técnica Cooperativa – RTC.

  • Previsão do tempo para esta sexta-feira

    Sol com céu claro na maior parte do Rio Grande do Sul sob influência de ar seco e frio associado a centro de alta pressão de 1.035 hPa no Norte argentino. Nuvens esparsas ainda em parte do dia nos Aparados, mas a chance de nevar cessa e o sol brilha. 

    A madrugada e o começo da manhã terão temperatura extremamente baixa com frio ao redor de 0ºC ou marcas negativas em quase todos os municípios gaúchos, o que causará geada forte e congelamento em muitas cidades. Marcas de -5°C a -7°C nos locais mais frios.

    O frio será muito intenso principalmente na Campanha, na fronteira com o Uruguai, nos Aparados, no Planalto e no Noroeste ao amanhecer. A tarde será um pouco fria com máxima de 14°C em Porto Alegre. 

    Volta a esfriar muito acentuadamente a partir do fim da tarde e na noite de hoje já se espera que a geada comece a se formar muito cedo, ainda entre 19h e 20h em alguns municípios. Haverá marcas negativas de novo em algumas cidades já no começo da noite.

    Via MetSul Meteorologia – https://metsul.com/veja-a-previsao-do-tempo-para-esta-sexta-feira-9/

  • Citros apresentam diferentes estágios devido variações climáticas

    Em função das variações climáticas (primeiro estiagem, depois excesso de chuvas com enchente, geada, granizo, variação brusca na temperatura neste período), os citros floresceram diversas vezes, apresentando desde flores, frutos pequenos em desenvolvimento até frutos por colher. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar e divulgado nesta quinta-feira (20/08), tal variação de estágios dificulta os tratos culturais e os tratamentos adequados. Embora isso possa propiciar oportunidade de colheita de frutos temporões com preços muito bons, isso só será confirmado mais adiante. Essa variação de tempo também causou amadurecimento desuniforme dos frutos, dificultando também a colheita.

    Já está praticamente encerrada no Vale do Caí a colheita das frutas cítricas de ciclo precoce a médio, como as cultivares de bergamotas do grupo das Satsumas, variedades Caí e Poncã, e as cultivares de laranja Shamouti, Seleta, Céu Precoce e Umbigo Bahia. Ao mesmo tempo, é incrementada cada vez mais a colheita das cultivares tardias, como bergamotas Pareci, Montenegrina, Tangor Murcott e laranjas Valência, Céu Tardia e Umbigo Monte Parnaso. Além disso, está em continuidade a colheita da lima ácida Tahiti (limãozinho verde), que ocorre praticamente o ano todo. A colheita da bergamota Poncã já atinge 98% dos pomares, com a maior área na região.

    Culturas de inverno

    A pós a onda de calor dos primeiros dez dias de agosto, a entrada de uma frente fria ocasionou tempo encoberto e chuvas com volumes variados no Estado na última semana. A massa de ar frio promoveu queda de temperatura, com formação de geada em algumas localidades. E o desenvolvimento do trigo segue com 3% em enchimento de grãos, 19% em floração e 78% ainda em germinação e desenvolvimento vegetativo.

    Na região de Santa Rosa, teve início a colheita das lavouras de canola implantadas no cedo. Há preocupação por parte dos produtores com o frio intenso desta semana, pois os cultivos, na sua grande maioria, estão em fases extremamente suscetíveis à exposição de geadas. Em geral, as áreas apresentam boa população de plantas e bom desenvolvimento, sem incidência de pragas e doenças. Nas regiões de Ijuí e Frederico Westphalen os cultivos se mantêm com bom desenvolvimento. Na de Ijuí, as áreas em estágio reprodutivo se encontram com mais de 50% de flores abertas e bom potencial produtivo.

    Nas regiões de Santa Maria, Ijuí e Frederico Westphalen, os cultivos de aveia branca se mantêm com bom desenvolvimento e perspectiva de rendimento idem. Na de Santa Maria, 70% das lavouras se apresentam em estádio de desenvolvimento vegetativo, 22% em floração e 8% em fase de enchimento de grão. Nas regionais de Ijuí, Erechim e Frederico Westphalen, as lavouras de cevada seguem com bom desenvolvimento.

    Culturas de verão

    O período se caracterizou pela aquisição de insumos, preparo de solo, busca por crédito rural e início de plantios para a nova safra das culturas de verão. A regularidade das chuvas desde o final de maio tem sido importante para a recuperação dos mananciais e para o bom desenvolvimento da adubação verde, principalmente com aveia e azevém, que preparam as condições para a implantação da nova safra de verão 2020/2021.

    Na região de Santa Rosa, os produtores de soja continuam encaminhando projetos de custeio pelo novo Plano Safra 2020/2021 e amostras de solo para análise laboratorial. Muitos já estão com as verbas do financiamento liberadas, adquirindo sementes e fertilizantes. A constante elevação dos preços dos insumos tende a elevar o custo de produção, o que preocupa os produtores. Um dos itens que compõem o custo, a aquisição de sementes tem preocupado os produtores. O motivo da preocupação reside no fato de que, em função da estiagem da safra passada, as sementes próprias estão com germinação e vigor abaixo do padrão; por isso, os produtores precisam de quantidade de sementes maior do que aquela habitualmente adquirida em safras passadas. Diante da tendência de preços mais elevados, nota-se um movimento de abertura de novas áreas de cultivo que demandam correção de acidez e fertilidade, manejo que muitos produtores executam com recursos próprios.

    Nas regiões de Frederico Westphalen, Santa Maria, Bagé e Porto Alegre, a safra de milho 2020-2021 avança. Na de Frederico Westphalen, em áreas na costa do rio Uruguai, já há lavouras em germinação e desenvolvimento vegetativo. Nas demais áreas que receberão plantios, os produtores realizam dessecação e tombamento das plantas de cobertura. A área projetada para a atual safra deve superar a da anterior, devido aos bons preços e à boa relação de compra de insumos realizada em fevereiro e março, quando o preço dos mesmos correspondia a uma menor quantidade de sacos de milho. Nas regiões de Bagé e Porto Alegre, a sequência de dias ensolarados permitiu atividades de preparo de áreas para a próxima safra de arroz. Na de Bagé, as várzeas destinadas ao cultivo estão sendo trabalhadas, atividade favorecida por não haver excesso de umidade.

    Pastagens

    Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, as forrageiras anuais de inverno seguem com bom desenvolvimento, brotação e crescimento rápido, folhas desenvolvidas e qualidade nutricional elevada. Produtores dão continuidade ao pastejo dos animais em sistema rotacionado, conferindo boa recuperação das pastagens no período de descanso do pasto. As forrageiras perenes de verão estão em início de brotação.

  • Bem-estar equino é o grande aliado para seu bom desempenho

    De acordo com últimos dados da FAOstat (2014) – Organização Mundial para Alimentação e Agricultura, há em torno de 60 milhões (59,3 milhões) de cavalos no mundo, ou seja, há cerca de 1 cavalo para cada 165 pessoas. Os Estados Unidos são líderes de mercado, apresentando uma população de aproximadamente 10,26 milhões de equinos; em segundo México com 6,35 milhões, em seguida China com 6,02 milhões e Brasil com 5,45 milhões e Argentina em quinto lugar, com 3,60 milhões. O continente americano corresponde por 32,8% da população equina mundial; asiático por 24,2% e América do Sul, 22,5%.

    As principais raças comercializadas, seja para criação ou para lazer no Brasil são: quarto de milha (raça mais popular do mundo); mangalarga marchador (mais antiga raça formada na América Latina); puro sangue inglês; árabe, crioulo, entre outras. Embora muitos eventos tenham sido cancelados, devido ao advento do Covid-19, a busca por alternativas, para que a roda econômica continue girando, tem feito muitas empresas avançarem com estudos e tecnologias para melhorar o equilíbrio entre produção e bem-estar animal. Se o bem-estar não estiver alinhado, poucas serão as chances de desenvolver um cavalo com bom desempenho.

    Em um estudo publicado em 2017 pelo neozelandês David J. Mellor demonstrou que a avalição do bem-estar em cavalos deve ser dada pelos chamados “5 Domínios”, são esses: nutrição, ambiente, saúde, comportamento e estado mental. Esses “5 domínios” traduzem de como devem ser as práticas de bem-estar na equideocultura atual, pois indicam caminhos práticos e positivos a serem seguidos.

    Em 2018, uma adaptação do trabalho de Mellor, liderada  pelo Prof. Dr. Hélio Manso da UFRPE (Universidade Federal Rural do Pernambuco) em parceria com outros professores e chancelado pela ABRAVEQ (Associação Brasileira de Veterinários de Equídeos), classificou em “Domínios funcionais e físicos” da seguinte forma: domínio 1: nutrição e hidratação; domínio 2: ambiência; domínio 3: saúde e bem-estar;  domínio 4: comportamento e, por fim, “Domínios de experiências afetivas” traduzido em domínio 5 como estado mental. Essa adequação traz uma abordagem técnica e do ponto de vista da ciência a temática de bem-estar dos equinos, permitindo aos amantes do cavalo traçar metas a serem alcançadas.

    Como por exemplo, o primeiro domínio que aborda a nutrição e hidratação, mostrando a importância do fornecimento de uma dieta em quantidade e qualidade suficientes para manter sua boa saúde e atender às suas necessidades fisiológicas.  Com isso, qualquer mudança na dieta do equino deve ser realizada por pessoas experientes ou sob supervisão veterinária ou de zootecnista, inclusive adição de suplementos. Cada fase exige um tipo de alimentação. Caso seja manipulada de forma errônea, pode prejudicar seu desempenho e sua saúde.
    Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

  • Registro de biológicos é recorde

    Os produtos de base biológica e microbiológica, aqueles que incentivam a agricultura sustentável, pois não causam efeito tóxico ao ser humano ou ao meio ambiente, bateram recorde de registros.

    Nesta quinta-feira o Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária publicou mais 10 registros dessa modalidade. Com isso, somente neste ano, já são 56 produtos de baixo impacto registrados. Esse é o maior número de registros de produtos desse perfil em um mesmo ano.

    Até então 2018 havia sido o ano que mais teve registros de baixo impacto, com 52 produtos autorizados. Os produtos que utilizam agentes de controle biológicos na sua formulação são alternativas de controle para os agricultores no combate às pragas, ao mesmo tempo que contribuem para o aumento da sustentabilidade da agricultura nacional.  Segundo a CropLife Brasil em 2019, o mercado de biodefensivos nacional movimentou R$ 675 milhões, crescimento da ordem de 15% em relação a 2018, e acima da média estimada de crescimento internacional.

    O incentivo foi previsto pelo Programa Nacional de Bioinsumos, lançado pelo Ministério da Agricultura em maio. Os biológicos não deixam resíduos nas culturas e são formulados a partir de agentes biológicos de controle de pragas como vírus, fungos e bactérias que atacam somente as pragas da lavoura. A meta é lançar ainda mais formulações deste segmento até o final do ano.

    VEJA: Bioinsumos: “Agricultura biológica é a terceira onda”

    Para orgânicos e convencionais

    A demanda dos bioinsumos veio do setor produtivo de orgânicos mas o produtos também podem ser usados em cultivos tradicionais. O uso de recursos sustentáveis na produção, além de reivindicação cada vez mais crescente entre consumidores, também traz vantagens como aumento da produtividade, aliado à redução de custos e ao desenvolvimento de sistemas de plantio baseados em recursos mais sustentáveis.

    As tecnologias mais usadas na agricultura brasileira se concentram em nutrição de solo ou controle de pragas. Na agricultura orgânica muitos bioinsumos podem ser fabricados diretamente na propriedade, com resíduos. A prática é considerada fundamental para alavancar a cadeia de orgânicos.

    Já na agricultura convencional os produtos biológicos podem ser combinados com químicos ou usados sozinhos em determinada situação, oportunizando uma agricultura e pecuária mais sustentáveis.

    São 275 produtos registrados no Mapa, entre bioacaricidas, bioinsecitidas, biofungicidas e bioformicidas, e 321 inoculantes, um insumo biológico que contém micro-organismos com ação benéfica para o crescimento das plantas.

    Por: AGROLINK –Eliza Maliszewski