Rosaura Bastos Bellinaso

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  • Conab divulga resultado da pesquisa sobre perdas no transporte e armazenagem

    O Brasil perde no transporte de grãos das rodovias até os portos de embarque para exportação, especialmente de arroz, trigo e milho, percentuais de 0,13%, 0,17% e 0,10%, respectivamente, segundo pesquisa realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

    Os índices, que incluem também a perda em armazenagem, serão divulgados nesta terça-feira (5), durante o I Seminário sobre Eficiência e Redução de Perdas no Armazenamento e Transporte de Grãos no Brasil, em Curitiba/PR.

    As perdas desses grãos, segundo o estudo, são causadas basicamente por três fatores que se correlacionam, sendo eles “as más condições das rodovias, a precariedade da frota de caminhões e a imprudência de motoristas”, conclui.

    O estudo apurou também que o arroz, cuja maior produção nacional tem origem nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins, tem uma variação de 1,5 a 4% de perdas na armazenagem em silos. Os pesquisadores destacaram, no entanto, a boa conservação sanitária dos grãos tanto nos segmentos de armazenagem quanto na industrialização e comercialização.

    Já para o trigo, a apuração chegou a um índice médio mensal obtido de quebra técnica nos grãos, calculado por meio de amostragens, de 0,43% para silos de alvenaria e de 0,11% para os metálicos.

    Os estudos serão divulgados durante o seminário e a apresentação dos artigos técnicos referentes a cada uma das pesquisas estará disponível no portal da Conab após o término do evento.

  • Chuva preocupa triticultor e sustenta valores no RS

    Fortes chuvas no Rio Grande do Sul têm deixado agentes atentos às condições das lavouras, que podem registrar perdas. Segundo colaboradores do Cepea, por enquanto, produtores aguardam para avaliar possíveis estragos, mas esse cenário já tem sustentado os preços do cereal no estado sul-rio-grandense e limitado as quedas nos valores do trigo no Paraná.

    Já quando comparadas as médias estaduais mensais de setembro e outubro, os preços recuaram nos estados do Rio Grande do Sul (12,3%), Paraná (3,4%), São Paulo (1,7%) e Santa Catarina (0,6%).

  • Argentina deve aumentar impostos sobre exportação

    A Argentina, que terá um novo presidente no final do ano de 2019, já que Alberto Fernandez foi eleito ao lado de Cristina Kirchner em primeiro turno, deve aumentar os impostos sobre exportação de commodities. Foi isso que informou o consultor Michael Cordonnier, em um texto publicado no portal agropages.com.

    “Não se sabe muito sobre as políticas econômicas futuras em potencial da presidente eleita Fernandez, mas sabemos muito sobre as políticas econômicas da vice-presidente Kirchner no passado, quando ela foi presidente por dois mandatos e é por isso que o setor agrícola está muito preocupado”, diz ele.

    O presidente eleito Fernandez não nomeou nenhum ministro nem detalhou como ele pretende retirar a Argentina do “abismo econômico”, mas uma mudança que muitos observadores esperam é um aumento nos impostos de exportação de commodities. Atualmente, o imposto sobre a soja é de 25% e pode aumentar para 30%. O imposto atual sobre milho e trigo é de 7% e pode aumentar para 12%.

    “O presidente terá que controlar as despesas e aumentar a receita do governo, e a maioria das pessoas sente que ele aumentará as receitas instituindo impostos de exportação mais altos, provavelmente a partir de 1º de janeiro de 2020. Enquanto isso, espera-se que os agricultores sejam vendedores agressivos de seus grãos, a fim de para se antecipar aos potenciais aumentos de impostos. Um aumento nos impostos de exportação provavelmente ajudaria a estabilizar o peso argentino, o que é absolutamente necessário se eles tiverem alguma esperança de pagar suas dívidas e evitar outro incumprimento”, indica.

  • IITA divulga ferramenta digital para transformação agrícola

    O Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) divulgou na sexta-feira um conjunto de ferramentas digitais que estão ajudando a transformar a agricultura, melhorando o rendimento e a subsistência dos agricultores. As ferramentas digitais incluem rastreadores de sementes de mandioca, Goseed e inhame; Akilimo, IITA Herbicide Calculator, site de comércio eletrônico e IITA News App.

    Nteranya Sanginga, diretor geral do IITA que completa oito anos no cargo na sexta-feira, descreveu o desenvolvimento das ferramentas digitais como um feito notável, acrescentando que elas ajudariam a criar impacto em escala. “Isso está alinhado com a nossa visão que nos levou a criar a Diretoria de Parceria e Entrega, cuja responsabilidade é garantir que não apenas estamos realizando pesquisas e escrevendo artigos científicos, mas também entregando e causando impacto no nível da fazenda”, acrescentou.

    Os rastreadores de sementes são plataformas móveis projetadas para ajudar no planejamento da produção de sementes, rastreabilidade, inventário de sementes, rastreamento em tempo real do status da produção, certificação de sementes, marketing, recursos de informação, entre outros, disse o Dr. Lava Kumar, Chefe de Unidade de Saúde de Germoplasma do IITA e Virologista. A Calculadora de Herbicidas IITA é um aplicativo móvel desenvolvido pelo Projeto de Gerenciamento de Ervas de Mandioca e implantado na Nigéria e em outros países africanos e está sendo usado no controle de ervas daninhas na mandioca, explicou Godwin Atser, especialista em extensão digital e serviços de consultoria do IITA.

    “O aplicativo ajuda os produtores a estimar a quantidade correta de herbicidas a serem adicionados aos pulverizadores de mochila, ajudando os agricultores a evitar subdosagem ou superdosagem, o que leva à poluição ambiental e à resistência das ervas daninhas”, acrescentou.

  • Áreas de soja têm surtos de Helicoverpa armígera já no início do plantio da safra 2019-20

    Ataques da lagarta Helicoverpa armígera observados logo após a semeadura da soja, nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, puseram em alerta produtores e pesquisadores. Segundo fontes do setor, a principal preocupação é com a eventual proliferação da praga, que já trouxe prejuízos bilionários à oleaginosa, bem no ciclo inicial da cultura. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, conforme especialistas, populações de Helicoverpa armígera surgiram em áreas do Chapadão, e no Mato Grosso no entorno de Primavera do Leste.

    A recomendação-chave feita por agrônomos ao produtor, neste momento, é realizar corretamente o monitoramento de lavouras e identificar a necessidade de controle da praga pela aplicação de produtos específicos.

    Para a pesquisadora da Fundação MT, Lucia Vivan, no estágio em que se encontram as lavouras neste momento, é possível controlar à Helicoverpa com base na aplicação de baculovírus ou defensivos biológicos. “Temos um tempo ainda porque a soja está no início. Mas é importante ao produtor monitorar suas áreas e concluir, adiante, se haverá necessidade de incorporar inseticidas químicos ao manejo com baculovírus”, reforça a entomologista.

    O pesquisador da Ceres Consultoria em Primavera do Leste, Guilherme Almeida Ohl, entende que os baculovírus constituem nos dias de hoje “os melhores inseticidas que temos, porque depois de eliminar às lagartas eles espalham vírus na lavoura e assim controlam outras gerações de pragas”. Ohl é outro pesquisador a crer que no atual estágio vegetativo da soja, o controle da Helicoverpa pode ser feito somente pela aplicação de baculovírus.

    Ele observa, entretanto, que os baculovírus só não cresceram mais entre as opções de manejo do produtor, até hoje, pela deficiência na logística de distribuição e acesso do mercado aos produtos. Para a australo-americana AgBiTech, maior fabricante de baculovírus do mundo, há quatro anos no Brasil, a solução a esses entraves está bem encaminhada por meio de investimentos na ampliação da oferta e na entrega contínua de alta tecnologia na área.

    “Na safra passada nossos baculovírus trataram 500 mil hectares, marca relevante para esses insumos no Brasil”, ressalta Marcelo Giuliano, diretor comercial da AgBiTech. Conforme Giuliano, a expectativa é que na safra

    2019-20 os baculovírus da empresa – hoje um total de seis produtos – atinjam à histórica marca de 2 milhões de hectares tratados. “Investimos fortemente para ser o principal player do setor no Brasil”, enfatiza Adriano Vilas Boas, gerente geral da AgBiTech na América Latina.

    O pesquisador Germison Tomquelski, da Fundação Chapadão, informa que tem sido comum a presença da Helicoverpa na fase inicial de plantio. Mesmo assim, assinala ele, o controle da praga é uma medida necessária em face dos prejuízos que ela pode trazer ao produtor.

    “Os baculovírus têm funcionado muito bem, eliminando inicialmente às lagartas. Foi uma quebra de paradigma a chegada e o posicionamento desses produtos. Eles já se encaixam entre as ferramentas de manejo do produtor brasileiro”, assinala Tomquelski. O pesquisador destaca ainda que diante das atuais condições climáticas em parte das áreas de plantio, com alguns dias com chuva e outros não, os surtos de lagartas tendem a ser mais intensos.

  • Trigo tem 50% da área colhida no RS

    No Rio Grande do Sul, apesar da alta umidade dos últimos dias, 50% das lavouras de trigo foram colhidas, estando 5% das lavouras em enchimento de grãos e 45% na fase de maturação (característica que se configura entre a maturação fisiológica e o ponto de colheita). De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (31/10), a área destinada para o cultivo do trigo no RS é de 739,4 mil hectares, que corresponde a 37% da área brasileira de plantio com o grão.

    Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, que representa 30% da área de trigo no Estado, os produtores estão preocupados com as previsões meteorológicas que apontam longo período com alta umidade no Estado. Há grande variabilidade de produtividade média entre as lavouras, em decorrência da tecnologia utilizada e alguns danos ocasionados pelo clima (geadas, granizo e ventos fortes), com aumento dos sintomas de incidência de giberela na maturação da cultura. Lavouras bem conduzidas e sem danos climáticos apresentam produtividade acima de 70 sacas por hectare.

    Na canola, 24% das lavouras estão em fase de maturação e 76% já colhidas. Na regional de Santa Rosa, a cultura está praticamente toda colhida, atingindo 96% das lavouras, restando apenas 4% em fase de maturação. A produtividade média atingiu 1.457 quilos por hectare. Em lavouras implantadas no tarde e que foram recentemente colhidas, a produtividade esteve acima da média da região (dois mil quilos por hectare). Mesmo assim insuficiente para elevar a média regional da produtividade e reduzir o percentual de perdas. A expectativa para a próxima semana é de que haja dias sem precipitações, para encaminhar a colheita e finalizar a safra de canola na região.

    CULTURAS DE VERÃO

    A cultura da soja está em fase de implantação da safra 2019-2020, com plantio previsto até 31 de dezembro, de acordo com o zoneamento da soja no RS. Da área projetada para o Estado, que é de 5.956.504 hectares, 13% já foram implantados. As lavouras se encontram em fase de germinação/desenvolvimento vegetativo. A fase inicial de implantação está 3% superior a igual período da safra anterior.

    No milho, 77% dos 771.578 hectares estimados para esta safra já foram implantados, com a cultura nas fases de germinação/desenvolvimento vegetativo (92%) e floração (8%). A produção estimada é de 5.948.712 toneladas, com uma produtividade alcançando 7.710 quilos por hectare.

    O arroz atingiu, no período, o plantio de 53% da área prevista para o RS nesta safra, 7% menor do que em igual época na safra anterior. As lavouras implantadas se encontram na fase de germinação/desenvolvimento vegetativo. Na regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, seguem as atividades de preparo do solo e plantio. A sequência de dias chuvosos interrompeu as atividades de rotina nas lavouras, além de dificultar o transporte dos insumos. As precipitações ocorridas no período têm contribuído para manter os níveis das barragens adequados.

    No RS, a área de feijão 1ª safra se encontra com 85% na fase de desenvolvimento vegetativo, 12% em floração e 3% em enchimento de grãos. Na regional de Frederico Westphalen, a primeira safra já está implantada, sendo que 80% das lavouras se encontram na fase de germinação/desenvolvimento vegetativo e 20% em floração. Os produtores estão realizando os tratos culturais de controle das invasoras e adubação nitrogenada. Em geral, as lavouras se mantêm com bom stand de plantas.

    OLERÍCOLAS
    Alho – Na região Serrana, as lavouras apresentam bom vigor, sanidade razoável e estão em formação do bulbo. O excesso de umidade no solo e a pouca insolação, consequência das frequentes chuvas das semanas anteriores, interferiram na fisiologia das plantas, afetando o seu desenvolvimento quanto à bulbificação, transformando os bulbilhos (dentes) em brotações. Essa anomalia deprecia o bulbo no seu valor culinário e comercial, tanto no peso e quanto na precificação. Em casos mais severos, o bulbo é descartado. Produtores realizam tratamentos fitossanitários para prevenção/cura de fitopatias e controle de pragas, controle químico de ervas espontâneas e adubação nítrico-potássica de cobertura.

    Cebola – Na região Sul, iniciou a colheita de cebola, que está sendo destinada ao comércio local devido à pouca presença de casca. A fase predominante nas lavouras da região é a bulbificação, apresentando bom desenvolvimento e estado sanitário. A safra deve ser normal, sendo que a região tem 2.460 hectares de cebola. Produtores intensificaram os tratamentos fitossanitários para prevenção das doenças, principalmente o míldio, mesmo não havendo ocorrência significativa de pragas.

    FRUTÍCOLAS
    Melão – Na regional de Porto Alegre, o cultivo de melão nesta safra é de 380 hectares e estão implantadas 98% das lavouras. A previsão de início da colheita é em novembro, estendendo-se até fevereiro.

    Pêssego – Na região Sul, segue a colheita das cultivares mais precoces, destinadas ao mercado in natura. O preço de comercialização está entre R$ 3,00 e R$ 4,00/kg. A cultura em geral está em frutificação. Produtores realizam tratamentos fitossanitários. O boletim 09/2019 do sistema de alerta da mosca-das-frutas informa que as condições climáticas com maior ocorrência de chuvas exigem atenção redobrada no controle de doenças, com aplicação de fungicidas, além de realizar a retirada de frutos e ramos com podridão-parda das plantas. Sua eliminação, feita em um local adequado, é essencial, enterrando para reduzir a presença do fungo no pomar.

    Ameixa – Nas regiões do Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, ameixas precoces estão em fase de formação dos frutos e maturação. Nessa fase, os produtores estão atentos ao manejo da mosca-das-frutas.

    PASTAGENS E CRIAÇÕES
    Favorecidos pelo clima, que propicia umidade e temperaturas mais elevadas, os campos nativos apresentam bom desenvolvimento, oferecendo uma boa produção de massa verde para alimentação dos animais. Nas regiões de solo mais raso, como nos Campos de Cima da Serra e na Serra do Sudeste, observa-se que o desenvolvimento dos campos naturais é mais lento.

    BOVINOCULTURA DE CORTE – Nas diversas regiões gaúchas, os bovinos de corte apresentam um bom estado corporal e bom ganho de peso. O estado sanitário dos animais também é satisfatório. No manejo do gado, os cuidados com as matrizes, no pré e pós-parto, e os cuidados com os terneiros continuam recebendo atenções especiais. O preparo de matrizes e touros, para o período de acasalamento, também é destaque. Neste mês, intensifica-se a realização de remates e expofeiras de bovinos das diversas categorias que compõem os rebanhos. Continua o abate de animais que ocupavam as áreas com pastagens cultivadas de inverno, que são sucedidas por lavouras com culturas anuais de verão, como soja e arroz.

    APICULTURA – As últimas chuvas têm prejudicado as atividades das colmeias, em boa parte do Estado. Mesmo assim, a atividade das abelhas é satisfatória em vários locais. Na Região de Soledade, segundo o Escritório Regional da Emater/RS-Ascar, há relatos de mortalidade de enxames. As causas mais prováveis são a ocorrência de doenças ou a contaminação por agrotóxicos utilizados na dessecação de lavouras. Isso porque são aplicados inseticidas, juntamente com os dessecantes. Visando aumentar a produção, os apicultores seguem fazendo o manejo das colmeias. Para isso, executam práticas como revisões e roçadas de apiários, limpeza e/ou reforma de caixilhos, melgueiras e ninhos, e instalação de caixas iscas para captura de enxames.

  • Estado investe mais de R$ 1 milhão para apoiar espaços da agricultura familiar em feiras regionais em 2019

    A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) investiu neste ano R$ 1.145.000 em recursos para viabilizar a participação de agroindústrias familiares, indígenas e quilombolas em feiras agropecuárias em todas as regiões do Estado. Até outubro, foram disponibilizados recursos para 36 feiras, com 789 espaços de comercialização (estandes montados). Até o final do ano, estão planejadas outras 12, totalizando 48 feiras municipais e regionais apoiadas em 2019.

    Entre as feiras destacam-se Expodireto-Cotrijal (Não-Me-Toque), Expoagro Afubra (Rio Pardo),  Fenadoce (Pelotas), ExpoBento (Bento Gonçalves), ExpoSol (Soledade), ExpoIjuí (Ijuí) e Expofeira (Pelotas). A Expointer não faz parte deste cálculo, já que os recursos para montagem do espaço são viabilizados em parceria com o governo federal.

    “O pavilhão da Agricultura Familiar tem se tornado referência em todas as feiras graças à mobilização e à dedicação tanto das agroindústrias quanto do trabalho do Estado”, afirma o secretário da Agricultura, Covatti Filho.

    Conforme o diretor de Agricultura Familiar e Agroindústria, para participar das feiras apoiadas pela Seapdr as agroindústrias devem estar inclusas no Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf). Após a inclusão no Peaf, o empreendimento está habilitado para solicitar a autorização de uso do selo Sabor Gaúcho em seus produtos. O selo é sinônimo de produção oriunda da agricultura familiar. O programa oferece uma série de serviços para as agroindústrias familiares, como qualificação técnica, incentivos financeiros para melhoria e legalização e assistência nas questões sanitárias, ambientais e tributárias.

    Além do apoio às agroindústrias, o Peaf dá aos consumidores a segurança de adquirir um produto rigorosamente em conformidade com as leis sanitárias e ambientais.

    Fonte: Secretaria de Agricultura e Pecuária do Estado.

  • Probióticos podem proteger abelhas

    Os probióticos, microorganismos benéficos mais conhecidos por promover a saúde intestinal em humanos, agora estão sendo usados por cientistas da Universidade Ocidental e do Instituto de Pesquisa em Saúde Lawson, no Canadá, para salvar colônias de abelhas do colapso. Um novo estudo publicado na revista Nature  ISME J  demonstra como os probióticos podem impedir uma infestação de colmeia bacteriana comum chamada American Foulbrood.

    “Os probióticos não são apenas para seres humanos”, disse Gregor Reid, Ph.D., professor da Faculdade de Medicina e Odontologia Western Schulich e presidente do Microbioma e Probióticos Humanos em Lawson. “Nossa ideia era que, se você pudesse usar micróbios benéficos para estimular a resposta imune ou atacar os patógenos que infectam as colmeias, talvez possamos ajudar a salvar as abelhas”, completa.

    As abelhas são uma parte importante do cenário cultural e econômico no Canadá e em todo o mundo devido ao seu papel na produção de alimentos, tanto pela polinização das culturas quanto pela produção de mel. No entanto, a população mundial de abelhas está ameaçada pela disseminação de vírus e bactérias que infectam colmeias. O trabalho anterior da equipe em um modelo de mosca da fruta sugeriu que o uso generalizado de pesticidas reduz a imunidade das abelhas e sua capacidade de lutar contra esses patógenos prejudiciais.

    “As colônias de abelhas são pequenos microcosmos de biologia realmente interessantes. Existem muitas abelhas individualmente, mas todas elas são geneticamente relacionadas e vivem em um espaço fechado”, disse Graham Thompson, Ph.D., professor associado da Western School of Science, que estuda a biologia e o comportamento social das abelhas. “Todo mundo é muito suscetível a doenças contagiosas e está demograficamente disposto a sair”, conclui.

  • Números e condições da safra 2019/2020 serão abordados em reunião

    Representantes do setor de trigo do estado de São Paulo voltam a se reunir no dia 07 de novembro para a última reunião da Câmara Setorial de 2019, que será realizada na sede do Sindicato da Indústria do Trigo no Estado de São Paulo (Sindustrigo).

    Na oportunidade, será apresentado o cenário atual da safra 2019/2020. “Esta é a última reunião do ano e será importante para debatermos os resultados obtidos neste período e as expectativas para a nova safra”, pontua o presidente da Câmara Setorial do Trigo, Nelson Montagna.

    O evento ainda traz, por meio da participação das principais cooperativas produtoras de trigo do estado, a estimativa e condições das colheitas da nova safra. Outro assunto que ganhará destaque durante o encontro será a atual Conjuntura Mundial do trigo e câmbio, apresentada por Pedro Sampaio, da Gavilon,

  • Chuva e umidade permanecem no RS nos próximos sete dias

    Na sexta-feira (1º), o ar quente e úmido seguirá predominando, com temperaturas superiores a 30°C, grande variação da nebulosidade e possibilidade de chuvas isoladas. Entre o sábado (2) e o domingo (3), o deslocamento de uma frente fria provocará chuva em todo Estado, com possibilidade de temporais, rajadas de vento e queda de granizo em áreas isoladas.

    Na segunda (4) e terça-feira (5), a propagação de uma área de baixa pressão manterá a nebulosidade e a chuva em todas as regiões, e novamente há risco de temporais isolados, sobretudo na Metade Norte. Na quarta-feira (6), o ingresso de ar seco manterá o tempo firme, com sol e temperaturas amenas em todo o Rio Grande do Sul.

    Os totais de precipitação previstos deverão oscilar entre 40 e 65 mm na maioria das localidades. Na Fronteira Oeste, Missões, Alto Vale do Uruguai e no Planalto os totais previstos oscilarão entre 80 e 100 mm, podendo superar 120 mm em alguns municípios do Noroeste Gaúcho.

    Fonte: Secretaria de Agricultura e Pecuária do Estado